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PLANO DE CONTINGÊNCIA

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Academic year: 2021

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AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PEDOME

PLANO DE CONTINGÊNCIA

CORONAVÍRUS – COVID-19

Atualização do Plano de Contingência para a COVID-19, de acordo com as

orientações da Direção Geral da Saúde e em consonância com as orientações

enviadas pela DGEstE para o ano letivo 2020/2021

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1. INTRODUÇÃO 3

2. ENQUADRAMENTO 3

2.2. 3

2.3. 4

3. COORDENAÇÃO DO PLANO - Cadeia de Comando (Ponto Focal) 4

4. ORGANIZAÇÃO ESCOLAR 6

5. CÓDIGO DE CONDUTA 8

6. PROCEDIMENTOS PERANTE CASO SUSPEITO 8

● 10

● 10

8. RASTREIO DE CONTACTOS 11

10. SALA DE ISOLAMENTO 12

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1. INTRODUÇÃO

O Plano de Contingência do Agrupamento de Escolas de Pedome, visa a prevenção e controlo de infeção de casos de Coronavírus COVID-19 nas suas Escolas, estabelecendo os procedimentos organizativos e medidas de redução de eventual risco de transmissão em ambiente escolar que compreendem, essencialmente, condições específicas de funcionamento, regras de higiene, etiqueta respiratória e distanciamento físico, garantindo assim a segurança de toda a comunidade educativa.

2. ENQUADRAMENTO

2.1. O que é o Coronavírus – COVID-19?

A doença manifesta-se predominantemente por sintomas respiratórios, nomeadamente, febre, tosse e dificuldade respiratória, podendo também existir outros sintomas, entre os quais, dores de garganta e dores musculares generalizadas.

Com base na evidência científica atual, este vírus transmite-se principalmente através de: ● Contacto direto: disseminação de gotículas respiratórias, produzidas quando uma

pessoa infetada tosse, espirra ou fala, que podem ser inaladas ou pousar na boca, nariz ou olhos de pessoas que estão próximas (< 2 metros).

● Contacto indireto: contacto das mãos com uma superfície ou objeto contaminado com SARS-CoV-2 e, em seguida, com a boca, nariz ou olhos.

2.2. Principais sintomas

Os sinais e sintomas da COVID-19 variam em gravidade, desde a ausência de sintomas (sendo assintomáticos) até aos sintomas semelhantes a uma gripe: febre (temperatura ≥ 38.0ºC), tosse, dor de garganta, cansaço, dores de cabeça, dores musculares e dificuldades respiratórias.

Em casos mais graves pode evoluir para pneumonia grave, síndrome respiratória aguda grave, septicemia, falência renal, choque sético e eventual morte.

Os dados mostram que o agravamento da situação clínica pode ocorrer rapidamente, geralmente durante a segunda semana da doença.

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2.3. Tempo de incubação e formas de manifestação

O período de incubação estimado da COVID-19 (até ao aparecimento de sintomas) é de 1 a 14 dias, segundo as últimas informações publicadas pelas Autoridades de Saúde. Sendo assim, a vigilância ativa dos contactos próximos decorre durante 14 dias desde a data da última exposição a caso confirmado. As medidas preventivas no âmbito da COVID-19 têm em conta as vias de transmissão direta (via aérea e por contacto) e as vias de transmissão indireta (superfícies/objetos contaminados).

3. COORDENAÇÃO DO PLANO - Cadeia de Comando (Ponto Focal)

RESPONSÁVEIS E RESPECTIVOS

SUBSTITUTOS

COORDENAÇÃO DO PLANO

ÓRGÃOS DE GESTÃO DA ESCOLA

COORDENADOR

Fernando Manuel D. Santos Lopes - Diretor

COORDENAÇÃO

EQUIPA

Fernando Manuel Santos Lopes (Diretor)

Sandrine da Silva Fortes

(Subdiretora)

Sandrine da Silva Fortes (Subdiretora)

Alberto Costa (Adjunto Diretor)

Liliana Couto Campos (Chefe Serviços

Administrativos)

COORDENAÇÃO OPERATIVA

RESPONSÁVEIS

SUBSTITUTOS

Fernando Manuel Santos Lopes (Diretor)

Sandrine da Silva Fortes

(Subdiretora)

CONTACTOS DIÁRIOS COM AS FAMÍLIAS

RESPONSÁVEIS

SUBSTITUTOS

Mónica Morais (Coordenadora Diretores Turma)

Elisa Carvalho (GAAF)

EDUCAÇÃO

ÁREA

RESPONSÁVEL

SUBSTITUTOS

Educação Pré-Escolar

Adosinda Cabrita

Lídia Guimarães

1.º Ciclo Ensino Básico

António Ferreira

Isabel Correia

2.º Ciclo Ensino Básico

Alberto Costa

Maria do Céu Brandão

3.º Ciclo Ensino Básico

Ana Cláudia Neves

Isabel Andrade

SERVIÇOS DE APOIO

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FUNCIONÁRIOS

Marcelo Oliveira

Fernanda Pereira

PESSOAL DOCENTE

Alice Ribeiro

Elsa Ribeiro

LIMPEZA DE ESPAÇOS E

DESINFECÇÃO

Fernando Peneda

Deolinda Teixeira

ACOMPANHAMENTO DE INDIVÍDUOS INFETADOS NA SALA DE ISOLAMENTO

RESPONSÁVEL

SUBSTITUTOS

Tânia Silva

Sílvia Gomes

CUMPRIMENTO DO PLANO DE EMERGÊNCIA E EVACUAÇÃO DA ESCOLA

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6 4. ORGANIZAÇÃO ESCOLAR

Procedimentos:

4.1. Os alunos serão organizados, em grupos/turmas, mantendo-se esta organização ao longo de todo o período de permanência na escola. Os grupos/turmas terão, sempre que possível, horários de aulas e período de refeições organizados de forma a evitar o contacto em grande grupo.

4.2. As aulas de cada turma decorrerão na mesma sala, sempre que possível. As aulas de EV/ET aulas práticas de C.N. e F.Q. no 3.º ciclo e Educação Física decorrerão nas salas específicas destas disciplinas. Em todas as aulas mantém-se lugar fixo por aluno definido pelo Diretor de Turma; 4.3. As salas serão atribuídas ao grupo/ turma em função do número de alunos por turma; 4.4. Nas salas, devem ser mantidas as medidas de distanciamento, garantindo a maximização do espaço entre pessoas. Assim:

○ As mesas serão dispostas, salvaguardando o maior distanciamento físico possível sem comprometer o normal funcionamento das atividades letivas;

○ As mesas estarão dispostas, obrigatoriamente, com a mesma orientação. Nas salas 09 e 10 (laboratórios) os alunos estarão sentados em zig-zag e serão acrescentadas duas mesas em cada sala. (ANEXO I)

4.5. As atividades desportivas, bem como outras atividades que impliquem maior contacto físico, serão planificadas e adequadas às orientações das autoridades de saúde em vigor; (ANEXO II) 4.6. Cada período da manhã e da tarde terá um intervalo de 15 e outro de 10 minutos. Devendo os alunos respeitar as regras de segurança e distanciamento físico impostas pela DGS.

4.7. Os circuitos e procedimentos no interior da escola, devem obedecer ao seguinte: (ANEXO III) ● as turmas com aulas nas salas 16 a 26 entram pela porta azul junto ao auditório ,

sobem pelas escadas junto ao mesmo, descem pelas que dão acesso ao refeitório e saem pela porta amarela junto ao refeitório;

● As turmas com aulas nas salas 01 a 15 entram pela porta verde junto à sala do aluno, sobem pelas escadas junto à sala 1, descem pelas que dão acesso à sala dos professores e saem pela porta violeta junto ao quiosque;

● As turmas com aulas no pavilhão gimnodesportivo entram pela porta principal laranja e saem pela porta lateral vermelha;

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7 4.8. Para evitar a partilha de equipamento informáticos nas aulas de TIC, os professores desta disciplina recorrerão às salas de informática, 04 e 05, ou usarão equipamentos móveis. As salas 04 e 05 poderão ser requisitadas para outras áreas disciplinares sempre que necessário. (ANEXO IV).

4.9. Para evitar a concentração de alunos na biblioteca foram reorganizados os serviços mínimos a manter em funcionamento e os serviços/atividades prescindíveis e/ou interditos (ANEXO V).

4.10. Nas casas de banho onde existem urinóis, estão vedados alternadamente para impedir usos contíguos;

4.11.. Os bebedouros dispostos no exterior do recinto escolar estão desativados;

4.12. Para utilização das salas do pessoal docente e não docente cada utilizador tem de desinfetar as mãos, usar máscara e manter a distância física necessária.

4.13. Para utilização do refeitório serão acauteladas as seguintes normas de funcionamento:

○ Prevê-se duas modalidades de serviço de refeição: consumida no refeitório e de

take-away;

○ Períodos de almoço, sempre que possível, desfasados entre turmas; ○ Utilização obrigatória de máscara, exceto no período de refeição; ○ Entrada no refeitório em grupo turma.

○ Entrada e saída por portas distintas;

○ Alunos da mesma turma que almocem no refeitório devem sentar-se em lugares contíguos, na mesma fila. Sempre que numa fila se sentem alunos de turmas diferentes devem deixar entre si um lugar vazio.

○ Aquando da refeição os alunos não podem conversar, logo que terminem o almoço devem colocar a máscara e entregar o respetivo tabuleiro no suporte para o efeito que se encontra à saída.

○ Lavagem/desinfeção das mãos antes e após o consumo de qualquer refeição por parte de qualquer utente;

○ o copo de água é colocado por um adulto no tabuleiro do aluno; ○ Talheres e guardanapos devem ser fornecidos dentro de embalagem; ○ Higienização e desinfeção de mesas e cadeiras, após cada utilização;

4.14. O serviço de bar (não fornecerá alimentos ou bebidas quentes) funcionará por encomenda prévia. os lanches solicitados serão entregues na sala de aula no intervalo de 15 minutos.

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8 A Equipa de Educação para a Saúde passa a ser constituída por: Coordenadora de Educação para a Saúde, Rosa de Lurdes Alves; professora de Ciências, Maria do Céu Brandão; psicóloga, Julieta Araújo; Psicóloga, Sofia Andrade, ; Educóloga, Elisa Carvalho, ; Animadora socioeducativa, Ângela Rodrigues; Encarregada de Educação, Carla Pereira; assistente administrativa, Liliana Campos,em colaboração permanente com os centros de saúde, enfermeiras Adelaide Fernandes, Isabel Santos e Eliana Silva; associações de pais, Tânia Leite.

5. CÓDIGO DE CONDUTA

No ano letivo 2020/2021, devem ser mantidos os esforços para conter a propagação do novo coronavírus. Neste sentido, reforçam-se as medidas de prevenção diária que deverão continuar a ser implementadas por toda a comunidade educativa, dentro dos recintos:

5.1. À entrada da escola, todas as pessoas são sujeitas a um procedimento de medição de temperatura, sem qualquer registo, enquanto desinfetam as mãos. É vedado o acesso ao espaço escolar a quem registe um valor de temperatura ≥ a 38∘ C.

5.2. Quando um aluno fica em casa por motivos de doença só poderá regressar à escola se apresentar obrigatoriamente justificação médica.

5.3. No acesso e circulação no espaço escolar é obrigatório o uso de máscara, devidamente colocada, pelo pessoal docente e não docente, alunos a partir do 2.º ciclo do ensino básico, encarregados de educação, fornecedores e outros elementos externos.

5.4. A máscara deve também ser usada durante o percurso casa- escola-casa, sobretudo quando utilizados os transportes públicos. Nestes, cada um deve respeitar as regras de conduta e higiene, mantendo uma atitude responsável.

5.5. Cumprir as seguintes normas de etiqueta respiratória: evitar tossir ou espirrar para as mãos; tossir ou espirrar para o antebraço ou manga, com o antebraço fletido ou usar lenço de papel (de utilização única); depositar o lenço de papel no caixote do lixo; higienizar as mãos após o contacto com secreções respiratórias.

5.6. Evitar formas de saudação e de contacto físico, implementando o distanciamento social. 5.7. Lavar frequentemente as mãos de acordo com os procedimentos afixados e reforçar a lavagem/ desinfeção antes e após as refeições, antes e após as aulas, antes e após o uso da casa de banho e sempre que necessário;

5.8. Evitar tocar em bens comuns ou de outros e em superfícies como corrimões, maçanetas, interruptores, etc;

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9 recinto escolar.

6. PROCEDIMENTOS PERANTE CASO SUSPEITO

6.1. Perante a deteção de um caso suspeito de COVID-19 de uma pessoa presente no

estabelecimento de educação ou ensino, são imediatamente ativados todos os procedimentos constantes neste Plano e é contactado o ponto focal, ou seja, elemento que acompanha à sala de isolamento, designado previamente pela Direção do estabelecimento de educação ou ensino.

6.2. O caso suspeito de COVID-19 quando se trate de um menor, é acompanhado por um

adulto, para a sala de isolamento, através de circuitos próprios definidos neste Plano de Contingência, que estão visualmente assinalados. Sempre que se trate de um adulto, dirige-se sozinho para a sala de isolamento. Na sala de isolamento consta o fluxograma de atuação perante um caso suspeito de COVID-19 em contexto escolar (Anexo VI).

6.3. Caso se trate de um menor de idade, é contactado de imediato o encarregado de

educação, de modo a informá-lo sobre o estado de saúde do menor. O encarregado de educação deve dirigir-se ao estabelecimento de educação ou ensino, preferencialmente em veículo próprio.

6.4. Na área de isolamento, o encarregado de educação, ou o próprio se for um adulto, contacta o SNS 24 (808 24 24 24) ou outras linhas criadas para o efeito segue as indicações que lhe forem dadas. O diretor ou o ponto focal do estabelecimento de educação ou ensino pode realizar o contacto telefónico se tiver autorização prévia do encarregado de educação.

Na sequência da triagem telefónica:

● Se o caso não for considerado suspeito de COVID-19 pela triagem telefónica (SNS 24 ou outras linhas), a pessoa segue o procedimento normal da escola, de acordo com o quadro clínico apresentado. Terminam os procedimentos constantes no Plano de Contingência para COVID-19 e não se aplica o restante “Fluxograma de atuação perante um caso suspeito de COVID-19 em contexto escolar”.

● Se o caso for considerado suspeito de COVID-19 pela triagem telefónica (SNS 24 ou outras linhas) será encaminhado de uma das seguintes formas:

o Autocuidado: isolamento em casa;

o Avaliação Clínica nas Áreas Dedicadas COVID-19 nos Cuidados de Saúde Primários; o Avaliação Clínica em Serviço de Urgência.

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um caso suspeito de COVID-19 em contexto escolar”.

Nota: Se o encarregado de educação não contactar o SNS 24 ou outras linhas criadas para o efeito, a Autoridade de Saúde Local deve ser informada da situação pelo diretor ou ponto focal do estabelecimento de educação ou ensino.

6.5. Caso exista um caso suspeito de COVID-19 triado pela SNS 24 ou outras linhas de triagem telefónica, é contactada de imediato a Autoridade de Saúde Local/Unidade de Saúde Pública Local, cujos contactos telefónicos devem constar num documento visível na área de isolamento, e estar gravados no telemóvel do ponto focal e do diretor do estabelecimento de educação ou ensino.

6.6. A Autoridade de Saúde Local:

● prescreve o teste para SARS-CoV-2 e encaminha para a sua realização;

● esclarece o caso suspeito, se for um adulto ou o encarregado de educação, caso se trate de um menor sobre os cuidados a adotar enquanto aguarda confirmação laboratorial e sobre os procedimentos seguintes (no que for aplicável da Orientação n.º10/2020 da DGS).

A deslocação para casa, para os serviços de saúde ou para o local de realização de teste deve ser feita em viatura própria, ou em viatura própria dos encarregados de educação, caso seja menor de idade. Se tal não for possível, deve ser utilizada uma viatura de transporte individual, não devendo recorrer-se a transporte público coletivo. Durante todo o percurso o caso suspeito e o(s) respetivo(s) acompanhante(s) devem manter a máscara devidamente colocada.

6.7. A Autoridade de Saúde Local, no primeiro contacto com o estabelecimento de

educação ou ensino, procede a uma rápida avaliação da situação/risco, para decidir a celeridade e amplitude das medidas a adotar. Caso considere necessário, pode implementar medidas de proteção, enquanto aguarda confirmação laboratorial, nomeadamente:

● Isolamento dos contactos que estiveram sentados em proximidade na sala de aula ou no refeitório ou outros contactos próximos identificados;

Após confirmação laboratorial do caso, a Autoridade de Saúde Local deve prosseguir com a investigação epidemiológica (in loco, se necessário):

● Inquérito epidemiológico ● Rastreio de contactos; ● Avaliação ambiental.

6.8 A Autoridade de Saúde informa o caso, os contactos de alto e baixo risco e o estabelecimento de educação ou ensino sobre as medidas individuais e coletivas a

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11 implementar, de acordo com a avaliação da situação/risco efetuada, nomeadamente:

● Isolamento de casos e contactos, encerramento da turma, de áreas ou, no limite, de todo o estabelecimento de educação ou ensino;

● Limpeza e desinfeção das superfícies e ventilação dos espaços mais utilizados pelo caso suspeito, bem como da área de isolamento (Orientação n.º 014/2020 da DGS);

● Acondicionamento dos resíduos produzidos pelo caso suspeito em dois sacos de plástico, resistentes, com dois nós apertados, preferencialmente com um adesivo/atilho e colocação dos mesmos em contentores de resíduos coletivos após 24 horas da sua produção (nunca em ecopontos).

7. PROCEDIMENTO DO ESTABELECIMENTO DE EDUCAÇÃO OU ENSINO PERANTE UM CASO CONFIRMADO:

Perante um caso com teste laboratorial (rRT-PCR) positivo para COVID-19, o mesmo deve permanecer em isolamento até cumprir com os critérios de cura documentada (Norma nº. 004/2020 da DGS).

A definição do local de isolamento dependerá da gravidade do quadro clínico e das condições de habitabilidade de cada pessoa.

As pessoas com COVID-19, são consideradas curadas quando:

● Apresentam ausência completa da febre (sem recurso a medicação) e melhoria significativa dos sintomas durante 3 dias consecutivos, e apresentam teste laboratorial (rRT-PCR) negativo, realizado, no mínimo, 14 dias após o início dos sintomas (nos doentes sem internamento hospitalar por COVID-19) ou dois testes laboratoriais (rRT-PCR) negativos, com pelo menos 24 horas de diferença, realizados, no mínimo, 14 dias após o início dos sintomas (nos doentes com internamento hospitalar por COVID-19).

Após determinação de cura e indicação da Autoridade de Saúde Local, a pessoa pode regressar ao estabelecimento de educação ou ensino.

8. RASTREIO DE CONTACTOS

O rastreio de contactos é uma medida de saúde pública cujo objetivo é a rápida identificação de pessoas que estiveram em contacto com um caso confirmado de COVID-19, garantindo a identificação de possíveis casos secundários, com vista à interrupção da transmissão da doença. Este rastreio compreende três passos (Norma n.º 015/2020 da DGS):

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12 8.1. Identificação dos contactos

O rastreio de contactos deve ser iniciado prontamente após a confirmação de um caso de COVID-19, preferencialmente nas 12 horas seguintes à identificação do caso, incluindo os contactos na escola (alunos, pessoal docente, pessoal não docente), os coabitantes e contactos de outros contextos que possam ser relevantes (Norma n.º 015/2020 da DGS).

9. PROCEDIMENTOS DE VIGILÂNCIA DE CONTACTOS PRÓXIMO

Considera-se “contacto próximo” quem não apresenta sintomas no momento, mas que teve ou pode ter tido contacto próximo com um caso confirmado de COVID-19. O contacto próximo com caso confirmado de COVID-19 pode ser de:

9.1. “Alto risco de exposição”: quem partilhou os mesmos espaços fechados (até 2 metros) do caso; quem esteve face-a-face com o caso confirmado ou em espaço fechado com o mesmo; quem partilhou, com o caso confirmado, loiça (pratos, copos, talheres), toalhas ou outros objetos ou equipamentos que possam estar contaminados com expetoração, sangue, gotículas respiratórias.

9.2. “Baixo risco de exposição” (casual), é definido como:

quem teve contacto esporádico (momentâneo) com o caso confirmado (ex. em movimento/circulação durante o qual houve exposição a gotículas/secreções respiratórias através de conversa face-a-face superior a 15 minutos, tosse ou espirro); quem prestou assistência ao caso confirmado, desde que tenha seguido as medidas de prevenção (ex. utilização adequada de meios de contenção respiratória; etiqueta respiratória; higienização das mãos). Como medida de precaução, a vigilância ativa dos contactos próximos decorre durante 14 dias desde a data da última exposição a caso confirmado.

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13 10. SALA DE ISOLAMENTO

A sala de isolamento, devidamente assinalada, uma ao lado da reprografia encontra-se equipada com telefone, cadeira, mesa, gel desinfetante, água, alguns alimentos perecíveis, contentor de resíduos (com abertura não manual e saco de plástico) e acesso a instalação sanitária. (ANEXO III)

11. HIGIENIZAÇÃO DOS ESPAÇOS

11.1. Os espaços utilizados são frequentemente arejados, com as janelas e portas abertas. 11.2. A escola garante as condições sanitárias necessárias para a promoção da higienização das mãos com SABA.

11.3. A higienização da sala de aula, após utilização da mesma por outra turma, é da responsabilidade do professor e dos alunos que vão usar. Assim, o professor, antes de cada um ocupar o seu lugar, pulveriza SABA pelas mesas e, usando toalhetes, cada um limpa o seu espaço de trabalho.

11.4. Está assegurada a existência de equipamentos de proteção para todo o pessoal não docente e de material adequado para a desinfeção e limpeza do edifício escolar, distribuído pela Coordenadora dos assistentes operacionais.

11.5. A higienização ambiental da escola obedece a um Plano de Higienização, elaborado de acordo com as orientações sobre esta matéria e as diversas formações frequentadas pelos assistentes operacionais, e que contempla:

▪ Espaços, superfícies e estruturas a limpar/desinfetar.

▪ Equipamentos e produtos a utilizar, bem como as instruções para o procedimento.

▪ Periodicidade da higienização, com particular incidência nas superfícies com maior risco de contaminação, ou seja, as superfícies manipuladas ou tocadas, por muitas pessoas, e com muita frequência ao longo do dia, como maçanetas de portas, interruptores de luz, telefones, tablets, teclados e ratos de computadores, torneiras de lavatórios, manípulos de autoclismos, mesas, bancadas, cadeiras, corrimãos, entre outros.

▪ Os responsáveis pela sua execução.

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14 banho, sala dos professores) de uma checklist onde o responsável regista o dia e hora em que foi feita a higienização.

▪ A gestão diária de resíduos, sabendo que os resíduos provenientes de salas de isolamento, onde estiveram casos suspeitos, devem ser tratados como sendo de risco biológico. Para operacionalizar este aspeto a Escola articula com a Unidade de Saúde Pública do ACES.

12. ESTRATÉGIAS DE SUBSTITUIÇÃO DE PESSOAL DOCENTE E NÃO DOCENTE EM CASO DE ABSENTISMO POR DOENÇA OU NECESSIDADE DE ISOLAMENTO PROFILÁTICO

No caso de uma situação de impedimento de um docente por ficar contaminado com o vírus da COVID-19, as estratégias de substituição do Docente são as seguintes:

i) Na Educação Pré-Escolar

- No caso de impedimento de uma Educadora por se encontrar infetada pelo Vírus COVID-19 a Sala de Atividades ficará assegurada pela Assistente Operacional de Sala que desenvolverá as atividades com as crianças de acordo com um plano de atividades elaborado pela Educadora e disponibilizado on-line que será por si supervisionado.

- A Educadora será substituída nos termos definidos pela DGAE, pela funcionalidade disponibilizada para substituição por motivo de COVID-19.

ii) No 1º CEB

No caso de impedimento de um professor titular de turma por se encontrar infetado pelo Vírus COVID-19 tiver de interromper o serviço docente, a turma ficará temporariamente sob a responsabilidade do professor de apoio educativo com horas no estabelecimento de ensino, até à substituição do professor titular de turma, mediante requisição de substituição do horário, pela funcionalidade disponibilizada para substituição por motivo de COVID-19.

- Na eventualidade de um surto no estabelecimento de ensino que afete mais do que um docente, os alunos das turmas abrangidas ficarão em casa, seguindo as aulas em modalidade de ensino à distância (E@D), mediante conteúdos organizados pelo professor titular de turma, até à sua substituição por Docente a recrutar no sistema SIGRHE, pela funcionalidade disponibilizada para substituição por motivo de COVID-19.

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- Os alunos das turmas em que os professores das Disciplinas fiquem impedidos do exercício das suas funções docentes ficarão sem a aula indicada no seu Horário, até à substituição do docente pela funcionalidade disponibilizada para substituição por motivo de COVID-19.

- Excecionalmente e para adequado acompanhamento dos alunos e com o objetivo de se manterem em sala de aula atribuída à sua Turma, um docente que na hora em falta do colega impedido esteja disponível, sem Componente Letiva (CL) determinada no seu Horário, pode, voluntariamente, assumir o trabalho com a turma, mediante aplicação de plano de aula disponibilizado pelo Docente em falta, organizado nos termos gerais.

13. DIVULGAÇÃO

Este Plano será divulgado pelos sítios institucionais do Agrupamento na internet (página web e facebook), enviado via correio eletrónico ao pessoal docente, não docente e alunos. Os Encarregados de Educação serão sensibilizados, através do Diretor de Turma, para a importância e cumprimento do mesmo na reunião de início de ano letivo.

14. NOTAS FINAIS

A implementação destas medidas de prevenção e combate à pandemia da COVID-19 fica sujeita a eventuais alterações, decorrentes da avaliação da evolução da pandemia.

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16 ANEXO I - Laboratório de Físico-Química – Sala 9 /Laboratório de Ciências – Sala 10

/Arrecadações dos laboratórios Laboratórios:

Lotação máxima desejável:

Laboratório de Físico-Química – Sala 9 – 5 alunos por bancada sentados em zig-zag, (excecionalmente 6). Até 3 alunos sentados em mesas individuais (19 alunos no total). Laboratório de Ciências – Sala 10 – 5 alunos por bancada sentados em zig-zag. Até 4 alunos sentados em mesas individuais (19 alunos no total).

É conveniente que ocorra troca de sala, quando o número de alunos excede os 20.

As seguintes recomendações devem ser cumpridas nas atividades letivas e não letivas (ex: Clubes) que decorrem nos laboratórios.

- Devem respeitar-se todas as regras aplicadas nas restantes salas de aula.

- Na primeira aula nestas salas, o professor distribui os alunos pelas bancadas e cria-se uma planta da turma, que só será alterada por motivo de força maior.

- A entrada na sala deve ser ordenada. Entram primeiro os alunos da fila de bancadas mais afastada da porta, e assim sucessivamente, até à mais próxima, para evitar aglomerações. Durante a saída, a ordem deve ser inversa. Os trajetos estão devidamente assinalados com setas colocadas no chão.

- No início das aulas em que ocorram atividades laboratoriais, os tabuleiros com os materiais necessários encontrar-se-ão dispostos em cada bancada, com tudo previamente higienizado. - É proibida a partilha de qualquer material escolar pessoal (material de escrita, borrachas, folhas, máquina de calcular, etc). Quando estritamente necessário, nomeadamente durante a realização de uma atividade, os materiais de utilização comum têm ser obrigatoriamente higienizados pelos utilizadores, antes e após cada utilização.

- Durante a realização das atividades laboratoriais, os alunos utilizam luvas de proteção descartáveis.

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17 num saco e levada para posterior lavagem em casa.

- Quando for necessária a utilização de algum equipamento como balança analítica, estufa, ‘hotte’, ou outros, deslocar-se-á um grupo de cada vez e, preferencialmente, apenas um único elemento de cada grupo. O mesmo deve acontecer relativamente a procedimentos de arrumação e lavagem do material, no final da atividade.

- No final da atividade laboratorial, os alunos procedem à limpeza/desinfeção de todos os materiais/equipamentos utilizados. De seguida, devem retirar as luvas, com as precauções necessárias, e deitá-las ao lixo.

- Os laboratórios, bem como as arrecadações serão ventilados, preferencialmente através do reforço da ventilação natural, mediante arejamento, que deve ser assegurado, sempre que possível e, pelo menos, duas vezes por dia (no intervalo de almoço e ao fim do dia). Durante as aulas, desde que as condições climatéricas o permitam, a porta e a janela dos laboratórios devem estar abertas, de forma a promover o contínuo arejamento dos espaços.

Arrecadação comum:

- Não permanecer neste espaço mais de duas pessoas, simultaneamente. Arrecadação de Física e Arrecadação de Ciências:

- Não deve permanecer neste espaço mais de uma pessoa. ANEXO II- Pavilhão Gimnodesportivo

MEDIDASESSENCIAISEPRIORITÁRIAS

1. Condições de acesso e permanência nas instalações

● O acesso às instalações far-se-á pela entrada principal, onde os alunos devem permanecer em fila única mantendo a ordem e distância de segurança. A saída das instalações far-se-á pela porta vermelha lateral;

● Os circuitos no acesso às instalações desportivas estão devidamente identificados, obedecendo às regras de circulação, através de sinalética colocada no chão/paredes, de acordo com as normas de distanciamento e, sempre que possível, preconizada a circulação num só sentido, evitando o cruzamento entre pessoas;

● O acesso às zonas de prática desportiva no interior do pavilhão principal, realizar-se-á pela entrada junto da arrecadação de material, onde está colocado um tapete desinfetante e a saída pelo espaço junto do gabinete dos professores de educação física;

● Nos dias de Educação Física, os alunos devem vir equipados de casa, trazendo no saco/mochila calçado exclusivo para a prática desportiva, uma muda de roupa, toalhetes húmidos (balneários

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18 estarão interditos a banhos), garrafa de água, máscara e saco/ invólucro para a guardar no decorrer da prática de exercício físico. O equipamento deve estar devidamente identificado para evitar trocas;

● Devido à impossibilidade e às restrições de utilização dos cabides, toda a roupa e materiais dos alunos, têm que ser guardado na mochila/saco com que os alunos se fazem acompanhar para a aula educação física. Desta forma, os alunos devem fazer-se acompanhar apenas do material estritamente necessário para estas aulas, deixando todos os restantes pertences (ex: livros, lancheiras, etc…) na respetiva sala de aula da turma.

● As áreas de prática estarão devidamente delimitadas por marcas no chão, de modo a orientar o posicionamento dos alunos pelo distanciamento físico de, pelo menos, 3 metros;

● Serão dadas orientações aos alunos sobre como circular em segurança, praticando com os mesmos as transições entre espaços;

● Nos casos em que as aulas decorram no interior das instalações, deve ser assegurada nos intervalos e, sempre que possível, uma boa ventilação natural, através da abertura de portas ou janelas;

● Assegurar a limpeza e higienização dos espaços e equipamentos utilizados, entre aulas 2. Recursos materiais/ equipamentos / instalações

● Não há a cedência/empréstimo de qualquer tipo de material aos alunos ou aluguer/cedência de instalações a entidades/pessoas em nome individual externas à escola. ● A arrecadação de material encontrar-se-á sempre fechada e todo o material e equipamentos serão higienizados, após a sua utilização, nomeadamente materiais que possam ser partilhados. Por isso, serão garantidas medidas rotineiras de higiene das superfícies, dos materiais e dos objetos, de forma a reduzir o risco de contágio:

a) Limpeza e desinfeção das superfícies laváveis não porosas de equipamentos de uso comum com detergente de base desinfetante, (tais como bolas, raquetas, volantes, objetos gímnicos portáteis, etc.), antes e depois de cada utilização. Os alunos serão responsáveis pela desinfeção do material que utilizaram durante a aula;

b) Revestir as superfícies porosas de uso comum com película aderente, que serão limpas e desinfetadas antes e depois de cada utilização, e descartar a película ao final do dia;

c) A limpeza e higienização dos espaços utilizados será realizada entre aulas. 3. Proteção Individual

• Alunos: obrigatório o uso de máscara, na entrada e saída das instalações. Dispensa da obrigatoriedade do uso de máscara durante a realização de exercício físico;

• Professores de Educação Física: dispensa da obrigatoriedade do uso de máscara apenas durante a lecionação de períodos de sessões de exercício que impliquem realização de exercício físico; • Assistentes Operacionais: uso obrigatório de máscara e, em casos específicos que exijam proximidade, uso de avental descartável e luvas.

4. Restrição da capacidade

● Apenas será permitida a permanência nas instalações aos alunos durante os momentos de atividade letiva. Poderão estar nas instalações no máximo duas turmas em simultâneo.

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19 ANEXO III - Circuitos no Interior da Escola

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21 ANEXO IV - Salas de Informática, salas 04 e 05

Cada uma das salas 4 e 5 possui capacidade para 12 alunos (1 aluno por computador). É possível colocar 8 mesas com portáteis no centro das salas, perfazendo assim 20 lugares por sala. Quando a turma tiver mais de 20 alunos podem distribuir-se pelas duas salas que são contíguas. Neste caso é necessária a presença de um assistente operacional para auxiliar na supervisão dos alunos. As seguintes recomendações devem ser cumpridas nas atividades letivas e não letivas (ex: projetos) que decorrem nestas salas.

- Antes de entrar, todos devem proceder à higienização das mãos com solução desinfetante. - Na primeira aula, cada professor deve distribuir os alunos pelos lugares, 1 por computador. -No final da atividade, cada aluno deve proceder à limpeza/desinfeção de todos os materiais/equipamentos.

- É importante que as salas sejam ventiladas, preferencialmente através do reforço da ventilação natural, que deve ser assegurado, sempre que possível e, pelo menos, duas vezes por dia (no intervalo de almoço e ao fim do dia). Durante as aulas, desde que as condições climatéricas o permitam, a porta e as janelas devem estar abertas, de forma a promover a circulação de ar

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22 ANEXO V Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos

Horário de funcionamento: 9h00 - 17h00 Lotação máxima de 15 alunos.

1. Serviços Mínimos e Recursos Humanos

a) Serviços mínimos: Empréstimo para a sala de aula; empréstimo domiciliário; estudo individual; realização de trabalhos individuais em suporte digital

b) Atividades interditas: Trabalho de grupo; jogos; estudo individual com recurso a computadores portáteis próprios; partilha entre os utentes de equipamentos e de documentos durante a permanência na BE/CRE.

c) Recursos humanos a destacar para o normal funcionamento presencial destes serviços: assistente operacional alocada à BE/CRE; professora bibliotecária e membros da equipa da BE.

d) as atividades/serviços que podem recorrer a formas alternativas de trabalho ou de realização de tarefas, designadamente pelo recurso a teletrabalho (teleconferências e o acesso remoto): coordenação da BE/CRE ao nível de gestão e dinamização; apoio a alunos, a docentes e a pais e encarregados de educação; disponibilização de recursos educativos online.

2. Medidas essenciais e prioritárias a) Condições de acesso e circulação

● Entrada pela porta do lado direito, em fila única, e saída pela porta do lado esquerdo, de acordo com a sinalização.

● Dirigir-se obrigatoriamente ao balcão de atendimento, respeitando a sinalética colocada no chão, de acordo com as normas de distanciamento.

● A circulação faz-se de acordo com a sinalética colocada no chão, de acordo com as normas de distanciamento.

b) Condições de permanência

● Obter a autorização do assistente do balcão de atendimento que procederá ao encaminhamento do aluno e ao registo da sua presença no espaço da BE/CRE;

● Manter-se no lugar que lhe foi indicado.

c) Condições de requisição/acesso/consulta do fundo documental/equipamentos

● O acesso ao fundo documental (para requisição domiciliária, para a sala de aula ou para consulta na BE/CRE) é exclusivo do assistente operacional/equipa educativa que está no balcão de atendimento após pedido do aluno, presencialmente ou através de formulário google;

● O assistente operacional faz o registo da requisição e entrega o documento ao utente adotando procedimentos de segurança;

● O período de requisição domiciliária será aumentado para 15 dias, permitindo a sua renovação por email ou por telefone.

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23 d) Condições de devolução do fundo documental/equipamentos

● O material requisitado para a sala de aula deve ser devolvido pelo aluno/docente que o requereu, sempre que possível logo após a aula ou no prazo de 24 horas.

● Em qualquer circunstância de devolução, o utente depositará, num caixote preparado para o efeito, o material que requisitou que será depois higienizado.

e) Higienização e limpeza

● Colocação de dispensadores de solução antissética de base alcoólica (SABA) desinfetante para higienização das mãos, no balcão de atendimento e na saída;

● Todas as superfícies e equipamentos serão limpos após cada utilização;

● Abertura das janelas e portas, após cada turno, para permitir a renovação de ar.

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24 ANEXO VI Fluxo de Atuação perante caso suspeito de COVID-19

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