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4 alavancadores da inteligência emocional

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Academic year: 2021

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4

alavancadores da

inteligência

emocional

para lideranças

usarem com

suas equipes

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Vivemos em um mundo cada vez mais conectado no qual a instabilidade é a norma e a complexidade se acumula a passos largos. Este cenário impacta na habilidade esperada dos líderes em entender, comunicar e tomar decisões com convicção.

Apenas alguns conseguem ter a resiliência necessária para enfrentar os ambientes complexos e obter sucesso. Por isso,

contratar profissionais com competência emocionais desenvolvidas é o novo ponto de obsessão do mercado.

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Como mostra o estudo Future of Jobs

Survey 2018 do Fórum Econômico

Mundial, até 2022 a procura por

capacidades de Inteligência Emocional,

Pensamento Analítico e Inovação,

Aprendizado Ativo e Criatividade será

mais intensa do que a de profissionais

com perfis exclusivamente técnicos.

O Grupo Kronberg é especialista no aumento de receita e produtividade de empresas por meio da melhora de performance de profissionais. Sua metodologia é baseada em pesquisas e estudos cientificamente validados da neurociência, psicologia positiva e inteligência emocional. Este é o foco principal que as empresas devem ter para elevar sua receita atualmente, pois diferente de gerações anteriores que a forma de trabalho era baseada no comando, hoje para os resultados virem, os profissionais precisam estar engajados, dessa forma, trabalhar a parte emocional torna-se imperativo.

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Para Carlos Aldan, CEO da Kronberg, a inteligência emocional é uma habilidade estratégica para quebrar barreiras comportamentais que implodem o trabalho em

equipe e o diálogo com os clientes.

“Não dar atenção à forma

de se comportar e agir nos

parece insano. Em última

instância, a Inteligência

Emocional me ajuda a ser

intencional e a transformar

as emoções em um recurso

estratégico para mim e para

as pessoas à minha volta.”

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Problemas de relacionamento nas organizações estão sendo agravados pelo cenário de mercado mais complexo e diferenças geracionais, segundo Aldan.

E para endereçar motivadores intrínsecos, que hoje é o que valem para as novas gerações Y e Z, é fundamental ir além da capacidade de gestão. É necessário ser líder inspirador e líder coach. O que

determina essa capacidade é a inteligência emocional do profissional. A Kronberg adota uma metodologia de desenvolvimento de

competências emocionais focada em três áreas principais:

autoconsciência (reconhecer padrões e emoções), autorregulação (mudar comportamentos e atitudes) e autodireção (desenvolver empatia e propósito).

Veja a seguir como trabalhar essa metodologia na sua empresa, usando os quatro principais motivadores intrínsecos.

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Uma rede hoteleira atendida pela Kronberg conseguiu dobrar a conversão de vendas por meio de treinamento e coaching comportamental das equipes de atendimento. Aldan cita o caso da reservacionista de hotel, pessoa que atende ligações de clientes. Na grande maioria dos casos, o atendimento se resume a informar o cliente sobre preços e condições de estadia.

“Embora por esta função passe uma

quantidade enorme de receita potencial, as

funções de linha de frente são, com raras

exceções, tratadas como secundárias em

muitas organizações”

, observa. O treinamento envolve competências técnicas e habilidades

relacionais e comportamentais. “Preparamos o indivíduo para reconhecer o valor que tem no processo de geração de valor”, destaca.

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Nas empresas, a incapacidade de relacionamento é uma das principais causas de turnover, exemplifica Aldan.

“80% das demissões de executivos ocorrem

por problemas relacionais. Pode ter sido por

dificuldade de adaptação a mudanças ou

mesmo de navegar pelos meandros políticos

da organização.”

O mesmo acontece quando os executivos pedem demissão. A principal razão é justamente a dificuldade relacional com o superior imediato, acrescenta.

Uma das vantagens da inteligência emocional é aumentar a capacidade de empatia do líder, possibilitando que ele avalie situações de outras perspectivas. “Essa capacidade é essencial em situações de conflito, mediação e também em negociações. Portanto, são várias as atribuições do líder que exige um melhor controle e reflexão sobre as emoções”, afirma o CEO.

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Uma pesquisa da Oxford Economics, a Workforce 2020, feita na empresa alemã SAP, revelou que a geração Y (nascida depois de 1980) é mais estimulada pelos motivadores intrínsecos.

Os principais motivadores intrínsecos são relacionamentos,

reconhecimento, pertencimento e propósito, e estes aumentam o comprometimento e engajamento de equipes.

Outro fator incentivador é a abertura ao diálogo. O modelo de gestão dominante, baseado em comando e controle, não é bem absorvido pelos profissionais mais jovens, observa Aldan. As gerações Y e Z começam a ser maioria no mercado de trabalho e valorizam muito o diálogo e o propósito nas relações profissionais. Motivadores extrínsecos, como salário, bônus e status, embora indispensáveis, deixam de ser a principal fonte de vantagem competitiva na atração de talentos nesta era de inovação.

“O desafio da liderança é o de incorporar as

dimensões de líder inspirador e de

líder coach, para libertar os dons de

iniciativa, criatividade e paixão, precursores

de inovação no ambiente de trabalho.

Pagar 20% a mais para o colaborador ser

mais criativo não vai funcionar,”

atesta.

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Nem sempre decisões técnicas levam aos melhores

resultados. Na liderança, dominar competências emocionais é essencial, acrescenta Aldan. Foi o que aconteceu no Brasil com a Siemens Healthineers – divisão de equipamentos médicos da Siemens. Acostumada com grandes

desempenhos no Brasil e no mundo, a empresa viu o

mercado de diagnóstico de imagens encolher 40% por conta da alta do câmbio.

O contexto desfavorável abalou a confiança da empresa, que não entregou os resultados esperados e deixou o ambiente interno bastante pessimista. Pressionada para diminuir custos e pessoal, a Siemens Healthineers contratou a Kronberg para ajudar a alta liderança a reconduzir a

empresa aos bons resultados.

Como o foco tradicional em expertise técnica não produziu engajamento e resultados, a Kronberg trabalhou em

premissas comportamentais, como pertencimento, propósito, relacionamentos e espírito de equipe. Uma das dimensões

atingidas pelo treinamento da liderança mostrou a importância de descobrir os propósitos individuais e como eles influenciam as decisões.

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Um dos resultados da iniciativa foi o aumento do nível de

engajamento da empresa, que aumentou 37% após o programa.

“O cenário atual é bastante diferente e para

ser líder de equipe são imprescindíveis

respeito, confiança, integridade,

autoconsciência, autorregulação, empatia

e propósito.”

Habilidades que são mais emocionais do que técnicas.

“Hoje, tenho que criar um ambiente de iniciativa, criatividade e paixão no trabalho. E eu crio esse ambiente não com capacidade intelectual, mas emocional. Daí a relevância da Inteligência

Emocional, porque é ela que me habilita a estimular os dons individuais de cada um,” finaliza Aldan.

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Expediente

| Amcham Brasil |

Deborah Vieitas

CEO da Amcham Brasil

Dirceu Pinto

Superintendente de Comunicação & Marketing

Renata Granato

Gerente de Patrocínio

Herbert Barlow

Coordenador de Marketing Digital

André Inohara

Jornalista

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