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Constituição da República Federativa do Brasil 1988

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Constituição da República Federativa do Brasil – 1988

◘ Art. 206. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

VII - garantia de padrão de qualidade;

◘ Art. 209 - O ensino é livre à iniciativa privada, atendidas as seguintes

condições:

(2)

-Em 1995, no governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso:

Lei 9.131/95 – Art. 3º - (...) o MEC fará realizar avaliações periódicas das instituições e dos cursos de nível superior, fazendo uso de

procedimentos e critérios abrangentes dos diversos fatores que determinam a qualidade e a eficiência das atividades de ensino, pesquisa e extensão.

Exame Nacional de Cursos (ENC) – PROVÃO. USP, UNESP e Unicamp - Participantes do PROVÃO

(3)

Art. 9o A União incumbir-se-á de:

VI – assegurar processo nacional de avaliação do rendimento escolar no ensino fundamental, médio e superior, em colaboração com os sistemas de ensino,

objetivando a definição de prioridades e a melhoria da qualidade do ensino; VIII – assegurar processo nacional de avaliação das instituições de educação superior, com a cooperação dos sistemas que tiverem responsabilidade sobre este nível de ensino;

IX – autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaliar, respectivamente,

os cursos das instituições de educação superior e os estabelecimentos do seu sistema de ensino.

(4)

-Em, 2004, no governo do então presidente Luiz I. Lula da Silva, substituição do PROVÃO pelo SINAES.

Sistema Nacional de Avaliação

da Educação Superior

SINAES

-Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004 (-Lei do SINAES) Objetivo:

Assegurar processo nacional de avaliação das instituições de educação superior (IES), dos cursos de graduação e do desempenho acadêmico dos seus estudantes, nos termos do art. 9º, VI, VIII e IX da LDB.

(5)

-Em, 2004, no governo do então presidente Luiz I. Lula da Silva, substituição do PROVÃO pelo SINAES.

Sistema Nacional de Avaliação

da Educação Superior

SINAES

-Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004 (-Lei do SINAES) Objetivo:

Assegurar processo nacional de avaliação das instituições de

educação superior (IES), dos cursos de graduação e do desempenho

acadêmico dos seus estudantes, nos termos do art. 9º, VI, VIII e IX da LDB.

(6)

-1995 / governo FHC - ENC – Provão -2004 / governo Lula - SINAES/Enade

-UNESP, em sessão da CCG de 02/09/04, por unanimidade (Despacho 215/04-CCG)

“a participação da UNESP dar-se-á sem prejuízo de sua

manifestação crítica perante o INEP, no que diz respeito ao conteúdo e à forma do processo e do instrumento de

(7)

Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior

SINAES

-Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004 (-Lei do SINAES)

Assegurar processo nacional de avaliação das instituições de educação superior (IES), dos cursos de graduação e do desempenho acadêmico dos seus estudantes, nos termos do art. 9º, VI, VIII e IX da LDB.

Em 2008, o MEC, através do INEP, adota alguns indicadores da qualidade do ensino na graduação, os

quais passariam a compor o SINAES:

(8)

A PROGRAD realizou em 22 e 23 de setembro de 2008, em Águas de Lindóia, Seminário para esclarecimento acerca dos novos indicadores adotados pelo INEP para a avaliação de cursos (CPC, IDD e IGC), bem como discussão sobre a participação da UNESP no ENADE, componente do SINAES.

Neste seminário, os oito grupos de discussão ali formados reafirmaram a importância da UNESP continuar participando de um processo de avaliação de Ensino no nível nacional, mas determinou que fosse

criada uma comissão que deveria analisar os novos indicadores então propostos pelo INEP, assim como a própria concepção de avaliação presente nos instrumentos adotados pelo INEP e pelo MEC.

(9)

A PROGRAD realizou em 22 e 23 de setembro de 2008, em Águas de Lindóia, Seminário para esclarecimento

acerca dos novos indicadores adotados pelo INEP para a avaliação de cursos (CPC, IDD e IGC), bem como

discussão sobre a participação da UNESP no ENADE, componente do SINAES.

(10)

Neste seminário, os oito grupos de discussão ali formados reafirmaram a importância da UNESP continuar

participando de um processo de avaliação de Ensino no nível nacional, mas determinou que fosse criada uma

comissão que deveria analisar os novos indicadores então propostos pelo INEP, assim como a própria concepção de avaliação presente nos instrumentos adotados pelo INEP e pelo MEC.

(11)

CEAES

(12)

Junho/2009 – Relatório com estudo e sugestões ao processo.

06/agosto/2009 - CCG

Os novos

indicadores utilizados pelo INEP/MEC representam um avanço em relação aos anteriormente utilizados (...) Contudo, e a despeito do avanço nos

instrumentos e metodologia utilizados

na avaliação dos cursos e instituições, muitas

questões se colocam, a começar

(13)

O Documento foi apresentado ao Magnífico

Reitor e a todos os membros do Gabinete, em 30 de setembro de 2009.

Após tomar ciência dos trabalhos da CEAES, a reitoria da UNESP determinou que ao documento fossem dados os encaminhamentos nele

sugeridos: envio do material ao CRUESP, ao Conselho

Estadual de Educação e ao INEP/MEC, para que estes

considerassem as contribuições ali presentes.

Junho/2009 – Relatório com estudo e sugestões ao processo.

(14)

Reuniões COG – USP – 2009 Inep 02/02/2010 CEE – 3/3/2010 (todas estaduais+municipais) FORGRAD – RJ 04/2010 FORGRAD-nac – 05/2010 Inep 05/2010 e 06/2011

Junho/2009 – Relatório com estudo e sugestões ao processo.

(15)

Junho/2009 – Relatório com estudo e sugestões ao processo. Junho/2010 – Relatório com os desdobramentos das ações. Junho/2011 – Ofício com esclarecimentos sobre novas mudanças.

(16)

- Desde 2009, a prova é censitária, não mais amostral. Muito embora a lei federal que regulamenta o SINAES preveja o procedimento amostral, o INEP comprometeu-se, desde que haja recursos orçamentários, a aplicar a prova pelo procedimento censitário.

-Desde a implantação do SINAES, as diretrizes da prova são definidas por uma Comissão Assessora de Área, constituída por professores universitários, respeitando-se a representatividade das Instituições de Ensino Superior (IES)

públicas/particulares/confessionais e regiões administrativas do país. Desde 2009, atendendo a sugestões da Unesp e de demais instituições, além da definição das diretrizes das provas, as universidades também participam da elaboração e supervisão das provas, via BNI -Banco Nacional de Itens e Comissões Assessoras integradas por professores das Universidades.

- Desde 2010, o INEP alterou as proporções e pesos de alguns componentes do CPC.

- Desde 2010, o cálculo do conceito ENADE é obtido a partir do desempenho dos concluintes na prova ENADE. Não mais faz parte desse cálculo o IDD e, consequentemente, não mais faz parte desse cálculo o desempenho dos alunos ingressantes na mesma prova. - Desde 2010, o Conselho Estadual de Educação (CEE), órgão regulador da Educação no nível estadual, incorporou aos seus

procedimentos de regulação a avaliação realizada pelo INEP (antiga reivindicação da Unesp). Deste modo, cursos com CPC conceito 4 ou 5 têm sua autorização de funcionamento automaticamente renovada, sem que para isso tenham que se submeter aos trâmites a que até então eram obrigados.

-Desde 2010, o questionário que até então era enviado ao aluno pelo INEP pelo correio e preenchido pelo aluno sob condições não adequadas quando da realização da prova, passou a ser respondido on line e em período anterior à prova. Desse questionário são obtidos indicadores socioeconômicos e dados relativos ao curso.

- Desde 2011, o preenchimento do questionário acima referido é obrigatório. Cabe ao aluno supervisionar e conferir sua inscrição no ENADE e a obtenção do cartão de acesso ao local das provas está condicionada à conferência de sua inscrição e ao preenchimento do questionário.

- Desde 2011, os alunos ingressantes não mais fazem a prova que é aplicada aos alunos concluintes. O IDD passará a ser calculado a partir da nota do aluno ingressante no ENEM, e não mais a partir do desempenho do aluno ingressante na mesma prova aplicada aos concluintes. Esse novo procedimento, reivindicação da Unesp, além de permitir economia nos custos de aplicação das provas, minimiza os efeitos de eventuais boicotes à prova ENADE e, consequentemente, aos cálculos dos conceitos CPC e IGC.

(17)

- Desde 2009, a prova é censitária, não mais

amostral. Muito embora a lei federal que

regulamenta o SINAES preveja o procedimento

amostral, o INEP comprometeu-se, desde que haja

recursos orçamentários, a aplicar a prova pelo

(18)

-Desde a implantação do SINAES, as diretrizes da

prova são definidas por uma Comissão Assessora

de Área, constituída por professores universitários,

respeitando-se a representatividade das Instituições

de Ensino Superior (IES) públicas/particulares/

confessionais e regiões administrativas do país.

Desde 2009, atendendo a sugestões da Unesp e de

demais instituições, além da definição das diretrizes

das provas, as universidades também participam da

elaboração e supervisão das provas, via BNI -Banco

Nacional de Itens e Comissões Assessoras

(19)

-Desde 2010, o INEP alterou as proporções e pesos

de alguns componentes do CPC.

-Desde 2010, o cálculo do conceito ENADE é obtido

a partir do desempenho dos concluintes na prova

ENADE. Não mais faz parte desse cálculo o IDD e,

consequentemente, não mais faz parte desse

cálculo o desempenho dos alunos ingressantes na

mesma prova.

(20)

- Desde 2010, o Conselho Estadual de Educação

(CEE), órgão regulador da Educação no nível

estadual, incorporou aos seus procedimentos de

regulação a avaliação realizada pelo INEP (antiga

reivindicação da Unesp). Deste modo, cursos com

ENADE conceito 4 ou 5 têm sua autorização de

funcionamento automaticamente renovada, sem que

para isso tenham que se submeter aos trâmites a

(21)

-Desde 2010, o questionário que até então era

enviado ao aluno pelo INEP pelo correio e

preenchido pelo aluno sob condições não

adequadas quando da realização da prova, passou

a ser respondido on line e em período anterior à

prova. Desse questionário são obtidos indicadores

socioeconômicos e dados relativos ao curso.

(22)

- Desde 2011, os alunos ingressantes não mais

fazem a prova que é aplicada aos alunos

concluintes. O IDD passará a ser calculado a partir

da nota do aluno ingressante no ENEM, e não mais

a partir do desempenho do aluno ingressante na

mesma prova aplicada aos concluintes. Esse novo

procedimento, reivindicação da Unesp, além de

permitir economia nos custos de aplicação das

provas, minimiza os efeitos de eventuais boicotes à

prova ENADE e, consequentemente, aos cálculos

dos conceitos CPC e IGC.

(23)

Sistema Nacional de Avaliação

da Educação Superior

SINAES

-- Instituído pela Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004 (Lei do SINAES)

- Objetivo

Assegurar processo nacional de avaliação das instituições

de educação superior (IES), dos cursos de graduação e do desempenho acadêmico dos seus estudantes, nos termos do art. 9o, VI, VIII e IX da LDB.

(24)

Avaliação das IES

◘ Objetivo: identificar o perfil da instituição, sua atuação, por

meio de suas atividades, cursos, programas, projetos e setores, considerando diferentes dimensões institucionais.

◘ Na avaliação institucional, são usados procedimentos e

instrumentos diversificados, dentre os quais a auto-avaliação e a avaliação externa in loco, constituída por visitas de comissões de especialistas.

(25)

PARTICIPA

PARTICIPAÇÇÃO DA INSTITUIÃO DA INSTITUIÇÇÃO NO ÃO NO SINAES E ENADE

SINAES E ENADE

-Permite às instituições acesso aos editais de programas voltados para a educação superior:

Unesp – Estadual

Programas federais: PET, PIBID, Bolsas graduação, intercâmbio exterior, BNI, etc

(26)

Avaliação das IES

CC Conceito do Curso

Visita in loco, pelos pares, capacitados pelo MEC e segundo roteiro de análise. Audiência pública para definição de roteiro de análise, itens, critérios.

CI Conceito da Instituição

PDI da instituição; suas políticas de ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão; comunicação com a sociedade; responsabilidade social e inclusão; políticas de pessoal (carreira do corpo docente e técnico administrativo); infraestrutura;

planejamento e processos de autoavaliação; política de atendimento aos estudantes; sustentabilidade financeira.

(27)
(28)
(29)
(30)

Sistema Nacional de Avaliação

da Educação Superior

SINAES

-- Instituído pela Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004 (Lei do SINAES)

- Objetivo

Assegurar processo nacional de avaliação das instituições

de educação superior (IES), dos cursos de graduação e do desempenho acadêmico dos seus estudantes, nos termos do art. 9o, VI, VIII e IX da LDB.

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Sistema Nacional de Avaliação

da Educação Superior

SINAES

-- Instituído pela Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004 (Lei do SINAES)

- Objetivo

Assegurar processo nacional de avaliação das instituições

de educação superior (IES), dos cursos de graduação e do desempenho acadêmico dos seus estudantes, nos termos do art. 9o, VI, VIII e IX da LDB.

(32)

Indicadores da Qualidade

do Ensino Superior

INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS AN

INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍÍSIO TEIXEIRA SIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTUDOS EDUCACIONAIS

DIRETORIA DE ESTUDOS EDUCACIONAIS

COORDENA

COORDENAÇÇÃOÃO--GERAL DE INSTRUMENTOS E MEDIDAS EDUCACIONAISGERAL DE INSTRUMENTOS E MEDIDAS EDUCACIONAIS

Curso

Conceito Preliminar de Curso (CPC)

IES

Índice Geral de Cursos (IGC)

ENADE

(33)

Indicadores da Qualidade

do Ensino Superior

INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS AN

INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍÍSIO TEIXEIRA SIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTUDOS EDUCACIONAIS

DIRETORIA DE ESTUDOS EDUCACIONAIS

COORDENA

COORDENAÇÇÃOÃO--GERAL DE INSTRUMENTOS E MEDIDAS EDUCACIONAISGERAL DE INSTRUMENTOS E MEDIDAS EDUCACIONAIS

Curso

Conceito Preliminar de Curso (CPC)

IES

Índice Geral de Cursos (IGC)

ENADE

(34)

Indicadores do Ensino

Superior

INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS AN

INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍÍSIO TEIXEIRA SIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTUDOS EDUCACIONAIS

DIRETORIA DE ESTUDOS EDUCACIONAIS

COORDENA

COORDENAÇÇÃOÃO--GERAL DE INSTRUMENTOS E MEDIDAS EDUCACIONAISGERAL DE INSTRUMENTOS E MEDIDAS EDUCACIONAIS

Curso

Conceito Preliminar de Curso (CPC)

IES

Índice Geral de Cursos (IGC)

ENADE

(35)
(36)

Questionário do Estudante

-Busca levantar, junto aos estudantes, informações

socioeconômicas e acadêmicas, percepção dos estudantes sobre infra estrutura e aspectos didáticos-pedagógicos,

percepção dos estudantes sobre a prova.

Questionário destinado ao Coordenador

- Busca reunir informações que contribuam para a definição do perfil do curso (coletado nos quinze dias subseqüentes à

(37)
(38)

Nota dos Concluintes

(expectativa de conclusão até

julho 2013 ou 80% do curso até termino inscrições)

Conceito Enade



Indicador de qualidade do ensino dos

egressos do curso

Conceito Enade do curso:

a nota Enade do curso é a média ponderada da nota padronizada dos

concluintes na formação geral (25%) e no componente específico (75%).

(39)

-Instrumentos de avaliação e questionários aplicados:

• Prova __/11 às 13h –

4h duração

- 10 questões de Formação Geral

(8 questões de múltipla escolha e 2 questões discursivas) - 30 questões do Componente Específico da área avaliada

(27 questões de múltipla escolha e 3 questões discursivas) - Questionário de percepção sobre a prova

(40)

O ENADE é desenvolvido com o apoio técnico das

Comissões Assessoras de Área

.

• As Comissões são compostas por professores de IES públicas e privadas, buscando contemplar as diversas regiões do País.

• Atribuição principal: definir as competências, conhecimentos, saberes e habilidades a serem avaliadas e todas as especificações necessárias à elaboração da prova a ser aplicada no ENADE.

--As Comissões Assessoras de As Comissões Assessoras de ÁÁrea orientam e supervisionam a elaborarea orientam e supervisionam a elaboraçção ão

das provas e a defini

das provas e a definiçção dos gabaritos.ão dos gabaritos.

(41)

O ENADE é desenvolvido com o apoio técnico das

Comissões Assessoras de Área. Biologia

I - Formação Geral: Francisco Fechine Borges, Instituto Federal de Educação,

Ciência e Tecnologia da Paraíba; João Carlos Salles Pires da Silva, Universidade Federal da Bahia; Márcia Regina Ferreira de Brito Dias, Universidade Estadual de Campinas; Nival

Nunes de Almeida, Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Paulo Carlos Du Pin Calmon, Universidade de Brasília; Solange Medina Ketzer, Pontifícia Universidade

Católica do Rio Grande do Sul e Vera Lúcia Puga, Universidade Federal de Uberlândia.

II– Biologia: Armando Luís Serra, Universidade Nove de Julho; Edna Lopes Hardoim,

Universidade Federal de Mato Grosso; Goretti Sônia da Silva, Universidade Católica de Pernambuco; José Carlos de Araujo, Universidade Estadual de Londrina ; Paulo César

Motta, Universidade de Brasília; Rosana Mazzoni Buchas, Universidade do Estado do Rio

de Janeiro e Thierry Ray Jehlen Gasnier, Universidade Federal do Amazonas.

--As Comissões Assessoras de As Comissões Assessoras de ÁÁrea orientam e supervisionam a rea orientam e supervisionam a

elabora

elaboraçção das provas e a definião das provas e a definiçção dos gabaritos.ão dos gabaritos.

(42)

O ENADE é desenvolvido com o apoio técnico das

Comissões Assessoras de Área.

UNESP: Em 2011, professores nas Comissões Assessoras das Áreas:

Ciências Sociais

Ciências Sociais

Educa

Educaçção Fão Fíísicasica F

Fíísicasica Hist

Históóriaria Letras Letras M Múúsicasica Pedagogia Pedagogia

Engenharias grupo III

Engenharias grupo III

Engenharias grupo VI

Engenharias grupo VI

--As Comissões Assessoras de As Comissões Assessoras de ÁÁrea orientam e supervisionam a rea orientam e supervisionam a

elabora

elaboraçção das provas e a definião das provas e a definiçção dos gabaritos.ão dos gabaritos.

(43)

-Constitui-se componente curricular obrigatório dos cursos de graduação.

- Será inscrito no histórico escolar do estudante somente sua situação regular em relação ao ENADE, atestada pela sua efetiva participação ou dispensa oficial pelo MEC, na forma estabelecida em regulamento.

- É vedada a identificação nominal do resultado do estudante avaliado (lei Sinaes)

-O resultado individual é fornecido exclusivamente ao estudante

.

(44)

BOLETIM DE DESEMPENHO DO ESTUDANTE

(45)

Conceito ENADE

-O conceito final de um determinado curso é a média ponderada da nota padronizada dos concluintes no

componente específico e da nota padronizada dos concluintes em formação geral, conforme a expressão:

NF = 0,75 x N

NF = 0,75 x N

C,CEC,CE

+ 0,25 x N

+ 0,25 x N

C,FGC,FG

Para mais detalhes, consultar

Para mais detalhes, consultar ““Nota TNota Téécnica cnica --Conceito ENADEConceito ENADE””, dispon, disponíível em:vel em:

http://www.inep.gov.br/superior/enade/notas_tecnicas.htm http://www.inep.gov.br/superior/enade/notas_tecnicas.htm

(46)

Agronomia, Biomedicina, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Med. Veterinária, Nutrição,

Odontologia, Serviço Social, Terapia Ocupacional, Zootecnia

Conceito ENADE

(47)

Arquitetura, Biologia, Ciências Sociais, Computação, Engenharias, Filosofia, Física, Geografia, História, Letras Matemática, Pedagogia,

Química.

Conceito ENADE

(48)

Conceito ENADE

Cursos Avaliados em 2006 e 2009

Administração, Arquivologia, Biblioteconomia, Ciênc. Contábeis, Ciênc. Econômicas, Ciênc. Sociais, Comunicação Social, Design, Direito, Estatística, Música, Psicologia, Rel. Internacionais, Teatro, Turismo.

(49)
(50)
(51)
(52)
(53)
(54)
(55)
(56)
(57)
(58)

O conceito ENADE é uma medida comparativa entre cursos de mesma natureza e pretende dar indicativos da qualidade de ensino nesses cursos, a partir do desempenho dos

alunos em uma prova.

Um curso de Ciências Biológicas que tenha tido conceito 4, tem alunos de desempenho superior ao de um curso de Ciências Biológicas que tenha tido conceito 2 ou 3.

Porém, o conceito 4 desse curso não significa que esses alunos tiveram o mesmo desempenho que alunos de um outro curso, Engenharia por exemplo, que também tenha tido conceito 4.

(59)
(60)
(61)
(62)
(63)
(64)
(65)

Biologia - ZZZ Biologia - XXX

(66)
(67)
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(69)

Indicadores do Ensino

Superior

INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS AN

INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍÍSIO TEIXEIRA SIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTUDOS EDUCACIONAIS

DIRETORIA DE ESTUDOS EDUCACIONAIS

COORDENA

COORDENAÇÇÃOÃO--GERAL DE INSTRUMENTOS E MEDIDAS EDUCACIONAISGERAL DE INSTRUMENTOS E MEDIDAS EDUCACIONAIS

Curso

Conceito Preliminar de Curso (CPC)

IES

Índice Geral de Cursos (IGC)

ENADE

(70)

Conceito Preliminar de Curso

(CPC)

(71)

Definição



Conceito Preliminar de Curso = média

ponderada de diversas medidas relativas

a qualidade de ensino do curso



Foi criado para orientar as visitas de

(72)

Componentes CPC



Proporção professores doutores = 20%



Proporção professores mestres = 5%



Proporção em regime tempo integral/parcial = 5%



Infra estrutura

(questionário alunos)

= 5%



Organização didático-pedagógica

(quest. alunos)

= 5%



Nota igressantes = 15%



Nota concluintes = 15%



IDD = 30%

(73)

Componentes CPC



Proporção professores doutores = 20%



Proporção professores mestres = 5%



Proporção em regime tempo integral/parcial = 5%



Infra estrutura

(questionário alunos)

= 5%



Organização didático-pedagógica

(quest. alunos)

= 5%



Nota igressantes = 15%



Nota concluintes = 15%



IDD = 30%

 “Aulas práticas: os equipamentos disponíveis são suficientes para todos os alunos?” (A) = Sim, em todas elas. / (B) = Sim, na maior parte delas. / (C) = Sim, mas apenas na metade delas. / (D) = Sim, mas em menos da metade delas. / (E) = Não, em nenhuma.

(74)

Componentes CPC



Proporção professores doutores = 20%



Proporção professores mestres = 5%



Proporção em regime tempo integral/parcial = 5%



Infra estrutura

(questionário alunos)

= 5%



Organização didático-pedagógica

(quest. alunos)

= 5%



Nota igressantes = 15%



Nota concluintes = 15%



IDD = 30%

 “Os planos de ensino contêm todos os seguintes aspectos: objetivos;

procedimentos de ensino e avaliação; conteúdos e bibliografia da disciplina?” (A) = Sim, todos contêm. / (B) = Sim, a maior parte contém. / (C) = Sim, mas apenas cerca da metade contém. / (D) = Sim, mas apenas menos da metade contém. / (E) = Não, nenhum contém.

(75)
(76)

IDD - Indicador de Diferença

entre os Desempenhos

(77)

IDD



Idéia: mensurar quanto o curso contribuiu

para a formação do aluno



É uma medida de valor adicionado, o

quanto o curso agregou ao aluno em

termos de formação geral e específica.

(diferentes instituições com diferentes

perfis de ingressantes)

(78)

Indicador de Diferença Entre os Desempenhos

Observado e Esperado – IDD

- Tem como propósito trazer às IES informações comparativas dos desempenhos de seus estudantes concluintes em relação aos resultados obtidos, em média, pelas demais IES cujos

perfis de seus estudantes ingressantes são semelhantes.

Entende-se que essas informações são boas aproximações do que seria considerado efeito do curso.

(79)

O conceito ENADE e o IDD são divulgados

O conceito ENADE e o IDD são divulgados em uma em uma escala de 5 (cinco) n

escala de 5 (cinco) nííveisveis CONCEITO 5

CONCEITO 5 –– DESEMPENHO SUPERIORDESEMPENHO SUPERIOR

...

...

CONCEITO 1

CONCEITO 1 –– DESEMPENHO INFERIORDESEMPENHO INFERIOR

Os cursos podem, ainda,

Os cursos podem, ainda,

ter SC (sem conceito)

ter SC (sem conceito)

como resultado final

(80)

Concluintes Ingressantes

(81)
(82)

Biologia – XXX

Concluintes Ingressantes

(83)
(84)
(85)

Concluintes Ingressantes

(86)
(87)

IGC



IGC da IES: Média Ponderada das

“notas” dos cursos de graduação e

pós-graduação da instituição.



A ponderação de cada uma das notas

está associada ao número de

matrículas em cada nível de ensino

(graduação, mestrado e doutorado).

(88)

Cálculo do IGC da IES

GRADUAÇÃO:

-

Foi utilizado o CPC curso i da IES

MESTRADO:

-

Conceito CAPES do curso de pós-graduação i da

IES

DOUTORADO:

-

Conceito CAPES do curso de pós-graduação i da

IES;

- Obs: consideram-se apenas programas de

(89)

Cálculo do IGC da IES

 O IGC da IES é obtido a partir da equação:

)

10

(

3

)

1

)(

1

(

)

5

(

2

)

1

(

+

+

+

+

=

G

M

D

IGC

α

α

β

α

β



G, M e D são as “notas” de graduação, mestrado e doutorado, respectivamente



α e β são parâmetros de ponderação referentes ao

número de matriculados nos níveis graduação, mestrado e doutorado.

(90)

Divulgação

Distribuição dos Conceitos

IGC - Faixas IGC - Contínuo

1 0,0 a 94

2 95 a 194

3 195 a 294

4 295 a 394

(91)
(92)

Principais relatórios

Relatórios de IES

-Traz informações detalhadas acerca do desempenho geral dos cursos avaliados de uma IES.

Relatórios de Curso

- Apresenta informações detalhadas sobre o desempenho dos estudantes na prova e resultados do questionário de

impressões sobre a prova e do questionário do estudante (QE). Dispon

(93)
(94)
(95)
(96)
(97)
(98)

Referências

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