INFORMATIVO DE ATIVIDADES

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INFORMATIVO DE ATIVIDADES

RESUMO

AGOSTO 2010

1. AÇÕES DE INTERESSE E BENEFÍCIO DE TODOS DE ASSOCIADOS DA AMARBRASL

- Ação Coletiva co ntra o depósito pré vio de 20% na Justiça do Trabalho - Mandado de Seg urança Coletivo pa ra beneficia r a ssociados co m d esconto de 80% a 99% e m multa e ju ros no Estado de Goiás

- Mandado de Seg urança Coletivo pa ra aco rdo judicial e m até 40 mese s e m processo co m o fisco de Goiás na Justiça e exclusão de honorários de 10 % da PGE

- Decisão do CNJ atende Recla mação da Ama rbra si l. Servidore s da Secreta ria de Fa ze nda de Goiás afastados das Vara s da Fa zenda Pública - Ação Civil Co letiva para barrar o excesso de consu mo d e refrige rantes

2. AÇÕES DE INTERESSE DA INTENDÊNCIA ALTO DO JABORANDI

- Mandado de Segurança Cole tivo contra atos de agentes do ICMBio Veredas do Oeste Baiano

- Ação Co letiva p ara anulação do decreto de cria çã o da reserva e/o u suspensão das atividades do ICMBio n as Veredas do Oeste Baiano

Informativo Processual:

Ação Civil Coletiva – É ação movida em benefício de todos, associados ou não. É também denominada Ação Civil Pública, quando movida pelo Ministério Público. Pelo fato de ser movida por associação civil é denominada de civil coletiva.

Ação Coletiva (ordinária, declaratória, anulatória, cominatória ou executiva) – É movida em benefício dos associados da entidade e somente estes serão beneficiados pela decisão.

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INFORMATIVO DE

ATIVIDADES

AGOSTO/2010

1. AÇÕES DE INTERESSE DE TODOS DE ASSOCIADOS DA AMARBRASL

- Açã o Coletiva contra o de pósito prévio de 20% na Justiça do Tra balho Em junho de 2007 entrou em vigo r a Lei nº. 11.495/07 que a lte rou a redação do a rt. 83 6 da CLT, criando o depósito p ré vio de 2 0% po r cento sobre o valo r da causa para adm issão de ação rescisória na Justiça d o Trabalho. Antes nã o havia esta ob riga ção.

Desde então, na Justiça do Traba lho a ação rescisó ria somente é admitida mediante depósito p ré vio de 20% ca lculado sobre o va lor d a causa.

Por Instrução Normativa o TST decidiu que “o valor depositado será

re vertido em fa vor do réu , a títu lo de multa, caso o pedido deduzido na

ação re scisória se ja julgado, po r unanimidade de voto s, imp rocedente o u inadmissível.”

Para a AMARBRASIL a o brigaçã o é insubsistente e nula. É inconstitucional a Lei que estabe leceu o depósito em tal percentual, be m como esta in stru çã o do TST, que decreta a con ve rsão do depósito em multa e o seu perd imento.

Na ju stiça comum estadual ou federa l, também e xiste a p re visão de depósito, mas o pe rcentual é de 5%.

A ele vação de p ercentual em tal monta na Justiça do Trabalho, mormente pelo teo r das instruções normativas e xpedidas pelo TST, constitui ato de absoluta discriminação e repre ssão à atividade empresária no Bras il (art. 3º, IV da CRFB).

Ofende também a Ordem Econômica (art. 170 da CRFB), posto ha ve r casos em que o qu into e xigido muitas ve zes correspond e a 100% (cem por cento) do patrimô nio ou capita l so cial do jurisd icionad o, isto porque não buscou o legislad or c ontemplar a p essoa física em atividade empresária individual, a pe quena e a micro -empre sa, dand o -lhes tratamento diferenciado.

O perd imento do depósito como multa po r no rma do TST é interp retado como ofensivo ao d ire ito de propriedade.

A Amarbrasil já form alizou e proto coliza rá em Brasília , até o dia 30 de agosto, Ação Co letiva de modo a permitir que seus associados – pessoas

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física s e ju rídicas - possam ace ssa r à Justiça do Trabalh o, sem a ob riga ção de pagamento do depósito p ré vio, quando houve r ne cessidad e de aju iza r Ação Rescisó ria e m processo trabalhista. In cidente r tantu m é pedida a declara ção de in co nstitucionalidade d a lei que criou tal depósito p ré vio.

A ação será propo sta em nome da AMARBRASIL em favor de seus associado s.

- Mandado de Segurança C ole tiv o para bene ficia r associados com desconto de 80% a 99% em multa e juros no Es tado de Goiás

Em 26 de março de 2010 o Governador de Goiás sancionou le i autorizando os co ntribu intes do fisco estadual de Goiás a quita r de forma facilitada os seus débitos re lacionados com o ICMS, cujos fatos gerado res ou prática da infração tenham ocorrido até 31.12.2009.

Ficou compreendid o, como forma facilitada pa ra a quita ção do tributo a redução de 99% a 80% do va lo r da multa e dos juros de mora p ara pagamento à vista e parcelado. Em outras pala vra s, re dução de 80 a 99% no va lor das multa s e ju ros.

No entanto, a le i exclu iu do pa gamento facilitado o co ntribu inte cu jo crédito foi ou tenh a sido ob jeto de re presentação pa ra fins pena is, ou seja , que foi encaminhado para a delegacia fiscal ou Ministé rio Público p or ind ício ou hipótese de crime tributário .

A Lei sancionada fere o princíp io da isonomia de tratamento entre contribuintes, também o princíp io de presunção da inocência e o princíp io da ampla defesa.

A AMARBRASIL formulou e p rotoco lizou no final do mês de ju lho passado, Mandado de Se gurança Co letivo com pedido de lim inar pa ra qu e seus associados in sertos em rep rese ntações fisca is e/o u ações pena is não transitadas em ju lgado se jam também benefícios de p agamento do créd ito tributá rio na forma facilitada constan te da Lei 10.943/2 010, do Estado de Goiás.

Ação está em cu rso no Tribunal de Ju stiça do Estado de Goiás.

- Mandado de Segurança Coletiv o para acordo judicia l em a té 40 meses em process o com o fisc o de Goiás n a Justiça e exclusão de honorários de 10% da PGE

No in ício do ano a AMARBRASIL entrou com Mandado de Segu rança Coletivo pa ra que os seu s asso cia dos possam firma r acordo na Justiça Estadual com pra zo de 40 meses, e descontos auto riza dos em le i, sem o lapso tempora l de 02 anos e pagame nto de 10 de honorários à Pro curado ria Geral do Estado de Goiás.

O Ministério Público Estadual deu parecer favo rá vel ao pedido da AMARBRASIL. A p etição de MSC pod e ser lido no site d a AMARBRASIL.

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- Decisão do CNJ atende Recla mação da Ama rbra sil. Servidores da Secretaria de Fa zenda de Goiás afasta dos das Varas da Fazenda Pública

O CNJ atendeu Reclamação feita pela AMARBRASIL para anula r o acordo entre o Trib unal de Justiça de Goiás e o Executivo para empréstimo de pessoal e má quina s da SEFAZ em Goiás. O convên io pe rmitiu à Secreta ria da Fa zenda de Goiás e mprestar má quina s, equ ipamentos e materiais às secre tarias das Va ras de Fa zenda Pública.

Todo o trabalho de administra ção e atendimento ao público é feito por funcionários comi ssionados ou te rceirizado s vincu lados à Sefaz. A atuaçã o dos serventuários va i além do mero transporte de proce ssos e atend imento ao público e che ga à prática de atos p rocessuais e de assesso ria a ju íze s.

Para o ad vo gado Uarian Fe rreira, que formulou a re clamação da Armabrasil, “a presença do fisco estadual na administração de atos de exclusiva competê ncia do Pode r Judiciário é ameaça à atividade empresá ria e ao cidadão. Isto porque , sob o vié s de exe cuções fisca is podem esconder ações delibe radamente polí tica s de vingança pessoa l ou constran gimento à livre iniciativa e concorrência”.

Ao analisar a reclamação, o re lator do processo, conselheiro W alter Nunes da Silva Ju nior, usou a Reso lução 88 do CNJ, que dispõe sobre a re gulamentação d as cessõe s e re quisiç ões de servidores pelo Pode r Judiciário. O con selheiro chamou a atenção, ainda, para a quantidade de empregados no TJ -GO. “O número de servidores da Sefaz a serviço das referidas Va ras é mais de 100% maior do que o de se rvidores efetivo s d o próprio TJ, o que, por si só, tra z p re juízo à posição de imparcialidade que deve pautar a atuação do Poder Judiciário”, disse.

A reclamação foi julgada pro cedente pelo CNJ no dia 16 de de zembro de 2009. O Con selho determinou que o TJ -GO apresente, em 30 dias, um plano pa ra a substituição dos se rvidores ced idos pelo Poder Executivo. De acordo com a determinação do órgão, tais se rvidores de verão ser substitu ído s por oficiais de Justiça e servido res efetivo s do quadro do próprio tribunal.

- Açã o Civil Coletiva para barrar o excesso de cons umo de refrigerantes

Em abril de ste an o a Amarbrasil p ro tocolizou na Justiça Federal em Brasília Ação Civil Co letiva contra a União e ANVISA p edindo a concessã o de medida limina r para que ap resenta ssem proposta ou plano para impor à s indústrias, d istribu idores e vendedores de refrigerantes e simila res a obrigação de ad ve rtir o con sumidor – especialmente o consumidor infantil e – para os riscos quanto ao consumo excessivo do produto,

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tanto nos rótulo s e embalagens dos p rodutos q uanto no material pub licitá rio ve icu lado em rádio , tele visão e impre ssos.

A Juíza Maria Cecília de Ma rco Ro cha, da 6ª Vara, recebeu a Ação (autos n. 19645-7 9.2010.4.01.3400) mandou intimar a UNIÃO e ANVISA para no pra zo d e 72 horas manifestarem -se sob re o pedido liminar. Intimada, a resposta che gou rápido. Em 15 de junho a Diretoria Cole giad a da ANVISA decidiu e o presidente, Dirceu Raposo d e Melo, assinou a Resolu ção nº. 24, cujo art. 6º é uma lite ral resposta ao pedido – não só da limina r, mas de qu ase todo o mérito .

2. ASSOCIADOS INTENDÊNCIA ALTO DO J ABORANDI

- Ma ndado de Se gurança Cole tivo contra atos de agentes do ICMBio Veredas do Oeste Baiano

Foi formulado e p rotoco lizado em Barre ira mandado de se gurança coletivo contra a gentes do ICMBio a tuand o na Reserva do Oeste Baian o. Inteiro teo r do MS pode ser lido no site da AMARBRASIL (www.ama rbrasil.org.b r). O Juiz de Barre ira s decla rou -se incompetente , declinando o foro de julgamento para o ju ízo de Lu ziâ nia, pelo fato de o s agentes e starem lo tados na cidade de Mambaí -Go.

Os fatos relatados e os documentos juntados no MS repercutiram administrativamente. Também na imprensa nacional – vid e

www.con jur.com.br – Site Jurídico do Jornal Estado de São Paulo. Também

no jorna l Terra Viva TV BAND.

Gre ve de servido re s e ausência de ju iz a trasa ram o and amento deste MS.

- Ação Cole tiva para anulaçã o do decreto de criaçã o da reserva e/ou

suspensão das a tividades do ICMBio nas Vere das do Oeste Baia no

Em estudo e no agua rdo de decisão dos associado s. Os fundamentos podem ser lidos no site da AMARBRASIL , no artigo, VEREDAS DO OESTE BAIANO. RESERVA A SER CONFIRMADA.

No final de Agosto será realizada reunião pa ra ap resentação da questão e de cisão de qual entidade será a au tora e a ação adequada.

Informativo Processual:

Ação Civil Coletiva – É ação movida em benefício de todos, associados ou não. É também denominada

Ação Civil Pública, quando movida pelo Ministério Público. Pelo fato de ser movida por associação civil é denominada de civil coletiva.

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Ação Coletiva (ordinária, declaratória, anulatória, cominatória ou executiva) – É movida em benefício dos

associados da entidade e somente estes serão beneficiados pela decisão.

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Referências

  1. www.con jur.com.br
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