• Nenhum resultado encontrado

Objetivos Gerais: Estudar a interface entre arte, arquitetura e cidade na formação do Ocidente.

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Objetivos Gerais: Estudar a interface entre arte, arquitetura e cidade na formação do Ocidente."

Copied!
5
0
0

Texto

(1)

Introdução à Arquitetura

EMENTA

Estudo da produção da arquitetura e das cidades, assim como do urbanismo, na

constituição do Ocidente. Promover a percepção da arquitetura e do urbanismo como

linguagens estéticas, técnicas e produção social, enfatizando a relação estético-cultural

entre arte e arquitetura.

Objetivos:

Objetivos Gerais:

Estudar a interface entre arte, arquitetura e cidade na formação do Ocidente.

Apresentar e discutir vertentes e movimentos que permeiam a produção das artes, da

arquitetura e do urbanismo.

Estimular o espírito de investigação assim como a problematização, análise crítica e

interpretação do aluno referentes às práticas e aos discursos, sempre relacionando e

intercruzando a produção das artes e da arquitetura na construção histórica do

Ocidente.

Objetivos específicos:

Compreender os diversos momentos sociais, políticos e culturais em que se inserem as

práticas e as produções teóricas da arte e da arquitetura nas transformações culturais

do Ocidente.

Fomentar a reflexão do aluno sobre as transformações, permanências e atualizações

na contemporaneidade do fazer discursivo, conceitual e prático do profissional da

arquitetura e do urbanismo.

Estimular a interpretação e escrita crítica do aluno relativas à bibliografia a ser

informada.

Capacitar o aluno para a reflexão crítica sobre arte e arquitetura.

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO

Disciplina: INTRODUÇAO `A ARQUITETURA

PROF. EDUARDO ROCHA LIMA

(2)

Conteúdo Programático:

Unidade 1 – Da Antiguidade Clássica à Idade Média:

Egito

Variação dos templos religiosos

Representação dos deuses e Faraós na pintura e na escultura

Grécia:

A estrutura tipológica dos templos gregos

A relação entre a arquitetura e a escultura grega: o “ideal de beleza” grego

A ágora e a democracia: a cidade grega

Roma:

A influência da Grécia sobre a cultura e civilização romana

O engenho construtivo romano - Roma e a diversidade tipológica da arquitetura

A ascensão do Cristianismo e o declínio do Império Romano

A Idade Média:

Era Cristã - a perda da importância da matéria e a nova representação do corpo

Estrutura e luz na arquitetura Paleocristã

A arquitetura e o mosaico Bizantino

A articulação espacial dos templos românicos

Arquitetura Gótica – racionalismo estrutural e expressionismo plástico

O vitral e a escultura gótica

Unidade 2 – O Período Humanista

Florença século XV e a “reinvenção” da antiguidade clássica greco-romana

A Renascença, Brunelleschi e a descoberta das leis científicas da perspectiva

A razão e a representação estética renascentista

“Transgressão” na arte e na arquitetura maneirista

Roma, a igreja católica e a ascensão do Barroco

A teatralização, o “drama” e a “expressão dinâmica” nas formas barrocas

O Barroco no Brasil.

Unidade 3 – Do Moderno ao Contemporâneo:

A Revolução Industrial e a crítica do modo de produção: Arts and Crafts;

A Indústria, o Design e a “estética orgânica” da Arquitetura Art Nouveau;

Arquitetura, cidade e o Futurismo italiano;

As vanguardas russas e a Bauhaus: o “Estilo Internacional” de arquitetura;

A influência europeia na Semana de Arte Moderna de 1922;

O “Estilo Internacional” chega ao Brasil: as casas de Gregori Wachavichick em São

Paulo;

Os CIAMs e a propagação do ideário moderno na arquitetura e no urbanismo;

Arquitetura Moderna e o início da Habitação de Interesse Social no Brasil;

(3)

O projeto Brasília;

Team X, Situacionistas, Archigram, Superstudio: utopias, megaestruturas e a crítica

cultural à arquitetura moderna;

O Concretismo e a arquitetura moderna no Brasil;

O Neo-Concretismo e o “espaço” na arte de Hélio Oiticica e Lígia Clark;

O que é o Contemporâneo? – Giorgio Agamben;

A nova abstração formal: a expansão midiática high-tech;

“Culturalismo de mercado” e arquitetura contemporânea: as “revitalizações” e o “star

system”;

Método Didático:

O curso será fracionado em três unidades e nestas unidades três tipos de atividades

serão desenvolvidas com os alunos em sala de aula: aula expositiva do professor com

participação dos alunos, debates em torno de leituras e filmes indicados e seminários

elaborados pelos alunos.

Avaliações:

Os alunos serão avaliados por suas participações nos debates em sala de aula, os quais

terão como base textos da bibliografia do curso.

Por meio de trabalhos escritos, nos quais apresentarão as ideias centrais de textos

indicados, relacionando-os em análises críticas.

E por meio de Seminários Discentes com temas previamente indicados pelo professor.

BIBLIOGRAFIA

AGAMBEN, Giorgio. O que é o Contemporâneo? In: O que é o contemporâneo? E outros ensaios. Chapecó: Editora Argos, 2009.

AGRA, Lúcio. História da arte do século XX. São Paulo: Editora Anhembi Morumbi. 2004. ALMEIDA, Eneida de. L’Archittetura Futurista: o manifesto de Antonio Sant’Elia. In: Revista Arq.Urb. número 9. São Paulo: USJT, 2013.

ARANTES, Otilia B. F. (Otilia Beatriz Fiori). O lugar da arquitetura depois dos modernos. 2. ed. São Paulo: EDUSP, 1995. 246p.

ARGAN, Giulio C. História da arte como história da cidade. São Paulo: Martins Fontes, 1993. BAETA, Rodrigo. O Barroco, a Arquitetura e a Cidade nos séculos XVII e XVIII. Salvador:

EDUFBA, 2010

BAETA, Rodrigo. Imaginação e persuasão: a cidade barroca. Trabalho completo In: Anais do VII

Seminário de História da Cidade e do Urbanismo. CD-ROM. Salvador: PPGAU UFBA, 2002.
 BAETA, Rodrigo. O processo de dissolução compositiva no Barroco, Barroco Tardio e Rococó na Europa Central. In: Anais do Segundo Seminário Arquitetura e Conceito. Belo Horizonte: NPGAU UFMG, 2005. Trabalho completo em CD ROM.


(4)

BAETA, Rodrigo. Ouro Preto: Cidade Barroca. Dissertação de Mestrado. Salvador: PPGAU UFBA, 2003. BAETA, Rodrigo. Teoria do Barroco. Salvador: EDUFBA, 2012.

BARONE, Ana Claúdia Castilho; Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. Team 10: arquitetura como crítica. São Paulo: Annablume: FAPESP, 2002. 199p.

BENEVOLO, Leonardo. História da cidade. São Paulo: Perspectiva, 1997.
 BENEVOLO, Leonardo. Introdução à arquitetura. Lisboa: Edições 70, 1991.


BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era da sua reprodutibilidade técnica. In: BENJAMIN, W. Obras Escolhidas: magia e técnica, arte e política. São Paulo: Editora Brasiliense, 1996.

BRAGA, Paula. Fios Soltos: a arte de hélio Oiticica. São Paulo: Perspectiva, 2008.

CABRAL, Cláudia Piantá Costa. Uma fábula da técnica na cultura do estado do bem estar: Grupo Archigram, 1961-1974. Cadernos de Arquitetura e Urbanismo, Belo Horizonte , v.11, n.12 , p. 247-263, dez. 2004. (Disponível em PDF).

CARDOSO, Luis Antonio Fernandes & BAETA, Rodrigo Espinha. A construção da paisagem urbana da área central de Salvador: da fundação até finais do século XIX In: GOMES, Marco e LUDEÑA, Wiley (orgs). Diálogos Metropolitanos Lima-Salvador; Processos históricos e desafios do urbanismo contemporâneo. Salvador: PPGAU-FAUFBA / EDUFBA, 2013. pp. 99-145.
 COHEN, Jean-Louis. O futuro da arquitetura desde 1889. Uma história mundial. São Paulo: Cosac-Naify, 2013.

CONTI, Flavio. Como reconhecer a arte barroca. Lisboa: Edições 70, 1984.


CONTI, Flavio. Como reconhecer a arte do Renascimento. Lisboa: Edições 70, 1991.
 CONTI, Flavio. Como reconhecer a arte grega. Lisboa: Edições 70, 1987.


CONTI, Flavio. Como reconhecer a arte românica. Lisboa, Edições 70, 1984.
 FARTHING, Stephen. Tudo sobre arte. Rio de Janeiro: Sextante, 2010.

FRAMPTON, Kenneth; CAMARGO, Jefferson Luiz; CIPOLLA, Marcelo Brandão; FISCHER, Julio. História crítica da arquitetura moderna. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008.

GHIRARDO, Diane Yvonne. Arquitetura contemporânea: uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2002. 304p.

GOMBRICH, E. História da Arte. Rio de Janeiro: LTC, 1999.

GOZZOLI, Maria Cristina. Como reconhecer a arte gótica. Lisboa: Edições 70, 1984. GROPIUS, Walter. Bauhaus: novarquitetura. São Paulo: Perspectiva, 2000.

GROSSMAN, Vanessa. A arquitetura e o urbanismo revisitados pela Internacional Situacionista. São Paulo: AnnaBlume, 2006.

HARVEY, David. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. São Paulo: 1992. 349p.

HAUSER, Arnold. Maneirismo. São Paulo: Editora Perspectiva, 1993.

JACQUES, Paola B. Apologia da Deriva: escritos situacionistas sobre a cidade. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2003.


LE GOFF, Jacques. Por amor às cidades. São Paulo: UNESP, 1988.

MACHADO, Lourival Gomes. Barroco Mineiro. São Paulo: Perspectiva, 1973.


MANRIQUE, Jorge Alberto. A formação da arquitetura barroca americana. In: ÄVILA, Affonso (org.). Barroco: teoria e análise. São Paulo: Perspectiva; Belo Horizonte: Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração, pp 173-178, 1997.


MONEO, Rafael. Inquietação teórica e estratégia projetual na obra de oito arquitetos contemporâneos. Tradução Flávio Coddou. São Paulo: Cosac Naify, 2008. 368p.

MONTANER, Josep Maria. Depois do movimento moderno: arquitetura da segunda metade do século XX. Barcelona: G. Gili, 2001. 271 p.

(5)

MONTANER, Josep Maria. Sistemas arquitectónicos contemporáneos. Barcelona, España: Editorial Gustavo Gili, 2008. 223 p.

MUNFORD, Lewis. A cidade na história: suas origens, transformações e perspectivas. São Paulo: Martins Fontes, 1991.


NESBITT, Kate. Uma nova agenda para a arquitetura: antologia teórica (1965-1995). São Paulo: Cosac Naify, 2006. 659p.

NORBERG-SCHULZ, Christian. Arquitectura occidental: la arquitectura como historia de formas significativas. Barcelona: Gustavo Gili, 1973. 240p.

PANOFSKY, Erwin. O significado nas artes visuais. São Paulo: Perspectiva, 1991.
 PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo: Editora Ática, 2012.

REIS, Nestor Goulart. Vilas e cidades do Brasil colonial. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo: Imprensa Oficial do Estado: Fapesp, 2000.


TAFURI, Manfredo. Teorias e história da arquitectura. Lisboa: Editorial Presença, 1988.
 TARELLA, Alda. Como reconhecer a arte romana. Lisboa: Edições 70, 1985.


TOMAN, Rolf. A Arte Gótica: arquitetura, escultura e pintura. Colônia: Könemann,

1998.
TOMAN, Rolf. O Barroco: arquitetura, escultura e pintura. Colônia: Könemann, 2004. TOMAN, Rolf. O Românico: arquitetura, escultura e pintura. Colônia: Könemann, 1996.
 TRADÓ, Juan-Ramón. Saber ver a arte barroca. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

VENTURI, Lionello. História da Crítica de arte. Lisboa: Edições 70. 2007.


VENTURI, Robert. Aprendendo com Las Vegas: o simbolismo (esquecido) da forma arquitetônica. São Paulo: Cosac & Naify, 2003. 219 p.

Referências

Documentos relacionados

Fonte: elaborado pelo autor, 2018. Cultura de acumulação de recursos “, o especialista E3 enfatizou que “no Brasil, não é cultural guardar dinheiro”. Ainda segundo E3,..

Os interessados em adquirir quaisquer dos animais inscritos nos páreos de claiming deverão comparecer à sala da Diretoria Geral de Turfe, localizada no 4º andar da Arquibancada

No entanto, maiores lucros com publicidade e um crescimento no uso da plataforma em smartphones e tablets não serão suficientes para o mercado se a maior rede social do mundo

Direitos Fundamentais da União Europeia, deve ser interpretado no sentido de que não se opõe a uma regulamentação de um Estado-Membro que submete o recurso de uma decisão

Focamos nosso estudo no primeiro termo do ensino médio porque suas turmas recebem tanto os alunos egressos do nono ano do ensino fundamental regular, quanto alunos

utilizada, pois no trabalho de Diacenco (2010) foi utilizada a Teoria da Deformação Cisalhante de Alta Order (HSDT) e, neste trabalho utilizou-se a Teoria da

O levantamento das transformações ocorridas mediante a implantação da metodologia lipminiana propõe um debate acerca da importância de garantir uma educação holística