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Curso de Férias 2011 Professor Vasco Vasconcelos Fenômenos Térmicos

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Cur so de Fér ias – 2011 

Pr ofessor  Vasco Vasconcelos – Fenômenos Tér micos 

1.  (CPS  2010) Os  manuais  de  aparelhos  celulares  recomendam  que  estes  permaneçam  distantes  do  corpo  por  pelo  menos 2,5 cm, pois  a Organização Mundial  de Saúde (OMS) divulgou um relatório sobre o  impacto, na  saúde humana, da radiação emitida por estes aparelhos, informando que os sinais emitidos por eles conseguem  penetrar até 1 cm nos tecidos humanos, provocando um aumento de temperatura. 

Considere que: 

• os sinais  emitidos pelos celulares têm, em  média, potência de 0,5 W e  são gerados apenas durante o  uso do telefone; 

• 1 W (um watt) = 1 J/s ( um joule de energia por segundo); 

•  o  calor  específico  da  água  vale  4,2  J/g°C,  ou  seja,  são  necessários  4,2  J  para  variar  em  1º  C  a  temperatura de 1 g de água. 

Supondo que a radiação emitida por um desses aparelhos seja usada para aquecer 100 g de água e que apenas  50%  da  energia  emitida  pelo  celular  seja  aproveitada  para  tal,  o  tempo  necessário  para  elevar  a  temperatura  dessa quantidade de água de 1ºC será de  a) 10 min.  b) 19 min.  c) 23 min.  d) 28 min.  e) 56 min.  Solução:  Dados: PT = 0,5 W; h = 50%; m = 100 g; c = 4,2 J/g.°C.  Quantidade de calor necessária para aquecer a massa de água de 1°C:  Q = m c Dt Þ Q = 100 (4,2) (1) Þ  Q = 420 J.  Potência útil:   Pu = h PT = 0,5 (0,5) = 0,25 W.  Pu = D Q  t Þ D = u = = Q 420  t 1680 

P 0,25  s Þ Dt = 28 min.  Opção cor reta: d 

2.(Enem 2ª aplicação 2010)  No nosso dia a dia,  deparamo­nos com muitas tarefas pequenas e problemas que  demandam pouca energia para serem resolvidos e, por isso, não consideramos a eficiência energética de nossas  ações. No global, isso significa desperdiçar muito calor que poderia ainda ser usado como fonte de energia para  outros  processos.  Em  ambientes  industriais,  esse  reaproveitamento  é  feito  por  um  processo  chamado  de  cogeração. A figura a seguir ilustra um exemplo de cogeração na produção de energia elétrica.

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Em relação ao processo secundário de aproveitamento de energia ilustrado na figura, a perda  global de energia  é reduzida por meio da transformação de energia  a) térmica em mecânica.  b) mecânica em térmica.  c) química em térmica.  d) química em mecânica.  e) elétrica em luminosa.  Solução: Como no processo secundário de aproveitamento de energia, o calor é usado na  formação de vapor  aquecido para mover as turbinas, temos, então, transformação de energia tér mica em energia mecânica. 

3.(Enem 2010)  Com o objetivo de se testar a eficiência de fornos de micro­ondas, planejou­se o aquecimento  em 10°C de amostras de diferentes substâncias, cada uma com determinada massa, em cinco fornos de marcas  distintas. Nesse teste, cada forno operou à potência máxima.  O forno mais eficiente foi aquele que  a) forneceu a maior quantidade de energia às amostras.  b) cedeu energia à amostra de maior massa em mais tempo.  c) forneceu a maior quantidade de energia em menos tempo.  d) cedeu energia à amostra de menor calor específico mais lentamente.  e) forneceu a menor quantidade de energia às amostras em menos tempo. 

Solução:Admitindo que a potência elétrica total  consumida é a  mesma para os cinco  fornos, e que eficiência  seja sinônimo de rendimento, o forno com maior eficiência é aquele capaz de fornecer a maior potência útil às  diferentes amostras, isto é, ceder a maior quantidade de energia no menor intervalo de tempo. 

4.(Enem  ­  2010)  Em  nosso  cotidiano,  utilizamos  as  palavras  “calor”  e  “temperatura”  de  forma  diferente  de  como  elas  são  usadas  no  meio  científico.  Na  linguagem  corrente,  calor  é  identificado  como  “algo  quente”  e  temperatura mede a “quantidade de calor de um corpo”. Esses significados, no entanto, não conseguem explicar  diversas situações que podem ser verificadas na prática. 

Do  ponto  de  vista  científico,  que  situação  prática  mostra  a  limitação  dos  conceitos  corriqueiros  de  calor  e  temperatura?  a) A temperatura da água pode ficar constante durante o tempo em que estiver fervendo.  b) Uma mãe coloca a mão na água da banheira do bebê para verificar a temperatura da água.  c) A chama de um fogão pode ser usada para aumentar a temperatura da água em uma panela.  d) A água quente que está em uma caneca é passada para outra caneca a fim de diminuir sua temperatura.  e) Um forno pode fornecer calor para uma vasilha de água que está em seu interior com menor temperatura do  que a dele. 

Solução:  No  sentido  científico,  supondo  que  a  água  esteja  fervendo  a  céu  aberto,  haverá,  por  conta  do  recebimento  de  energia  (calor),  ebulição.  A  temperatura  da  massa  líquida  permanecerá  constante,  logo,  a  energia cinética média por molécula permanece constante. Porém, haverá cada vez menos moléculas na massa  líquida. Portanto, a quantidade de energia da  massa  líquida diminui, apesar  do recebimento de energia. Dessa  forma,  se  entendêssemos  quantidade  de  calor  do  corpo  como  temperatura,  como  na  linguagem  corrente,  seríamos  obrigados  a  dizer  que  a  temperatura  da  água  diminui  durante  o  tempo  em  que  estiver  fervendo.Portanto, a alternativa A mostra as limitações da linguagem cotidiana. 

5.(Enem­2010) Sob pressão normal (ao nível do mar), a água entra em ebulição à temperatura de 100°C. Tendo  por base essa informação, um garoto residente em uma cidade litorânea fez a seguinte experiência: 

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•  Quando  a  água  começou  a  ferver,  encostou  cuidadosamente  a  extremidade  mais  estreita  de  uma  seringa  de  injeção,  desprovida  de  agulha,  na  superfície  do  líquido  e,  erguendo  o  êmbolo  da  seringa,  aspirou  certa  quantidade de água para seu interior, tapando­a em seguida. 

•  Verificando  após  alguns  instantes  que  a  água  da  seringa  havia  parado  de  ferver,  ele  ergueu  o  êmbolo  da  seringa, constatando, intrigado, que a água voltou a ferver após um pequeno deslocamento do êmbolo.  Considerando o procedimento anterior, a água volta a ferver porque esse deslocamento  a) permite a entrada de calor do ambiente externo para o interior da seringa.  b) provoca, por atrito, um aquecimento da água contida na seringa.  c) produz um aumento de volume que aumenta o ponto de ebulição da água.  d) proporciona uma queda de pressão no interior da seringa que diminui o ponto de ebulição da água.  e) possibilita uma diminuição da densidade da água que facilita sua ebulição. 

Solução:  A  temperatura  de  ebulição  da  água  depende  da  pressão  exercida  sobre  sua  superfície  livre.  Quanto  maior  a  pressão  sobre  essa  superfície,  maior  a  temperatura  de  ebulição  da  água,  e  quanto  menor,  menor  a  temperatura de ebulição. Inicialmente, a pressão sobre a superfície é igual à pressão atmosférica. Ao erguer­se o  êmbolo  aquela  diminui,  acarretando  a  redução  da  temperatura  de  ebulição.  Portanto,  a  água  ferve  a  uma  temperatura menor do que 100ºC. 

6.  (UNESP­2010)  Nos  últimos  anos  temos  sido  alertados  sobre  o  aquecimento  global.  Estima­se  que,  mantendo­se  as  atuais  taxas  de  aquecimento  do  planeta,  haverá  uma  elevação  do  nível  do  mar  causada,  inclusive, pela expansão térmica, causando inundação em algumas regiões costeiras. Supondo, hipoteticamente,  os  oceanos  como  sistemas  fechados  (área  fixa)  e  considerando  que  o  coeficiente  de  dilatação  volumétrica  da  água  é  aproximadamente  2  x 10 –4 ºC –1 e  que  a  profundidade  média  dos  oceanos  é  de  4  km,  um  aquecimento  global de 1 ºC elevaria o nível do mar, devido à expansão térmica, em, aproximadamente,  a) 0,3 m.  b) 0,5 m.  c) 0,8 m.  d) 1,1 m.  e) 1,7 m. 

Solução:  Como  a  água  dilata­se  em  todas  as  direções,  não  podemos  levar  em  conta  apenas  a  dilatação  na  vertical,  como  se  fosse  dilatação  linear.  O  enunciado  manda  considerar  os  oceanos  como  sistemas  fechados,  então a área ocupada pela água (área da base do “recipiente”) se mantém constante.  Dados: h0 = 4 km = 4 ´ 10 3 m; g = 2 ´ 10 –4 °C ­1 ; Dq = 1 °C. Vale a pena relembrar que V = A x h, nessa  situação.  Da expressão da dilatação dos líquidos: DV=V0g Dq ®  A Dh= A0 h0 Dq ® Dh= 4 x 10 3 x 2 x 10 ­4 x 1 ® Dh= 0,8m  Opção cor reta: c  7. (UFTM­2010)  Após um carpinteiro enterrar um enorme prego de ferro em uma viga de peroba, verifica­se  que a temperatura do mesmo elevou­se em 10 ºC.  Dados: • calor específico do ferro = 0,1 cal/(g ºC)  • massa do prego = 50 g  • 1 cal = 4,2 J

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Admitindo que 60% da energia transferida pelo martelo tenha acarretado a elevação da temperatura do prego e,  considerando que o carpinteiro tenha desferido 50 golpes com seu martelo sobre o prego, a energia média, em  joules, transferida em cada martelada é:  a) 10.  b) 9.  c) 8.  d) 7.  e) 6.  Solução: Energia absorvida pelo prego: Q=mcΔθ =50x0,1x10=50cal= 210J  Energia despendida pelo carpinteiro:  60 E 210 E 350J  100 = ® =  Energia despendida pelo carpinteiro em cada golpe:  E  7,0J  50 =  .  Opção cor reta:  d 

8.  (UFTM  2011)  Dona  Joana  é  cozinheira  e  precisa  de  água  a  80  ºC  para  sua  receita.  Como  não  tem  um  termômetro, decide misturar água fria, que obtém de seu filtro, a 25 ºC, com água fervente. Só não sabe em que  proporção  deve  fazer  a  mistura.  Resolve,  então,  pedir  ajuda  a  seu  filho,  um  excelente  aluno  em  física.  Após  alguns cálculos, em que  levou em conta o fato de  morarem  no  litoral, e em que desprezou todas as possíveis  perdas de calor, ele orienta sua mãe a misturar um copo de 200 mL de água do filtro com uma quantidade de  água fervente, em mL, igual a  a) 800.  b) 750.  c) 625.  d) 600.  e) 550.  Solução: O somatório dos calores trocados é nulo.

(

)

(

)

1 2 1 1 2 2 2  2 2  Q Q 0       m c T m c T 0       200 80 25 m 80 100 0  20m 11.000       m 550 g. + = Þ D + D = Þ - + - = Þ = Þ =  Opção cor reta:e  9. (CEFET­SC­2010)  Em nossas casas, geralmente são usados piso de madeira ou de borracha em quartos e piso cerâmico na cozinha.  Por que sentimos o piso cerâmico mais gelado? 

a)  Porque o piso de cerâmica está mais quente do que o piso de madeira, por isso a sensação de  mais  frio no  piso cerâmico. 

b) Porque o piso de cerâmica está mais gelado do que o piso de  madeira,  por isso a sensação de mais  frio  no  piso cerâmico. 

c) Porque o piso de cerâmica no quarto dá um tom menos elegante. 

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e)  Porque  o  piso  de  cerâmica  tem  mais  área  de  contato  com  o  pé,  por  isso  nos  troca  mais  calor,  causando  sensação de frio. 

Solução: A madeira tem condutividade térmica menor do que a cerâmica. Estando à temperatura menor que os  nossos pés, o calor flui mais lentamente para a madeira, causando­nos a sensação térmica de estar menos frio.  Opção cor reta:d 

10. (IFSP­ 2011)  A temperatura normal do corpo humano é de 36,5 °C. Considere uma pessoa de 80  Kg de  massa  e  que  esteja  com  febre  a  uma  temperatura  de  40°C.  Admitindo  que  o  corpo  seja  feito  basicamente  de  água, podemos dizer que a quantidade de energia, em quilocalorias (kcal), que o corpo dessa pessoa gastou para  elevar sua temperatura até este estado febril, deve ser  mais próxima de:  Dado:calor específico da  água c = 1,0 cal/g°C  a) 200.  b) 280.  c) 320.  d) 360.  e) 420.  Solução: Dados: m = 80 kg = 80.000 g; Dt = 40 – 36,5 = 3,5 °C; c = 1 cal/g×°C. Da equação do calor sensível:  Q = m c Dt Þ Q = 80.000 ´ 1 ´ 3,5 = 280.000 cal Þ Q = 280 kcal.  Opção correta:b 

11.  (IFSP  2011)  No  alto  de  uma  montanha  a  8  ºC,  um  cilindro  munido  de  um  êmbolo  móvel  de  peso  desprezível possui 1 litro de ar no seu interior. Ao levá­lo ao pé da montanha, cuja pressão é de 1 atmosfera, o  volume do cilindro se reduz a 900 cm 3 e sua temperatura se eleva em 6 ºC. A pressão no alto da montanha é  aproximadamente, em atm, de  a) 0,66.  b) 0,77.  c) 0,88.  d) 0,99.  e) 1,08.  Solução: Dados: T1 = 8 °C = 281 K; V1 = 1 L; P2 = 1 atm; V2 = 900 cm 3 = 0,9 L; T2 = T1 + 6 = 287 K.  Considerando o ar com gás ideal, pela equação geral dos gases ideais:

( )

(

)

1 1 2 2 1  1  1 2  P V P V P 1  1 0,9  252,9  P 

T = T Þ 281 = 287 Þ = 287 Þ P1 = 0,88 atm.  Opção corr eta:c 

12. (UFU­2011)  Para tentar descobrir com qual material sólido estava lidando, um cientista realizou a seguinte  experiência: em um calorímetro de madeira de 5 kg e com paredes adiabáticas foram colocados 3 kg de água.  Após certo tempo, a temperatura medida foi de 10° C, a qual se manteve estabilizada. Então, o cientista retirou  de um forno a 540° C uma amostra desconhecida de 1,25 kg e a colocou dentro do calorímetro. Após um tempo  suficientemente longo, o cientista percebeu que a temperatura do calorímetro marcava 30° C e não se alterava  (ver figura abaixo).  Material  Calor específico  (cal/g.ºC)  Água  1,00  Alumínio  0,22  Chumbo  0,12  Ferro  0,11  Madeira  0,42  Vidro  0,16

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Sem considerar as imperfeições dos aparatos experimentais e do procedimento utilizado pelo cientista, assinale  a alternativa que indica qual elemento da tabela acima o cientista introduziu no calorímetro.  a) Chumbo  b) Alumínio  c) Ferro  d) Vidro  e) Madeira 

Solução: 

å

Q=0 ®

(

mcΔθ

)

água +(mcΔθ)madeira +

(

mcΔθ 

)

material = 0 

3.1.(30 10)- +5.0,42(30 10) 1,25c(30- + -540)= 0

637,5 c=102®c= 0,16 cal / g C Opção cor reta: d 

13.  (CPS­  2010)  Você  já  pensou  em  passar  a  noite  em  uma  geladeira  ou  dormir  sobre  uma  grande  pedra  de  gelo? 

Apesar de essa ideia ser assustadora, já existem hotéis feitos de gelo que são como imensos iglus. O primeiro  hotel de gelo do mundo, o Ice, fica na Suécia. Esse hotel possui paredes, camas, mesas e tudo o que existe em  um hotel normal, só que de gelo. Não há como não se impressionar. 

A  inusitada  construção  é  branca,  transparente  e  costuma  durar  apenas  o  período  do  inverno,  porque  depois  o  gelo se derrete.  Numa noite, verificou­se que a temperatura externa era muito mais baixa que a temperatura do interior do hotel  Ice.  A diferença de temperatura entre o interior do hotel e seu exterior se deve ao fato de o gelo apresentar um valor  baixo para  a) o calor específico.  b) a capacidade térmica.  c) o coeficiente de atrito.  d) o coeficiente de dilatação térmica.  e) a constante de condutibilidade térmica.  Solução: O gelo possui baixo coeficiente de condutividade térmica, impedindo a perda de calor de dentro do  hotel para o meio ambiente.  Opção correta: e  14. (Uerj 2010)  A tabela abaixo mostra a quantidade de alguns dispositivos elétricos de uma casa, a potência  consumida por cada um deles e o tempo efetivo de uso diário no verão. 

Dispositivo  Quantidade  Potência  (kW) 

Tempo  efetivo  de  uso  diário  (h)  ar­  condicionado  2  1,5  8  geladeira  1  0,35  12  lâmpada  10  0,10  6  Considere os seguintes valores:  • densidade absoluta da água: 1,0 g/cm 3  • calor específico da água: 1,0 cal.g ­1 0C ­1  • 1 cal = 4,2 J  • custo de 1 kWh = R$ 0,50  No inverno, diariamente, um aquecedor elétrico é utilizado para elevar a temperatura de 120 litros de água em  30 ºC.  Durante 30 dias do inverno, o gasto total com este dispositivo, em reais, é cerca de:

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a) 48  b) 63  c) 96  d) 126  e) 138  Solução: Dados: V = 120 L Þ m = 120 kg; DT = 30°C; c = 1 cal.g –1 .°C –1 = 4.200 J.kg –1 .°C –1 .  Calculando a quantidade de calor gasta diariamente: Q = m c DT = 120 ´ 4.200 ´ 30 = 15,12 ´ 10 6 J.  Calculando a equivalência entre quilowatt e joule: 1 kWh = (10 3 W) ´ (3.600 s) = 3,6 ´ 10 6 W.s =  3,6 ´ 10 6 J.  6  6  3,6 10  J      1 kWh  15,12 10           Q ì ´ Þ ï í ´ Þ ï î Þ  Q =  6  6  15,12 10  3,6 10 ´ ´ Þ  Q = 4,2 kWh. 

O gasto total com esse dispositivo em 30 dias é:GTotal = 30 ´ 4,2 ´ 0,50 Þ  Gtotal = R$ 63,00. 

Opção cor reta: b  15. (Unicamp 2011)  Em abril de 2010, erupções vulcânicas na Islândia paralisaram aeroportos em vários países  da Europa. Além do risco da  falta de  visibilidade, as cinzas dos vulcões podem afetar  os motores dos aviões,  pois contêm  materiais que  se  fixam  nas pás de saída, causando problemas no  funcionamento do motor a jato.  Uma  erupção  vulcânica  pode  ser  entendida  como  resultante  da  ascensão  do  magma  que  contém  gases  dissolvidos,  a  pressões  e  temperaturas  elevadas.  Esta  mistura  apresenta  aspectos  diferentes  ao  longo  do  percurso,  podendo  ser  esquematicamente  representada  pela  figura  a  seguir,  onde  a  coloração  escura  indica  o  magma e os discos de coloração clara indicam o gás. 

Segundo essa figura, pode­se depreender que 

a) as explosões nas erupções vulcânicas se devem, na realidade, à expansão de bolhas de gás.  b) a expansão dos gases próximos à superfície se deve à diminuição da temperatura do magma. 

c) a ascensão do magma é facilitada pelo aumento da pressão sobre o gás, o que dificulta a expansão das bolhas.  d)  a  densidade  aparente  do  magma  próximo  à  cratera  do  vulcão  é  maior  que  nas  regiões  mais  profundas  do 

vulcão, o que facilita sua subida. 

e) as explosões nas erupções vulcânicas se devem, na realidade, à compressão de bolhas de gás. 

Solução: Conforme sugere a figura, à medida que as bolhas sobem, elas sofrem expansão, pois reduz­se a  pressão sobre elas.  Opção corr eta:a

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