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SISTEMA DE CONTROLO INTERNO

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SISTEMA DE CONTROLO INTERNO

Colectânea de Legislação

SISTEMA DE CONTROLO INTERNO -

Colectânea de Legislação

Lisboa 2002

Tribunal de Contas

Tribunal de Contas Lisboa 2002

(2)

Tribunal de Contas

Sistema de Controlo Interno

Colectânea de Legislação

Lisboa

(3)

Direcção

Presidente do Tribunal de Contas de Portugal

Alfredo José de Sousa

Coordenação

Director–Geral do Tribunal de Contas

José F. F. Tavares

Auditor–Coordenador do Departamento de Consultadoria e Planeamento

Manuel Freire Barros

Apoio Técnico do

Departamento de Consultadoria e Planeamento: Capa

Lúcia Gomes Belo

Assessoria Técnico–Jurídica

Maria Fernanda Rodrigues Beites Martins

Informação Jurídica

António Peixoto Cláudia Parreira

Paginação e Composição gráfica

Lúcia Gomes Belo Cláudia Parreira

Execução gráfica

Augusto A. Maris dos Santos

Edição

Tribunal de Contas de Portugal www.tcontas.pt Junho 2002 Tiragem 500 ex. Depósito Legal 181261/02

(4)

Índice

NOTA DE APRESENTAÇÃO... 27

SISTEMA DE CONTROLO INTERNO ... 29

Decreto–Lei n.º 166/98, de 25 de Junho ...29

Artigo 1.º – Designação...29

Artigo 2.º – Objecto...30

Artigo 3.º – Componentes ...30

Artigo 4.º – Estrutura...30

Artigo 5.º – Princípios de coordenação ...30

Artigo 6.º – Conselho Coordenador ...31

Artigo 7.º – Competências...31

Artigo 8.º – Tribunal de Contas...31

Artigo 9.º – Plano e relatório de actividades ...31

Artigo 10.º – Disposições finais e transitórias...32

Decreto Regulamentar n.º 27/99, de 12 de Novembro...33

Artigo 1.º – Objecto...34

Artigo 2.º – Princípio geral...34

Artigo 3.º – Competências do Conselho Coordenador ...34

Artigo 4.º – Cooperação externa...35

Artigo 5.º – Deveres gerais...35

Artigo 6.º – Deveres especiais ...35

Artigo 7.º – Funcionamento do Conselho Coordenador...35

Artigo 8.º – Reuniões ...36

Artigo 9.º – Deliberações ...36

Artigo 10.º – Apoio administrativo e técnico ...36

Artigo 11.º – Adjudicação de estudos...36

Artigo 12.º – Encargos de funcionamento ...36

Artigo 13.º – Regulamento interno...36

REGIME GERAL COMUM DAS CARREIRAS DE INSPECÇÃO ... 39

Decreto–Lei n.º 112/2001, de 6 de Abril ...39

CAPÍTULO I – Disposições gerais ...40

Artigo 1.º – Objecto...40

Artigo 2.º – Âmbito ...40

CAPÍTULO II – Carreiras de inspecção...40

Artigo 3.º – Carreiras...40

Artigo 4.º – Carreira de inspector superior ...41

(5)

Artigo 6.º – Carreira de inspector–adjunto ... 42

Artigo 7.º – Recrutamento excepcional ... 42

Artigo 8.º – Outros requisitos de acesso ... 42

Artigo 9.º – Intercomunicabilidade entre carreiras ... 42

CAPÍTULO III – Quadros de pessoal ... 43

Artigo 10.º – Previsão de carreiras de inspecção ... 43

Artigo 11.º – Previsão de lugares... 43

CAPÍTULO IV – Suplemento de função inspectiva ... 43

Artigo 12.º – Pessoal de inspecção ... 43

Artigo 13.º – Pessoal dirigente ... 44

CAPÍTULO V – Disposições finais e transitórias ... 44

Artigo 14.º – Regulamentação ... 44

Artigo 15.º – Regra geral de transição ... 44

Artigo 16.º – Regras especiais de transição ... 45

Artigo 17.º – Adaptação de quadros de pessoal... 45

Artigo 18.º – Salvaguarda de situações... 45

Artigo 19.º – Produção de efeitos ... 45

INSPECÇÃO DIPLOMÁTICA E CONSULAR ...47

Decreto–Lei n.º 55/94, de 24 de Fevereiro (Lei Orgânica) ... 47

CAPÍTULO I – Natureza e atribuições ... 47

Artigo 1.º – Natureza ... 47

Artigo 2.º – Atribuições ... 47

CAPÍTULO II – Orgânica... 48

Artigo 3.º – Direcção ... 48

Artigo 4.º – Adjunto ... 48

Artigo 5.º – Secção Administrativa ... 48

CAPÍTULO III – Funcionamento ... 48

Artigo 6.º – Plano e relatório anual de actividade... 48

Artigo 7.º – Inspecções ordinárias e extraordinárias... 49

Artigo 8.º – Direitos e prerrogativas ... 49

Artigo 9.º – Dever de sigilo ... 49

CAPÍTULO IV – Pessoal e regime administrativo ... 50

Artigo 10.º – Pessoal... 50

Artigo 11.º – Regime administrativo ... 50

INSPECÇÃO–GERAL DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES

E COMUNICAÇÕES...51

Decreto–Lei n.º 409/87, de 31 de Dezembro (Lei Orgânica) ... 51

CAPÍTULO I – Natureza e atribuições ... 51

Artigo 1.º – Natureza e âmbito de actuação... 51

Artigo 2.º – Atribuições ... 52

(6)

Artigo 3.º – Órgão ...52

Artigo 4.º – Competência do inspector–geral...53

SECÇÃO II – Serviços ...53

Artigo 5.º – Serviços...53

Artigo 6.º – Serviço de Inspecção ...53

Artigo 6.º-A – Actuação do Serviço de Inspecção no domínio dos transportes rodoviários ...54

Artigo 7.º – Serviço de Apoio Técnico...55

Artigo 8.º – Repartição Administrativa ...55

CAPÍTULO III – Pessoal...56

Artigo 9.º – Quadro de pessoal...56

Artigo 10.º – Regras de provimento ...56

Artigo 11.º – Pessoal dirigente ...56

Artigo 12.º – Carreira de inspector ...57

Artigo 12.º– A – Classificação anual de serviço ...58

Artigo 13.º – Carreira técnica superior ...58

Artigo 14.º – Chefe de repartição ...58

Artigo 15.º – Pessoal administrativo e auxiliar ...59

Artigo 16.º – Afectação de pessoal ...59

Artigo 16.º- A – Contratos de tarefa e avença ...59

Artigo 17.º – Requisição, destacamento e comissão de serviço ...59

Artigo 18.º – Gratificações ...60

Artigo 18.º-A – Abonos e ajudas de custo ...60

Artigo 19.º – Direitos e prerrogativas ...60

Artigo 19.º- A – Domicílio legal ...61

Artigo 20.º – Sigilo profissional, incompatibilidade e deveres especiais ...61

Artigo 20.º–A – Autoridade pública ...61

CAPÍTULO IV –disposições finais e transitórias...62

Artigo 21.º – Primeiros provimentos ...62

Artigo 22.º – Relacionamento com outras entidades ...62

Artigo 22.º- A – Prestação de declarações ...62

Artigo 22.º- B – Fiscalização do resultado das acções da Inspecção–Geral ...63

Artigo 23.º – Vigência ...63

Decreto–Lei n.º 60/89, de 23 de Fevereiro (Define o quadro do pessoal)...64

Artigo 1.º – Quadro de pessoal...65

Artigo 2.º – Carreira de inspecção ...65

Artigo 3.º – Transição de pessoal ...65

Artigo 4.º – Relevância de tempo de serviço prestado ...65

Artigo 5.º – Entrada em vigor...65

Decreto–Lei n.º 124/91, de 21 de Março (Altera o quadro do pessoal) ...66

Artigo 1.º ...66

Artigo 2.º ...66

(7)

Artigo 4.º ... 66

Decreto Regulamentar n.º 13/2001 – de 30 de Junho (Escalas salariais do pessoal) ... 67

Artigo 1.º – Objecto e âmbito ... 68

Artigo 2.º – Transição... 68

Artigo 3.º – Alteração ao quadro de pessoal ... 68

Artigo 4.º – Produção de efeitos ... 68

Decreto Regulamentar n.º 27/2002, de 8 de Abril (Define a carreira de Inspecção da IGOTC) ... 69

Artigo 1.º – Objecto e âmbito ... 70

Artigo 2.º – Carreira de inspecção ... 70

Artigo 3.º – Conteúdo funcional da carreira de inspector superior ... 70

Artigo 4.º – Estágio... 70

Artigo 5.º – Transição do pessoal ... 71

Artigo 6.º – Produção de efeitos ... 71

Decreto-Lei n.º 116/2002, de 20 de Abril (Altera a Lei Orgânica da IGOTC) ... 71

Artigo 1.º – Alterações à Lei Orgânica da Inspecção-Geral de Obras Públicas, Transportes e Comunicações ... 72

Artigo 2.º – Aditamento de artigo à Lei Orgânica da Inspecção-Geral de Obras Públicas, Transportes e Comunicações ... 72

INSPECÇÃO–GERAL DA DEFESA NACIONAL...73

Decreto–Lei n.º 72/2001, de 26 de Fevereiro (Lei Orgânica) ... 73

CAPÍTULO I – Natureza ... 74

Artigo 1.º – Natureza ... 74

Artigo 2.º – Âmbito ... 74

Artigo 3.º – Competências ... 74

CAPÍTULO II – Órgãos e serviços... 75

Artigo 4.º – Inspector–geral... 75

Artigo 5.º – Competência do inspector–geral ... 75

Artigo 6.º – Conselho de inspecção ... 75

Artigo 7.º – Estrutura ... 76

Artigo 8.º – Inspecções ... 76

Artigo 9.º – Competência dos inspectores–directores... 76

Artigo 10.º – Direcção de Serviços de Estudos, Planeamento e Apoio Técnico ... 77

Artigo 11.º – Divisão de Estudos, Planeamento e Apoio Técnico ... 77

Artigo 12.º – Núcleo de Informática... 77

Artigo 13.º – Secção de Apoio... 78

Artigo 14.º – Divisão de Apoio Geral... 78

Artigo 15.º – Secção Administrativa ... 78

(8)

Artigo 17.º – Secção de Expediente Geral e Arquivo...79

CAPÍTULO III – Funcionamento...79

Artigo 18.º – Poderes instrutórios...79

Artigo 19.º – Recolha de informações ...80

Artigo 20.º – Princípios de actuação...80

Artigo 21.º – Competência para ordenar as inspecções...80

Artigo 22.º – Exercício da acção inspectiva ...80

Artigo 23.º – Funcionamento das equipas de inspecção...81

Artigo 24.º – Plano de inspecções ...81

Artigo 25.º – Análises de programas e sistemas ...81

Artigo 26.º – Relatório ...81

Artigo 27.º – Realização de inspecções da Inspecção–Geral da Defesa Nacional através dos ramos ...82

Artigo 28.º – Requisição de pessoal militar...82

Artigo 29.º – Plano e relatório de actividades da IGDN...82

CAPÍTULO IV – Pessoal ...83

Artigo 30.º – Quadro de pessoal ...83

Artigo 31.º – Recrutamento de inspectores–directores e inspectores–coordenadores...83

Artigo 32.º – Regime de pessoal ...83

Artigo 33.º – Cartão de identificação e livre trânsito ...83

Artigo 34.º – Sigilo profissional e incompatibilidades ...83

CAPÍTULO V – Disposições finais e transitórias ...84

Artigo 35.º – Pessoal dirigente ...84

Artigo 36.º – Transição para o quadro da Inspecção–Geral da Defesa Nacional ...84

Artigo 37.º – Pessoal a exercer funções noutros serviços e organismos ...84

Artigo 38.º – Concursos ...84

Artigo 39.º – Reclassificação e reconversão profissionais ...84

Artigo 40.º – Disposição revogatória...84

Decreto Regulamentar n.º 39/2002, de 12 de Junho (Carreiras e escalas salariais) ...85

Artigo 1.º – Objecto...85

Artigo 2.º – Carreira de inspector superior ...86

Artigo 3.º – Estágio ...86

Artigo 4.º – Conteúdo funcional da carreira...86

Artigo 5.º – Quadro de pessoal...87

Artigo 6.º – Regra de transição...87

Artigo 7.º – Produção de efeitos...87

(9)

INSPECÇÃO–GERAL DA FORÇA AÉREA...89

Decreto Regulamentar n.º 54/94, de 3 de Setembro (Estabelece as atribuições, competência e organização dos serviços) ... 89

CAPÍTULO I – Natureza ... 89

Artigo 1.º – Natureza ... 89

Artigo 2.º – Competências ... 89

Artigo 3.º – Estrutura ... 90

INSPECÇÃO–GERAL DO EXÉRCITO ...91

Decreto Regulamentar n.º 46/94, de 2 de Setembro (Estabelece as atribuições, competência e organização dos serviços) ... 91

Artigo 1.º – Natureza ... 91

Artigo 2.º – Competências ... 91

Artigo 3.º – Estrutura ... 91

Artigo 4.º – Gabinete do Inspector–Geral... 92

SUPERINTENDÊNCIA DOS SERVIÇOS FINANCEIROS DA

MARINHA...93

Decreto Regulamentar n.º 24/94, de 1 de Setembro (Estabelece as atribuições, competência e organização dos serviços) ... 93

CAPÍTULO I – Natureza ... 93

Artigo 1.º – Natureza ... 93

Artigo 2.º – Competências ... 94

CAPÍTULO II – Órgãos e serviços... 95

Artigo 3.º – Estrutura orgânica ... 95

Artigo 4.º – Superintendente dos Serviços Financeiros ... 95

Artigo 5.º – Gabinete do Superintendente ... 95

Artigo 6.º – Direcção de Administração Financeira ... 96

Artigo 7.º – Estrutura ... 96

Artigo 8.º – Direcção do Apuramento de Responsabilidades ... 97

Artigo 9.º – Estrutura ... 97

Artigo 10.º – Chefia do Serviço de Apoio Administrativo ... 98

Artigo 11.º – Estrutura ... 99

Artigo 12.º – Conselho Administrativo ... 99

Artigo 13.º – Secretarias ... 99

CAPÍTULO III – Disposições finais e transitórias ... 100

Artigo 14.º – Extinção ... 100

(10)

INSPECÇÃO–GERAL DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA ... 101

Decreto–Lei n.º 227/95, de 11 de Setembro (Lei Orgânica) ...101

CAPÍTULO I – Natureza, âmbito e competência ...101

Artigo 1.º – Natureza...101

Artigo 2.º – Sede e âmbito...102

Artigo 3.º – Competências...102

Artigo 4.º – Princípios fundamentais...103

CAPÍTULO II – Órgãos e serviços...103

Artigo 5.º – Estrutura...103

Artigo 6.º – Inspector–geral...104

Artigo 7.º – Competência do inspector–geral...104

Artigo 8.º – Serviço de Inspecção e Fiscalização ...104

Artigo 9.º – Competências do SIF ...104

Artigo 10.º – Departamento de Assuntos Internos ...105

Artigo 11.º – Repartição Administrativa e de Apoio Geral ...106

CAPÍTULO III – Funcionamento...106

Artigo 12.º – Funcionamento das inspecções ...106

Artigo 13.º – Poderes instrutórios...106

Artigo 14.º – Relatório das acções...107

Artigo 15.º – Acompanhamento do resultado das acções da IGAI...107

Artigo 16.º – Dever de cooperação...107

CAPÍTULO IV – Pessoal ...108

SECÇÃO I – Quadro e carreiras ...108

Artigo 17.º – Quadro privativo ...108

Artigo 18.º – Pessoal dirigente ...108

Artigo 18.º- A – Pessoal de chefia ...109

Artigo 19.º – Pessoal de inspecção ...109

Artigo 20.º – Função de interesse público ...109

Artigo 21.º – Recrutamento do pessoal de inspecção ...110

Artigo 22.º – Estágio ...111

Artigo 23.º – Conteúdo funcional...111

SECÇÃO II – Direitos e deveres ...111

Artigo 24.º – Remunerações...111

Artigo 25.º – Identificação e livre trânsito...112

Artigo 26.º – Transporte e deslocações ...112

Artigo 27.º – Formação ...112

Artigo 28.º – Sigilo profissional ...112

Artigo 29.º – Regime de prestação do trabalho ...112

Artigo 29.º- A – Uso e porte de arma ...113

Artigo 29.º- B – Garantias ...113

CAPÍTULO IV – Disposições transitórias ...113

Artigo 30.º – Preenchimento transitório de lugares ...113

(11)

Decreto–Lei n.º 154/96, de 31 de Agosto (Altera a Lei Orgânica)...115

Decreto–Lei n.º 3/99, de 4 de Janeiro (Altera a Lei Orgânica) ... 116

Artigo 1.º ... 117

Artigo 2.º ... 117

INSPECÇÃO

–GERAL DA POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA ... 119

.

Lei de Organização e Funcionamento da Polícia de Segurança Pública (aprovada pela Lei n.º 5/99, de 27 de Janeiro) ... 119

Artigo 1.º – Natureza ... 119

Artigo 2.º – Competências ... 119

SECÇÃO III – Serviços dependentes do director nacional ... 120

SUBSECÇÃO I – Inspecção–Geral ... 120

Artigo 27.º – Competência... 120

Artigo 28.º – Inspector–geral... 121

Artigo 29.º – Equipas de inspecção ... 121

GABINETE DE ASSESSORES E INSPECTORES DA GUARDA

NACIONAL REPUBLICANA (LEI ORGÂNICA) ...123

Artigo 1.º – Definição... 123

Artigo 2.º – Missão geral ... 123

Artigo 42.º – Gabinete de Assessores e Inspectores ... 123

INSPECÇÃO–GERAL DE FINANÇAS...125

Decreto–Lei n.º 249/98, de 11 de Agosto (Lei Orgânica) ... 125

CAPÍTULO I – Natureza, missão e âmbito de intervenção ... 127

Artigo 1.º – Natureza e missão ... 127

Artigo 2.º – Âmbito de intervenção ... 127

CAPÍTULO II – Organização e gestão ... 128

Artigo 3.º – Princípios ... 128

Artigo 4.º – Áreas de especialização... 128

Artigo 5.º – Estrutura de decisão ... 129

Artigo 6.º – Inspector–geral de finanças ... 129

Artigo 7.º – Conselho de inspecção ... 130

Artigo 8.º – Direcção operacional... 130

Artigo 9.º – Chefia logística ... 130

Artigo 10.º – Instrumentos de gestão ... 130

CAPÍTULO III – Exercício da actividade... 131

SECÇÃO I –Dos princípios, direitos e garantias de actuação... 131

Artigo 11.º – Intervenção da IGF... 131

(12)

Artigo 13.º – Princípio da cooperação...131

Artigo 14.º – Dever de sigilo ...131

Artigo 15.º – Garantia do exercício da função inspectiva ...131

SECÇÃO II – Da eficácia das acções ...132

Artigo 16.º – Deveres de colaboração e informação ...132

Artigo 17.º – Princípio do contraditório ...133

Artigo 18.º – Garantia da eficácia ...133

Artigo 19.º – Dever de participação ...133

CAPÍTULO IV – Pessoal ...134

Artigo 20.º – Carreira de inspecção...134

Artigo 21.º – Quadro de pessoal ...134

Artigo 22.º – Classificação anual de serviço ...134

Artigo 23.º – Provimento do pessoal dirigente ...134

Artigo 24.º – Provimento do pessoal da carreira de inspecção...135

Artigo 25.º – Provimento do pessoal técnico de finanças...135

Artigo 26.º – Provimento do restante pessoal...136

Artigo 27.º – Regime de provimento e selecção...136

Artigo 28.º – Impedimentos e incompatibilidades...136

Artigo 29.º – Remunerações...137

Artigo 30.º – Domicílio profissional ...137

CAPÍTULO V – Disposições finais e transitórias ...137

Artigo 31.º – Orientação de acções ...137

Artigo 32.º – Preenchimento de lugares ...137

Artigo 33.º – Transição...137

Artigo 34.º – Chefes de repartição ...138

Artigo 35.º – Pessoal ...138

Artigo 36.º – Concursos pendentes...138

Artigo 37.º – Norma revogatória ...138

Decreto–Lei n.º 353/89, de 16 de Outubro (Escalas salariais) ...139

Artigo 35.º – Remunerações...139

Artigo 35.º- A – Remunerações dos dirigentes ...139

Decreto–Lei n.º 363–A/98, de 19 de Novembro (Altera a Lei Orgânica) ...140

Decreto–Lei n.º 173/99, de 20 de Maio (Atribui à IGF a competência para a elaboração do relatório sobre instrumentos financeiros no âmbito do QCA) ...140

Artigo 1.º – Âmbito ...141

Artigo 2.º – Atribuições...142

Artigo 3.º – Natureza...142

Artigo 4.º – Princípios orientadores ...142

Artigo 5.º – Articulação...142

Artigo 6.º – Da emissão do relatório ...142

Artigo 7.º – Dever de colaboração...143

Artigo 8.º – Contactos com a Comissão Europeia...143

(13)

Artigo 10.º – Conservação de documentos ... 144

Artigo 11.º – Sigilo ... 144

Artigo 12.º – Disposições finais ... 144

Decreto–Lei n.º 491/99, de 17 de Novembro (Atribui à IGF a organização a actualização das participações detidas pelo Estado e outros entes públicos) ... 144

Artigo 1.º – Objecto ... 145

Artigo 2.º – Entes públicos ... 145

Artigo 3.º – Informação anual... 145

Artigo 4.º – Informação periódica ... 146

Artigo 5.º – Norma revogatória ... 146

Artigo 6.º – Entrada em vigor ... 146

Portaria n.º 79/2000, de 19 de Fevereiro (Mapas de participações) ... 146

Decreto–Lei n.º 205/2001 – de 27 de Julho (Suplemento de função inspectiva) ... 153

Artigo 1.º – Suplemento de função inspectiva ... 153

Artigo 2.º – Montante ... 153

Artigo 3.º – Equipas inspectivas ... 153

Artigo 4.º – Norma derrogatória ... 153

Decreto-Lei n.º 91/2002, de 12 de Abril (Altera a Lei Orgânica)... 154

Artigo 1.º - Alteração ao Decreto-Lei n.º 249/98, de 11 de Agosto ... 154

Artigo 2.º - Reclassificação ... 154

Artigo 3.º – Criação do lugar ... 155

Artigo 4.º – Norma revogatória ... 155

Artigo 5.º – Produção de efeitos ... 155

INSPECÇÃO–GERAL DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA

SOLIDARIEDADE ...157

Decreto–Lei n.º 80/2001, de 6 de Março (Lei Orgânica) ... 157

CAPÍTULO I – Natureza, âmbito de actuação e competências ... 158

Artigo 1.º – Natureza ... 158

Artigo 2.º – Sede e competência territorial ... 158

Artigo 3.º – Âmbito de actuação... 158

Artigo 4.º – Competências ... 159

CAPÍTULO II – Órgãos e serviços... 160

Artigo 5.º – Direcção ... 160

Artigo 6.º – Competências do inspector–geral... 161

Artigo 7.º – Serviços... 161

Artigo 8.º – Serviço de Auditoria e Inspecção... 161

Artigo 9.º – Núcleo de Apoio Técnico... 161

Artigo 10.º – Direcção de Serviços de Apoio à Gestão e Administração... 162

(14)

CAPÍTULO III – Funcionamento...162

Artigo 11.º – Desenvolvimento da acção da IGMTS ...162

Artigo 12.º – Equipas de auditoria e inspecção ...163

Artigo 13.º – Cumprimento das determinações ...163

Artigo 14.º – Princípio do contraditório ...163

Artigo 15.º – Dever de cooperação...163

Artigo 16.º – Notificação e requisição de testemunhas ou declarantes ...164

Artigo 17.º – Direitos e prerrogativas...164

Artigo 18.º – Verificação de infracções...165

Artigo 19.º – Nomeação de peritos e técnicos especializados ...165

CAPÍTULO IV – Do pessoal...165

Artigo 20.º – Quadro de pessoal ...165

Artigo 21.º – Pessoal dirigente ...165

Artigo 22.º – Carreira de inspecção...166

Artigo 23.º – Outro pessoal ...166

Artigo 24.º – Domicílio necessário...166

Artigo 25.º – Dever de sigilo ...166

Artigo 26.º – Impedimentos e incompatibilidades...166

Artigo 27.º – Identificação e livre trânsito...167

Artigo 28.º – Funcionários e agentes de outros serviços e organismos ...167

CAPÍTULO V – Disposições transitórias e finais ...167

Artigo 29.º – Transição para o quadro da IGMTS...167

Artigo 30.º – Pessoal a exercer funções em outros serviços ou organismos ...168

Artigo 31.º – Concursos ...168

Artigo 32.º – Reclassificação e reconversão profissionais ...168

Artigo 33.º – Quadro de pessoal e estatuto remuneratório ...168

Artigo 34.º – Encargos orçamentais ...168

Artigo 35.º – Norma revogatória ...168

Decreto Regulamentar n.º 32/2002, de 22 de Abril (Carreiras e estatuto remuneratório) ...170

CAPÍTULO I – Disposições gerais ...170

Artigo 1.º – Objecto...170

Artigo 2.º – Âmbito ...170

CAPÍTULO II – Regime das carreiras de inspecção ...170

Artigo 3.º – Carreiras de inspecção ...170

Artigo 4.º – Condições de ingresso na carreira de inspector superior...171

Artigo 5.º – Admissão a estágio ...171

Artigo 6.º – Regimes de estágio ...171

Artigo 7.º – Condições de acesso nas carreiras de inspecção ...172

Artigo 8.º – Conteúdos funcionais...172

Artigo 9.º – Identificação e exercício de autoridade pública ...172

(15)

Artigo 10.º – Aprovação do quadro de pessoal... 173

CAPÍTULO IV – Disposições transitórias e finais ... 173

Artigo 11.º – Regime geral de transição para a carreira de inspector superior ... 173

Artigo 12.º – Transição para a carreira de inspector-adjunto... 173

Artigo 13.º – Outras situações de transição para a carreira de inspector superior ... 174

Artigo 14.º – Forma de integração do pessoal no quadro da IGMTS... 174

Artigo 15.º – Produção de efeitos ... 174

INSPECÇÃO–GERAL DOS SERVIÇOS DE JUSTIÇA...177

Decreto–Lei n.º 101/2001, de 29 de Março (Lei Orgânica)... 177

CAPÍTULO I – Natureza, âmbito e competências... 178

Artigo 1.º – Natureza ... 178

Artigo 2.º – Sede e âmbito ... 178

Artigo 3.º – Competências ... 178

Artigo 4.º – Nível de intervenção ... 179

Artigo 5.º – Relação com outras entidades ... 179

CAPÍTULO II – Órgãos e serviços... 179

Artigo 6.º – Direcção ... 179

Artigo 7.º – Competência do inspector–geral ... 179

Artigo 8.º – Competência dos subinspectores–gerais ... 179

Artigo 9.º – Serviços... 180

Artigo 10.º – Serviço de Inspecção... 180

Artigo 11.º – Núcleo de Apoio Técnico... 180

Artigo 12.º – Direcção de Serviços de Organização e Sistemas de Informação... 181

Artigo 13.º – Direcção de Serviços de Administração e Gestão ... 181

CAPÍTULO III – Funcionamento ... 182

Artigo 14.º – Planos de actividades ... 182

Artigo 15.º – Inspecções, auditorias, sindicâncias e inquéritos ... 182

Artigo 16.º – Queixas, reclamações e denúncias ... 183

Artigo 17.º – Processos disciplinares... 183

Artigo 18.º – Instrução dos processos... 183

Artigo 19.º – Poderes instrutórios... 184

Artigo 20.º – Confidencialidade e publicidade dos processos ... 184

Artigo 21.º – Dever de colaboração... 185

Artigo 22.º – Acompanhamento do resultado das acções ... 185

CAPÍTULO IV – Pessoal... 185

Artigo 23.º – Regime do pessoal... 185

Artigo 24.º – Quadro... 185

Artigo 25.º – Estatuto remuneratório do inspector–geral e dos subinspectores–gerais ... 185

(16)

Artigo 27.º – Carreira de inspector superior ...186

Artigo 28.º – Recrutamento em comissão de serviço ...186

Artigo 29.º – Estatuto remuneratório do pessoal de inspecção em comissão de serviço...187

Artigo 30.º – Salvaguarda de direitos ...187

Artigo 31.º – Dispensa de estágio...187

Artigo 32.º – Conteúdo funcional do pessoal de inspecção...187

Artigo 33.º – Coordenação ...187

Artigo 34.º – Regime de exercício de funções do pessoal de inspecção ...188

Artigo 35.º – Sigilo profissional ...188

Artigo 36.º – Regalias funcionais ...188

Artigo 37.º – Formação e aperfeiçoamento profissional ...188

CAPÍTULO V – Disposições finais e transitórias ...188

Artigo 38.º – Entrada em vigor...188

Decreto Regulamentar n.º 15/2001, de 12 de Outubro (Carreira e escalões salariais do pessoal)...189

Artigo 1.º – Objecto...189

Artigo 2.º – Carreira de inspector superior ...189

Artigo 3.º – Recrutamento excepcional para lugar de acesso ...190

Artigo 4.º – Admissão a estágio ...190

Artigo 5.º – Regime do estágio...190

Artigo 6.º – Conteúdo funcional...191

Artigo 7.º – Transição de pessoal ...191

Artigo 8.º – Formalidades da transição...192

Artigo 9.º – Produção de efeitos...192

INSPECÇÃO–GERAL E AUDITORIA DE GESTÃO DO

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA ... 193

Decreto–Lei n.º 192/91, de 21 de Maio (Lei Orgânica) ...193

CAPÍTULO I – Natureza e atribuições...193

Artigo 1.º – Natureza...193

Artigo 2.º – Competências...193

CAPÍTULO II – Órgãos e serviços e suas competências ...194

Artigo 3.º – Órgãos e serviços ...194

Artigo 4.º – Direcção...195

Artigo 5.º – Conselho de Auditoria de Gestão da IGA (CIGA) ...196

Artigo 6.º – Serviços de Auditoria de Acções Estruturais e de Gestão (SAEG) ...196

Artigo 6.º–A – Serviços de Auditoria de Acções Conjunturais e de Gestão (SACOG)...197

Artigo 7.º – Serviços de Inspecção e Processos Especiais (SIPE)...198

Artigo 7.º- A – Divisão de Estudos, Planeamento, Tratamento de Informação e Organização (ESPLANTIO) ...198

(17)

Artigo 8.º – Serviços de administração... 198

Artigo 8.º- A – Secretariado de Apoio ... 199

CAPÍTULO III – Pessoal... 199

Artigo 9.º – Regime e quadro de pessoal ... 199

Artigo 10.º – Carreira de inspecção ... 200

Artigo 11.º – Carreira de inspector técnico–administrativo ... 200

Artigo 12.º – Prerrogativas ... 201

Artigo 13.º – Dever de cooperação ... 202

CAPÍTULO IV – Disposições transitórias... 202

Artigo 14.º – Transição de pessoal ... 202

Artigo 15.º – Integração de pessoal ... 202

Artigo 16.º – Revogação... 202

Decreto–Lei n.º 18/94, de 25 de Janeiro (Altera a Lei Orgânica) ... 204

Decreto Regulamentar n.º 7/2001, de 28 de Maio (Escalas salariais do pessoal)... 205

Artigo 1.º – Escalas salariais... 205

Artigo 2.º – Transição... 206

Artigo 3.º – Alteração do quadro de pessoal da carreira de inspecção ... 206

Artigo 4.º – Produção de efeitos ... 206

Decreto Regulamentar n.º 34/2002, de 23 de Abril (Carreiras e escalas salariais) ... 207

Artigo 1.º – Objecto e âmbito ... 207

Artigo 2.º – Carreiras de inspecção... 208

Artigo 3.º – Ingresso e acesso nas carreiras ... 208

Artigo 4.º – Conteúdos funcionais ... 208

Artigo 5.º – Quadro de pessoal ... 209

Artigo 6.º – Regras de transição ... 209

Artigo 7.º – Regime de estágio ... 210

Artigo 8.º – Formação profissional ... 210

Artigo 9.º – Produção de efeitos ... 210

INSPECÇÃO–GERAL DA EDUCAÇÃO ...213

Decreto–Lei n.º 271/95, de 23 de Outubro (Lei Orgânica) ... 213

CAPÍTULO I – Natureza, âmbito e competências... 213

Artigo 1.º – Natureza ... 213

Artigo 2.º – Competências ... 214

Artigo 3.º – Áreas de actuação... 214

Artigo 4.º – Actividade inspectiva ... 215

CAPÍTULO II – Órgãos e serviços... 215

Artigo 5.º – Direcção ... 215

Artigo 6.º – Competências do inspector–geral... 216

(18)

Artigo 8.º – Serviços...216

Artigo 9.º – Competências dos núcleos da área da educação pré– escolar e dos ensinos básico, secundário e profissional ...217

Artigo 10.º – Competências dos núcleos da área do ensino superior e dos serviços educativos ...218

Artigo 11.º – Competências do Gabinete de Apoio Jurídico ...219

Artigo 12.º – Gabinete de Apoio Geral ...219

Artigo 13.º – Competências da Repartição Administrativa ...220

Artigo 14.º – Competências da Repartição Financeira ...220

Artigo 15.º – Gabinete de Planeamento, Documentação e Formação...220

Artigo 16.º – Gabinete de Informática...221

Artigo 17.º – Delegações regionais ...221

Artigo 18.º – Estrutura das delegações regionais ...222

Artigo 19.º – Competências das delegações regionais ...222

Artigo 20.º – Acções inspectivas ...223

CAPÍTULO III – Pessoal...224

SECÇÃO I – Princípios gerais...224

Artigo 21.º – Quadro do pessoal...224

Artigo 22.º – Recrutamento e provimento ...224

Artigo 23.º – Recrutamento e provimento do pessoal dirigente ...224

Artigo 24.º – Classificação de serviço do pessoal de inspecção...225

Artigo 25.º – Impedimentos e incompatibilidades...225

SECÇÃO II – carreira de inspecção superior ...225

Artigo 26.º – Ingresso e acesso na carreira de inspecção superior ...225

Artigo 27.º – Regime de estágio ...226

Artigo 28.º – Remunerações...226

Artigo 29.º – Domicílio profissional ...227

Artigo 30.º – Direitos ...227

Artigo 31.º – Dever de sigilo ...227

CAPÍTULO IV – Disposições finais e transitórias ...228

Artigo 32.º – Transição de pessoal ...228

Artigo 33.º – Transição para a carreira de inspecção superior...228

Artigo 34.º – Transição de pessoal técnico superior...229

Artigo 35.º – Integração de docentes ...230

Artigo 36.º – Preenchimento de lugares ...231

Artigo 37.º – Concursos pendentes...231

Artigo 38.º – Quadro único do Ministério da Educação...231

Artigo 39.º – Revisão ...232

Artigo 40.º – Aplicação às Regiões Autónomas...232

Artigo 41.º – Norma revogatória ...232

Decreto–Lei n.º 2/96, de 4 de Janeiro (Altera a Lei Orgânica)...233

Artigo 1.º – Suspensão ...234

Artigo 2.º – Reposição em vigor ...234

(19)

Lei n.º 18/96, de 20 de Junho (Altera a Lei Orgânica)... 234

Artigo único ... 235

Decreto–Lei n.º 233/97, de 3 de Setembro (Altera a Lei Orgânica)... 235

Decreto–Lei n.º 70/99, de 12 de Março (Altera a Lei Orgânica)... 236

INSPECÇÃO–GERAL DA SAÚDE ...239

Decreto–Lei n.º 291/93, de 24 de Agosto (Lei Orgânica) ... 239

CAPÍTULO I – Natureza e atribuições ... 239

Artigo 1.º – Natureza ... 239

Artigo 2.º – Atribuições ... 239

Artigo 3.º – Competências ... 239

CAPÍTULO II – Órgãos e serviços... 240

Artigo 4.º – Órgão... 240

Artigo 5.º – Competência do inspector–geral ... 240

Artigo 6.º – Competência dos subinspectores–gerais ... 241

Artigo 7.º – Serviços... 241

Artigo 8.º – Serviço de Inspecção e de Auditoria de Gestão ... 241

Artigo 9.º – Serviço de Acção e Auditoria Disciplinares... 242

Artigo 10.º – Gabinete de Apoio Técnico... 242

Artigo 11.º – Repartição Administrativa... 242

CAPÍTULO III – Funcionamento ... 242

Artigo 12.º – Acção dos inspectores ... 242

Artigo 13.º – Equipas de inspectores ... 242

Artigo 14.º – Inspecções ordinárias e temáticas ... 243

Artigo 15.º – Auditorias de gestão e disciplinares ... 243

Artigo 16.º – Requisição de testemunhas ou declarantes... 243

Artigo 17.º – Designação de peritos ... 243

Artigo 18.º – Interrupção de férias... 243

Artigo 19.º – Oposição ao exercício de acção inspectiva ... 244

Artigo 20.º – Acompanhamento do resultado das acções da IGS ... 244

CAPÍTULO IV – Pessoal... 244

SECÇÃO I – Quadro e carreiras ... 244

Artigo 21.º – Quadro de pessoal ... 244

Artigo 22.º – Carreira de inspecção superior ... 244

Artigo 23.º – Ingresso na carreira de inspecção superior... 244

Artigo 24.º – Acesso na carreira de inspecção superior... 245

Artigo 25.º – Estágio... 245

Artigo 26.º – Conteúdo funcional ... 245

Artigo 27.º – Formação... 245

SECÇÃO II – Poderes, direitos e deveres, regime de trabalho e incompatibilidades ... 246

Artigo 28.º – Poderes ... 246

(20)

Artigo 30.º – Cartão de identificação e livre trânsito ...247

Artigo 31.º – Uso e porte de arma de defesa ...247

Artigo 32.º – Suplementos...247

Artigo 33.º – Abonos de transporte e ajudas de custo ...247

Artigo 34.º – Domicílio legal ...247

Artigo 35.º – Sigilo profissional ...247

Artigo 36.º – Regime de duração do trabalho...247

CAPÍTULO V – Disposições transitórias e finais ...248

Artigo 37.º – Transição do pessoal ...248

Artigo 38.º – Concursos ...248

Artigo 39.º – Sucessão...248

Artigo 40.º – Norma revogatória ...248

Decreto Regulamentar n.º 28/2002, de 8 de Abril (Carreiras e escalas salariais) ...249

Artigo 1.º – Objecto...249

Artigo 2.º – Carreira de inspector superior ...249

Artigo 3.º – Conteúdo funcional...249

Artigo 4.º – Ingresso e acesso na carreira...250

Artigo 5.º – Transição...250

Artigo 6.º – Dotação global ...250

Artigo 7.º – Direito subsidiário...250

Artigo 8.º – Produção de efeitos...251

INSPECÇÃO–GERAL DO AMBIENTE... 253

Decreto–Lei n.º 549/99, de 14 de Dezembro (Lei Orgânica) ...253

CAPÍTULO I – Natureza, atribuições e competências ...253

Artigo 1.º – Natureza...253

Artigo 2.º – Sede e competência territorial...253

Artigo 3.º – Atribuições...253

Artigo 4.º – Competência ...253

Artigo 5.º – Outras competências ...254

Artigo 6.º – Estatuto processual ...254

Artigo 7.º – Direito de acesso ...255

Artigo 8.º – Medidas...255

Artigo 9.º – Medidas preventivas ...255

Artigo 10.º – Documentação ...256

Artigo 11.º – Recomendações ...256

Artigo 12.º – Outros meios...256

Artigo 13.º – Dever de cooperação...256

Artigo 14.º – Comunicações ...256

CAPÍTULO II – Órgãos e serviços e suas competências ...257

Artigo 15.º – Órgãos e serviços ...257

Artigo 16.º – Inspector–geral...257

(21)

Artigo 18.º – Competência dos subinspectores–gerais ... 258

Artigo 19.º – Conselho administrativo... 258

Artigo 20.º – Competência do conselho administrativo... 258

Artigo 21.º – Funcionamento do conselho administrativo ... 258

Artigo 22.º – Conselho geral... 259

Artigo 23.º – Competência do conselho geral... 259

Artigo 24.º – Funcionamento do conselho geral... 259

Artigo 25.º – Serviço de Inspecção Ambiental ... 259

Artigo 26.º – Unidades de intervenção ... 259

Artigo 27.º – Serviço de Inspecção Administrativa ... 260

Artigo 28.º – Direcção de Serviços Administrativos e Financeiros ... 260

Artigo 29.º – Divisão de Serviços Administrativos ... 260

Artigo 30.º – Divisão de Serviços Financeiros ... 261

Artigo 31.º – Gabinete de Estudos e Planeamento... 262

Artigo 32.º – Gabinete de Apoio Técnico... 262

CAPÍTULO III – Do pessoal ... 262

SUBSECÇÃO I – Quadros e carreiras ... 262

Artigo 33.º – Quadro... 262

Artigo 34.º – Recrutamento e provimento ... 263

SUBSECÇÃO II – Direitos e deveres ... 263

Artigo 35.º – Formação... 263

Artigo 36.º – Impedimentos e incompatibilidades ... 263

Artigo 37.º – Comissões de serviço ... 263

Artigo 38.º – Sigilo profissional ... 263

Artigo 39.º – Cartão de identificação... 263

CAPÍTULO IV – Funcionamento e gestão financeira ... 264

Artigo 40.º – Instrumentos de gestão e controlo ... 264

Artigo 41.º – Receitas ... 264

CAPÍTULO V – Disposições finais e transitórias ... 264

Artigo 42.º – Transição de pessoal ... 264

Artigo 43.º – Concursos pendentes ... 264

Artigo 44.º – Disposições finais ... 265

Decreto Regulamentar n.º 12/2001, de 28 de Junho (Carreiras e escalas salariais) ... 266

CAPÍTULO I – Disposições gerais... 266

Artigo 1.º – Objecto ... 266

CAPÍTULO II – Carreiras de inspecção ... 266

Artigo 2.º – Carreiras ... 266

CAPÍTULO III – Conteúdos funcionais ... 266

Artigo 3.º – Inspectores superiores ... 266

Artigo 4.º – Inspectores–adjuntos ... 268

Artigo 5.º – Estágio... 268

CAPÍTULO IV – Quadro de pessoal ... 269

Artigo 6.º – Previsão de lugares... 269

CAPÍTULO V – Suplemento de função inspectiva ... 269

(22)

CAPÍTULO VI – Disposições finais e transitórias ...269 Artigo 8.º – Regra geral de transição...269 Artigo 9.º – Concursos ...270 Artigo 10.º – Entrada em vigor...270

INSPECÇÃO–GERAL DA ADMINISTRAÇÃO DO TERRITÓRIO 273

Decreto–Lei n.º 64/87, de 6 de Fevereiro (Lei Orgânica) ...273

Artigo 1.º – Natureza...273 Artigo 2.º – Âmbito e actuação ...273 Artigo 3.º – Atribuições...274 Artigo 4.º – Direcção...274 Artigo 5.º – Competência do inspector–geral...275 Artigo 6.º – Estrutura geral...275 Artigo 7.º – Constituição e direcção do Serviço de Inspecção

às Autarquias ...275 Artigo 8.º – Competência do Serviço de Inspecção às Autarquias ...276 Artigo 9.º – Constituição e direcção do Serviço de Inspecção

ao Ministério ...276 Artigo 10.º – Competência do Serviço de Inspecção ao Ministério ...276 Artigo 11.º – Constituição da Direcção de Serviços de Estudos ...277 Artigo 12.º – Competência da Direcção de Serviços de Estudos...277 Artigo 13.º – Direcção, constituição e competência da Repartição

Administrativa ...278 Artigo 14.º – Colaboração com a Inspecção–Geral de Finanças e a

Alta Autoridade contra a Corrupção (AACC) ...279 Artigo 15.º – Planos anuais e questionário ...279 Artigo 16.º – Competência do Ministro...279 Artigo 17.º – Dever de cooperação...280 Artigo 18.º – Requisição de testemunhas ou declarantes ...280 Artigo 19.º – Duração e relatório dos serviços externos...280 Artigo 20.º – Direitos e prerrogativas dos inspectores ...281 Artigo 21.º – Deveres específicos dos inspectores ...282 Artigo 22.º – Impedimentos ...282 Artigo 23.º – Gratificação...282 Artigo 24.º – Abonos e ajudas de custo ...282 Artigo 25.º – Interrupção de licença para férias de funcionários e

agentes dos serviços visitados ...282 Artigo 26.º – Carreira técnica superior de inspecção

administrativa ...283 Artigo 26.º - A – Classificação anual de serviço ...284 Artigo 27.º – Quadro e dotação de pessoal ...284 Artigo 28.º – Pessoal dirigente e de chefia – Provimento...285 Artigo 29.º – Protecção criminal ...286 Artigo 30.º – Identificação e livre trânsito...286

(23)

Decreto–Lei n.º 99/89, de 29 de Março (Altera a Lei Orgânica)... 287 Artigo 1.º ... 287 Artigo 2.º ... 287 Artigo 3.º ... 288 Artigo 4.º ... 288 Artigo 5.º ... 288

Decreto–Lei n.º 121–A/90, de 12 de Abril (Altera a Lei Orgânica) ... 289

Artigo único ... 290

Decreto–Lei n.º 242/93, de 8 de Julho (Altera a Lei Orgânica) ... 290

Artigo único ... 290

INSPECÇÃO–GERAL DAS ACTIVIDADES CULTURAIS...291

Decreto–Lei n.º 80/97, de 8 de Abril (Lei Orgânica)... 291

CAPÍTULO I – Natureza e atribuições ... 291 Artigo 1.º – Natureza ... 291 Artigo 2.º – Atribuições ... 291 CAPÍTULO II – Órgãos e serviços... 292 Artigo 3.º – Órgãos ... 292 Artigo 4.º – Inspector–geral... 292 Artigo 5.º – Conselho administrativo... 293 Artigo 6.º – Conselho de inspecção ... 293 Artigo 7.º – Serviços... 294 Artigo 8.º – Departamento de Auditoria e Contencioso ... 294 Artigo 9.º – Direcção de Serviços de Inspecção ... 294 Artigo 10.º – Divisão de Inspecção de Espectáculos e Direito de

Autor... 294 Artigo 11.º – Divisão de Inspecção de Gestão... 295 Artigo 12.º – Direcção de Serviços de Licenciamento ... 296 Artigo 13.º – Divisão de Recintos de Espectáculos ... 296 Artigo 14.º – Divisão de Registo e Controlo de Actividades

Culturais ... 296 Artigo 15.º – Divisão de Estudos, Planeamento e Informação ... 297 Artigo 16.º – Serviço Regional do Porto ... 297 Artigo 17.º – Repartição Administrativa... 297 Artigo 18.º – Delegados municipais ... 298 CAPÍTULO III – Administração financeira e patrimonial... 299 Artigo 19.º – Instrumentos de gestão ... 299 Artigo 20.º – Receitas ... 299 CAPÍTULO IV – Pessoal... 299 Artigo 21.º – Quadro de pessoal ... 299 Artigo 22.º – Carreiras de inspecção... 299 Artigo 23.º – Carreira de inspector superior ... 300 Artigo 24.º – Ingresso na carreira de inspecção superior... 300

(24)

Artigo 25.º – Acesso na carreira de inspector superior...300 Artigo 26.º – Regime de estágio para ingresso na carreira de

inspector superior ...300 Artigo 27.º – Conteúdo funcional...301 Artigo 28.º – Carreira de subinspector de espectáculos e direitos

de autor...301 Artigo 29.º – Regime de estágio para ingresso na carreira de

subinspector de espectáculos e direito de autor...301 Artigo 30.º – Conteúdo funcional...302 Artigo 31.º – Poderes...302 Artigo 32.º – Dever de cooperação...303 Artigo 33.º – Sigilo profissional ...303 Artigo 34.º – Regime de duração do trabalho...303 Artigo 35.º – Remunerações...304 Artigo 36.º – Suplemento ...304 Artigo 37.º – Cartão de identificação ...304 CAPÍTULO V – Disposições transitórias e finais ...304 Artigo 38.º – Cessação das comissões de serviço...304 Artigo 39.º – Normas de transição...305 Artigo 40.º – Transição de pessoal das carreiras de inspecção...305 Artigo 41.º – Transição do pessoal da carreira de consultor

jurídico ...305 Artigo 42.º – Escalões de transição ...306 Artigo 43.º – Recrutamento transitório de pessoal para a carreira

de inspector superior ...306 Artigo 44.º – Cargos de chefia administrativa ...306 Artigo 45.º – Concursos, contratos, requisições e destacamentos ...306 Artigo 46.º – Dependência transitória ...307 Artigo 47.º – Sucessão...307 Artigo 48.º – Revogações ...307 Artigo 49.º – Entrada em vigor...307

Decreto Regulamentar n.º 11/2001, de 19 de Junho (Escalas salariais)...308

Artigo 1.º – Carreiras de inspecção ...309 Artigo 2.º – Escalas salariais ...309 Artigo 3.º – Transição...309 Artigo 4.º – Alteração do quadro de pessoal ...310 Artigo 5.º – Regime supletivo ...310 Artigo 6.º – Produção de efeitos...310

Decreto Regulamentar n.º 21/2002, de 22 de Março (Carreiras e escalas

salariais) ...311

Artigo 1.º – Objecto...312 Artigo 2.º – Carreiras...312 Artigo 3.º – Conteúdos funcionais...312 Artigo 4.º – Estágio ...312 Artigo 5.º – Transição do pessoal das carreiras de inspecção...313

(25)

Artigo 6.º – Concursos... 313 Artigo 7.º – Quadro de pessoal ... 314 Artigo 8.º – Entrada em vigor ... 314

INSPECÇÃO–GERAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA...317

Decreto–Lei n.º 154/2001, de 7 de Maio (Lei Orgânica)... 317

CAPÍTULO I – Natureza, missão e atribuições ... 318 Artigo 1.º – Natureza e missão ... 318 Artigo 2.º – Âmbito territorial ... 318 Artigo 3.º – Atribuições ... 318 CAPÍTULO II – Organização e gestão ... 319 Artigo 4.º – Princípios ... 319 Artigo 5.º – Órgãos ... 319 Artigo 6.º – Inspector–geral... 320 Artigo 7.º – Conselho de Inspecção... 320 Artigo 8.º – Serviços... 320 Artigo 9.º – Serviços de Inspecção e Auditoria ... 321 Artigo 10.º – Divisão de Gestão de Recursos Humanos e de

Formação ... 321 Artigo 11.º – Divisão de Gestão Financeira e Patrimonial ... 321 Artigo 12.º – Divisão de Informação e Gestão Informática ... 322 Artigo 13.º – Inspectores–directores... 322 Artigo 14.º – Instrumentos de gestão ... 322 Artigo 15.º – Receitas ... 322 CAPÍTULO III – Exercício da actividade... 323 Artigo 16.º – Intervenção da IGAP ... 323 Artigo 17.º – Princípio da cooperação ... 323 Artigo 18.º – Princípio da proporcionalidade e da isenção ... 323 Artigo 19.º – Dever de sigilo ... 323 Artigo 20.º – Garantia do exercício da função inspectiva... 323 Artigo 21.º – Identificação... 324 Artigo 22.º – Deveres de colaboração e informação... 324 Artigo 23.º – Princípio do contraditório ... 325 Artigo 24.º – Garantia da eficácia... 325 Artigo 25.º – Dever de participação... 325 Artigo 26.º – Impedimentos e incompatibilidades ... 325 CAPÍTULO IV – Gestão dos recursos humanos ... 326 Artigo 27.º – Regime do pessoal... 326 Artigo 28.º – Quadro de pessoal ... 326 Artigo 29.º – Remunerações dos dirigentes ... 326 Artigo 30.º – Provimento de pessoal dirigente ... 326 CAPÍTULO V – Disposições transitórias e finais ... 327 Artigo 31.º – Regra geral de transição ... 327 Artigo 32.º – Tempo de serviço ... 327 Artigo 33.º – Pessoal em exercício de funções na IGAP ... 327

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Artigo 34.º – Concursos pendentes, pessoal em regime de estágio

e requisitado ...327 Artigo 35.º – Auditorias de gestão...328 Artigo 36.º – Norma revogatória ...328 Artigo 37.º – Entrada em vigor...328

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NOTA

DE

APRESENTAÇÃO

Actualizada a 30 de Junho de 2002, a colectânea de legislação relativa

ao Sistema de Controlo Interno, que ora se publica, substitui, revendo e

actualizando, o 2.º volume da Colectânea de legislação orgânica composto

pelos diplomas orgânicos dos serviços de controlo interno da Administração

Pública, publicado em Setembro de 1998.

A presente edição insere-se no objectivo permanente de dotar o

Tribu-nal e os seus Serviços de Apoio de informação jurídica ordenada,

actualiza-da e completa sobre o sistema de controlo interno, actualiza-daactualiza-da a particular

relevân-cia que este assume face ao dever de colaboração que os órgãos e serviços

que o integram têm para com o Tribunal de Contas, conforme dispõe o

arti-go 12.º da Lei n.º 98/97, de 26 de Aarti-gosto.

Lisboa, 30 de Junho de 2002

O Conselheiro Presidente

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SISTEMA

DE

CONTROLO

INTERNO

Decreto–Lei n.º 166/98, de 25 de Junho

O Programa do XIII Governo confere um lugar de destaque à função controlo no quadro da reforma da Administração Pública, com particular ênfase para o «reforço e revi-são do sistema de controlo financeiro».

Em coerência com este princípio programático, o artigo 11.º da Lei n.º 52–C/96, de 27 de Dezembro, que aprovou o Orçamento do Estado para 1997, incumbiu o Governo de legislar no sentido de estruturar o sistema nacional de controlo interno da administração financeira do Estado.

O presente diploma visa, pois, dar satisfação a este objectivo, consagrando um mode-lo articulado, integrado e coerente, estruturado em três níveis, com definição das entidades responsáveis e dos princípios fundamentais de actuação, que habilitem a uma melhor coordenação e utilização dos recursos afectos à função controlo.

Neste sentido, é criado o Conselho Coordenador do Sistema Nacional de Controlo In-terno, a quem, para além das funções de coordenação do sistema, é confiada a missão de consolidar metodologias harmonizadas de controlo e de estabelecer critérios mínimos de qualidade do sistema nacional de controlo interno, susceptíveis de garantir um elevado nível de protecção dos interesses financeiros do Estado.

Apostando na mobilização de todas as estruturas da administração para este objecti-vo, procura–se, ainda, promover a difusão de uma «cultura do controlo» em todos os níveis da administração financeira do Estado que permita a assunção de uma generalizada cons-ciência da decisiva relevância do controlo como forma privilegiada de melhorar a gestão.

Assim se compreende a evolução ultimamente constatada no sentido da criação de inspecções–gerais junto de alguns ministérios onde estas não existiam, bem como a criação no seio delas de núcleos de auditoria financeira, conviventes com as preocupações de audi-toria técnica.

Importa agora integrar a actuação de todos os órgãos de controlo interno, de acordo com a filosofia expressa no presente diploma, a qual teve ainda em conta a experiência ad-quirida com o modelo adoptado para o sistema nacional de controlo do QCA II instituído pelo Decreto–Lei n.º 99/94, de 19 de Abril.

Foram ouvidos os órgãos de governo próprios das Regiões Autónomas. Assim, nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 198.º da Constituição, o

Governo decreta o seguinte: Artigo 1.º – Designação

1 – É instituído pelo presente diploma o sistema de controlo interno da administração financeira do Estado, designado abreviadamente por SCI, colocado na dependência do Go-verno e em especial articulação com o Ministério das Finanças.

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Artigo 2.º – Objecto

1 – O SCI compreende os domínios orçamental, económico, financeiro e patrimonial e visa assegurar o exercício coerente e articulado do controlo no âmbito da Administração Pública.

2 – O controlo interno consiste na verificação, acompanhamento, avaliação e infor-mação sobre a legalidade, regularidade e boa gestão, relativamente a actividades, progra-mas, projectos, ou operações de entidades de direito público ou privado, com interesse no âmbito da gestão ou tutela governamental em matéria de finanças públicas, nacionais e comunitárias, bem como de outros interesses financeiros públicos nos termos da lei. Artigo 3.º – Componentes

Integram o SCI as inspecções–gerais, a Direcção–Geral do Orçamento, o Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social e os órgãos e serviços de inspecção, auditoria ou fiscalização que tenham como função o exercício do controlo interno.

Artigo 4.º – Estrutura

1 – O SCI considera–se estruturado em três níveis de controlo, designados de opera-cional, sectorial e estratégico, definidos em razão da natureza e âmbito de intervenção dos serviços que o integram.

2 – O controlo operacional consiste na verificação, acompanhamento e informação, centrado sobre decisões dos órgãos de gestão das unidades de execução de acções é consti-tuído pelos órgãos e serviços de inspecção, auditoria ou fiscalização inseridos no âmbito da respectiva unidade.

3 – O controlo sectorial consiste na verificação, acompanhamento e informação pers-pectivados preferentemente sobre a avaliação do controlo operacional e sobre a adequação da inserção de cada unidade operativa e respectivo sistema de gestão, nos planos globais de cada ministério ou região, sendo exercido pelos órgãos sectoriais e regionais de controlo interno.

4 – O controlo estratégico consiste na verificação, acompanhamento e informação, perspectivados preferentemente sobre a avaliação do controlo operacional e controlo secto-rial, bem como sobre a realização das metas traçadas nos instrumentos provisionais, desig-nadamente o Programa do Governo, as Grandes Opções do Plano e o Orçamento do Estado.

5 – O controlo estratégico, de carácter horizontal relativamente a toda a administra-ção financeira do Estado no sentido definido pelo artigo 2.º do Decreto–Lei n.º 158/96, de 3 de Setembro, é exercido pela Inspecção–Geral de Finanças (IGF), pela Direcção–Geral do Orçamento (DGO) e pelo Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social (IGFSS), de acordo com as respectivas atribuições e competências previstas na lei.

Artigo 5.º – Princípios de coordenação

1 – Os órgãos de controlo referidos no artigo anterior planeiam, realizam e avaliam as suas acções de forma articulada, tendo em vista assegurar o funcionamento coerente e

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racional do sistema nacional de controlo interno, baseado na suficiência, na complementa-ridade e na relevância das respectivas intervenções.

2 – A suficiência dos controlos pressupõe que o conjunto de acções de controlo reali-zados assegure a inexistência de áreas não sujeitas a controlo ou sujeitas a controlos redun-dantes.

3 – A complementaridade dos controlos pressupõe a actuação dos órgãos de controlo no respeito pelas suas áreas de intervenção e pelos níveis em que se situam, com concerta-ção entre eles quanto às fronteiras a observar e aos critérios e metodologias a utilizar nas intervenções.

4 – A relevância dos controlos pressupõe o planeamento e realização das interven-ções, tendo em conta a avaliação do risco e materialidade das situações objecto de controlo. Artigo 6.º – Conselho Coordenador

1 – A fim de assegurar a observância dos princípios referidos no artigo anterior e ga-rantir o funcionamento do sistema, é criado o Conselho Coordenador do SCI, composto por todos os inspectores–gerais, pelo director–geral do Orçamento, pelo presidente do conselho directivo do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social e pelos demais titulares de órgãos sectoriais e regionais de controlo interno.

2 – O Conselho Coordenador é também um órgão de consulta do Governo em matéria de controlo interno, funciona junto do Ministério das Finanças e é presidido pelo inspector– geral de Finanças.

Artigo 7.º – Competências

Ao Conselho Coordenador compete, designadamente:

a) emitir pareceres sobre os projectos de leis orgânicas dos órgãos sectoriais e re– gionais de controlo;

b) emitir pareceres sobre os planos e relatórios sectoriais de actividade; c) elaborar o plano e relatório anuais do SCI;

d) estabelecer normas sobre metodologias de trabalho e aperfeiçoamento técnico– profissional dos recursos humanos afectos ao SCI.

Artigo 8.º – Tribunal de Contas

O Tribunal de Contas pode fazer–se representar nos trabalhos sobre os planos e rela-tórios anuais, como observador, no Conselho Coordenador do SCI, devendo–lhe ser envia-dos os documentos referienvia-dos nas alíneas a) e b) do artigo 7.º

Artigo 9.º – Plano e relatório de actividades

1 – O plano de actividades anual do SCI deverá incluir mapas que congreguem as previsões de receitas e despesas correspondentes às actividades que, para cada um dos órgãos constituintes do SCI, estejam programadas na decorrência da sua inserção no siste-ma.

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2 – A previsão de receitas terá em conta as formas de financiamento, quer por via di-recta do Orçamento do Estado, quer resultantes da afectação de verbas à função controlo que, por princípio, os programas e projectos devem prever, quer ainda as que possam decor-rer de contraprestações, em termos a fixar pelo Ministro das Finanças, sempre que a inter-venção de um órgão de controlo revista a natureza de prestação de serviço solicitado por terceiros.

3 – Sem prejuízo da obrigatoriedade da elaboração de planos e relatórios anuais de actividade pelos órgãos de controlo referidos no artigo 3.º, o Conselho Coordenador apre-sentará ao Ministro das Finanças o plano e o relatório anuais sintéticos da actividade do SCI no domínio da actividade financeira do Estado até 15 de Dezembro de cada ano e 15 de Maio do ano seguinte, respectivamente.

4 – O relatório referido no número anterior deve ser apresentado ao Governo até 30 de Junho imediato e será apreciado em Conselho de Ministros.

Artigo 10.º – Disposições finais e transitórias

1 – Será estabelecida em decreto regulamentar a disciplina operativa do SCI e modo de funcionamento do Conselho Coordenador do SCI.

2 – O Conselho Coordenador apresentará ao Ministro das Finanças, no prazo de seis meses contados a partir da entrada em vigor do presente decreto–lei, o projecto de diploma referido no número anterior.

Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 16 de Abril de 1998. – António

Manuel de Oliveira Guterres – Jaime José Matos da Gama – José Veiga Simão – António Luciano Pacheco de Sousa Franco – Jorge Paulo Sacadura Almeida Coelho – Jorge Paulo Sacadura Almeida Coelho – João Cardona Gomes Cravinho – José Eduardo Vera Cruz Jardim – Joaquim Augusto Nunes de Pina Moura – Fernando Manuel Van–Zeller Gomes da Silva – Eduardo Carrega Marçal Grilo – Maria de Belém Roseira Martins Coelho Hen-riques de Pina – Elisa Maria da Costa Guimarães Ferreira – Manuel Maria Ferreira Car-rilho – José Mariano Rebelo Pires Gago – António Luís Santos da Costa – José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa.

Promulgado em 9 de Junho de 1998. Publique–se.

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Decreto Regulamentar n.º 27/99, de 12 de Novembro

1 – Através do Decreto–Lei n.º 166/98, de 25 de Junho, foi instituído o sistema de controlo interno da administração financeira do Estado (SCI), estruturado em três níveis (do controlo operacional, sectorial e estratégico), tendo, de igual modo, sido criado o Conselho Coordenador do SCI, com a missão de garantir o respectivo funcionamento, no quadro dos princípios de coordenação para o efeito estabelecidos (da suficiência, da complementarida-de e da relevância), quadro em que se pretencomplementarida-de que os vários órgãos complementarida-de controlo envolvidos planeiem, realizem e avaliem as suas acções de forma articulada, com vista a assegurar o funcionamento coerente e racional do sistema.

2 – Nos termos do artigo 10.º do citado diploma legal, a disciplina operativa do SCI bem como o modo de funcionamento do respectivo Conselho Coordenador foram remetidos para decreto regulamentar, competindo a este órgão a apresentação do atinente projecto ao Ministro das Finanças.

3 – Esta regulamentação, norteada e balizada que é pelas disposições do diploma habilitante, visa, em primeira linha, dar corpo aos identificados princípios de coordenação e, conexamente, às competências do Conselho Coordenador, atenta a sua assinalada missão de garante do funcionamento do sistema.

Da confluência destas duas vertentes resulta o desenvolvimento das competências do Conselho Coordenador constante do artigo 3.º, essencialmente subsumíveis às funções que podemos denominar de coordenação (através da emanação de recomendações, normas e directrizes, tendo como destinatários os componentes do sistema), de recolha e tratamento de informação e de consulta e informação ao Governo, em particular ao Ministro das Fi-nanças.

Resulta, ainda, o estabelecimento de deveres gerais e especiais para os componentes do sistema, sem cuja imposição, aliás, se não garantiria o eficaz funcionamento do SCI. Tais deveres, enumerados nos artigos 5.º e 6.º, reconduzem–se, essencialmente, a dois nú-cleos, um, de cooperação, na vertente de prestação de informação e de cedência de apoio técnico, o outro, de observância das normas técnicas emanadas do Conselho Coordenador.

4 – Em ordem a potenciar o cabal desempenho da sua missão, num quadro de perma-nente abertura, actualização e qualidade, prevê–se, ainda, a possibilidade de o Conselho Coordenador promover a cooperação externa, bem como recorrer à aquisição de estudos (artigos 4.º e 11.º). Regulam–se, também, os aspectos gerais concernentes ao funcionamen-to deste órgão, no funcionamen-tocante a reuniões e deliberações, remetendo–se os demais aspecfuncionamen-tos de funcionamento interno para regulamento a aprovar pelo próprio Conselho e a homologar pelo Ministro das Finanças, solução aconselhada pela natural necessidade de conferir maior flexibilidade a tal instrumento (artigos 7.º, 8.º, 9.º e 13.º).

5 – Por fim, na decorrência da inserção do Conselho Coordenador no Ministério das Finanças e da atribuição da sua presidência ao inspector–geral de Finanças, estabelece–se que os encargos com o funcionamento daquele órgão são suportados pelo orçamento da Inspecção–Geral de Finanças, a quem cabe assegurar o apoio administrativo e o apoio téc-nico permanente (artigos 10.º e 12.º).

Foram ouvidos os órgãos de governo próprio das Regiões Autónomas. Assim:

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No desenvolvimento do regime jurídico estabelecido pelo Decreto–Lei n.º 166/98, de 25 de Junho, e nos termos da alínea c) do artigo 199.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte:

Artigo 1.º – Objecto

O presente diploma estabelece a disciplina operativa do sistema de controlo interno da administração financeira do Estado, abreviadamente designado por SCI, bem como o modo de funcionamento do respectivo Conselho Coordenador.

Artigo 2.º – Princípio geral

O Conselho Coordenador, enquanto garante do funcionamento do SCI, promove a cooperação entre os serviços e órgãos que compõem aquele sistema, por forma a implemen-tar uma actuação articulada, no quadro da observância dos princípios de coordenação defi-nidos no artigo 5.º do Decreto–Lei n.º 166/98, de 25 de Junho.

Artigo 3.º – Competências do Conselho Coordenador

No exercício das suas competências, incumbe ao Conselho Coordenador, no quadro das orientações emanadas do Governo e, nomeadamente, do Ministro das Finanças, no âm-bito das suas competências próprias:

a) anualmente, até 31 de Julho, elaborar e propor ao Governo, através do Ministro das Finanças, recomendação sobre as grandes linhas estratégicas a que deve obe-decer o planeamento das suas actividades;

b) elaborar e apresentar ao Ministro das Finanças, respectivamente, até 31 de Janei-ro e 30 de Junho, o plano e o relatório anual sintéticos da actividade do SCI, acompanhados de pareceres sobre os planos e relatórios sectoriais de actividades; c) organizar e manter actualizada uma base de dados sobre o SCI que permita

conhecer a composição concreta do sistema e outros aspectos que se mostrem relevantes para o diagnóstico e avaliação do seu funcionamento;

d) assegurar a recolha e tratamento de informação, designadamente através da reali-zação de estudos, com vista ao acompanhamento e avaliação do funcionamento do sistema;

e) recolher informação relativa ao controlo interno de auditoria de gestão de recur-sos humanos e modernização administrativa que permita o acompanhamento desta forma de controlo;

f) emitir parecer sobre os projectos de leis orgânicas dos órgãos sectoriais e regio-nais de controlo, bem como sobre quaisquer outros projectos de diplomas legais com incidência na orgânica e funcionamento do SCI que lhe sejam submetidos para o efeito;

g) sempre que se justifique, informar o Governo, através do Ministro das Finanças, de aspectos do funcionamento do SCI que considere relevantes, podendo sugerir as medidas legislativas ou outras que repute adequadas à correcção ou ao melho-ramento do sistema ou do seu funcionamento;

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h) emitir e divulgar, junto dos serviços e órgãos que compõem o SCI, normas sobre metodologias de trabalho que se mostrem adequadas à melhoria da qualidade e eficácia do exercício dos controlos;

i) emitir e divulgar, junto dos componentes do sistema, directrizes tendentes a via-bilizar o aperfeiçoamento técnico–profissional dos recursos humanos afectos ao SCI, designadamente em matéria de formação profissional;

j) adoptar ou promover a adopção, através dos componentes do SCI, das demais medidas que, no âmbito das competências legalmente definidas, se mostrem necessárias e adequadas ao melhor funcionamento do SCI.

Artigo 4.º – Cooperação externa

No prossecução da sua missão, o Conselho Coordenador coopera, nos termos a defi-nir através do seu regulamento interno, com outras instituições nacionais ou internacionais. Artigo 5.º – Deveres gerais

No quadro da cooperação a que se refere o artigo 2.º, os componentes do sistema: a) fornecem ao Conselho Coordenador, em tempo útil, toda a informação por este

solicitada, sem prejuízo da troca de informação que realizem entre si;

b) Prestam ao Conselho Coordenador, nos termos do presente diploma e na medida das suas disponibilidades, o apoio necessário ao respectivo funcionamento; c) observam as normas técnicas sobre metodologias de trabalho e aperfeiçoamento

técnico–profissional dos recursos humanos afectos ao SCI, emanadas do Conse-lho Coordenador;

d) têm em consideração as recomendações e directrizes emanadas do Conselho Coordenador.

Artigo 6.º – Deveres especiais

Sem prejuízo do estabelecido no artigo anterior, incumbe, em especial, aos organis-mos de controlo estratégico e sectorial:

a) elaborar os planos de actividades, de harmonia com as recomendações a propósi-to emitidas pelo Conselho Coordenador;

b) enviar ao Conselho Coordenador, respectivamente, até 15 de Novembro e 15 de Abril de cada ano, os respectivos planos e relatórios anuais de actividade; c) fornecer ao Conselho Coordenador, em tempo útil, todos os elementos

necessá-rios à elaboração, por este, do plano e relatório anuais do SCI. Artigo 7.º – Funcionamento do Conselho Coordenador

1 – O Conselho Coordenador reúne, em plenário, ordinariamente cinco vezes por ano e extraordinariamente sempre que o presidente, por sua iniciativa ou a requerimento de qualquer dos restantes membros, o convoque.

Referências

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