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CEF/0910/26706 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

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CEF/0910/26706 — Relatório final da CAE

(Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

Caracterização do ciclo de estudos

Perguntas A.1 a A.9

A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Cofac - Cooperativa De Formação E Animação Cultural, C.R.L.

A.1.a. Descrição da Instituição de ensino superior / Entidade instituidora Cofac - Cooperativa De Formação E Animação Cultural, C.R.L.

A.2. Unidade orgânica (faculdade, escola, instituto, etc.): Universidade Lusófona De Humanidades E Tecnologia

A.2.a. Descrição Unidade orgânica (faculdade, escola, instituto, etc.): Universidade Lusófona De Humanidades E Tecnologia

A.3. Ciclo de estudos: Educação Física e Desporto A.4. Grau:

Licenciado

A.5. Área científica predominante do ciclo de estudos: Formação de Professores/ Educação Física e Desport

A.6.1 Classificação da área principal do ciclo de estudos de acordo com a Portaria nº 256/2005, 16 de Março (CNAEF):

145

A.6.2 Classificação da área secundária do ciclo de estudos de acordo com a Portaria nº 256/2005, 16 de Março (CNAEF), se aplicável:

813

A.6.3 Classificação de outra área secundária do ciclo de estudos de acordo com a Portaria nº 256/2005, 16 de Março (CNAEF), se aplicável:

42

A.7. Número de créditos ECTS necessário à obtenção do grau: 180

A.8. Duração do ciclo de estudos (art.º 3 Decreto lei 74/2006, de 24 de Março): 3 Anos

A.9. Número de vagas aprovado no último ano lectivo: 200

Relatório da CAE - Ciclo de Estudos em Funcionamento

Pergunta A.10

A.10.1. Condições de acesso e ingresso.

Existem, são adequadas e cumprem os requisitos legais A.10.2. Designação, estrutura curricular e plano de estudos. Existe e satisfaz as condições legais

A.10.3. Docente responsável pela coordenação da implementação do ciclo de estudos. Foi indicado e tem o perfil adequado

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As condições de ingresso são similares aos cursos homólogos, incidindo sobre as provas de Biologia / Geologia, Matemática e Português.

O curso optou por um desenho curricular com três áreas ramos: Educação Física e Desporto Escolar, Exercício e Bem-Estar (EBE), Treino Desportivo (TD).

Alguns ramos são tradicionalmente objecto de cursos de 2º ciclo (mestrados), noutras escolas universitárias e na própria Universidade Lusófona, pelo que pode ser objectivo de futura reflexão a implementação ou re-orientação de um plano de estudos de banda marcadamente larga.

O Director regista uma longa experiência de liderança do Departamento, bem reconhecida pelo corpo docente.

Pergunta A.11

A.11.1. Existem locais de estágio e/ou formação em serviço. Sim

A.11.2. São indicados recursos próprios da instituição para acompanhar os seus estudantes no período de estágio e/ou formação em serviço.

Sim

A.11.3. Existem mecanismos para assegurar a qualidade dos estágios e períodos de formação em serviço dos estudantes.

Sim

A.11.4. São indicados orientadores cooperantes do estágio ou formação em serviço, em número e qualificações adequadas (para ciclos de estudos de formação de professores).

Sim

A.11.5. Evidências que fundamentem a classificação de cumprimento assinalada.

O corpo de docentes é composto por professores experientes, treinadores, profissionais no sector do Exercício e Saúde, combinando ainda jovens investigadores. É clara a intenção de proporcionar uma experiência de iniciação profissional aos seus alunos durante os quinto e sexto semestres.

Formalmente, existem documento sobre os conteúdos de formação por ramo, com objectivos,

listagem de instituições cooperantes, e número de visitas a realizar pelos supervisores universitários. A.11.6. Pontos Fortes.

Preocupação com a iniciação à prática profissional. A.11.7. Recomendações de melhoria.

Aproveitar o ambiente de estágio para o ensaio de projectos de investigação aplicada, gerando um duplo fluxo de proveitos. Por um lado, as entidades cooperantes incorporam conhecimento e

profissionais, por outro lado, a universidade, reflecte as experiências de iniciação profissional na sua actividade científica.

1. Objectivos do ciclo de estudos

1.1. Os objectivos para o ciclo de estudos foram formulados de forma clara. Sim

1.2. Os objectivos definidos são coerentes com a missão e a estratégia da instituição de ensino em que o ciclo de estudos é leccionado.

Sim

1.3. Os docentes envolvidos no ciclo de estudos, bem como os estudantes, conhecem os objectivos definidos.

Sim

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A oferta compreende a opção por ramos logo desde o primeiro semestre. Esta especialização

(eventualmente precoce) corre o risco de não ter correspondência com as características do sistema de emprego nos anos imediatos à obtenção do grau, pelo que se sugere uma eventual auscultação aos recém diplomados para incorporar as tendências das características do mercado profissional, sobrtetudo nos anos imediatos à obtenção do diploma.

Note-se no entanto, que tanto os alunos, como os docentes estão perfeitamente informados e conscientes da opção do curso, não havendo qualquer ambiguidade no ambiente da instituição. 1.5. Pontos fortes.

Ecletismo da oferta educativa. 1.6. Recomendações de melhoria.

Sendo esta a primeira avaliação externa desde a adequação dos anteriores ciclos de estudo, com duração mais longa (5 anos), assistiu-se à densificação de planos de estudos num só plano com ramos. Importará reflectir sobre a necessária articulação entre a oferta de primeiro e segundo ciclo definindo fronteiras de não redundância, Sugere-se ainda a implementação de um observatório para os recém diplomados para conhecer as características do sistema de emprego nos anos imediatos à licenciatura.

2. Organização interna e mecanismos de garantia da

qualidade

2.1. Organização Interna

2.1.1. Existe uma estrutura organizacional adequada responsável pelos processos relativos ao ciclo de estudos..

Sim

2.1.2. Existem formas de assegurar a participação activa de docentes e estudantes nos processos de tomada de decisão que afectam o processo de ensino/aprendizagem e a sua qualidade.

Sim

2.1.3. Evidências que fundamentem a classificação de cumprimento assinalada.

A Faculdade possui uma liderança assumida pelo Director que possui à sua disposição órgãos de apoio em matérias científicas e pedagógicas. Existem ainda estruturas menos formalizadas como sejam as coordenações de ano (1º, 2º e 3º anos), tendo sido possível contactar com os coordenadores que se revelaram conhecedores dos problemas. Acresce ainda uma estrutura de coordenação de ramos, que permite a melhoria da consistência interna do ensino ministrado em diferentes unidades curriculares.

2.1.4. Pontos Fortes.

Liderança institucional, estruturas formais e não formais de coordenação por ano e por ramo 2.1.5. Recomendações de melhoria.

Aumentar o envolvimento dos estudantes na elaboração dos horários e organização das actividades, em muitos casos dispersas por infra-estruturas externas à Universidade. Uma instituição com um elevado número de colaboradores docentes a tempo parcial poderá ter que atender mais à

disponibilidade dos colaboradores, devendo igualmente valorizar a perspectiva dos estudantes

2.2. Garantia da Qualidade

2.2.1. Foram definidos mecanismos de garantia da qualidade para o ciclo de estudos. Sim

2.2.2. Foi designado um responsável pelo planeamento e implementação dos mecanismos de garantia da qualidade.

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Sim

2.2.3. Existem procedimentos para a recolha de informação, acompanhamento e avaliação periódica do ciclo de estudos.

Sim

2.2.4. Existem formas de avaliação periódica das qualificações e competências dos docentes para o desempenho das suas funções.

Em parte

2.2.5. Os resultados das avaliações do ciclo de estudos são discutidos por todos os interessados e utilizados na definição de acções de melhoria.

Sim

2.2.6. O ciclo de estudos já foi anteriormente avaliado/acreditado. Sim

2.2.7. Evidências que fundamentem a classificação de cumprimento assinalada.

O relatório e o contacto com a comissão de avaliação, o director do curso e as estruturas de coordenação revelou e evidenciou um conjunto de preocupações com a avaliação de resultados e com a recolha de informações junto dos alunos, sendo ainda perceptível a existência de reuniões de docentes em plenário e por grupos focais.

2.2.8. Pontos Fortes.

Estruturas não estatutárias de acompanhamento dos processos de ensino e aprendizagem e de desenvolvimento da actividade institucional

2.2.9. Recomendações de melhoria.

Sendo elogiável a política de promoção contínua da qualidade, não existe ainda um sitema suficientemente apurado relativamente á eficiência e eficácia dos mecanismos geradores de informação e produção de efeitos das medidas impostas, com apreciação da validade dos

instrumentos e garantia de canais internos e externos, como por exemplo as entidades parceiras à instituição ou o inquérito sistemático aos recém diplomados, ou ainda o observatório de emprego.

3. Recursos materiais e parcerias

3.1. Recursos materiais

3.1.1. O ciclo de estudos possui as instalações físicas necessárias ao cumprimento sustentado dos objectivos estabelecidos.

Sim

3.1.2. O ciclo de estudos possui os equipamentos didácticos e científicos e os materiais necessários ao cumprimento sustentado dos objectivos estabelecidos.

Em parte

3.1.3. O ciclo de estudos possui os recursos financeiros necessários ao cumprimento sustentado dos objectivos estabelecidos.

Sim

3.1.4. Evidências que fundamentem a classificação de cumprimento assinalada.

São notórias as melhorias infraestruturais de funcionamento do ciclo de estudos, consubstanciado em gabinetes de docentes, salas de aulas, pavilhão e pequenos ginásios, bem como em salas de aula. A biblioteca continua ainda a ser escassa em literatura específica .

3.1.5. Pontos Fortes.

Reforço das infra-estruturas 3.1.6. Recomendações de melhoria.

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Reforço bibliográfico de editoras que marcam o estado da arte nas diversas disciplinas científicas.

3.2. Parcerias

3.2.1. O ciclo de estudos estabeleceu e tem consolidada uma rede de parceiros internacionais. Em parte

3.2.2. O ciclo de estudos promove colaborações com outros ciclos de estudo dentro da sua instituição, bem como com outras instituições de ensino superior nacionais.

Sim

3.2.3. Existem procedimentos definidos para promover a cooperação interinstitucional no ciclo de estudos.

Sim

3.2.4. Existe uma prática de relacionamento do ciclo de estudos com o seu meio envolvente, incluindo o tecido empresarial e o sector público.

Sim

3.2.5. Evidências que fundamentem a classificação de cumprimento assinalada.

A institutição possui um gabinete de relações internacionais e regista um fluxo de mobilidade incoming e outgoing. No que diz respeito às insituições cooperantes são ainda pouco diversificadas para além do país vizinho e América do Sul. A nível nacional, existe uma dinâmica de intervenção com parceiros que acolhem estágios e com quem são realizadas inúmeras acções de formação e eventos.

3.2.6. Pontos Fortes.

Rede nacional de parceiros..

3.2.7. Recomendações de melhoria.

Alargamento da rede internacional de instituições cooperantes.

4. Pessoal docente e não docente

4.1. Pessoal Docente

4.1.1. O corpo docente cumpre os requisitos legais. Sim

4.1.2. Os membros do corpo docente (em tempo integral ou parcial) têm a competência académica e experiência de ensino adequadas aos objectivos do ciclo de estudos.

Sim

4.1.3. O número e o regime de trabalho dos membros do pessoal docente correspondem às necessidades do ciclo de estudos.

Sim

4.1.4. É definida a carga horária do pessoal docente e a sua afectação a actividades de ensino, investigação e administrativas.

Em parte

4.1.5. O corpo docente em tempo integral assegura a grande maioria do serviço docente. Sim

4.1.6. A maioria dos docentes mantém a sua ligação ao ciclo de estudos por um período superior a três anos.

Sim

4.1.7. Existem procedimentos para avaliação da competência e do desempenho dos docentes do ciclo de estudos.

Sim

4.1.8. É promovida a mobilidade do pessoal docente, quer entre instituições nacionais, quer internacionais.

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Em parte

4.1.9. Evidências que fundamentem a classificação de cumprimento assinalada.

O corpo docente é composto por professores experientes, combinando ainda jovens investigadores dinâmicos.

O modelo de informações é inequívoco na distribuição de serviço docente, aliás bem organizado e com coerência entre o perfil dos docentes e as unidades curriculares a que estão afectos.

Quanto ao equilíbrio entre a investigação e a docência, por um lado, muitos docentes ainda são contratados a tempo parcial e estabelecem relações remuneratórias baseadas no volume de ensino, por outro lado, os docentes mais dinâmicos na produção científica viram interrompido um sistema de "bolsa de horas" para actividades de investigação.

Está em implementação um sistema de suplementação remuneratória para a produtividade científica. Por fim, existe uma política de apoio para a participação em congressos. A mobilidade de docentes em programa de mobilidade acaba por circunscrever-se á rede existente (ainda limitada).

4.1.10. Pontos Fortes.

Comparativamente a outras instituições privadas, existe uma elogiável e deliberada política de desafio para serem assumidas funções a tempo integral, com um recrutamento bem realizado de jovens investigadores.

O perfil dos docentes é adequadamente vertido nas unidades curriculares que asseguram. 4.1.11. Recomendações de melhoria.

Construir, refinar e interpretar um sistema de avaliação valorizando a componete de ensino e de investigação, sem quebra de coesão no corpo docente.

As oportunidades de afirmação internacional dos jovens em ambientes exigentes requer um sistema de apoios mais efectivo.

4.2. Pessoal Não Docente

4.2.1. O pessoal não docente tem a competência profissional e técnica adequada ao apoio à leccionação do ciclo de estudos.

Sim

4.2.2. O número e o regime de trabalho do pessoal não docente correspondem às necessidades do ciclo de estudos.

Sim

4.2.3. O desempenho do pessoal não docente é avaliado periodicamente. Não aplicável

4.2.4. O pessoal não docente é aconselhado a frequentar cursos de formação avançada ou de formação contínua.

Não aplicável

4.2.5. Evidências que fundamentem a classificação de cumprimento assinalada.

Os elementos documentais e o contacto presencial permitiram contactar com um conjunto de técnicos conhecedores e competentes nas áreas de apoio académico, acção social,

internacionalização e gestão de recursos bibliográficos. 4.2.6. Pontos Fortes.

A instituição dispõe de graus de liberdade para contratar e renovar o seu pessoal de acordo com as suas necessidades e o desempenho que vai sendo demonstrado e no caso do grupo de trabalhadores não docentes com que foi possível estabelecer contacto foi visível observar conhecimento e

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4.2.7. Recomendações de melhoria. Nada a comentar

5. Estudantes

5.1. Caracterização dos estudantes

5.1.1. Existe uma caracterização geral dos estudantes envolvidos no ciclo de estudos, incluindo o seu género, idade, região de proveniência e origem sócio-económica (escolaridade e situação

profissional dos pais). Sim

5.1.2. Verifica-se uma procura do ciclo de estudos por parte dos potenciais estudantes ao longo dos últimos 3 anos.

Sim

5.1.3. Evidências que fundamentem a classificação de cumprimento assinalada.

As constantes nos relatótio de auto-avaliação cruzadas com o sítio eletrónico que resumo os dados oficiais de ingresso no ensino superior

5.1.4. Pontos Fortes. Nada a acrescentar

5.1.5. Recomendações de melhoria.

Reflectir o volume de vagas em função da dinâmica do mercado de emprego

5.2. Ambiente de Ensino/Aprendizagem

5.2.1. São tomadas medidas adequadas para o apoio pedagógico e o aconselhamento sobre o percurso académico dos estudantes.

Sim

5.2.2. São tomadas medidas para promover a integração dos estudantes na comunidade académica. Sim

5.2.3. Existe aconselhamento dos estudantes sobre a possibilidade de financiamento e de emprego. Sim

5.2.4. Os resultados de inquéritos de satisfação dos estudantes são usados para melhorar o processo de ensino/aprendizagem.

Em parte

5.2.5. A instituição cria condições para promover a mobilidade dos estudantes. Em parte

5.2.6. Evidências que fundamentem a classificação de cumprimento assinalada.

A faculdade está integrada na universidade, onde é possível observar um ambiente de "campus" com espaços de restauração, de estudo e interacção. O impacto dos processos dos inquéritos e o plano de melhoria é sobretudo organizacional

5.2.7. Pontos Fortes.

Densidade infraestrutural com efeitos na possibilidade de passar um longo período do dia no campus, com acesso a espaços de estudo, interacção e restauração.

5.2.8. Recomendações de melhoria.

Os processos de melhoria devem também ter um impacto pedagógico no que se refere à articulação entre conteúdos de diferentes disciplinas, constituição de horários, metodologias de ensino e

avaliação, materiais bibliográficos

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6.1. Objectivos de Ensino, Estrutura Curricular e Plano de Estudos

6.1.1. Estão definidas as competências a desenvolver pelos estudantes e foram operacionalizados os objectivos permitindo a medição do grau de cumprimento.

Sim

6.1.2. A estrutura curricular corresponde aos princípios do Processo de Bolonha. Sim

6.1.3. Existe um sistema de revisão curricular periódica que assegura a actualização científica e de métodos de trabalho.

Sim

6.1.4. O plano de estudos garante a integração dos estudantes na investigação científica. Em parte

6.1.5. Evidências que fundamentem a classificação de cumprimento assinalada.

Existe um gabinete de estatísticas gerador de taxas de aprovação e também da distribuição de classificações no geral e por unidades curirculares.

Embora o ciclo de estudos opte por um percurso de ramos iniciado no momento do ingresso,

comparativamente à situação anterior de dois planos de estudos é interpretada como um reforço de banda larga.

As evidências e a cultura organizacional percpecionada são de amplo debate, sem prejuízo de liderança, tendo sido operadas reformadas nos últimos anos.

Os ainda escassos recursos de investigação não são suficientes para assocar a iniciação à experiência profissional com a iniciação à investigação científica, embora o problema não seja igualmente notado nas várias áreas.

6.1.6. Pontos Fortes.

Capacidade operar mudanças. 6.1.7. Recomendações de melhoria.

Afectar mais recursos de investigação às iniciativas de iniciação à prática profissional.

6.2. Organização das Unidades Curriculares

6.2.1. São definidas as competências que os estudantes deverão desenvolver em cada unidade curricular.

Sim

6.2.2. Existe coerência entre os conteúdos programáticos e os objectivos de cada unidade curricular. Sim

6.2.3. Existe coerência entre as metodologias de ensino e os objectivos de cada unidade curricular. Sim

6.2.4. Existem mecanismos para assegurar a coordenação entre as unidades curriculares e os seus conteúdos.

Sim

6.2.5. Os objectivos de cada unidade curricular são divulgados entre os docentes e os estudantes. Sim

6.2.6. Evidências que fundamentem a classificação de cumprimento assinalada.

A estrutura curricular é claramente definida, o plano de estudos é coerente com as principais tendências nacionais e internacionais, as fichas de unidade curricular são completas e existe uma plataforma electrónica de depósito. Existe uma cultura formal e não formal de mecanismos de

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melhoria da qualidade, consubstanciada em coordenações de ramo e coordenações de ano. 6.2.7. Pontos Fortes.

Estruturas de coordenação informais e eficientes (não estatutariamente estabelecidas). 6.2.8. Recomendações de melhoria.

Ensaiar um sistema de tutorias, tendo em consideração o elevado número de estudantes. Este facto pode aliviar e tornar mais eficientes e efectiva as estruturas de coordenação.

6.3. Metodologias de Ensino/Aprendizagem

6.3.1. As metodologias de ensino e as didácticas estão adaptadas aos objectivos das unidades curriculares.

Sim

6.3.2. A média do tempo de estudo necessário corresponde ao estimado, em créditos ECTS. Sim

6.3.3. A avaliação da aprendizagem dos estudantes é feita em função dos objectivos da unidade curricular.

Sim

6.3.4. As metodologias de ensino facilitam a participação dos estudantes em actividades científicas. Em parte

6.3.5. Evidências que fundamentem a classificação de cumprimento assinalada. O corpo docente é muito experiente e possui níveis de capacitação muito apreciáveis. As actividades científicas estão limitadas pelas estruturas laboratoriais e pelos recursos bibliográficos.

6.3.6. Pontos Fortes.

Corpo doecente qualificado e especializado. 6.3.7. Recomendações de melhoria.

Aumentar os recursos bibliográficos e laboratoriais. Optimizar a articulação de actividades dispersas por locais externos à Faculdade

7. Resultados

7.1. Resultados Académicos

7.1.1. O sucesso académico da população discente é efectivo e facilmente mensurável. Sim

7.1.2. O sucesso académico é semelhante para as diferentes áreas científicas e respectivas unidades curriculares.

Não

7.1.3. Os resultados da monitorização do sucesso escolar são utilizados para a definição de acções de melhoria no mesmo.

Sim

7.1.4. Não há evidência de dificuldades de empregabilidade dos graduados. Em parte

7.1.5. Evidências que fundamentem a classificação de cumprimento assinalada. As taxas de sucesso são monitorizadas pelo gabinete de estatística da instituição.

O curso possui um contingente de vagas muito elevado, superando as universitárias estabelecidas há mais tempo e com maior experiência de formação e investigação..

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7.1.6. Pontos Fortes.

Eficiência do programa académico. 7.1.7. Recomendações de melhoria.

Ajustamento das vagas ao ambiente de empregabilidade

7.2. Resultados da actividade científica, tecnológica e artística

7.2.1. Existem Centro(s) de Investigação reconhecido(s), na área científica do ciclo de estudos onde os docentes desenvolvem a sua actividade.

Em parte

7.2.2. Existem publicações científicas do corpo docente do ciclo de estudos em revistas internacionais com revisão por pares, nos últimos 3 anos e na área do ciclo de estudos. Em parte

7.2.3. As actividades científica, tecnológica e artística têm valorização e impacto no desenvolvimento económico.

Em parte

7.2.4. As actividades científica, tecnológica e artística estão integradas em projectos e/ou parcerias nacionais e internacionais.

Em parte

7.2.5. Os resultados da monitorização das actividades científica, tecnológica e artística são usados para a sua melhoria.

Não aplicável

7.2.6. Evidências que fundamentem a classificação de cumprimento assinalada.

Os recursos humanos que suportam as actividades de investigação estão a posicionar-se na rampa de lançamento, com a organização de uma revista e de uma unidade de investigação.

No entanto, a produção de uma revista com excessiva presença de autores da própria instituição pode não ser a política mais eficiente para a afirmação da qualidade.

Existe actualmente uma geração de investigadores bem incorporados em grupos e centros de pesquisa já estabelecidos, não sendo ainda notada uma estrutura com linhas e projectos de investigação focados e concentrados em tópicos concordantes com a agenda das agências de investigação.

7.2.7. Pontos Fortes.

Ligação à comunidade, programação de eventos. 7.2.8. Recomendações de melhoria.

O lançamento de revista própria é importante mas não deve susbstituir o esforço de remeter a actividade dos docentes para ambientes internacionais arbitrados.

A proliferação de eventos de impacto local deve ser balanceada com um conjunto mais selectivo de iniciativas e eventos de maior impacto.

7.3. Outros Resultados

7.3.1. No âmbito do presente ciclo de estudos, existem actividades de desenvolvimento tecnológico e artístico, prestação de serviços à comunidade ou formação avançada.

Sim

7.3.2. O ciclo de estudos contribui para o desenvolvimento nacional, regional e local, a cultura científica e a acção cultural, desportiva e artística.

Sim

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ensino ministrado é realista. Sim

7.3.4. Existe um nível significativo de internacionalização do ciclo de estudos. Em parte

7.3.5. Evidências que fundamentem a classificação de cumprimento assinalada.

O modelo de estágios e a presença de entidades cooperantes, bem como os inúmeros protocolos. 7.3.6. Pontos Fortes.

Ligação ao tecido social e comunidade 7.3.7. Recomendações de melhoria.

A actividade de internacionalização é obviamente afectada pela natureza privada da instituição e a necessidade dos estudantes suportarem as propinas durante a experiência outgoing, que

corresponde a um acréscimo de despesas para os estudantes e suas famílias. No entanto, é possível concorrer a programas comunitários, como sejam IP's (intensive programs), COST's e outras

aplicações da European Science Foundation (por exemplo).

8. Observações

8.1. Observações:

O relatório de auto-avaliação foi cuidado, o plano de visitas desenvolvido com cordialidade e bom acompanhamento aos trabalhos realizados pela avaliação externa.

8.2. Observações (PDF, máx. 100kB): <sem resposta>

9. Comentários às propostas de acções de melhoria

9.1. Missão e objectivos:

A instituição possui um projecto coerente e estabilizado.

9.2. Organização interna e mecanismos de garantia da qualidade:

Existem mecanismos de coordenação e recolha de informações que permitem um afinamento progressivo da qualidade. Por outro lado, a arquitectura da Faculdade concentrada num Director tem demonstrado uma capacidade invulgar de coesão e coerência interna. Contudo, parece ser notório um maior envolvimento dos alunos nalgumas soluções que se prendem com a dispersão das actividades realizadas fora da Faculdade.

9.3. Recursos materiais e parcerias:

A instituição possui hoje um conjunto de edificações bastante apreciáveis, incluindo os ginásios e os espaços contíguos para pequenos laboratórios e gabinetes, ainda modestamente recheados. Também a biblioteca carece de um reforço de volumes não periódicos e periódicos.

9.4. Pessoal docente e não docente:

A actividade de ensino e investigação é assegurada por uma geração de experientes professores, combinada com jovens investigadores talentosos que ganharam valor noutras unidades de investigação.

As estruturas de apoio à actividade são compostas por técnicos qualificados. 9.5. Estudantes:

A Universidade Lusófona através do plano de estudos objecto de avaliação corresponde actualmente ao maior contigente de alunos a ingressar na área de ciências do desporto

9.6. Processos:

Sendo uma instituição com elevado número de alunos e um número substancial de docentes em regime de colaboração importa assegurar um eficaz procedimento de orientação tutorial fora dos tempos lectivos, sem remeter para as ferramentas electrónicas o necessário contacto presencial em

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ambiente de gabinete, biblioteca, laboratório e projecto 9.7. Resultados:

Os resultados pedagógicos parecem ser meritórios no que diz respeito às taxas de eficiência do ciclo de estudos e à percepção da comunidade relativamente ao perfil de desempenho de recém

licenciados. Contudo, sem prejuizo de outros blocos de mobilidade, a internacionalização dos professores e alunos em programas europeus deve ser reforçada, tanto no decorrer da licenciatura como na transição para o mercado de trabalho, como por exemplo o programa Leonardo da Vinci.

10. Conclusões

10.1. Recomendação final.

O ciclo de estudos deve ser acreditado 10.2. Fundamentação da recomendação:

-Boas infra-estruturas, com qualidade, no que respeita aos estudo em geral. Condições de investigação adequadas a um programa de 1º ciclo.

-Fontes electrónicas e bibliográficas suficientes

-A existência de um gabinete de qualidade e um sistema estruturado de inquéritos aos alunos. -Liderança institucional e de coordenação do curso

-Qualidade do pessoal docente e a sua capacidade de integração/trabalho para a instituição. -Existência de alguns professores com CV de mérito (muito relevante)

-Pese embora estes factores muito positivos a comissão quer reforçar a análise da instituição quanto aos planos de melhoria que defende/apresenta, nomeadamente quanto

-à internacionalização

-à investigação (1)criação de infra-estruturas ; (2) apoio docentes

-necessidade de capacitação da biblioteca em áreas especificas no que respeita à bibliografia. A bibliografia das UC deve estar disponível na biblioteca.

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