• Nenhum resultado encontrado

CONIC-SEMESP

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "CONIC-SEMESP"

Copied!
11
0
0

Texto

(1)

Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904

TÍTULO: INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO EM ESTEIRA DE ALTA VELOCIDADE SOBRE A OCORRÊNCIA DE ÚLCERAS GÁSTRICAS EM CAVALOS

TÍTULO:

CATEGORIA: CONCLUÍDO

CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE

ÁREA:

SUBÁREA: MEDICINA VETERINÁRIA

SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS

INSTITUIÇÃO:

AUTOR(ES): LEONARDO PAIÃO VARGAS

AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): GESIANE RIBEIRO

ORIENTADOR(ES):

COLABORADOR(ES): CARLA BARGI BELLI, LUÍS CLÁUDIO LOPES CORREIA DA SILVA, MARIA LETÍCIA PIFFER, MAURÍCIO MIRIAN, VANESSA APARECIDA FEIJÓ, WILSON ROBERTO FERNANDES

(2)

R E S U M O

As causas mais citadas de úlcera gástrica em equinos são o jejum, o tipo de alimentação e manejo, bem como a administração de algumas medicações. Mais recentemente, o exercício físico também passou a ser apontado como um fator importante no desenvolvimento de lesões gástricas em cavalos atletas. O objetivo deste trabalho foi quantificar a ocorrência de úlceras gástricas em cavalos submetidos a exercício em esteira de alta velocidade. Foram avaliados cinco cavalos árabes, que passaram por um esquema de treinamento com intensidade crescente durante doze semanas. O treinamento dos animais foi conduzido no Laboratório de Medicina Esportiva Equina (LAMEQ), localizado nas dependências do Setor de Clínica Médica de Equinos do Hospital Veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP). Os animais foram submetidos à avaliação gastroscópica antes do início e ao final do período de treinamento. As imagens obtidas nas avaliações gastroscópicas foram avaliadas e as lesões encontradas foram classificadas de acordo com o método proposto por Macallister et al. (1997) que atribui escores para número e severidade das lesões, e também segundo a metodologia proposta por Belli (2001), que atribui uma pontuação total para o estômago, considerando não somente a presença, severidade e extensão de úlceras, mas também outros achados como a ocorrência de gastrite (leve, moderada ou intensa), hiperqueratose, descamação da mucosa. Os resultados obtidos foram submetidos à análise estatística, comparando os dois momentos da avaliação gastroscópica (antes e após o treinamento dos animais), e foi observada diferença significativa tanto em relação ao número e severidade das lesões quanto em relação à pontuação total. Diante dos resultados obtidos neste estudo, é possível concluir que cavalos árabes submetidos a exercício físico em esteira rolante (conforme o protocolo utilizado) podem desenvolver lesões gástricas em número e severidade variadas.

INTRODUÇÃO

A ulceração gástrica afeta um grande número de potros e cavalos adultos, sendo estimado que 25 a 50% dos potros de até 2 meses de idade e 1/3 dos cavalos adultos confinados em baias tenham úlceras (MARQUÉS, 2007).

O estômago dos equinos é dividido em duas partes distintas: a porção não glandular, revestida por um epitélio escamoso estratificado, e a porção glandular,

(3)

que é revestida por um epitélio glandular que produz ácido clorídrico, pepsina e enzimas necessárias à digestão dos alimentos. Esta porção do sistema digestivo também produz substâncias que protegem o estômago dos efeitos do ácido e das enzimas. O margo plicatus divide as regiões aglandular e glandular (McCLURE et al., 2005).

O principal fator agressor do estômago é o ácido hidroclorídrico, além da pepsina e dos ácidos biliares; os principais fatores de proteção são a barreira muco-bicarbonato, a prostaglandina E2 (PGE2), o fluxo sanguíneo adequado na mucosa gástrica, a constituição celular, o óxido nítrico, o fator de crescimento epidermal, os fatores de crescimento que promovem a angiogênese, a proliferação da mucosa e a motilidade gastroduodenal. A mucosa escamosa da região aglandular do estômago equino não possui a camada muco-bicarbonato e é minimamente resistente à exposição ao ácido clorídrico. Sendo assim, lesões na mucosa escamosa gástrica (região aglandular) resultam primariamente de acidez excessiva e lesões na mucosa glandular resultam primariamente de defeito na proteção da mucosa (VERONEZI, 2003).

A maioria das lesões gástricas em potros e cavalos adultos é reportada na mucosa escamosa adjacente ao margo plicatus (McCLURE et al., 2005). A patofisiologia da ulceração do epitélio glandular ainda não está completamente entendida. Em geral, a ulceração é considerada como resultado de um desbalanço entre os fatores agressores e protetores do estômago (VATISTAS et al., 1999).

A avaliação gastroscópica de cavalos com ou sem manifestações clínicas é de extrema importância para o diagnóstico de lesões gástricas, bem como para o

acompanhamento do processo de cicatrização destas lesões. Segundo Fernandes

et al (2003), a endoscopia é o único método preciso de diagnóstico das lesões gástricas e de acompanhamento da eficácia do tratamento, pois permite visualizar a extensão e severidade das lesões.

As causas de úlcera gástrica em equinos, em sua maioria, são o jejum, o tipo de alimentação, a quantidade de exercício e algumas medicações (VATISTAS et al., 1999; McCLURE et al., 2005).

Considerando a importância do exercício físico como fator predisponente de ulceração gástrica em equinos, alguns pesquisadores têm procurado relacionar a incidência de lesões gástricas à atividade atlética. Roy et al. (2005), estudando a prevalência de úlceras gástricas em cavalos de corrida, observaram uma ocorrência

(4)

de 56% em animais “não profissionais” e 93% em cavalos intensamente treinados. Marqués et al. (2011), observaram em uma população de 94 cavalos de corrida a ocorrência de úlcera gástrica em 74,5% dos animais. Também Schaefer et al. (2006) relataram lesões gástricas em 79,5% dos cavalos de corrida avaliados.

Portanto, torna-se cada vez mais evidente a influência da atividade atlética sobre a ocorrência de lesões gástricas em equinos. No entanto, o grau em que o exercício está envolvido no desenvolvimento de lesões da mucosa gástrica, independente da influência de outros fatores, ainda não é conhecido. Justifica-se, assim, a necessidade de um estudo que avalie a influência do exercício sobre a ocorrência de lesões gástricas em cavalos submetidos a um protocolo experimental de treinamento, no qual os animais estarão livres de outros fatores potencialmente desencadeantes de lesões gástricas, como o uso frequente de antiinflamatórios, períodos de jejum, estresse de transporte e mudanças de ambiente e manejo, tão comuns na vida de cavalos atletas em períodos de competições.

OBJETIVOS: O objetivo deste trabalho foi quantificar a ocorrência de úlceras gástricas em cavalos submetidos a um treinamento em esteira de alta velocidade a fim de observar se o exercício físico é um fator predisponente para a ocorrência de lesões gástricas em equinos.

METODOLOGIA

Teste Padrão de Exercício Progressivo (TPEP): O TPEP foi realizado antes do início do treinamento. O teste foi dividido em oito estágios com duração de 3 minutos e velocidades progressivas - 2,5m/s, 3,3m/s, 4,1m/s, 5,0m/s, 6,6m/s, 8,3m/s, 10m/s, 12,5m/s, com inclinação da esteira a 6%. O TPEP foi interrompido quando os cavalos não conseguiram mais acompanhar a velocidade da manta da esteira, mesmo sendo estimulados. A frequência cardíaca máxima (FCmax) atingida por cada animal durante o TPEP foi utilizada para determinar a velocidade a que foram submetidos durante o protocolo de treinamento.

Treinamento: O período de treinamento teve duração de doze semanas, no qual os animais foram exercitados de 30 a 40 minutos por dia, quatro dias por semana, chegando à velocidade em que o animal atinja 60% da sua frequência cardíaca

(5)

máxima. O período de treinamento foi dividido em quatro protocolos, conforme apresentado a seguir.

Protocolo 1: duração de três semanas, 10 minutos de passo, com 4% de inclinação e velocidade de 1,8m/s; 5 minutos de trote, com 4% de inclinação e velocidade em o animal atinja 60% da FCmax; 5 minutos de passo, com 4% de inclinação e velocidade de 1,8m/s; 5 minutos de trote, com 4% de inclinação e velocidade em o animal atinja 60% da FCmax; e 5 minutos de passo, sem inclinação e velocidade de 1,6m/s

Protocolo 2: duração de três semanas; 5 minutos de passo, com 4% de inclinação e velocidade de 1,8m/s; 10 minutos de trote, com 4% de inclinação e velocidade em o animal atinja 60% da FCmax; 5 minutos de passo, com 4% de inclinação e velocidade de 1,8m/s; 5 minutos de trote, com 4% de inclinação e velocidade em o animal atinja 60% da FCmax; e 5 minutos de passo, sem inclinação e velocidade de 1,6m/s

Protocolo 3: duração de três semanas, 5 minutos de passo, com 4% de inclinação e velocidade de 1,8m/s; 20 minutos de trote, com 4% de inclinação e velocidade em o animal atinja 60% da FCmax; e 5 minutos de passo, sem inclinação e velocidade de 1,6m/s;

Protocolo 4: duração de três semanas, 5 minutos de passo, com 4% de inclinação e velocidade de 1,8m/s; 30 minutos de trote, com 4% de inclinação e velocidade em o animal atinja 60% da FCmax; e 5 minutos de passo, sem inclinação e velocidade de 1,6m/s

Gastroscopias: Para o exame de gastroscopia, os animais foram submetidos a um jejum alimentar de 18 horas e jejum hídrico de 6 horas. Cada animal foi posicionado em tronco de contenção e recebeu xilazina (0,5 mg/kg), via intravenosa. Após cinco minutos da aplicação do fármaco, um endoscópio flexível de três (3) metros de comprimento foi introduzido na narina, passando pela nasofaringe, esôfago, chegando ao estômago do animal. As imagens obtidas foram gravadas e as lesões encontradas foram classificadas em escores.

Classificação das lesões gástricas: As lesões gástricas encontradas foram inicialmente classificadas segundo o método proposto por Macallister et al. (1997), onde zero (0) significa sem lesão e quatro (4) mais de dez (10) lesões, lesões

(6)

difusas ou lesões muito grandes ao se tratar e escore por número de lesões e e zero (0) sem lesão e cinco (5) lesões múltiplas, ativas, hemorrágicas e ou coágulo de sangue aderido no escore por severidade da lesão.

Após esta primeira classificação, os achados gastroscópicos foram novamente classificados segundo a metodologia proposta por Belli (2001), que considera não só a presença, severidade e extensão de úlceras, mas também outros achados como a ocorrência de gastrite (leve, moderada ou intensa), hiperqueratose, descamação da mucosa.

Na metodologia de classificação das lesões gástricas proposta por Belli (2001), soma-se a pontuação de todos os achados da região aglandular com a pontuação da região glandular multiplicada por dois e acha-se a pontuação final do estômago do animal.

DESENVOLVIMENTO

Animais: Foram avaliados cinco equinos adultos, clinicamente sadios, e a pelo menos 3 meses sem exercer atividade física controlada. Os animais utilizados neste estudo foram da raça Árabe, machos e fêmeas, com peso variando entre 320 e 350 Kg. Durante o período experimental, os animais ficaram estabulados em cocheiras e foram alimentados com feno de capim coast cross e água ad libitum, e suplementados com ração comercial para equinos e composto mineral.

Após a chegada à Instituição, os animais passaram por um período de sessenta dias de adaptação ao manejo nutricional e ao ambiente, incluindo a sala em que se localiza a esteira e as pessoas envolvidas com a pesquisa. Durante este período, os animais foram gradativamente adaptados a caminhar sobre a manta da esteira, inicialmente puxados por cabresto sobre a manta estática e depois colocados para caminhar sobre a manta em movimento, sem e com inclinação.

Treinamento: O treinamento dos animais foi conduzido no Laboratório de Medicina Esportiva Equina (LAMEQ), localizado nas dependências do Setor de Clínica Médica de Equinos do Hospital Veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP), seguindo protocolos estabelecidos pelo grupo de pesquisa do LAMEQ e descritos na metodologia.

(7)

Avaliação gastroscópica: As gastroscopias foram realizadas no Setor de Clínica Cirúrgica de Equinos do Hospital Veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP). Foram realizadas duas avaliações gastroscópicas em cada animal. A primeira avaliação foi realizada após a fase de adaptação dos animais ao ambiente e a esteira, e foi considerada a avaliação basal, ou seja, do momento em que os animais estavam livres da influência de fatores estressantes como o transporte e as mudanças de ambiente, nutrição e manejo. A segunda avaliação foi realizada depois das doze semanas de exercício físico em esteira rolante, ao final do período de treinamento.

Análise estatística: Foi realizada a comparação dos resultados obtidos nos dois momentos do estudo em relação ao número e severidade das lesões (classificação proposta por Macallister et al., 1997), e pontuação total (classificação proposta por Belli, 2001). Para tanto, a prova de Wilcoxon foi conduzida, a 0,05 de significância, dado o tamanho da amostra (n=5). As análises foram realizadas com o auxílio do pacote estatístico SPSS v. 9.

RESULTADOS

Segundo a classificação adotada por Macallister et al. (1997), que utiliza um escore de pontuação para número de lesões e outro escore para severidade, dos cinco animais avaliados no primeiro momento (antes do treinamento), apenas dois apresentaram lesões em número e severidade mínimas. Também de acordo com a classificação adotada por Belli (2001), que atribui uma pontuação total do estômago avaliado, dos cinco animais avaliados, apenas dois apresentaram lesões, recebendo pontuação 3.

Já na segunda avaliação gastroscópica (após o período de treinamento), todos os animais apresentaram lesões em número e severidade variadas. Os animais que já haviam apresentado lesão na primeira avaliação tiveram a pontuação aumentada, tanto em relação a número quanto severidade.

Os resultados obtidos foram submetidos à análise estatística, comparando os dois momentos da avaliação gastroscópica (antes e após o treinamento), e foi observada diferença significativa tanto em relação ao número (Fig. 1) e severidade das lesões (Fig. 2) quanto em relação à pontuação total (Fig. 3).

(8)

Figura 1. Ilustração gráfica apresentando os resultados obtidos em relação ao número de lesões gastroscópicas encontradas em cinco cavalos antes e após o treinamento em esteira rolante. Observou-se diferença significativa entre os momentos (p=0,042).

Figura 2. Ilustração gráfica apresentando os resultados obtidos em relação a severidade das lesões gastroscópicas encontradas em cinco cavalos antes e após o treinamento em esteira rolante. Observou-se diferença significativa entre os momentos (p=0,038).

(9)

Figura 3. Ilustração gráfica apresentando os resultados obtidos em relação a pontuação total dos gastroscópicas encontrados em cinco cavalos antes e após o treinamento em esteira rolante. Observou-se diferença significativa entre os momentos (p=0,042).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Os resultados obtidos neste trabalho sustentam a hipótese de que o exercício físico em esteira rolante pode ser apontado como um fator predisponente ao desenvolvimento de úlceras gástricas em equinos, uma vez que os animais que não apresentaram lesões antes do início do treinamento (ou que as apresentaram em número e severidade mínimos) manifestaram lesões em número e severidade significativamente superiores ao término do período de treinamento.

Segundo Shawdon (1995) o atraso no esvaziamento gástrico ou a diminuição da motilidade gastroduodenal em decorrência do exercício pode aumentar o tempo de exposição da mucosa escamosa ao conteúdo gástrico, que contém substâncias potencialmente agressivas à mucosa escamosa da porção proximal do estômago. Além disso, a pressão que os músculos abdominais e os movimentos respiratórios exercem no estômago durante o exercício podem aumentar a pressão intragástrica ou misturar o conteúdo gástrico, rompendo então o gradiente de pH que existe na estratificação do conteúdo alimentar com a finalidade de impedir a exposição da mucosa escamosa às altas concentrações de ácido (BAKER e GERRING, 1993). Lorenzo-Figueiras e Merritt (2002) confirmaram que cavalos exercitados em esteira em alta velocidade manifestam compressão gástrica, causada pelo aumento da

(10)

pressão abdominal, que pode aumentar a exposição da mucosa escamosa ao conteúdo gástrico.

Neste estudo, os dois animais que já apresentaram pequenas lesões na primeira avaliação gastroscópica, ou seja, após o período de adaptação e antes de iniciarem o período de exercício físico, tiveram um acentuado aumento tanto do número quanto da gravidade das úlceras gástricas. Também Murray et al. (1996), realizando duas endoscopias com intervalo de três meses, demonstraram que a cura espontânea de úlceras gástricas existentes em equinos não é comum e que as lesões tendem à agravação quando os animais permanecem em treinamento.

Diante dos resultados obtidos neste estudo, é possível concluir que cavalos árabes submetidos a exercício físico em esteira rolante (conforme o protocolo utilizado) podem desenvolver lesões gástricas em número e severidade variadas.

FONTES CONSULTADAS

BAKER, S.J.; GERRING, E.L. Technique for prolonged, minimally invasive monitoring of intragastric pH in ponies. American Journal of Veterinary Research, v.54, p.1725–1734, 1993.

BELLI, C.B. Comparação entre os achados gastroscópicos de equinos adultos sadios e de equinos com suspeita de úlcera gástrica. Dissertação de mestrado. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo, 2001.

FERNANDES, W.R.; BELLI, C.B.; SILVA, L.C.L.C. Achados gastroscópicos em equinos adultos assintomáticos. Arquivos Brasileiros de Medicina Veterinária e Zootecnia, v.55, n.4, p.405-410, 2003.

LORENZO-FIGUERAS M, MERRITT AM. Effects of exercise on gastric volume and pH in the proximal portion of the stomach of horses. American Journal of Veterinary Research, v.63, p.1481-1487, 2002.

MACALLISTER, C.G.; ANDREWS, F.M.; DEEGAN, E.; RUOFF, W.; OLOVSON, S.G. A scoring system for gastric ulcers in the horse. Equine Veterinary Journal, v.29, p.430-433, 1997.

MARQUÉS, F.J. Equine gastric ulcer syndrome. Large Animal Veterinary Rounds, v.7, p.1-6, 2007.

MARQUÉS, F.J.; EPP, T.; WILSON, D.; RUIZ, A.J.; TOKATELOFF, N.; Manning, S. The prevalence and risk factors of oesophageal and nonglandular gastric lesions in

(11)

Thoroughbred racehorses in Saskatchewan. Equine Veterinary Education, v.23, n.5, p.249-254, 2011.

MCCLURE, S.R.; CARITHERS, D.S.; GROSS, S.J.; MURRAY, M.J. Gastric ulcer development in horses in a simulated show or training environment. Journal of the American Veterinary Medical Association, v.227, p.775-777, 2005.

MURRAY, M.J.; EICHORN, E.S. Effects of intermittent feed deprivation with ranitidine administration, and stall confinement with ad libitum access to hay on gastric ulcerations in horses. AJVR, v. 57, n.11, p. 1599-1603, 1996.

ROY, M.A.; VRINS, A.; BEAUCHAMP, G.; DOUCET, M.Y. Prevalence of Ulcers of the Squamous Gastric Mucosa in Standardbred Horses. J. Vet. Intern. Med., v.19, p.744-750, 2005.

SHAWDON A. Gastro-oesophageal reflux and exercise. Sports Med., v.20, p.109– 116, 1995.

VATISTAS, N.J.; SIFFERMAN, R.L.; HOLSTE, J.; PINATTO, G.; SCHULTZ, K.T. Induction and maintenance of gastric ulceration in horses in simulated race training. Equine Veterinary Journal (suppl), v.29, p.40-44, 1999.

VERONEZI, R.C. Prevalência de lesões gástricas em equinos de raça puro sangue inglês, submetidos ao estresse de corridas e fora delas, e suas correlações com os níveis séricos de pepsinogênio. 2003. 155p. Dissertação – Curso de Pós-Graduação em Medicina Veterinária, Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Botucatu.

Referências

Documentos relacionados

A espectrofotometria é uma técnica quantitativa e qualitativa, a qual se A espectrofotometria é uma técnica quantitativa e qualitativa, a qual se baseia no fato de que uma

Os testes de desequilíbrio de resistência DC dentro de um par e de desequilíbrio de resistência DC entre pares se tornarão uma preocupação ainda maior à medida que mais

Se no cadastro da administradora, foi selecionado na aba Configurações Comissões, para que as comissões fossem geradas no momento da venda do contrato, já é

Ficou com a impressão de estar na presença de um compositor ( Clique aqui para introduzir texto. ), de um guitarrista ( Clique aqui para introduzir texto. ), de um director

Sabendo da dificuldade na fase de escolhas das melhores técnicas ou metodologias, este trabalho tem por objetivo realizar um levantamento e análise, em trabalhos

Dandelion showed the highest levels of all studied mineral elements (except zinc) independently of the used formulations (dried plant or infusion), but yarrow

Selected studies were included in the meta-analysis if they met the following criteria: 1) case-control or cohort studies; 2) evaluating the association of the rs2435357 and

Desse modo, tem-se que nesse contexto dinâmico, veloz e tecnológico que a Indústria 4.0 traz, é necessária cada vez mais uma adaptabilidade por parte do profissional economista, com