Seleção de Mensagens do Bispo Macedo
Compilação de 1995 a 2005
REVISÃO Em andamento
PROJETO GRÁFICOE DIAGRAMAÇÃO Silvania Ferreira IMPRESSÃOE ACABAMENTO Editora Gráfica Universal Ltda.
Estrada Adhemar Bebiano, 3.610 Inhaúma – CEP: 20766-720 Rio de Janeiro – RJ - Tel.: (21) 3296-9300
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Caixa Postal: 264 - Rio de Janeiro – RJ Copyright©2005 - 1a edição / 1a tiragem - Ano 2005
Proibida a reprodução total ou parcial. Os infratores serão processados na forma da lei.
Há batalhas pessoais e intransferíveis ... 16
Carta à Igreja de Esmirna ... 17
A conquista da coroa da vida ... 18
A Igreja de Pérgamo ... 19
Espíritos enganadores ... 20
Ninguém peca ‘sem querer’ ... 21
Um novo nome ... 22
Servir a Deus no altar ... 23
A igreja de Tiatira ... 24
O vento sopra onde quer ... 25
A recompensa dos vencedores ... 26
Freqüentadores e discípulos ... 27
Uma luta de vida ou morte ... 28
O desenvolvimento do Reino de Deus ... 29
A igreja de Sardes ... 30
A mulher “produzida” e a mulher sábia ... 31
Quanto tempo nos resta? ... 32
Os homens de Deus nascem das mulheres de Deus ... 33
A mulher, segundo o coração de Deus: Sexo e espiritualidade ... 34
A mulher, segundo o coração de Deus: Controle a sua língua ... 36
A mulher, segundo o coração de Deus: A força das mulheres de Deus ... 38
A mulher, segundo o coração de Deus: O exemplo de Ana, mãe de Samuel ... 39
A mulher, segundo o coração de Deus: Instrumento nas mãos de Deus ... 40
A mulher, segundo o coração de Deus: Fidelidade e submissão ... 41
A mulher, segundo o coração de Deus: A seriedade do casamento ... 42
A mulher, segundo o coração de Deus: Noemi, um exemplo de sogra ... 43
A mulher, segundo o coração de Senhor: A imagem da igreja do Senhor ... 44
A mulher, segundo o coração de Senhor: A escolha da boa parte ... 45
A mulher, segundo o coração de Senhor: Humildade e fé agradam a Deus ... 46
A mulher, segundo o coração de Senhor: Filhos gerados para a glória de Deus ... 47
A mulher, segundo o coração de Senhor: Profetizar é anunciar a Palavra de Deus ... 48
Profecias, sonhos e visões: A necessidade do encontro com Deus ... 49
Profecias, sonhos e visões: É importante praticar a Palavra de Deus... 50
Profecias, sonhos e visões: O Espírito Santo é o selo de Deus ... 51
Profecias, sonhos e visões: A visão que as pessoas comuns não têm ... 52
Profecias, sonhos e visões: Armaduras de Deus ... 53
Profecias, sonhos e visões: Esperar em Deus com confiança ... 54
Como acontece o milagre ... 55
Nascidos do Espírito e nascidos da carne: O viver pela fé ... 69
Nascidos do Espírito e nascidos da carne: O novo nascimento vem pela fé ... 70
Nascidos do Espírito e nascidos da carne: A necessidade do arrependimento ... 71
Nascidos do Espírito e nascidos da carne: A ilusão da conversão ... 72
Nascidos do Espírito e nascidos da carne: A verdadeira fé ... 73
Dúvida: o principal inimigo da fé ... 74
PASSIVIDADE: o diabo tira férias ... 75
Somos uma família ... 76
Fé: a certeza de mudança de vida... 77
O coração do homem é enganoso ... 78
Servir a Deus, de coração ... 79
Nossa guerra de cada dia: Devemos estar atentos aos ataques do inimigo ... 80
Nossa guerra de cada dia: A certeza de vitória sobre o inimigo ... 81
Nossa guerra de cada dia: Habitantes das regiões celestiais: os inimigos dos cristãos ... 82
Falando ao coração: O nosso sacrifício diário ... 83
Falando ao coração: Fonte de vida e morte ... 84
Falando ao coração: Coração novo: vida nova ... 85
Bênçãos e prosperidade: As promessas de Deus são infalíveis ... 86
Bênçãos e prosperidade: As bênçãos vem pela fé ... 87
Bênçãos e prosperidade: Prosperar é dom de Deus... 88
Bênçãos e prosperidade: Saúde é vida abundante ... 89
O poder das Palavras: A Palavra que produz vida ... 90
O poder das Palavras: A palavra que produz morte ... 91
O poder sobrenatural da fé ... 92
Comunhão com Deus: A Igreja ... 94
A existência do inexistente ... 95
Fé: o segredo da vitória ... 96
Por que as pessoas perdem a fé? ... 97
Fé é muito mais do que acreditar ... 98
A fé vencedora ... 99
O poder sobrenatural da fé: A fé que remove montanhas ... 100
A fé que vence o mundo ... 101
O poder sobrenatural da fé (2) ... 103 A fé atrevida ... 104 A fé e a responsabilidade humana ... 106 A desgraça da graça ... 107 A vida pela fé ... 109 Os 19 anos da IURD ... 110
A edificação do Corpo de Cristo ... 112
Fé e sacrifício ... 113
O lugar do sacrifício ... 115
Agrada-te do Senhor ... 126
Não andeis ansiosos ... 127
A bênção pela fé ... 128
Por um prato de lentilhas! ... 130
A espada do Espírito ... 132
A fé que produz retorno ... 133
A fé que funciona ... 135
Promessa e sacrifício ... 137
O maior sacrifício ... 140
Deus honra os desprezados! ... 141
O segredo da vitória ... 142
O perfume de Cristo ... 144
O Senhor e o Servo ... 145
O caráter de um servo ... 147
As sete cartas de Cristo ... 149
Sociedade com Deus ... 151
O segredo da fé ... 153
Vida com abundância ... 154
Os nascidos da carne e os nascidos do Espírito ... 155
Crescimento espiritual ... 157
Encontro com Jesus ... 158
Tem muita gente enganada... ... 160
O poder da oração ... 161
Grandes conquistas pela fé ... 163
A fonte da vida abundante ... 164
Súplica e livramento ... 165
Toda glória é do Senhor Jesus ... 166
As promessas de Deus são infalíveis ... 168
Ser vencedores depende de nós ... 169
A oferta verdadeira ... 171
A palavra que produz vida ... 173
Batismo com o Espírito Santo ... 175
A origem do fracasso espiritual ... 176
A prova do amor de Deus ... 178
A obra do Espírito Santo ... 180
A autoridade do homem de Deus ... 182
O direito de escolher ... 184
Ao vencedor... ... 186
Pra que cair?!... ... 188
Provai os espíritos ... 190
O cai-cai dos sacerdotes ... 192
O milagre do dízimo ... 219
Segundo o coração de Deus ... 220
A vida depende da fé ... 221
A fé em espírito e em verdade ... 223
Comunhão e obediência, os segredos da vitória ... 225
A obediência firmada no amor ... 227
O caráter de Deus ... 228
A graça enganosa ... 229
A oração de Ana ... 231
Fogueira Santa ... 232
A sabedoria vem do alto ... 234
A palavra que produz o milagre ... 235
Crer é muito mais do que acreditar ... 236
A Razão do Fracasso (1) ... 237
A razão do fracasso (2) ... 238
O anseio de Deus ... 239
O limite de Deus é a vontade humana ... 240
Fonte de convicção ... 241
A plenitude da fé ... 242
Avaliar os objetivos e a fé ... 243
O verdadeiro vencedor ... 244
Inimigos da fé cristã ... 245
Armas para a vitória cristã ... 247
A autoridade dos filhos de Deus ... 248
Coração entregue a Deus ... 249
Aliança com Deus (1) ... 250
A eira de Araúna... 252
Compromisso de vida ... 253
Coração de Deus... 254
A determinação dos vitoriosos ... 255
A origem do mal na Igreja ... 256
Sinceridade na conversão ... 258
Entre o altar e o átrio ... 259
O sacrifício pelas almas ... 261
Os fundamentos da vida no altar ... 263
O coração e seus enganos ... 264
A origem de satanás ... 265
Conhecendo o inimigo ... 266
A hierarquia do inferno ... 267
O Ministério de satanás ... 268
A obra satânica através da palavra ... 270
O poder da palavra ... 271
A existência do principado ... 273
Sim ou não? ... 283
Dominador e dominado ... 285
O dízimo ... 287
Tome posse da herança ... 289
O espinho na carne de Paulo ... 291
Pecado: rebelião contra Deus ... 293
O deserto na vida cristã ... 294
A sinceridade ... 296 O livramento de Israel ... 298 A fé, o sacrifício e o milagre ... 300 A fé, o sacrifício e o milagre (2) ... 302 As línguas estranhas (1) ... 304 As línguas estranhas (2) ... 306 A Oração ... 308 O dom da fé (1) ... 310 O dom da fé (2) ... 312 Pedir pela fé ... 313 A definição da fé ... 315 Os dois tipos de fé (1) ... 316
O Espírito Santo e a fé sobrenatural (1) ... 318
O Espírito Santo e a fé sobrenatural (2) ... 320
Como desenvolver a fé sobrenatural ... 321
A estratégia do diabo para minar a fé do cristão ... 323
A fé em ação garante a vitória ... 325
As sementes de Deus e a Diabo ... 326
O Espírito Santo e a fé ... 327
O poder da fé sobrenatural ... 329
O tamanho da fé sobrenatural ... 331
O mundo da fé ... 333
A revolta que motiva a fé ... 335
A coragem e a covardia ... 336
A razão da fé ... 338
A fé e o sacrifício ... 339
O exercício da fé produz as bençãos permanentes ... 341
Aliança de Deus com Israel ... 343
Livres, pela fé ... 345
A fé que transforma ... 347
O grande dia da aliança ... 349
A ação do Espírito de Deus ... 351
A fé e a emoção ... 352
A emoção da fé ... 353
Próximo século: o verão profético ... 376
Próximo século: o arrebatamento ... 377
Próximo século: o engano ... 378
A guerra! ... 379
Homem interior x homem exterior ... 380
O inimigo do homem ... 381 Como funciona a fé ... 382 O equilíbrio ... 383 Fé inteligente ... 384 A fé-benefício ... 385 Quem é o culpado? ... 386 Sinceridade ... 387 Causa e efeito ... 388 Conquistando as promessas ... 389 O sacrifício da fé ... 390
Sacrifício: o segredo das conquistas ... 391
O Reino de Deus ... 392 Conquistar e estabelecer ... 393 As bênçãos ou o Abençoador ... 394 Do limão à limonada ... 395 A oferta e o ofertante ... 396 Os olhos ... 397
Viver em espírito é viver pela fé ... 398
Salvação e regeneração ... 399
Do rei Ezequias para nós ... 400
Os aliados do diabo ... 401
O Filho de Deus e o de Maria ... 402
As leis da fé (parte 1) ... 403
As Leis da fé (parte 2) ... 404
A fé e a razão ... 405
Como viver pela fé ... 406
A fé sacrificial ... 408
Como nasce um filho de Deus ... 410
O inferno não é o pior ... 411
Nos passos do Senhor Jesus ... 413
A glória do homem ... 414 O rico e Lázaro ... 415 Paz e Amor ... 417 A consciência ... 419 O pecado de Davi ... 420 A influência e a fraqueza ... 422 O chuchu e o jiló ... 423 Receita de casamento ... 424 O grão de trigo ... 426
Os filhos... 433
O joio e o trigo ... 435
Os fariseus ... 437
O tesouro dentro do nosso coração ... 439
Nascer de novo ... 441
Arrependimento x remorso ... 443
O mentiroso ... 445
O real sentido da oferta ... 447
Meu encontro ... 449 A visão de Deus ... 451 Pães asmos ... 452 O pecado de Acã ... 454 O livre-arbítrio ... 455 Autoridade no Espírito ... 457
Autoridade no Espírito (parte II) ... 459
Autoridade no Espírito (parte III) ... 461
Os nascidos da carne e a salvação ... 462
O ódio do mundo ... 464
O Sol, a Lua e a Terra ... 465
Os salvos e os filhos ... 466
Crentes endemoninhados ... 468
O Conhecimento de Jó ... 470
Filhos do Espírito ... 471
Os pecados dos olhos ... 472
Como vencer tentações ... 473
A escolha de Abraão ... 474
As duas naturezas ... 475
Abraão faz aliança com Deus ... 477
Deus faz aliança com Abraão ... 479
Deus faz aliança com Abraão (2) ... 481
As promessas de Deus a Abrão ... 483
As promessas de Deus a Abraão (continuação) ... 484
A fé qualitativa ... 485
Onde estou? ... 486
Pescando no aquário ... 488
A intimidade do casal ... 489
Sede de justiça ... 491
A Justiça de Deus (Parte 1) ... 493
A justiça de Deus (parte 2) ... 495
A injustiça contra o povo de Deus ... 496
A visão dos nascidos de Deus (parte 1) ... 497
O nascido do Espírito ... 526
Mantenha a chama acesa! ... 527
Sinceridade (2) ... 528
A glória do homem ... 529
O caráter ... 530
Sentimento e fé (parte I) ... 532
Sentimento e fé (parte II) ... 534
Coração sobrenatural e coração natural ... 536
A sinceridade do coração... 537
Fé da mente x fé do coração (Parte I) ... 538
Fé da mente x fé do coração (Parte II) ... 539
Elias e os profetas de Baal (Parte I) ... 541
Elias e os profetas de Baal (final) ... 543
A diferença ... 545
A fé x sentimentos ... 546
Sê tu uma bênção ... 548
As profecias (Parte I) ... 550
As profecias (Final) ... 552
O Egito, o deserto e Canaã ... 554
A herança de Jacó ... 555
Fé qualitativa ... 557
Verdadeiros Adoradores (Parte 3) ... 558
Verdadeiros Adoradores (Final) ... 560
O Espírito Santo e a fé ... 561
O novo nascimento (Parte 1) ... 562
O novo nascimento (Final) ... 563
Crente fracassado ... 564
As decepções da fé ... 566
O livramento de Deus (parte 1) ... 568
Período dos Juízes a Gideão (Parte II) ... 570
Período dos Juízes a Gideão (Parte lII) ... 572
O livramento de Deus (IV) ... 574
Gideão: o sinal ... 576
A oferta e o fogo... 578
Trombetas, cântaros e fogo ... 580
Conversão e novo nascimento ... 582
A boa consciência ... 584
Sorte ou azar? ... 586
Os nascidos de Deus ... 588
A paixão pelas almas ... 590
Verdadeiros adoradores (parte 1)... 592
Verdadeiros adoradores (Parte 2) ... 594
O ministério do ungido ... 596
A videira e o fruto ... 607 Viver pela fé 2 ... 608 A revolta ... 609 A revolta de Moisés ... 611 O fogo de Deus! ... 613 A diferença (2) ... 615 O sacrifício perfeito ... 617 A fé com qualidade ... 619 A perfeita justiça ... 620 A Justiça de Deus ... 622 Obediência às leis ... 624
Qual é a sua classe? ... 626
A ação do Espírito Santo ... 628
Sociedade com Deus ... 630
A razão e a emoção ... 632
A lâmpada do corpo ... 634
A autoridade dos filhos de Deus ... 635
O ministério do ungido ... 636
A chamada de Abraão ... 638
Sai da tua terra ... 640
Uma grande nação ... 642
O nome de Abraão ... 644 A bênção ... 646 A fé de Abraão ... 648 A entrega ... 650 As riquezas de Abraão ... 652 A revolta de Abraão ... 654 A fé e a dúvida ... 656 Novo coração ... 657 A grande decisão ... 659 O caráter divino ... 661 Valores invertidos ... 663 Ter caráter ... 665
Não basta ter fé ... 667
Viver retamente ... 669 A Grande Disputa ... 671 Perseguições e vitórias ... 673 Querer é poder ... 675 A revelação do Pai ... 677 O bom conselho ... 678 Você decide ... 680 Fidelidade a Deus ... 682
O caminho perfeito ... 699
Verdadeira consideração ... 700
O que faz a diferença ... 701
Compromisso com Deus ... 702
Os perigos do poder ... 703
O valor da reflexão ... 704
A fé inteligente ... 705
Riquezas ilícitas ... 706
A diferença entre a sorte e a fé ... 707
O poder da língua ... 708
O fraco e o forte ... 709
Defina o seu alvo ... 710
O poder do sacrifício ... 711
A sábia atitude ... 712
A verdadeira esperança ... 713
Quem planta colhe ... 714
Como vencer o medo? ... 715
A revolta ... 716
Decidir para vencer ... 717
O Milagre do Milagre ... 718 Fogo consumidor ... 719 A fé de Gideão ... 720 A decisão é sua ... 721 O espírito do engano ... 722 Dias difíceis ... 723 Casamento e aliança ... 724 Verdadeiros sacerdotes ... 725 A fé com qualidade II ... 726 A decisão é sua ... 727 O espírito do engano ... 728 O Braseiro ... 729 Perseverança e confiança ... 730 Maturidade na fé ... 731 A construção inabalável ... 732 Os dois caminhos ... 733
A fé que faz conquistar ... 734
A vida eterna ... 735
A Fé e a Vida Abundante ... 736
A natureza humana e a divina ... 737
Direito Às bênções ... 738
O respeito a Deus ... 739
Verdadeiros adoradores ... 740
A fé consciente ... 741
Alma e espírito, coração e mente ... 747
Fé e sacrifício II ... 748
As tribulações e as perseguições ... 749
O futuro a Deus pertence ... 750
A razão das atitudes ... 751
Onde você passará a eternidade? ... 752
A prudência ... 753
Teologia em “xeque” ... 754
Chamando a atenção de Deus ... 755
Prova com Deus ... 756
A Imagem de Deus ... 757
A Bíblia: sabedoria que nos mostra a salvação ... 758
A sutileza do enganador ... 759
As Leis fixas de Deus ... 760
A debilidade humana ... 761 Cuidados com a fé ... 762 A Pequena Tribulação ... 763 O Arrebatamento ... 764 A Grande Tribulação ... 765 O Juízo Final ... 766 A Segunda Morte ... 767
Deus age a fé em Israel ... 768
Sonhos do Coração ... 769
Atitudes de fé trazem vitórias ... 770
“Eu Sou Contigo, Não Temas” ... 771
A Lei do Milagre ... 772
O Bem Mais Precioso – A Fé ... 773
A diferença entre a sorte e a fé ... 774
“Tens, contudo, a teu favor, que odeias as obras dos nicolaítas, as quais eu também odeio” (Apocalipse 2.6).
Há uma corrente que acredita que os nicolaítas eram uma seita que defendia a licenciosidade como maneira própria de vida. Alguns eruditos têm a palavra ‘nicolaíta’ como forma grega da palavra hebraica ‘Balaão’, relacionando, assim, os tais com os que sustentavam a ‘doutrina de Balaão’, isto é, que ensinavam a comer coisas sacrificadas aos ídolos e a praticar a prostituição (Apocalipse 2.14).
“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. Ao vencedor dar-lhe-ei que se ali-mente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus” (Apocalipse 2.7).
Algumas vezes, durante o Seu ministério terreno, o Senhor Jesus usou a expressão “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça...”, e no término desta carta, Ele a usa novamente, provavelmente querendo dar o mesmo sentido que das vezes anteriores. A maioria das vezes, no final das pará-bolas, as quais se referiam à vida eterna. E o sentido é que nem todos têm tido ouvidos para ouvir a voz de Deus. O espírito daquela geração, que o Senhor encontrou aqui na Terra, é o mesmo de hoje em dia: quase todos estão muito ocupados e preocupados em salvarem suas próprias vidas, tentando ganhar, cada vez mais, dinheiro para satisfazer seus caprichos pessoais, de maneira que o Espírito Santo quase não tem encontrado resposta à Sua fala. Quanto a isso, o Senhor Jesus disse: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. Porquanto, quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa, acha-la-á. Pois, que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Mateus 16:24-26). Quem tem tido ouvidos para ouvir essas palavras e colocá-las em prática?
Em todos os desfechos das cartas, sempre encontramos uma promessa para aquele que for vencedor, significando que há uma verdadeira batalha que cada um de nós tem que enfrentar, a fim de conquistar o Reino de Deus. O fato é que as batalhas pela vida eterna são individuais! Cada um tem que lutar suas próprias lutas e, assim, conquistar sua própria salvação. Podemos ajudar uns aos outros com orações, jejuns, encorajamento com palavras de fé, etc. Entretanto, há batalhas pessoais e intransferíveis, que cada um tem que enfrentar por si mesmo. É como comer e beber: ninguém pode fazer pelo outro! Assim também é a batalha pela vida eterna. Aliás, o Senhor Jesus disse: “Desde os dias de João Batista, até agora, o reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele” (Mateus 11:12). Tem que haver um esforço de cada um, para haver também uma conquista. A árvore da vida, que foi perdida no Éden, será restaurada, apenas para aqueles que venceram o pecado pelo sangue, pela Palavra, pelo Espíri-to e pelo Nome do Senhor Jesus, isEspíri-to é, os vencedores! “QuanEspíri-to, porém, aos covarde, aos incré-dulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte” (Apocalipse 21:8).
Na próxima semana, continuaremos com o estudo do Apocalipse. Que Deus os abençoe, abun-dantemente.
C
ARTA ÀI
GREJA DEE
SMIRNA“Ao anjo da igreja primeiro e o último, que esteve morto e tornou a viver; Conheço a tua tribulação, a tua pobreza, mas tu és rico, e a blasfêmia dos que a si mesmos se declaram judeus, e não são, sendo antes sinagoga de Satanás. Não temas as cousas que tens de sofrer. Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. O vencedor, de nenhum modo sofrerá dano da segunda morte” (Apocalipse 2:8-11).
A igreja de Esmirna é caracterizada por tribulação, pobreza e blasfêmia por parte daqueles que se diziam judeus, mas na verdade faziam parte da sinagoga de Satanás.
Se os anjos das sete igrejas eram realmente homens imbuídos de autoridade espiritual, como muitos têm acreditado ser, então o anjo da igreja de Esmirna era um bispo designado pelo após-tolo João, cujo nome era Policarpo. Ele foi preso na perseguição movida pelo imperador e levado à presença do governador. Ofereceram-lhe a liberdade, se amaldiçoasse ao Senhor Jesus. Ele porém respondeu: “Oitenta e seis anos faz que sirvo a Cristo, e Ele só me tem feito bem. Como poderia eu, agora, amaldiçoá-Lo, sendo Ele o meu Salvador?” Como resultado, foi queimado vivo. Interessante é que esta mesma história se repetiu, várias vezes, através dos séculos, não mais por parte de imperadores, mas por parte da Igreja Católica, pois todas as vezes que o cris-tianismo protestante avançava na Europa, surgia logo um plano diabólico dos jesuítas para ten-tar impedi-lo pela força, violência e crueldade. Foi assim que se deu a Inquisição na Espanha, nos séculos XVI e XVII, o massacre da noite de “São Bartolomeu”, na França, em 1572, na Boê-mia, em 1600, na Áustria, na Hungria, Polônia, Inglaterra, etc. A História registra que durante todas as perseguições católicas dos dominicanos e em seguida da inteligência jesuíta, cerca de 68 milhões de cristãos foram martirizados no fogo. Dez vezes mais do que os judeus na Segunda Guerra Mundial! Todos esses cristãos poderiam ter salvos suas peles se tão somente negassem a fé no Senhor Jesus Cristo e se submetessem à autoridade do Papa.
Os sofrimentos podem mostrar o grau de espiritualidade reinante na igreja de Esmirna ou nas igrejas que, como ela, ao longo da História, vêm gemendo com implacáveis perseguições, tanto políticas quanto religiosas. Por isso, na carta a ela endereçada, o Senhor Jesus mostra conheci-mento da sua tribulação.
Muitas vezes também somos levados a circunstâncias tão difíceis, que chegamos a pensar que o nosso Senhor nos abandonou. Por outro lado, também sabemos que nada neste mundo passa despercebido diante dos Seus olhos. A pergunta então é: Por que Deus permite que passemos por tantas tribulações, tantas dificuldades, tantos sofrimentos? Por que Ele não passa o cálice de sofrimento e dor de cada um de nós?
O próprio Espírito Santo responde através do apóstolo Paulo, dizendo: “...também nos
glorie-mos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiên-cia; e a experiência, esperança” (Romanos 5:3-4). É óbvio que Deus permite que todos que
realmen-te são dEle passem por dificuldades para seu próprio benefício! Do contrário, Ele jamais o per-mitiria! Na mesma carta aos cristãos romanos, o apóstolo diz: “Sabemos que todas as cousas
coope-“Conheço a sua tribulação, a tua pobreza, mas tu és rico, e a blasfêmia dos que a si mesmos se declaram judeus, e não são, sendo antes sinagoga de Satanás. Não temas as cousas que tens de sofrer. Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. O vencedor, de nenhum modo sofrerá dano da segunda morte” (Apocalipse 2.9-11).
A igreja de Éfeso, naturalmente, não tinha passado pelas mesmas tribulações que a igreja de Esmirna. Pelo contrário, ela se tornara importante, influente, e uma das mais famosas do mun-do. No entanto, mereceu repreensão do Senhor por ter abandonado o seu primeiro amor. Já a igreja de Esmirna era atribulada, pobre, e ainda teria de sofrer, pois alguns membros seriam presos e colocados à prova, culminando numa tribulação de dez dias. Para com ela não houve nenhuma censura da parte do Senhor Jesus. Se a igreja de Éfeso tivesse sofrido as tribulações que Esmirna sofreu, certamente não teria abandonado o seu primeiro amor. Talvez seja essa a princi-pal razão por que Paulo disse: “... mas também nos gloriemos nas próprias tribulações...
“Quanto aos dez dias de tribulação, podem significar tanto um curto prazo ou um período limitado de tempo. A tribulação referida pode ter sido a perseguição implacável do imperador romano Domiciano, que aconteceu num período breve de tempo. Foi, porém, extremamente cruel.
“...Sê fiel até à mote, e dar-te-ei a coroa da vida. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. O vencedor, de nenhum modo sofrerá dano da segunda morte” (Apocalipse 2.10-11).
A fidelidade faz parte do caráter daqueles que nasceram de novo e, por isso mesmo, eles são moradas do Espírito de Deus. É nas tribulações que a fidelidade fica transparente, pois é muito fácil ser fiel quando as coisas vão bem. O Senhor Jesus tinha motivos para considerar essa igreja fiel, e até estimulá-la a continuar assim até a morte, uma vez que as provações por que ela tinha passado testificavam a seu respeito.
Entretanto, não é suficiente ser fiel apenas durante um tempo, ou a maior parte dele, mas durante todo tempo até a morte! Este é o requisito para a vitória total e a conquista da coroa da vida.
A I
GREJA DEP
ÉRGAMO“Ao anjo da igreja em Pérgamo escreve: Estas cousas diz aquele que tem a espada afiada de dois gumes: Conheço o lugar em que habitas, onde está o trono de Satanás, e que conservas o meu nome, e não negaste a minha fé, ainda nos dias de Antipas, minha testemunha, meu fiel, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita. Tenho, todavia, contra ti algumas cousas, pois que tens aí os que sustentam a doutrina de Balaão, o qual ensinava a Balaque a armar ciladas diante dos filhos de Israel para comerem cousas sacrificadas aos ídolos e praticarem a prostituição. Outrossim, também tu tens os que da mesma forma sustentam a doutrina dos nicolaítas. Portan-to, arrepende-te; e se não, venho sem demora, e contra eles pelejarei com a espada da minha boca. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. Ao vencedor, dar-lhe-ei do maná escondido, bem como lhe darei uma pedrinha branca e sobre essa pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe” (Apocalipse 2:12-17).
Características da igreja de Pérgamo:
1) Habitava no lugar onde estava o trono de Satanás. 2) Conservava o Nome do Senhor Jesus.
3) Não negava a fé no Senhor Jesus, mesmo nos piores dias.
4) Permitia que houvesse no seu meio aqueles que sustentavam a doutrina de Balaão. 5) Permitia também a existência no seu meio daqueles que sustentavam a doutrina dos nicolaítas.
Pérgamo era uma cidade grande e antiga, capital política da Ásia. Centro literário e sede notável de cultura helênica. Era famosa por sua biblioteca, a mais importante depois da de Alexandria. O pergaminho, suporte para escrita, muito superior ao papiro egípcio, foi inventado lá. Tomou o nome da cidade, depois que o rei do Egito, com ciúmes do renome literário de Pérgamo, proibiu a exportação de papiro para a cidade.
A igreja de Pérgamo tinha as suas qualidades, como tinha a igreja de Éfeso. Mas, mesmo assim, seus pecados encobriram essas qualidades, ao ponto de ter sido repreendida pelo Senhor Jesus.
Pérgamo era a sede do culto ao imperador. Era obrigatório oferecer incenso diante de sua estátua, como se fosse Deus. Os cristãos dessa igreja, que se recusavam a essa prática, eram considerados traidores e, consequentemente, eram executados. A cidade era marcada pela idola-tria, pelo paganismo e pela perversidade. Havia nela um grande altar a Júpiter, e também um famoso templo de Esculápio, o “deus” da cura, adorado sob forma de serpente, símbolo de Satanás, ao qual acorria gente de todas as partes do império. Esses fatos podem configurar o trono de Satanás.
A referência que o Senhor Jesus faz aos dias de Antipas, Sua testemunha e Seu servo fiel, significa dias de profundo pranto por aqueles que sustentavam a fé cristã e que, por isso mesmo, foram martirizados no fogo, ou lançado às feras. Conta-se que Antipas, um dos principais
pasto-A figura de Balaão aparece na história do povo de Israel quando este atravessava o deserto, vindo do Egito, em direção à terra prometida. O povo de Israel se acampou nas Campinas de Moabe, além do Jordão, na altura de Jericó. Balaque, rei dos moabitas, teve medo do povo de Deus e pediu que Balaão viesse ter com ele, para amaldiçoar Israel, troco de ouro e prata. Mas Balaão, por ordem de Deus, foi obrigado a abençoar a Israel, e o fez por três vezes consecutivas. Provavelmente, para não perder a oportunidade de ganhar de Balaque algum ouro, Balaão o aconselhou sobre como deveria fazer para destruir o povo de Israel: enviar suas mulheres para o meio dos filhos de Israel e, através delas, perverter o coração deles contra Deus e, assim, enfraquecê-los. Porque Balaão sabia que, uma vez o povo estando em pecado, a sua fé daria lugar às dúvidas e, então, enfraquecido espiritualmente, o povo seria facilmente derrotado dian-te dos seus inimigos.
A crítica ao anjo da igreja de Pérgamo se deve ao fato de que lá havia alguns mestres que sustentavam a doutrina de Balaão, ou seja, aconselhavam os cristãos a comerem coisas sacrificadas aos ídolos e a praticarem a prostituição, ou os mesmos vícios sexuais do culto pagão. Natural-mente isso agradava àqueles que faziam parte do corpo de membros da igreja, mas não do corpo do Senhor Jesus Cristo. Eram o joio no meio do trigo, mensageiros de Satanás, convencidos até a alma, porém nunca convertidos ao Senhor. São mais perigosos que aqueles que publicamente se manifestam como inimigos da cruz do Senhor. Muitos deles são tolerados, e até mesmo honra-dos em muitas denominações, só porque participam nas ofertas com quantias generosas. Des-graçadamente são estes os que têm amarrado a obra do Senhor neste mundo e que, além de não entrarem no Reino de Deus, procuram barrar aqueles que querem entrar. O profeta Asafe orou: “Ó Deus, as nações invadiram a tua herança, profanaram o teu santo templo, reduziram Jerusa-lém a um montão de ruínas” (Salmos 79:1).
Estas noções podem simbolizar os espíritos imundos e enganadores, que têm usado alguns mestres de dentro das igrejas, para procurar contaminar toda a congregação com toda sorte de doutrinas falsas. Por isso, é muito importante que todo e qualquer cristão confira com a Bíblia todos os ensinamentos recebidos, de quem quer que seja, pois a única forma de nos manter imunes aos enganos doutrinários, inspirados pelos espíritos enganadores, é estar sempre atualizados com a Palavra de Deus.
Quase todos os países do mundo têm estimulado a prática de comer coisas sacrificadas aos ídolos. Os nomes e as figuras dos “santos” variam, mas a prática é a mesma. A obediência é ao mesmo diabo, e a desobediência é ao Único Deus Vivo e Verdadeiro. No Brasil, por exemplo, temos várias festas católicas que estimulam este hábito. No dia 27 de setembro é comemorado “Cosme, Damião e Doum”. Nesse dia, é costume dos católicos se mesclarem com os adeptos de outras religiões, inclusive da umbanda, quimbanda e candomblé e, juntos, oferecerem bolos, doces e balas para todas as crianças da vizinhança, em homenagem àqueles “santos” da Igreja Católica. Não obstante à morte de milhares de crianças, devido a atropelamentos e acidentes, além de muitas ‘doenças inexplicáveis’ acometerem tanta gente neste dia, especialmente crian-ças inocentes, essa prática permanece inalterável e nenhuma autoridade toma qualquer provi-dência. Nem a própria Igreja Católica e, muito menos, o Estado. Também no mês de junho temos as festas católicas juninas, quando são homenageados “São Pedro”, “Santo Antônio” e “São João”. Da mesma forma como nos dias desses também são oferecidas comidas, só que abrangem tam-bém os adultos.
Na próxima semana, daremos continuidade ao estudo do Apocalipse. Que Deus os abençoe, abundantemente.
N
INGUÉM PECA‘
SEM QUERER’
O senhor Jesus deixou bem claro que “Quem é de Deus ouve as palavras de Deus; por isso não me dais ouvidos, porque não sois de Deus” (João 8: 47). Significa dizer que aqueles que comem coisas sacrificadas aos ídolos não pertencem a Deus, porque simplesmente desobedecem à Pala-vra de Deus! O diabo, naturalmente, tem se deleitado com essas práticas, pois elas são totalmen-te contra Deus. Aqueles que assim agem, estão de pleno acordo com o diabo, e procuram satisfa-zer-lhes os desejos.
Aqueles que insistem em comer coisas sacrificadas aos ídolos estão sujeitos à condenação eterna, tanto quanto aqueles que praticam a prostituição, o roubo, o assassinato, a mentira, etc, pois estão desobedecendo à Palavra de Deus e obedecendo à palavra de Balaão.
É interessante observar que o ensino de Balaão basicamente restringia a duas práticas: comer coisas sacrificadas aos ídolos e praticar a prostituição.
Tanto uma prática como a outra são profundamente atraídas pelos olhos, ou seja, exatamente como a fruta proibida do Jardim do Éden. O diabo mantém o mesmo método, para fazer as pessoas caírem nas suas garras, além de serem destituídas da graça de Deus.
Entretanto, a tentação jamais é acima das nossas condições de poder resistir, porque está escri-to: “...mas Deus é fiel, e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar” (I Coríntios 10:13). Ninguém pode dar desculpas que caiu em tentação ‘sem querer’. “Portanto, arrepende-te; e se não, venho a ti sem demora, e contra eles pelejarei com a espada da minha boca”. (Apocalipse 2:16).
Na próxima edição, daremos continuidade ao estudo do Apocalipse. Que Deus os abençoe, abundantemente.
O Senhor Jesus ordena ao anjo da igreja de Pérgamo que se arrependa, porque senão Ele vem diretamente ao anjo, sem demora. Mas é contra “eles” que o Senhor promete pelejar pessoalmen-te, com a espada da Sua boca. Esse ‘eles’ pode significar aqueles que não somente sustentam, mas como praticam, as doutrinas de Balaão e dos nicolaítas. Para esses, somente a ‘espada da boca de Deus’, ou a Sua Palavra, é capaz de destruir toda e qualquer doutrina satânica.
“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. Ao vencedor, dar-lhe-ei do maná escondido, bem como lhe darei uma pedrinha branca e sobre essa pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe” (Apocalipse 2.17).
Mais uma promessa para os vencedores: o maná escondido. O Senhor Jesus ensinou aos Seus discípulos que “Este é o pão que desce do céu, para que todo o que dele comer não pereça. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo, é a minha carne (...). Este é o pão que desceu do céu, em nada seme-lhante àquele que os vossos pais comeram, e contudo morreram: quem comer este pão viverá eternamente” (João 6.50-58). Daí, o maná escondido ser o próprio Senhor Jesus Cristo!
A pedrinha branca, na Antigüidade, foi empregada de muitas formas e com muitos simbolis-mos. Por exemplo: Quando um júri entregava ao réu uma pedrinha branca, significava a sua absolvição. É muito provável que seja essa a interpretação mais aproximada do sentido da pedri-nha branca. Já um novo nome, nós encontramos no caso de Abrão, que foi mudado para Abraão; Sarai, para Sara; Jacó, para Israel. Todos dando sentido de grandeza pela bênção recebida de Deus. Consequentemente, isto pode dar uma visão mais clara para se interpretar a pedrinha branca com um novo nome. É possível que ainda não se tenha conseguido um significado exato da pedrinha branca com um novo nome porém, sabemos que aqueles que permanecerem fiéis até a morte, herdarão a vida eterna. Ressuscitarão dentre os mortos com um novo corpo glorifi-cado, tal qual o Senhor Jesus Cristo. Na próxima semana, continuaremos com o estudo do Apocalipse.
S
ERVIR AD
EUS NO ALTARA vida no átrio não significa necessariamente uma vida de facilidades. Existem os desafios, as provas e as próprias batalhas que têm que ser enfrentadas e vencidas. Contudo, isso não é nada em comparação com aqueles que têm a vida no altar.
Servir a Deus no altar significa renunciar totalmente a sua própria vida, pois o altar é lugar de sacrifícios, lugar de perda de vida ou lugar de morte. A vida no altar significa uma vida de lutas constantes, dissabores, incompreensões, decepções e lágrimas por aqueles que nem ao menos conhecemos. Se no átrio o cristão tem batalhas difíceis, imaginem no altar, como homem de Deus, onde as batalhas são constantes! É um estado de guerra constante com satanás e todo o seu reino. O melhor exemplo disso foi o próprio Senhor Jesus, que mesmo sendo Filho do Deus Vivo, muitas vezes tinha que Se isolar de tudo e de todos, para Se entregar a incessantes súplicas. E por quê? Se o Filho de Deus precisava viver em consagração constante, imaginem aqueles que O servem! Aquele que se dispõe a servir a Deus no altar, jamais pode pensar em si mesmo, no seu futuro, ou mesmo no futuro de sua família.
Ele é como um soldado que vai para a guerra. Lá, na frente da luta, tem obrigação de se manter vigilante todo o tempo pois, do contrário, sua vida e de seus companheiros estará em risco. Não tem férias, folga ou lazer, porque o inimigo também não tem. O país conta com ele e espera que lute com todas as suas forças para trazer a vitória. Assim é a vida do homem de Deus no altar. Aquele que deu a Sua vida por ele, que sofreu para que pudesse ter a vida eterna, o arregimentou e, agora, está com ele para conquistar outras pessoas. Na próxima semana, conti-nuaremos com este estudo.
“Ao anjo da igreja em Tiatira escreve: Estas cousas diz o Filho de Deus, que tem olhos como chama de fogo, e os pés semelhantes ao bronze polido: Conheço as tuas obras, o teu amor, a tua fé, o teu serviço, a tua perseverança e as tuas últimas obras, mais numerosas do que as primeiras. Tenho, porém, contra ti o tolerares que essa mulher, Jezabel, que a si mesma se declara profetisa, não ainda seduza os meus servos a praticarem a prostituição e a comerem cousas sacrificadas aos ídolos. Dei-lhe tempo para que se arrepen-desse; ela, todavia, não quer arrepender-se da sua prostituição. Eis que a prosto de cama, bem como em grande tribulação os que com ela adulteram, caso não se arrependam das obras que ela incita. Matarei os seus filhos, e todas as igrejas conhecerão que eu sou aquele que sonda mente e corações, e vos darei a cada um, segundo as vossas obras. Digo, todavia, a vós outros, os demais de Tiatira, a tantos quantos não têm essa doutrina e que não conheceram, como eles dizem, as cousas profundas de Satanás: Outra carga não jogarei sobre vós; tão somente conservai o que tendes, até que eu venha”
(Apocalipse 2.18-25) A igreja em Tiatira é caracterizada por: obras, amor, fé, serviço, perseverança, últimas obras mais mais numerosas do que as primeiras, e a tolerância para com Jezabel.
Essa igreja tinha todas as qualidades para ser, no mínimo, como a igreja de Esmirna: tinha obras, amor, fé e, além disso, perseverança. Infelizmente tinha também tolerância para com Jezabel, a mulher que, intitulando-se profetisa, não somente ensinava, como também seduzia cristãos a praticarem a prostituição e comerem coisas sacrificadas aos ídolos. Exatamente o mesmo que a igreja de Pérgamo praticava. Por isso mesmo, essa igreja tornava-se repreensível.
Acredita-se que Jezabel era uma devota de Diana ou Artemis, seu outro nome, e que, possuin-do beleza e o possuin-dom da liderança, seguida de gente influente na cidade, e que, atraída à causa crescente do cristianismo, juntara-se à igreja, mas insistia no privilégio de ensinar e praticar prazeres licenciosos, alegando que a sua doutrina era inspirada. Esse, aliás, é o meio infame que o diabo tem usado para tentar destruir a igreja do Senhor Jesus. Sempre que ela começa a se desenvolver e glorificar o Senhor com almas redimidas, o diabo contra-ataca, enviando pessoas dele, para criarem divisões, intrigas, doutrinas falsas, adultérios, roubos, mentiras, enfim, toda a sorte de sujeira do seu reino para dentro da igreja, para tentar desmoralizá-la perante a opinião pública. Quando tudo isso não alcança o seu objetivo, ele providencia a perseguição por parte das próprias autoridades.
Chamou-se Jezabel porque, tal e qual a esposa do rei Acabe, que introduzira a abominação do culto de Astarte em Israel, estava introduzindo as mesmas práticas pecaminosas na Igreja Cristã.
“Dei-lhe tempo para que se arrependesse; ela todavia, não quer arrepender-se da sua prostituição. Eis que a prostro de cama, bem como em grande tribulação os que com ela adulteram, caso não se arrependam das obras que ela incita. Matarei os seus filhos, e todas as igrejas conhecerão que eu sou aquele que sonda mente e corações, e vos darei a cada um, segundo as vossas obras”
O
VENTO SOPRA ONDE QUERAquele que serve a Deus no altar não tem direito a nada, pois sua vida não lhe pertence. Vive para servir a Deus. Sua família é a família de Deus. Seus filhos são os filhos de Deus. Sua preocu-pação é sempre com o povo de Deus. Tem obrigação de levar o povo de Deus à prosperidade, mas ele mesmo vive daquilo que o Senhor lhe der. O Senhor Jesus o define assim: “O vento sopra
onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo o que é nascido do Espírito” (João 3.8).
O seguidor do Senhor Jesus Cristo tem que responder a si mesmo a pergunta: Quero servir a Deus no átrio ou no altar? Se no mais íntimo do seu coração deseja servir a Deus no átrio mas, na sua mente, toma a decisão de servi-Lo no altar, mais cedo ou mais tarde seu coração se manifes-tará e grimanifes-tará com toda a força, para que todos saibam que ele é um enganador, porque nunca desejou estar no altar, e sim no átrio! Esta é a verdadeira razão por que existem ‘malas’ na igreja. No fundo do coração querem viver no átrio porém, na mente, talvez porque têm medo de en-frentar o mundo sozinhos, ou porque preferem ter as regalias da segurança de estar no altar de uma igreja, vivem como parasitas, às custas dos sacrifícios dos outros companheiros. Estão no altar, mas o coração deles está no átrio. E aí, nem eles e nem o povo são abençoados, e a obra de Deus fica amarrada.
O pior de tudo é que seus filhos estão sendo testemunhas dos seus fracassos espirituais no altar e, provavelmente, serão “vacinados” contra tudo o que diz respeito à Palavra de Deus, porque o seu pai prega uma coisa que não vive e nem acontece na sua própria vida!
Certamente que Deus não tem prazer na morte do pecador e muito menos o inferno foi criado para o ser humano. Pelo contrário, Ele sempre dá tempo suficiente para que o homem se arre-penda. Daí a razão por que temos visto tantas coisas acontecerem neste mundo, sem que Deus tome logo uma providência. O fato é que Ele sempre dá o tempo necessário para que as pessoas que andam nos caminhos errados se conscientizem através da pregação do Evangelho, para que se arrependam, sejam perdoados e vivam para Deus, libertas do império das trevas. Contudo nem sempre as pessoa aproveitam a oportunidade que, de graça, Deus lhes dá. Continuam cada vez piores. Isso foi o que aconteceu com aquela mulher, “profetisa” na igreja de Tiatira. O Senhor Jesus, que para essa igreja Se identifica como o “Filho de Deus, que tem olhos como chama de fogo, e os pés semelhantes ao bronze polido”, diz: “Eis que a prostro de cama, bem como em grande tribulação os que com ela adulteram, caso não se arrependam das obras que ela incita” (Apocalipse 2.22). Além disso, o Grande Juiz já determinou matar todos os filhos da Jezabel, para que todas as igrejas conheçam que Ele é aquele que sonda mentes e corações, Aquele que conhece até o mais profundo de todos os pensamentos, e que dará a cada um segundo as suas obras.
É conveniente salientar novamente o fato de que qualquer que seja o nosso trabalho para Deus, mesmo que cheio de fé e amor, jamais pode encobrir nossos pecados. Não são poucos os que tentam, na base de obras de amor e fé, cobrir seus pecados, pensando que os versículos “...aquele que converte o pecador do seu caminho errado, salvará da morte a alma dele, e cobrirá multidão de pecados” (Tiago 5.20) e “Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros, porque o amor cobre multidão de pecados” (I Pedro 4.8) dão condições para isso. Não! De maneira nenhuma! Se isto fosse verdade, então não haveria repreensão para essa igreja em Tiatira, pois que ela também apresenta amor.
Para outros cristãos, que não praticavam a doutrina de Jezabel e que não conheceram as coisas profundas de satanás, o Senhor Jesus aconselha tão somente que conservem o que têm, até que Ele venha. Significa dizer que, quando o Senhor voltar e encontrar cristãos que não se contaminaram com as doutrinas de Jezabel, e mantiveram a fé pura exclusivamente na Palavra de Deus, estes serão chamados de vencedores e receberão sua recompensa: “Ao vencedor, e ao que
guardar até o fim as minhas obras, eu lhe darei autoridade sobre as nações, e com cetro de ferro as regerá, e as reduzirá a pedaços como se fossem objetos de barro; assim como também eu recebi de meu pai, dar-lhe-ei ainda a estrela da manhã. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Apocalipse 2.28-29).
F
REQÜENTADORES E DISCÍPULOSSe com sinceridade no coração, o seguidor de Jesus quer mesmo servi-Lo no átrio, tem que determinar isso e persegui-lo até alcançar seu objetivo. E Deus será com ele por onde quer que for. E se cumprirá a Palavra que diz: “Se ouvires a voz do Senhor teu Deus, virão sobre ti e te alcançarão todas estas bênçãos: Bendito serás tu na cidade, e bendito serás no campo. Bendito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais, e as crias das tuas vacas e das tuas ovelhas. Bendito o teu cesto e a tua amassadeira. Bendito serás ao entrares, e bendito ao saíres. O Senhor fará que sejam derrotados na tua presença os inimigos que se levantarem contra ti: por um caminho sairão contra ti, mas por sete caminhos fugirão da tua presença. O Senhor determinará que a bênção esteja nos teus celeiros, e em tudo o que puseres a tua mão: e te aben-çoará na terra que te dá o Senhor teu Deus. O Senhor te constituirá para si em povo santo, como te tem jurado, quando guardares os mandamentos do Senhor teu Deus, e andares nos seus cami-nhos. E todos os povos da terra verão que és chamado pelo nome do Senhor, e terão medo de ti” (Deuteronômio 28.2-10).
Se o seguidor do Senhor Jesus sinceramente responde que quer servi-Lo no altar, custe o que custar, precisa depositar tudo o que tem, tudo o que é, tudo o que pretende ser ou pretende ter no altar de Deus. Do contrário, deve esquecer o altar e ficar no átrio! Se já no altar, tem que pergun-tar a si mesmo: Tenho me sacrificado pelas almas?
Quem serve no altar é como uma mulher que dá à luz filhos. Cada um que nasce requer urros de dor de parto. Se o homem de Deus quer parir filhos, precisa se conscientizar que isso requer pranto e sacrifício. Não é isso o que está escrito? “Os que com lágrimas semeiam, com júbilo ceifarão. Quem sai andando e chorando enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes” (Salmos 126.5-6).
Muitos que servem hoje no altar, têm confiado nos meios disponíveis da comunicação, tais como emissoras de rádio, TV, jornais, revistas, folhetos, etc. Com isso, se acomodam, confiantes que a propaganda substituirá o sacrifício das orações e jejuns, no sentido de trazerem o povo à igreja. Isto é errado! Aí está a razão porque a Igreja do Senhor Jesus tem sido fracassada diante das lutas contra satanás. Tem estado acomodada, esperando que os veículos de comunicação realizem seu trabalho. Nunca! Podemos e até devemos usar todos os meios possíveis para trazer o povo à igreja, porém jamais poderemos contar com isso para dar à luz filhos de Deus! Ao homens de Deus, no passado, foram verdadeiros expoentes nas mãos do Espírito Santo e tive-ram grande êxito no altar, por terem confiado apenas na ação do Espírito Santo para ganhar almas! Eles não tiveram outro meio de comunicação senão as suas súplicas, com choro e jejuns no altar. “...Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (Atos 2.47).
O ministério do homem de Deus não pode ser medido pelo grande número de pessoas que está freqüentando a sua igreja. Não! É justamente isso que tem causado ilusão a muitos servos de Deus pois, vendo que a casa está cheia, acham que Deus está aprovando o seu ministério. Na verdade, isso é a mais pura ilusão diabólica, porque a força de uma igreja está nos seus discípu-los serem cheios do Espírito Santos. O Senhor deixou uma ordem bem clara para os Seus servos:
Para se viver a vida cristã de acordo com a vontade de Deus é preciso se manter em guerra contínua contra o reino das trevas, ou seja, há que se resistir às tentações, aos conselhos daqueles que vivem na iniquidade, a ter parte com eles nesse mundo, enfim, resistir a tudo aquilo que a Palavra de Deus condena. Por isso é que aqueles que se convertem ao cristianismo devem ser treinados com a Palavra de Deus, que é a espada do Espírito Santo, a fim de que estejam prepa-rados para a guerra que terão de travar diariamente contra o inferno, com a obrigação de vencer. A luta é de vida ou morte, e não há empate ou qualquer tipo de acordo! Ou o cristão é um vitorioso ou um derrotado. Se vencer, herdará a vida eterna, mas se perder, “a parte que lhes cabe
será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte” (Apocalipse 21.8). Por isso é que o
Senhor Jesus advertiu seus seguidores dizendo:
“Não penseis que vim trazer paz, mas espada. Pois vim causar divisão entre o homem e seu pai; entre a filha e sua mãe e entre a nora e sua sogra. Assim os inimigos do homem serão os da sua própria casa. Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim, não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim, não é digno de mim; e quem não toma a sua cruz, e vem após mim, não é digno de mim. Quem acha sua vida, perdê-la-á; quem, todavia perde a vida por minha causa, achá-la-á” (Mateus 10.34-39).
A espada que Jesus Se refere simboliza a Sua Palavra. O fato do Senhor Jesus Cristo fazer menção dela significa dizer que a luta é individual, uma vez que a espada é também uma arma individual. O discípulo do Senhor Jesus jamais pode esperar que alguém vença suas lutas por ele: Tem que vencer pelos seus próprios esforços, com a mesma arma que os seus irmãos têm vencido.
O
DESENVOLVIMENTO DOR
EINO DED
EUSPara que o trabalho do homem de Deus seja profícuo, ele tem que juntar o seu pranto no altar pelas almas com os meios de comunicação disponíveis. Isso fará o seu trabalho se desenvolver mais rapidamente e, o que é mais importante, com qualidade. Se confiar apenas no seu trabalho de comunicação para que sua igreja se desenvolva, seu fracasso será inevitável, tendo em vista que o espírito de acomodação se apossará dele. Considerando que o homem de Deus tem real-mente a sua vida no altar, ou seja, corpo, alma e espírito, verifiquemos os seus sete mandamentos:
Primeiro: Ter para com o povo exatamente a mesma consideração que tem para com Deus, pois está escrito: “Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não
ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê” (I João 4:20).
Segundo: Chorar na luta pelo povo que Deus lhe tem enviado. Cada homem de Deus repre-senta o Senhor Jesus, e cada pessoa que chega na igreja é enviada pelo Espírito Santo, a fim de que Seu servo lhe mostre o caminho da salvação. Uma vez salva, ela irá glorificar o Senhor Jesus. Foi por isso que Ele disse: “Ninguém pode vir a mim se o Pai que me enviou não o trouxer...” (João 6.44).
O Senhor Deus disse: “Chorem os sacerdotes, ministros do Senhor, entre o pórtico e o altar, e orem:
Poupa o teu povo, ó Senhor, e não entregues a tua herança ao opróbrio, para que as nações façam escárnio dele. Por que hão de dizer entre os povos: Onde está o seu Deus?” (Joel 2.17).
Terceiro: Jamais fazer a obra de Deus relaxadamente. O profeta Jeremias disse: “Maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente...” (Jeremias 48.10) Fazer a obra de Deus relaxa-damente é como enfrentar o pior inimigo com uma arma qualquer.
Quarto: Ter fome e sede de ganhar almas. Enquanto isso não acontece, o homem de Deus se sente tal qual Sara, Raquel e Ana. Elas sentiam amargura de alma, vergonha e humilhação. Esses sentimento estão sempre importunando o homem de Deus estéril. Por isso, ele não se envergo-nha de chorar diante de Deus, pedindo almas.
Quinto: Ter alegria e o gozo ao ver, diante dos seus olhos, as pessoas nascerem de novo. Não há satisfação maior para aquele que tem a vida no altar do que ver pessoas que outrora pertenci-am ao reino das trevas, hoje terem a plenitude do Espírito Santo, com semblantes limpos, alegres e felizes, glorificando o Nome do Senhor Jesus Cristo.
Sexto: Não ter ciúme e nem inveja do desenvolvimento do seu colega de ministério. Pelo contrário, se regozijar com o seu crescimento, e orar para que ele dê ainda mais frutos. Como aquela mulher da parábola da dracma perdida, conforme ensinou o Senhor: “Ou qual é a mulher
que, tendo dez dracmas, se perder uma, não acende a candeia, varre a casa e a procura diligentemente até encontrá-la? E, tendo-a achado, reúne as amigas e vizinhas, dizendo: alegrai-vos comigo, porque achei a dracma que eu tinha perdido” (Lucas 15.8-9).
Sétimo: Não se preocupar apenas em ganhar as pessoas para o Senhor Jesus mas, sobretudo, fazê-las discípulas. Esta, aliás, é a característica mais acentuada do homem de Deus consagrado. Ele se preocupa em fazer discípulos mais do que qualquer outra coisa, pois sabe que o
desenvol-“Ao anjo da igreja em Sardes escreve: Estas cousas diz aquele que tem os sete espíritos de Deus, e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives, e estás morto. Sê vigilante, e consolida o resto que estava para morrer, porque não tenho achado íntegras as tuas obras na presença do meu Deus. Lembra-te, pois, de como tens recebido e ouvido, guarda-o, e arrepende-te. Porquanto, senão vigiares, virei como ladrão, e não conhecerás de modo algum em que hora virei contra ti. Tens contudo, em Sardes, umas poucas pessoas que não contaminaram as suas vestiduras, e andarão de branco junto comigo, pois são dignas”
(Apocalipse 3.1-4) A falta da igreja de Éfeso foi o abandono do seu primeiro amor. A da igreja de Pérgamo foi a sustentação das doutrinas tanto de Balaão como dos nicolaítas. A da igreja de Tiatira foi a tole-rância para com Jezabel. E a de Sardes, qual era? Não está explícita sua falta, mas se o Senhor não achou íntegras as suas obras, ao ponto de dizer que ela tem fama de que vive, mas está morta, o pecado deve ter sido tão grande, que apenas um resto que já estava também para morrer é acon-selhado a se consolidar. Talvez seja essa a segunda igreja pior dentre as demais, pois nenhuma qualidade, nada a seu favor foi encontrado, a não ser o resto que estava para morrer. Pode ser que esse “resto” seja referência a umas poucas que não contaminaram as suas vestiduras, que andarão de branco junto com o Senhor é que são dignas.
Há os que acreditam que os pecados dessa igreja sejam de ordem moral, como imundícias pagãs. Nós pensamos que o seu pecado seja de ordem estritamente espiritual, tal como algo que atuava diretamente dentro do coração do líder daquela comunidade. O seu pecado estava ani-quilando espiritualmente o restante daquela igreja. Todos sabemos que o pecado que mais rapi-damente destrói o cristão é aquele que atinge diretamente a sua alma, tal como o orgulho espi-ritual, muito mais do que aqueles que atingem mais propriamente a carne, como é o caso das imoralidades sexuais que afetaram as igrejas anteriores.
A
MULHER“
PRODUZIDA”
E A MULHER SÁBIANunca entendi aquela palavra do Apóstolo Paulo: “Eu não permito que a mulher fale na igreja”. Até que um dia descobri por que o apóstolo falou aquilo. A mulher é aquela jóia preciosa. Ela tem uma importância tremenda, fundamental na obra de Deus. Foi ele mesmo quem criou a mulher, não foi o diabo. É bem verdade que o diabo tem usado muitas mulheres. Quando, no entanto, a mulher é usada por Deus, quando ela é de Deus, é a coisa mais gloriosa que existe, mais que o homem, no sentido humano.
Quando a mulher é sábia, não somente é sábia para si, mas produz, já que é mulher, homens de Deus, filhos dEle. Dá à luz criaturas que serão expoentes nas mãos de Deus. O homem de Deus também é um gerador de homens de Deus, mas a mulher tem algo maior, algo especial, diferente. Em provérbios 31, a partir do versículo 10, o louvor da mulher virtuosa, o próprio Salomão, cheio do Espírito Santo, cheio de sabedoria, disse: “Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas jóias...” A mulher do mundo, que não tem nada com Deus, procura a beleza exterior para enganar, iludir e atrair os homens. Ela se preocupa sobremaneira, põe um perfume, se pinta, e isso tudo é perfeitamente limpo, íntegro e honesto. A diferença é que ela não se entrega às suas vaidades, porque a mulher de Deus está preocupada com o seu coração. Veja o que o rei Salomão disse no versículo 29. “Muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas”. Ele está falando da mulher virtuosa, e continua dizendo: “enganosa é a graça...”. Ele não está falando da graça de Deus, mas da graça da mulher, aquela tipo “garota de Ipanema”. Essa graça é enganosa, porque leva os homens, até homens de Deus, a se deixar levar por ela. Eles se casam com essas mulheres e, depois, descobrem o “abacaxi” que levaram para dentro de casa. E aí fica ruim para desfazer. A mulher tipo “garota de Ipanema”, a mulher “produzida”, com aquele jeitinho que só a mulher sabe fazer para atrair, essa graça não tem valor nenhum diante da mulher de Deus, porque a mulher de Deus, que teme ao Senhor, essa será louvada. As pessoas dizem da “garota de Ipanema”: “Tá vendo aquela mulher ali? Viu o corpo dela? Viu como ela é bem feitinha?”, e começam a tecer comentários a respeito dela. Toda-via, quanto à mulher que é virtuosa, as pessoas dizem assim: “Viu? Que mulher abençoada, que mulher sábia! Ela tem um comportamento exemplar!”
Eu vejo nas mulheres de Deus uma beleza indescritível nas suas atitudes, nas suas palavras, que são doces, e apagam qualquer incêndio ou ira. Vejo nos seus semblantes pureza e santidade. Vejo nas suas atitudes, por menores que sejam, atitudes santas.
Creio que Deus fará uma obra muito grande na vida delas, se quiserem realmente isso, por-que este estudo é para pessoas por-que por-querem ser úteis nas mãos de Deus, e não para as por-que não têm nenhum compromisso com Ele.
Depois da presença de Deus na vida do homem, a presença da mulher é a coisa mais preciosa que lhe pode acontecer.
A experiência tem nos mostrado que quando os espíritos imundos tomam posse da mente de uma pessoa, eles podem controlar todo o corpo e fazer do mesmo instrumento imoral do prazer, além de roubar, mentir, enganar, odiar e tudo o mais concernente à obra do diabo, mas ainda assim a libertação dessa pessoa não é difícil; entretanto, quando eles tomam posse do coração da pessoa, aí a libertação se torna mais complexa, tendo em vista o fato de que o centro das emoções daquela pessoa está controlado pela força do mal. Para essa é muito mais difícil entender a mensagem do amor de Deus, muito embora isso signifique ser impossível. Quando se trata, entretanto, de pessoas que foram libertas e se converteram ao cristianismo, mas permitiram, por um motivo ou por outro, que seus corações fossem atingidos pelo espírito desse mundo, então a conversão se torna impossível. É justamente isso o que a Bíblia nos ensina, dizendo: “É
impossí-vel, pois, que aqueles que uma vez foram iluminados e provaram o dom celestial e se tornaram participan-tes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro, e caíram, sim, é impossível outra vez renova-los para arrependimento, visto que de novo estão crucificando para si mesmos o Filho de Deus, e expondo-o à ignomínia” (Hebreus 6.4-6).
“...Porquanto se não vigiares, virei como ladrão, e não conhecerás de modo algum em que hora virei contra ti” (Apocalipse 3.3).
Em várias ocasiões o Senhor Jesus advertiu os Seus seguidores a respeito da Sua Segunda Vinda; Ele nunca disse quando, mas sempre deixou claro que será repentina, de surpresa, como quando vem o ladrão! E quando o ladrão vem? Ninguém sabe. A Segunda Vinda de nosso Senhor Jesus pode ser bem comparada com a morte: quando será nosso último instante de vida? Quem pode nos dizer quanto tempo nos resta? Da mesma forma como ninguém sabe quando passará a eternidade, assim também será a vinda do Filho do Homem! O mais importante de tudo é estar preparado; é saber se o perdão oferecido gratuitamente pelo Senhor já foi aceito e se há certeza de salvação eterna! Nós precisamos tanto estar preparados quer para passar para a eternidade, quer para a Segunda Vinda do nosso Senhor Jesus; porque tanto a primeira quanto a segunda serão inesperadas.
O
S HOMENS DED
EUS NASCEM DAS MULHERES DED
EUSSó as mulheres de Deus produzem homens de Deus. É verdade que a mulher não aparece no púlpito, mas ela aparece, indiretamente, de uma forma muito mais importante do que possa parecer. “Mulher virtuosa, quem a achará?” Salomão sabia que uma mulher virtuosa vale mais que todo o ouro, porque é ela que levanta o homem, o ergue. Uma mulher sábia, virtuosa, aben-çoa o homem de tal forma que esse homem se torna um expoente nas mãos de Deus, graças ao trabalho insistente e valioso daquela mulher. “Enganosa é a graça, e vã a formosura, mas a mu-lher que teme ao Senhor, essa será louvada”. Talvez você, homem, esteja pensando: o que eu tenho a ver com isso? Tem muito a ver, pois você vai saber se a mulher com quem está se unindo, ou vai se unir, se a esposa que você tem, realmente é uma mulher de Deus ou não, abrindo os seus olhos, para que você fique vigilante, atento, para que você não venha a se iludir, não venha dormir, cochilar, diante de uma pessoa que você tem do seu lado, pois pode ser uma pessoa de Deus ou uma pessoa do diabo.
No último estudo falamos da graça enganosa, que não é a de Deus só abençoa a pessoa. A graça enganosa é aquela mulher tipo “garota de Ipanema”, “produzida”, que se torna mais atra-ente, mas a formosura é vã, porque ela acaba. A beleza de uma mulher é como uma flor: cedo ou tarde acaba. Quantas mulheres do cinema fizeram sucesso no passado e hoje nem aparecem nos jornais e revistas, porque não querem que o mundo veja a fisionomia delas? Salomão disse “a formosura é vã, mas a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada”. Quer dizer, a mulher que teme ao Senhor será sempre bonita, não importa a idade. Pode ter cem anos, sempre será louva-da. Sara tinha quase cem anos, mas foi uma mulher de Deus, sábia, assim como Ana, Raquel, mulher de Jacó, mulheres que, mesmo envelhecidas, mesmo com as rugas, eram louvadas, por-que trilhavam o caminho do Senhor. Viviam no temor do Deus Altíssimo.
Muitas mulheres abandonam seus lares, traem seus maridos. Que coisa terrível! Que decep-ção, que coisa cruel! Abandonar um lar, o homem que Deus lhe deu. Qual o louvor que essa mulher tem? Nenhum, pois abandonou a casa, traiu o marido, maculou o seu leito. E não somen-te a mulher, mas o homem também, quando faz isso, é a mesma coisa! Quando a mulher trai o marido é como se estivesse traindo Jesus, e quando o homem trai a mulher é como se ele estives-se traindo a Igreja. É uma coisa muito deprimente. Cada um de nós tem um livro sobre a nossa história. Cada ato que cometemos fica registrado nesse livro. Tudo que nós fazemos.
A história de cada um vai ser julgada um dia, sendo mostrada diante do Trono Branco. Imagi-ne, leitor a vergonha que a gente vai passar por aquilo que fazemos de errado, a vergonha da-queles que traíram, que tomaram uma atitude totalmente contrária ao próprio Deus, como a infidelidade, pois Deus abomina o repúdio e a infidelidade. São coisas tremendamente impor-tantes, para que as pessoas venham a acordar, despertar para uma vida correta, uma vida limpa, de santidade, de pureza. O próprio Deus disse: “Sede santo porque eu sou santo”. Nós temos obrigação de ser separados desse mundo.
Estamos no mundo, mas não fazemos parte dele. Aquele que tenta fazer parte dele, e ao mes-mo tempo do mundo de Deus, não pode, em hipótese alguma, ter a Sua graça. Infelizmente a
Sexo e espiritualidade
A mulher de Deus pode estar no altar como pode estar no átrio. Se o marido dela está no átrio, então ela tem que estar no átrio; se o marido está no altar, então ela tem que estar no altar. Ela não tem o direito de escolher: se ela é casada, está submissa ao seu marido.
Se ele é um homem de Deus que está vivendo no átrio, quer estar ali, determinou isso no seu coração, então ela tem que estar no átrio, com seu marido. Não pode empurrá-lo para o altar. Ela tem que seguir os passos do marido, porque ele é o cabeça dela. Não é o que diz a Bíblia?
A mulher que é submissa ao Senhor não discute: se submete, simplesmente. Não se submete, no entanto, a coisas erradas. Temos conhecimento de que há igrejas por aí, não a Igreja Universal, naturalmente, mas igrejas que estão ensinando as mulheres a ter relação sexual anal, que é uma coisa absurda e contrária à natureza.
A Bíblia fala com veemência contra esse tipo de prática. Deus criou tudo certo; cada órgão do nosso corpo tem uma função. Como a mão não pode andar no chão e o pé no alto, a boca não pode ver e os olhos não podem comer. O coito anal, era praticado em Sodoma e Gomorra. Deus derramou fogo e enxofre, destruindo aquelas cidades justamente por isso. Os homens daquelas cidades queriam ter relações sexuais com outros homens. Por isso também o homossexualismo é condenado.
Os habitantes daquelas cidades, quando os anjos de Deus entraram em Sodoma, queriam usá-los. Essa prática é diabólica e só faz isso quem não tem conhecimento de Deus. Aqueles que conhecem a Palavra de Deus, no entanto, têm que saber que isso é condenável. Podemos ver isso em Romanos 1.18, quando fala da depravação dos homens. O coito anal é uma perversão.
O relacionamento sexual deve ser uma coisa pura entre o casal, marido e mulher. É uma coisa de Deus, e é transformada numa coisa imunda, numa relação infame, quando se pratica o sexo anal. Daí nasce o homossexualismo, porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro contrário à natureza. Por isso existe a AIDS, e milhares de pessoas estão morrendo. Por isso muitas mulheres têm hemorróidas, infecções no reto, doenças que os médicos não conseguem curar. Porque o homem mudou a glória de Deus. Leiam Romanos 1.27. O diabo odeia tudo que Deus criou, e procura tornar tudo corruptível, infame, procura des-truir. Você, mulher, que é de Deus, não caia nesse erro.
Se o seu marido é incrédulo, ou mesmo cristão, e deseja o relacionamento sexual anal, não permita. Se ele disser que vai lhe abandonar, é melhor que abandone do que você deixar que o seu corpo, que é o templo do Espírito Santo, seja corrompido com essas atitudes.
Você não pode, em hipótese alguma, permitir que o seu marido venha a destruir aquilo que é de Deus, que é o seu corpo, templo do Espírito Santo. Não podemos permitir que o nosso corpo seja usado ao bel prazer do diabo.
O seu marido tem direitos, mesmo que seja um incrédulo, mas na hora do relacionamento sexual ele é santificado por sua causa. E você pode ter o relacionamento natural com ele. Se por acaso ele quiser o modo contrário à natureza, você, mulher, deve imediatamente impedi-lo, pois isso é uma paixão infame.
Você, que está vivendo com esse tipo de problema, tem que se recusar; tem que parar com isso imediatamente. Dê um basta nisso já. Não espere por amanhã. Não permita que esse erro perma-neça, já que você é uma mulher de Deus.
A relação sexual entre o marido e a sua esposa é santificada pelo próprio Deus. Fora do casa-mento é condenável; é algo infame, errado. Você, que deseja ser uma mulher de Deus, tem que guardar, zelar pelo seu corpo, o seu ser, porque você foi criada à imagem de Deus, para que Ele pudesse se glorificado através de você.
Na próxima semana daremos continuidade a esse estudo. Que Deus abençoe a todos, abun-dantemente.