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Comentário: Analisando o esquema abaixo representativo da meiose na célula em questão:

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Academic year: 2021

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(1)

1.

Resposta: D

Comentário: Considerando que a célula em questão apresenta 2n = 2 cromossomos:

- Em I, pode-se observar que os cromossomos homólogos duplicados estão se separando, o que caracteriza a anáfase da meiose I; - Em II, pode-se observar que as cromátides irmãs estão se separando; como são dois cromossomos filhos (duas cromátides irmãs), conclui-se que havia 1 cromossomo duplicado, ou seja, n cromossomos, o que indica que houve redução cromossômica, mostrando que se trata da anáfase da meiose II;

- Em III, pode-se observar que as cromátides irmãs estão se separando; como são quatro cromossomos filhos (quatro cromátides irmãs), conclui-se que havia 2 cromossomos duplicados, ou seja, 2n cromossomos, o que indica que não houve redução cromossômica, mostrando que se trata da anáfase da mitose.

2.

Resposta: B

Comentário: Analisando o esquema abaixo representativo da meiose na célula em questão:

A b a B A b a B A a b B c c

Pode-se observar que apenas gametas Ab e aB são formados. 3.

Resposta: A

(2)

Meiose I

Meiose II

A

A a

a

A A

b

b

c

A

A

B

B

c

b

b

a

a

Pode-se observar que apenas gametas AB e ab são formados. 4.

Resposta: B

Comentário: Analisando cada evento:

I. A ligação dos cromossomos às fibras do fuso acromático ocorre tanto na mitose, na meiose I e na meiose II. II. A separação de cromossomos homólogos ocorre apenas na meiose I.

III. A separação de cromátides irmãs ocorre na mitose e na meiose II.

IV. A visualização de quiasmas (relacionados ao crossing-over) ocorre apenas na meiose I. 5.

Resposta: D

Comentário: A meiose ocorre em duas divisões, com a formação de quatro células. A primeira divisão é dita meiose I ou reducional e efetivamente reduz à metade o número de cromossomos nas células formadas, separando os cromossomos homólogos e formando duas células haplóides. A segunda divisão é dita meiose II ou equacional e não altera o número de cromossomos nas células, separando apenas as cromátides irmãs e formando quatro células haplóides. Cada divisão meiótica se subdivide em prófase, metáfase, anáfase e telófase. Na prófase I, ocorrem eventos como o pareamento de cromossomos homólogos (sinapse) e o crossing-over (com formação de quiasmas). Assim, na metáfase I, os cromossomos homólogos estão pareados na placa equatorial, e na anáfase I, ocorre separação dos cromossomos homólogos. Nenhum desses eventos ocorrem nem na prófase II nem na prófase da mitose. Assim, na prófase I da meiose ocorrem eventos como o emparelhamento dos cromossomos homólogos e a permutação, na anáfase I da meiose ocorre a separação dos cromossomos homólogos, e na anáfase II da meiose ocorre a separação dos cromossomos irmãos.

6.

Resposta: B

Comentário: A interfase é a etapa do ciclo celular onde a célula não está se dividindo, se subdividindo em G1, S e G2. Em G1, ocorrem 2n cromossomos simples (com apenas uma cromátide e uma molécula de DNA); em S, ocorre replicação do DNA; e em G2, ocorrem 2n cromossomos duplos (com duas cromátides e duas moléculas de DNA). A meiose ocorre em duas divisões, sendo que a anáfase da meiose I (divisão reducional) separa os cromossomos homólogos, passando a haver somente n cromossomos duplos (com duas cromátides e duas moléculas de DNA), e a anáfase da meiose II (divisão equacional) separa as cromátides irmãs, passando a haver somente n cromossomos simples (com uma cromátide e uma molécula de DNA). Assim, como o cariótipo do mamute é de 2n= 58 cromossomos, na anáfase II da meiose haverá n = 29 cromossomos simples, cada qual com uma cromátide, correspondendo a 29 cromátides (e 29 moléculas de DNA).

(3)

7.

Resposta: B

Comentário: Na mitose, há uma replicação do DNA na interfase para uma divisão do DNA pela separação das cromátides irmãs dos cromossomos duplos, gerando cromossomos simples, de modo que não há alteração na quantidade de DNA da célula mãe para as células filhas, também não havendo variabilidade genética. Na meiose, há uma replicação do DNA na interfase para duas divisões do DNA, a primeira na meiose I pela separação dos cromossomos homólogos, e a segunda pela separação das cromátides irmãs dos cromossomos duplos, gerando cromossomos simples na meiose II, e modo que a quantidade de DNA se reduz à metade da célula mãe para as células filhas, havendo variabilidade genética pela segregação independente dos cromossomos homólogos e pelo crossing-over. Perceba que a separação equitativa do material genético entre as duas células filhas na divisão celular ocorre tanto na mitose como na meiose. Assim:

Item I: falso. O emparelhamento dos cromossomos homólogos prévio à separação dos mesmos se dá somente na meiose; uma vez que não ocorre na mitose, pode-se argumentar que não é necessário para a divisão equitativa do DNA.

Item II: verdadeiro. O alinhamento dos cromossomos no plano equatorial da célula se dá na metáfase da mitose e na metáfase da meiose II, possibilitando a posterior separação das cromátides irmãs, sendo fundamental para a divisão equitativa do DNA em ambos os tipos de divisão.

Item III: falso. O crossing-over (permutação de segmentos entre cromossomos homólogos) ocorre somente na meiose e tem relação com o aumento da variabilidade genética nas células filhas, mas não com a divisão do DNA.

Item IV: verdadeiro. A divisão dos centrômeros, resultando na separação das cromátides irmãs, se dá na anáfase da mitose e na anáfase da meiose II, e é o responsável pela para a divisão equitativa do DNA em ambos os tipos de divisão.

8.

Resposta: A

Comentário: A imagem representa o processo de crossing-over ou permutação, pelo qual ocorre a troca de segmentos entre cromossomos homólogos, resultando em aumento da variabilidade genética na descendência pela geração de novas combinações de genes nos gametas além daquelas que ocorrem pela simples segregação dos cromossomos homólogos na meiose I. Assim, analisando cada item:

Item A: falso. Não há relação entre o crossing-over e o câncer, que tem origem em mutações no material genético.

Item B: verdadeiro. Erros no crossing-over podem gerar mutações cromossômicas do tipo translocação, que ocorre na troca de troca de segmentos entre cromossomos não homólogos, podendo levar a problemas como síndrome de Down e aumento no risco de câncer. Item C: verdadeiro. Como o crossing-over proporciona aumento da variabilidade genética, pode levar a uma melhor adaptação dos organismos a seus ambientes.

Item D: verdadeiro. O crossing-over ocorre na prófase I da meiose, nas subfases de paquíteno, diplóteno e diacinese.

Item E: verdadeiro. Apesar de aumentar a variabilidade genética pela criação de novas variedades de gametas, o crossing-over não cria novos genes, o que ocorre devido aos fenômenos de mutação.

9.

Resposta: D

Comentário: Analisando cada item:

Item I: verdadeiro. Células somáticas compõem o corpo do indivíduo e só podem sofrer divisão celular do tipo mitose; células germinativas podem sofrer mitose ou meiose, nesse último caso para originar os gametas masculinos e femininos.

Item II: verdadeiro. A meiose apresenta variabilidade genética, gerando células geneticamente distintas das originais, o que se dá pela separação dos cromossomos homólogos na anáfase da meiose I e pelo crossing-over (troca de segmentos entre cromátides de cromossomos homólogos pareados) na prófase I.

Item III: falso. A prófase da meiose I se subdivide em leptóteno, zigóteno, paquíteno, diplóteno e diacinese, sendo que no leptóteno se inicia a espiralização do DNA, no zigóteno ocorre a sinapse ou pareamento dos cromossomos homólogos pelo complexo sinaptonêmico, no paquíteno se inicia o crossing-over, no diplóteno começa a separação dos cromossomos homólogos, de modo que o crossing-over se torna perceptível pelos quiasmas, e na diacinese ocorre a terminalização dos quiasmas, que passam a se posicionar no término (extremidade dos cromossomos).

Item IV: verdadeiro. Durante a anáfase da meiose I, a contração da fibras do fuso acromático promove a ruptura dos quiasmas que ligam os cromossomos homólogos pareados, de modo a ocorrer a segregação dos mesmo para que haja a redução cromossômica característica da meiose.

Item V: falso. A prófase I é a fase mais longa e mais complexa da meiose, sendo, por isso, subdividida nas cinco subetapas citadas anteriormente para facilitar seu estudo.

10.

Resposta: D

Comentário: O termo “C” em Citologia pode ser usado como uma convenção para a quantidade de DNA existente em uma célula haploide, sendo então “2C” a quantidade de DNA existente em uma célula diploide. No ciclo celular, a interfase apresenta uma fase G1, em que ocorre transcrição e tradução, uma fase S, em que ocorre replicação do DNA, de modo que cada cromossomo passa a ser duplo, com duas cromátides irmãs e o teor de DNA na célula dobra, e uma fase G2, em que ocorre transcrição e tradução novamente.

(4)

Assim, em I temos a fase G1, onde ocorrem 2n cromossomos simples na célula, em II temos a fase S, em que o teor de DNA duplica, e em III temos a fase G2, onde ocorrem 2n cromossomos duplos na célula. A meiose apresenta duas divisões celulares consecutivas, sendo que na meiose I, mais precisamente na anáfase I, ocorre separação dos cromossomos homólogos, reduzindo o teor de DNA à metade, e na meiose II, mais precisamente na anáfase II, ocorre separação das cromátides irmãs, reduzindo o teor de DNA à metade novamente. Assim, em IV temos a meiose I, em que cada célula mãe origina duas células filhas com n cromossomos duplos, devido à separação dos cromossomos homólogos, em V temos a intercinese, breve intervalo entre meiose I e meiose II, em VI temos a meiose II, em que cada célula filha passa a ter n cromossomos simples, devido à separação das cromátides irmãs, e em VII temos o fim do ciclo celular, com os gametas formados.

11.

Resposta: A

Comentário: Analisando cada item:

Item I: falso. Como a mitose não envolve variabilidade genética, nesse processo, a célula-mãe gera duas novas células geneticamente idênticas, de mesmas constantes cromossômicas, ou seja, células diploides originam células diploides e células haploides originam células haploides.

Item II: verdadeiro. A meiose envolve a meiose I, que separa os cromossomos homólogos e produz duas células haploides a partir da célula mãe, e a meiose II, que separa as cromátides irmãs e produz quatro células haploides a partir das duas anteriores; tanto pela segregação independente dos cromossomos homólogos como pelo crossing-over, as células filhas haploides resultantes da meiose, de mesma constante cromossômica entre si, apresentam material genético qualitativamente diferente.

Item III: falso. A mitose se divide em prófase, metáfase, anáfase e telófase. A meiose I se divide em prófase I (que se subdivide em leptóteno, zigóteno, paquíteno, diplóteno e diacinese), metáfase I, anáfase I e telófase I, e a meiose II se divide em prófase II, metáfase II, anáfase II e telófase II.

Item IV: verdadeiro. O crossing-over ou permutação é a troca de segmentos entre cromossomos homólogos, sendo um dos fatores responsáveis pela variabilidade genética na meiose, ocorrendo na prófase I da meiose do paquíteno, passando pelo diplóteno até a diacinese.

Item V: falso. O pareamento dos cromossomos homólogos ocorre previamente à separação dos cromossomos homólogos, estando restrito à meiose I, e consequentemente não ocorrendo em mitose e meiose II.

12.

Resposta: B

Comentário: A meiose ocorre em duas divisões, com a formação de quatro células. A primeira divisão é dita meiose I ou reducional e efetivamente reduz à metade o número de cromossomos nas células formadas, separando os cromossomos homólogos e formando duas células haploides. A segunda divisão é dita meiose II ou equacional e não altera o número de cromossomos nas células, separando apenas as cromátides irmãs e formando quatro células haplóides. A não-disjunção cromossômica é o fenômeno da não separação dos cromossomos na divisão celular, podendo ocorrer na meiose I ou na meiose II, ao nível da anáfase. A síndrome de Down é originada como resultado de processos de não-disjunção cromossômica na divisão celular, nesse caso resultando em indivíduos com uma trissomia no cromossomo 21, sendo seu cariótipo representado por 45AA (21) + XX ou XY, ou, simplesmente, por 47, XX ou XY.

13.

Resposta: D

Comentário: A figura evidencia quiasmas, pontos de contato entre cromossomos homólogos pareados que estão trocando segmentos entre suas cromátides, num fenômeno conhecido como crossing-over ou permutação. Esse fenômeno ocorre na prófase I da meiose e contribui para aumentar a variabilidade genética entre os gametas produzidos e, consequentemente, na descendência de um cruzamento.

14.

Resposta: B

Comentário: O ciclo celular se divide em interfase, quando a célula não está em divisão, e divisão celular, que pode ser mitose, quando origina células idênticas às originais, ou meiose, quando origina células geneticamente distintas das originais. A interfase apresenta três fases, G1, onde ocorre transcrição e tradução, S, onde ocorre replicação do DNA (“1”), e G2, onde ocorre também transcrição e tradução. A meiose apresenta uma meiose I, onde ocorrem eventos como o crossing-over e o pareamento dos cromossomos homólogos, na prófase I, e a separação dos cromossomos homólogos, na anáfase I, reduzindo o número de cromossomos nas células filhas à metade, e uma meiose II, onde ocorre a separação das cromátides irmãs na anáfase II, gerando 4 células filhas haploides e geneticamente distintas entre si. Assim, analisando cada item:

Item A: falso. A prófase, onde ocorre a condensação do DNA em cromossomos visíveis ao microscópio óptico ocorre na prófase da divisão celular, enquanto o evento “1” de replicação do DNA se dá na interfase.

Item B: verdadeiro. A prófase da meiose I se subdivide em leptóteno, zigóteno, paquíteno, diplóteno e diacinese, sendo que no zigóteno ocorre o pareamento dos cromossomos homólogos, no paquíteno se inicia o crossing-over que troca segmentos de cromossomos homólogos, e no diplóteno começa a separação dos cromossomos homólogos, de modo que o crossing-over se torna

(5)

perceptível pelos quiasmas, pontos de contato entre os cromossomos que fazem crossing-over. A separação dos cromossomos homólogos só se tornará completa na anáfase I, quando haverá ruptura dos quiasmas por ação das fibras do fuso acromático.

Item C: falso. Na metáfase da meiose I, ocorre ligação dos cromossomos homólogos pareados às fibras do fuso acromático, dispondo-se na região equatorial da célula, dispondo-se dispondo-seguindo a dispondo-separação desdispondo-ses cromossomos homólogos na anáfadispondo-se I.

Item D: falso. Na anáfase da meiose II, ocorre a separação das cromátides irmãs de cada cromossomos duplo em cromossomos simples, os quais são tracionados para os polos opostos da célula por ação das fibras do fuso acromático.

Item E: falso. Na prófase, tanto de meiose I como de meiose II, ocorre a desorganização da carioteca, a condensação do DNA em cromossomos e o desaparecimento dos nucléolos, e na telófase, tanto de meiose I como de meiose II, ocorre a reorganização da carioteca, a descondensação do DNA em cromossomos e o reaparecimento dos nucléolos.

15.

Resposta: B

Comentário: Como, na figura, não se evidencia carioteca e os cromossomos estão bem condensados e na região central da célula, pode-se concluir que se trata da fase de metáfase da meiose. Pode-se perceber que cada cromossomo está emparelhado com seu par e ligado a ele por pontos de contato denominados quiasmas, que se tratam dos pontos onde está ocorrendo o crossing-over. O pareamento dos cromossomos homólogos e o crossing-over são eventos que não ocorrem na meiose II, concluindo-se que a célula está na metáfase da meiose I.

16.

Resposta: B

Comentário: Chamando de “A” o alelo original e de “a” o alelo mutante, temos que:

S: replicação do DNA

Meiose I

Meiose II

A

a

A A a a c c

Encontramos o alelo mutante “a” em uma das células de (B) e duas das células de (C). 17.

(6)

Comentário: A definição cromossômica do sexo se dá pelos cromossomos sexuais, sendo eles XX nas mulheres e XY nos homens. Na anáfase I da meiose, ocorre a separação dos cromossomos homólogos, de modo que, em mulheres, produzem-se células haploides somente com cromossomo X, e em homens, produzem-se células haploides com cromossomo X ou com cromossomo Y. Como todos os óvulos gerados terão cromossomo X, a definição do sexo dos descendentes se dá pelos espermatozóides, que poderão levar o cromossomo X, gerando indivíduos XX do sexo feminino, ou o cromossomo Y, gerando indivíduos XY do sexo masculino. Assim, pode-se argumentar que oi sexo da criança é definido na gametogênese masculina, quando a anáfase I da meiose define se um certo espermatozoide carregará o cromossomo X ou o cromossomo Y.

18.

Resposta: B

Comentário: A meiose é uma forma de divisão celular que gera células geneticamente diferentes das células iniciais. Ou seja, nela há variabilidade genética, estando, pois, relaciona a mecanismos de reprodução sexuada. A meiose reduz o número de cromossomos nos gametas, permitindo a manutenção do número diplóide de cromossomos na espécie e permite a variabilidade genética, tão importante para a adaptação dos seres vivos ao meio, graças ao crossing-over e à separação dos cromossomos homólogos. A meiose ocorre em duas divisões, com a formação de quatro células. A primeira divisão é dita meiose I ou reducional e efetivamente reduz à metade o número de cromossomos nas células formadas, separando os cromossomos homólogos e formando duas células haplóides. A segunda divisão é dita meiose II ou equacional e não altera o número de cromossomos nas células, separando apenas as cromátides irmãs e formando quatro células haplóides. Cada divisão meiótica se subdivide em prófase, metáfase, anáfase e telófase. A separação dos cromossomos homólogos possibilita a formação de 2n tipos distintos de gametas, sendo n o número de pares de cromossomos na célula. O crossing-over envolve a troca de segmentos entre cromátides homólogas e possibilita a formação de novos tipos de gametas no que diz respeito ao conjunto de genes, além de 2n. Assim, considerando apenas a separação dos cromossomos homólogos, pode-se produzir 223 tipos diferentes de gametas.

19.

Resposta: E

Comentário: Analisando cada situação:

- Se, nas células do tecido II, são observados 4 cromossomos, cada um deles com duas cromátides, está ocorrendo a separação dos cromossomos homólogos na anáfase da meiose I, e a célula apresenta 2n = 4 cromossomos.

- Se, nas células do tecido I, são observados 8 cromossomos, cada um deles com uma única cromátide, 4 deles migrando para um dos pólos da célula e os outros 4 migrando para o pólo oposto, está ocorrendo a separação das cromátides irmãs na anáfase da mitose, uma vez que os 8 cromossomos simples (8 cromátides) são provenientes de 4 cromossomos duplos, sendo a célula 2n = 4. (Se fosse a meiose II, já teria havido uma redução cromossômica, e deveria haver apenas 4 cromossomos simples (4 cromátides) provenientes de 2 cromossomos duplos, sendo a célula n = 2.)

Assim, a célula do tecido I está em mitose, sendo somática, encontrada, por exemplo, em trato digestório, e a célula do tecido II está em meiose, sendo germinativa, encontrada nas gônadas. A espécie em questão tem 2n = 4 cromossomos.

20.

Resposta: C

Comentário: A meiose ocorre em duas divisões, com a formação de quatro células. A primeira divisão é dita meiose I ou reducional e efetivamente reduz à metade o número de cromossomos nas células formadas, separando os cromossomos homólogos e formando duas células haplóides. A segunda divisão é dita meiose II ou equacional e não altera o número de cromossomos nas células, separando apenas as cromátides irmãs e formando quatro células haplóides. Cada divisão meiótica se subdivide em prófase, metáfase, anáfase e telófase. A não-disjunção cromossômica é o fenômeno da não separação dos cromossomos na divisão celular, podendo ocorrer na meiose I ou na meiose II, ao nível da anáfase. A síndrome de Down é originada como resultado de processos de não-disjunção cromossômica na divisão celular, nesse caso resultando em indivíduos com uma trissomia no cromossomo 21, sendo seu cariótipo representado por 45AA (21) + XX ou XY, ou, simplesmente, por 47, XX ou XY. A não-disjunção cromossômica pode-se dar na meiose I ou na meiose II, ao nível da anáfase. Assim:

- A situação I representa a divisão celular normal, sem não-disjunção, onde a meiose I separa os cromossomos homólogos e a meiose II separa as cromátides-irmãs.

- A situação II representa a divisão celular com não-disjunção na meiose I, onde ocorre a não separação dos cromossomos homólogos; se esta ocorrer no par de cromossomos de número 21, pode resultar em síndrome de Down.

- A situação III representa a divisão celular com não-disjunção na meiose II, onde ocorre a não separação das cromátides-irmãs; se esta ocorrer no par de cromossomos de número 21, pode resultar em síndrome de Down.

- A situação IV representa uma situação que não ocorre na realidade, uma vez que a separação de 2 cromátides irmãs na meiose II está resultando em duas cromátides em cada célula filha, quando o correto seria haver apenas uma cromátide em cada célula filha.

21.

Resposta: B

Comentário: O ciclo celular corresponde ao ciclo de vida da célula, se dividindo em interfase, quando a célula não está se dividindo, e divisão celular, que pode ser mitose ou meiose. A meiose envolve duas divisões celulares consecutivas, com duas reduções na quantidade de DNA. Assim:

(7)

- Entre 0 e 1, temos o período G1 da interfase, com os cromossomos simples, cada qual com uma cromátide. A célula apresenta 2n cromossomos simples e uma quantidade 2C de DNA.

- Entre 1 e 2, temos o período S, onde ocorre replicação do DNA, com cada cromossomo simples com uma cromátide passando a cromossomo duplo com duas cromátides irmãs e a quantidade de DNA duplicando.

- Entre 2 e 5, temos G1 da interfase e prófase e metáfase da meiose I, com cada cromossomo duplo com duas cromátides irmãs. A célula apresenta 2n cromossomos duplos e uma quantidade 4C de DNA.

- Entre 5 e 6, temos anáfase da meiose I, com a separação dos cromossomos homólogos e a 1ª redução na quantidade de DNA, uma vez que o número de cromossomos reduz de 2n para n.

- Entre 6 e 10, temos telófase da meiose I e prófase e metáfase da meiose II, com cada cromossomo ainda duplo com duas cromátides irmãs. A célula apresenta n cromossomos duplos e uma quantidade 2C de DNA.

- Entre 10 e 11, temos anáfase da meiose II, com a separação das cromátides irmãs e a 2ª redução na quantidade de DNA, uma vez que os cromossomos de duplos passam a simples.

- Entre 11 e 12, temos telófase da meiose II, com cada cromossomo simples com uma cromátide. A célula apresenta n cromossomos simples e uma quantidade C de DNA.

Pode-se observar que a linha cheia representa a variação no teor de DNA (de 2C para 4C em S, de 4C para 2C na anáfase I e de 2C para C na anáfase II), enquanto que a linha tracejada representa o número de cromossomos (que se reduz de 2n para n na anáfase I). Assim:

Item A: falso. A linha cheia representa a variação na quantidade de DNA na meiose.

Item B: verdadeiro. O crossing-over ou permutação ocorre na prófase da meiose I, entre 2 e 5. Item C: falso. A separação dos cromossomos homólogos ocorre na anáfase 1, entre 5 e 6. Item D: falso. A linha tracejada representa a variação no número de cromossomos na meiose. Item E: falso. A replicação do DNA ocorre na fase S, entre 1 e 2.

22.

Resposta: B

Comentário: A meiose é uma forma de divisão celular que gera células geneticamente diferentes das células iniciais. Ou seja, nela há variabilidade genética, estando, pois, relaciona a mecanismos de reprodução sexuada. A meiose reduz o número de cromossomos nos gametas, permitindo a manutenção do número diplóide de cromossomos na espécie e permite a variabilidade genética, tão importante para a adaptação dos seres vivos ao meio, graças ao crossing-over e à separação dos cromossomos homólogos. A meiose ocorre em duas divisões, com a formação de quatro células. A primeira divisão é dita meiose I ou reducional e efetivamente reduz à metade o número de cromossomos nas células formadas, separando os cromossomos homólogos e formando duas células haplóides. A segunda divisão é dita meiose II ou equacional e não altera o número de cromossomos nas células, separando apenas as cromátides irmãs e formando quatro células haplóides. Cada divisão meiótica se subdivide em prófase, metáfase, anáfase e telófase. A separação dos cromossomos homólogos possibilita a formação de 2n tipos distintos de gametas, sendo n o número de pares de cromossomos na célula. O crossing-over envolve a troca de segmentos entre cromátides homólogas e possibilita a formação de novos tipos de gametas no que diz respeito ao conjunto de genes, além de 2n. Assim, a grande diversidade de indivíduos numa espécie (B) se explica por fatores como mutações e recombinação gênica, sendo que esta última envolve a meiose, cuja variabilidade genética se origina de fenômenos como a separação dos cromossomos homólogos (B) e o crossing-over.

23.

Resposta: E

(8)

A b a B c c

Analisando o esquema abaixo representativo da meiose na célula em questão:

A b a B c c c

Conclui-se que a opção correta é a de letra E. 24.

Resposta: C

Comentário: A meiose ocorre em duas divisões, com a formação de quatro células. A primeira divisão é dita meiose I ou reducional e efetivamente reduz à metade o número de cromossomos nas células formadas, separando os cromossomos homólogos e formando duas células haplóides. A segunda divisão é dita meiose II ou equacional e não altera o número de cromossomos nas células, separando apenas as cromátides irmãs e formando quatro células haplóides. Cada divisão meiótica se subdivide em prófase, metáfase, anáfase e telófase. A não-disjunção cromossômica é o fenômeno da não separação dos cromossomos na divisão celular, podendo ocorrer na meiose I ou na meiose II, ao nível da anáfase. A síndrome de Down é originada como resultado de processos de não-disjunção cromossômica na divisão celular, nesse caso resultando em indivíduos com uma trissomia no cromossomo 21, sendo seu cariótipo representado por 45AA (21) + XX ou XY, ou, simplesmente, por 47, XX ou XY. A não-disjunção cromossômica pode-se dar na meiose I ou na meiose II, ao nível da anáfase. Se a não-disjunção ocorre na meiose de um dos pais, os gametas já apresentarão um número alterado de cromossomos, de modo que o zigoto produzido na fecundação já apresentará a trissomia do cromossomo 21, de modo que todas as células do indivíduo adulto, produzidas a partir de mitose do zigoto, apresentarão essa condição. No caso de mosaicismo, onde apenas parte das células do indivíduo apresentarão a trissomia do cromossomo 21, a não-disjunção tem que ter ocorrido em alguma das mitoses durante o desenvolvimento embrionário, de modo que as células derivadas dessa célula trissômica também apresentarão essa condição, mas as células geradas pela mitose normal serão também normais.

(9)

25.

Resposta: B

Comentário: A meiose é uma forma de divisão celular que gera células geneticamente diferentes das células iniciais. Ou seja, nela há variabilidade genética, estando, pois, relaciona a mecanismos de reprodução sexuada. A meiose reduz o número de cromossomos nos gametas, permitindo a manutenção do número diplóide de cromossomos na espécie e permite a variabilidade genética, tão importante para a adaptação dos seres vivos ao meio, graças ao crossing-over e à separação dos cromossomos homólogos. A meiose ocorre em duas divisões, com a formação de quatro células. A primeira divisão é dita meiose I ou reducional e efetivamente reduz à metade o número de cromossomos nas células formadas, separando os cromossomos homólogos e formando duas células haplóides. A segunda divisão é dita meiose II ou equacional e não altera o número de cromossomos nas células, separando apenas as cromátides irmãs e formando quatro células haplóides. Cada divisão meiótica se subdivide em prófase, metáfase, anáfase e telófase. A separação dos cromossomos homólogos possibilita a formação de 2n tipos distintos de gametas, sendo n o número de pares de cromossomos na célula. O crossing-over envolve a troca de segmentos entre cromátides homólogas e possibilita a formação de novos tipos de gametas no que diz respeito ao conjunto de genes, além de 2n. Assim, considerando apenas a separação dos cromossomos homólogos, pode-se produzir 223 tipos diferentes de gametas. Com o crossing-over, pode-se produzir além de 223 tipos diferentes de gametas, ou seja, o número (w) de gametas possíveis é maior que 223.

26.

Resposta: FVVVV

Comentário: Considerando que a célula em questão apresenta 2n = 4 cromossomos:

- Em A, pode-se observar que os cromossomos homólogos duplicados estão se separando, o que caracteriza a anáfase da meiose I; - Em B, pode-se observar que as cromátides irmãs estão se separando; como são quatro cromossomos filhos (quatro cromátides irmãs), conclui-se que havia 2 cromossomos duplicados, ou seja, n cromossomos, o que indica que houve redução cromossômica, mostrando que se trata da anáfase da meiose II;

- Em C, pode-se observar que as cromátides irmãs estão se separando; como são oito cromossomos filhos (oito cromátides irmãs), conclui-se que havia 4 cromossomos duplicados, ou seja, 2n cromossomos, o que indica que não houve redução cromossômica, mostrando que se trata da anáfase da mitose.

Assim:

1º item: falso. As anáfases em A e B são meióticas, mas a anáfase em C é mitótica. 2º item: verdadeiro. A anáfase esquematizada em A representa a anáfase I da meiose. 3º item: verdadeiro. A anáfase esquematizada em B representa a anáfase II da meiose.

4º item: verdadeiro. A anáfase esquematizada em A apresenta oito moléculas de DNA (8 cromátides distribuídas em 4 cromossomos duplos).

5º item: verdadeiro. A anáfase esquematizada em C corresponde à anáfase da mitose.

27. Resposta:

A) Metáfase; é a fase do ciclo celular onde todos os cromossomos estão com a espiralização máxima.

B) É um caso de determinação XX/XY, sendo o cromossomo X metacêntrico e grande, duplo nas fêmeas e ímpar nos machos, e o cromossomo Y é acrocêntrico e pequeno e só presente nas células masculinas.

C) Nas fêmeas um tipo de cromossomo metacêntrico grande, um metacêntrico pequeno e um submetacêntrico. Nos machos dois tipos de gametas, um deles com a mesma constituição cromossômica dos gametas femininos que após a fecundação originará um zigoto feminino, o outro gameta contará com um cromossomo metacêntrico pequeno, um cromossomo submetacêntrico e um cromossomo acrocêntrico, que ao fecundar um óvulo originará um zigoto masculino.

28. Resposta:

(10)

A) B) M1 Q1 R1 T1 M1 Q1 R2 T2 M2 Q2 R1 T1 M2 Q2 R2 T2 29. Resposta:

A) Falsa, pois a permutação permite que a espécie 1 produza um maior número de tipos de gametas.

B) Verdadeira, pois a reprodução assexuada em 3 gera somente células reprodutivas geneticamente idênticas. 30.

Resposta: A) XY e 0. B) XXY e X0. 31.

(11)

A A A A A A a a a a a a B B B B B B b b b b b b A A A A A A a a a a a a b b b b b b B B B B B B A resposta: A) A A a a B B b b B)

(12)

A A B B C) A A a a B b B b 32. Resposta:

1ª célula: prófase I da meiose (diplóteno) 2ª célula: metáfase (prometáfase) da mitose 33.

Resposta: A) crossing-over. B) meiose.

C) o crossing-over serve para aumentar a variabilidade genética na população pela possibilidade de recombinação gênica produzindo gametas geneticamente diferentes entre si.

34. Resposta:

A) A = anáfase I, pois há separação dos cromossomos homólogos; B = anáfase II, pois há separação das cromátides-irmãs.

B) Não-disjunção dos cromossomos na figura B. Gera aneuploidias (aberrações cromossômicas numéricas) nas células produzidas. C) síndrome de Down, onde há 47 cromossomos.

35.

Resposta: Cada cromossomo, durante a meiose, pode sofrer recombinação pelo fenômeno do crossing-over. Isso equivale ao aparecimento de cromossomos “novos”, em que os genes tenham sido “embaralhados”. Por outro lado, a segregação dos cromossomos homólogos durante a meiose ocorre de forma aleatória, formando novas combinações cromossômicas nos gametas. Relativamente à duplicação do DNA, a afirmação de que “os genes são para sempre” refere-se à duplicação semiconservativa, em que são produzidas duas moléculas idênticas.

36.

Resposta: Meiose. Não poderia ser mitose, uma vez que o número de cromossomos representados é ímpar, e não existem células diploides (2n) com número ímpar de cromossomos. Assim, trata-se da anáfase II da meiose de uma célula com 2n = 6 cromossomos. 37.

Resposta:

A) A não-disjunção pode ocorrer na primeira ou na segunda divisão meiótica. B)

(13)

2. Na segunda divisão meiótica:

Em ambos os casos formam-se gametas com dois cromossomos 21. Após a fecundação, formar-se-á um zigoto com trissomia do cromossomo 21.

38.

Resposta: Analisando a figura: - I são bases nitrogenadas no DNA; - II é a dupla-hélice de DNA;

- III são nucleossomos (DNA associado a octâmeros de histona); - IV é uma cromátide no cromossomo;

- V é o centrômero no cromossomo;

- VI é o telômero (extremidade do cromossomo). Assim:

A) IV é uma cromátide no cromossomo e VI é o telômero.

B) A organização básica da cromatina está na forma de nucleossomas, ou seja, III. No paquíteno da meiose I, os cromossomos estão duplicados e pareados, sendo o par de cromossomos sendo chamado de bivalente, de modo que haverá quatro cromátides (IV) na bivalente.

C) As sequências de DNA que são transcritas, mas não traduzidas, correspondem aos introns (DNA lixo dentro dos genes). 39.

Resposta: Sim, pois o crossing-over pode gerar cromossomos com os genes e M e N e sem esses genes.

40.

Resposta: A não-disjunção foi pós-zigótica, decorrente de uma divisão mitótica anômala. Se a não-disjunção tivesse ocorrido antes da fecundação, o cariótipo anormal seria detectado em todas as células pesquisadas.

Referências

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