PROFESSOR DA TURMA: WLADIMIR
RESUMO DE ELETRICIDADE
CARGAS ELÉTRICAS DO MESMO SINAL REPE-LEM-SE
CARGAS ELÉTRICAS DE SINAIS CONTRÁRIOS ATRAEM-SE
Corpo eletrizado é aquele no qual existe excesso ou falta de elétrons. Q = n . e
ELETRIZAÇÃO POR ATRITO
Os corpos que se atritam adquirem cargas de sinais contrários.
ELETRIZAÇÃO POR CONTATO
Um corpo neutro ao entrar em contato com outro corpo eletrizado adquire parte de sua carga elétrica. ELETROSCÓPIO DE FOLHAS
Seu funcionamento baseia-se no princípio da indução eletrostática. Suas folhas se abrem em presença do corpo eletrizado C.
INDUÇÃO
A indução é a separação de cargas que ocorre num corpo condutor neutro quando colocado nas proximidades de outro corpo eletrizado, sem que ambos se toquem.
ELETRIZAÇÃO POR INDUÇÃO
Ligando-se o induzido na Terra, em presença do corpo indutor, o primeiro eletriza-se com carga de sinal oposto à do indutor.
OBSERVAÇÃO
Após a ocorrência da indução, o corpo indutor atraio corpo induzido.
PÊNDULO ELETROSTÁTICO Seu funcionamento baseia--se no fenômeno da indução eletrostática. Estando inicial-mente neutro, ele é atraído pe-lo corpo eletrizado.
LEI DE COULOMB
Intensidade da força eletrostática F = K 2 d Q . q K é a constante eletrostática. CAMPO ELÉTRICO Definição: F =qE UNIDADE NO SI m V ou C N (Oficial) LINHA DE FORÇA Indica a direção e o sentido do campo elétrico.
O vetor campo elétrico E é tangente à linha de força. Campo Elétrico Uniforme
É aquele que se mantém constante em todos os seus pontos.
Potencial elétrico gerado, em um ponto, por uma carga puntiforme Q
VP = K .
d Q
(Para o referencial no infinito)
CAMPO ELÉTRICO GERADO POR CARGA PUN-TIFORME
Intensidade ou módulo do vetor campo elétrico em P.
E = K 2 d
Q
SENTIDO
A carga Q > 0 gera um campo de afastamento (O vetor campo elétrico E aponta para o lado oposto ao da carga geradora). → E C indutor induzido indutor induzido C q Q d L.F. Er Q d P Q > 0 d P Er
A carga Q < 0 gera um campo de aproximação (O vetor campo elétrico E aponta para a carga geradora).
A intensidade do campo elétrico decresce com o quadrado da dis-tância à carga geradora.
LINHAS DE FORÇA DO CAMPO DA CARGA PUN-TIFORME
As linhas de força do campo da carga puntiforme positiva são centrífugas.
As linhas de força do campo da carga puntiforme negativa são centrípetas.
Potencial elétrico gerado, em um ponto P, por n cargas puntiformes.
Para cada carga: Vi = K . i i d Q POTENCIAL RESULTANTE: Vres = ΣVi i = 1, 2, 3 , ... n
O potencial resultante é dado pela soma algébrica dos potenciais parciais.
Trabalho no campo elétrico uniforme, realizado pela força elétrica.
τ
AB = Q . E . dNão depende da trajetória.
POTENCIAL ELÉTRICO NUM PONTO A VA =
q EpotA
TRABALHO DA FORÇA ELÉTRICA NUM CAMPO ELÉTRICO QUALQUER.
τ
AB = q . (VA – VB)TEOREMA DA ENERGIA CINÉTICA
τ
res = 2 v . m 2 v . m 12 − 20PROPRIEDADES DO POTENCIAL ELÉTRICO 1a) O potencial decresce no sentido da linha de força.
2a) As linhas de força do campo elétrico, gerado por
car-gas em repouso, não podem ser fechadas. SUPERFÍCIE EQUIPOTENCIAL
É o lugar geométrico de pontos que apresentam um dado potencial.
PROPRIEDADES
1a) É nulo o trabalho para deslocar uma carga elétrica puntiforme sobre a superfície equipotencial.
2a) As superfícies equipotenciais e as linhas de força são
ortogonais entre si.
EQUILÍBRIO ENTRE DOIS CONDUTORES a) Há passagem de cargas até que se igualem os potenciais. b) Durante a passagem transitória de cargas, a corrente
vai do maior para o menor potencial. c) Vale o Princípio da Conservação das Cargas.
QA + QB = Q’A + Q’B
d) Nas esferas condutoras:
B A B A R R Q' Q' =
ESFERA CONDUTORA EM EQUILÍBRIO ELE-TROSTÁTICO d = OP EP = K 2 d Q VP = K d Q
CAMPO ELÉTRICO NUM PONTO INFINITAMEN-TE PRÓXIMO DA ESFERA
Epróx = Ko 2
R Q
CAMPO E POTENCIAL NA SUPERFÍCIE Esup = 21Epróx
Vsup = Ko
R Q
POTENCIAL DA ESFERA Vesf = Ko R Q CAMPO INTERNO Eint = 0 CAPACITOR PLANO
No seu interior há um cam-po elétrico uniforme.
RELAÇÃO ENTRE A INTENSIDADE DO CAMPO E D.D.P.
Ed = U
No campo elétrico uniforme os planos equipoten-ciais são perpendiculares às linhas de força.
TRABALHO NO CAMPO ELÉTRICO UNIFORME
τ
AB = q(V1 – V2)τ
AB = Fd CARGA DO CAPACITOR Q = C . U CAPACITOR PLANO a) campo elétrico E = d U = ε σ b) capacitância C = d A ⋅ ε (ε = ε r ⋅ εo) Intensidade de corrente i = t Q ∆ sendo Q = n . eASSOCIAÇÃO DE RESISTORES EM SÉRIE • mesma corrente em todos os resistores:
i = 3 3 2 2 1 1 R U R U R U = = • U = U1+ U2 + U3 • R = R1 + R2 + R3
ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES EM PARALELO • mesma d.d.p. em todos os resistores:
U = R1i1 = R2i2 = R3i3 • i = i1 + i2 + i3 • 3 2 1 R 1 R 1 R 1 R 1 + + = GERADOR ELÉTRICO U = E – r . i TENSÃO EM ABERTO I = 0 U = E CURTO-CIRCUITO U = 0 icc = r E GRÁFICO tg θ = r CIRCUITO GERADOR-RESIS-TOR (LEI DE POUILLET)
i = R r E + RECEPTOR ELÉTRICO U = E + r . i GRÁFICO tg θ = r
ASSOCIAÇÃO DE GERADORES
•EM SÉRIE
rs = r1 + r2
Es = E1 + E2
• EM PARALELO (GERADORES IGUAIS) n: número de ge-radores associados rs = n r Es = E
CIRCUITO GERADOR RECEPTOR-RESISTOR (LEI DE POUILLET) i = ' r r R ' E E + + −
ENERGIA E POTÊNCIA ELÉTRICA ∆E = P ⋅ ∆t
joule (J) watt(W) segundo (s) kWh kW h P = U ⋅ i
POTÊNCIA ELÉTRICA NO GERADOR PG = E ⋅ i: potência gerada
PF = U ⋅ i: potência fornecida
PD = r ⋅ i2: potência dissipada
PG = Pf + PD
Rendimento elétrico do gerador:
η = E U P P G F =
POTÊNCIA ELÉTRICA NO RECEPTOR: PR = U ⋅ i: potência recebida
PU = E ⋅ i: potência útil
PD = r ⋅ i2: potência dissipada
PR = PU + PD
RENDIMENTO ELÉTRICO DO RECEPTOR: η = U E P P R U = PONTE DE WHEATSTONE R1R4 = R2R3
ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES EM SÉRIE a) capacitância equivalente: ... C 1 C 1 C 1 2 1 eq + + =
b) carga elétrica: É a mesma em todos (desde que ini-cialmente descarregados)
c) d.d.p. total:
Utot = U1 + U2 + U3 + ...
ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES EM PARALELO a) capacitância equivalente: Ceq = C1 + C2 + ... b) d.d.p.: é a mesma em todos c) carga total: Qtot = Q1 + Q2 + ...
ENERGIA POTENCIAL ELÉTRICA ARMAZENA-DA (EP) Ep = 2 U . Q Ep = 2 U . C 2 Ep = C . 2 Q2
FONTES DE CAMPO MAGNÉTICO
“Toda corrente gera no espaço que a envolve um campo magnético”.
CAMPO MAGNÉTICO DE UM CONDUTOR RE-TILÍNEO B d 2π i . μ =
O sentido de Br é dado pela regra da mão direita.
CAMPO MAGNÉTICO NO CENTRO DE UMA ES-PIRA CIRCULAR B R . 2 i . μ = Bobina chata B R . 2 i . μ . n = CAMPO MAGNÉTICO NO INTERIOR DE UM SOLENÓIDE B .n. l µ = i
MOVIMENTO DE UMA CARGA ELÉTRICA q NUM CAMPO MAGNÉTICO UNIFORME.
a) v // B(θ=Oº ou θ=180º) r r q realiza MRU b) v⊥B(θ=90º) r r q realiza MCU B . | q | mv R = B . | q | m 2 T= π c) vr Br
q realiza movimento helicoidal uniforme. FORÇA MAGNÉTICA SOBRE
UM CONDUTOR
Intensidade: Fm = B . i . l . sen θ Direção: perpendicular a Br e ao condutor Sentido: regra da mão esquerda.
FORÇA MAGNÉTICA SOBRE CARGAS ELÉTRICAS
Intensidade: Fm = | q | . v . B . sen θ
Direção: perpendicular a vr e a Br
Sentido: regra da mão esquerda se q > 0. Inverte-se se q < 0 LEI DE FARADAY
Seja ∆φ a variação do fluxo magnético através de um circuito, num intervalo de tempo ∆t. A força eletro-motriz média induzida no circuito, no intervalo de tempo ∆t, dada por: Em = – t ∆ φ ∆
A força eletromotriz instantânea induzida no circuito é dada pela derivada no fluxo em relação ao tempo, com o sinal trocado: Ei = – dt dφ FLUXO DE Br φB = B . A . cos α
FIO RETILÍNEO MOVENDO-SE EM CAMPO MAG-NÉTICO UNIFORME
Consideremos um fio condutor retilíneo de compri-mento l movendo-se em um campo de indução Bv uni-forme, com velocidade vr, de modo que:
v r
é perpendicular a Bv e vr é perpendicular ao fio e Bv é perpendicular ao fio.
Entre as extremidades do fio forma-se uma diferença de potencial U dada por:
U = B . l . v
Podemos dizer também que foi induzida uma força eletromotriz no fio dada por:
E = B . l . v
Sejam N1 e N2 os números de espiras no primário e
secundário, respectivamente. Pode-se então demonstrar que: 2 1 2 1 N N U U = ,
sendo U1 e U2 as tensões eficazes no primário e