Áreas de Figuras Planas
Áreas de Figuras Planas
• Área
• Toda superfície ocupa uma extensão do plano.
Determinar a área de uma superfície significa medir
essa extensão.
• Para isso, é necessário definir uma unidade: o
quadrado de lado 1, possui igualmente, área 1.
1
1
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• Retângulo
• Se tivermos um retângulo de dimensões 2 cm x 3 cm, a área
ocupada por sua superfície é obtida decompondo cada dimensão em unidade do comprimento dado (centímetros nesse caso).
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• Retângulo
• Logo, para se obter a área de um retângulo, multiplicamos suas dimensões:
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• Quadrado
• Um quadrado, nada mais é que um caso particular do retângulo em que suas dimensões são iguais.
• Um quadrado de lado 3 cm, portanto, terá área igual a 3 cm x 3 cm = 9 cm2.
• A fórmula para calcular a área do retângulo é válida para calcular a área do quadrado:
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• Paralelogramo
• Se no retângulo ABEF recortarmos o triângulo BEC e
posicionarmos rente ao lado AF obteremos uma nova figura geométrica chamada paralelogramo.
• Como a área do retângulo é dada pelo produto: Ar = b. h,
podemos concluir que a área do paralelogramo também é b.h, uma vez que ambas as figuras cobrem a mesma superfície do plano.
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• Paralelogramo
• A área do paralelogramo foi obtido a partir da área do retângulo, logo são figuras equivalentes.
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• Triângulo
• A área do triângulo também pode ser obtida a partir do retângulo, dividindo-o por meio de sua diagonal.
• O retângulo acima foi dividido em dois triângulos retângulos de mesmas dimensões. Se juntos eles cobrem a mesma superfície que o retângulo, então suas áreas juntas é igual a área do
retângulo.
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• Triângulo
• Como as dimensões dos dois triângulos são as mesmas, então At1 = At2 = AT.
• Portanto, a área de um triângulo é:
2
.
2
A
A
A
A
2.
r T r Th
b
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• Triângulo
• Apesar de termos enunciado essa regra para um triângulo
retângulo, ela é válida para um triângulo de qualquer tipo, pois sempre podemos dividir um triângulo de modo a compor um retângulo.
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• Trapézio
• A área do trapézio pode ser obtida fazendo cortes triangulares em sua figura e recompondo novas formas planas conhecidas capazes de serem somadas.
• Exemplo:
decomposição em dois triângulos
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• Trapézio
• Considere o trapézio MNPQ da figura, de bases B e b e altura h. • Prolongando-se a base maior de base maior de um segmento de
medida b, portanto igual a medida da base menor.
• Note que os triângulo MNX e YPX são congruentes, portanto a área do trapézio é igual a área do triângulo MQY.
2
.h
b
B
A
trap
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• Trapézio
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• Losango
• A área do losango pode ser obtida decompondo o losango em 4 triângulos congruentes.
• Calcula-se a medida da área de um dos triângulos e multiplica-se por 4.
2
.
8
.
.
4
2
.
4
2
.
.
4
4. 2 2D
d
A
D
d
A
A
A
los los D d los D d los
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• Losango
• Outro modo de se chegar ao mesmo resultado, seria decompondo o losango num retângulo.
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• Regularidade x Irregularidade
• As figuras apresentadas aqui são polígonos, ou seja, figuras compostas por linhas consecutivas que se fecham delimitando uma porção do plano.
• Essas linhas se chamam lados e a intersecção de duas delas determinam um ângulo.
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• Regularidade x Irregularidade
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• Regularidade x Irregularidade
• Os polígonos irregulares possuem lados diferente e diferentes medidas angulares.
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• Área de polígonos regulares
• Todo polígono regular de lado L pode ser decomposto em n triângulos de base L e altura a.
• Exemplos
• O segmento que une o centro do polígono ao ponto médio de um lado chama-se apótema.
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• Área de polígonos regulares
• Portanto a área do polígono é dado pela somatória das áreas dos triângulos que ele comporta:
• Um pentágono tem 5 triângulos, logo A5 = 5. At; • Um hexágono tem 6 triângulos, logo A6 = 6. At; • Um decágono tem 10 triângulos, logo A10 = 10. At.
• Um polígono de n lados terá n triângulos, logo An = n. At. • Entretanto a área do triângulo é: , logo: , porém:
• ; portanto ; .
2
.a
L
2
.
. a
L
n
A
n
tro
semiperíme
L
n
2
.
A
p
a
n
.
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• Exemplos
• Calcular a área do hexágono regular de lado 8 cm.
• Um hexágono regular possui 6 triângulos equiláteros, portanto, • Ahex = p.a.
• O semiperímetro do hexágono, neste caso, é equivalente a: • .24 2 8 . 6 2 . L n
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• Exemplos
• E o apótema é equivalente à altura do triângulo:
• Cálculo do apótema pelo Teorema de Pitágoras, : • 2 2 2 2 a L L
a
a
a
a
a
a
L
L
3
4
48
16
64
4
64
64
4
8
8
2
2 2 2 2 2 2 2 2Áreas de Figuras Planas
• Exemplos
• Logo, a área do hexágono é dada por:
2 3 96 3 4 . 24 . cm A A a p A hex hex hex
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• Área de polígonos irregulares
• O processo que permite calcular áreas de polígonos irregulares é semelhante ao cálculo de polígonos regulares;
• Divide-se o polígono em vários triângulos, calcula-se a área de cada um e depois fazemos a somatória. A diferença é que, neste caso, os lados e as alturas dos triângulos são diferentes.
2 . 2 . 2 . 2 . 2 . 1 2 2 3 3 4 4 5 5 1 h L h L h L h L h L Área
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• Área do círculo e suas partes
• Vimos que para calcular a área de um polígono, basta multiplicar o semiperímetro pelo apótema.
• Podemos imaginar a circunferência como sendo um polígono de infinitos lados, em que o apótema equivale ao raio.
• O comprimento da circunferência é C = 2..r, portanto, o seu semiperímetro é p = .r. Assim, a área do círculo é dada por:
2 . . . . r Área r r Área a p Área
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• Área do setor circular
• A área do setor circular é diretamente proporcional à medida do ângulo central.
área ângulo central
círculo: .r2 360 setor: As
360
.
.
r
2A
s
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• Área da coroa circular
• A área da coroa circular é dada pela diferença entre as áreas do círculo de raio R e o círculo de raio r, em que R > r.
• Portanto, a área da coroa é dada por:
2 2 2
)
(
.
.
r
R
A
r
R
A
coroa coroa
Referências Bibliográficas
IEZZI, G., MURAKAMI, C., MACHADO, N. J. Fundamentos de Matemática
Elementar Volume 2. São Paulo: Atual, 2010.
IEZZI, G., MURAKAMI, C., MACHADO, N. J. Fundamentos de Matemática
Elementar Volume 2. São Paulo: Atual, 2010.
DANTE, Luiz Roberto; Matemática Contextos e Aplicações Vol. 1. São Paulo: Ática, 2012.
LOPES,Luiz F.;CALLIARI,L. R. Matemática Aplicada na Educação
Profissional. Curitiba: Base, 2010.
SOUZA,J. R. Coleção Novo Olhar Matemática.V.2.São Paulo: FTD, 2010. RIBEIRO,J. Matemática: ciência, linguagem e tecnologia. vol.2.São Paulo: Scipione, 2010.
BASSANEZI,R. C. Ensino-aprendizagem com modelagem matemática: uma
nova estratégia. São Paulo: Contexto, 2002.
BOYER, C. B. História da Matemática. São Paulo: Edgard Blücher,1996. CARAÇA, B. J. Conceitos fundamentais da matemática. 4. ed. Lisboa: Gradiva, 2002.