• Nenhum resultado encontrado

Regius. Brasília-DF, 29 de julho de 2014

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Regius. Brasília-DF, 29 de julho de 2014"

Copied!
85
0
0

Texto

(1)

Regius

Brasília-DF, 29 de julho de 2014

(2)

Programa

Conceitos atuariais preliminares

Avaliação atuarial de planos de benefícios

Tipos de planos

Regimes financeiros Hipóteses atuariais Métodos atuariais

Resultados da avaliação

Demonstrações Atuariais

(3)
(4)

Conceitos iniciais

Ciência do atuário; parte da estatística ligada a problemas

relacionados com a teoria e o cálculo de seguros. (Houaiss)

Ciência que estuda os riscos financeiros e econômicos aos

quais estão submetidos os indivíduos e empresas, com o

objetivo de desenvolver mecanismos de proteção.

(5)

Conceitos introdutórios

Ciências que são os pilares da Atuária

Estatística Matemática

Relacionamento com outras ciências

Economia Finanças

Administração

Demografia

Informática

Direito

(6)

Conceitos introdutórios

Atuário

Especialista em matemática estatística, que age no mercado econômico-financeiro na promoção de

pesquisas e estabelecimento de planos e políticas de

investimentos e amortização, e no seguro social e

privado, no cálculo de probabilidades de eventos, na

avaliação de riscos, fixação de prêmios, indenizações,

etc.. (Houaiss)

(7)

Papel do atuário em uma EFPC

Atividades que são desenvolvidas pelo atuário em uma entidade de previdência

Avaliação atuarial do plano de benefícios Definição do plano de custeio

Acompanhamento da aderência das hipóteses atuariais Cálculo das provisões matemáticas

Elaboração de fluxos de longo prazo (despesas e receitas)

Assessoria nas alterações regulamentares.

Cálculos de jóias (contribuição de tempo passado).

(8)

Proteção securitária

Por que os indivíduos buscam proteção em grupo?

Conseqüências monetárias dos riscos não podem ser suportadas individualmente.

Princípio do mutualismo

Transferência de risco

(9)

Risco

É o evento incerto ou de data incerta que independe da vontade das partes contratantes e contra o qual é feito o seguro. É a expectativa de sinistro (acontecimento do evento previsto e coberto no contrato). (FUNENSEG) É a probabilidade de ocorrência de um evento cuja conseqüência monetária está além da capacidade financeira e econômica do indivíduo ou empresa.

Para uma EFPC, o risco representa as expectativas de pagamentos dos benefícios prometidos em seu

regulamento.

(10)

Riscos previdenciais

Trajetória previdencial de um indivíduo

Demonstra os possíveis caminhos que um participante poderá trilhar ao longo de sua vida, numa visão previdencial.

Aplicada aos arranjos securitários da área de previdência.

(11)

Wpens

Pensão por Morte de Participante Ativo ambiente unidecremental (morte)

Morte do Participante Ativo

y ma i r

mi Wap.inv.

Wpens.

Wpens mp Wap.prog.

a

Fase Laborativa -Ambiente Tridecremental (morte, invalidez e rotatividade)

Aposentadoria Programada ambiente unidecremental (morte)

Aposentadoria por Invalidez ambiente unidecremental (morte)

Pensão por Morte de Apos. Inválido ambiente unidecremental (morte)

Pensão por Morte de Apos.

Programado

ambiente unidecremental (morte)

Entrada em Invalidez Entrada em Apos. Prog Morte do Aposentado Programado

Morte do Apos. Inlido

Trajetória Previdencial

(12)

Riscos atuariais

Principais riscos atuariais em um plano de previdência

Sobrevivência

As pessoas podem sobreviver além do número médio de anos que se estima nos cálculos atuariais

Financeiro

Os investimentos podem não ter o retorno estimado nos cálculos atuariais

(13)
(14)

Cálculo financeiro

Dinheiro tem valor no tempo

Qual o equivalente financeiro atual de R$ 2.000,00 que serão pagos daqui a 20 anos, supondo-se uma taxa de juros anual de 6%?

Diagrama de fluxo

R$ 2.000,00

(15)

Cálculo financeiro

Fazendo uso da matemática financeira dos juros

compostos, pode-se calcular o equivalente financeiro atual (Valor Presente), pela seguinte fórmula:

Não há incerteza, nesse cálculo, em relação ao pagamento do valor no futuro.

( 1 + 2000 6 % )

20

=

VP

(16)

Cálculo atuarial

Além do desconto financeiro, no cálculo atuarial é necessário se considerar a probabilidade de que o pagamento ocorra.

Diagrama de fluxo

(?)R$ 2.000,00 (?)

( ) p

VPA ×

= +

20

% 6 1

2000

(17)

Cálculo atuarial

O cálculo atuarial fornece meios para apuração de prêmios de seguros e custos previdenciais.

O cálculo é elaborado considerando-se um conjunto de premissas e hipóteses, bem como em metodologias

específicas.

No caso de uma EFPC, essas premissas e hipóteses irão permitir a estimativa das obrigações previdenciais e

dos custos de um plano de benefícios.

(18)

Tipos de planos de benefícios

Resolução CGPC nº 16, de 22 de novembro de 2005

Planos de Benefício Definido

Planos de Contribuição Definida

Planos de Contribuição Variável

(19)

Tipos de planos de benefícios

Tipos de benefícios

Programados: aposentadorias por tempo de contribuição, idade, especial e antecipada.

De Risco: invalidez, pensão, pecúlio e auxílios.

(20)

Tipos de planos de benefícios

Plano de Benefício Definido

O plano cujos benefícios programados têm seu valor ou nível previamente estabelecidos, sendo o custeio

determinado atuarialmente, de forma a assegurar a sua

concessão e manutenção. (art. 2º)

(21)

Tipos de planos de benefícios

Plano de Contribuição Definida

O plano cujos benefícios programados têm seu valor permanentemente ajustado ao saldo de conta mantido em favor do participante, inclusive na fase de percepção de benefícios, considerando o resultado líquido de sua aplicação, os valores aportados e os benefícios pagos.

(art 3º)

(22)

Tipos de planos de benefícios

Plano de Contribuição Variável

O plano cujos benefícios programados apresentem a

conjugação das características das modalidades de

contribuição definida e benefício definido. (art. 4º)

(23)

Tipos de planos de benefícios

Plano de benefícios BD-01

Benefício Definido Em extinção

Benefícios

Suplementação de aposentadorias (tempo de contribuição, invalidez e antecipada)

Benefício Proporcional Diferido-BPD Pensão

Pecúlio por morte Pecúlio por Invalidez

(24)

Tipos de planos de benefícios

Plano de benefícios CD-02

Contribuição Definida Em manutenção

Benefícios

Renda de aposentadoria programada Renda de aposentadoria por invalidez BPD

Benefício por morte

(25)

Tipos de planos de benefícios

Plano de benefícios CV-03

Contribuição Variável Em manutenção

Benefícios

Renda de aposentadoria programada (TC, idade e antecipada) Renda de aposentadoria por invalidez

BPD

Pecúlio por morte

(26)

Regimes financeiros

Determinam a forma como serão financiados os

benefícios do plano e são regulados pela Resolução

CGPC nº 18, de 28 de março de 2006.

(27)

Regimes financeiros

Capitalização

Formação de reservas de longo prazo

O custeio dos benefícios é feito por contribuições do

participante e da patrocinadora, bem como pelos ganhos de mercado.

Obrigatório para benefícios que sejam programados e

continuados

(28)

Regimes financeiros

Repartição Simples

Não há formação de reservas

As contribuições são suficientes para financiar os benefícios que forem pagos no mesmo período.

Pode ser utilizado para o financiamento de benefícios que sejam pagos por invalidez, morte, doença ou

reclusão, cuja concessão seja na forma de pagamento

único. Pode ser usado também para benefícios pagos por

(29)

Regimes financeiros

Repartição de Capitais de Cobertura

Não há formação de reservas antecipadamente As reservas que financiarão os benefícios são

constituídas no momento da concessão do benefício ou pouco antes.

Pode ser utilizado para o financiamento de benefícios que sejam pagos por invalidez, morte, doença ou

reclusão, cuja concessão seja na forma de renda.

(30)

Regimes financeiros

Nos planos administrados pela REGIUS é utilizado o regime financeiro de capitalização para todos os

benefícios.

(31)

Métodos atuariais

Estão relacionados ao regime financeiro de

capitalização e determinam a forma de acumulação

dos recursos necessários ao pagamento dos benefícios

(reservas matemáticas)

(32)

Gráfico de acumulação

Diferentes Métodos Diferentes Reservas

(33)

Métodos atuariais de financiamento

Exemplos

IEN – Idade de Entrada Normal UC – Crédito Unitário

PUC – Crédito Unitário Projetado Agregado

Idade Atingida

(34)

Métodos atuariais de financiamento

O método atuarial irá determinar as provisões matemáticas, os custos dos benefícios e, por

conseqüência, as contribuições (custeio) que serão

necessárias.

(35)

Métodos atuariais de financiamento

Métodos atuariais utilizados nos planos da REGIUS

BD-01

Idade de Entrada Normal-IEN

CD-02

Capitalização Financeira

CV-03

Capitalização Financeira (benefícios programados) Idade de Entrada Normal-IEN (benefícios de risco)

(36)

Hipóteses atuariais

Suposições sobre o comportamento de diversas variáveis do cálculo atuarial, tais como

Salários

Investimentos Mortalidade Invalidez

Desligamentos

Inflação

(37)

Hipóteses atuariais

Taxa de crescimento salarial

Para estimar o salário na aposentadoria

Taxa de juros

Retorno dos investimentos

Atualização monetária e fatores de capacidade salarial

Obter o valor nominal dos salários e benefícios na data da avaliação

Tábuas biométricas

Permitem calcular as probabilidades de morte e invalidez

Rotatividade

Estimativa da taxa de desligamento dos participantes do

plano

(38)

Mortalidade

77

81

76

77

80

76 76

77

77 77 78 78 79

80

82

80 80 81

82

84

79

82 82

83 83

84 85

AT 49 AT 55 AT 71 AT 83 AT 2000

(39)

Hipóteses atuariais

Regulamentação sobre as hipóteses atuariais - EFPC

Resolução CGPC no. 18, de 28/03/2006.

Hipóteses adequadas às características da massa de

participantes e assistidos e ao regulamento do plano (item 1 do regulamento anexo da resolução).

A EFPC pedirá ao patrocinadora ou instituidor do plano manifestação por escrito sobre as hipóteses econômicas e

financeiras (crescimento salarial, rotatividade, indexador dos salários, ...) que guardem relação com suas atividades (item 1.1).

A adequação da tábua biométrica utilizada para projeção da longevidade será atestada por meio de estudos específicos que comprovem a aderência, nos três últimos exercícios, entre o

(40)

Hipóteses atuariais

Regulamentação sobre as hipóteses atuariais - EFPC

Resolução CGPC no. 18, de 28/03/2006.

Taxa máxima real de juros de 6,0% (2012), 5,75% (2013), 5,50%

(2014), 5,25% (2015), 5,00% (2016), 4,75% (2017) e 4,50% (2018) (item 4).

A adoção de taxa de juros deverá ser justificada pela entidade com base em estudos técnicos que comprovem a aderência das hipóteses de rentabilidade dos investimentos ao plano de

custeio e ao fluxo futuro de receitas de contribuições e pagamento de benefícios.

(41)

Hipóteses atuariais

Regulamentação sobre as hipóteses atuariais - EFPC

Resolução CGPC no. 18, de 28/03/2006.

Os estudos de aderência serão elaborados pelo atuário

responsável pelo plano de benefícios, atestados pelo Conselho Fiscal e aprovados pela Diretoria Executiva e Conselho

Deliberativo.

(42)

Avaliação atuarial

Estudo das obrigações previdenciais de um plano de benefícios, considerando-se um conjunto de premissas e hipóteses sugeridas pelo atuário.

A avaliação atuarial compreende um estudo de longo

prazo das despesas e receitas do plano de benefícios,

estimando-se a situação financeira do mesmo ao longo

da sobrevida de todos os seus participantes, assistidos

e dependentes.

(43)

Avaliação atuarial

Realizada anualmente, por ocasião do encerramento do exercício social

A partir da avaliação atuarial são elaboradas as Demonstrações Atuariais (DA)

As premissas e hipóteses de trabalho devem observar os parâmetros técnicos estabelecidos na Resolução nº 18, de 28/03/2006, emitida pelo Conselho de Gestão da Previdência Complementar (CGPC), bem como na

Resolução nº 26, de 29/09/2008, do mesmo órgão.

(44)

Avaliação atuarial

Bases fundamentais

Legislação

Normativos internos

Estatuto, convênio de adesão, regulamento e contratos

Metodologias atuariais

Premissas e hipóteses de trabalho

Dados cadastrais

(45)

Avaliação atuarial

Resultados

Provisões matemáticas (PM) Situação atuarial

Superávit: PM < Ativo Líquido do Plano Déficit: PM > Ativo Líquido do Plano Equilíbrio: PM = Ativo Líquido do Plano

Custos atuariais

Plano de custeio (contribuições)

(46)

Avaliação atuarial – BD-01

Rubrica Valor

RESERVAS MATEMÁTICAS 1.299.608.640,35

BENEFÍCIOS CONCEDIDOS 705.202.990,01

Benefícios do plano 908.209.330,23

Contribuição da patrocinadora sobre benefícios (99.643.075,83) Contribuição dos pariticipantes sobre os benef. (103.363.264,39)

BENEFÍCIOS A CONCEDER 696.070.678,24

Benefícios do plano com a geração atual 1.069.968.823,58 Contribuições da patrocinadora sobre benef. (138.047.035,03)

(47)

Avaliação atuarial – BD-01

Resultado Atuarial

Rubrica Valor

ATIVO LÍQUIDO DO PLANO 1.309.476.202,59

RESERVAS MATEMÁTICAS 1.299.608.640,35

DÉFICIT TÉCNICO 0,00

SUPERÁVIT TÉCNICO 9.867.562,24

Reserva de Contingência 9.867.562,24

Reserva para Ajustes do Plano 0,00

(48)

Avaliação atuarial

Custos Atuariais

São resultados de cálculos atuariais e indicam quanto custam os benefícios oferecidos pelo plano de benefícios São expressos como porcentagens do salário-de-

participação

Dependem do método escolhido para a acumulação das

reservas matemáticas do plano de benefícios

(49)

Avaliação atuarial

Normais

São os custos dos benefícios atribuíveis a períodos de contribuição entre a data de filiação do participante e sua aposentadoria.

Suplementares

São custos de amortização de tempo de serviço passado

e déficits atuariais registrados ao longo da vida do plano

de benefícios

(50)

Avaliação atuarial – BD-01

Custos Atuariais

Custo % do SP

Aposentadorias 8,19%

Invalidez 1,37%

Pensão por morte 0,16%

Pecúlio por morte 0,13%

Despesas administrativas 1,07%

Ajuste do plano 7,78%

(51)

Avaliação atuarial

Plano de custeio

O regulamento do plano de benefícios estabelecerá a

forma como será elaborado o plano de custeio, o qual é

aprovado pelo Conselho Deliberativo.

(52)

Parecer atuarial

Contém os comentários do atuário responsável pelo plano sobre a situação atuarial, sendo parte integrante do relatório de avaliação atuarial.

No parecer consta, ainda, o balanço atuarial do plano e a sugestão de plano de custeio e comentários sobre

mudanças na situação atuarial do plano ocorridas

entre as datas-base das avaliações anuais.

(53)
(54)

Análise de sensibilidade das hipóteses

Características do plano de benefícios

Modalidade de Benefício Definido Benefícios

Aposentadorias (capitalização/IEN) Pensões (capitalização/IEN)

Pecúlio por morte (repartição simples) Auxílio-doença (repartição simples)

Plano de custeio

Contribuições dos participantes, assistidos e patrocinadoras

(55)

Análise de sensibilidade das hipóteses

Características do plano de benefícios

Hipóteses

Taxa de juros: 6% a.a.

Taxa de rotatividade: 0% a.a.

Taxa de crescimento salarial: 1% a.a.

Taxa de crescimento dos benefícios: 0% a.a.

Fator de capacidade salarial: 98,22%

Fator de capacidade de benefício: 98,22%

Inflação para salários e benefícios: INPC

(56)

Análise de sensibilidade das hipóteses

Características do plano de benefícios

Hipóteses

Mortalidade geral: AT-83 male

Mortalidade para benefícios por morte: CSO-58 Entrada em invalidez: TASA-27

Mortalidade de inválidos: IAPC

Tábua de serviço: multidecrementos (AT-83 e TASA-27)

(57)

Análise de sensibilidade das hipóteses

Características do plano de benefícios

Participantes

(58)

Análise de sensibilidade das hipóteses

Características do plano de benefícios

Assistidos

(59)

Análise de sensibilidade das hipóteses

Cenário 0

Hipóteses originais

Cenário 1

Mudança na taxa de juros de 6% para 5%.

(60)

Análise de sensibilidade das hipóteses

Comparação dos cenários 0 e 1

(61)

Análise de sensibilidade das hipóteses

Conclusões sobre os planos da REGIUS

Reduções na taxa de juros produzem aumentos nas

reservas matemáticas dos planos de Benefício Definido (plano BD-01) e Contribuição Variável (plano CV-03).

Nos planos de Contribuição Variável (CV-03) e de Contribuição Definida (CD-02), a redução da taxa de juros produz, ainda, uma diminuição na meta do

beneficio programado, para os participantes ativos e, no

próprio benefício, no momento da concessão.

(62)

Análise de sensibilidade das hipóteses

Cenário 2

Mudança na taxa de crescimento real dos salários de 1%

para 2%.

(63)

Análise de sensibilidade das hipóteses

Comparação dos cenários 0 e 2

(64)

Análise de sensibilidade das hipóteses

Conclusões sobre os planos da REGIUS

Alterações no crescimento salarial não produzem

impactos no plano de Benefício Definido, pois, segundo as normas regulamentares, os benefícios não são

impactados por crescimentos reais de salários.

No plano CD-02, os crescimentos de salários produzirão mais acumulação de recursos nos saldos de conta com aumentos futuros nos benefícios.

No plano CV-03, os impactos são semelhantes aos do

(65)

Análise de sensibilidade das hipóteses

Cenário 3

Mudança na tábua de mortalidade geral da AT-83 male

para a AT-2000 male.

(66)

Análise de sensibilidade das hipóteses

Comparação dos cenários 0 e 3

(67)

Considerações sobre as tábuas atuariais

A seleção de uma tábua adequada à massa de

participantes e assistidos deve ser feita por critérios técnicos, baseados em metodologia estatística que ateste a aderência entre os eventos reais e as taxas de mortalidade da tábua.

O mesmo comentário vale para as demais tábuas

(invalidez, mortalidade de inválidos, morbidez, ...)

(68)

Análise de sensibilidade das hipóteses

Conclusões sobre os planos da REGIUS

No plano BD-01, alterações de tábuas produzem

aumentos de reservas matemáticas, quando se adota uma tábua com maiores expectativas de vida, ou

redução, no caso de tábuas com expectativas de vida menores.

No plano CV-03, as alterações nas tábuas são

semelhantes às do BD-01 apenas para os benefícios de

risco. No caso dos benefícios programados, as alterações

(69)

Análise de sensibilidade das hipóteses

Conclusões sobre os planos da REGIUS

No plano CD-02, as alterações nas tábuas não têm

impactos atuariais.

(70)

Como verificar se as hipóteses estão adequadas?

Testes de aderência

Levantamento do histórico dos eventos (mortalidade, invalidez, morbidez, ...)

Aplicação de testes estatísticos (Qui-quadrado) Interpretação dos resultados

Monitoramento do cenário externo (rotatividade, taxa de juros, inflação, ...)

Prudência

(71)
(72)

O que são?

As Demonstrações Atuariais-DA são um conjunto de informações, encaminhadas anualmente para a

Superintendência Nacional de Previdência

Complementar-PREVIC, sobre o desempenho atuarial dos planos de benefícios no exercício.

Instrução Nº 09, de 14 de dezembro de 2010.

(73)

Composição

Informações cadastrais

Informações sobre a avaliação atuarial Demonstrativo da avaliação atuarial Plano de custeio

Parecer atuarial

(74)

Informações cadastrais

Identificação da entidade, plano de benefícios e do atuário responsável pelo plano de benefícios

Motivo da avaliação Data da avaliação

Tipo (completa ou resumida) Duration do passivo

Identificação de outros relatórios apresentados pelo

(75)

Características do plano

Descrição de cada benefício Regime financeiro

Método de financiamento

Nível básico do benefício

(76)

Demonstrativo da avaliação

Hipóteses atuariais

Descrição

Valor adotado na avaliação atuarial

Quantidade esperada no exercício seguinte Quantidade ocorrida no exercício encerrado

Comentário sobre a divergência entre ocorrido e

esperado

(77)

Demonstrativo da avaliação

Provisões matemáticas e custos

Para cada benefício são especificados

Quantidade de benefícios concedidos Valor médio do benefício

Idade média

Custo anual em R$ e % Provisões matemáticas

(78)

Demonstrativo da avaliação

Provisões matemáticas a constituir e contratos

Informações sobre contratos de dívida

Montantes de responsabilidade do patrocinador, participantes ativos e assistidos

Prazos restantes dos contratos

Os montantes são agrupados em déficit equacionado, serviço passado e outras finalidades

(79)

Demonstrativo da avaliação

Provisões matemáticas a constituir e contratos

Informações sobre reservas a amortizar

Montantes de responsabilidade do patrocinador, participantes ativos e assistidos

Prazos restantes para a amortização das reservas

Os montantes são agrupados em déficit equacionado, serviço passado e outras finalidades

(80)

Demonstrativo da avaliação

Patrimônio de cobertura do plano

Valor contábil da parcela patrimonial destinada à

cobertura das provisões matemáticas

(81)

Demonstrativo da avaliação

Fundos Previdenciais de Destinação da Reserva Especial

Valor contábil dos saldos de fundos utilizados na revisão

de plano de benefícios

(82)

Demonstrativo da avaliação

Fontes de recursos

Previsão dos montantes de receitas de contribuição e utilização de fundos para o próximo exercício.

As contribuições são separadas em normais e

extraordinárias, agrupando-se em patrocinadoras, participante ativos e assistidos.

Data de início da vigência do plano de custeio.

(83)

Demonstrativo da avaliação

Parecer atuarial (IN 9/10)

Deverá ser elaborado considerando-se todos os fatores relevantes para os resultados da avaliação atuarial.

Para cada grupo de custeio

Comparativo dos custos

Variação das provisões matemáticas

Principais riscos atuariais e medidas para mitigação

Soluções para restabelecer a suficiência do plano de custeio

(84)

Demonstrativo da avaliação

Parecer atuarial (IN 9/10)

Para o plano de benefícios

Qualidade da base cadastral

Variação do resultado atuarial e causas mais prováveis

Natureza do resultado atuarial (conjuntural ou estrutural) Soluções para o equacionamento do déficit atuarial

Adequação dos métodos de financiamento e dos regimes financeiros

(85)

Referências

Documentos relacionados

Caixa BLAST Aplicações: FIESTA ECO SPORT AMPLIFICADOR AMPLIFICADOR 6” CROSSOVER CROSSOVER 6” Tweeter Tweeter 6” 6” Projeto Avançado Kit 2 Vias. Caixa no

NÍVEL ECONÕMICO NÍVEL AMBIENTAL NÍVEL SOCIAL nível de vida produção ecológica consciência ambiental DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL QUALIDADE DE VIDA SUSTENTÁVEL

se com o cumprimento de disciplinas básicas englobadas no conjunto de disciplinas de fundamentos obrigatórias, aluno noções e conceitos importantes para o ente

Além de atender o perfil comum (descrito na Resolução CNE/CES Nº 3, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2001 e DCNs para os cursos de Enfermagem), o CBE da Faculdade Estácio de São Luís

Após integralização dos créditos de colação de grau como bacharel em Ciência e Tecnologia, através do Núcleo Tecnológico, o egresso estará apto a cursar

Básico Matemática Álgebra Linear 60 Cálculo I 90 Cálculo II 90 Cálculo III 90 Cálculo Numérico 60 Estatística Aplicada 60 Métodos Matemáticos 60 Física

Caso a Companhia tivesse adotado o mesmo padrão de distribuição utilizado em 2006, as despesas com perdas e provisionamento referentes ao Cartão Riachuelo totalizariam R$ 11,1

Comissão organizadora do I Colóquio Internacional de Teatro e Artes Performativas na UTAD (23 e 24 DE ABRIL DE 2007), subordinado ao tema “As Artes, o Teatro e a