MKTPASSOS @gmail.com Prof. Ivan Passos
Marketing
Internacional
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Síntese da vida profissional Prof. Ivan Arenque Passos
• Ivan Arenque Passos, casado, 1 filho, 39 anos, Bacharel em Administração em Comércio Exterior – UNIP/SP, MBAmarketing – FGV/ES, Administração Estratégica – University Central Florida EUA, Mestrando Administração Estratégica. Membro do Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração (FIA- USP)
• Esteve trabalhando nas seguintes empresas:
• Consultoria e treinamento em Adm. e Marketing – MKTPASSOS • Especializou nas áreas:
• Gestão da Qualidade Total, Administração, Marketing (Varejo, Produto, Serviços, Pessoal, Social e Cultural, Internacional).
EMENTA:
• O marketing no Brasil e o marketing internacional.
Feiras e Exposições Internacionais. Serviços
Promocionais no Exterior. Campanhas
Institucionais. Agências de Comunicação. Centrais
de Distribuição e Comercialização. O comércio
mundial, sistemas de operação. Perspectiva do
comércio exterior. Planejamento, organização, ação
e controle. Objetivos e desenvolvimento de
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Manter o produto sempre presente na lembrança do
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Observe o tamanho da família, a dieta alimentar de
cada país, a disponibilidade de alimentos e a despesa
com comida, em 1 semana:
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*
1 - Alemanha: Família Melander de Bargteheide.
Despesa com alimentação em 1 semana: 375.39 Euros /
$500.07 dólares
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3 - Italia: Família Manzo da Secília
Despesa com alimentação em 1 semana: 214.36 Euros /
$260.11 dolares
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4 - México: Família Casales de Cuernavaca
Despesa com alimentação em 1 semana: 1,862.78 Pesos /
$189.09 dólares
5 - Polónia: Família Sobczynscy de Konstancin-Jeziorna
Despesa com alimentação em 1 semana: 582.48 Zlotys /
$151.27 dólares
6 - Egito: Família Ahmed do Cairo
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7 - Equador: Família Ayme de Tingo
Despesa com alimentação em 1 semana: $31.55 dólares
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8 - Butão: Família Namgay da vila de Shingkhey
Despesa com alimentação em 1 semana: 224.93 ngultrum /
$5.03 dólares
9 - Chade: Família Aboubakar do campo de refugiados de
Breidjing
Despesa com alimentação por semana: 685 Francos / $1.23
dólares
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• Definir as estratégias e planos de
comercialização internacional sem solicitar
assessoria de especialistas em exportação.
• Não assegurar o apoio da equipe diretiva
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• Tratar de colocar pedidos no mundo inteiro,
em vez de concentrar-se em uma ou duas
regiões.
• Descuidar das exportações quando aumenta
a demanda nacional.
• Supor que uma técnica ou produto mercantil
terão êxito automático em todos os países.
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• Não modificar os produtos para ajustá-los
às normas ou preferências culturais de
cada mercado.
• Não recorrer a agentes de exportação
quando se carece de recursos para manter
um departamento de exportações próprio.
• Oferecer serviços pós venda insuficientes
• Não propor as traduções correspondentes
da documentação sobre serviços, vendas
ou garantias
• Não aproveitar as possibilidades de
estabelecer acordos dando concessão de
licenças ou estabelecer Alianças
Estratégicas com outras empresas, quando
a entrada nos mercados estrangeiros é
bloqueada por limitações nas importações,
ou se faltam recursos ou a linha de produtos
é limitada
2
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• Que metas persegue a empresa ao exportar?
• Em que nível hierárquico se posiciona o
departamento de exportação da empresa?
• Terá que aumentar os número de
empregados?
• Que experiência internacional tem a
empresa, ou qualquer um de seus
empregados?
?
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• Que nível de riscos está disposta a assumir?
• Que características os distinguem dos
demais?
• Que colaboradores participam no processo?
Até que ponto a empresa está disposta a
participar no processo de exportação?
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• Que normas ambientais ou de outra índole terá
que acatar?
• A que segmentos do mercado estão dirigidos?
• Será necessário proteger o produto ou serviço
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• Quais companhias, agentes ou distribuidores tem
comprado produtos similares?
• Como se promoverá o produto ?
• Quem representará a empresa no estrangeiro?
• Ficará o mercado de exportação a cargo de um
agente ou um distribuidor?
?
• Que linhas de produto não competitivas
convém entregar ao agente ou distribuidor?
• Dispõem de amostras do produto
exportado?
• Quais territórios serão determinados aos
agentes ou distribuidores?
• Em qual Feira Comercial poderia apresentar
seus produtos ?
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• Quais serão as condições de serviço?
• Quais serão as condições de garantia?
• Quais serão as condições de desconto?
• Quais serão as condições de pagamento e
de crédito?
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1. Não tenha ciúmes de seus produtos. Talvez eles não
sejam adaptados ao mercado.
2. Desenvolva relacionamento de longo prazo: contatos têm
que ser constantes.
3. Dê respostas imediatamente, não procrastine. (Mesmo
que não tenha a resposta)
4. Prometa bastante. Cumpra, sempre, mais do que
6 - Fale sempre a verdade. Avise seu cliente com antecedência
se algo “pode” sair errado. Nunca deixe para avisar depois
que o problema ocorreu ( isso significa que você
negligenciou).
7. Não dê desculpas. O cliente não gosta de explicações.
8. Produza/faça o que o mercado quer - ouça sempre o
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10 - O embarque da mercadoria é só uma parte do processo de
venda. Fique sempre atento, pois a partir daí é que os
problemas aumentam.
(recebimento e desembaraço no porto, movimentação para
no depósito, distribuição de amostras, eventuais defeitos etc
...e novo pedido)
11 - Estabeleça uma filosofia de prestar serviços sempre em alto
nível. Planeje um serviço excepcional. Serviço e vendas são
inseparáveis.
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14.Não “empurre “mercadoria. Se ela “encalhar”, o
problema não é só do cliente. É seu também. Não
haverá novo pedido.
15. Pro-formas devem ser enviadas para cliente, no
máximo, 24 hs após recebimento do pedido.
16. Verificar sua capacidade de produção, qual
porcentagem destinada ao mercado interno e qual
para mercado externo.
17. Enviar para seus clientes, sempre, amostras dos
produtos em desenvolvimento. E , sempre , confirmar
que o produto desenvolvido é igual à amostra enviada.
18. Participe do custo de distribuição de amostras de
seu cliente para os clientes dele.
19. Frete: Ele e tão importante quanto seu produto;
20. Desenvolva catálogos dentro dos padrões do
mercado.
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A. Globalização: Uma Realidade
B. Exportação: Uma Necessidade
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CONCLUSÃO II
-
4 pontos para o sucesso nas exportações
1 - Conhecimento da suas fraquezas e necessidades
2- Conhecimento da suas vantagens e
oportunidades
3 - Conhecimento do mercado para onde vai
4 - Planejar curto / médio / longo prazo
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3
Container
• Caixa em aço, alumínio ou fibra – criada para
o transporte unitizado de mercadorias, para uso
constante.
• Resistência e facilidade de transporte, em
vários modais
História
• Materializaram um desejo muito antigo dos
comerciantes e transportadores
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• Déc. 50 surge a idéia de utilizar container na
navegação, primeiramente no convés dos navios
existentes e posteriormente em navios especializados
• Sealand – pioneira na utilização de container,
primeira experiência de cabotagem com container em
1956,
Ideal X
navio tanque,
• Em 1957 – lançamento navio porta-container,
Gateway City, capacidade de para 226 container
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• Hoje – 200 milhões de unidades/ano circulam
no mundo
• São identificados com :
– marcas do proprietário
– local de registro, números, tamanhos, tipos,
definição de espaço, peso máximo,
• Deixaram de ser apenas caixas fechadas, para
se adequarem as mais variadas necessidades
Padronização e Características Gerais
• Começou pela ISO e ASA American Standard Association
adotados primeiramente pelos USA e depois se espalhou a
ponto de influenciar a fabricação de navios.
•
ISO Recomendation R 668 – Dimension and Rating of Freight
Container
publicada primeiramente em 1968
• No Brasil as normas ISO foram adotadas pela ABNT –
Associação Nacional de Normas Técnicas. Em 1971, a ABN
emitiu as primeiras normas relativas a terminologia,
classificação, dimensões e especificações.
• O INMETRO é o responsável pela emissão de Certificados de
Qualidades de Container
Refrigerated
High Cube 40
Essas unidades são capazes de manter a temperatura interna constante de - 20ºC a + 20ºC para cargas resfriadas
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Standard 20, 40 ft
Unidade projetada
especialmente para
transporte Carga Geral "dry"
2,283 ----2,340 Door 2,390 5,900 2,352 Internal 2,590 6,060 2,438 External Height [m] Length [m] Width [m] Dimension 2,330 28,150 33,00 Tare weight [ton] Cargo [Ton] Volume [m3]
MKTPASSOS @gmail.com Prof. Ivan Passos Flat Rack 20, 40 ft
Estes containers são adequados para carga pesada e super dimensionada, suas paredes frontais e traseiras são dobráveis, permitindo fácil estiva e
transporte. Eles são equipados com cavilhas e outros elementos para amarrar a carga.
----Door 2,310 5,900 2,352 Internal 2,590 6,060 2,438 External Height [m] Length [m] Width [m] Dimension 3,000 29,500 32,00 Tare weight [ton] Cargo [Ton] Volume [m3]
Open Top 20, 40 ft
2,25 ----2,32 Door 2,380 12,024 2,352 Internal 2,590 12,192 2,438 External Height [m] Length [m] Width [m] Dimension
High Cube 40 ft
MKTPASSOS @gmail.com Prof. Ivan Passos Ventilated 20 ft
Unidades projetadas para o transporte de carga que precisam de ventilação
permanente. 2,270 ----2,340 Door 2,390 5,900 2,340 Internal 2,590 6,060 2,438 External Height [m] Length [m] Width [m] Dimension 2,350 22,050 32,99 Tare weight [ton] Cargo [Ton] Volume [m3]
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Estufagem Container
• Estufar/ovar : encher o container com mercadorias, a granel,
embaladas ou paletizadas
• Desovar : retirar as mercadorias do container
• Procedimento Estufagem
• Nunca deixar espaços vazios
• Se a carga não for suficiente para preencher o container, a
carga deve ser amarrada com cordas, cabos, extensores, ou
escorada.
• Ou ainda preencher os espaços vazios com madeira, cavaletes,
pontaletes, estrados, bolsas de ar,
• Levar em conta o ponto de equilíbrio, evitando assim
problemas e acidentes
Processo de estufagem
• Não se deve estufar container com mercadorias
completamente diferentes entre si (umidade, odor,
peso específico, controle temperatura)
• Mercadorias Perigosas
• É preciso evitar conteinerizar cargas perigosas. Neste
caso, etiquetas especiais na carga e container
• Evitar conteinerizar mercadorias com grau de
umidade muito alto – perigo de combustão. Ex.:
farinha de peixe, algodão, farelo de soja
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Mercadoria com Controle Temperatura
• A mercadoria já deve ser carregada na temperatura
ideal e não abaixo, pois o container Reefer apenas
mantêm e não diminui a temp.
• Carga congelada deve ser compactada. Todos os
pallets devem ser colocados lado a lado. O ar deve
passar sob a carga e circular por cima dela
• Para refrigerados ou resfriados deve conter espaços
que permitam circulação de ar
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Recebimento container para estufagem
• Verificar se está em bom estado
– Tem furos ?– Portas, escotilhas e fechaduras – funcionam bem ? – Está limpo ?Não tem restos, nem odores ? – Lonas Open Topou Open Sidenão estão rasgadas ?
– Equipamento de refrigeração funciona bem ?
• Armador deve fazer uma inspeção prévia do container – PTI –
Pre Trip Inspection,
tem validade de 30 dias.
• Retirada do container no terminal utilizado pelo armador para
disponibilizá-lo ao cliente –
handling out
• Devolução ao terminar -
handling in
Movimentos que podem afetar o Container
•
Transporte Terrestre
– está sujeito a força centrífuga, em
alta velocidade, nas curvas, nas freadas ou nas acelerações.
Ferroviário : batidas provocadas pelos engates dos vagões;
desigualdades nos trilhos e dormentes
•
Navio
: movimentos como balanço, arfagem (ondulação),
cabeceio, quedas livres,
Local de Operação
• Poderá ser ovado/estufado no armazém do
vendedor ou no porto de embarque, e desovado
no porto de destino ou no armazém do
comprador
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Aluguel de Container
(Leasing)
Geralmente armador possui 3 container. O restante é arrendado pelo
através de sistema leasing chamado
Master Container Lease
Agreement
para completarem suas frotas, que pode ser feito :
•
Per Diem
(aluguel por dia)
– alugado por um determinado número
de dias, para suprir faltas temporárias
•
One Way Leasing
(aluguel por uma viagem simples
) – para uma
viagem, por um determinado período, incluindo tempo de estufagem,
sendo o mesmo devolvido no destino,
•
Round Trip Leasing
(aluguel por uma viagem redonda)
– cobre
viagem de ida e volta de um navio, container é devolvido no ponto de
origem
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Aluguel de Container (
Leasing)
•
Short Term Leasing
(aluguel por curto prazo)
– mais de 6 meses –
dá o direito ao locatário de utilizar em várias viagens, neste período)
•
Long Term Leasing
(aluguel por longo tempo)
– mais de 1 ano –
normalmente realizado para três a cinco anos.
Demurrage de Container
• Multa aplicada pelo armador, ao seu cliente, pelo atraso de devolução
do container. O prazo de devolução geralmente é de uma semana após
o desembarque
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• Transporte nacional – doméstico ou cabotagem
Unitização de cargas
• Agrupar vários volumes pequenos ou grandes em um
maior, em um único volume
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Pallet
Estrado plano.
Em madeira, alumínio, aço, plástico, fibra, polipropileno
Pode ser descartável (utilizado apenas em uma viagem) ou
para uso constante, depende da logística escolhida (estudo
custos x retorno)
Quadrado ou retangular
Uma face, duas faces
Deve dispor de asas (aletas) = saliências para içamento para
ser operado por guindastes, por ex
Altura livre entre as duas faces para entrada do garfo
Preferencialmente 4 lados
Uso de cantoneiras para proteção dos materiais
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Pallet
Deve ser suficientemente resistente para, com
segurança:
Sustentar, em repouso ou em movimento, a carga
Permitir manipulação e movimentação carga por meio de
equipamento mecânico (em terra, caminhão, embarque,
desembarque)
Permitir empilhamento
O mais importante : ser construído levando em conta as
variáveis de custo e quantidade de unitização
Pallet ideal é aquele que atende a cada tipo de operação e
carga adequadamente
Pallets
Fixação
Pode ser feita por :
– Emprego de cintas, que são passadas em volta do
pallet
.
Podem ser de nylon, polipropileno, poliéster, metálicas
completadas por tábuas, sarrafos de madeira, folhas de
papelão
– Filme
Shrink
– saco termo-retrátil (plástico ou
polietileno). Impermeabiliza, usado para cargas
instáveis.
–
Strech
– filme esticável de polietileno – mesmo efeito do
shrink
, mais adequado para cargas estáveis.
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Vantagens
• Redução número de volumes
• Menor número manuseio de cargas
• Menor utilização mão-de-obra
• Possibilidade de mecanização
• Menor custo embalagem
• Padronização internacional recipientes de unitização
• Melhor aproveitamento dos espaços armazéns; principalmente os
verticais, e nas operações de embarque e desembarque
• Diminuição de roubos
• Simplificação do controle das mercadorias
• Redução de estadias dos veículos transportadores nos pontos ou
portos de embarque/desembarque.
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•
Equipamentos de Movimentação de Palett
• Para Pisos
– Paleteiras e Empilhadeiras
Para Embarque/Desembarque - Guindaste
Bibliografia básica
• AZÚA, Daniel E. Real de.
Transportes e
Seguros Marítimos para o exportador
. SP,
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@ A
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NAVIOS
•
Dois tipos
–
Gearless
– construídos sem equipamentos próprios
para embarque/desembarque, como guindaste, ponte
rolante, dependendo exclusivamente dos aparelhos do
porto
–
Self-loading/unloading ou Self-sustaining ship
• Navios auto-suficientes, dotados de equipamentos
próprios para operação portuária
• Navios modernos não são mais fabricados desta
forma. O conceito é apenas carregar
• Proa - A frente do navio ESQUEMA DE UM NAVIO CIVIL • Popa - a traseira do navio
• Estibordo - O lado do navio que está à direita quando o observador olha para a frente.
• Boreste - Termo usado no Brasil p/ Estibordo.
• Bombordo - O lado do navio que está à esquerda quando olhando para frente • Ponte - o centro de comando da navegação.
• Cabine - Um quarto fechado num deque. • Deques - Os "pisos" e diferentes andares.
• Casco - A estrutura de flutuação que suporta o navio.
• Mastro - poste concebido para a suspensão das velas. 1. Proa; 3. Âncora; 4. Casco; 5. Hélice; 6. Popa; 7. Chaminé; 8. Ponte.
Tipos de Navios
Navios de Carga Geral
Transportam vários tipos de cargas, geralmente em
pequenos
lotes:sacarias,
caixas,
veículos
encaixotados ou sobre rodas, bobinas de papel de
imprensa, barris, barricas, etc.
Aberturas retangulares no convés principal e
cobertas de carga - escotilhas de carga, por onde a
carga é embarcada para ser estivada nas cobertas
e porões.
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Navios de Passageiros
São os navios que tem a finalidade única de
transportar pessoas e suas bagagens.
Pode ser para viajens normais como para cruzeiros
turísticos.
Possuem uma estrutura voltada ao lazer, como
restaurantes de luxo, cassinos, bares, cinema,
boite, lojas, piscina, salão de jogos e ginástica, etc.
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Navios Porta - Contêineres
• São os navios semelhantes aos navios de carga geral mas
normalmente não possuem além de um ou dois mastros
simples sem paus de carga.
• As escotilhas de carga abrangem praticamente toda a área
do convés e são providas de guias para encaixar os
contêiners nos porões. Alguns desses navios apresentam
guindastes especiais.
• Um dos maiores do mundo
Regina Maersk
– 6.600 mil
containers
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Navios Porta - Contêineres
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Navios Porta - Contêineres
Como são acomodados os containers
Navios Tanque
• São os navios para transporte de petróleo bruto e
produtos refinados (álcool, gasolina, diesel,
querosene, etc.).
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Navios Gaseiros
• São os navios destinados ao transporte de
gases liquefeitos (ex.: de petróleo, gas de
cozinha) Se caracterizam por apresentarem
acima do convés principal tanques típicos de
formato arredondado.
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Navios Gaseiros
Navios de Operação por Rolamento -
RoRo
(Roll-on Roll-off)
• São os navios em que a carga entra e sai dos porões e
cobertas, na horizontal ou quase horizontal,
geralmente sobre rodas (automóveis, ônibus,
caminhões) ou sobre veículos (geralmente carretas,
trailers, estrados volantes, etc.). Existem vários tipos
de RoRos, como os porta- carros, porta-carretas,
Navios de Operação por Rolamento -
RoRo
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Navios Graneleiros
• São os navios destinados ao transporte de
grandes quantidades de carga a granel: milho,
trigo, soja, minério de ferro, etc. Se
caracterizam por longo convés principal onde
o único destaque são os porões.
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Navios Graneleiros
•
Navios Químicos
• São os navios parecidos com os gaseiros,
transportando cargas químicas especiais, tais
como: enxofre líquido, ácido fosfórico, soda
cáustica, etc.
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Navios Rebocadores
• São os navios utilizados para puxar, empurrar e
manobrar todos os tipos de navios. Geralmente
utilizados para manobras de grandes navios na zona
portuária e canais de acesso aos portos. Pode também
socorrer navios em alto-mar, rebocando-os para zonas
seguras; e puxar navios encalhados em bancos de
areia. Apesar de pequenos, possuem grande potência
de motor.
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Navios Rebocadores
Navios Ore-Oil
• São os navios de carga combinada, ou seja,
transportam minério e petróleo.
Navios Aeroviário ou
Porta-Aviões
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Conhecimento de Embarque (Bill of Lading)
• Documento mais importante da navegação
• Emitido pelo armador, podendo ser assinado pelo
comandante ou pela agência marítima representante
• É um documento de adesão, sendo seu impresso
fornecido pelo armador. Claúsulas – frente do
impresso, não podem ser alteradas. No máxima
algumas informações como número carta de crédito,
número de pedido podem ser acrescentadas
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Tipos de conhecimento
•
Porto a Porto
– sobre a carga apenas no trajeto de
porto a porto. Para embarques em navios regulares
•
Multimodal ou
through bill of lading
– cobre trajeto
total ponto, porto a ponto, ponto a porto. Usa mais de
um modal
•
Charter party bill of lading
– afretamento de navio,
reserva de espaço
Finalidades B/L
•
Contrato de transporte
– entre o
transportador e embarcador
•
Recibo de entrega de mercadoria
–
comprovação documental do armador de
recebimento da carga para transporte
•
Título de crédito
– documento de resgate de
mercadoria junto ao transportador, no destino
final, pode ser transferido a terceiros mediante
endosso
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