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LA TROBE UNIVERSITY
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Enquanto o m a r fôr a via de comunicações mais im-portante para as relações comerciais e logísticas das nações, a Missão básica da Marinha permanecerá sem-pre a m e s m a : manter o domínio das comunicações marítimas de forma a que elas possam ser utilizadas por nós e negadas ao inimigo.
Esta faculdade é expressa pelo conceito de Domí-nio do Mar.
Ela é obtida com o exercício do Poder Marítimo e não pode ser comparada à ocupação do terreno na guerra terrestre; significa, não u m a verdadeira possessão das águas, as quais são u m meio e não u m objetivo de valor intrínseco, porém, a possibilidade de usá-las e a capacidade de negar ao adversário a sua utiliza-ção. É necessário, por conseguinte, considerar, não o elemento e m si m e s m o , mas os interesses que nele se desenvolvem.
Daí a importância das comunicações marítimas, quer as de ultramar quer as costeiras. E m tempo de paz, são as artérias da vida econômica do país e, e m caso de guerra, tornam-se absolutamente indispensáveis não só pelas exigências desta m e s m a natureza, que são perma-nentes, c o m o pelas necessidades criadas pelo próprio
estado de beligerância, que é u m tremendo devorador de matérias primas e outros produtos que não existam e m nosso território.
O Brasil, dispondo de cerca de 4000 milhas de fron-teiras marítimas e fazendo a quase totalidade d o seu intercâmbio, quer interno quer externo, por via marí-tima, necessita dos elementos que lhe assegurem a utilização dessas comunicações.
Os elementos a que nos referimos são constituídos pelo conjunto de navios de vários tipos, de guerra e mercantes, e os apoios d o litoral representados pelas Bases Navais e Arsenais.
Em resumo, é para isto que serve a tua Marinha : para a manutenção do tráfego marítimo — indispen-sável, na paz, às relações comerciais que produzem as divisas imprescindíveis à nossa economia e, na guerra, vital para a própria sobrevivência da Pátria que de outro m o d o será lentamente asfixiada, sem poder manter a ligação entre seus territórios n e m receber d o exterior a ajuda material e militar que lhe permita continuar a luta.
"Com a possibilidade de usar o mar acontece o mesmo que com todos os bens deste mundo: somente nos apercebe-mos do seu valor quando soapercebe-mos repentinamente privados deles".
I 2 3 4 5 6 7 8 9 IO n 12 - Aços especiais - Aviões e acessórios - Asbestos - Aparelhos de radar - Antimônio - Acetatos - A p . rádiocomunicações - Anilinas - Ácidos e m geral - Carvão de pedra - Cobre - C h u m b o 25 26 V 28 29 30 31 32 }} 34 35 36 - Inseticidas - Instalações frigoríficas - Juta - Lã - Locomotivas - Munições - Mercúrio - Máquinas diversas - Níquel - Óleo combustível - Óleos lubrificantes - Óleo Diesel 13 H 15 16 V 18 19 -20 • 21 -22 -23 • 2 4 -- C á d m i o - Cortiça - Cobalto - Carborundum - Enxofre - Estanho - Farinha de trigo - Fosfatos • Folhas de flandres - Gasolina - Grafite - Geradores elétricos 37 38 39 40 4i 42 43 44 45 46 47 48
- Papel para impressão - Produtos farmacêuticos - Querosene - Sulfatos - Soda cáustica - Salitre - Tratores
- Tubos de ferro e aço - Vanádio
- Veículos a motor - Vagões
A Marinha
do Brasil na
História da
nossa Pátria
•"INDEPENDÊNCIA OU MORTE"
7 de setembro de 1822
•••nH t-l^Wi B B I Q É Í » ^f •]^^H Br JmQy^ >r 4É1 Hv^^Bk^HBtíMMlH^hkV RÉ^T^E^h^T^^Ê? ^^s^^- ^ ^ ^ ^ r ^ * j ^~**m
Havia sido dado, ás margens do Ypiranga, o brado daIndependência; restava ainda consolidar nossa emancipa-ção onde quer que devesse tremular, ufanosa, a Bandeira da jovem Nação.
Coube à Marinha, recém - organizada por Barbacena, essa honrosa e patriótica tarefa.
Em que se consagraram homens como:
Lord Cochrane - John Taylor - João de Oliveira
Botas Freire Garção David Jewet John Grenfell -Joaquim do Couto - Rodrigo Lobo - Pinto Guedes.
E empenhou-se, vitoriosa sempre, nas imorredouras campanhas da:
LIBERTAÇÃO DA BAHIA - LIBERTAÇÃO DO
MA-R A N H Ã O - L I B E MA-R T A Ç Ã O D O P A MA-R Á - C I S P L A T I N A
Opinião de Calógeras, um grande estudioso de nossa forma-ção : "o valor militar de Lord Cochrane foi um ponderável fator para que o 'Brasil, ao proclamar a sua Independência,
S. Pedro e S. Paulo
(BiROOTC©
n o s C R U Z E I R O S D O mramèlora K^Dohrane. N A C A M P A N H A D AÊNQABOBPAS
A BORDO DA NAUPEDRO 2
em 1823 t Martim Vaz RIO D E JANEIRO /. Grande \ \ ^Õ S. Sebastião < * Cananéafeorf
GUERRA DO PARAGUAI
1864 — A ambição de u m tirano ergue-se como uma amea-ça à integridade de seus vizinhos.
1865 — Mato Grosso é invadido - Corrientes é ocupada. Forma-se a Tríplice Aliança e a guerra do Paraguai inicia sua epopéia de sangue e ruína.
A Marinha abandona o mar e cumpre seu dever dominando as vias fluviais que dão acesso ao inimigo.
11 de junho — A B A T A L H A N A V A L D O RIA-C H U E L O é o marco inicial de u m a campanha vitoriosa.
Tamandaré, Barroso, Inhaúma, Mariz e Barros, Greenhalgh e Marcílio Dias foram os heróis que gravaram e m nossa história os fastos inolvidáveis que foram, além de Riachuelo:
P A S S O D A P Á T R I A
H U M A I T Á
C U R U Z Ú - CURUPAITÍ
M A N D U V I R Á
Carta do General Ozorio ao Almirante Marquês de Tamandaré, em 6 de feve-reiro de 1866: "Eu tenho profunda con-vicção de que a Marinha salvou a causa da Tríplice Aliança em 11 de junho."
BATALHA NAVAL D O RIACHUELO Quadro de De Martino - 1866
191
1918
PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL
Cabe à Marinha, inicialmente, a importante missão de manter a neutralidade dentro dos limites das nossas águas territoriais.
C o m o torpedeamento de navios brasileiros a 26 de outu-bro de 1917, o Brasil reconhece e proclama o estado de guerra iniciado pelo império alemão contra o nosso país.
A Marinha, sempre presente onde a honra e os interesses da Pátria estão e m jogo, apresta u m a Divisão Naval para operações de guerra e m águas européias — a D N O G — à qual coube o patrulhamento da área compreendida entre D A K A R , C A B O V E R D E e G I B R A L T A R .
Frontin foi o Chefe tenaz e intimorato — E, às agruras da guerra, juntou-se a peste e m Dakar, fazendo 464 vítimas dentre os 2000 homens que guarneciam os nove navios
da D N O G .
No seu relatório ao Almirantado, o Almirante Grant, da Marinha Britânica, Comandante da Esquadra de Gibral-tar, assim se referiu à nossa DNOG: "Recomendo muito especialmente a Divisão Naval Brasileira. Entre navios de sete nações que tive sob minhas ordens, os brasileiros só me causaram satisfação".
D.AT.O.G
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Centro e SulSEGUNDA GUERRA MUNDIAL
N o v a m e n t e a guerra incendeia os mares d o m u n d o . E, mais u m a vez, a Marinha m a n t é m a neutralidade brasileira patru-lhando nossas águas territoriais
A 19 de agosto, cinco navios brasileiros são torpedeados. O estado de guerra é proclamado.
D e T R I N I D A D ao R I O G R A N D E — através 3895 milhas marítimas, coube à Marinha do Brasil, nesta fase de nossa História, a árdua missão de, n o intransponível silêncio das imensidões oceânicas, quer patrulhando e protegendo o nosso extenso litoral, quer escoltando comboios internacionais, manter, acobertadas de perigos, as rotas marítimas que asseguravam a subsistência dos brasileiros d o Norte, Sul e Centro, e o suprimento indispensável à vida do País.
Com Chefes como Soares Dutra, alguns milhares de homens lutaram ativamente contra os agressores submarinos inimigos.
E, Garcia D'Avila, Gastão Moutinho, Aristides Garnier, Rosauro, Júlio M o u r a , Sargento Moraes Lima e Cabos Pereira da Silva e Joaquim Lima, são alguns dos mil bravos marujos, das Marinhas de Guerra e Mercante, tombados n o caminho d o dever e da honra e cujos restos mortais vagueiam ao sabor das ondas, tendo, apenas, para lhes abençoar a última morada o signo resplendente d o Cruzeiro.
Opinião do Almirante Ingram, Comandante da 4? Esquadra Americana: "Tive oportunidade de apreciar de perto a bravura e a capacidade dos marinheiros do Brasil. As operações que esses bravos marujos se encarregaram foram de suma
importân-cia, e os esforços dispendidos foram _ tremendos. E preciso que o povo brasileiro tenha conhecimento do que foi a tarefa desses
A Batalha do Atlântico
Por duas vezes, neste século, a Humanidade teve o seu destino intimamen-te ligado ao desfecho de duas guerras que, envolvendo de rojão, nas suas terríficas e inevitáveis malhas, a totalidade dos povos do m u n d o , levaram a m o r -te e a destruição a todos os recantos da -terra.
Nessas duas guerras o OCEANO ATLÂNTICO representou elemento da mais alta importância geográfica, política e estratégica.
Sob o aspeto geográfico, as fronteiras das suas águas encerram uma área marítima de 41.322.000 milhas quadradas, o que representa a segunda das mais extensas su-perfícies oceânicas do Universo.
Sob o ponto de vista político-estratégico, as grandes potências que lutaram pela liberdade e pelos ideais democráticos dos povos livres, os maiores centros indus-triais, as grandes reservas de matérias primas estratégicas e as mais fecundas fon-tes supridoras de produtos integrados à vida e ao b e m estar da H u m a n i d a d e en-contram-se localizados nas proximidades ou ao longo de sua extensa orla.
O conjunto de tão apreciáveis fatores faz com que o ATLÂNTICO seja sempre, tanto na paz c o m o na guerra, percorrido pelo mais denso tráfego marítimo do M u n d o , essencial às relações humanas entre a quase totalidade dos povos e à pró-pria existência de cada u m deles.
Números expressivos são os 1400 navios que, na última guerra, diariamente, nave-gavam por suas estradas líquidas.
A B A T A L H A D O A T L Â N T I C O foi, essencialmente, u m combate sem tré-guas aos submarinos inimigos que concentraram todo o peso do seu ponde-rável poder ofensivo numa desesperada tentativa de paralizar as principais rotas marítimas de comunicações, comércio e abastecimento dos aliados naquele oceano.
Para se ter uma idéia do que foi essa luta basta dizer que, de um total de 4786 navios mercantes, neutros e aliados, afundados por ação inimiga e m
todo o mundo, 3109 o foram no Atlântico.
Islândia | ,xf llka Faerit9^ * Cabo Farewell f^X-Terra Nova Nova Encacia Açores • ••
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NAVIOS MERCANTES AFUNDADOS 40°-( POR SUBMARINOS NO ATLÂNTICO
DO C O M E Ç O DA G U E R R A A T É A C A M P A N H A DA N O R U E G A 3 S E T E M B R O 1939 - 9 A B R I L 1940 *0 Geórgia do Sul '. Arq. Sanduneh 10» Dj-*~\l»landia ^<f $ T + *•*• *-++ + + •
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Ilhas Falkland ^J Geórgia do Sul
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Esta impressionante seqüência de quadros, onde são assinalados os afundamentos de mercantes e m diver-sas épocas, e m b o r a não mostre a reação que natu-ralmente existiu, evidencia claramente a nossa res-ponsabilidade n o Atlântico, pois é óbvio que o Bra-sil, desfrutando nessa área de u m a posição geográfi-ca da mais alta importância estratégigeográfi-ca e detentor de aproximadamente 4 0 0 0 milhas de suas amplas fronteiras litorâneas, esteve e estará inevitavelmente
envolvido em qualquer disputa que se desenvolva em suas águas.
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CAMPANHA NAS A'GUAS AMERICANAS 7 D E Z E M B R O 1941 - 31 JULHO 1942 Ilhas Falkland °0 Geórgia ao Sttl 1 • Aro. Sandíoieh : •: i / \ - * ~ Y L Islândia + ++ llha Sh. v s /• VÍ+++ . v+ ++ + <y •• J. + + ++ ^k?" + 4 0 » Vir'" Norf, . + llha Madeira Ilhas Canárias *,.+t V . 4* tmttJS*t\* ** "haCaboVerde^i1 L Dakar Recife*) ++ T -Salvador i K í * /Mo S. Helena, Rio de Janeiro *_J " uha Trindade
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NOVA OFENSIVA AS ROTAS DOS COMBOIOS 1 AGOSTO 1942 - 21 MAIO 1943 Ilhas Falkland
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Principais
tipos de
navios
de guerra
O núcleo de u m a Força Naval moderna, c o m sua im-portância demonstrada pela experiência das últimas guerras, é o Navio-Aeródromo, c o m u m e n t e conhecido c o m o porta-aviões. A l é m da possibilidade de levar os esclarecimen-tos necessários a grandes distâncias, é êle unidade excelente pela capacidade ofensiva, podendo fazer sentir sua ação des-truidqra, através os aviões, a centenas de milhas de distân-cia. É, entretanto, frágil e m relação a ataques aéreos inimi-gos, necessitando, por este motivo, de cobertura de outros tipos de navios.
Para que u m a Força Naval possa cumprir cabalmente todas as missões que lhe forem atribuídas é mister dispor de u m ou mais navios aeródromos e, consequentemente, de aviação naval.
O Encouraçado, embora tenha perdido o i.° lugar, perma-nece, graças à sua artilharia de médio e pequeno calibre (com mais de ioo canhões) c o m o u m dos melhores supor-tes anti-aéreos das forças de navios aeródromos. A l é m disso, c o m a sua artilharia de grosso calibre e couraçamento do costado e do convés, é o navio indicado para o combate c o m outros da m e s m a categoria, e t a m b é m para as operações de bombardeio prolongado contra o litoral.
Segue-se o Cruzador que, se por u m lado perdeu parte da sua utilidade de antigamente c o m esclarecedor a grandes distâncias das forças navais, ganhou e m virtude de sua ver-satilidade, novas tarefas de grande importância.
A sua classificação simplificou-se, existindo atualmente as denominações de Ligeiro e Pesado, somente para indicar o calibre dos canhões c o m os quais são armados, respectiva-mente menores ou maiores de 152 m m ; entretanto, as mis-sões essenciais de ambos os tipos são as mesmas.
Neste período de paz por que passamos, quando se observa as mais intensas transformações nos armamentos, o Cruzador, o "pau para toda obra" naval, conserva sua posição inalte-rada, sempre pronto a fazer sentir o peso da artilharia con-tra navios semelhantes; ou a apoiar Concon-tratorpedeiros que ataquem; ou a garantir as operações de Navios-Aeródromos e Encouraçados, defendendo-os contra aviões audazes; ou a bombardear costas hostis; ou a cooperar e m ações terrestres ribeirinhas; ou m e s m o , seguindo nas águas das Fragatas an-cestrais, a esclarecer e cruzar os mares e m disputa ou a lançar-se e m corso agressivo contra as linhas de comunica-ções vitais de u m adversário.
O s Contratorpedeiros, t a m b é m conhecidos c o m o destroyers, são navios de alta velocidade, grande mobilidade, tamanho moderado (de 900 a 4200 toneladas de deslocamento) e seu armamento principal é constituído por tubos de torpedos. O raio de ação e a proteção estrutural são sacrificados e m benefício das outras características.
São usados c o m o cobertura contra ataques de navios maio-res e contra ataques aéreos; c o m o armas de oportunidade destinam-se a atacar navios inimigos maiores c o m torpedos e, por outro lado, a repelir ataques de seus semelhantes; são usados t a m b é m c o m o escolta de comboios e no apoio a operações de desembarque.
Sua eficiência é muito aumentada quando operam e m floti-Ihas, atacando o inimigo simultaneamente de diversas direções. N ã o dispondo de proteção de couraça n e m de muitos com-partimentos estanques, defendem-se de navios maiores utili-zando sua velocidade e mobilidade ou ainda a cortina de fumaça.
Existem ainda os Contratorpedeiros-Lider e os Contratorpe-deiros de Escolta. O s primeiros são os de maior tonelagem,
dispondo de acomodações para o C o m a n d o da Força e res-pectivo Estado-Maior e m virtude deste tipo de navio ser geralmente grupado e m flotilha e não existir, nos tipos m e -nores, tais acomodações. A l é m disso, dispõem de maiores recursos e m radars e aparelhos de radiocomunicações e tam-b é m de u m conjunto de equipamentos (em sua maioria ele-trônicos) por meio dos quais se obtêm, coletam e disseminam as informações necessárias às manobras durante o combate ou ainda ao controle e interceptação de aviões inimigos. Este conjunto é o C I C - Centro de Informações de Combate. O Contratorpedeiro de Escolta é um Contratorpedeiro des-tinado especialmente à escolta de comboios e ataques a sub-marinos, relativamente barato, e de fácil construção e m grande escala.
É equipado c o m grande número de bombas de profundida-de, armamento de calibre médio, de duplo efeito, composto de canhões de y6 ou 120 m m , armas automáticas e, alguns, têm 3 tubos de torpedos.
E m comparação c o m os demais Contratorpedeiros, eles são menores e sua velocidade é bastante reduzida.
A importância do Submarino na guerra no m a r é inversa-mente proporcional ao seu tamanho. É c o m u m , para u m simples submarino, afundar 20 vezes a sua própria tonelagem e m mercantes inimigos.
É êle u m navio capaz de imergir, podendo operar na super-fície do mar ou debaixo dela. Suas qualidades principais são: imergibilidade, armamento (tubos de torpedo) e raio de ação.
Tornando-se praticamente invisível enquanto imerso e po-dendo avistar os outros navios por meio do periscópio, o submarino é essencialmente u m a arma de surpresa, que pode aproximar-se bastante do inimigo para lançar tor-pedos. Possui grande raio de ação e m virtude de poder transportar combustível e m seus tanques de lastro.
É muito vulnerável ao tiro de canhão e às bombas de pro-fundidade, e a sua melhor defesa é manter-se invisível.
Operando e m águas inimigas, é habitual aos submarinos viajar na superfície durante a noite e imergir, a fim de evi-tar a deteção, durante o dia.
O s submarinos operam sozinhos ou e m flotilhas e a sua missão é afundar navios inimigos por meio de torpedos; além disso são muito úteis e m missões de reconhecimento e observação; no desembarque de "comandos"; na evacuação de civis e feridos; no socorro a aviões, e no bombardeio de portos a fim de obter efeito psicológico e ainda no lan-çamento de minas.
Existem ainda muitos outros tipos de navios que passaremos somente a enumerar :
Navios varredores: — utilizados para varrer as minas dos canais, passagens estreitas, etc.
Navios Mineiros : — empregados para semear campos de minas.
Corvetas e Fragatas : — destinadas à patrulha anti-submarino e à escolta de comboios.
Caça - submarinos : — usados na guerra anti-submarino e na escolta de comboios.
Lanchas - torpedeiras — empregadas na patrulha de águas costeiras, podendo atacar com
torpedos lançados à curta distância.
Embarcações de desembarque : — existem de vários tipos e são destinadas ao
desembar-que de homens, armamentos, veículos e material nas operações anfíbias.
Navios • auxiliares c o m o seu n o m e indicando o emprego, existem : transportes de tropas, transportes de carga, oficina, hospital, tanques, tender, balizadores, faroleiros, hidrográficos, rebocadores, etc. etc.
Cruzadores
BARROSO" e "TAMANDARÉ"
Contratorpedeiros
"MARCÍLIO DIAS", "GREENHALGH" e "MARJZ E BARROS"
osso Esquadra
e m 1954
"AMAZONAS" Contratorpedeiros 'ACRE", "ARAGUAIA", e "ARAGUARÍ" "APA", "AJUR1CABA" Contratorpedeiros de escolta"BAURU", "BERTIOGA", "BEBER1BE", "BABITONGA", "BRACUÍ", "BAEPENDÍ", "BENEVENTE" e "BOCAINA"
Submarinos
Cruzadores tipo "Barroso"
Compr: 18$ m Boca: 21 m Calado: 7,3 m Desloc: 12400 ton Veloc: 3 2 nós Propulsão: Turbinas -100.000 H P Armamento: 15 - 152 m m ; 8 - 127 m m ; 28 - 40 m m A A ; 24 - 20 m m A A .
Contratorpedeiros tipo "Marcílio Dias"
Compr: 104 m Boca: 10,6 m Calado: 3,5 m Desloc : 2200 ton VeDesloc : 36 nós Propulsão : Turbinas -42.800 H P Armamento: 5 - 127 m m ; 4 - 4 0 m m A A ; 4 - 2 0 m m A A ; 4 tubos de torpedos; 2 calhas e 4 morteiros de bombas de profundidade.
Contratorpedeiros tipo "Amazonas"
Compr: 98,5 m Boca: 10,6 m Calado: 2,4 m Des-loc: 1800 ton VeDes-loc: 34 nós Propulsão: Turbinas-34.000 H P Armamento: 3-127 m m ; 2 - 4 0 m m A A ; 2 - 20 m m A A ; 6 tubos de torpedos; 2 calhas e 2 morteiros de bombas de profundidade.
Contratorpedeiros de escolta tipo "Bertioga '
Compr: 93 m Boca: 11,2 m Calado: 3 m Desloc: 1600 ton Veloc: 19 nós Propulsão: Diesel - elétrica 12.000 H P . Armamento: 3 - 76 m m : 2 - 40 m m A A ; 8 - 20 m m . A A ; 3 tubos de torpedos; 2 calhas, 8 morteiros de bombas de profundidade e 1 lança-bomba granada.
Submarinos tipo "Tupi"
Compr: 59,5 m Boca: 6,4 m Calado: 3,9 m Desloc: 820 ton VeDesloc: 14/7.5 nós Propulsão: Diesel
-IJOO H P . Armamento: 1 - 101 m m ; 4 - 1-3 m m A A
e 6 tubos de torpedos.
Contratorpedeiro "Marcilio Dias"
Corvetas
"CARIOCA", "CANANÉA", "CAMOCIM" "CARAVELAS"
'CABEDELO"
Corvetas
"IMPERIAL MARINHEIRO", "IPIRANGA", "BAIANA", "CABOCLO", "FORTE DE COIMBRA", "ANGOSTURA"
"IGUATEMÍ", "MEARIM", "PURÚS" e "SOLIMOES"
Caça - submarinos
"GUAJARÁ", "GRAÚNA", "GRAJAÚ", "GUAPORÉ" e "GURUPÍ"
Caça - submarinos
"PIRANHA", "PIRAJÚ", "PIRAÚNA", "PIRAQUÊ", "PIRAPIA" e "PIRAMBU"
Transportes
"CUSTÓDIO DE MELLO" e "BARROSO PEREIRA'
Wkífmmmm
i
-Rebocadores
Corvetas tipo "Carioca"
Compr: 57,3 m Boca: 7,6 m Calado: 2,4 m Desloc:
750 ton. Veloc: 15 nós Propulsão: Máq. Alt-2.200 H P Armamento: 1 - 101 m m ; 4-20 m m A A 2 calhas, 2 morteiros de bombas de profundidade e 2 lança bomba-foguete.
Corvetas tipo "Imperial Marinheiro"
Compr: 56 m Boca: 9,5 m Calado: 4,6 m Desloc: 950 ton Veloc: 15 nós Propulsão: Diesel- 2000 H P Armamento : 1 - 76 m m ; 4 - 2 0 m m A A
Caça-submarinos tipo "Cuajará"
Compr: 53 m Boca: 7 m Calado: 2,2 Desloc: 400 ton Veloc: 22 nós Propulsão: Diesel - 3750 H P Armamento: 1 76 m m ; 1 40 m m A A ; 3 -20 m m ; 2 calhas, 2 morteiros de bombas de profundi-dade e 2 lança bomba-foguete.
Contratorpedeiro "Amazonas"
Contratorpedeiro-escolta "Bauru"
Corveta "Cananéa"
Caça-submarinos tipo "Piranha"
Compr: 39 m Boca: j,8 m Calado: 1,8 m Desloc: 130 ton Veloc: 20 nós Propulsão : Diesel - 890 H P Armamento: 1 - 40 m m A A ; 3 - 2 0 m m A A ; 2 calhas, 2 morteiros de bombas de profundidade e 2 lança bomba-foguete.
Transportes tipo "Custódio de Mello"
Compr: 119,4 m Boca: 16 m Calado: 6,2 m Des-loc: 8200 ton VeDes-loc: 17 nós Propulsão: Turbina-4800 H P Armamento : 4 - 76 m m ; 4 - 40 m m A A .
Rebocadores tipo "Tritão"
Compr : 47 m Boca : um Calado : 4,2 m Desloc : 835 ton Veloc: 13 nós Propulsão: Diesel elétrica -15oo H P .
Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro
Bases Navais
e Arsenais
A experiência das últimas guerras tem confirmado que, cada vez mais, as esquadras modernas pre-cisam dos elementos componentes de Bases e Arsenais para se manterem n o mar, c o m maior grau de conti-nuidade, na expressão dinâmica d o Poder Marítimo. Em outras palavras, é necessário que as operações na-vais não sejam interrompidas a fim de que os navios regressem às bases, muitas vezes distantes, para se re-abastecerem de combustível, suprimentos, sobressalen-tes, etc. ou para reparos.
Base Naval do Recife ( cais e m construção)
N u n c a é demasiado dar-se a ênfase que merece este conjunto de elementos logísticos, caracterizado por tais Bases e Arsenais. Os elementos móveis, componentes do Poder, ficam depen-dentes das posições ao nosso dispor, e o resultado que se pode esperar de ações navais n u m a determinada área, depende, precípuamente, da localização estratégica de nossas Bases que apoiarão as Forças Navais.
O domínio de determinada área marítima não pertencerá
àquele que possuir u m a Força Naval mais poderosa, mas àquele que melhor combinar harmônicamente os fatores de poder e posição. O s elementos de posição d e v e m estar e m situação de apoiar a Força Naval naquele quadro estratégico e, também, possuir u m certo grau de auto-suficiência no que diz respeito a abastecimento e suprimento, e ainda à defesa frente a ata-ques inimigos de características locais.
Base de Submarinos
Bases, sem uma Força Naval organizada, nada significam,
po-rém, u m a força móvel organizada, sem Bases, é, muitas vezes, reduzida à impotência.
As posições estrategicamente situadas não servem unicamente
no sentido geográfico de sua localização; têm que ser prepa-radas pela m ã o do h o m e m para que se tornem realmente ele-mentos de apoio das Forças Navais, aumentando o seu Poder e não representando u m a sangria nesse Poder, isto é, requeren-do forças para a sua defesa.
O Brasil dispõe de um litoral muito extenso, cerca de 4000
milhas marítimas e, portanto, necessita dos pontos de apoio im-prescindíveis às operações da Esquadra.
A s Bases e Arsenais requerem operários especializados e m construção naval
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Dique da Base de Val-de-Cães, Belém-Pará ( e m final de construção)
Pessoal e Escolas
Aqueles que desejam seguir a carreira militar en-contram na Marinha quatro grandes possibilida-des: o Oficialato da Ativa, o Oficialato da Reserva, o Corpo do Pessoal Subalterno da A r m a d a e o Corpo do Pessoal Subalterno do Corpo de Fuzileiros Navais. Os oficiais da ativa são Combatentes ou dos Quadros de Serviços.
São combatentes os do Corpo da Armada e do Corpo de Fuzileiros Navais.
Os Intendentes, os Engenheiros e Técnicos Navais, os Médicos, os Dentistas, os Farmacêuticos e Quími-cos constituem os Quadros de Serviço da Marinha.
O ingresso nos Corpos Combatentes e no Corpo de Intendentes da Marinha se faz através dos cursos do Colégio Naval e da Escola Naval, que correspondem, respectivamente, ao científico (em parte) e ao superi-or. A aprovação nos cursos da Escola Naval, de du-ração maior para o Corpo da A r m a d a que para os outros, dá direito à praça especial de Guarda-Marinha e, depois de u m estágio de adaptação, à promoção ao posto de Segundo-Tenente, primeiro do oficialato.
O ingresso nos demais Corpos e Quadros se faz por concurso, no Posto de Segundo-Tenente para os Den-tistas, Farmacêuticos e Químicos e no de Primeiro-Tenente para os Médicos.
O Corpo de Engenheiros e Técnicos Navais começa no Posto de Capitão-Tenente, nele podendo ingressar civis diplomados e m engenharia e oficiais do Corpo da Armada.
Escola de Aprendizes de Santa Catarina
C o m o Primeiros-Tenentes, os oficiais do C o r p o da A r m a d a são obrigados a fazer u m curso de especialização — de Máquinas, A r m a m e n t o , Eletrônica, Submarinos, Comunicações o u H i -drografia — n u m a das Escolas de Especializa-ção de Oficiais.
Todos os oficiais superiores fazem, na Escola de Guerra Naval, cursos- de C o m a n d o , Supe-rior de C o m a n d o , de Estado-Maior e Direção de Serviços, organizados especialmente de acordo c o m o C o r p o a que pertencem. O ingresso no oficialato da reserva se faz
através dos Centros de Instrução de Oficiais da Reserva da Marinha ( C I O R M ) , existentes na Capital Federal e e m Salvador, Estado
da Bahia.
Os cursos são de dois anos, para acadêmicos, ministrados de preferência nos períodos de fé-rias universitáfé-rias e aos sábados e domingos, diferentes para os Corpos da A r m a d a , de Fu-zileiros Navais e de Intendentes da Marinha. A aprovação neles dá direito à praça especial
de Guarda-Marinha da Reserva e, após u m estágio de adaptação, à p r o m o ç ã o ao posto de Segundo-Tenente da Reserva.
Cogita a Marinha de oferecer uma carreira regular aos oficiais da reserva que se distin-guirem por suas qualidades, permitindo-lhes excepcionalmente chegar até ao posto de Ca-pitão - de - M a r - e - Guerra.
O ingresso no Corpo do Pessoal Subalterno da A r m a d a se faz através das Escolas de Apren-dizes Marinheiros, existentes e m diversas das capitais de nossos Estados, e do alistamento de voluntários, principalmente para os Q u a -dros de Taifeiros. A s praças assim alistadas são obrigadas a prestar exames de habilitação às diversas promoções e fazer cursos de especialização e aperfeiçoamento. P o d e m ser: m a -quinistas, motoristas, eletricistas, torpedistas, artilheiros, telegrafistas, escreventes, carpintei-ros, enfermeicarpintei-ros, rádio-técnicos, torneiro-fresa-dores, ferreiros, caldeireiro-soldatorneiro-fresa-dores, taifei-ros-arrumadores, cozinheiros, barbeiros o u pa-deiros.
Centro de Instrução Almte. Wandenkolk Ilha das Enxadas
O s diversos cursos se fazem nos Centros de Instrução e nas Escolas de Especialização, sedia-dos na Capital Federal, e m Natal e e m Flo-rianópolis.
Os marinheiros, que iniciam a carreira como grumetes, p o d e m chegar a suboficiais, desde que, além da aprovação nos exames e nos cur-sos mencionados, preencham os requisitos de comportamento e renovem voluntariamente seus periódicos compromissos de serviço.
Corpo de Fuzileiros Navais
O s que desejam prestar serviços c o m o praças do C o r p o de Fuzileiros Navais, depois de vo-luntariamente alistados, são incorporados à C o m p a n h i a Escola, no Rio, e às Companhias Regionais, nos Estados, para receberem a ins-trução básica e longo adestramento. Fazem cursos especiais para a promoção a cabo e sargento e prestam exames de habilitação à promoção a suboficial. O s que se destinam às especialidades de telegrafia, sinais, escrita e m ú -sica fazem os cursos correspondentes.
O s suboficiais que se revelam c o m aptidões para o oficialato, mediante concurso, p o d e m ingressar no Q u a d r o de Oficiais Auxiliares da Marinha ou Q u a d r o de Oficiais Auxiliares do C o r p o de Fuzileiros Navais, conforme o Cor-po a que pertencem. Estes Quadros oferecem carreiras até o posto de Capitão-de-Corveta, c o m funções administrativas e m diversos esta-belecimentos navais.
Escola da Aprendizes de Pernambuco
Maquete da Escola de Aprendizes de Pernambuco (construída)
Presidente da República
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Ministro da Marinha Almirantado
Chefe do Estado-Maior da A r m a d a
D a patente, c o m u m a ancora inclinada a meio do quadro inferior jun-to à tralha.
Almirante Almirante de Esquadra Vice-Almirante
Contra-Almirante Capitão de M a r e Guerra
Comandante de Força
C o m a n d o mais antigo presente
Capitão de Fragata ou Corveta Capitão dos Portos Capitão de Fragata ou Corveta
Comandante de Força
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Bandeira do Cruzeiro
POSTOS DOS OFICIAIS
ALMIRANTE Exército: Marechal A eronáutica: Marechal do A r ALMIRANTE D E ESQUADRA Exército -General do Exército Aeronáutica: Tenente Brigadeiro VICE ALMIRANTE Exército:. General de Divisão Aeronáutica: Major Brigadeiro CONTRA-ALMIRANTE Exército. General de Brigada Aeronáutica: Brigadeiro CAPITÃO D E M A R E GUERRA Exército; Coronel Aeromáutica : Coronel A v . CAPITÃO D E FRAGATA Exército : Tenente Coronel AeronáuticaTenente Coronel Av.
CAPITÃO D E CORVETA Exército : Major Aeronáutica: Major A v . CAPITÃO T E N E N T E Exército: Capitão Aeronáutica. Capitão A v . PRIMEIRO T E N E N T E Exército : Primeiro Tenente Aeronáutica : Primeiro Tenente A v . S E G U N D O T E N E N T E Exército : Segundo Tenente A eronáutica ; Segundo Tenente A v . G U A R D A M A R I N H A Exército : Aspirante Aeronáutica: Aspirante Av.
DISTINTIVOS DOS CORPOS E QUADROS
Corpo da Armada Corpo de Fuzileiros Corpo de Engenheiros Quadro de Engenheiros Corpo de Intendentes Navais e Técnicos Maquinistas
Corpo de Saúde Quadro de Cirurg. -Dentistas
Quadro de Farmacêuticos
Quadro de Quadro de Práticos Quadro de Capelães Oficiais-Auxiüares Quadro de Oficiais da Reserva Quadro de Oficiais Músicos Quadro de Patrões-Móres
A
Quadro de Maquinistas Quadro de Prof. do Ensino Elementar«s£>-V
SUB-OFICIALGRADUAÇÕES
D O PESSOAL
SUBALTERNO
1.» S A R G E N T O 2.» S A R G E N T O 3.» S A R G E N T O C A B O M A R I N H E I R O d e i.» classe M A R I N H E I R O de 2.* classe•ess». ' V * t/\
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Manobra Carpintaria Artilharia Torpedo e Minas Sinais TelegrafiaEscrita e Enfermagem Educação Física Fazenda
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Radiotécnica Direção de Tiro Máquinas Principais
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Motores e M a q . Caldeira Especiais
Eletricidade Torneiro Ferreiro -- Fresador -- Serralheiro
Distintivos de
especialidades
Operador de S o m Operador de RadarY a*
Caldeireíro -- Soldador^ c x
Copeiro - Cozinheiro Barbeiro - ArrumadorPadeiro
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CorneteiroInfantaria Engenharia Música Condutor -- Motorista
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Escafandrista PintorX
Serviço de Policia T a m b o r^F
Armeiro Comunicações Interiores Corneteiro -- T a m b o rT
Alfaiate Sapateiro Bombeiro * Sapateiro CorreeiroMecânico de Mat. Fotógrafo Controle de
de Artilharia Avarias
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Paioleiro Auxiliar de Navegação
Como reconhecer
nossos navios
C O R : os navios de superfície são pintados de cinza azulado, exceto os hidrográficos e os navios-escola que são pintados de branco; os submarinos têm pintura verde escuro.
M A R C A S N O C O S T A D O (que são seguidas de números;
\^\ Cruzadores I |j Contratorpede leiros Encouraçados {Transporte Tender Tanque
Navios Hidrográficos e Faroleiros
Caça - Submarinos f^j] Navios Mineiros L^ Rebocadores F * J Submarinos
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Navios diversos Corvetas Aviso, Canhoneiro Navio Quartel Navio Escola/
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JDrasileiro! A tua Marinha tem u m legado de honra e de gloriosas tradições que não pertence somente aos seus marinheiros, mas t a m b é m a ti e ao p o v o do Brasil, a q u e m cabe a honra de merecê-lo, conservá-lo e engrandecê-lo atra-vés os séculos. Medita, pois, sinceramente, sobre o que a tua Marinha representa na vida de nossa Pátria e de c o m o é necessário que todos se u n a m no trabalho consciente de dar ao Brasil a Marinha de que carece u m País que sempre
dependeu e dependerá do mar.
C 96529 8716 B