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Dinâmicas de Desenvolvimento do Alentejo

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Academic year: 2021

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Dinâmicas de Desenvolvimento do Alentejo Demografia

Decréscimo continuado da população residente, que perdeu a capacidade de se auto regenerar, quer no contexto do saldo natural, que apresenta valores continuamente negativos, reflexo do aumento considerável do número de óbitos e da recessão drástica da natalidade, quer na incapacidade da região para atrair novos residentes, que se registam em número inferior aos daqueles que emigram para outras zonas do país ou do estrangeiro.

A evolução demográfica da população alentejana apresenta um comportamento assimétrico relativamente a Portugal, que, embora de uma forma tímida, ainda regista aumento do efectivo demográfico. Este aumento foi exclusivamente devido ao saldo positivo das migrações, uma vez que o saldo natural de Portugal é já negativo.

Acentuado envelhecimento das estrutura etária da população, com o consequente aumento do rácios de dependência dos inactivos, condicionado por uma evolução crescente do rácio de dependência dos idosos, que cresce a um ritmo superior à redução do peso da população jovem.

A diminuição da população jovem é um processo continuado que tem origem nos níveis reduzidos da fecundidade. Estes estão próximos da metade do que seria necessário para garantir a substituição das gerações.

Recursos Humanos

Quanto às habilitações académicas da população, a dinâmica vai no sentido positivo. Registaram-se aumentos consideráveis dos níveis de escolaridade, em particular no nível secundário e superior, embora com valores ainda abaixo das médias nacionais.

Evolução Demográfica – Alentejo - 1991 -2011

1991 2001 2005 2011 750 760 770 780 M il h a re s H a b it a n te s anos

Evolução Demográfica – escolarização - Países da União Europeia e Alentejo - 2012

0 10 20 30 40 50 60 70 80 A le m a n h a F ra n ç a R e in o -U n id o It á lia E s p a n h a P o lo n ia R o m é n ia H o la n d a G ré c ia B é lg ic a P o rt u g a l R é p u b lic a C h e c a H u n g ri a S u é c ia Á u s tr ia B u lg á ri a D in a m a rc a E s lo v á q u ia F in la n d ia Ir la n d a C ro a c ia L itu â n ia L e tó n ia E s lo v é n ia E s to n ia C h ip re A le n te jo L u x e m b u rg o Alentejo Portugal Milhões

Grandes Grupos Etários - Alentejo, Portugal e EU (27) - 2012 0% 25% 50% 75% 100% Alentejo Portugal EU (27) idosos Activos Jovens

Nota: Análise suportada na informação extraída dos Anuários Estatísticos e Recenseamentos da População publicados pelo INE e, no que se refere aos países da União Europeia, no EUROSTAT.

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No que respeita ao nível de escolaridade do ensino secundário, o menor nível face à média nacional traduz a existência de fenómenos de abandono e insucesso escolar com alguma importância, maioritariamente nas zonas do interior, que terão reflexos negativos futuros nos níveis de qualificação da população activa

Referência particular para o aumento da pré-escolarização da população residente no Alentejo, que num contexto de evolução contínua, nos últimos anos, abarca a quase totalidade das crianças, o que se reflecte numa taxa de escolarização bastante superior às médias nacional e europeia.

Dinâmicas Sociais

Nos últimos anos, assistiu-se a incrementos no nível de desenvolvimento económico e social da Região, traduzidos em melhorias no estado de saúde, bem estar e salubridade da população residente no Alentejo, com reflexos no contexto da coesão social.

Esta evolução tem sido no sentido positivo, reflexo dos efeitos da implementação de algumas medidas de política social activas, com particular destaque para as melhorias verificadas, designadamente, no apoio contratualizado às populações carenciadas ou em risco.

Os benefícios destas políticas públicas podem verificar-se, por exemplo, no indicador relativo à esperança de vida da população à nascença, encontrando-se o Alentejo com valores muito baixos, próximos da média nacional.

A taxa de mortalidade infantil, tem observado também uma redução considerável, contínua, pese embora o ligeiro aumento no último ano, que colocou o Alentejo um pouco acima do valor de Portugal, que se encontra a par dos índices observados nos países mais desenvolvidos.

Indicadores de Educação - 2012 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% A Taxa de pré-escolarização

B Taxa de escolaridade ensino secundário C Taxa de escolarização ensino superior

A B C

Portugal Alentejo

Taxas de pré-escolarização - Países da União Europeia e Alentejo - 2012 0% 20% 40% 60% 80% 100% 120% L e tó n ia H u n g ria S u é ci a P o lo n ia H o la n d a Ir la n d a G ré c ia Á u s tr ia Itá lia F in lan d ia E U ( 2 7 c o u n trie s) R e ino -U n id o R o m é n ia C h ip re P o rtug a l F ra n ça M a lta E s p a n h a D in a m a rc a E s lo v á q u ia L itu â n ia E s lo v é n ia L u x e m b u rgo A le n te jo 91,7 % 94,6 % 100,8%

Indicadores Sociais - Alentejo, Portugal - 2012

0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 6,0 Mortalidade Infantil (‰) Enfermeiros 1000 Hab Médicos 1000 Hab Alentejo Portugal

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Recursos Educativos

Variação da população em idade escolar 2014/2020 População de 3 a 5 anos e Ensino Pré-Escolar

Variação da população em idade escolar 2014/2020 População de 6 a 9 anos e 1º Ciclo do Ensino Básico

Variação da população em idade escolar 2014/2020 População de 10 a 14 anos e 2ºe 3º Ciclo do Ensino Básico

Variação da população em idade escolar 2014/2020 População de 15 a 17 anos e Ensino Secundário

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Coesão Social

Apesar do considerável esforço financeiro em equipamentos e serviços de protecção social, que decorre grandemente do aproveitamento das ajudas comunitárias no âmbito dos diferentes Quadros Comunitários de Apoio a Portugal, os grupos populacionais mais vulneráveis, pensionistas, idosos e desempregados, no Alentejo, apresentam ainda níveis médios de protecção social inferiores aos verificados no país. Por isso, manifestam uma maior vulnerabilidade às situações de pobreza, em particular quando ocorrem conjuntamente com manifestações de doença prolongada

Nos últimos anos, o Alentejo mantém uma taxa de desemprego continuamente elevada (16,9%), que acompanhou de forma semelhante a registada no país (16,2%), embora sempre em níveis um pouco mais elevados, fruto, certamente, da maior debilidade do tecido económico regional.

O desemprego no Alentejo é transversal ao conjunto da população activa mas afecta com principal preponderância o grupo das mulheres (18,1%), que sofrem aumentos continuados desde 2007, enquanto que o desemprego masculino registou mesmo um ligeiro decréscimo no último ano (15,7%).

Contudo, os maiores níveis de desemprego são aqueles que se verificam na população activa jovem, entre os 15 e os 24 anos, e em particular naqueles que se encontram à procura do primeiro emprego. Já o desemprego de longa duração, no Alentejo, regista um dos valores mais baixos (10%), comparativamente às restantes regiões do país, só superior aos verificados na região Centro (6%), e no Algarve (9,2%).

Mortalidade Infantil escolarização - Países da União Europeia e Alentejo - 2012 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 S u é c ia A le n te jo F in la n d ia E s to n ia R . C h e c a E s lo v é n ia C h ip re E s p a n h a P o rt u g a l It á lia B é lg ic a G ré c ia D in a m a rc a F ra n ç a Ir la n d a A le m a n h a Á u s tr ia H o la n d a E U ( 2 7 ) L it u â n ia R e in o -U n id o L u x e m b u rg o P o lo n ia E s lo v á q u ia H u n g ri a M a lta L e tó n ia B u lg á ri a R o m é n ia 2,3‰ 3,1‰ 3,9‰

Taxa de Desemprego - Alentejo - 2004-2013

2004 2007 2008 2011 2012 2013 9,7 8,1 9 12,6 15,7 16,9 6,7 8,0 7,6 12,7 15,7 16,2 4 7 10 13 16 % anos Portugal Alentejo

Taxa de Desemprego por Idades e Sexos - Alentejo 2004-2013 2004 2007 2008 2011 2012 2013 4 14 24 34 44 % anos Homens + 44 anos Mulheres 15-24 anos

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Desempregados Inscritos nos Centros de Emprego

Os dados publicados pelo Instituto do Emprego, relativos ao desemprego regional, evidenciam um aumento contínuo do número de desempregados inscritos nos Centros de Emprego até ao 1º trimestre de 2013, uma redução variável durante o ano de 2013 e decréscimo bastante acentuado nos primeiros meses de 2014, em particular no segundo trimestre. Nos últimos meses regressou de novo a tendência crescente do número de desempregados.

A variação foi semelhante entre homens e mulheres até meados de 2013, altura em que se verificou uma maior diminuição nos homens, facto que se tem vindo a estabilizar, sendo as mulheres responsáveis por mais de metade dos desempregados (52%).

A desaceleração da actividade económica que se tem vindo a verificar nos últimos anos, teve como consequência a criação de um nível elevado de desemprego estrutural, que se caracteriza pela tendência crescente do número de desempregados de longa duração (inscritos nos Centros de Emprego há mais de um ano). Os desempregados inscritos há menos de um ano tem vindo a diminuir continuadamente, enquanto que os desempregados de longa duração registaram uma estabilização com tendência crescente.

É por isso, também, que os desempregados com mais de 55 anos evidenciam uma maior dificuldade em regressar à actividade económica, tendo registado uma tendência para a manutenção a níveis elevados, que caracterizam o desemprego estrutural regional.

Os restantes activos registaram, nos primeiros meses de 2014, uma considerável redução, o que faz pressupor alguma capacidade da actividade

Desempregados 2012-2014 Desempregados por sexos

85 90 95 100 105 110 115 120 125 M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A 2012 2013 2014 Homens Mulheres Total

Desempregados por duração do desemprego

70 80 90 100 110 120 130 140 150 160 170 M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A 2012 2013 2014 Inscrito <1ano Inscrito = >1ano Mai_2012=100

Desempregados por idades

75 85 95 105 115 125 135 M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A 2012 2013 2014 < 25 anos 25-55 anos 55 e+ anos ,

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económica para absorver população activa, pese embora a inflexão desta tendência nos últimos dois meses.

Através da análise de evolução decrescente do desemprego durante o ano passado é possível verificar também que são as actividades profissionais que requerem qualificações escolares ao nível do ensino básico que mais estão a absorver a população activa desempregada.

Por outro lado, é bem patente a maior dificuldade regional em chamar à actividade económica população activa com níveis de escolaridade muito baixos. Na verdade, os desempregados que não possuem qualquer qualificação escolar manifestam uma tendência para a manutenção a níveis elevados, com algumas inflexões, que parecem responder à sazonalidade das tarefas agrícolas que ainda mobilizam alguma mão-de-obra (vindima, apanha da azeitona etc.). Já os activos desempregados com qualificações escolares de nível secundário e superior, após um crescimento algo anormal, registaram uma diminuição, no primeiro semestre de 2014, contrariada nos meses de Julho e Agosto.

Actividade Económica

A taxa de actividade do Alentejo apresenta valores inferiores aos de Portugal, tanto no total como em cada um dos sexos.

Em termos evolutivos, região apresenta, face ao ano anterior, um decréscimo pouco significativo da taxa de actividade, tanto em termos totais, como em ambos os sexos, acompanhando a tendência nacional de diminuição.

Desempregados por níveis de escolaridade

75 85 95 105 115 125 135 M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A 2012 2013 2014 Menos 1º Ciclo ensino básico secundário e superior

Taxa de Actividade - Alentejo e Portugal – 2012

40 45 50 55 60 65 70 % Portugal Alentejo HM H M

Produto Interno Bruto per capita - Alentejo e Portugal 2011 e 2012 13 13,5 14 14,5 15 15,5 16 16,5 m ilh a re s € Portugal Alentejo 2011 2012

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O PIB per capita regional, num total de 15 milhares de €, mostra valor inferior ao registado no país.

À semelhança do que se verifica em Portugal, o total regional em 2012 observa uma tendência de diminuição, face ao ano anterior.

No Alentejo tem-se verificado uma tendência geral de crescimento do VAB, embora com períodos de acréscimos decrescentes e mesmo de decréscimos, como é o caso do último ano. A proporção de VAB do Alentejo no nacional tem mostrado propensão para a diminuição, atingindo no último ano um dos pesos mais baixos, 6.5%.

A estrutura sectorial do VAB no Alentejo revela uma clara terciarização da economia, com peso dos serviços superior a 60%, ainda assim inferior ao registado em Portugal, que é superior a 70%. Por outro lado o peso da agricultura que é da ordem de 2% em Portugal, no Alentejo representa 9%. A indústria e o comércio é, proporcionalmente, maior no Alentejo que a nível nacional.

A evolução recente da estrutura do VAB do Alentejo mostra uma maior concentração nas indústrias e construção, por redução dos outros sectores.

A produtividade do Alentejo é superior à que se verifica no país. Para este resultado regional concorrem o Alentejo Litoral com valor francamente superior ao do país e da região, o Baixo Alentejo e, mais residualmente, a Lezíria do Tejo regional

O ano de 2010 é um ano de ganho de produtividade generalizado, no Alentejo e no país, embora a nível nacional o acréscimo seja de pouco mais de um milhar de euros, face aos 2,3 milhares de euros do Alentejo.

.

Contributo do Alentejo para o VAB nacional

0,0 2.000,0 4.000,0 6.000,0 8.000,0 10.000,0 12.000,0 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 6,1 6,2 6,3 6,4 6,5 6,6 6,7 6,8 6,9 7,0 % do nacional Alentejo

Estrutura sectorial do Valor Acrescentado Bruto - Alentejo e Portugal - 2012 A gricultura, pro dução animal, caça, flo resta e pesca Indústrias extractivas; indústrias transfo rma do ras; electricidad e, gás, água; co nstrução Serviço s

Produtividade aparente do trabalho – Portugal, Alentejo e NUTS III - 2010 e 2011

0 10 20 30 40 50 60

Portugal Alentejo Alentejo Litoral Alto Alentejo Alentejo

Central

Baixo Alentejo Lezíria do Tejo

m ilh a re s € 2009 2010

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No Alentejo 7% das empresas do país são responsáveis por 5% do emprego e 4% do VAB nacionais

Verifica-se alguma dinâmica na criação de empresas, registando-se uma taxa de natalidade de 11%, ligeiramente inferior à nacional. Já a sobrevivência das empresas após 2 anos de actividade, que se verifica em mais de metade delas, é um fenómeno que no país apenas ocorre em 48.6% das empresas.

Emprego médio é da ordem de 2,5 trabalhadores por empresas, inferior ao observado no país.

O Alentejo regista aumento das importações e das exportações, de 2012 para 2013, respectivamente, de 168 milhões de euros e 119 milhões de euros. O saldo da balança comercial mantém-se positivo no Alentejo

A intensidade exportadora da região Alentejo (23.6%) entendida como o peso das exportações no PIB, é inferior à registada no país (24.8%).

O grau de abertura medido pelo peso dos fluxos de entradas e saídas de bens e serviço no total do VAB indica que a região apresenta valor inferior a Portugal.

No entanto, a relação entre as importações e as exportações, medida pela taxa de cobertura, é favorável para o Alentejo, enquanto que no país a valor é de 81%, o que revela um saldo negativo no comércio externo nacional.

Empresas no Alentejo 0,0 5,0 10,0 15,0 20,0 25,0 30,0 35,0 40,0 45,0 50,0 Empresas % do nacional Emprego % do nacional

VAB % do nacional Taxa de natalidade Taxa de

sobrevivência a 2 Anos

Comércio Internacional – Alentejo – 2012 e 2013

0 500 1000 1500 2000 2500 3000 2012 2013 Importações Exportações

Comércio Internacional – Alentejo e Portugal

0 20 40 60 80 100 120 140 160

Intensidade exportadora (2011) Taxa de cobertura das

importações pelas exportações (2012)

Grau de Abertura (2010)

%

Portugal Alentejo

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Desenvolvimento Regional

A dinâmica de desenvolvimento do Alentejo medida através do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional (ISDR) mostra tendência de retrocesso em termos globais. Tal fica a dever-se, essencialmente, ao agravamento dos níveis de coesão, dado que se regista melhoria do desempenho económico do Alentejo avaliado através da componente competitividade e também alguma recuperação dos níveis ambientais, identificados na componente qualidade ambiental.

O Alentejo encontra um posicionamento central, ao nível do índice global do ISDR, abaixo da média nacional.

Apenas a região de Lisboa ultrapassa a média nacional.

Índice Sintético de Desenvolvimento Regional Alentejo – 2010 e 2011 82 84 86 88 90 92 94 96 98 100 102 104

Índice Global Competitividade Coesão Qualidade Ambiental -1 -0,5 0 0,5 1 1,5 2010 2011 Variação

Índice Sintético de Desenvolvimento Regional NUTS II - 2011 80 85 90 95 100 105 110

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INDICADORES ESTATÍSTICOS

INDICADORES ESTATÍSTICOS

Indicadores Ano Unidade Alentejo Portugal

Área 2011 Km2 31.596,6 92.090,0

Densidade Populacional 2012 Hab/ Km2 23,7 113,7

População Residente 2012 nº 748.699 10.487.289

Proporção de Mulheres / Homens 2012 % 1,07 1,10

Índice Sintético de Fecundidade 2012 nº 1,33 1,28

Esperança de Vida à Nascença 2012 Anos 79,26 79,78

Taxa de Mortalidade Infantil 2012 ‰ 2,7 3,4

Índice de Envelhecimento 2011 % 177,1 128

Racio de Dependência de Jovens 2012 % 21,56 22,45

Médicos por 1000 habitantes 2012 ‰ 2,3 4,2

Enfermeiros por 1000 habitantes 2012 ‰ 5,4 6,2

População Activa 2011 103 367,6 5 582,7

Homens 2011 103 201,4 2.949

Mulheres 2011 103 166,2 2.634

Proporção de Mulheres / Homens 2011 % 82,5 89,3

Taxa de Actividade 2011 % 45,0 47,6

Homens 2011 % 49,5 51,6

Mulheres 2011 % 41,2 43,9

Taxa Média de Desemprego 2013 % 16,2 16,9

Homens 2013 % 15,7 16,0

Mulheres 2013 % 18,1 16,4

Taxa Média de Desemprego 15-24 anos 2013 % 44,5 37,7

População Desempregada Ago-14 nº 38.688 590.820

Homens Ago-14 nº 47,2 47,0

Mulheres Ago-14 nº 52,8 53,0

Desempregados à Procura de 1º Emprego Ago-14 nº 4.280 61.880

Desempregados à Procura de Novo Emprego Ago-14 nº 34.408 528.940

Desempregados há mais de 1 ano Ago-14 nº 17.327 298.150

VAB 2012 106.€ 9.326 144.396

PIB/hab 2012 € 14,3 15,6

Produtividade 2011 € 33,7 30,7

Remuneração Média 2011 € 19,0 20,3

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