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CâmaraClara-ParteIII

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Academic year: 2021

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Anderson F. Lacerda – Tecnólogo em Radiologia

17. O PRINCÍPIO FUNCIONAL DO ECRAN

A propriedade dos ecrans de emitir luz quando expostos aos raios X chamam-se FLUORECÊNCIA. Um material é chamado fluorescente quando tema propriedade de emitir luz, visível ao ser exposto a um feixe de radiação de pequeno comprimento de onda. Com os raios X, sendo que essa emissão desaparece quando a exposição é interrompida.

Vários materiais também apresentam essa propriedade de emitir luz visível quando sobre ele incide raios X, porém a emissão permanece por algum tempo após esta exposição ter sido interrompida. Esta propriedade é chamada de

FOSFORESCÊNCIA e é indesejável na prática radiográfica em uso de ecrans.

A maioria dos ecrans intensificadores usados atualmente faz uso do sal fluorescente TUNGSTATO DE CÁLCIO, em microcristais, como agente emissor de luz. Este é normalmente aplicado em uma base tipo cartão e geralmente coberto com uma resina de proteção. Sob a camada emissora, existe uma outra, branca com propriedade refletora, para que a maior quantidade sensível de luz emitida pelo écran seja levada sobre o filme.

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Anderson F. Lacerda – Tecnólogo em Radiologia

Introduzido em 1986 por Thomaz Edson, o tungstato de cálcio (CAW 04) sempre foi empregado para ecrans radiológicos intensificadores, com eficiência de 3% a 5% de conversão de raios X em luz. Pesquisas recentes, no entanto, desenvolvem novos materiais fosforados para esses ecrans, que estão sendo aceitos rapidamente. O quadro a seguir dá a lista desses novos fósforos com identificação geral dos ecrans aos quais foram incorporados. Com exceção do

FLUOCLORETO DE BÁRIO, os demais materiais são identificados como

substâncias de terras raras, de onde provém o nome “ECRAN DE TERRAS

RARAS”.

O termo “TERRAS RARAS” descreve elementos minerais pouco encontrado na natureza: GADELINUM, LANTHANUM e YITRIUM. As composições dos quatro fósforos de terras raras principais são:

O SULFETO DE GADELINIUM TÉRBIO ATIVADO (gd 2° s: tb) OXISULFITO DE LANTHANUM TÉRBIO ATIVADO (ls 2° 25:tb) OXISULFITO DE YITRIUM TÉRBIO ATIVADO (Y 2° 2S: tb) OXO BORMETO DE LANTHANUM (LA 02 BR)

Esses ecrans de terras raras têm uma vantagem principal sobre os ecrans convencionais de tungstato de cálcio: VELOCIDADE, eles são fabricados para atuarem em vários níveis de velocidade, mas sem dúvida, são duplamente mais velozes que os de tungstato de cálcio. Esse aumento de velocidade se faz SEM

PERDA DE RESOLUÇÃO. Entretanto, com ecrans de terras raras mais rápidos,

os efeitos de “QUANTUM MOTTLE” (*) São notáveis e até podem se tornar incômodos.

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Anderson F. Lacerda – Tecnólogo em Radiologia

As vantagens radiográficas mais rápidas podem ser empregadas daí, resultando doses mais baixas. Por outro lado, os ecrans de terras raras provocam uma redução geral de irritação no ambiente e, quando usados exclusivamente, pode influenciar o desenho da planta física, dispensando maiores proteções. A técnica radiográfica mais baixa também resulta no dobro de vida útil da ampola.

Os ecrans de terras raras aumentam a sensibilidade através de uma absorção maior de raios X, ou seja, uma conversão mal eficiente de energia de raios X em luz no filme radiográfico. A luz emitida por esses ecrans difere daquela do tungstato de cálcio, por isso, mesmo se só usar os ecrans de terras raras é necessário uma técnica apropriada.

(*) NOTA: Quantum Mottle, é o efeito verificado em filmes radiográficos,

produzindo autuações na densidade, com aparência de sombreados (indefinido na imagem, ou manchas ou sinal mosqueado), que provocado pelo número de ‘quanta’ de raios absorvidos por uma unidade na área do filme Durant o tempo de exposição. Esse efeito é encontrado com o uso de ecrans intensificadores, rápidos e muito rápidos.

17.1 COMPOSIÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DOS NOVOS ECRANS INTENSIFICADORES E RÁPIDOS

FORNECEDORES IDENTIFICAÇÃO COMPOSIÇÃO

3M Alpha gadolinium e lanthanum oxulfide

KODAK Lamex gadolinium e lanthanum oxulfide

DU PONT Quanta barium fluorochoride

GENERAL ELETRIC Blue Max Lanthanum oxiybromide

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17.2 TABELA MILIAMPERIMÉTRICA PARA USO DE ECRANS INTENSIFICADORES

*** BASE ÉCRAN PARA SPEED*** Tungstato de Cálcio DETAIL “detalhe” MAS X 1,8 PAR SPEED “médio” MAS X 1 HI SPEED “forte” MAS X 0,8 HI PLUS “mais forte” MAS X 0,7 *** BARIUM*** QUANTA 1 0,7 56 MAS QUANTA 2 0,5 40 MAS QUANTA 3 0,3 24 MAS QUANTA 4 0,15 12 MAS *** FÓSFADO*** RARES 0,6 36 MAS LANES 0,6 36 MAS BLUE MAX 0,6 36 MAS ALPHA 0,6 36 MAS 18. ELETRICIDADE ESTÁTICA

É a corrente elétrica que se forma quando o filme sofre algum impacto, mesmo este estando parado. A formação de eletricidade estática é mais comum nos ambientes secos.

19. PREVENÇÃO DA ELETRICIDADE ESTÁTICA

 O procedimento mais eficiente é elevar e manter a umidade da atmosfera ambiente. Por isso deve ter uma câmara escura.

 Manuseio delicado do filme radiográfico.

 Após a exposição aos raios X, o chassis deve ser aberto lentamente e o filme cuidadosamente removido.

 Deve ter um fio ligado do balcão a terra para a eletricidade escoar.

 Deve-se evitar cobertura de borracha sobre o balcão, pois dessa maneira a eletricidade não se escoa para a terra.

 Devem-se evitar assoalhos de borracha ou a utilização de ceras duras.  As caixas de filme devem ser guardadas verticalmente.

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20. MARCAS DE ELETRICIDADE ESTÁTICA

Três tipos:  Árvore  Coroa  Poeira

21. PROCESSAMENTO DOS FILMES RADIOGRÁFICOS

Basicamente o processamento químico tem como objetivo transformar as imagens latentes invisível, formadas durante o processo de exposição do filme, em imagem visível de prata metálica, de maneira que esta seja mais representativa possível das estruturas da região do corpo humano radiográfico.

22. FASES O PROCESSAMENTO 22.1. Revelação 22.2. Fixação 22.3. Enxágüe 22.4. Lavagem 22.5. Secagem

A revelação é a fase do processamento no qual se dá à formação da imagem propriamente dita. Na fixação, os cristais que não recebem (e, portanto, não contendo o núcleo de imagem latente, não foram afetados e reduzidos à prata pelo revelador), são dissolvidos e eliminados da camada de emulsão. Os

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subprodutos de fixação e outras substâncias solúveis indesejáveis são em seguida, retirados da camada por meio da lavagem, com o uso de água corrente. Após isto é submetido à secagem para a retirada da água remanescente.

Enquanto apenas o processo da revelação produz a imagem visível, as outras etapas têm a função de apenas retirar das camadas do filme os produtos indesejáveis, com o objetivo de no final do processo, restar apenas a imagem de prata.

22.1. REVELAÇÃO

A revelação de um filme completa o que a exposição começou, isto é, convertem em imagem visível e permanente a imagem latente criada pelos raios X e a luz fluorescente.

Esse processo é caracterizado pela decomposição seletiva dos cristais de haleto de prata formando os aglomerados de prata metálica, por ação de uma substância apropriada, o agente revelador – parte principal de uma solução química complexa – a solução reveladora. Além da capacidade de transformar os cristais fotossensíveis em aglomerados de prata metálica preta, a seletividade dos reveladores, isto é, sua capacidade de discriminar os grãos expostos dos não expostos, agindo mais rapidamente sobre os primeiros, no intervalo de tempo previsto para a duração da revelação. Resultando os últimos relativamente inalterados, é essencial para seu bem sucedido emprego no processamento radiográfico.

Apesar da observada seletividade de muitos agentes reveladores, muitos cristais não expostos sofrem ataques químicos, vindo a depositar prata em áreas onde não houver incidência de luz (área sem exposição), provocando a formação de densidade indesejável o FOG.

O FOG torna-se, então, um dos determinados fatores determinantes na escolha dos agentes reveladores mais adequados a cada filme, sua concentração, tempo e temperatura de tratamento, etc. Os agentes reveladores têm, também, influência direta sobre características importantes, da imagem final, com a granulosidade, a nitidez, etc.

O processo da revelação é basicamente uma reação química, na qual atuam também mecanismos de natureza físico-química.

Quando o filme é mergulhado na solução reveladora, as camadas que sofrem tanto a emulsão quanto a proteção, sofrem um intumescimento (isto é, um aumento na espessura ao absorver a solução). Quando, então, formam canais entre as cadeias de macromoléculas que formam a gelatina das camadas.

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Devido fatores de natureza eletroquímica, as moléculas dos agentes reveladores se deslocam através das camadas, atingidos cristais. Estes ficam como que revestidos por uma camada de moléculas de revelador, sendo que esse contato com a superfície dos cristais recebe o nome de absorção.

Os cristais são constituídos de íons, isto é, átomos tendo falta ou excesso de um ou mais elétrons –as partículas de carga negativa– que forma de nuvem, contornam o espaço em torno dos núcleos em número característicos para cada átomo. O cristal de brometo de prata, por exemplo, é constituído por íons brometo negativo. Br- (átomo de bromo com 1 elétron a mais) e íons prata, Ag+ (átomo de prata com um elétron a menos), ligados em grande número entre si, formando a chamada rede ou malha cristalina.

A ação básica de cada molécula de agente revelador consiste na sua capacidade de transmitir um elétron para a rede cristalina.

Cada elétron deve, então ser absorvido pelos íons prata que tendo falta de 1 elétron, são tornados nêutrons, formando o chamado átomo de prata metálica, Ag*. Desse modo, a reação característica da revelação pode ser representada, em sua forma mais fundamental, como:

Ag+ e – Ag*

Íon de Prata Elétron Átomo de Prata

Metálica (carga positiva no

cristal)

(carga positiva pelo reator)

(Neutro)

Existem hoje, vários mecanismos propostos para explicar o processo de revelação, ainda não estabelecidos de todo.

De qualquer forma, há evidência de que o processo tem início nos núcleos de imagem latente formado na exposição.

Antes da revelação, os cristais são como que revestidos pela chamada barreira potencial formada de íons brometos negativos. Estes dificultam, entretanto, a ação do revelador, no processo de transferência dos elétrons para o cristal.

Entretanto, a existência dos pequenos núcleos de imagem latente na superfície dos cristais expostos, causa uma redução da barreira nestes pontos, facilitando o processo de transferência, dando início à revelação.

A transferência de elétrons para o cristal onde são absorvidas pelos íons de prata, leva a formação de prata e caracteriza um processo que, em química, é chamado de redução (ganho de elétron), por sua vez, cada molécula do

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revelador se transforma, sofrendo no processo a chamada oxidação (perda de elétrons) tornando-se inativa.

As moléculas de revelador oxidado que perderam elétrons, transferido para a rede cristalina devem, então, deixar a camada emulsão, passando para a solução circundante, sendo substituídas por outras, ativas, até que os milhões de íon prata de cada cristal exposto tenham sido reduzidos a átomos de prata metálica, formando um aglomerado. Cada aglomerado constitui, assim um minúsculo ponto certo de imagem na área exposta da chapa radiográfica. Por sua vez, os milhões de íons brometo passam a soluça.

No final da fase de revelação, as áreas do filme onde houve incidência de luz durante a exposição, contam pontos de imagem formados por aglomerados de prata metálica, enquanto que as soluções reveladoras iniciais, contêm agora, grande quantidade de moléculas de revelador oxidado, isto é, sem ação, junto com os íons brometo em solução.

Com as moléculas do revelador se inativa com o desenvolver da revelação, a solução reveladora se enfraquece com o uso, perdendo sua ação.

Costuma-se, então dizer que o revelador está esgotado ou cansado.

22.1.1. TANQUE PARA AS SOLUÇÕES DE PROCESSAMENTO DOS FILMES

Vidro, ebonite, aço inoxidável (certas ligas metálicas não se prestam para conservar as soluções), ferro esmaltado e cerâmico são satisfatórios para conter as substâncias químicas fotográficas.

Ferro, aço, ferro galvanizado, zinco, chumbo, cobre, cobre, estanho e alumínio não devem estar em contato com as soluções de processamento de filmes.

Num tanque de 40 litros revela-se mais ou menos 300 filmes.

22.1.2. ALTERAÇÕES QUÍMICAS QUE SOFREM OS GÃOS DE PRATA COM AS FASES DO PROCESSAMENTO

Filme Virgem Prata Halóide Grão de Prata Após exposição Imagem Letente Revelação Parcial Revelação Completa Final de Revelação e Fixação

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Anderson F. Lacerda – Tecnólogo em Radiologia

22.1.3. FATORES IMPORTANTES NA REVELAÇÃO

 Lâmpada de segurança adequada (entre 6 ½ a 10 Watts)  Tempo médio de 3 minutos

 Temperatura média de 20°C  Ventilação e renovação do ar.

 Limpeza dos tanques de revelação (com ácido muriático a 28-38%)  Limpeza periódica das colgaduras. As presilhas fixam pedaços de

gelatina (limpeza com solução de tripsina de sódio facilitam a remoção com escova).

22.1.4. REVELADOR

O revelador é uma solução ALCALINA redutora que causa precipitação da prata contida na molécula de brometo de prata (AgBr2). A prata reduzida tem coloração negra.

22.1.5. COMPONENTES DO REVELADOR

METOL: redutor suave que dá a nitidez.

HIDROQUINONA: redutor responsável pelo contraste forte.

SULFITO DE SÓDIO: previne a oxidação dos redutores. Conserva e estabiliza a solução.

CARBONATO DE SÓDIO: alcaliniza a solução, reforça o poder dos redutores, controla a velocidade da revelação e abre os poros da gelatina.

Órgãos sem exposição são removidos.

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BROMETO DE POTÁSSIO: evita o velamento pela hidroquinona das partes transparentes e age como retardador.

ÁGUA PURA: até completar 1 litro.

22.1.6. TEMPO APROXIMADO DE REVELAÇÃO MANUAL

O tempo de revelação varia conforme o estado e a qualidade do revelador e a temperatura ambiente, o tempo de revelação gira em torno de 3 a 5 minutos.

22.2. O FIXADOR

É componente independente da revelação, com função de clarear a radiografia, fazendo cair os cristais não revelados e ainda endurecer as capas de gelatina para torná-la resistente ao calor.

Ao ser retirado da solução reveladora, ao final do tempo previsto, o filme já contém, no interior da camada de revestimento, a imagem visível de prata.

Entretanto, junto com a imagem revelada, permanece cristais que não tendo sido expostos, não foram afetados pelo revelador. Estes dão a superfície uma aparência leitosa, além de manter a chapa opaca. Assim, elas devem ser retiradas da camada, pois, além disso, a sua exposição continuada a luz ambiente faria com que fossem, com o tempo, decompostos á prata, enegrecendo toda a superfície.

Esses cristais de haleto de prata remanescentes na camada de emulsão após a revelação são muito poucos solúveis em água, e, portanto, não podem ser removidos por simples lavagem.

Por isso, o filme deve ser tratado por imersão em uma solução fixadora. A função do agente fixador é atacar os cristais não expostos e dissolvê-los, ao atingir com os íons prata dos mesmos, formando moléculas chamadas complexo químico, muito solúvel em água, que podem ser facilmente eliminados por lavagem.

Um dos agentes mais empregados no processo de fixação tem sido o

TIOSSULFATO DE SÓDIO ou de AMÔNIO.

É de praxe ainda o emprego de agentes endurecedores na formação das soluções fixadoras, pois na revelação, as camadas de gelatina de revestimento do filme, ao absorverem as soluções, sofrem intumescimento e amolecem ficando suscetíveis a danos mecânicos. A ação dos endurecedores é, então, importante para aumentar a resistência das camadas tornando-as capazes de suportar manipulação. Um dos mais usados para essa finalidade costuma ser o

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Além dessas várias outras substâncias são incluídas normalmente nas soluções fixadoras visando á obtenção dos resultados mais eficientes.

O tempo aproximado de fixação de uma radiografia é de aproximadamente 10 a 15 minutos.

22.2.1. COMPONENTES DO FIXADOR

HIPOSSULFITO DE SÓDIO: dissolve a prata não precipitada tornando transparentes as partes não irradiadas.

SULFITO DE SÓDIO: conserva e estabiliza a solução.

ÁCIDO ACÉTICO GLACIAL: acidifica a solução parando imediatamente a revelação.

ALÚMEN DE CROMO: substância empregada para endurecer a gelatina. ÁGUA PURA: (não obrigatório ser destilada) até completar 1 litro.

22.3. ENXÁGÜE

Acabando a revelação o filme retém na gelatina quantidades consideráveis de revelador. Por isso a necessidade de enxágüe. Assim evita-se que o revelador (alcalino) neutralize a acidez do fixador.

22.4. LAVAGEM

É essencial que uma radiografia terminada não contenha massas de prata reveladas suspensas em gelatina para que seja completamente inerte a atividade luminosa ou química. Por conseguinte, é preciso lavar bem o filme para remover as substâncias químicas. Se esta fase se descuida pelo que se refere ao tempo de lavagem ou ao abastecimento de água, a imagem se manchará e enfraquecerá com o tempo.

Os filmes devem ser lavados em água corrente que circule de maneira que as duas superfícies de cada lado recebam água continuamente.

22.5. SECAGEM

As radiografias só poderão ser observadas após totalmente secas, pois enquanto estão

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úmidas se apresentam manchas e há o risco de umas colarem às outras através das camadas externas de gelatina ainda existente.

O tempo de secagem vai variar de acordo com as condições no serviço de radiologia.

Ambientes quentes, com ventilação direta, até com secadoras automáticos, aceleram o tempo de secagem das radiografias.

Processadora Manual Compacta

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Protetor de Órgãos Genitais

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Referências

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