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CAIXA IMOBILIÁRIO. Relatório e Contas

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FUNDGER – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Imobiliário, S.A. 

Av. João XXI, 63‐ 2º Piso 1000‐300 Lisboa   Telefone: 21 790 54 50   Fax: 21 790 54 74 

Número único de Pessoa Coletiva e Matrícula Comercial: 501.783.601   Capital Social realizado 600.000 Euros 

 

Fundo Investimento Imobiliário Fechado para

Arrendamento Habitacional

CAIXA IMOBILIÁRIO

Relatório e Contas

ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO ... 1 ECONOMIA PORTUGUESA ... 3 MERCADO IMOBILIÁRIO ... 4

MERCADO DOS FUNDOS IMOBILIÁRIOS ... 6

ACTIVIDADE DO FUNDO ... 7

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Fundo Investimento Imobiliário Fechado para Arrendamento Habitacional CAIXA IMOBILIÁRIO

RELATÓRIO&CONTAS 2013 1

ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO

De acordo com as estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI), divulgadas no início de 2014, a economia mundial terá registado em 2013 um crescimento de 3.0%, ligeiramente inferior ao observado no ano anterior (3.1%), tendo esta desaceleração ocorrido quer no bloco desenvolvido (-0.1 p.p.), quer no bloco emergente e em desenvolvimento (-0.2 p.p.).

A atividade económica global beneficiou do reforço da liquidez providenciada pelos principais bancos centrais, do teor menos restritivo da política orçamental, sobretudo nos países desenvolvidos, e da melhoria da envolvente financeira.

Os principais bancos centrais voltaram a ser determinantes para a melhoria da confiança na retoma da economia. O Banco Central do Japão, com o propósito de levar a inflação a atingir 2% num prazo máximo de 2 anos, anunciou, logo em janeiro, um aumento da base monetária e o reforço das compras de ativos financeiros. Na Área Euro (AE), o Banco Central Europeu (BCE reduziu por duas vezes a principal taxa de referência, a qual encerrou o ano num novo mínimo histórico de 0.25%. Nos EUA, a Reserva Federal (Fed) manteve o ritmo mensal de aquisição de títulos de dívida em $85 mil milhões durante todo o ano, tendo, anunciado na última reunião de 2013 uma redução de $10 mil milhões nas compras a partir de 2014.

INDICADORES ECONÓMICOS

Taxas de variação (em %)

PIB Inflação Desemprego

2012 2013 2012 2013 2012 2013 União Europeia -0.4 0.0 2.6 1.5 10.5 10.9 Área do Euro -0.7 -0.4 2.5 1.4 11.4 12.1 Alemanha 0.7 0.4 2.1 1.6 5.5 5.3 França 0.0 0.3 2.2 1.0 10.2 10.8 Reino Unido 0.1 1.9 2.8 2.6 7.9 7.6 Espanha -1.6 -1.2 2.4 1.5 25.0 26.4 Itália -2.5 -1.9 3.3 1.3 10.7 12.2 EUA 2.8 1.9 2.1 1.4 8.1 7.6 Japão 1.4 1.7 0.0 0.0 4.4 4.2 Rússia 3.4 1.5 6.5 6.5 6.0 5.7 China 7.7 7.7 2.6 2.7 4.1 4.1 Índia 3.2 4.4 10.4 10.9 n.d. n.d. Brasil 1.0 2.3 5.4 6.3 5.5 5.8

Fontes: FMI: World Economic Outlook - Update - janeiro de 2014

As incertezas associadas à crise da dívida soberana no seio da Europa que marcaram o ano anterior, foram notoriamente esbatidas em 2013. A manutenção de uma postura interventiva por parte do BCE, o início da recuperação económica na região a partir do 2º trimestre do ano, após a recessão mais longa desde a criação do euro, em paralelo com uma substancial correção dos desequilíbrios macroeconómicos em diversos Estados Membros, permitiu a criação de uma maior confiança na retoma a nível dos vários agentes económicos, para a qual contribuiram várias ações decididas pelos responsáveis, destacando-se a aprovação das primeiras medidas com vista à implementação de uma União Bancária.

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RELATÓRIO&CONTAS 2013 2

Apesar da envolvente mais favorável para a atividade económica, persistiram ainda diversos fatores que pontualmente condicionaram a evolução do crescimento e deram origem a períodos de incerteza. De referir a este respeito, o processo orçamental nos EUA, quer pela redução na despesa pública, a par de um aumento de impostos sobre as famílias, implementada no início do ano, quer pelo impasse na aprovação da Proposta de Orçamento do Estado Federal para 2014, que culminou no encerramento temporário dos serviços públicos federais não essenciais. Por seu turno, a admissão pela Fed, em maio, de que se poderia iniciar, ainda em 2013, a redução dos estímulos monetários não convencionais constituiu, também, um fator de incerteza e de oscilações dos mercados financeiros.

Ainda nos EUA, passado o impacto negativo relacionado com os ajustamentos orçamentais no início do ano, o crescimento registou uma aceleração no segundo semestre, destacando-se a substancial melhoria do consumo privado, suportado pela contínua melhoria do mercado de trabalho, assim como do investimento privado em capital fixo.

No Japão, a adoção de políticas orçamentais e monetárias expansionistas ainda em 2012, e reforçadas em 2013, continuou a consubstanciar-se numa melhoria do crescimento, com a confiança dos empresários a voltar, em alguns casos, a máximos históricos, e o desemprego a descer. para além disso, para a inflação subjacente no consumidor que se fixou no valor mais elevado desde o verão de 1998.

As economias emergentes continuaram a revelar grande dinamisno ainda que se tenha continuado a assistir a algum abrandamento já observado nos anos anteriores.A atividade económica continuou limitada, nomeadamente devido ao preço mais baixo das matérias-primas, bem como à redução dos fluxos de capitais, que se prenderam com a subida das taxas de juro de longo prazo nas economias desenvolvidas. Os países emergentes beneficiaram porém dos benefícios decorrentes do ritmo algo mais intenso da atividade económica nas economias desenvolvidas, sobretudo durante o segundo semestre.

A economia brasileira, cresceu de novo,abaixo do esperado. A partir do mês de abril verificaram-se sete aumentos da taxa diretora, em consequência dos níveis elevados de inflação, tendo a principal taxa de referência encerrado 2013 em 10.50%.

Os níveis de desemprego permaneceram elevados na maioria das regiões, mesmo naquelas onde se assistiu a alguns progressos positivos. Este fenónemo, em conjunto com os ajustamentos em curso em diversas economias com maior relevo no PIB mundial, e a queda do preço das matérias-primas, contribuíram para que os níveis de inflação descessem substancialmente. Esta evolução favoreceu, assim, a implementação e reforço de medidas de estímulo às principais economias.

O crescimento na AE, de acordo com as Estimativas do Outono da Comissão Europeia, e em linha com as estimativas mais recentes do FMI, terá voltado a ser negativo em 2013, desta feita -0.4%, após a queda de -0.7% no ano anterior. Esta retração assentou primordialmente na procura doméstica, já que o contributo das exportações líquidas se manteve positivo O ritmo da atividade não foi homogéneo, com as economias periféricas a registar contrações menos acentuadas e os restantes Estados Membros da AE a apresentar taxas de crescimento positivas, mas ainda modestas.

Na AE, realce para, entre outros eventos, a crise no Chipre e nomeadamente o acordo de assistência financeira negociado entre a Comissão Europeia, o FMI e o Governo daquele país.

O desemprego na região continuou a aumentar em 2013, ainda que a um ritmo menor, o que permitiu que a taxa de desemprego tenha permanecido praticamente inalterada em 12,1% ao longo da segunda metade do ano, o que corresponde ao nível mais elevado desde o verão de 1990.

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RELATÓRIO&CONTAS 2013 3

ECONOMIA PORTUGUESA

A economia portuguesa registou em 2013 um desempenho menos recessivo que o inicialmente previsto.

O PIB diminuiu -1.4%, após a queda de -3.2% em 2012, um resultado melhor do que o estimado, em resultado de uma contração menor da procura interna e de um contributo continuamente positivo da procura externa líquida, o que conduziu a um aumento da confiança dos empresários e das famílias ao longo de todo ano.

De acordo com a estimativa rápida do INE, o PIB português cresceu 1.6%, em termos homólogos, no 4º trimestre de 2013, em larga medida devido à recuperação da procura interna, tendo-se assistido a variações em cadeia positivas nos últimos três trimestres do ano.

Saliente-se a presente capacidade de financiamento do País (economia tradicionalmente devedora em termos líquidos), que atingiu 1.8% do PIB no final do 3º trimestre.

O IHPC português registou, em 2013, uma taxa de variação média anual de 0.4%, após 2.8% em 2012. A desaceleração resultou do contributo negativo dos preços dos bens energéticos, e de uma significativa desaceleração da inflação subjacente.

INDICADORES DA ECONOMIA PORTUGUESA

Taxas de variação (em %) 2011 2012 2013 (a)

Produto Interno Bruto -1.3 -3.2 -1.4*

Consumo privado -3.3 -5.4 -2.5 Consumo público -5.0 -4.7 -4.0 FBCF -10.5 -14.3 -8.5 Procura Interna -5.5 -6.9 -3.7 Exportações 6.9 3.2 5.8 Importações -5.3 -6.6 0.8 Taxas (em %)

Taxa de Inflação (IHPC) 3.7 2.8 0.4*

Taxa de desemprego 12.7 15.7 16.3*

Défice do SPA (em % do PIB) -9.8 -4.3 -6.4

Dívida Pública (em % do PIB) 108.2 124.1 127.8

Fonte: INE

(a) OE: Relatório Orçamento de Estado para 2014, outubro de 2013, exceto quando identificados (*)

No mercado de trabalho, embora continue elevada, a taxa de desemprego desceu no 4º trimestre pela 3º período consecutivo, altura em que atingiu 15.3%, o registo mais baixo em cinco trimestres, tendo a população desempregada no final do ano atingido os 826.7 mil indivíduos, o que representa um decréscimo de -10.5% face ao último trimestre de 2012.

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RELATÓRIO&CONTAS 2013 4

MERCADO IMOBILIÁRIO

INTERNACIONAL

Em 2013 a Zona Euro manteve-se no centro da crise económica e financeira que afeta o Globo. Num enquadramento de contração, determinado por um plano comum de redução de níveis de endividamento que se haviam mostrado excessivos, a Europa mantém a prossecução do esforço de consolidação orçamental, extensivo e partilhado pela generalidade dos países, com maior enfoque nos países intervencionados que, apesar de se encontrarem sob significativas medidas de austeridade, têm demonstrado sinais positivos e contribuído, de forma sustentada, para a diminuição dos receios do mercado.

Neste contexto, o desempenho do mercado imobiliário europeu continuou condicionado pelo reduzido desenvolvimento económico.

No setor de escritórios verificou-se uma estagnação da renda prime agregada para a Europa, com Londres a ser o primeiro mercado a apresentar um crescimento das rendas, baseado na retoma na zona da City e nas previsões de crescimento para o Reino Unido. Nas economias mais saudáveis como a alemã e dos países nórdicos, o ténue crescimento de 2012 perdeu alguma força, deixando vulneráveis os mercados mais fracos, sobretudo localizados no Sul da Europa, como Barcelona, Milão, Lisboa e Madrid, que revelaram um abrandamento da atividade.

Reflexo da incerteza económica, há vários anos que a promoção imobiliária no setor industrial e logístico tem sido muito reduzida. Todavia, este cenário começou em 2013 a gerar uma escassez de oferta, nomeadamente nas localizações mais estratégicas, que proporcionou um ligeiro crescimento das rendas e compressão das yields.

Com o desemprego a aumentar, a confiança dos consumidores na União Europeia permanece em níveis reduzidos. Este fator, a par das severas medidas de austeridade implementadas em diversos países, contribuiu para a queda das vendas do comércio em 2013. Foram registadas exceções na Rússia e Turquia, em particular, e na maioria dos países da Europa Central e de Leste. Acresce referir que algumas das mais conceituadas griffes internacionais continuaram com planos de expansão ativos, tendo-se deparado com algumas dificuldades em encontrar os espaços adequados, uma vez que a oferta em zonas prime permanece moderada. Esta situação tem ajudado a manter, bastante elevadas, as rendas prime do comércio de rua dos principais mercados europeus, particularmente em Istambul, Moscovo, Londres, Paris e em diversas cidades alemãs.

Os imóveis premium continuaram a ser o foco do interesse dos investidores, pelo que as yields associadas permaneceram globalmente estáveis ao longo de 2013. Com as taxas de retorno já próximas das suas médias de longo prazo e as baixas perspetivas de arrendamento, o potencial para uma inversão desta tendência está consideravelmente limitado. Como resultado, a yield prime média para a Europa manteve-se nos 6% a médio prazo. O segmento de escritórios foi o mais ativo, atraindo os investidores em resultado das respetivas yields se encontrarem historicamente mais elevadas, nomeadamente acima das Obrigações do Tesouro. No entanto, o foco em ativos core, associado à escassez de financiamento para imóveis secundários, levou a um maior entusiasmo no mercado europeu, com reflexo no crescimento acentuado dos mercados mais fortes e mais líquidos, como Londres, Paris e as principais cidades alemãs, responsáveis por grande parte do volume de investimento na Europa.

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RELATÓRIO&CONTAS 2013 5

NACIONAL

A economia nacional, no último ano, continuou a ser fortemente marcada pelo processo de consolidação orçamental e de desalavancagem, tendo grande parte dos indicadores económicos confirmado a já prolongada conjuntura recessiva, situação da qual o mercado imobiliário não se conseguiu dissociar. Nesse sentido, verificou-se uma vez mais que, independentemente das idiossincrasias de cada segmento e respetivas localizações, a performance do setor permanece dependente da recuperação económica e financeira.

A atual crise económica tem posto à prova a capacidade de gestão das organizações nacionais, com a redução de custos a mostrar-se uma das formas de contornar as dificuldades financeiras que assolam o empresariado. Com efeito, o mercado de escritórios, cujo motor são naturalmente as empresas, esteve sujeito a renegociações constantes, com ajustes em baixa dos valores de renda, verificando-se uma queda de 24% no número de transações e o nível mais baixo de procura desde que há registo.

A expressiva diminuição de consumo registada nos últimos três anos, com especial destaque para 2013, impulsionou uma diminuição das vendas em praticamente todos os segmentos de retalho. Os empreendimentos comerciais mantiveram a tendência do passado próximo, ou seja, os centros prime apresentaram razoáveis performances e os secundários revelaram, em grande parte dos casos, situações de acentuada fragilidade. Confrontados com a crescente competitividade, os operadores perceberam que dificilmente teriam sucesso sem inovação. Em contra ciclo, o comércio de rua nas zonas prime de Lisboa continuou a ser o setor mais resiliente à crise, atenta a procura sustentada, por parte de várias marcas de luxo, conjugada com o elevado poder de compra de cidadãos provenientes de economias emergentes, como a China, Rússia, Angola e Brasil.

Apesar de algumas expectativas quanto a um aumento da contratação de serviços de logística transfronteiriça e por via do outsourcing, no ano transato verificou-se uma diminuição da contração de serviços no mercado doméstico, agravamento da tendência de negócio, assim como diminuição do quadro de recursos humanos e investimentos. Se por um lado, as empresas de logística identificaram, positivamente, uma diminuição dos custos com instalações, atenta a elevada oferta, por outro, registaram, negativamente, uma elevada oferta de serviços com impactos diretos no valor. O mercado residencial tentou adaptar-se à nova realidade da economia nacional corrigindo valores ainda que de forma incipiente, não produzindo, no entanto, um impacto claro na evolução da procura. Por sua vez importa referir que o investimento estrangeiro, originado de forma direta pela nova medida legislativa denominada por Golden Visa, canalizou para o segmento um volume de capital bastante expressivo.

O setor turistico atingiu em 2013 máximos em todas as categorais; foi um sinal muito positivo para o segmento e para a economia, tendo em conta o peso que o mesmo aporta às contas nacionais. O mercado de investimento ficou marcado por sinais de retoma, tendo-se verificado no decorrer de 2013 um gradual interesse por parte dos investidores e a concretização de diversas operações. As yields permaneceram estáveis mas, pela primeira vez desde o início da crise económica, assistiu-se a uma pressão em baixa deste indicador, sobretudo escritórios e retalho de rua nas localizações prime.

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RELATÓRIO&CONTAS 2013 6

MERCADO DE FUNDOS IMOBILIÁRIOS

Em 31 de Dezembro de 2013, o valor líquido dos fundos de investimento imobiliário ascendia a 12.292 milhões de euros (M€), o que traduz um crescimento dos montantes sob gestão de 847 milhões de euros (7,5%) desde o início do ano.

Na mesma data o património imobiliário detido por estes fundos (incluindo imóveis, participações em sociedades imobiliárias e unidades de participação de fundos imobiliários) totalizou 14.330 M€, o que representa 117% do total das carteiras e engloba o recurso ao financiamento por parte destes fundos.

Os Fundos de Investimento Imobiliário de Arrendamento Habitacional (FIIAH) Fechados registaram um aumento 1.022 M€ ao longo do ano, sendo de destacar o crescimento de 687 M€ dos fundos Montepio Arrendamento.

As restantes categorias de fundos imobiliários, por seu lado, sofreram decréscimos nos montantes sob gestão: os Fundos Especiais de Investimento Imobiliário (FEIIF) diminuíram 86 M€, os Fundos Imobiliários Abertos baixaram 69 M€ e os Fundos Fechados sofreram um decréscimo de 21 M€.

MERCADO DE FUNDOS IMOBILIÁRIOS PORTUGUÊS

Fonte: APFIPP - Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, de Pensões e Patrimónios

Em 2013 foram constituídos 10 fundos imobiliários, maioritariamente FIIAH, e registou-se a liquidação de 11 fundos, sobretudo FEIIF, baixando para 253 o número de fundos imobiliários portugueses em atividade.

Os fundos imobiliários portugueses são geridos por 33 sociedades gestoras, sendo que as cinco maiores concentravam 49% do mercado. A sociedade com maior volume de ativos sob gestão é a Interfundos, com uma quota de 12,9% e a Fundger ocupava o segundo lugar no ranking por montante, com uma quota de 11,8%.

0 M€ 2.000 M€ 4.000 M€ 6.000 M€ 8.000 M€ 10.000 M€ 12.000 M€ 14.000 M€ 2009 2010 2011 2012 2013

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Fundo Investimento Imobiliário Fechado para Arrendamento Habitacional CAIXA IMOBILIÁRIO

RELATÓRIO&CONTAS 2013 7

ATIVIDADE DO FUNDO

CARACTERIZAÇÃO

O Fundo Investimento Imobiliário Fechado para Arrendamento Habitacional CAIXA IMOBILIÁRIO iniciou a sua atividade em 27 de Novembro de 2009, com um capital social inicial de 50.000.000 € e com uma duração de 10 anos, prorrogável por períodos de 5 anos.

POLÍTICA DE INVESTIMENTO

O fundo foi constituído com o objetivo de alcançar, numa perspectiva de médio e longo prazo, uma valorização crescente de capital, em obediência a sãos critérios de segurança, rentabilidade e liquidez, através da constituição e gestão de uma carteira de valores e activos predominantemente imobiliários.O Fundo dirige 75% do seu activo para o investimento na aquisição de imóveis e fracções autónomas destinados a arrendamento para habitação permanente, situados em Portugal, especialmente imóveis que tenham sido adquiridos ao abrigo de um contrato de crédito à habitação e cujos proprietários, uma vez realizada a aquisição pelo Fundo, pretendam celebrar um contrato de arrendamento, enquanto inquilinos, com o Fundo, relativamente ao imóvel que alienaram ao Fundo.

ESTRATÉGIA DE INVESTIMENTO

A evolução da atividade do fundo no decurso de 2013 veio contribuir para a consolidação daqueles que foram os objetivos enunciados no lançamento deste instrumento financeiro.

Manteve-se a prossecução dos objetivos delineados para o fundo, com especial destaque para o nível de investimento concretizado em ativos destinados ao mercado de arrendamento habitacional, de forma a alargar o nível da oferta e das soluções, para todos aqueles que optam por soluções de arrendamento habitacional, ao invés da aquisição de casa própria.

O Fundo não tem endividamento bancário.

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO

No final do ano, o Ativo Imobiliário do Fundo encontrava-se registado por 38.547.874 euros e o valor global líquido era de 45.599.603 euros.

Durante o exercício de 2013, o Fundo obteve 328.649 euros de Proveitos, sendo 188.734 euros de Rendas, e suportou 1.070.703 euros de Custos, apurando-se um Resultado Líquido do Exercício negativo de -742.054 euros, sobretudo resultante do elevado nível de custos de funcionamento que totalizaram 965.086 euros.

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Fundo Investimento Imobiliário Fechado para Arrendamento Habitacional CAIXA IMOBILIÁRIO

RELATÓRIO&CONTAS 2013 8

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CAIXA IMOBILIÁRIO FIIAH - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO PARA ARRENDAMENTO HABITACIONAL BALANÇOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012

(Montantes expressos em Euros)

2013 2012

Activo Mais- Menos- Activo Activo

ACTIVO Notas Bruto -Valias -Valias Líquido Líquido PASSIVO E CAPITAL DO FUNDO Notas 2013 2012

ACTIVOS IMOBILIÁRIOS CAPITAL DO FUNDO

Terrenos 1 e 3 408.800 - (36.050) 372.750 372.750 Unidades de participação 2 50.000.000 50.000.000

Construções 1 e 3 41.716.445 36.109 (3.577.430) 38.175.124 38.141.677 Resultados transitados 2 (3.658.345) 1.425.432

Total de Activos Imobiliários 42.125.245 36.109 (3.613.480) 38.547.874 38.514.427 Resultados distribuídos 2 - (1.211.615) Resultado líquido do exercício 2 (742.052) (3.872.162)

CONTAS DE TERCEIROS Total do Capital do Fundo 45.599.603 46.341.655

Devedores por rendas vencidas 8 77.272 - - 77.272 47.066

Total dos Valores a Receber 77.272 - - 77.272 47.066 AJUSTAMENTOS E PROVISÕES

Ajustamentos de dívidas a receber 11 58.730 33.398

DISPONIBILIDADES Total dos Ajustamentos e Provisões 58.730 33.398

Depósitos à ordem 7 7.156.259 - - 7.156.259 7.938.735

Total das Disponibilidades CONTAS DE TERCEIROS

Outras contas de credores 14 15.347 51.098

ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS Adiantamentos por venda de imóveis 14 - 2.500

Proveitos a receber 15 149 - - 149 - Total dos Valores a Pagar 15.347 53.598

Outros acréscimos e diferimentos 15 2.854 - - 2.854 27.772

Total de Acréscimos e Diferimentos Activos 3.003 - - 3.003 27.772 ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS

Acréscimos de custos 16 97.431 81.723

Receitas com proveito diferido 16 13.297 17.626 Total de Acréscimos e Diferimentos Passivos 110.728 99.349 Total do Activo 49.361.779 36.109 (3.613.480) 45.784.408 46.528.000 Total do Passivo e Capital do Fundo 45.784.408 46.528.000

Total do Número de Unidades de Participação 2 50.000 50.000 Valor Unitário da Unidade de Participação 2 911,9920 926,8331

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CUSTOS E PERDAS Notas 2013 2012 PROVEITOS E GANHOS Notas 2013 2012

CUSTOS E PERDAS CORRENTES PROVEITOS E GANHOS CORRENTES

Juros e custos equiparados Juros e proveitos equiparados

De operações correntes 164 - Outros de operações correntes 19 66.896 44.702

Comissões: Ganhos em operações financeiras e activos imobiliários

Em activos imobiliários 17 42.521 30.372 Em activos imobiliários 21 67.049 260.816

Outras de operações correntes 17 484.067 534.661 Rendimento de activos imobiliários 20 188.434 196.751

Perdas em operações financeiras e activos imobiliários De ajustamentos de dívidas a receber 11 5.918 1.996

Em activos imobiliários 21 62.613 3.609.121 Outros proveitos e ganhos correntes 300

-Impostos e taxas: Total de Proveitos e Ganhos Correntes 328.597 504.265

Impostos indirectos 12 7.101 6.369

Provisões do exercício PROVEITOS E GANHOS EVENTUAIS

Ajustamentos de dívidas a receber 11 31.250 19.366 Ganhos de exercícios anteriores 22 50 37.653

Fornecimentos e serviços externos 18 438.497 212.686 Outros proveitos e ganhos eventuais 2 5.500

Outros custos e perdas correntes - 3.430 Total de Proveitos e Ganhos Eventuais 52 43.153

Total de Custos e Perdas Correntes 1.066.213 4.416.005

Prejuízo do exercício 2 742.054 3.872.162

CUSTOS E PERDAS EVENTUAIS

Perdas de exercícios anteriores 22 - 2.975

Outros custos e perdas eventuais 4.490 600

Total dos Custos e Perdas Eventuais 4.490 3.575

Total 1.070.703 4.419.580 Total 1.070.703 4.419.580

Resultados de activos imobiliários (313.480) (3.411.982) Resultados eventuais (4.438) 39.578

Resultados correntes (737.616) (3.911.740) Resultados antes de impostos sobre o rendimento (742.054) (3.872.162)

Resultado líquido do exercício (742.054) (3.872.162)

O anexo faz parte integrante destas demonstrações.

CAIXA IMOBILIÁRIO FIIAH - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO PARA ARRENDAMENTO HABITACIONAL

DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS PARA OS EXERCÍCIOS

FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012

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CAIXA IMOBILIÁRIO FIIAH

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO PARA ARRENDAMENTO HABITACIONAL DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS MONETÁRIOS PARA OS

EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Montantes expressos em Euros)

DISCRIMINAÇÃO DOS FLUXOS OPERAÇÕES SOBRE AS UNIDADES DO FUNDO

PAGAMENTOS:

Rendimentos pagos aos participantes - - 1.211.615 1.211.615

Fluxo das operações sobre as unidades do fundo - (1.211.615)

OPERAÇÕES COM ACTIVOS IMOBILIÁRIOS

RECEBIMENTOS:

Alienação de activos imobiliários 519.500 1.170.000

Rendimentos de activos imobiliários 157.577 198.535

Adiantamentos por conta de vendas de activos imobiliários 14.000 691.077 609.650 1.978.185

PAGAMENTOS:

Aquisição de activos imobiliários 484.580 1.411.125

Outros pagamentos de activos imobiliários 3.364 57.645

Despesas correntes (FSE) com activos imobiliários 475.559 255.249

Outros pagamentos de activos imobiliários - 963.503 5.500 1.729.519

Fluxo das operações sobre activos imobiliários (272.426) 248.666

OPERAÇÕES GESTÃO CORRENTE

RECEBIMENTOS:

Juros de depósitos bancários 66.748 56.143

Outros recebimentos correntes 300 67.048 - 56.143

PAGAMENTOS:

Comissão de gestão 461.512 513.698

Comissão de depósito 25.406 25.519

Juros de disponibilidades e empréstimos 164

Impostos e taxas 85.496 26.732

Outros pagamentos correntes 82 572.659 15 565.964

Fluxo das operações de gestão corrente (505.611) (509.821)

OPERAÇÕES EVENTUAIS

RECEBIMENTOS:

Ganhos extraordinários - 5.500

Ganhos imputáveis a exercícios anteriores 50 50 - 5.500

PAGAMENTOS:

Outros pagamentos de operações eventuais 4.490 4.490 600 600

Fluxo das operações de gestão corrente (4.439) 4.900

Saldo dos fluxos monetários do período (782.476) (1.467.870)

Disponibilidades no início do período 7.938.735 9.406.605

Disponibilidades no fim do período 7.156.259 7.938.735

2013 2012

(13)

CAIXA IMOBILIÁRIO FIIAH - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO PARA ARRENDAMENTO HABITACIONAL

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Montantes expressos em Euros)

1 INTRODUÇÃO

O Caixa Imobiliário FIIAH - Fundo de Investimento Imobiliário Fechado para Arrendamento Habitacional (“Fundo”) foi autorizado por deliberação do Conselho Directivo da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) de 19 de Novembro de 2009, tendo iniciado a sua actividade em 27 de Novembro de 2009. Trata-se de um fundo de investimento imobiliário para arrendamento habitacional (“FIIAH”),

constituído ao abrigo do Art. 101º da Lei nº 64-A/2008, de 31 de Dezembro de 2008. Trata-se de um fundo de subscrição particular, com uma duração inicial de dez anos contados a partir da data da sua

constituição, prorrogável por períodos subsequentes de cinco anos desde que aprovado pela Assembleia de Participantes, sob proposta da Sociedade Gestora.

Nos termos da Lei e do Regulamento de Gestão do Fundo, este é essencialmente composto por um conjunto de activos imobiliários e por outros valores mobiliários, legalmente autorizados.

O Fundo é administrado, gerido e representado pela Fundger - Sociedade Gestora de Fundos de

Investimento Imobiliário, S.A. (Sociedade Gestora), sendo as funções de entidade depositária (depositário) asseguradas pela Caixa Geral de Depósitos S.A..

As notas que se seguem respeitam a numeração sequencial definida no Plano Contabilístico dos Fundos de Investimento Imobiliário. As notas cuja numeração se encontra ausente não são aplicáveis ou a sua apresentação não é relevante para a leitura das demonstrações financeiras anexas.

BASES DE APRESENTAÇÃO E PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS

As demonstrações financeiras foram preparadas com base nos registos contabilísticos do Fundo,

mantidos de acordo com o Plano Contabilístico dos Fundos de Investimento Imobiliário, estabelecido pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, e regulamentação complementar emitida por esta entidade. As políticas contabilísticas mais significativas utilizadas na preparação das demonstrações financeiras, foram as seguintes:

a) Especialização de exercícios

O Fundo regista os seus proveitos e custos de acordo com o princípio da especialização de

exercícios, sendo reconhecidos à medida que são gerados, independentemente do momento do seu recebimento ou pagamento.

b) Comissão de gestão

A comissão de gestão constitui um encargo do Fundo, a título de remuneração dos serviços de gestão do seu património que lhe são prestados pela Sociedade Gestora, sendo registada na rubrica “Comissões” (Nota 17).

Esta comissão é calculada por aplicação de uma taxa anual de 1% sobre o valor do activo global do Fundo no último dia do mês, sendo liquidada mensal e postecipadamente. Caso o investimento em activos imobiliários seja inferior a 2/3 do activo global do Fundo, será aplicada uma taxa anual nominal de:

- 1,00% sobre o valor dos activos imobiliários; e

- 0,25% sobre o restante valor do activo global do Fundo. c) Comissão de depositário

Destina-se a fazer face às despesas do banco depositário relativas aos serviços prestados ao Fundo. A comissão do banco depositário é calculada mensalmente através da aplicação de uma taxa anual de 0,05% sobre o valor líquido global do Fundo no último dia do mês, sendo liquidada anual e postecipadamente. Esta comissão encontra-se registada na rubrica “Comissões” (Nota 17).

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CAIXA IMOBILIÁRIO FIIAH - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO PARA ARRENDAMENTO HABITACIONAL

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Montantes expressos em Euros)

2 d) Activos imobiliários

As construções acabadas adquiridas pelo Fundo são registadas de acordo com os pagamentos efectuados, acrescidos das despesas relativas a escrituras, registos e eventuais obras de melhoramento ou reconversão. De acordo com a legislação em vigor, os imóveis não são amortizados.

Nos termos da Portaria nº 1553-A/2008, de 31 de Dezembro, a aquisição de imóveis por um FIIAH deve ser realizada pelo preço acordado pela Sociedade Gestora e o respectivo proprietário, não podendo sê-lo por valor superior ao resultante da avaliação realizada por peritos avaliadores nos termos do Artigo 29º do Regime Jurídico dos Fundos de Investimento Imobiliário.

Nos termos do Decreto-Lei nº13/2005, de 7 de Janeiro, as aquisições de bens imóveis e as respectivas alienações são precedidas dos pareceres de, pelo menos, dois peritos avaliadores independentes, nomeados de comum acordo entre a Sociedade Gestora e o banco depositário. A valorização de cada um dos imóveis é calculada através da aplicação de uma percentagem de reavaliação sobre o seu valor de balanço. Esta percentagem é definida pela Sociedade Gestora, sendo reanalisada anualmente por comparação do valor de balanço de cada imóvel com o resultante das respectivas avaliações, o qual não excede a média simples do valor atribuído pelos respectivos peritos avaliadores nas avaliações efectuadas.

As mais ou menos-valias que resultam do ajustamento do custo dos imóveis ao seu valor venal são reconhecidas nas rubricas “Ganhos e perdas em operações financeiras e activos imobiliários – Ajustamentos favoráveis/desfavoráveis” da demonstração de resultados, tendo como contrapartida as rubricas “Mais-valias” e “Menos-valias” do activo.

As mais ou menos-valias geradas na alienação de imóveis são reflectidas na demonstração de resultados do exercício em que os mesmos são vendidos, sendo determinadas com base na diferença entre o valor de venda e o seu valor de balanço nessa data.

Nos termos do Decreto-Lei acima referido, os imóveis devem ser avaliados com uma periodicidade mínima de dois anos e sempre que ocorra uma alteração significativa no seu valor.

Os imóveis destinam-se a arrendamento, excepto os terrenos que se destinam a ser comercializados no estado actual em que se encontram. As rendas são reconhecidas como proveitos no ano a que respeitam, sendo as rendas recebidas antecipadamente registadas na rubrica "Acréscimos e diferimentos passivos – Receitas com proveito diferido” (Nota 16).

e) Opções de compra

Nos termos do Artigo 5º do regime especial aplicável aos fundos de investimento imobiliário para arrendamento habitacional, os mutuários de contratos de crédito à habitação que procedam à alienação do imóvel objecto de contrato a um FIIAH podem celebrar com um contrato de arrendamento, o qual constitui para o arrendatário um direito de opção de compra do imóvel susceptível de ser exercido até 31 de Dezembro de 2020. Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 o valor de exercício das opções de compra ascendia a 2.821.948 Euros e a 3.842.762 Euros, respectivamente.

Este direito de opção de compra pode ser exercido a qualquer momento e cessa se o arrendatário incumprir a obrigação de renda ao FIIAH por um período superior a 3 meses. O direito de opção apenas é transmissível por morte do titular.

Nos termos da Portaria nº 1553-A/2008, o exercício da opção de compra é realizado com base no valor, susceptível de actualização (os custos com avaliação, de transmissão e de registo do imóvel caso a opção de compra seja exercida nos dois anos imediatamente subsequentes à alienação dos imóveis), da aquisição do imóvel pelo Fundo, actualizado com a variação do índice harmonizado de preços do consumidor mensalmente publicado pelo Instituto Nacional de Estatística.

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CAIXA IMOBILIÁRIO FIIAH - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO PARA ARRENDAMENTO HABITACIONAL

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Montantes expressos em Euros)

3 f) Contas de terceiros

As dívidas de terceiros reflectem o valor que se espera efectivamente receber. Neste sentido, o Fundo provisionou a totalidade das rendas e condomínios vencidos com uma antiguidade superior a três meses. As situações em contencioso são provisionadas na totalidade (Notas 8 e 11).

g) Unidades de participação

O valor de cada unidade de participação é calculado dividindo o valor líquido global do Fundo, pelo número de unidades de participação subscritas. O valor líquido do património corresponde ao somatório das rubricas do capital do Fundo, nomeadamente, unidades de participação, resultados transitados, resultados distribuídos e resultado líquido do exercício.

h) Política de rendimentos

Os resultados referentes às unidades de participação são distribuídos com uma periodicidade mínima anual e em montante não inferior a 85% do resultado líquido do Fundo. Nos termos do Artigo 17º do Regulamento de Gestão do Fundo sem prejuízo de deverem ser distribuídos aos participantes pelo menos 85% dos resultados líquidos dos Fundo, a Sociedade Gestora pode propor à Assembleia de Participantes alterar os termos da distribuição de rendimentos, devendo esta aprovar tal alteração por maioria igual ou superior a dois terços dos votos representados.

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CAIXA IMOBILIÁRIO FIIAH - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO PARA ARRENDAMENTO HABITACIONAL

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Montantes expressos em Euros)

4

1. ACTIVOS IMOBILIÁRIOS

O saldo destas rubricas é composto por imóveis, com as seguintes características:

2013 2012

Mais e Valia

Ano de Custo de (menos)-valias Valor de Valor de potencial Valor de

Imóvel Notas avaliação aquisição potenciais balanço avaliação adicional balanço Localização Terrenos:

Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 5 X 2012 62.378 (3.378) 59.000 59.000 - 59.000 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 1 X 2012 43.659 (4.909) 38.750 38.750 - 38.750 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 15 X 2012 41.741 (4.241) 37.500 37.500 - 37.500 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 20 X 2012 39.911 (2.661) 37.250 37.250 - 37.250 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 21 X 2012 39.911 (4.411) 35.500 35.500 - 35.500 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 24 X 2012 38.894 (3.394) 35.500 35.500 - 35.500 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 27 X 2012 37.969 (3.469) 34.500 34.500 - 34.500 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 18 X 2012 36.949 (3.699) 33.250 33.250 - 33.250 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 14 X 2012 34.152 (3.152) 31.000 31.000 - 31.000 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 29 X 2012 33.236 (2.736) 30.500 30.500 - 30.500 Coruche

408.800 (36.050) 372.750 372.750 - 372.750 Construções:

Prédio Urbano Rua Bessa Leite I 2012 e 2013 26.760.921 (2.660.635) 24.100.286 24.100.286 - 24.089.786 Porto Prédio Urbano Rua Ruben II 2012 e 2013 4.842.805 (473.905) 4.368.900 4.368.900 - 4.365.300 Porto Prédio Urbano Rua da Venezuela III 2012 3.281.617 (312.088) 2.969.529 2.969.529 - 2.969.529 Porto Prédio Urbano Rua do Pinhal IV 2012 2.720.200 (32.072) 2.688.128 2.688.128 - 2.688.128 Vila Nova de Gaia Prédio Urbano Rua Joly Braga Santos V 2012 1.702.785 1.738 1.704.523 2.160.042 455.519 1.766.139 Moita Prédio Urbano Terras da Costa VIII 2012 289.590 (64.018) 225.572 225.572 - 225.572 Almada Prédio Urbano Rua 5 de Outubro VI 2012 e 2013 161.832 6.118 167.950 167.950 - 285.306 Coruche Prédio Urbano Rua Nova Via IX 2012 104.709 (6.459) 98.250 98.250 - 98.250 Paredes Prédio Urbano Rua Dr. Azevedo Neves XII 2012 71.568 - 71.568 83.000 11.432 - Amadora Prédio Urbano Rua Beira Baixa XI 2012 70.377 - 70.377 71.000 623 70.377 Montijo

Prédio Urbano Rua Vereda Almeida Garrett XI 2012 70.377 - 70.377 71.000 623 70.377 Pedroso - Vila Nova de Gaia Prédio Urbano Rua do Lagar XI 2012 68.890 - 68.890 69.500 610 68.890 Redondo

Prédio Urbano Rua Rosas Pombal XI 2012 65.421 - 65.421 66.000 579 65.421 Almada Prédio Urbano Rua da Saudade XI 2012 62.447 - 62.447 63.000 553 62.447 Almada Prédio Urbano Rua Alvares Cabral XI 2012 60.960 - 60.960 61.500 540 60.960 Montijo Prédio Urbano Rua D Dinis XII 2012 58.560 - 58.560 59.000 440 - Sintra Prédio Urbano Rua Pedro Cintra XI 2012 56.379 - 56.379 67.800 11.421 56.379 Rio de Mouro Prédio Urbano Rua Aquário Mirante XII 2012 56.204 - 56.204 56.500 296 - Sintra Prédio Urbano Av. Gen. Humberto Delgado XI 2012 54.022 - 54.022 54.500 478 54.022 Paio Pires Prédio Urbano Rua Eça de Queiroz XI 2012 53.030 - 53.030 53.500 470 53.030 Fânzeres Prédio Urbano Rua António Sérgio XI 2012 49.561 - 49.561 50.000 439 49.561 Moita Prédio Urbano Rua da Capela XI 2012 48.570 - 48.570 49.000 430 48.570 São Pedro da Cova Prédio Urbano Pct. João Martins Bandeira JR. XI 2012 48.570 - 48.570 49.000 430 48.570 Arrentela Prédio Urbano Rua do Forte XII 2012 48.139 - 48.139 48.500 361 - Sintra Prédio Urbano B Coopalme XII 2012 47.642 - 47.642 48.000 358 - Sintra Prédio Urbano Rua 9 XI 2012 47.083 - 47.083 47.500 417 47.083 Cidade do Sol Prédio Urbano Rua Prof. João Oliveira Coelho XI 2012 46.587 - 46.587 47.000 413 46.587 Tavarede Prédio Urbano T Fonte Bispo XII 2012 45.657 - 45.657 46.000 343 - Pinhel Prédio Urbano Rua da Estremadura XI 2012 45.101 - 45.101 45.500 399 45.101 Vila Chã Prédio Urbano Rua Ferreira Castro XI 2012 45.101 - 45.101 45.500 399 45.101 Maia Prédio Urbano Av. João de Deus XII 2012 44.711 - 44.711 45.000 289 - Sintra Prédio Urbano Rua Cardeal António Ribeiro XI 2012 44.605 - 44.605 45.000 395 44.605 Cacém Prédio Urbano Rua Zófimo Ramos Luz XII 2012 44.212 - 44.212 46.680 2.468 - Setúbal Prédio Urbano Rua Prof. Napoleão S. Marques XI 2012 42.623 - 42.623 43.000 377 42.623 Trofa Prédio Urbano Rua Monte da Giesta XI 2012 41.631 - 41.631 42.000 369 41.631 Rio Tinto Prédio Urbano Rua Bastos Nunes XI 2012 40.640 - 40.640 41.000 360 40.640 Queluz Prédio Urbano Pcta. de Bissau XI 2012 40.144 - 40.144 40.500 356 40.144 Amora Prédio Urbano Rua Marquês de Pombal XII 2012 39.702 - 39.702 40.000 298 - Sintra Prédio Urbano Pcta. da Liberdade XI 2012 38.658 - 38.658 39.000 342 38.658 Rio de Mouro Prédio Urbano Rua Alves Redol XI 2012 38.162 - 38.162 38.500 338 38.162 Alhos Vedros Prédio Urbano Rua Vila D'Este XI 2012 36.675 - 36.675 37.000 325 36.675 Vilar de Andorinho Prédio Urbano Rua Luís de Camões XI 2012 36.180 - 36.180 36.500 320 36.180 Cabeço de Vide Prédio Urbano Lugar da Gandarela XI 2012 33.206 - 33.206 33.500 294 33.206 Freamunde Prédio Urbano Rua da Madressilva XI 2012 32.710 - 32.710 33.000 290 32.710 Rio de Mouro Prédio Urbano Pcta dos Malmequeres XII 2012 29.807 - 29.807 30.000 193 - Sintra Prédio Urbano Pcta. de Lobito XI 2012 28.745 - 28.745 29.000 255 28.745 Amora Prédio Urbano Rua do Cogominho XI 2012 19.329 - 19.329 19.500 171 19.329 Cogominho/Caxarias

Prédio Urbano Penedos Altos VII 2012 - - - 240.800 Covilhã

Prédio Urbano Rua Florbela Espanca XI 2012 - - - 47.083 Rio de Mouro 41.716.445 (3.541.321) 38.175.124 38.670.137 495.013 38.141.677

42.125.245 (3.577.371) 38.547.874 39.042.887 495.013 38.514.427

O valor de avaliação considerado corresponde à média simples do valor atribuído pelos respectivos peritos avaliadores nas avaliações efectuadas.

Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, o valor de balanço dos edifícios para arrendamento e/ou venda incluía fracções/imóveis não arrendados no montante de 35.621.620 Euros e 34.628.096 Euros, respectivamente (Nota 3).

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CAIXA IMOBILIÁRIO FIIAH - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO PARA ARRENDAMENTO HABITACIONAL

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Montantes expressos em Euros)

5

As principais transacções efectuadas desde o início da actividade do Fundo foram as seguintes:

Prédio Urbano Rua Bessa Leite Lotes 2, 3, 4 e 5 (I)

Em 28 de Dezembro de 2011, o Fundo celebrou com a Edifícios Europa – Sociedade de

Investimentos Imobiliários, Lda., a escritura pública de aquisição de 134 fracções do prédio urbano sito na Rua António Bessa Leite nºs 1200, 1204, 1216, 1220, 1234, 1238, 1252, 1256, 1264 e 1268, freguesia de Lordelo do Ouro, concelho do Porto, pelo preço de compra global de 26.724.330 Euros, totalmente liquidados à data da escritura.

Prédio Urbano Rua Ruben (II)

Em 28 de Dezembro de 2011, o Fundo celebrou por escritura pública com a Edifícios Europa – Sociedade de Investimentos Imobiliários, Lda., um contrato de aquisição de 16 fracções do prédio urbano sito na Rua de Ruben A n.º 195, freguesia de Lordelo do Ouro, concelho do Porto, pelo valor global de 4.838.400 Euros, totalmente liquidados à data da escritura.

Prédio Urbano Rua da Venezuela (III)

Em 28 de Dezembro de 2011, o Fundo celebrou com a Edifícios Europa – Sociedade de

Investimentos Imobiliários, Lda., a escritura pública de aquisição de 10 fracções do prédio urbano sito na Rua da Venezuela nºs 227, 245, 249, 265 e 269, freguesia de Lordelo do Ouro, concelho de Porto, pelo preço de compra global de 3.262.629 Euros, totalmente liquidados à data da escritura.

Prédio Urbano Rua do Pinhal (IV)

Em 16 de Maio de 2011, o Fundo celebrou por escritura pública com a Prouvost – Imobiliária, Lda., um contrato de aquisição de 42 fracções do prédio urbano sito na Rua do Pinhal, freguesia de Canelas, concelho de Vila Nova de Gaia, pelo valor global de 2.715.500 Euros, totalmente liquidados à data da escritura.

Prédio Urbano Rua Joly Braga Santos (V)

Em 13 de Dezembro de 2010, o Fundo celebrou por escritura pública com a Fadesa Portugal, S.A. um contrato de aquisição de 35 fracções do prédio urbano denominado “Quinta da Fonte da Preta” sito na Rua Joly Braga Santos, Rua Jorge Peixinho, Rua Francisco Lacerda e Rua José Vianna da Mota, freguesia de Alhos Vedros, concelho de Moita, pelo valor global de 2.186.427 Euros. Em 2013 e 2012 o Fundo alienou fracções cujo valor contabilístico ascendia a 96.087 Euros e 383.287 Euros, respectivamente.

Prédio Urbano Rua 5 de Outubro (VI)

O imóvel está situado em Coruche, distrito de Santarém e é composto por fracções habitacionais e fracções de estacionamento. O edifício foi construído em 2006 e as fracções em causa encontram-se em estado novo, pronto a habitar.

Prédio Urbano Penedos Altos (VII)

Em 28 de Dezembro de 2010, o Fundo celebrou com a Construções Opinião, Lda. a escritura pública de aquisição de 9 fracções do prédio urbano sito em Penedos Altos, freguesia da Conceição,

concelho da Covilhã, pelo preço de compra global de 697.450 Euros, totalmente liquidados à data de escritura. Adicionalmente, o Fundo suportou despesas notariais e de registo no montante de 1.170 Euros.

Em 2013 e 2012 o Fundo alienou fracções cujo valor contabilístico ascendia a 235.900 Euros e 392.993 Euros, respectivamente.

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CAIXA IMOBILIÁRIO FIIAH - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO PARA ARRENDAMENTO HABITACIONAL

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Montantes expressos em Euros)

6

Prédio Urbano Terras da Costa (VIII)

Em 9 de Setembro de 2010, o Fundo celebrou com a Seel Real Estate Investments, S.A. um contrato de aquisição de 24 fracções do prédio urbano sito na Rua Ercilia Costa, Terras da Costa, freguesia da Costa da Caparica, concelho de Almada. O preço de compra global ascendeu a 2.396.247 Euros, totalmente liquidados à data da escritura.

Em 2012, 2011 e 2010 o Fundo alienou fracções cujo valor contabilístico ascendia a 295.355 Euros, 1.181.419 Euros e 631.255 Euros, respectivamente.

Prédio Urbano Rua Nova Via (IX)

Em 3 de Agosto de 2010, o Fundo celebrou por escritura pública com a Construções António Maria, Lda. um contrato de aquisição de 10 fracções do prédio urbano sito na Rua Nova Via, freguesia de Rebordosa, concelho de Paredes. O preço de compra global ascendeu a 595.500 Euros, totalmente liquidados à data da escritura.

Em 2012 o Fundo alienou fracções cujo valor contabilístico ascendia a 515.393 Euros.

Prédio Urbano Foros do Paúl (X)

Tratam-se de 10 lotes inseridos num projecto de loteamento com cerca de 30 lotes destinados à construção de moradias unifamiliares de dois pisos com áreas máximas de construção situadas entre os 300m2 e os 340 m2, excepto o lote 5 que se destina a habitação e comércio. O loteamento está dotado de infra-estruturas, nomeadamente, rede de abastecimento de água, saneamento,

telecomunicações e gás, ornamentos e passeios. Os lotes estão situados a cerca de 3 km da zona central de Coruche numa zona algo rural. Os lotes começaram a ser comercializados pela Habi-Soa em 2004.

Conjunto de prédios urbanos adquiridos em 2012 (XI)

Em 31 de Dezembro de 2012, o Fundo celebrou por escritura pública com a Caixa Geral de

Depósitos, S.A. um contrato de aquisição de 30 imóveis em localização diversa. O preço de compra global ascendeu a 1.411.125 Euros, totalmente liquidados à data da escritura.

Conjunto de prédios urbanos adquiridos em 2013 (XII)

Em 28 de Fevereiro de 2013, o Fundo celebrou por escritura pública com a Caixa Geral de Depósitos, S.A. um contrato de aquisição de 3 imóveis em localização diversa. O preço de compra global ascendeu a 145.560 Euros, totalmente liquidados à data da escritura.

Em 19 de Março de 2013, o Fundo celebrou por escritura pública com a Caixa Geral de Depósitos, S.A. um contrato de aquisição de 5 imóveis em localização diversa. O preço de compra global ascendeu a 239.085 Euros, totalmente liquidados à data da escritura.

Em 22 de Abril de 2013, o Fundo celebrou por escritura pública com a Caixa Geral de Depósitos, S.A. um contrato de aquisição de 2 imóveis em localização diversa. O preço de compra global ascendeu a 99.935 Euros, totalmente liquidados à data da escritura.

(19)

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ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Montantes expressos em Euros)

7

O movimento nos imóveis durante os exercícios de 2013 e 2012, pode ser resumido da seguinte forma:

Saldo em 31 de Dezembro de 2011 42.172.790

Aquisições e outros encargos imputados aos imóveis:

. Construções acabadas 1.411.125

. Outros encargos 55.967

Vendas (1.587.123)

Valorização de imóveis em carteira (Nota 21) 57.498

Desvalorização de imóveis em carteira (Nota 21) (3.595.830)

Saldo em 31 de Dezembro de 2012 38.514.427

Aquisições e outros encargos imputados aos imóveis:

. Construções acabadas 484.580

. Outros encargos 80.431

Vendas (495.328)

Valorização de imóveis em carteira (Nota 21) 14.294

Desvalorização de imóveis em carteira (Nota 21) (50.530)

Saldo em 31 de Dezembro de 2013 38.547.874

As vendas efectuadas nos exercícios de 2013 e 2012 foram as seguintes: 2013

Custo de Valor Valor de Mais/(Menos)

aquisição contabilístico venda Valias (Nota 21)

Prédio Urbano R 5 de Outubro, Letra AA 4.539 6.584 6.500 (84)

Prédio Urbano R 5 de Outubro, Letra AB 4.539 6.384 6.500 116

Prédio Urbano R 5 de Outubro, Letra BT 101.867 103.290 107.000 3.710

Prédio Urbano Penedos Altos, Letra L 79.846 77.000 85.000 8.000

Prédio Urbano Penedos Altos, Letra S 73.888 77.000 80.000 3.000

Prédio Urbano Penedos Altos, Letra AB 84.677 81.900 85.000 3.100

Prédio Urbano R Florbela Espanca, 5, Letra F 47.083 47.083 35.000 (12.083)

Prédio Urbano R Joly Braga Santos, Letra CD 47.361 47.361 71.000 23.639

Prédio Urbano R Joly Braga Santos, Letra CL 48.726 48.726 60.000 11.274

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ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Montantes expressos em Euros)

8

2012

Custo de Valor Valor de Mais/(Menos)

aquisição contabilístico venda Valias (Nota 21)

Prédio Urbano Rua Joly Braga Santos, letra G 58.643 58.643 70.000 11.357

Prédio Urbano Rua Joly Braga Santos, letra U 52.073 52.073 65.000 12.927

Prédio Urbano Rua Joly Braga Santos, letra W 49.566 49.566 65.000 15.434

Prédio Urbano Rua Joly Braga Santos, letra AH 60.164 60.164 63.000 2.836

Prédio Urbano Rua Joly Braga Santos, letra AJ 63.450 63.450 80.000 16.550

Prédio Urbano Rua Joly Braga Santos, letra BO 48.220 48.220 72.000 23.780

Prédio Urbano Rua Joly Braga Santos, letra CH 51.171 51.171 75.000 23.829

Prédio Urbano Penedos Altos, letra G 79.846 79.846 85.000 5.154

Prédio Urbano Penedos Altos, letra I 79.753 79.753 85.000 5.247

Prédio Urbano Penedos Altos, letra R 73.888 73.888 80.000 6.112

Prédio Urbano Penedos Altos, letra U 79.753 79.753 85.000 5.247

Prédio Urbano Penedos Altos, letra Y 79.753 79.753 85.000 5.247

Prédio Urbano Terras da Costa, letra D 91.291 91.291 78.000 (13.291)

Prédio Urbano Terras da Costa, letra X 93.649 93.649 112.000 18.351

Prédio Urbano Terras da Costa, letra Z 110.510 110.510 120.000 9.490

Prédio Urbano Rua Nova Via, letra AE 50.602 50.602 57.550 6.948

Prédio Urbano Rua Nova Via, letra AF 50.602 50.602 57.550 6.948

Prédio Urbano Rua Nova Via, letra AG 54.767 54.767 57.550 2.783

Prédio Urbano Rua Nova Via, letra AH 68.407 68.407 66.600 (1.807)

Prédio Urbano Rua Nova Via, letra AI 55.392 55.392 66.600 11.208

Prédio Urbano Rua Nova Via, letra AL 64.242 64.242 67.950 3.708

Prédio Urbano Rua Nova Via, letra AR 64.242 64.242 67.950 3.708

Prédio Urbano Rua Nova Via, letra F 52.580 52.580 57.850 5.270

Prédio Urbano Rua Nova Via, letra V 54.559 54.559 57.550 2.991

1.587.123 1.587.123 1.777.150 190.027

2. CAPITAL DO FUNDO

O património do Fundo está titulado através de unidades de participação iguais com um valor base de 1.000 Euros cada, conferindo aos seus titulares um direito de propriedade sobre os valores do Fundo, proporcional ao número de unidades de participação detidas.

O movimento no capital do Fundo durante os exercícios de 2013 e 2012 foi o seguinte: 2013

Aplicação Resultado

Saldos em do resultado líquido do Saldos em

31/12/2012 Transferências de 2012 exercício 31/12/2013

Unidades de participação 50.000.000 - - - 50.000.000

Resultados transitados 1.425.432 (1.211.615) (3.872.162) - (3.658.345)

Resultados distribuídos (1.211.615) 1.211.615 - -

-Resultado líquido do exercício (3.872.162) 3.872.162 (742.052) (742.052)

46.341.655 - - (742.052) 45.599.603

Número de unidades de participação 50.000 50.000

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ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Montantes expressos em Euros)

9

2012

Aplicação do Resultado

Saldos em resultado Resultados líquido do Saldos em

31/12/2011 de 2011 distribuídos exercício 31/12/2012

Unidades de participação 50.000.000 - - - 50.000.000

Resultados transitados 419.469 1.005.963 - - 1.425.432

Resultados distribuídos - - (1.211.615) - (1.211.615)

Resultado líquido do exercício 1.005.963 (1.005.963) - (3.872.162) (3.872.162)

51.425.432 - (1.211.615) (3.872.162) 46.341.655

Número de unidades de participação 50.000 50.000

Valor da unidade de participação 1.028,5086 926,8331

O capital inicial do Fundo é de 50.000.000 Euros, representado por 50.000 unidades de participação de valor unitário de 1.000 Euros que em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 eram integralmente detidas pela Caixa Geral de Depósitos, S.A..

Dado tratar-se de um Fundo Fechado, as unidades de participação só são reembolsáveis quando da sua liquidação, redução de capital ou prorrogação do seu período de actividade.

Na reunião da Assembleia Geral de Participantes de 15 de Outubro de 2012, o Participante Único declarou ser do seu interesse a distribuição de 85% do resultado líquido distribuível em 31 de Dezembro de 2011 no montante de 1.211.615 Euros.

(22)

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ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Montantes expressos em Euros)

10

3. INVENTÁRIO DAS APLICAÇÕES EM ACTIVOS IMOBILIÁRIOS

O inventário das aplicações em activos imobiliários em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 é o seguinte: 2013

Ano de Área Fracções Valor de Data de Valor de Data de Valor de Imóvel aquisição (m2

) devolutas balanço Avaliador avaliação avaliação Avaliador avaliação avaliação Localização 1. Imóveis situados em Portugal

1.1.Terrenos

Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 5 2009 320 59.000 59.000 Garen 29-11-2012 60.000 Pádua e Silva 30-11-2012 58.000 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 1 2009 218 38.750 38.750 Pádua e Silva 30-11-2012 40.000 Garen 29-11-2012 37.500 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 15 2009 193 37.500 37.500 Pádua e Silva 30-11-2012 38.000 Garen 29-11-2012 37.000 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 20 2009 218 37.250 37.250 Garen 29-11-2012 37.500 Pádua e Silva 30-11-2012 37.000 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 21 2009 218 35.500 35.500 Pádua e Silva 30-11-2012 36.000 Garen 29-11-2012 35.000 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 24 2009 218 35.500 35.500 Pádua e Silva 30-11-2012 36.000 Garen 29-11-2012 35.000 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 27 2009 208 34.500 34.500 Pádua e Silva 30-11-2012 35.000 Garen 29-11-2012 34.000 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 18 2009 198 33.250 33.250 Pádua e Silva 30-11-2012 34.000 Garen 29-11-2012 32.500 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 14 2009 188 31.000 31.000 Pádua e Silva 30-11-2012 32.000 Garen 29-11-2012 30.000 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 29 2009 198 30.500 30.500 Pádua e Silva 30-11-2012 31.000 Garen 29-11-2012 30.000 Coruche 1.2. Construções

1.2.1.Arrendadas Habitação

Prédio Urbano Rua do Pinhal 2011 4.266 - 2.053.996 Garen 05-11-2012 2.065.304 TINSAAC 05-11-2012 2.042.688 Moita Prédio Urbano Rua Joly Braga Santos 2010 616 - 442.344 Garen 01-07-2012 507.042 Nunes do Vale 01-07-2012 497.442 Vila Nova De Gaia Prédio Urbano Terras da Costa 2010 217 - 225.572 Garen 05-11-2012 225.772 Nunes do Vale 05-11-2012 225.372 Almada Prédio Urbano Rua 5 de Outubro 2009 130 - 78.850 Pádua e Silva 05-11-2012 79.250 Garen 05-11-2012 78.450 Coruche Prédio Urbano Rua Zófimo Ramos Luz 2013 67 - 44.212 Garen 26-10-2012 47.300 Nunes do Vale 06-11-2012 46.060 Setúbal Prédio Urbano Rua Prof. Napoleão S. Marques 2012 82 - 42.623 Garen 13-12-2012 44.000 TINSAAC 13-12-2012 42.000 Trofa Prédio Urbano Pcta. da Liberdade 2012 66 - 38.658 Garen 13-12-2012 39.000 Pedro Sá Martins 11-12-2012 39.000 Sintra 1.2.2.Não Arrendadas

Habitação

Prédio Urbano Rua Bessa Leite 2011 13.412 23.992.186 23.992.186 Garen 05-11-2012 24.177.686 TINSAAC 05-11-2012 23.806.686 Porto Prédio Urbano Rua Ruben 2011 2.111 4.109.700 4.109.700 TINSAAC 05-11-2012 4.118.000 Garen 05-11-2012 4.101.400 Porto Prédio Urbano Rua da Venezuela 2011 1.540 2.969.529 2.969.529 TINSAAC e Garen 05-11-2012 2.976.857 TINSAAC e Garen 05-11-2012 2.962.200 Porto Prédio Urbano Rua Joly Braga Santos 2010 2.121 1.262.180 1.262.180 Garen 01-07-2012 1.667.400 Nunes do Vale 01-07-2012 1.648.200 Moita Prédio Urbano Rua do Pinhal 2011 1.226 634.132 634.132 Garen 05-11-2012 638.132 TINSAAC 05-11-2012 630.132 Vila Nova de Gaia Prédio Urbano Rua Ruben 2011 129 259.200 259.200 TINSAAC 02-10-2013 262.600 Daniel G. Ferreira 07-10-2013 255.800 Porto Prédio Urbano Rua Bessa Leite 2011 54 108.100 108.100 Daniel G. Ferreira 07-10-2013 115.000 TINSAAC 02-10-2013 101.200 Porto Prédio Urbano Rua Nova Via 2010 167 98.250 98.250 Daniel G. Ferreira 05-11-2012 99.500 Garen 05-11-2012 97.000 Paredes Prédio Urbano Rua 5 de Outubro 2009 149 89.100 89.100 Garen 25-09-2013 90.200 Pádua e Silva 30-09-2013 88.000 Coruche Prédio Urbano Rua Dr. Azevedo Neves 2013 120 71.568 71.568 Garen 13-12-2012 83.000 João Dias Santos 20-12-2012 83.000 Amadora Prédio Urbano Rua Beira Baixa 2012 93 70.377 70.377 Garen 11-12-2012 73.000 Nunes do Vale 11-12-2012 69.000 Trofa Prédio Urbano Rua Vereda Almeida Garrett 2012 78 70.377 70.377 Garen 10-12-2012 71.000 TINSAAC 13-12-2012 71.000 Montijo Prédio Urbano Rua do Lagar 2012 99 68.890 68.890 Pedro Sá Martins 18-12-2012 70.000 Garen 13-12-2012 69.000 Rio de Mouro Prédio Urbano Rua Rosas Pombal 2012 43 65.421 65.421 Nunes do Vale 13-12-2012 66.000 Garen 14-12-2012 66.000 Arrentela Prédio Urbano Rua da Saudade 2012 75 62.447 62.447 Nunes do Vale 12-12-2012 63.000 Garen 14-12-2012 63.000 Vila Nova de Gaia Prédio Urbano Rua Alvares Cabral 2012 57 60.960 60.960 Garen 13-12-2012 62.000 Nunes do Vale 14-12-2012 61.000 Almada Prédio Urbano Rua D Dinis 2013 76 58.560 58.560 Pedro Sá Martins 13-12-2012 60.000 Pedro Sá Martins 14-12-2012 58.000 Sintra Prédio Urbano Rua Pedro Cintra 2012 95 56.379 56.379 Pedro Sá Martins 10-12-2012 68.000 Garen 13-12-2012 67.600 Rio de Mouro Prédio Urbano Rua Aquário Mirante 2013 88 56.204 56.204 TINSAAC 11-12-2012 57.000 TINSAAC 14-12-2012 56.000 Sintra Prédio Urbano Av. Gen. Humberto Delgado 2012 77 54.022 54.022 Nunes do Vale 10-12-2012 55.000 Garen 14-12-2012 54.000 Vila Chã Prédio Urbano Rua Eça de Queiroz 2012 100 53.030 53.030 Garen 11-12-2012 55.000 TINSAAC 12-12-2012 52.000 Fânzeres Prédio Urbano Rua António Sérgio 2012 76 49.561 49.561 Nunes do Vale 10-12-2012 50.000 Garen 13-12-2012 50.000 Paio Pires Prédio Urbano Rua da Capela 2012 76 48.570 48.570 TINSAAC 11-12-2012 50.000 Garen 10-12-2012 48.000 São Pedro da Cova Prédio Urbano Pct. João Martins Bandeira JR. 2012 68 48.570 48.570 Nunes do Vale 10-12-2012 50.000 Garen 14-12-2012 48.000 Rio de Mouro Prédio Urbano Rua do Forte 2013 66 48.139 48.139 Pedro Sá Martins 07-12-2012 49.000 Pedro Sá Martins 14-12-2012 48.000 Sintra Prédio Urbano B Coopalme 2013 87 47.642 47.642 Pedro Sá Martins 07-12-2012 49.000 Pedro Sá Martins 13-12-2012 47.000 Sintra Prédio Urbano Rua 9 2012 98 47.083 47.083 Nunes do Vale 10-12-2012 48.000 Garen 14-12-2012 47.000 Maia Prédio Urbano Rua Prof. João Oliveira Coelho 2012 65 46.587 46.587 TINSAAC 12-12-2012 48.000 Garen 20-12-2012 46.000 Cabeço de Vide Prédio Urbano T Fonte Bispo 2013 143 45.657 45.657 Garen 14-12-2012 47.000 Garen 13-12-2012 45.000 Pinhel Prédio Urbano Rua da Estremadura 2012 75 45.101 45.101 Garen 13-12-2012 46.000 Nunes do Vale 13-12-2012 45.000 Montijo Prédio Urbano Rua Ferreira Castro 2012 80 45.101 45.101 TINSAAC 14-12-2012 46.000 Garen 11-12-2012 45.000 Cogominho/Caxarias Prédio Urbano Av. João de Deus 2013 73 44.711 44.711 Pedro Sá Martins 07-12-2012 46.000 Pedro Sá Martins 13-12-2012 44.000 Sintra Prédio Urbano Rua Cardeal António Ribeiro 2012 65 44.605 44.605 Pedro Sá Martins 11-12-2012 45.000 Garen 14-12-2012 45.000 Almada Prédio Urbano Rua Monte da Giesta 2012 86 41.631 41.631 TINSAAC 11-12-2012 43.000 Garen 10-12-2012 41.000 Cacém Prédio Urbano Rua Bastos Nunes 2012 41 40.640 40.640 Pedro Sá Martins 11-12-2012 42.000 Garen 17-12-2012 40.000 Alhos Vedros Prédio Urbano Pcta. de Bissau 2012 86 40.144 40.144 Nunes do Vale 17-12-2012 42.000 Garen 14-12-2012 39.000 Queluz Prédio Urbano Rua Marquês de Pombal 2013 76 39.702 39.702 Pedro Sá Martins 11-12-2012 40.000 Pedro Sá Martins 17-12-2012 40.000 Sintra Prédio Urbano Rua Alves Redol 2012 75 38.162 38.162 Nunes do Vale 10-12-2012 39.000 Garen 11-12-2012 38.000 Cidade do Sol Prédio Urbano Rua Vila D'Este 2012 100 36.675 36.675 Garen 10-12-2012 37.000 TINSAAC 13-12-2012 37.000 Vilar de Andorinho Prédio Urbano Rua Luís de Camões 2012 25 36.180 36.180 Garen 13-12-2012 38.000 TINSAAC 12-12-2012 35.000 Rio de Mouro Prédio Urbano Lugar da Gandarela 2012 106 33.206 33.206 TINSAAC 13-12-2012 34.000 Garen 18-12-2012 33.000 Amora Prédio Urbano Rua da Madressilva 2012 80 32.710 32.710 Garen 11-12-2012 34.000 Pedro Sá Martins 11-12-2012 32.000 Amora Prédio Urbano Pcta dos Malmequeres 2013 39 29.807 29.807 Pedro Sá Martins 10-12-2012 32.000 Pedro Sá Martins 14-12-2012 28.000 Sintra Prédio Urbano Pcta. de Lobito 2012 87 28.745 28.745 Nunes do Vale 10-12-2012 29.000 Garen 14-12-2012 29.000 Rio Tinto Prédio Urbano Rua do Cogominho 2012 50 19.329 19.329 TINSAAC 13-12-2012 20.000 Garen 13-12-2012 19.000 Moita

(23)

CAIXA IMOBILIÁRIO FIIAH - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO PARA ARRENDAMENTO HABITACIONAL

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Montantes expressos em Euros)

11

2012

Ano de Área Fracções Valor de Data de Valor de Data de Valor de

Imóvel aquisição (m2) devolutas balanço Avaliador avaliação avaliação Avaliador avaliação avaliação Localização

1. Imóveis situados em Portugal 1.1.Terrenos

Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 5 2009 888 59.000 59.000 Pádua e Silva 30-11-2012 58.000 Garen 29-11-2012 60.000 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 1 2009 578 38.750 38.750 Pádua e Silva 30-11-2012 40.000 Garen 29-11-2012 37.500 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 15 2009 509 37.500 37.500 Pádua e Silva 30-11-2012 38.000 Garen 29-11-2012 37.000 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 20 2009 525 37.250 37.250 Pádua e Silva 30-11-2012 37.000 Garen 29-11-2012 37.500 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 21 2009 521 35.500 35.500 Pádua e Silva 30-11-2012 36.000 Garen 29-11-2012 35.000 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 24 2009 510 35.500 35.500 Pádua e Silva 30-11-2012 36.000 Garen 29-11-2012 35.000 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 27 2009 497 34.500 34.500 Pádua e Silva 30-11-2012 35.000 Garen 29-11-2012 34.000 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 18 2009 453 33.250 33.250 Pádua e Silva 30-11-2012 34.000 Garen 29-11-2012 32.500 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 14 2009 426 31.000 31.000 Pádua e Silva 30-11-2012 32.000 Garen 29-11-2012 30.000 Coruche Prédio Urbano Foros de Paúl, Lote 29 2009 417 30.500 30.500 Pádua e Silva 30-11-2012 31.000 Garen 29-11-2012 30.000 Coruche 1.2. Construções

1.2.1.Arrendadas Habitação

Prédio Urbano Rua do Pinhal 2011 5.476 - 2.636.728 Garen 05-11-2012 2.652.036 TINSAAC 05-11-2012 2.621.420 Vila Nova de Gaia Prédio Urbano Rua Joly Braga Santos 2010 1.051 - 738.725 Garen 01-07-2012 848.592 Nunes do Vale 01-07-2012 831.192 Moita Prédio Urbano Rua 5 de Outubro 2009 456 - 285.306 Garen 05-11-2012 286.506 Pádua e Silva 05-11-2012 284.106 Coruche Prédio Urbano Terras da Costa 2010 217 - 225.572 Garen 05-11-2012 225.772 Nunes do Vale 05-11-2012 225.372 Almada 1.2.2.Não Arrendadas

Habitação

Prédio Urbano Rua Bessa Leite 2011 13.503 24.089.786 24.089.786 Garen 05-11-2012 23.904.686 TINSAAC 05-11-2012 24.274.886 Porto Prédio Urbano Rua Ruben 2011 2.240 4.365.300 4.365.300 Garen 05-11-2012 4.356.200 TINSAAC 05-11-2012 4.374.400 Porto Prédio Urbano Rua da Venezuela 2011 1.540 2.969.529 2.969.529 Garen 05-11-2012 2.966.400 TINSAAC 05-11-2012 2.972.658 Porto Prédio Urbano Rua Joly Braga Santos 2010 1.920 1.027.414 1.027.414 Garen 01-07-2012 1.481.450 Nunes do Vale 01-07-2012 1.470.650 Moita Prédio Urbano Penedos Altos 2010 320 240.800 240.800 Garen 05-11-2012 244.600 TINSAAC 05-11-2012 237.000 Covilhã Prédio Urbano Rua Nova Via 2010 167 98.250 98.250 Daniel G. Ferreira 05-11-2012 99.500 Garen 05-11-2012 97.000 Paredes Prédio Urbano Rua Beira Baixa 2012 93 70.377 70.377 Garen 11-12-2012 73.000 Nunes do Vale 11-12-2012 69.000 Montijo Prédio Urbano Rua Vereda Almeida Garrett 2012 78 70.377 70.377 TINSAAC 13-12-2012 71.000 Garen 10-12-2012 71.000 Vila Nova de Gaia Prédio Urbano Rua do Lagar 2012 99 68.890 68.890 Pedro Sá Martins 18-12-2012 70.000 Garen 13-12-2012 69.000 Redondo Prédio Urbano Rua Rosas Pombal 2012 43 65.421 65.421 Garen 14-12-2012 66.000 Nunes do Vale 13-12-2012 66.000 Almada Prédio Urbano Rua da Saudade 2012 75 62.447 62.447 Garen 14-12-2012 63.000 Nunes do Vale 12-12-2012 63.000 Almada Prédio Urbano Rua Alvares Cabral 2012 57 60.960 60.960 Nunes do Vale 14-12-2012 61.000 Garen 13-12-2012 62.000 Montijo Prédio Urbano Rua Pedro Cintra 2012 95 56.379 56.379 Garen 13-12-2012 67.600 Pedro Sá Martins 10-12-2012 68.000 Rio de Mouro Prédio Urbano Av. Gen. Humberto Delgado 2012 77 54.022 54.022 Garen 14-12-2012 54.000 Nunes do Vale 10-12-2012 55.000 Paio Pires Prédio Urbano Rua Eça de Queiroz 2012 100 53.030 53.030 TINSAAC 12-12-2012 52.000 Garen 11-12-2012 55.000 Fânzeres Prédio Urbano Rua do Pinhal 2011 106 51.400 51.400 Garen 05-11-2012 51.400 TINSAAC 05-11-2012 51.400 Vila Nova de Gaia Prédio Urbano Rua António Sérgio 2012 76 49.561 49.561 Garen 13-12-2012 50.000 Nunes do Vale 10-12-2012 50.000 Moita Prédio Urbano Rua da Capela 2012 76 48.570 48.570 TINSAAC 11-12-2012 50.000 Garen 10-12-2012 48.000 São Pedro da Cova Prédio Urbano Pct. João Martins Bandeira JR. 2012 68 48.570 48.570 Garen 14-12-2012 48.000 Nunes do Vale 10-12-2012 50.000 Arrentela Prédio Urbano Rua Florbela Espanca 2012 69 47.083 47.083 Garen 13-12-2012 46.000 Pedro Sá Martins 07-12-2012 49.000 Rio de Mouro Prédio Urbano Rua 9 2012 98 47.083 47.083 Garen 14-12-2012 47.000 Nunes do Vale 10-12-2012 48.000 Cidade do Sol Prédio Urbano Rua Prof. João Oliveira Coelho 2012 65 46.587 46.587 Garen 20-12-2012 46.000 TINSAAC 12-12-2012 48.000 Tavarede Prédio Urbano Rua da Estremadura 2012 75 45.101 45.101 Garen 13-12-2012 46.000 Nunes do Vale 13-12-2012 45.000 Vila Chã Prédio Urbano Rua Ferreira Castro 2012 80 45.101 45.101 TINSAAC 14-12-2012 46.000 Garen 11-12-2012 45.000 Maia Prédio Urbano Rua Cardeal António Ribeiro 2012 65 44.605 44.605 Garen 14-12-2012 45.000 Pedro Sá Martins 11-12-2012 45.000 Cacém Prédio Urbano Rua Prof. Napoleão S. Marques 2012 82 42.623 42.623 Garen 13-12-2012 44.000 TINSAAC 13-12-2012 42.000 Trofa Prédio Urbano Rua Monte da Giesta 2012 86 41.631 41.631 TINSAAC 11-12-2012 43.000 Garen 10-12-2012 41.000 Rio Tinto Prédio Urbano Rua Bastos Nunes 2012 41 40.640 40.640 Garen 17-12-2012 40.000 Pedro Sá Martins 11-12-2012 42.000 Queluz Prédio Urbano Pcta. de Bissau 2012 86 40.144 40.144 Nunes do Vale 17-12-2012 42.000 Garen 14-12-2012 39.000 Amora Prédio Urbano Pcta. da Liberdade 2012 66 38.658 38.658 Garen 13-12-2012 39.000 Pedro Sá Martins 11-12-2012 39.000 Rio de Mouro Prédio Urbano Rua Alves Redol 2012 75 38.162 38.162 Garen 11-12-2012 38.000 Nunes do Vale 10-12-2012 39.000 Alhos Vedros Prédio Urbano Rua Vila D'Este 2012 100 36.675 36.675 TINSAAC 13-12-2012 37.000 Garen 10-12-2012 37.000 Vilar de Andorinho Prédio Urbano Rua Luís de Camões 2012 25 36.180 36.180 Garen 13-12-2012 38.000 TINSAAC 12-12-2012 35.000 Cabeço de Vide Prédio Urbano Lugar da Gandarela 2012 106 33.206 33.206 Garen 18-12-2012 33.000 TINSAAC 13-12-2012 34.000 Freamunde Prédio Urbano Rua da Madressilva 2012 80 32.710 32.710 Garen 11-12-2012 34.000 Pedro Sá Martins 11-12-2012 32.000 Rio de Mouro Prédio Urbano Pcta. de Lobito 2012 87 28.745 28.745 Garen 14-12-2012 29.000 Nunes do Vale 10-12-2012 29.000 Amora Prédio Urbano Rua do Cogominho 2012 50 19.329 19.329 Garen 13-12-2012 19.000 TINSAAC 13-12-2012 20.000 Cogominho/Caxarias

34.628.096 38.514.427 38.931.742 39.243.584

O valor de avaliação considerado corresponde à média simples do valor atribuído pelos respectivos peritos avaliadores nas avaliações efectuadas.

7. DISPONIBILIDADES

O movimento na rubrica de disponibilidades durante o exercício de 2013 foi o seguinte:

Saldo em Saldo em 31/12/2012 Aumentos Reduções 31/12/2013 Depósitos à ordem 7.938.735 47.049.785 ( 47.832.261 ) 7.156.259 Depósitos a prazo - 45.450.000 ( 45.450.000 ) - --- --- --- --- 7.938.735 92.499.785 ( 93.282.261 ) 7.156.259 ======== ======== ======== ========

Os depósitos à ordem encontram-se domiciliados na Caixa Geral de Depósitos, S.A. (CGD). Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, eram remunerados a taxas de juro médias anuais brutas de 0,1328% e 0, 2%, respectivamente.

Referências

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