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REF.: RELATÓRIO FINAL DAS PROPOSTAS APRESENTADAS E DEBATIDAS NAS REUNIÕES E MESA DE DEBATES SOBRE PLANO DIRETOR RURAL.

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Academic year: 2021

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REF.: RELATÓRIO FINAL DAS PROPOSTAS APRESENTADAS E DEBATIDAS NAS REUNIÕES E MESA DE DEBATES SOBRE

“ PLANO DIRETOR RURAL “ .

MEMBROS DA COMISSÃO : Eng.ª Agr.ª Clarissa Chufalo Pereira Lima Eng.º Agr.° Denizart Bolonhesi Eng.ª Florestal Evandra Bussolo Barbin Eng.º Agr.° Genésio Abadio de Paula e Silva Eng.º Agr.° Glauco Eduardo Pereira Cortez – Coordenador Adjunto Eng.º Agr.° Juliano Santos Geraldo Médica Veterinária Lucia Ferreira da Rosa Sobreira Eng.º Civil Luis Carlos B.Nogueira Eng.º Agr.° Luiz Fernando Zorzenon Eng.º Agr.° Paulo Purrenes Peixoto – Coordenador Arq.º e Urbanista Ricardo Rocha

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PROPOSTAS APRESENTADAS E DEBATIDAS NAS REUNIÕES E MESA DE DEBATES SOBRE “ PLANO DIRETOR RURAL “ .

1. Município precisa “gerar e gerir” um banco de dados do setor como base imprescindível para diagnóstico, viabilizando assim um planejamento apropriado seguido de implantação, acompanhamento e adequações.

2. Criação da Secretaria da Agricultura Municipal, de vital importância, no diagnóstico planejamento -implantação e monitoramento de um “Planejamento Territorial Rural no âmbito do Plano Diretor Participativo”. ( Ex.: Processo de preparação para fazer frente à inevitável substituição futura das Barreiras Tarifárias Vs. Barreiras Sanitárias, bem como agilidade de reação e implantação de medidas preventivas e corretivas de surtos, epidemias ,etc. ).

3. “Mobilizar e Ouvir” o Produtor Rural na elaboração do Plano Diretor Participativo & Permanentemente

Através preferencialmente de realização de Audiências Públicas que privilegiem dias, horários e locais adequados à sua realidade e ou providenciando a infra-estrutura necessária para garantir sua participação (transporte, alimentação, etc.).

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orientação, capacitação e disponibilização de máquinas (“Patrulha Rural”) .

Importante a compreensão desta medida não apenas como facilitador do deslocamento de produção e pessoas, mas principalmente como importante aliado no conjunto de ações necessárias para a Conservação do Solo (processo de erosão) . “Distrações” do tipo aplicação de recurso público em propriedade privada precisam ser desconsideradas pela importância da ação em si .

5. Prestigiar as Microbacias como “Unidade Básica de Planejamento” sempre alinhada com as diretrizes dos Comitês de Bacia buscando a maximização de esforços e recursos.

6. ITR vs. IPTU

Simplificar a “burocracia” na análise dos processos de revisão submetidos por produtores rurais , ao município, os quais legitimamente destinam suas propriedades a produção agropecuária e que tenham sido atingidos , ou venham a ser, por leis de expansão territorial urbana .

7. Incentivo & Apoio aos produtores de horti-fruti bem como promover o desenvolvimento de estratégias que permitam seu acesso prioritário ao abastecimento & comercialização locais.

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a gerar leis municipais alinhadas com Diretrizes Desenvolvimento Sustentável .

Seria muito importante ter maior clareza sobre a aplicabilidade dos Instrumentos previstos pelo Estatuto das Cidades e sua aplicação na área rural pois os mesmos poderiam desempenhar importantes funções no ordenamento territorial, geração de recursos para Fundos que poderiam ser utilizados em parcerias visando regularização de passivos ambientais, etc.

9. Busca de soluções para o passivo ambiental (APP’ S; etc.) através de formas “Criativas” prevendo incentivos (financeiros e / ou tributários ) que permitam acesso dos produtores rurais a orientação técnica, insumos, mudas,exploração sustentável, etc. estabelecendo com o município verdadeira parceria objetivando a regularização desta questão.

10. Segurança na Área Rural. 11. Resíduos Sólidos

Os domésticos, orgânicos ou não, precisam ser contemplados com ação de destinação adequada (fossa sépticas biodegradáveis Vs. fossas negras; coleta; etc. ) . Também e talvez principalmente, os resultantes do uso de insumos agrícolas (fertilizantes, agroquímicos, sementes tratadas ou não,etc.) . Aqui cabe ao Município disponibilizar área para a construção de um depósito de recebimento de embalagens utilizadas, prevista em legislação própria , o que pode ser realizada com muita agilidade através de parcerias com o setor privado interessado .

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Estabelecendo parcerias com Indústrias bem como entidades como Faesp, Senar, etc. .

13. Equipamentos Públicos na Zona Rural ( Educação , Lazer, Saúde, etc. ).

14. Estímulo ao Cooperativismo e ao Processo de Agregação de Valor & Empreendedorismo Rural.

15. Crescimento desordenado das cidades – Proteção às Áreas de Recarga do Aquífero Guarani

Enfatizando o respeito à legislação e recomendações técnicas de ocupação das áreas de recarga bem como , estabelecendo através da Secretaria de Agricultura Municipal e CMDR- Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural permanente “ vigilância e medidas corretivas necessárias” para garantir a observação e respeito às diretrizes estabelecidas.

16. Inclusão do CMDR – Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural obrigatoriamente, como integrante do processo de avaliação prévia dos projetos de lei visando à ampliação do limite territorial urbano. 17. Sensibilização de cadeias produtivas beneficiadas

com “ganhos de oportunidade” para maior participação, parcerias , em projetos de responsabilidade social (Ex.: Protocolo de Kyoto; Energia de Biomassa; etc. ).

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ex. Busca de parcerias com laboratórios Fitoterápicos & Indústria de Cosméticos ).

19. Avaliação Regional de possíveis impactos que as mudanças na matriz energética

O exemplo definitivo é o caso do Biodiesel que pode significar a viabilização de iniciativas que visem a criar alternativas para sustentabilidade econômica de produtores , associativismo, e mesmo diversificação de produção agrícola e ocupação de espaços como por exemplo R.E.I ) .

20. Conceito “expandido” de Segurança Alimentar

Estabelecer estratégia conjunta de atuação com o COMSEAN – Conselho Municipal de Segurança Alimentar visando à garantia de abastecimento seguro no tocante a contaminações biológicas, químicas, bem como que atenda aos conceitos de rastreabilidade alinhados tanto com as demandas locais quanto as relacionadas ao comércio internacional ( pecuária, alimentos – ex. mel, etc. )

21. Avaliação das Oportunidades de geração de emprego e renda resultantes da Adequação Ambiental das Propriedades na Zona Rural

Desenvolver a logística necessária para a produção de mudas, bem como o modelo adequado de identificação de fontes de disponibilidades de sementes de espécies nativas da região viabilizando a criação de oportunidades para a geração de emprego e renda .

22. Impacto de Novas Tecnologias & Práticas Agrícolas no Modelo Atual

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24. Agronomia Urbana & Agronomia Social

Desenvolvimento de programas que contemplem a utilização de “vazios urbanos” não contemplados como ZEIS para alternativas de geração de emprego e renda através de programas como o PROJETO CASULO – INCRA, bem como garantir suporte técnico através de iniciativas do poder público Municipal disponibilizando assistência técnica a pequenos produtores , estímulo a cooperativismo , etc .

25. Agro Eco Turismo & Turismo de Aventura

Pólo de atração, de fluxo, de turistas poderá interagir a nível municipal e regional criando verdadeiros circuitos & roteiros que contemplem propriedades (ex. antigas Fazendas de Café) bem como recursos de paisagens e belezas naturais (cachoeiras, cavernas,etc.).

26. Consórcios Municipais

Importante manter esta “atitude regional” ao se elaborar o “Plano Diretor Rural” para que iniciativas como a descrita no item 25 possam ser exploradas na amplitude de seu potencial, bem como medidas aplicáveis por exemplo no conceito de Microbacias como unidade de Planejamento Territorial sejam consideradas adequadamente (Conservação do Solo e Recursos Hídricos, recuperação passivo ambiental, corredores de fauna, etc. )

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sociedade civil e setores ou cadeias produtivas integrantes do segmento agropecuário, evitando que conflitos potenciais derivados de conflitos de interesses e mesmo “interpretações” da legislação desencadeiem disputas judiciais que nem sempre atendem os legítimos interesses das partes.

28. Áreas Verdes Rurais e Urbanas a Questão de segurança Pública alterações da “fauna” nas áreas urbanas em função das app´s restauradas .Viabilizar estudos que prevejam problemas potenciais propondo a solução apropriada.

29.R.E.I – Como estratégia complementar à Ocupação de Vazios Urbanos para ordenamento do crescimento das Cidades

O conceito de R.E.I – Região do Entorno Imediato ou qualquer outro nome que queiramos para designar ações correlatas

Referências

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