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PIM - PROCEDIMENTO PARA INSPEÇÃO DE MATERIAL. AMV Equipamentos de Manobra

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PIM - PROCEDIMENTO PARA INSPEÇÃO DE MATERIAL AMV – Equipamentos de Manobra

SUMÁRIO

1. OBJETIVO

2. DEFINIÇÃO - CARACTERÍSTICAS – FABRICAÇÃO 2.1. DEFINIÇÃO

2.2. CARACTERÍSTICAS 2.3. FABRICAÇÃO

3. TIPO – FORMA – DIMENSÃO 4. CALIBRES PARA INSPEÇÃO 5. TOLERÂNCIAS 6. INSPEÇÃO E RECEBIMENTO 6.1. INSPEÇÃO 6.2. PLANO DE AMOSTRAGEM 6.3. VERIFICAÇÕES 6.4. ISOLAÇÃO ELÉTRICA 6.5. COMPOSIÇÃO QUÍMICA 6.6. PROPRIEDADES MECÂNICAS 6.7. MARCAÇÃO

6.8. VERIFICAÇÃO DIMENSIONAL E VISUAL 6.9. OUTROS ENSAIOS (ESPECIFICAR) 7. LIBERAÇÃO PARA EMBARQUE

8. CARREGAMENTO E TRANSPORTE 9. LOCAL DE ENTREGA

10. TERMO DE ACEITAÇÃO PROVISÓRIA 11. GARANTIA 12. ACEITAÇÃO 13. TRANSPORTE E ESTOCAGEM 13.1. CARGA E DESCARGA 13.2. ESTOCAGEM 14. NORMAS TÉCNICAS

ANEXO: MODELO DE FICHAS DE INSPEÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE MANOBRA

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1. OBJETIVO

Este procedimento tem por objetivo definir as principais características do material fabricado, bem como as condições para a inspeção e recebimento de EQUIPAMENTOS

DE MANOBRA, constituídos de Aparelho de Manobra - AM e Máquina de Chave - MC

utilizados em aparelho de mudança de via – AMV.

2. DEFINIÇÃO - CARACTERÍSTICAS – FABRICAÇÃO

A definição dos termos técnicos e as características exigíveis para os equipamentos de manobra utilizados em Aparelho de Mudança de Via – AMV obedecerão as Normas Brasileiras da ABNT-NBR-7691/2011 (CB-49) – Aparelho de manobra – Classificação;

ABNT-NBR-11748/2011 (EB-978) – Aparelho de manobra manual ajustável –

Requisitos; ABNT-NBR-11764/2011 (EB-1235 e NBR-7696) – Máquina de chave – Requisitos e classificação; e as referências normativas.

2.1.DEFINIÇÃO

O equipamento de manobra é o componente do AMV destinado a movimentar as agulhas, colocando-as na posição desejada para a passagem do veículo, conforme a norma ABNT-NBR-15791/2010. (vide figura ilustrativa na página adiante).

O tirante é uma barra de comprimento ajustável, que interliga o AMV, através da barra de conjugação ao equipamento de manobra, à máquina de chave ou aparelho de manobra.

2.2. CARACTERÍSTICA DO EQUIPAMENTO DE MANOBRA

De acordo com a norma ABNT-NBR-7691/2011 (CB-49), o sistema de acionamento do

equipamento de manobra, pode ser manual ou automático. Quando movimentado

apenas por meio da alavanca de manobra é denominado de Aparelho de Manobra manual – AM. O sistema de acionamento quando automático poderá ser movimentado tanto manualmente quanto automaticamente, e denominado de Máquina Chave – MC. Quanto à abertura da chave, o equipamento de manobra é classificado em:

 Fixo - que não permite a regulagem da abertura entre o trilho de encosto e a agulha sobre a barra de conjugação; e

 Ajustável - que permite a regulagem da abertura entre o trilho de encosto e a agulha sobre a barra de conjugação.

Quanto à movimentação das agulhas (ou da chave), o equipamento de manobra manual é classificado em:

 Talonável - que possibilita que as rodas de um trem, entrando pelo coice, movimentem as agulhas; e

 Não talonável - que fica travado, impossibilitando que as rodas de um trem, entrando pelo coice movimentem as agulhas.

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Quanto ao dispositivo de sinalização, o equipamento de manobra manual é classificado em:

 De bandeira (instrumento utilizado na sinalização manual, para indicar o nível de velocidade permitido);

 De disco (contrapeso do aparelho de manobra manual em formato de disco, destinado a manter as agulhas na posição desejada);

 De foco luminoso (fonte de luz de um sinal luminoso); e

 Sem dispositivo de sinalização.

Quanto à localização, o equipamento de manobra manual é classificado em:

 Paralelo ao eixo da via; e

 Transversal ao eixo da via.

2.2.1. CARACTERÍSTICAS DO APARELHO DE MANOBRA MANUAL AJUSTÁVEL - AM

De acordo com a norma ABNT-NBR-11748/2011 (EB-978), o aparelho de manobra manual ajustável deve ser constituído dos seguintes componentes:

Componentes do AM ajustável Características

CAIXA

Base e tampa Em ferro fundido cinzento. Eixo e excêntrico Em ferro fundido nodular.

Pinhão e coroa Em aço fundido ou ferro fundido nodular

Contrapinos Em aço.

Parafuso Em aço carbono com classe de resistência mecânica 8.8. Porcas Em aço carbono com classe de resistência mecânica 8.

Chaveta Em aço.

ALAVANCA Alavanca Em aço fundido.

Pino Em aço, obtido de barra redonda usinada.

TRINCO Trinco Em ferro fundido nodular

Rebite Em aço

SINAL

Porta-lanterna Em ferro fundido cinzento.

Folhas da bandeira Em chapa de aço com espessura de 1,5 mm.

Parafusos para a bandeira Em aço carbono com classe de resistência mecânica 4.6. Porcas para a bandeira Em aço carbono com classe de resistência mecânica 4.

Mastro Em aço, obtido de barra redonda.

Parafusos para o mastro Em aço carbono com classe de resistência mecânica 8.8 Porcas para o mastro Em aço carbono com classe de resistência mecânica 8.

TIRANTE

Garfo Forjado ou de chapa grossa com espessura de 19 mm

Haste Em barra de aço redonda com diâmetro de 34 mm

Ponta Em aço fundido

Parafuso do tirante Em aço carbono

Porca Em aço carbono

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2.2.2. CARACTERÍSTICAS DO TIRANTE

Características do Tirante do Aparelho de Manobra manual ajustável - AM

De acordo com a norma ABNT-NBR-11748/2011 (EB-978), o tirante do AM deve ser constituído das seguintes especificações de materiais, e de acordo com as normas

ABNT:

Componentes do Tirante Material Norma ABNT

Garfo

Forjado; ou

NBR-11294 Chapa grossa com espessura de 19 mm, fixado à

haste através de cordão de solda ou por caldeamento (soldagem pelo processo a arco elétrico).

Haste Barra de aço redonda com diâmetro de 34 mm. NBR-11294

Ponta Peça fundida em aço carbono, tipo AF 4828. NBR-6313

Parafuso do tirante Aço carbono, com classe de resistência mecânica 8.8 NBR-8855

Porca Aço carbono, com classe de resistência mecânica 8 NBR-10062

Arruela Em aço, lisa e de acabamento médio. Produto grau C NBR-12661

Características do Tirante da Máquina de Chave - MC

De acordo com a norma ABNT-NBR-11764/2011 (EB-1235 e NBR-7696) os tirantes a seguir apresentados e componentes da ferragem de acoplamento para a máquina de chave, devem ser aplicáveis a qualquer tipo de AMV, havendo barras distintas de acordo com a norma de especificação para Barra de Conjugação ABNT-NBR-12778/1993:

 Tirante de indicação (detecção de posição): componente de ferragem da máquina de chave, constituído por uma barra ou varão que liga as pontas das agulhas ao mecanismo do controlador de circuito de máquina de chave, destinado a indicar o fechamento da chave do AMV na posição normal ou reversa;

 Tirante de operação (manobra ou tração): componente da ferragem da máquina de chave, constituído por uma barra ou varão que liga a barra de conjugação ajustável do AMV ao mecanismo de operação da máquina de chave; e

 Tirante de travação (travamento): componente da ferragem da máquina de chave, constituído por uma barra ou varão que liga as pontas das agulhas, através do pé direito da agulha ou do pé esquerdo da agulha, ao mecanismo de travamento da máquina de chave, garantindo a abertura da agulha.

De acordo com a norma ABNT-NBR-11653/1990 (NBR-1063), o tirante para a máquina de chave para aparelho de mudança de via de bitola larga, pode ser de travamento ou de manobra, com as seguintes características:

 Tirante de travamento sem bucha; e

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2.2.3. CARACTERÍSTICAS DA MÁQUINA DE CHAVE

A Máquina de Chave - MC, de acordo com o sistema de acionamento, pode ser movimentado tanto manualmente quanto automaticamente.

De acordo com a norma ABNT-NBR-11764/2011, a máquina de chave MC é classificada quanto à fonte de energia, em:

Elétrica (MC de comando elétrico e operação manual);

Eletropneumática (MC de comando elétrico e operação pneumática); e

Eletro-hidráulica (MC de comando elétrico e operação hidráulica).

Características da Máquina de Chave Elétrica

A máquina de chave deve ser alimentada em corrente contínua (DC) com 24 V, 110 V ou 220 V e em corrente alternada (AC) com 110 V ou 220 V. É admitida uma variação na tensão nominal de +10% e -20% ou outras tolerâncias, mediante acordo prévio entre o comprador e fornecedor.

Ela deve ser imune às interferências geradas pela eletrificação da via.

Quanto ao talonamento, os valores das forças, em Newton (N), são fixados mediante acordo entre comprador e fornecedor, e a máquina de chave elétrica é classificada em:

 Talonável; quando a operação é manual, sendo a energia da força contra a movimentação absorvida em sistema elástico ou dissipada em fricção; e

 Não talonável; quando a força de travamento é suportada, sem implicar deformação do conjunto máquina de chave/ferragem de acoplamento.

A máquina de chave deve ter isolação com as partes metálicas e rigidez dielétrica suficiente para suportar 3000 VCA durante 1 minuto.

A máquina de chave elétrica é classificada, quanto ao tipo de operação em:

 Com comando simples: - Sem manivela e

- Com manivela (permite a operação manual da MC elétrica)

 Com comando duplo: - Com manivela e

- Com alavanca (permite a operação manual da MC elétrica de comando duplo). De acordo com o tipo de comando, a máquina de chave elétrica deve dispor dos seguintes elementos:

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- Comandos elétricos distintos para cada posição (normal ou reversa) da máquina de chave;

- Comandos elétricos distintos que forneçam a indicação da posição (normal ou reversa) da máquina de chave; e

- Manivela para operação manual da máquina em emergência que deve ser fornecida como parte independente do mecanismo e quando nele introduzida deve abrir o circuito de operação do motor.

 Comando duplo:

- Comandos elétricos distintos para cada posição (normal ou reversa) da máquina de chave;

- Comandos elétricos distintos que forneçam a indicação da posição (normal ou reversa) da máquina de chave;

- Dispositivo mecânico para operação manual;

- Dispositivo que permita a passagem de operação automática para operação manual, na seguinte sequência: abrir circuito de alimentação do motor; destravar alavanca; e acoplar a alavanca ao mecanismo de tração, habilitando a máquina à operação manual;

- Dispositivo que permita a passagem de operação manual para operação automática, na seguinte sequência: verificar se a alavanca está em uma das posições extremas, correspondentes à posição normal ou reversa travada; desacoplar a alavanca do mecanismo de tração; e restituir o circuito de controle e de alimentação do motor.

A máquina de chave equipada com dispositivo indicador de posição deve obedecer à seguinte sequência de operação:

 Abrir o circuito de indicação; e

 Destravar a máquina de chave: - Operar a chave;

- Travar a máquina de chave; e - Restituir o circuito de indicação.

Na presença de obstáculo, a máquina de chave deve ser capaz de:

 Parar sob força de obstáculo; e

 Inverter o sentido de movimento sem provocar deformação no conjunto máquina de chave / ferragem de acoplamento.

O tempo de operação da máquina de chave é fixado mediante acordo entre o comprador e fornecedor.

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Características da Máquina de Chave Eletropneumática

A característica da máquina de chave eletropneumática e demais requisitos devem ser estabelecidos, mediante acordo prévio entre o comprador e fornecedor.

Características da Máquina de Chave Eletro-Hidráulica

A característica da máquina de chave eletro-hidráulica, com aplicação no tipo talonável e não talonável, bem como os requisitos exigíveis encontram-se especificados na norma

ABNT-NBR-13309/1995. Demais requisitos devem ser estabelecidos mediante acordo

prévio entre o comprador e fornecedor.

2.2.4. CARACTERÍSTICAS DO MATERIAL

Material para Aparelho de Manobra manual ajustável - AM

De acordo com a norma ABNT-NBR-11748/2011 (EB-978), os componentes do aparelho de manobra manual ajustável – AM serão constituídas das seguintes especificações de materiais, conforme tabela 1 e de acordo com as normas da ABNT:

Tabela 1 – Material dos componentes do AM

Componentes do AM Material Norma ABNT

CAIXA

Base e tampa; Ferro fundido cinzento, classe FC-300; NBR-6589 Eixo e excêntrico; Ferro fundido nodular, classe FE 42012; NBR-6916

Pinhão e coroa; Aço fundido, tipo AF 4828; ou NBR-6313

Ferro fundido nodular, classe FE 42012; NBR-6916

Contrapinos; Aço 1010/1020; NBR-NM-87

Parafusos da tampa; Aço, classe de resistência mecânica 8.8; NBR-8855

Porcas; Aço, classe de resistência mecânica 8; NBR-10062

Chaveta; Aço 1010/1020; NBR-NM-87

ALAVANCA

Alavanca; Aço fundido tipo AF 4828; NBR-6313

Pino; Aço 1020/1030 – Barra redonda usinada; NBR-11294 e

NBR-NM-87

TRINCO Trinco; Ferro fundido nodular, classe FE 42012; NBR-6916

Rebite; Aço 1010/1020; NBR-NM-87

SINAL

Porta-lanterna; Ferro fundido cinzento da classe FC-300; NBR-6589 Folhas da bandeira de sinal; Aço 1010/1020 – Chapa com e = 1,5

mm;

NBR-NM-87

Mastro de sinal; Aço 1010/1020 – Barra redonda; NBR-NM-87

Parafusos p/ bandeira de sinal; Aço, classe de resistência mecânica 4.6; NBR-8855 Parafusos p/ mastro de sinal; Aço, classe de resistência mecânica 8.8; NBR-8855 Porcas p/ bandeira de sinal; Aço, classe de resistência mecânica 4; NBR-10062 Porcas para o mastro de sinal; Aço, classe de resistência mecânica 8; NBR-10062

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Componentes do AM Material Norma ABNT

TIRANTE

Garfo forjado; Aço 1010/1020; NBR-NM-87

Garfo, de chapa grossa, fixado à haste por cordão de solda ou por caldeamento;

Chapa grossa com espessura de 19 mm; NBR-11889

Haste; Aço 1010/1020 – Redonda com diâmetro

de 34 mm;

NBR-11294 e NBR-NM-87

Ponta; Aço fundido tipo AF 4828; NBR-6313

Parafuso do tirante; Aço, classe de resistência mecânica 8.8; NBR-8855 Porca do parafuso do tirante; Aço, classe de resistência mecânica 8; NBR-10062 Arruela do parafuso do tirante; Em aço, lisa e de acabamento médio; NBR-12661

SOLDA Soldagem. Executado com o processo a arco elétrico. -

Material para Máquina de Chave - MC

De acordo com a norma ABNT-NBR-11764/2011 (EB-1235 e NBR-7696), o material dos componentes (inclusive sobressalentes) e da caixa da máquina de chave, com fornecedores, código de fornecedores e normas aplicáveis, dentre outras informações, deverão constar no projeto de máquina de chave a ser apresentado ao DNIT.

Material para Ferragem de Acoplamento da MC

Segundo a norma ABNT-NBR-11653/1990 (PB-1063), de padronização para tirantes de travamento e de manobras para máquina de chave de bitola larga o material especificado deve ser o seguinte:

O tirante de travamento ou tirante de manobra para máquina de chave de AMV de bitola larga deve ser de barra ou chapa de aço ABNT, de acordo com a norma

NBR-NM-87/2000 (NBR-6006 e NB-82); e

 Quanto ao material, da bucha AGG 25 x 20, destinada ao tirante de manobra deve estar de acordo com a norma ABNT-NBR-11462/1989 (PB-809).

E de acordo com a norma ABNT-NBR-13017/1993 (PB-589 e PB-923), de especificação da placa bitoladora e suplemento, deve fazer parte da ferragem da máquina de chave, o suplemento da Placa Bitoladora Isolada – PBI, destinado à união deste a máquina de chave – MC, constituídos dos seguintes componentes e materiais, conforme tabela 2:

Tabela 2 – Material dos componentes do suplemento

Componentes do Suplemento da Placa

Bitoladora Isolada - PBI Material Normas ABNT

Um suplemento - NBR-13017 Chapa grossa Grau CG-26; NBR-6648

Três parafusos M-12-30-4,6 - NBR-8851 Classe de resistência mecânica 4.6S; NBR-8855 Três porcas M-12-5 - NBR-8852 Classe de resistência mecânica 5; NBR-10062

(11)

O fornecedor deverá indicar o tipo e as características principais do processo de fabricação do material não podendo introduzir alteração sem o prévio conhecimento do

DNIT.

2.2.5. CARACTERÍSTICAS DO ACABAMENTO

Quanto ao acabamento, o equipamento de manobra bem como seus componentes devem apresentar as seguintes características:

Acabamento do Aparelho de Manobra manual ajustável – AM

Componentes do AM Material Características do acabamento

CAIXA

Base e a tampa Ferro fundido cinzento

Isentas de defeitos que afetem a sua utilização. As condições de acabamento superficial e defeitos de fundição desses componentes devem ser acordados previamente pelo comprador e fabricante. Eixo, excêntrico,

pinhão e coroa. Aço fundido

Isentas de descontinuidades que comprometam o desempenho da peça

Eixo, excêntrico, pinhão e coroa.

Ferro fundido nodular

Devem ter bom acabamento e isentas de defeitos prejudiciais que comprometam o seu desempenho. As condições de acabamento superficial e defeitos de fundição desses componentes devem ser acordados previamente pelo comprador e fabricante.

Contrapinos e

chaveta Em aço

Devem ter bom acabamento e isentos de defeitos que afetem a sua utilização

Parafusos e porcas

da tampa Em aço

Devem ser isentos de defeitos como: carepa, rebarba, irregularidades nas superfícies de contato, trinca, dobra de laminação, descarbonetação superior a 0,20 mm e empeno.

ALAVANCA

Alavanca Aço fundido Isentas de descontinuidades que

comprometam o desempenho da peça

Pino Barra redonda

usinada em aço

Devem ser obtidos a partir de barras redondas com as superfícies adequadas. Para barra redonda usinada (grau 1) com diâmetro entre 20 a 80 mm, a profundidade máxima admissível de defeitos como: trincas dobras, buracos e riscos de superfície é de 0,80 mm.

TRINCO

Trinco Ferro fundido

nodular

Devem ter bom acabamento e isentas de defeitos prejudiciais que comprometam o seu desempenho. As condições de acabamento superficial e defeitos de fundição desses componentes devem ser acordados previamente pelo comprador e fabricante.

Rebite Em aço Devem ter bom acabamento e isentos de

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Componentes do AM Material Características do acabamento

SINAL

Porta-lanterna Ferro fundido cinzento

Isentas de defeitos que afetem a sua utilização. As condições de acabamento superficial e defeitos de fundição desses componentes devem ser acordados previamente pelo comprador e fabricante. Folhas da bandeira Chapa de aço

com e = 1,5 mm Devem ter bom acabamento e isentos de defeitos que afetem a sua utilização.

Mastro Barra redonda de

aço

Parafusos e porcas

da bandeira e mastro Em aço

Devem ser isentos de defeitos como: carepa, rebarba, irregularidades nas superfícies de contato, trinca, dobra de laminação, descarbonetação superior a 0,20 mm e empeno.

TIRANTE

Garfo Aço forjado Devem ter bom acabamento e isentos de defeitos que afetem a sua utilização.

Garfo fixado à haste por cordão de solda ou caldeamento

Chapa grossa de aço com e = 19 mm

Não devem apresentar imperfeições de superfícies que impeçam o seu emprego no uso previsto.

Haste Redonda em aço,

d = 34 mm.

Devem ser obtidos a partir de barras redondas com as superfícies adequadas. Para barra redonda usinada (grau 1) com diâmetro entre 20 a 80 mm, a profundidade máxima admissível de defeitos como: trincas dobras, buracos e riscos de superfície é de 0,80 mm.

Ponta Aço fundido Isentas de descontinuidades que

comprometam o desempenho da peça. Tirante Em aço Devem ser isentos de defeitos como: carepa, rebarba, irregularidades nas superfícies de

contato, trinca, dobra de laminação, descarbonetação superior a 0,20 mm e empeno.

Parafusos e porcas

da bandeira e mastro Em aço

Arruela do parafuso Em aço

Deve ser lisa e de acabamento médio, ou seja, ser uniforme e livre de irregularidades ou defeito prejudicial, sem rebarbas protuberantes em qualquer face significante da arruela.

Acabamento da Máquina de Chave - MC

A MC deve estar de acordo com o acabamento especificado no projeto da máquina de chave, a ser apresentado ao comprador pelo fabricante / fornecedor.

Acabamento da Ferragem de Acoplamento da MC

O tirante de travamento ou tirante de manobra, bem como a bucha para pino destinada ao tirante de manobra, deve ter bom acabamento e isentas de defeitos que afetem a sua utilização.

(13)

Com relação ao acabamento dos componentes da ferragem de acoplamento do suplemento da Placa Bitoladora Isolada – PBI, destinado à união deste a máquina de chave – MC, deve apresentar as seguintes características:

 As chapas laminadas no que se refere às condições de acabamento e de superfície encontram-se definidas na Norma ABNT-NBR-11889/1992 (EB-2189 e NBR-6664).

Componentes da ferragem de

acoplamento da MC Material Características do acabamento

Suplemento da Placa Bitoladora Isolada – PBI

Chapa grossa, grau CG-26 (NBR-6648).

Deve ser isento de quaisquer defeitos, tais como: rebarbas, desnível, depressões e outros defeitos que prejudiquem sua utilização.

Parafusos sextavados M-12-30 (NBR-8851)

Classe de resistência mecânica 4.6S.

Devem ter bom acabamento e isentas de defeitos como: carepa, rebarba, irregularidades nas superfícies de contato, trinca, dobra e marca de ferramenta em operação de conformação (forjamento e laminação).

Porcas sextavadas M-12-5 (NBR-8852) Classe de resistência mecânica 5. Arruelas de pressão B-12

(NBR-5854) Aço para molas

Devem ter bom acabamento, superfície lisa e livre de defeitos, devendo ser isentas de: carepa, rebarba, irregularidades nas superfícies de contato, trinca, dobra em operação de conformação, espessura interna maior que a externa, pontas sobrepostas, descarbonetação que comprometa as suas características mecânicas.

2.3. FABRICAÇÃO

A responsabilidade pelo fornecimento de toda a engenharia, mão de obra, máquinas e equipamentos, materiais e ensaios necessários ao projeto, construção, fornecimento, transporte, instalação, ajustagem e operação do equipamento de manobra (AM ou

MC), ao local a ser determinado pelo DNIT, é do fornecedor.

Antes do início da produção do equipamento de manobra (AM ou MC), o fornecedor deve submeter à apreciação do DNIT, projeto fornecendo todo detalhe a ser verificado no recebimento, na instalação, na ajustagem, na aceitação, na operação e na manutenção. Deverão ser apresentados todos os calibres e gabaritos necessários ao controle de forma e dimensão de componentes externos que justifiquem a verificação, os respectivos desenhos e as planilhas de controle dimensional.

O projeto da máquina de chave – MC, segundo a norma ABNT-NBR-11764/2011 (EB-1235 e NBR-7696), deve conter:

 Forma e dimensão, com valor nominal e afastamentos;

 Componentes (inclusive sobressalente) com: fornecedores, códigos dos fornecedores e normas aplicáveis;

 Características dimensionais, elétricas, mecânicas e de operação;

 Requisitos de instalação;

(14)

 Procedimentos de regulagem;  Requisitos de operação;  Requisitos de manutenção;  Ensaios;  Instrumentação;  Treinamento;  Documentação;  Acabamento;

 Defeitos permissíveis (não prejudiciais ao uso);

 Tolerâncias dimensionais;

 Cuidados indispensáveis à movimentação e estocagem.

Fabricação do Aparelho de Manobra manual ajustável - AM

De acordo com a norma ABNT-NBR-11748/2011 (EB-978), os componentes do AM deve ser de aço de baixo teor de carbono, de acordo com a ABNT-NBR-NM-87/2000 (NBR-6006 e NB-82), ou de ferro fundido. Quando de aço, devem ser confeccionados, de barra, chapa ou aço fundido.

Fabricação da Máquina de Chave - MC

De acordo com a norma ABNT-NBR-11764/2011 (EB-1235 e NBR-7696), a máquina de chave deve estar de acordo com o gabarito de construção de instalação fixa conforme segue:

Bitola métrica: de acordo com a norma ABNT-NBR-11522/1988 (PB-527) que padroniza o gabarito de construção de instalação fixa para via férrea eletrificada ou eletrificável, com rede aérea, de bitola métrica, em tangente ou em curva com raio de mais de 350 m;

Bitola métrica e larga: de acordo com a norma ABNT-NBR-11523/1988 (PB-528) que padroniza as dimensões mínimas para o gabarito de construção de instalação fixa para via férrea eletrificada ou eletrificável, com rede aérea, de bitola normal e larga, em tangente ou em curva com raio de mais de 500 m;

Outras situações: de acordo com a norma ABNT-NBR-12915/2009 (NB-104) que especifica os requisitos para entrevia e gabarito para instalação fixa e para material rodante ferroviário.

A ferragem trilho a trilho deve estar de acordo com a característica exigida pelo circuito de via, observadas as normas de juntas isoladas para o setor metroferroviário.

Os cabos e eletrodutos conectados à máquina de chave devem ser flexíveis e resistentes às vibrações decorrentes da passagem dos trens e à movimentação admissível da via, inclusive para sua manutenção, observadas as Normas Brasileiras pertinentes.

(15)

Todos os componentes da máquina de chave devem ser fixados, direta ou indiretamente, à sua base e protegidos por uma tampa facilmente removível e dotada de dispositivo para fixação de cadeado. Quando removida a tampa, todas as partes da máquina de chave devem ficar acessíveis.

Os componentes devem ser rigidamente acoplados à base da máquina de chave e fixados por meio de parafusos.

Os subconjuntos compostos de componentes eletroeletrônicos devem ser acondicionados em caixas vedadas e presas à base da máquina de chave, através de sistema amortecedor.

Os rolamentos, quando utilizados, devem ser métricos.

A máquina de chave deve ser fixada em dois dormentes, através de sua base, observando-se as características da bitola utilizada.

Fabricação da Ferragem de Acoplamento da MC

A ferragem de acoplamento deve permitir que a máquina de chave seja aplicável a qualquer tipo de AMV, havendo barras distintas para tração, travamento e detecção de posição de acordo com a norma ABNT-NBR-12778/1993, de especificação para Barra de Conjugação - BC.

De acordo com a norma ABNT-NBR-11653/1990 (PB-1063) de padronização dos tirantes de travamento e de manobra para máquina de chave, para AMV de bitola larga, o tirante de travamento sem bucha ou tirante de manobra com bucha são produzidas a partir de barra ou chapa de aço ABNT, de acordo com a norma NBR-NM-87/2000 (NBR-6006 e NB-82).

Quanto à fabricação da bucha AGG 25 x 20, destinada ao pino do tirante de manobra, deve estar de acordo com a norma ABNT-NBR-11462/1989 (PB-809), de padronização para bucha para freio ferroviário.

A fabricação dos componentes da ferragem de acoplamento do suplemento da Placa Bitoladora Isolada – PBI, destinado à união deste a máquina de chave – MC, é a seguinte de acordo com a norma ABNT-NBR-13017/1993 (PB-589 e PB-923):

Ferragem de acoplamento do suplemento

Componentes Processo de fabricação

Suplemento da PBI Produzida a partir de chapa laminada, e os elementos roscados, através de corte, furação e dobramento.

Arruelas de pressão (NBR-6392)

Devem ser fabricadas com passo uniforme não devendo apresentar dobras a não ser nas extremidades. As extremidades de travamento das arruelas devem ter cantos vivos sem rebarbas. As arruelas não devem se acoplar e não devem ter as pontas sobrepostas

Chapas laminadas, parafusos, porcas e arruelas.

Deverão ser protegidos superficialmente por óleo antioxidante, salvo outra solicitação específica do DNIT. Os parafusos, porcas e arruelas devem ser temperados e revenidos (beneficiados).

(16)

O fornecedor deve apresentar ao DNIT uma descrição do processo de fabricação e as condições de movimentação, manuseio e estocagem que são consideradas parte do processo de fabricação e devem ser submetidos ao DNIT para aprovação.

No caso de aquisição de equipamento de manobra (AM ou MC) de terceiros, o material a ser utilizado e o processo de fabricação poderão ser fixados nas especificações do

DNIT.

Demais requisitos encontram-se especificados nas Normas da Associação Brasileira

de Normas Técnicas - ABNT e Manual for Railway Engineering da American Railway Engineering and Maintenance-of-Way Association - AREMA.

Mediante entendimento entre o DNIT e o fornecedor, o fabricante fornecerá certificado

de qualidade do material empregado na fabricação indicando:

 Laminados de aço com número de corrida, fornecida pela usina produtora;

 Características técnicas do produto fornecido pelo fabricante do equipamento de manobra (AM ou MC), de das respectivas ferragens (tirantes, buchas, parafusos, porcas, arruelas, etc);

O fornecedor entregará ao DNIT, certificados de qualidade do produto acabado, contendo resultados obtidos nos ensaios.

A unidade de compra do equipamento de manobra para AM e MC deve ser:

 Um conjunto completo;

 Um conjunto parcial;

 Um componente.

Independentemente da marcação das suas partes e componentes, a marcação do equipamento de manobra (AM ou MC) deverá ser na carcaça, contendo:

Marca do DNIT

 Marca do fabricante;

 Data de fabricação, com mês e ano;

 Modelo, de acordo com o fabricante;

 Número de série.

A designação do equipamento de manobra (AM ou MC) conterá:

Tipo do AM ou MC;

 Tipo de bitola, métrica (BM), larga (BL) ou mista (D1E, D1D, E1E ou E1D), e quando houver MC designar o lado esquerdo ou direito. Exemplo: D1D/E;

 Com ou sem proteção antioxidante (CP ou SP);

(17)

No caso da ferragem de acoplamento da MC: A designação do tirante conterá:

 Tirante de travamento ou tirante de manobra;

 Referência ao nº da norma. A designação da bucha conterá:

 Bucha (AGG);

 Diâmetro nominal (d), altura nominal (l), sem a tração;

 Referência ao nº da norma.

A designação do complemento conterá:

 Tipo da placa bitoladora (PBI);

Tipo da bitola: (BM); (BL); (D1E/*); (D1D/*); (E1E/*) ou (E1D/*);

* Especificar o lado direito (D) ou esquerdo (E) de posição da máquina de chave.  Com máquina chave (CM);

 Tipo de escora, ajustável ou fixa (EA ou EF);

 Tipo da placa [para AMV, sob a placa de apoio nº 0 (0) e nº 1 ou nº 2 (1/2)];

 Com ou sem proteção anticorrosiva (CP ou SP);

 Referência ao nº da Norma.

Quanto ao acondicionamento, o aparelho de manobra manual – AM deve ser apoiado e fixado sobre paletes de altura suficiente para impedir que o acoplamento do tirante atinja o solo. O AM não suporta empilhamento e deve ser movimentado sem choque.

A máquina de chave – MC deve ser engradada ou encaixotada.

O suplemento de placa bitoladora isolada - PBI e elementos de fixação são

acondicionados em amarrados metálicos contendo um suplemento com o conjunto de

ferragem de acoplamento para a montagem de uma máquina chave - MC.

Para o suplemento da PBI ou ferragem de acoplamento para reposição, os amarrados metálicos deverão conter componentes de um mesmo tipo, conforme designação.

O pedido de Aparelho de Manobra manual – AM deverá conter pelo menos:

a) Especificação técnica do AM e seus componentes, conforme normas da ABNT; b) Quantidade de unidades de AM;

(18)

d) Cronograma de entrega;

e) Destino e transporte a ser utilizado; f) Onde serão feitos os ensaios do DNIT; g) Normas técnicas.

Quando for o caso, o pedido conterá também:

h) Condição especial à corrosão, quando houver; i) Revestimento;

j) Gabarito;

k) Antecedência à inspeção; l) Com isolamento elétrico; m) Exigência de certificados; n) Empilhamento;

o) Acondicionamento; p) Proteção requerida, e q) Garantia.

O pedido de Máquina de Chave – MC deverá conter pelo menos:

a) Especificação técnica da MC e seus componentes, conforme normas da ABNT; b) Quantidade de unidades de MC;

c) Designação (tipo, posição e localização);

d) Características mecânicas (força de tração em N; força de travamento em N; tipo de chave, fornecendo a furação da agulha para instalação da ferragem de acoplamento; curso em mm; e talonabilidade);

e) Características elétricas (tensão de alimentação do motor em volts; isolação das partes elétricas com a base da máquina em megaohms; tensão de alimentação do circuito controlador em volts; e características dos comandos e indicações requeridas);

f) Características operacionais (tipo de operação; aplicação; tempo de operação em segundos; e regime de trabalho);

g) Ensaios de verificação na fábrica (isolação elétrica; tempo de operação; força de tração; força de travamento; e outras características operacionais);

h) Ensaios após instalação no local a que se destina (tempo de operação; comando; indicações; e outras características operacionais);

i) Ensaio da MC integrada no sistema a que se destina (avaliação de seu desempenho como elemento de intertravamento vital integrante do sistema);

(19)

k) Destino e transporte a ser utilizado; l) Onde serão feitos os ensaios do DNIT; m) Normas técnicas.

Quando for o caso, o pedido conterá também:

n) Quando for o caso, ligação até a sala de equipamento; o) Antecedência à inspeção; p) Exigência de certificados; q) Empilhamento; r) Acondicionamento; s) Proteção requerida, e t) Garantia.

3. TIPO – FORMA – DIMENSÃO

Em conformidade com a Norma ABNT-NBR-7691/2011 (CB-49), o equipamento de manobra de acordo com o tipo de acionamento pode ser:

 Acionamento manual por meio de Aparelho de Manobra manual – AM; ou

 Acionamento manual e elétrico por meio de Máquina de Chave – MC.

Quanto à abertura da chave, o aparelho de manobra manual é classificado em fixo ou ajustável.

A norma ABNT-NBR-11748/2011 (EB-978), estabelece os requisitos do aparelho de manobra manual ajustável – AM para aparelho de mudança de via – AMV, apresentando as referências normativas, os componentes do AM e materiais.

Com relação aos desenhos, tipo, forma e dimensão do AM, de seus componentes e demais requisitos serão objetos de apresentação no projeto do aparelho de manobra, pelo fabricante.

A norma ABNT-NBR-11764/2011 (EB-1235 e NBR-7696), estabelece os requisitos e a classificação da máquina de chave – MC para o aparelho de mudança de via AMV, apresentando as referências normativas e requisitos de projeto, gabarito de construção, ferragem de acoplamento, talonamento, isolação, alimentação, imunidade, circuito de via, cabo e eletroduto, componentes da MC, dormentes e operação.

Com relação aos desenhos, forma e dimensão da MC, de seus componentes, materiais dos componentes (inclusive sobressalentes) e demais requisitos serão objetos de apresentação no projeto da máquina de chave, pelo fabricante.

De acordo com a norma ABNT-NBR-11653/1990 (PB-1063) que padroniza tirantes de travamento e de manobra para máquina de chave – MC, destinada ao aparelho de mudança de via – AMV de bitola larga, os tipos podem ser: tirante de travamento, sem

(20)

bucha ou tirante de manobra com bucha. Quanto à forma e dimensão encontram-se representados na figura 1 a seguir:

Figura 1 – Tirante para máquina de chave - MC

Quanto à especificação para a bucha é AGG 25 x 20, e segundo a norma

ABNT-NBR-11462/1989 (PB-809) de padronização de bucha para tirante de manobra da MC, a

forma e dimensões encontram-se representadas na figura 2 e tabela 3 a seguir:

(21)

Tabela 3 – Dimensões da bucha para tirante de manobra da MC

Dimensões da bucha (mm) AGUARDAR NBR-6158 Diâmetro externo (Φf) Diâmetro interno (Φd) Altura (l) Espessura (c) Chanfro externo (g) Dimensão Tolerância (f) Dimensão Tolerância

(H11) Dimensão Tolerância Dimensão

Tolerância cmáx-cmín

≤ IT10 Dimensão

25 -0,020 17 +0,011 20 -0,1

-0,2 4 ≤ 0,070 2

NOTA: Tolerâncias de acordo com a NBR-11462/1989 e NBR-6158/1995.

No que se refere aos demais componentes da ferragem de acoplamento da MC, de acordo com a norma ABNT-NBR-13017/1993 (PB-589 e PB-923), constitui-se nos seguintes tipos, formas e dimensões:

A união da semiplaca bitoladora isolada (1) com o suplemento (2), bem como, os elementos de fixação: parafusos M-12-30-4,6 (3), porcas M-12-5 (4) e arruelas B-12 (5), encontram-se representados na figura 3 abaixo.

Figura 3 – União da semiplaca bitoladora isolada com o suplemento

As dimensões do suplemento que são idênticas às da semiplaca bitoladora isolada (1) são as seguintes: Largura = 240 mm e Espessura = 6,3 mm.

Quanto ao comprimento L do suplemento e as distâncias M, N e P, conforme figura, dependem do tipo de máquina de chave – MC a ser utilizada, devendo ser previamente definidos entre comprador e fornecedor.

(22)

As abas do suplemento devem ser dobradas em uma extremidade, e a furação na união da semiplaca bitoladora isolada ao suplemento deverá ser de Φ2 = 13,5 mm, conforme a

figura 4, a seguir apresentada.

Figura 4 – Dobra e furação do suplemento

Os elementos de fixação para união da semiplaca bitoladora isolada ao suplemento, quanto às formas e dimensões, encontram-se adiante especificados.

De acordo coma a norma ABNT-NBR-8851/1987 (PB-42), a forma e dimensão do parafuso sextavado (M-12-30-4,6S) devem estar de acordo com a figura 5 e tabela 4, a seguir representadas:

(23)

Tabela 4 – Dimensões em mm do parafuso sextavado para uso estrutural

Parafuso sextavado M12 – 30 – 4,6S (passo = 1,75)

Diâmetro nominal (d): 12 mm – Comprimento: 30 mm – Classe de resistência: 4,6S.

b ref C da ds dw e k k' r S

(A) (B) máx. máx. máx. mín. mín. mín. nom. máx. mín. mín. mín. máx. mín. 25 32 0,6 14,7 12,7 11,3 16,4 19,85 7,5 7,95 7,05 4,95 0,6 18 17,57

De acordo coma a norma ABNT-NBR-8852/1988 (PB-44), a forma e dimensão da porca sextavada, grau de produto C (M-12-5) deve estar de acordo com a figura 6 e tabela 5, a seguir representadas:

Figura 6 – Porca sextavada, de grau de produto C, com rosca normal

Tabela 5 – Dimensões em mm da porca sextavada, grau de produto C

Porca sextavada M12 – 5 (passo = 1,75)

Diâmetro da rosca (d): 12 mm – Classe de resistência: 5.

dw e m m' S

mín. mín. máx. mín. mín. máx. mín.

(24)

Quanto à forma e dimensão da arruela de pressão simples B-12, deve estar de acordo com a norma ABNT-NBR-5854/1988 (PB-330) e conforme a figura 7 e tabela 6, a seguir representadas:

Figura 7 – Arruela de pressão simples B-12

Tabela 6 – Dimensões e afastamentos da arruela de pressão simples B-12

Arruela de pressão simples com extremidades retas - B12 Forma B - Diâmetro nominal (d): 12 mm

d1 d2 h b s R k

Massa em gramas

Dim. Afast. Máx. Mín. Máx. Dim. Afast. Dim. Afast. -

12,2 +0,5 21,1 5,0 5,9 4 ±0,2 2,5 ±0,15 1 0,4 3,82

Observadas as normas técnicas brasileiras pertinentes, os requisitos, e os métodos de

ensaio do equipamento de manobra (AM ou MC) e de todos os seus componentes são

estabelecidos pelo fornecedor, que deverá informar ao DNIT as características adotadas, as quais não podem ser alteradas sem o prévio conhecimento do DNIT.

Os desenhos dos equipamentos de manobra (AM ou MC), e das respectivas ferragens, com todos os detalhes de forma e dimensão nominal, deverão ser apresentados pelo fornecedor ao DNIT para conhecimento e respectiva aprovação.

O fornecedor do equipamento de manobra (AM ou MC) e de todos os seus componentes garante o DNIT contra qualquer reclamação de terceiros, quanto aos direitos de projeto, fabricação e/ou marca.

(25)

4. CALIBRES PARA INSPEÇÃO

Os calibres necessários ao controle de forma e dimensão são fornecidos pelo fabricante, sem ônus específicos ao DNIT, quando por ele solicitado, e submetidos à aceitação deste, antes da fabricação do equipamento de manobra (AM ou MC) e de seus componentes. Um jogo fica em poder do DNIT até o recebimento final.

5. TOLERÂNCIAS

As tolerâncias dimensionais do equipamento de manobra (AM ou MC) e de seus componentes BC deverão estar contempladas nos desenhos a serem apresentados pelo fornecedor, sujeito à aprovação do DNIT.

O Fabricante ou fornecedor deverá informar ao DNIT os pesos em kg de uma AM ou de uma MC, considerando todos os seus componentes.

De acordo com a norma ABNT-NBR-13017/1993 (PB-589 e PB-923), são estabelecidas as seguintes tolerâncias dimensionais para o suplemento da placa bitoladora isolada, conforme tabela 7, bem como a instrumentação à sua verificação:

Tabela 7 – Tolerâncias dimensionais para o suplemento

Item Dimensão Tolerância

(mm) Instrumentação de verificação

1 Comprimento do suplemento à definir Trena

2 Largura do suplemento +2 -2 Trena 3 Espessura do suplemento +0,40 -0,25 Paquímetro 4 Diâmetro Ø2 +0,5 -0,5 Paquímetro

5 Posicionamento dos furos Ø2

(ver Figura de dobra e furação) - Gabarito

6 Distância entre furos para Ø2 (ver Figura de dobra e furação)

+0,4

-0,4 Trena

7

Posicionamento dos furos da parte central para extremidades (ver Figura de dobra e furação)

+1

-1 Trena

8 Nivelamento relativo entre semiplaca e

suplemento (Instrução de medição) 1

Calibre de lâminas

9 Planicidade da semiplaca e suplemento

(Instrução de medição) 1:600

Régua e Calibre de lâminas

As tolerâncias dimensionais dos elementos de fixação da união da semiplaca bitoladora isolada e o suplemento são as seguintes:

(26)

As tolerâncias dimensionais para o parafuso sextavado de uso estrutural e para a porca sextavada devem estar de acordo com o grau de produto C (menos precisa), conforme tabela 8, e de acordo com a norma ABNT-NBR-7261/1982 (PB-882):

Tabela 8 – Tolerâncias dimensionais para o parafuso e porca, sextavados.

Item Dimensão Símbolo Unidade Tolerância

1 Rugosidade da superfície de apoio, flancos de roscas

(externas e internas) e núcleo de roscas externas. Ra μm 3,15

2 Rugosidade das demais superfícies Ra μm À critério

3 Diâmetro nominal do parafuso (≈ diâmetro da haste,

tolerância ± IT15) d mm

+0,70 -0,70 4 Altura da cabeça do parafuso (k=7,5, Tolerância: js16) k mm

+0,45 -0,45 5 Comprimento nominal do parafuso (Tolerância: js17) L mm +1,05 -1,05 6 Comprimento da rosca do parafuso (Tolerância: +2P);

onde: P = 1,75 (passo da rosca) b mm

+ 3,5 - 3,5 7 Distância entre faces paralelas do parafuso (S = 18

Tolerância: h14). S mm

+0 -0,43 8 Distância entre faces paralelas da porca (S = 18

Tolerância: h14). S mm

+0 -0,43

9 Altura da porca (Tolerância: h17) m mm +0

-1,80

As tolerâncias dimensionais para a arruela de pressão simples com extremidades retas devem estar conforme a tabela 9, e de acordo com a norma ABNT-NBR-5854/1988 (PB-330):

Tabela 9 – Arruela de pressão simples com extremidades retas – B12

Item Dimensão Unidade

Tolerância

Máximo Mínimo

1 Diâmetro interno (d1) = 12,0 mm 12,7 12,2

2 Diâmetro externo (d2) mm 21,1 -

3 Distância entre as extremidades

exteriores de travamento da arruela (h) mm 5,9 5,0

4 Largura (b) = 4,0 mm 4,2 3,8

(27)

6. INSPEÇÃO E RECEBIMENTO

6.1. INSPEÇÃO

É facultado ao DNIT, através de seus fiscais ou de terceiros devidamente credenciados, o direito de realizar as inspeções que julgar necessárias, tanto na fase de fabricação quanto na de controle de qualidade, de manipulação, de estocagem e de expedição, bem como executar contraensaios, a seu exclusivo critério, sem prejuízo à atividade normal do fabricante.

Deverão ser colocados à disposição do DNIT, pelo fabricante, todos os meios necessários à execução das inspeções, sejam de pessoal, material, ferramentas, equipamentos, etc.

O pessoal designado pelo DNIT estará autorizado a executar todos os controles adicionais para se assegurar a correta observação das condições exigidas na especificação.

Para esta finalidade, o fabricante nacional deverá informar ao DNIT com pelo menos 10 dias de antecedência, o dia do início previsto de produção e o respectivo cronograma de produção. Para o fabricante estrangeiro esse prazo não poderá ser inferior a 30 dias. Todas as despesas decorrentes de ensaios e testes laboratoriais e outros que o DNIT julgar necessário correrá por conta do fabricante, sem ônus para o DNIT.

Deverá ser fornecida ao DNIT, também sem ônus, sob a forma de certificado, uma via original de todos os resultados das verificações, dos ensaios e contra-ensaios.

6.2. PLANO DE AMOSTRAGEM

A amostragem deve ser individual em 100% do lote do equipamento de manobra (AM

ou MC).

Antes de qualquer outra verificação, todas as amostras de cada lote devem ser submetidas às verificações de aspecto, forma e dimensão complementadas pelas demais verificações das condições gerais e específicas, apresentadas no projeto do fabricante, para o AM ou MC e de todos os seus componentes, inclusive ferragens. Somente a amostra e/ou lote que estejam de acordo com estas verificações devem ser submetidas a ensaio.

O Plano de Amostragem e os procedimentos para inspeção por atributos obedecerão a Norma ABNT-NBR-5426/1985 (NB-309-01) Versão Corrigida/1989, relativa ao Plano de Amostragem e Procedimentos na Inspeção por Atributos, observando-se os seguintes parâmetros sempre que possível, ou aqueles eventualmente especificados pelo DNIT:

6.2.1. Plano de amostragem para Suplemento da Placa bitoladora Isolada e elementos de fixação.

(28)

b) Nível de Inspeção – II;

c) Nível de Qualidade Aceitável – Adotado NQA de 2,5% para exame dimensional e visual; podendo ser adotado outro a critério do comprador.

– Ensaio dimensional e visual– NQA: 2,5% (adotado);

– Outros Ensaios: conforme critérios indicados nos itens dos ensaios. d) Regime de Inspeção:

Ao iniciar-se um procedimento de inspeção, deve ser empregado o regime NORMAL conforme estabelecido pela norma.

Em casos específicos poderá ser recomendada a substituição do regime de inspeção, de acordo com o Sistema de Comutação:

Normal para Severo:

Se dentre 5 (cinco) lotes consecutivos, 2 (dois) estiverem sido rejeitados na inspeção original.

Severo para Normal:

Se 5 (cinco) lotes consecutivos tiverem sido aprovados na inspeção original.

Normal para Atenuado:

Se forem satisfeitas todas as seguintes condições:

- 10 (dez) lotes precedentes tenham sido submetidos à inspeção normal sem nenhuma rejeição;

- A produção se desenvolve com regularidade;

- A inspeção atenuada for considerada apropriada pelo responsável designado pelo DNIT.

Atenuado para Normal:

Se ocorrer qualquer uma das seguintes condições: - Um lote for rejeitado;

- A produção tornar-se irregular; ou

- Ocorram condições adversas que justifiquem a mudança para a inspeção normal.

Considerando o ANEXO A, Tabelas 1, 2, 3 e 4 da NBR-5426 e os parâmetros adotados, teremos o Quadro denominado de Plano de Amostragem Simples. As amostras serão extraídas ao acaso de cada lote, nas seguintes quantidades:

(29)

PLANO DE AMOSTRAGEM SIMPLES

Tamanho do Lote de suplemento da placa bitoladora isolada

NÍVEL II

NQA = 2,5% - ANÁLISE DIMENSIONAL E VISUAL Código de

Amostras

ATENUADO (I) NORMAL (II) SEVERO (III)

TA AC RE TA AC RE TA AC RE

1 a 90 E 5 0 2 13 1 2 13 0 1

91 a 150 F 8 0 2 20 1 2 20 0 1

151 a 280 G 13 1 3 32 2 3 32 1 2

281 a 500 H 20 1 4 50 3 4 50 2 3

TA: Tamanho da Amostra

AC: Número máximo de peças defeituosas (ou falhas), admitido para aceitação do lote. RE: Número de peças defeituosas (ou falhas) que implica a rejeição do lote.

NQA = Nível de Qualidade Aceitável

Conforme o tamanho do Lote e o Tipo de Inspeção determinado no processo de aquisição obtêm-se o tamanho da amostra para ser inspecionada.

As Tabelas apresentadas foram elaboradas considerando os Níveis de Qualidade Aceitáveis (NQA) = 2,5% para exame dimensional e visual, de acordo com a NBR-5426. “AC” é o número de peças com defeitos ou falhas aceitáveis e que ainda permite aceitação do lote inspecionado.

Para os níveis de inspeção NORMAL ou SEVERO, se o número de peças defeituosas for maior do que o valor de “AC” indicado na tabela o lote deverá ser rejeitado.

Já para o nível de inspeção ATENUADO, o lote será rejeitado caso o número de peças com defeitos ou falhas atinjam os valores de “RE” da tabela.

De acordo com o nível de rejeição ou aprovação dos lotes inspecionados, o regime de inspeção pode ser alterado conforme alínea “d” Regime de Inspeção – Sistema de Comutação.

O Plano de Amostragem e os procedimentos para inspeção são específicos para cada tipo de verificação e de ensaio, tendo sido adotados para o suplemento da placa bitoladora isolada aqueles constantes das normas NBR-5426 e NBR-13017.

6.2.2. Plano de amostragem para parafuso, porca e arruela (união do suplemento à

semiplaca bitoladora isolada).

A amostragem deve ser individual em 100% do lote do parafuso, porca e arruela.

Antes de qualquer outra verificação, todas as amostras de cada lote devem ser submetidas às verificações de aspecto, forma e dimensão complementadas pelas demais verificações das condições gerais e específicas, apresentadas no projeto do fabricante, para os elementos de fixação da união do suplemento à semiplaca bitoladora isolada.

(30)

Somente a amostra e/ou lote que estejam de acordo com estas verificações devem ser submetidas a ensaio.

O Plano de Amostragem e os procedimentos para inspeção por atributos obedecerão a NBR-5426, e a NBR-10106 de especificação para a inspeção de aceitação de elementos de fixação, observando-se sempre que possível, os parâmetros especificados pelo

DNIT.

6.3. VERIFICAÇÕES

Deverão ser executadas, sob a coordenação e acompanhamento do pessoal designado pelo DNIT, as seguintes verificações, ficando a critério do DNIT a escolha dos ensaios a serem realizados obrigatoriamente.

6.3.1. Aparelho de manobra manual - AM

 Teores máximos de elementos residuais - AM:

Componentes do AM Material

CAIXA: Eixo, excêntrico, pinhão e coroa.

Aço fundido, tipo AF-4828. (NBR-6313).

ALAVANCA: Alavanca. TIRANTE: Ponta.

 Composição química - AM:

Componentes do AM Material

CAIXA: Eixo, excêntrico, pinhão e coroa.

Aço fundido, tipo AF-4828. (NBR-6313).

ALAVANCA: Alavanca. TIRANTE: Ponta.

CAIXA: Contrapino e chaveta

Aço carbono de baixo e médio manganês: 1010/1020.

(NBR-NM-87). TRINCO: Rebite

SINAL: Folhas da bandeira (e = 1,5 mm) e mastro

TIRANTE: Garfo forjado e haste (34 mm)

ALAVANCA Pino

Aço carbono de baixo e médio manganês: 1010/1030.

(NBR-NM-87). CAIXA: Parafusos para tampa

Aço carbono com classe de resistência mecânica 8.8.

(NBR-8855). SINAL: Parafusos para o mastro

TIRANTE: Parafusos para o tirante

SINAL: Parafusos para bandeira

Aço carbono com classe de resistência mecânica 4.6.

(31)

 Composição química - AM:

Componentes do AM. Material

CAIXA: Porcas para parafusos da tampa

Aço carbono com classe de resistência mecânica 8.

(NBR-10062). SINAL: Porcas para parafusos do mastro

TIRANTE: Porcas para parafusos do tirante

SINAL: Porcas para parafusos da bandeira

Aço carbono com classe de resistência mecânica 4.

(NBR-10062).

TIRANTE:

Garfo em chapa grossa com e = 19 mm, fixado à haste por cordão de solda ou por caldeamento.

Aço carbono.

Conformidade da composição química a ser verificada com o certificado de qualidade do produto. (NBR-11889).

 Propriedades mecânicas - AM:

Componentes do AM Material

CAIXA: Base e tampa. Ferro fundido cinzento, classe FC-300.

(NBR-6589). SINAL: Porta-lanterna

CAIXA: Eixo, excêntrico, pinhão e coroa.

Aço fundido, tipo AF-4828. (NBR-6313).

ALAVANCA: Alavanca TIRANTE: Ponta do tirante

CAIXA: Eixo, excêntrico, pinhão e coroa.

Ferro fundido nodular ou grafita esferoidal, classe FE-42012 (NBR-6916).

ALAVANCA: Alavanca TRINCO: Trinco

TIRANTE: Ponta do tirante CAIXA: Parafusos para tampa

Aço carbono com classe de resistência mecânica 8.8.

(NBR-8855). SINAL: Parafusos para o mastro

TIRANTE: Parafusos para o tirante

SINAL: Parafusos para bandeira

Aço carbono com classe de resistência mecânica 4.6.

(NBR-8855). CAIXA: Porcas para parafusos da tampa

Aço carbono com classe de resistência mecânica 8.

(NBR-10062). SINAL: Porcas para parafusos do mastro

(32)

 Propriedades mecânicas - AM:

Componentes do AM Material

SINAL: Porcas para parafusos da bandeira

Aço carbono com classe de resistência mecânica 4.

(NBR-10062). TIRANTE: Arruelas do parafuso do tirante, lisa e

de acabamento médio.

Aço carbono. (NBR-12661).

TIRANTE: Garfo em chapa grossa com e = 19 mm, fixado à haste por cordão de solda ou por caldeamento.

Aço carbono.

Conformidade das propriedades mecânicas a ser verificada com o certificado de qualidade do produto. (NBR-11889)

 Isolação elétrica – AM (quando for o caso);

 Marcação – AM (inclusive parafuso, porca e arruela);

 Dimensional e Visual - AM; e

 Outros ensaios - AM: Especificar.

6.3.2. Máquina de Chave - MC  Verificação na fábrica: - Isolação elétrica; - Tempo de operação; - Força de tração; - Força de travamento;

- Outras características operacionais: especificar;

 Verificação após instalação no local a que se destina: - Tempo de operação;

- Comando; - Indicações;

- Outras características operacionais: especificar;

 Verificação no sistema:

- A máquina de chave deve ser submetida a ensaio, integrada no sistema a que se destina para avaliação de seu desempenho como elemento de intertravamento vital integrante do sistema;

(33)

 Dimensional e Visual - MC; e

 Outros ensaios - MC: Especificar.

Ferragem de Acoplamento da MC

 Composição química:

Componentes da ferragem de acoplamento. Material

TIRANTE: Tirante de travamento sem bucha ou de manobra com bucha.

Barra ou chapa de aço (NBR-NM-87).

BUCHA: Bucha AGG do tirante de manobra. Aço ABNT (especificar). (NBR-11462)

Suplemento: Suplemento para acoplamento da placa bitoladora isolada à MC.

Chapa grossa de aço Grau CG-26. (NBR-6648).

Elementos de fixação do

suplemento:

Parafusos M-12-30. Aço carbono com classe de resistência mecânica 4.6 (NBR—8851 e NBR-8855).

Porca M-12. Aço carbono com classe de resistência

mecânica 5 (NBR—8852 e NBR-10062).  Propriedades Mecânicas:

Componentes da ferragem de acoplamento. Material

Suplemento Suplemento para acoplamento da placa bitoladora isolada à MC.

Chapa grossa de aço Grau CG-26. (NBR-6648).

Elementos de fixação do suplemento:

Parafusos M-12-30. Aço carbono com classe de resistência mecânica 4.6 (NBR—8851 e NBR-8855). Porca M-12. Aço carbono com classe de resistência

mecânica 5 (NBR—8852 e NBR-10062). Arruela de pressão B-12. Aço para molas: acordo entre comprador e

fornecedor. (NBR-5854 e NBR-6392).

 Marcação (Tirante, bucha, parafuso, porca e arruela);

 Dimensional e Visual; e

(34)

6.4. ISOLAÇÃO ELÉTRICA

De acordo com a norma ABNT-NBR-11764/2011 (EB-1235 e NBR-7696), a máquina de chave – MC deve ter isolação com as partes metálicas e rigidez dielétrica suficiente para suportar 3000 VCA durante 1 minuto.

6.5. COMPOSIÇÃO QUÍMICA

Com relação à análise química, o fornecedor deve apresentar ao DNIT os certificados de qualidade do equipamento de manobra, AM ou MC, e de todos os seus componentes, bem como, das ferragens de acoplamento, emitidos pelas usinas laminadoras e/ou terceiros fornecedores, obedecendo às especificações contidas nas respectivas normas.

6.5.1. Aparelho de manobra manual - AM

A verificação da composição química dos componentes do Aparelho de Manobra manual e ajustável - AM devem obedecer às seguintes especificações:

 Teores máximos de elementos residuais, para aço fundido (NBR-6313):

Componentes do AM Tipo do aço

fundido Elementos residuais Teores máximos em massa (%) CAIXA: ALAVANCA: TIRANTE:

Eixo, excêntrico, pinhão e coroa. Alavanca. Ponta do tirante AF-4828 Cobre 0,30 % Níquel 0,50 % Molibdênio 0,20 % Cromo 0,40 %

Nota: No caso de peças destinadas à soldagem, os teores dos elementos residuais devem ser motivo de acordo entre comprador e produtor. O teor de cada elemento residual é determinado segundo o método de ensaio correspondente.

 Composição química de aço fundido (NBR-6313):

Componentes do AM

Tipo do aço fundido

Teores máximos em massa %

C Mn Si S P

CAIXA: Eixo, excêntrico, pinhão e coroa.

AF-4828 0,25 1,20 0,80 0,06 0,05 ALAVANCA: Alavanca

TIRANTE: Ponta do tirante

Nota: Para cada redução de 0,01 % no teor de carbono abaixo do máximo especificado é permitido um aumento de 0,04 % no teor de manganês acima do máximo especificado, até o

(35)

 Composição química de aço carbono, de baixo e médio manganês (NBR-NM-87):

Componentes do AM Aço Composição química de corrida %

C Mn P máx S máx CAIXA: TRINCO: SINAL: TIRANTE: Contrapinos e chaveta. Rebite.

Folhas da bandeira (e=1,5mm) e mastro. Garfo forjado e haste (34 mm).

1010 0,08 a 0,13 0,30 a 0,60 0,040 0,050 1020 0,18 a 0,23 0,30 a 0,60 0,040 0,050

 Composição química de aço carbono, de baixo e médio manganês (NBR-NM-87):

Componentes do AM Aço Composição química de corrida %

C Mn P máx S máx

ALAVANCA: Pino da alavanca

1010 0,08 a 0,13 0,30 a 0,60 0,040 0,050 1030 0,28 a 0,34 0,60 a 0,90 0,040 0,050  Composição química de aço carbono para parafusos (NBR-8855):

Componentes do AM Classe de resistência mecânica Composição química (análise de peça) % C mín C máx P máx S máx CAIXA: Parafusos para tampa

8.8 0,25 0,55 0,35 0,035

SINAL: Parafusos para mastro TIRANTE: Parafusos para tirante

SINAL: Parafusos para bandeira 4.6 - 0,550 0,050 0,060

 Composição química de aço carbono para porcas (NBR-10062):

Componentes do AM Classe de resistência mecânica

Composição química (análises confirmatórias) % C máx Mn mín P máx S máx CAIXA: Porcas para tampa

8 0,58 0,25 0,060 0,150

SINAL: Porcas para mastro TIRANTE: Porcas para tirante

SINAL: Porcas para bandeira 4 0,50 - 0,110 0,150

 Composição química do aço, de chapa grossa com espessura de 19 mm, para o garfo do TIRANTE fixado à haste por cordão de solda ou por caldeamento, deverá ser verificada a sua conformidade com aquela fornecida juntamente com o Certificado de Qualidade do produto (NBR-11889).

Referências

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