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Onde está o dinheiro arrecado pelo Brasil?

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Academic year: 2022

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Onde está o dinheiro arrecado pelo Brasil?

A cada ano a União e os estados arrecadam mais dinheiro da população. No entanto, os governos sempre usam o argumento de falta de dinheiro para não conceder aumento salarial aos trabalhadores e elevar os investimentos de políticas públicas e em áreas importantes para a sociedade, como a saúde, a educação e a segurança pública.

Ainda em Agosto, a Receita Federal reajustou a estimativa de aumento na arrecadação deste ano, que deve fechar com alta entre 11% e 11,5%, já descontada a inflação oficial do período pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No Rio Grande do Sul, as estimativas também são positivas para o governo: a arrecadação em 2010 ficou em R$ 17, 884 bilhões, quase R$ 900 milhões a mais do que o previsto no orçamento de 2010, um crescimento bastante significativo. Boa parte desses recursos é destinada ao pagamento de uma divida ilegítima e que já foi paga durante décadas: a dívida do estado consome cerca de 18% do orçamento. No entanto os servidores das estatais, inclusive os do Serpro e da Dataprev (federais) e da Procergs (estadual), tem sempre a mesma desculpa: não tem dinheiro e mal conseguem os índices da inflação.

Para onde vai o orçamento do governo federal de 2011 Fonte: Auditoria Cidadã da Dívida

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O argumento dos governos é de que para os trabalhadores ou para investimentos não há dinheiro. A imprensa e o setor empresarial criticam, diariamente, o crescimento da dívida pública e defendem o corte nos gastos públicos (leia-se congelamento dos salários, aposentadorias e nos investimentos públicos). Entretanto os bancos e as empresas multinacionais anunciam recordes em seus lucros e lobistas ficam cada vez mais ricos. Será que não conseguimos fazer mais contas básicas da matemática?

O pagamento da dívida pública brasileira alcançou 45% do orçamento da União em 2010 (ou R$ 635 bilhões). Em 2011, chegou a representar 49,15% do orçamento (gráfico acima) e o endividamento só tende a aumentar, na opinião da auditora da Receita Federal, Maria Lúcia Fatorelli. De acordo com ela, a dívida brasileira nunca parou de crescer. Isso porque o crescimento da dívida passa pela emissão de títulos da dívida para pagamento de outras dívidas, considerada ilegal, e também pelo modo como o Banco Central opera o sistema de metas de inflação.

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A dívida pública é dividida em DÍVIDA EXTERNA (maior dívida do Brasil) e DÍVIDA INTERNA

O Banco Central faz um monitoramento permanente da quantidade de reservas dos bancos. Quando detecta que há excesso de moeda, absorve dinheiro das instituições financeiras dando em troca títulos da dívida pública nas chamadas operações de mercado aberto. O resultado, segundo Maria Lúcia Fatorelli, foi o endividamento do Banco Central, de R$ 147 bilhões em 2009 e de R$ 50 bilhões em 2010. Um rombo que acaba sendo pago pelo Tesouro Nacional.

Inflação está entre as maiores vilãs

O sistema de metas de inflação brasileiro é responsável por cerca de R$ 500 bilhões de endividamento para o país e

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estimula a entrada de “dólares podres” vindos do Exterior.

Para Fatorelli, o correto seria controlar este capital, estancar a entrada destes dólares podres. No entanto o governo faz o contrário: deixa o dólar entrar, entende que este dinheiro está provocando excesso de moeda em circulação e, para tirar esta moeda, entrega títulos da dívida.

A auditora também faz uma leitura diferenciada: para ela, a inflação não se deve a excesso de moeda ou de demanda (entendimento equivocado que tem provocado as sucessivas altas da taxa básica de juros, a Selic). Fattorelli diz que a inflação passa pela falta de controle sobre preços em áreas vitais como a telefonia, que tem lucros abusivos, cujo valor incide em toda a economia. Defende também que o Brasil não utilize preços internacionais para combustíveis e alimentos.

Ou seja, para equilibrar este sistema sem onerar bancos e grandes empresas, o trabalhador e a população brasileira

“pagam o pato”: arcam com uma das mais altas cargas tributárias do mundo, vêem seus ganhos serem corroídos pela inflação e ainda não têm aumento real de salário – isso tudo sem receber incentivos e isenções fiscais, benefícios dados a muitas empresas sem mesmo o governo exigir geração de emprego.

Até quando será assim?

Categorias no país e no estado que estão em luta

Há muitas categorias de trabalhadores que estão em luta no país e no Rio Grande do Sul por aumento real nos salários e condições de trabalho. Nacionalmente, temos os funcionários dos Correios, servidores federais do executivo e do judiciário, bancários. Aqui no estado estão os professores, Brigada Militar, Polícia Civil.

No setor privado, várias categorias têm fechado acordos acima da inflação. O exemplo mais recente é o dos metalúrgicos da GM (General Motors) de São José dos Campos (SP), que conquistaram

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um reajuste salarial de 10,8% a partir de 1º de setembro – o que representa 3,2% de aumento real mais inflação. Também obtiveram abono de R$ 3 mil e ampliação de cláusulas sociais.

* Com informações dos portais Sul 21 e Agência Brasil.

Gráficos retirados do jornal Opinião Socialista.

Greves e mobilizações por aumento real de salários se espalham pelo país

Protesto dos trabalhadores da construção civil do Pará

Trabalhadores de setores públicos e privados de diferentes categorias fazem mobilizações e greves por maiores reajustes salariais e melhores condições de trabalho. Os protestos acontecem em todo o país e mostram que os trabalhadores estão cansados de serem responsabilizados pela crise financeira – uma crise que não foi provocada por eles, mas para quem governos, grandes empresas e lobistas tentam empurrar as perdas e prejuízos.

No Pará, os operários da construção civil estão em greve há mais de uma semana. Segundo levantamento das entidades dos

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trabalhadores, 90% das obras estão paralisadas. Na terça-feira (13/09), mais de 3 mil operários fizeram uma passeata no centro da capital, Belém. A categoria já apresentou uma contraproposta salarial aos empresários: R$ 950 para pedreiros e R$ 670,00 para serventes. Para cesta básica, reivindicam o valor de R$ 80,00.

No entanto as construtoras, até o momento, não se posicionaram e, embora o mercado da construção civil esteja bastante lucrativo, mantêm a proposta de reajuste de 10% (o salário dos pedreiros passariam para R$ 880,00 e, dos serventes, para R$

630). Os trabalhadores pedem ainda também plano de saúde para a categoria, além de 10% de vagas reservadas para as mulheres.

Nesta quarta-feira (14/09), trabalhadores dos Correios de todo o país entraram em greve por tempo indeterminado. Eles reivindicam aumento salarial e realização de concurso público.

Também querem que a presidente Dilma não sancione a MP 532, que privatiza os Correios (CLIQUE AQUI para ver matéria completa).

Recentemente, os servidores das universidades federais de todo o país, após uma longa greve de quase 3 meses e forte embate com o governo federal, decidiram voltar ao trabalho. No entanto, a campanha salarial continua. Os bancários iniciaram, há pouco tempo, a campanha salarial, mas já enfrentam a resistência dos banqueiros. Os bancos, que ganharam muito dinheiro público dos governos para não “quebrarem” com a crise financeira, não querem dividir nada; só ganhar, e na maioria das vezes, de graça.

Na General Motors, operários conquistam aumento real

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Após forte mobilização da categoria, os metalúrgicos da General Motors, em São José dos Campos (SP), conquistaram um reajuste salarial de 10,8% a partir de 1º de setembro – o que representa 3,2% de aumento real mais inflação. Também obtiveram abono de R$ 3 mil e ampliação de cláusulas sociais.

Só com organização e mobilização é que os trabalhadores conseguem avançar em suas reivindicações. Vamos à luta!

Trabalhadores dos Correios em greve por tempo indeterminado

Greve por tempo indeterminado! Essa foi a resposta que os trabalhadores dos Correios deram à direção da empresa na noite desta terça-feira (13), em assembleias realizadas por todo

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país. A categoria deixou explícito que não aceitará a proposta rebaixada da ECT (Empresa de Correios e Telégrafos) de apenas R$ 800 de abono (o que não é incrementado no salário), sem aumento real. Foto da assembleia da categoria em São Paulo, retirada do site da CSP-Conlutas.

Dos 35 sindicatos filiados à Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios), 34 já informaram que estão em greve. As assembleias expressaram a disposição de luta. Em São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, havia mais de 6 mil trabalhadores decididos pela greve.

Para um dos representantes da FNTC (Frente Nacional dos Trabalhadores dos Correios), que faz oposição à Fentect, Geraldo Rodrigues, o Geraldinho, a empresa, após 50 dias de enrolação, acreditou que propondo um abono de R$ 800 a ser pago na sexta-feira próxima (dia 16/09), iria desmobilizar os trabalhadores e evitaria a paralisação. “A ECT quebrou a cara, a categoria não só repudiou a proposta da empresa como demonstrou nas assembleias que não vai aceitar proposta rebaixada”, enfatizou Rodrigues.

Em Porto Alegre, piquete na Sertório

Foto: Vinícius Roratto/Correio do Povo

Nesta quarta-feira (14/09), desde cedo os servidores dos Correios bloquearam uma das faixas da avenida Sertório, no sentido bairro-centro, com caminhões de distribuição. Nenhum veículo entrou ou saiu do Centro de Distribuição da empresa,

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na zona Norte. Uma caminhada pela avenida deve ser organizada a partir das 11h, com representantes também do interior do Estado. Amanhã, as manifestações estarão concentradas no Centro da Capital.

Os trabalhadores decidiram paralisar as atividades em todo o Brasil, em assembleias, na noite dessa terça-feira. No Rio Grande do Sul, os trabalhadores rejeitaram m assembleia, na noite desta terça-feira, a proposta de reposição salarial (6,87%) da empresa e do governo federal. A categoria quer a reposição da inflação, de 7,16%, e mais 24% de reajuste, referente a perdas anteriores.

Eles exigem ainda, a revogação da Medida Provisória 532, que já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e o Senado e aguarda sanção da presidente Dilma. A MP privatiza os Correios e abre seu capital, transformando-a em Sociedade Anônima. A medida prevê também a criação de outras empresas no ramo postal, as chamadas subsidiárias, o que favorece o aumento da terceirização e precarização do trabalho.

A empresa até o momento não apresentou nova proposta para a categoria. Nesta quarta-feira (14) acontece nova assembleia nacional para dar encaminhamentos à greve.

TExto retirado do site da CSP-Conlutas, com informações da Rádio Guaíba

Jornada Nacional de Lutas:

Marcha em Brasília reúne 20

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mil e supera expectativas

Movimentos sociais cobram mudanças na política econômica, investimentos em saúde, educação e reforma agrária.

A Marcha em Brasília, atividade convocada pela Jornada Nacional de Lutas, superou as expectativas e foi uma vitória do movimento dos trabalhadores organizados. Reuniu cerca de 20 mil lutadores que percorreram as ruas do centro da capital federal com faixas, bandeiras tremulando, bonecos, as mais diversas palavras de ordem e, o mais importante, muita disposição de luta. Do estádio Mané Garrinha até o Congresso Nacional. Foram quase 5 km a pé depois de tantas horas de viagens de ônibus, com caravanas vindas dos mais diferentes pontos do país.

Os que estavam no caminhão de som comentavam que era impossível enxergar o final da marcha, cujo início ocorreu por volta das 10h e teve seu encerramento às 13h30.

Por algumas horas Brasília se tornou palco da vanguarda dos trabalhadores e categorias em luta desse país. Entre eles, metalúrgicos, petroleiros, professores universitários, trabalhadores dos Correios, profissionais da Educação, professores do Estado e do Município, servidores públicos federais, mineradores, bancários, rodoviários, estudantes, além de integrantes de movimentos populares do campo e da cidade, aposentados, movimentos contra a opressão da mulher, dos negros e negras e dos homossexuais.

O dirigente da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas,

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Sebastião Carlos, o Cacau, entende que a presença das diversas forças do movimento foi fundamental para o sucesso da atividade. “Ali em Brasília estavam movimentos que vêm lutando no país e a CSP-Conlutas teve um peso fundamental, por meio de suas categorias e movimentos organizados, para colocar 20 mil trabalhadores e estudantes em Brasília”.

Compareceram ao ato e pediram a palavra o coordenador da FUP (Federação Única dos Petroleiros), João Antônio de Moraes, e também o secretário geral da CUT, Quintino Severo, num reconhecimento da importância da mobilização para enfrentar os planos do governo e construir a unidade de nossa classe em defesa dos direitos.

Após o encerramento do ato pelo dirigente da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Luis Carlos Prates, o Mancha, os estudantes e professores se dirigiram para o MEC (Ministério da Educação); a Via Campesina foi para o Ministério das Comunicações e o MTL realizou manifestação no MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário).

Os integrantes do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) foram para o Ministério do Esporte, ocupando o local com cerca de 1,2 mil pessoas. Cobraram providências contra os despejos e remoções que vêm ocorrendo por conta da Copa e Olímpiadas, conforme já havia denunciado um de seus dirigentes e membro da Secretaria Executiva da CSP-Conlutas, Guilherme Boulos.

Categorias em campanha salarial e outros setores em luta promoveram atividades específicas por suas pautas de reivindicações. Às 15h aconteceu uma plenária pelos 10% do PIB para a Educação Pública, já!, convocada por todo o ato e reforçada pelo convite da presidente do Andes-SN e integrante da Secretaria Executiva da CSP-Conlutas, Marina Barbosa.

Audiências – Desde a manhã de quarta-feira ocorreram diversas audiências com o governo e órgãos públicos. Essa foi uma mostra de que o governo foi obrigado a reconhecer a força do

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movimento.

Às 11h houve audiência com o secretário geral da Presidência, Gilberto Carvalho. Às 11h30 foi a vez de representantes da marcha se encontrarem com o presidente da Câmara Federal, Marco Maia. Na parte da tarde houve audiências de professores e estudantes da Anel com o ministro da Educação, Fernando Haddad, e do MTST com o ministro do Esporte, Orlando Silva, para tratar dos despejos e remoções por conta da Copa e das Olímpiadas. Às 19h foi a última audiência do dia. Desta vez com o ministro do Supremo Tribunal Federal, Aires Brito, para tratar de interdito proibitório e as indenizações de aviso prévio.

De acordo com o dirigente da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Paulo Barela, a presença diversificada de categorias em luta mostrou que é possível organizar mobilizações unitárias que denunciem e apresentem alternativas à política do governo Dilma Rousseff. “É preciso que o governo deixe de governar para empresários, banqueiros e empreiteiros e atenda aos interesses dos trabalhadores do país, direcionando verbas para saúde, educação e transporte públicos, verbas para a reforma agrária”.

O protesto também exigiu o fim da corrupção no governo, a prisão e confisco dos bens dos corruptos e dos corruptores.

A luta continua – Segundo um dos membros da Secretaria Executiva da CSP-Conlutas, Zé Maria de Almeida, haverá continuidade dessa iniciativa. “Nas próximas semanas as entidades e organizações que promoveram a Jornada Nacional de Lutas devem se reunir e discutir os próximos passos de uma luta unificada”, disse.

Para Zé Maria, a continuidade dessa mobilização é fundamental.

Afinal, o governo não distribui os bônus do crescimento econômico para os trabalhadores. Agora, Dilma diz que o país vai enfrentar a crise, mas para isso é necessário diminuir o

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investimento nos serviços públicos, como saúde, educação, reduzir direitos e benefícios dos trabalhadores. Lembrou ainda que esse tipo de política está levando trabalhadores do mundo todo a se levantarem. “Basta olhar para a Europa e agora mesmo para o Chile que realiza uma greve geral de 48 horas”.

A marcha em Brasília foi o ponto alto da Jornada Nacional de Lutas, que teve início no dia 17 e vai até sexta-feira, dia 26. Passeatas, paralisações, assembléias, ocupações de terrenos e de terras e outras atividades em diversas categorias marcaram a Jornada.

A Jornada Nacional de Lutas foi organizada pela CSP-Conlutas e diversas entidades, entre elas o MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, MTST – Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, COBAP – Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas, Via Campesina, MTL – Movimento T e r r a , T r a b a l h o e L i b e r d a d e , R e s i s t ê n c i a U r b a n a , Intersindical, CNESF – Coordenação Nacional das Entidades dos Servidores Federais, CONDSEF – Confederação Nacional dos Servidores Federais, ANDES – Sindicato Nacional, FENASPS – Federação Nacional dos Trabalhadores da Saúde, Trabalho e Previdência Social, SINASEFE – Nacional, ASSIBGE – Sindicato Nacional, CPERS – Sindicato, ANEL – Assembléia Nacional dos Estudantes – Livre e várias outras entidades de base de vários estados do país.

As bandeiras da Jornada Nacional de Lutas:

– Defesa da aposentadoria e da previdência pública / fim do Fator previdenciário;

– Aumento geral dos salários;

– Redução da Jornada de trabalho sem redução salarial;

– Contra os cortes do orçamento / defesa do serviço público e dos direitos sociais do povo brasileiro / Combate à corrupção;

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– Suspensão do pagamento da dívida externa e interna aos grandes especuladores;

– Em defesa da educação e da saúde pública;

– Em defesa dos servidores públicos;

– Em defesa do direito à moradia digna / Terra para quem nela trabalha, reforma agrária já;

– Nenhum direito a menos / Contra a terceirização e a precarização do trabalho;

– Contra as privatizações / Defesa do patrimônio e dos recursos naturais do Brasil;

– Contra a criminalização da pobreza e dos movimentos sociais;

– Contra o novo Código Florestal / Em defesa do meio ambiente;

– Contra toda forma de discriminação e opressão.

Redação CSP-Conlutas Foto: Diego Cruz

Salário ainda cresce abaixo da produtividade, avalia Dieese

Matéria do Jornal O Valor.

SÃO PAULO – Os resultados das negociações salariais do primeiro semestre de 2011 são positivos e mantiveram certa

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estabilidade em relação a 2010, melhor ano para os reajustes reais, mas os salários continuam crescendo bem abaixo da produtividade média da economia, avalia o coordenador de relações sindicais do Dieese, José Silvestre Prado de Oliveira. Para a entidade, ainda existe uma “gordura” para melhorar os ganhos reais dos trabalhadores, que ocorreram em 84% dos 353 acordos realizados nos primeiros seis meses deste ano.

Segundo estimativa de Oliveira, considerando que o PIB de 2011 cresça 4%, a economia terá avançado três vezes mais no período de 2008 a 2011 do que o ganho real médio de 4,6% alcançado no mesmo triênio. No primeiro semestre, o reajuste real médio negociado foi de 1,37%, contra 1,59% no mesmo período do ano passado. “Os dados revelam que, no que pesem os bons resultados, os reajustes de uma maneira geral estão muito próximos do INPC [Índice Nacional de Preços ao Consumidor]”, afirmou o coordenador.

Oliveira destacou que praticamente 25% dos aumentos acima da inflação ficaram concentrados na faixa de 0,01 ponto percentual a 1 ponto acima do INPC, e que a maioria dos 6,8%

de reajustes que não conseguiram recuperar a inflação são os que ficaram entre 0,01 p.p.e 1 p.p. abaixo do indicador. Por outro lado, a fatia dos aumentos entre 3,01 p.p. a 4 p.p.

superiores ao INPC teve ligeiro aumento, de 6,2% no primeiro semestre de 2010 para 6,8% em igual período de 2011.

Para o Dieese, a diferença entre os dois anos é muito pequena e aponta claramente uma tendência que deve ser seguida ao longo do segundo semestre do ano, que concentra reajuste de importantes categorias, como petroleiros, bancários e metalúrgicos. “Quando divulgamos o balanço de 2010, comentávamos que a expectativa para 2011 era de continuidade, e os dados estão revelando isso.No começo do ano não tínhamos a questão da crise, mas a expectativa é que fechemos 2011 com resultados muito parecidos com os de anos anteriores”, disse.

Em 2010, 89% dos reajustes tiveram aumento real.

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Outro ponto discutido foi a tese de que aumentos mais robustos geram inflação. Para Oliveira, é certo que a inflação de 2011 será bem maior do que a de 2010, mas isso não é provocado pelos reajustes salariais, já que, até o meio do ano, “o salário médio cresceu bem abaixo da produtividade média da economia.”

Após a apresentação dos resultados, as centrais sindicais presentes afirmaram que continuarão lutando por aumentos reais maiores no segundo semestre e que a crise passará longe das empresas brasileiras, que não poderão usar as turbulências internacionais como desculpa para não conceder aumentos.

“Creio que toda aquela campanha feita no primeiro semestre que os salários poderiam prejudicar a inflação foi superada e que a melhoria de renda deu condições para o Brasil enfrentar a crise de uma maneira melhor do que os demais países”, comentou o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna. “No segundo semestre a tendência será de enfrentamento se não tivermos ganhos reais”, completou.

(Arícia Martins | Valor)

Todos e todas à jornada de lutas em Brasília

Dilma, é hora de repartir o bolo

Se o Brasil cresceu, trabalhador quer o seu

Dia 24 de Agosto acontece uma grande marcha em Brasília em defesa dos trabalhadores

Depois de sete meses, o governo Dilma não se cansa de alardear

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que o Brasil cresceu, mesmo com o agravamento da crise econômica mundial. O que eles não dizem é que esse crescimento t e m s e r v i d o à s g r a n d e s e m p r e s a s , a o s b a n c o s e a o s empreiteiros.

Os trabalhadores, no entanto, fazem mobilizações generalizadas por melhores salários e condições de trabalho. São greves no setor da educação, no setor metalúrgico, na construção civil, na mineração, dos servidores municipais, servidores estaduais, bombeiros, petroleiros, artistas. Os servidores públicos federais lutam pela valorização do serviço público. Os estudantes querem ensino público de qualidade e direito ao transporte.

No campo continua a incansável batalha pela reforma agrária e contra a impunidade aos assassinatos de lideranças e de trabalhadores camponeses, a defesa do meio ambiente. Nas cidades, são as ocupações de terrenos que fazem frente às remoções e desocupações que se intensificam com a proximidade da Copa e das Olimpíadas. Negros e negras, homossexuais, mulheres lutam contra a exploração e a opressão.

Pra onde vai o dinheiro do Brasil

Tem algo esquisito nessa estória. Quando o governo diz que o Brasil está em crise, o dinheiro do país é tirado do trabalhador para salvar banqueiro e empresário. Quando o governo diz que o país está crescendo, o dinheiro continua indo para os mesmos. Basta ver o novo projeto de incentivos, o Brasil Maior.

Desde que assumiu, o governo Dilma já anunciou cortes no orçamento público e está dando dinheiro para banqueiros, empreiteiros e empresários. Valores que já somam pelos menos 400 bilhões de reais (veja na tabela ao lado).

Aos trabalhadores restam somente os ataques. As empresas aumentam o ritmo de trabalho, impondo jornadas estafantes. Au-

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toridades dizem que é preciso segurar os aumentos dos salários por causa da inflação.

Os governos federal, dos estados e dos municípios, divulgam que não há recursos para saúde, educação, moradia, transporte e reforma agrária. Pudera, no orçamento desse ano Dilma impôs um corte de 50 bilhões nos gastos públicos. Por isso, a população sofre com a situação caótica em que se encontra a saúde e a educação públicas; o transporte caro e de baixa qualidade; o preço da água, da luz, do telefone, subindo mais do que os salários.

Esse é o Brasil que você quer? Não! Então participe da Jornada Nacional de Lutas, de 17 a 26 de agosto, convocada pela CSP- Conlutas e outras entidades.

Dia 24 de Agosto – Grande Marcha em Brasília em defesa dos trabalhadores

Texto da CSP-Conlutas do Rio de Janeiro

Sarau Beatles anima trabalhadores no Sindppd/RS

Trio de músicos animou os trabalhadores com os sucessos dos reis do Iê Iê Iê

O show do Sarau Beatles arrancou elogios dos colegas que prestigiaram o Sarau Sindical nesta quarta-feira (10/08), no Sindppd/RS. O trio de músicos relembrou em pouco mais de 1h de show diversos sucessos do grupo inglês, numa versão acústica e com muita performance e bom humor.

A seguir, algumas fotos do diretor Cicero Vargas:

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Fique atento às notícias do teu sindicato! Participe do Sarau Sindical e das demais atividades da categoria de TI do RS!

Caso você tenha alguma sugestão de atração musical ou de qualquer tipo de manifestação cultural (teatro, poesia, dança, cinema etc) que se enquadre ao Sarau Sindical, entre em contato com a diretora Hilda Dobal (PSE do Serpro) pelo e-mail [email protected]

O Sarau Sindical é um espaço nosso, de toda a categoria.

Ajude-nos a organizá-lo e divulgá-lo!

TI Governo anuncia incentivos de R$ 25 bilhões à indústria

No pacote, presidente Dilma Rousseff atendeu à reivindicação dos empresários e criou um programa piloto para desoneração da contribuição das empresas sobre a folha de pagamento à

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Previdência. Indústrias de TI estão entre as principais b e n e f i c i a d a s . Q u e m p a g a r á , m a i s u m a v e z , s e r ã o o s trabalhadores.

A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira, dia 2, o “Plano Brasil Maior”, um pacote de medidas com incentivos à indústria, que somados vão custar aos cofres públicos R$ 25 bilhões até 2012.

O pacote prevê medidas de isenções e incentivos fiscais basicamente em três setores: investimento, exportações e defesa da indústria.

A nova política industrial prevê, por exemplo, a prorrogação da redução do IPI para fabricação de automóveis e caminhões, material de construção e bens de capital.

Será feita ainda a devolução do PIS (Programa de Integração Social) e da Cofins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) às empresas no valor de até 4% do valor exportado de produtos industrializados.

Será criado um fundo para financiamento à exportação e está previsto a implantação de um pacote de incentivo especial ao setor automotivo.

Desoneração da folha – Mas a medida mais polêmica anunciada é a de um programa piloto para desoneração da contribuição das empresas sobre a folha de pagamento à Previdência, que era uma das principais reivindicações dos patrões.

Num primeiro momento serão beneficiados os setores de confecções, calçados, móveis e software. Esses setores deixarão de pagar os 20% do INSS sobre os salários dos seus funcionários. A tributação passará a incidir sobre o faturamento bruto de 1,5% para confecções e vestuário, calçados e móveis e de 2,5% para software.

Contudo, este novo tributo não irá compensar a perda de receita da Previdência. Só essa desoneração vai causar um

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rombo anual de R$ 1,6 bilhão e essa diferença será paga por recursos do Tesouro, ou seja, dinheiro público.

A medida vale até o final de 2012 e seus efeitos serão analisados por um comitê tripartite (governo, sindicalistas e empresários), que pode inclusive estender a desoneração para outros setores como quer o empresariado.

Dinheiro público para aumentar o lucro dos patrões – Segundo o governo, o plano tem o objetivo de aumentar a competitividade das empresas brasileiras, principalmente nos setores que trabalham com exportação e foram atingidos pela queda do dólar.

O governo adotou o discurso de uma suposta “defesa da indústria nacional”. Nas palavras da presidente Dilma, o Plano Brasil Maior é “uma cruzada em defesa da indústria brasileira diante do mercado internacional que muitas vezes tem ações desleais e predatórias”.

Supostamente o plano visa a defesa da indústria e do emprego.

Mas, o plano não inclui nenhum benefício aos trabalhadores, como redução da jornada, aumento de salário ou estabilidade no emprego.

O discurso nacionalista, que tem sido adotado inclusive pelas centrais governistas, CUT e Força Sindical, também não se sustenta, pela própria realidade: a indústria brasileira já está desnacionalizada. Essas mesmas empresas que denfem medidas contra as importações são as grandes multinacionais que enviam bilhões de dólares para suas matrizes no exterior.

As maiores importadoras do país são as montadoras de veículos que têm planta aqui, mas também produzem seus veículos em outros países e os exportam para o Brasil, com preços mais altos.

O que, mais uma vez, foi feito é a transferência de dinheiro público para beneficiar as grandes empresas do país e seus lucros. E, o mais escandaloso, é que isso acontece num momento

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em que as empresas estão faturando muito e acelerando o ritmo da produção.

Com a tão reivindicada desoneração da folha de pagamento pelos patrões, o setor que corre maior risco é a Previdência Social.

O próprio governo estima que a contribuição patronal gerou uma arrecadação de R$ 93 bilhões em 2010, o que representa 42% de toda a receita da Previdência no ano passado. Estudos mostram que os cofres do INSS perderão R$ 4,9 bilhões para cada ponto percentual desonerado da folha de pagamentos.

Quando Lula vetou o fim do Fator Previdenciário, no ano passado, afirmou que não poderia abrir mão dos R$ 10 bilhões necessários para isso, mas agora Dilma ameaça uma arrecadação muito maior.

A CUT e a Força Sindical reclamaram de não terem sido informadas com antecedência do conteúdo do novo plano. A Força Sindical chegou a declarar que o plano é “tímido”.

Estas centrais assinaram, no último dia 25, um documento pedindo a criação de um fórum tripartite (patrões, governo e trabalhadores) para ajudar na elaboração deste plano anunciado pelo governo. Na prática, essas centrais pelegas estão juntas com os patrões da Fiesp, defendendo um “Pacto Social” que só beneficiam as empresas.

O fato é que, mais uma vez, fica claro a prioridade da política econômica do país. Enquanto anunciou o maior corte da história no Orçamento da União, no valor de R$ 50 bilhões, no início deste ano, agora o governo Dilma destina R$ 25 bilhões para garantir os lucros dos patrões.

Fonte: SindmetalSJC

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SARAU SINDICAL – Sarau Beatles é a atração musical na próxima quarta-feira (10/08) no Sindppd/RS.

Participe!

O Sarau Sindical, evento cultural promovido pelo Sindppd/RS à categoria de TI gaúcha, traz na próxima quarta –feira (10/08) a dupla Sarau Beatles. A dupla apresenta músicas do grupo inglês em uma versão acústica (veja mais sobre a atração aqui).

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O Sarau Sindical inicia às 18h, no auditório do Sindppd/RS (Rua Washington Luiz, 186 – centro de Porto Alegre). A entrada é franca. Basta se animar e vir até o sindicato para aproveitar uma boa música, aliviar as tensões da correria do dia a dia e aproveitar um tempo agradável com os colegas, a família e amigos.

Ajude-nos a divulgar este evento. Venha participar do Sarau Sindical do Sindppd/RS!

Sarau Sindical é animação garantida

O Sarau Sindical foi criado pelo Sindppd/RS em 2009 para ser u m e s p a ç o d e c u l t u r a e e n t r e t e n i m e n t o f e i t o p e l o s trabalhadores para os próprios trabalhadores de TI. Nesse ano, o sindicato trouxe duas atrações musicais (o grupo Roda Viva,

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cantando Chico Buarque, e o grupo cheio de suingue Serrote Preto) e um ciclo de vídeos alternativos sobre a população refugiada em decorrência das guerras, mudanças no clima, fome e outros tipos de violência.

Em 2010, devido às inúmeras atividades do sindicato, não foi possível manter os eventos. Mas, neste ano, o Sindppd/RS decidiu retomar com todo o gás o espaço.

Caso você tenha alguma sugestão de atração musical ou de qualquer tipo de manifestação cultural (teatro, poesia, dança, cinema etc) que se enquadre ao Sarau Sindical, entre em contato com a diretora Hilda Dobal (PSE do Serpro) pelo e-mail [email protected]

O Sarau Sindical é um espaço nosso, de toda a categoria.

Ajude-nos a organizá-lo e divulgá-lo!

SARAU SINDICAL DO SINDPPD/RS Dia 10/08 – às 18h

AUDITÓRIO DO SINDPPD/RS (Rua Washington Luiz, 186 – Centro de Porto Alegre)

ENTRADA FRANCA

Mais informações pelo telefone (51) 3213-6100 ou pelo e-mail [email protected]

Veja mais informações sobre o Sindppd/RS e a categoria de TI no RS em www.sindppd-rs.org.br

Siga-nos no twitter: @sindppdrs

Em assembleia, trabalhadores

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aprovam liberação sindical de trabalhadora do Serpro

Na assembleia geral realizada nesta terça-feira (26) às 18h, na sede do Sindppd/RS, em Porto Alegre (RS), os trabalhadores de TI aprovaram por 49 votos a favor e 17 contrários a liberação sindical da diretora Vera Guasso, com remuneração paga pelo sindicato.

Decorrência do corte desta liberação pela empresa Serpro que usa essa medida como forma de boicotar e enfraquecer o trabalho e a ação sindical nesta empresa. Com a proposta aprovada na assembleia, a diretora poderá se dedicar à organização e execução das atividades de luta e defesa da categoria.

Sindppd/RS continuará na luta pelo direito da liberação sindical com ônus para o Serpro

Mesmo aprovando a liberação sindical com ônus para o sindicato o Sindppd/RS, com o respaldo da categoria, continuará exigindo o direito da liberação, que é utilizada por dezenas de sindicatos em todo o país.

A categoria foi informada que o Serpro cortou a liberação sindical com ônus para a empresa desde março/2010, em reação à atuação firme do nosso sindicato, sempre com total independência e autonomia de todas as direções das empresas.

O sindicato buscou a negociação, fez abaixo-assinados etc, mas a direção do Serpro não respondeu oficialmente até hoje aos nossos ofícios. Não sobrou outra alternativa que não seja buscar uma liberação com ônus para o sindicato até que consigamos reverter essa medida, que vem prejudicando e enfraquecendo a luta dos trabalhadores do Serpro e da categoria. Vários sindicatos utilizam essa medida em caso de necessidade sejam eles da CUT, CSP-Conlutas etc.

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Calúnias voltam a aparecer na categoria após esse debate

Toda vez que a categoria é chamada a debates importantes ou acontece eleição na entidade, pessoas e mesmo diretores do sindicato da chapa minoritária encaminham e-mails caluniosos, m e n t i r a s e a t a q u e s p e s s o a i s b u s c a n d o c o n f u n d i r e desestabilizar a organização sindical.

A verdade X mentira e calúnias

Liberação sindical no Serpro – Faz mais de 20 anos que o Serpro tem diretores sindicais liberados. O corte da liberação foi uma medida conjunta entre a direção da empresa e a Fenadados, essa federação que deveria atuar em defesa da categoria, mas tem traído a luta dos trabalhadores e favorece a direção das empresas. O Serpro é uma empresa nacional e tem o maior número de sindicalizados no estado por conta de um trabalho sério que a diretoria realiza. Nossa liberação foi cassada porque não temos compromisso com as empresas e sim com os trabalhadores. Fizemos assembleia na porta do Serpro sobre esse tema que foi deliberado sem nenhum voto contrário.

Auxílios às lutas e organização de outros trabalhadores – Diferentemente de outros sindicatos, o Sindppd/RS atua sempre de forma transparente e leva para a categoria a decisão sobre essas questões. Não existe apoio a nenhum partido político, pois nunca foi constatado ou colocado em dúvida pelo conselho fiscal que atua de forma independente da diretoria, pois é eleito em chapa separada e tem representação das duas chapas que atuam no sindicato. As contas sempre foram aprovadas e o apoio às eleições do CPERS, por exemplo, foi para uma chapa em que a presidente é da CUT, mas não concorda com sindicalismo governista. Esse apoio foi aprovado na diretoria do sindicato por representações das duas chapas, inclusive por pessoas que estão divulgando as falsas informações como a Sra Andréia Albertin e o Sr Nerci, que tem cargo de diretores do Sindppd/RS.

O sindicato é dirigido por uma diretoria eleita x sindicato da

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Vera Guasso

O Sindppd/RS tem uma diretoria eleita que toma decisões e é respeitada no estado e em nível nacional pela categoria e por outras categorias porque nunca fez conchavo com nenhum tipo de direção de empresa, seja de que partido for. Sempre atua buscando avançar nos direitos dos trabalhadores. Essa tentativa de personalizar nossa diretoria tem o sentido de criar confusão e falsas informações para enfraquecer as ações da categoria.

Ex-diretor sindical da Procergs, que hoje ocupa cargo de chefia e foi do grupo da oposição cutista no Sindppd/RS, encaminhou texto com calúnias e mentiras. É o mesmo que acionou o sindicato, uma semana após ter saído da direção da entidade para ser chefe.

Uma verdade incontestável: o patrimônio material do Sindppd/RS Nosso sindicato tem um patrimônio material valioso porque é bem cuidado pela diretoria e nunca ficamos apertados para encaminhar as ações necessárias aos trabalhadores. Porque será que essas pessoas querem ganhar o sindicato a qualquer custo na base da mentira?

Se aceitarmos os desmandos de um determinado governo, o que acontecerá quando mudar este governo?

A quem interessa um sindicato fraco? A quem interessa a mentira e as calunias?

Por que alguns poucos diretores do sindicato estão tomando atitudes que enfraquecem a própria entidades e a luta dos trabalhadores?

Lembre-se que foi com este sindicato que conquistamos boa parte do que temos hoje no nosso acordo coletivo, e já se passaram vários governos!

Faça uma reflexão e tire as suas conclusões.

Sindppd/RS

Referências

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