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Academic year: 2021

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TÍTULO: PERFIL ANTIMICROBIANO DE EXTRATOS HIDROALCOÓLICO DE PLANTAS NATIVAS NO CONTROLE DE BACTÉRIAS PATOGÊNICAS

TÍTULO:

CATEGORIA: CONCLUÍDO CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE ÁREA:

SUBÁREA: MEDICINA VETERINÁRIA SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA INSTITUIÇÃO:

AUTOR(ES): CARLOS LIMA PEREIRA JÚNIOR AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): HEROS JOSÉ MÁXIMO, JOSÉ RICARDO MATTOS VARZONE ORIENTADOR(ES):

COLABORADOR(ES): ELTON CARLOS FRACALOSSI LAVEZZO, FERNANDA PINHEIRO PIZZELLI PINTO, ISAC SILVEIRA BATISTA JUNIOR, LEANDRO SOUZA DO NASCIMENTO, MARCONDES SANTANA DOS SANTOS, PRISCILA CRISTINA MANARA SILVA

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Perfil antimicrobiano de extratos hidroalcoólico de plantas nativas no controle de bactérias patogênicas

Carlos Lima Pereira Junior ¹; José Ricardo Varzone²; Heros José Máximo².

Discente de Iniciação Científica da Faculdade Anhanguera de Leme, São Paulo, Brasil¹. Docente Orientador de Iniciação Científica da Faculdade Anhanguera de Leme, São Paulo, Brasil².

1. Resumo

A Organização Mundial da Saúde define plantas medicinais como “todo e qualquer vegetal que possui uma ou mais bioestruturas que possam apresentar substâncias de interesse terapêutico ou que sejam precursores de fármacos semi-sintéticos”. A utilização de plantas medicinais como alternativa terapêutica para a cura e o alívio de doenças que afetam a população existe desde os primórdios. Atualmente o uso dessa técnica continua despertando interesse científico e social no intuito de fomentar necessidades terapêuticas da população principalmente as de baixo poder econômico. Neste sentido presente pesquisa tem como objetivo avaliar, in vitro, a Concentração mínima inibitória e a eficiência do extrato hidroalcoólico de plantas Maytenus ilicifolia (Extrato Fluído de Espinheira Santa), Cordia verbenaceae (Tintura de Erva Baleeira), Hamamelis virginiana (Tintura de Hamamélis), Valeriana Officinalis (Tintura Valeriana) e Hapagophytum procumbens (Tintura De Garra do Diabo) no controle de Escherichia coli (ATCC 25922), Salmonella typhimurium (ATCC 9027) e Pseudomonas aeruginosa (ATCC 14028). As análises de susceptibilidade a extratos antimicrobianos de plantas nativas, realizados com Escherichia coli (ATCC 25922) revelou que os extratos testados são bactericidas e bacteriostáticos. Já as análises para Micrococcus luteus (ATCC ATCC 4698) revelou que todos os extratos testados são eficientes bactericidas.

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2. Introdução

A Organização Mundial da Saúde define plantas medicinais como “todo e qualquer vegetal que possui uma ou mais bioestruturas que possam apresentar substâncias de interesse terapêutico ou que sejam precursores de fármacos semi-sintéticos” (Zhang,1998). A utilização de plantas medicinais como alternativa terapêutica para a cura e o alívio de doenças que afetam a população existe desde os primórdios. Atualmente o uso dessa técnica continua despertando interesse científico e social no intuito de fomentar necessidades terapêuticas da população principalmente as de baixo poder econômico (Oliveira, 2005). Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), no início da década de 90, cerca de 65% a 80% da população dos países em desenvolvimento utilizavam plantas medicinais como fonte primordial do tratamento ou cura de problemas de saúde (Volpato, 2005). Acredita-se que no Brasil 25% do faturamento de US$ 8 bilhões da indústria farmacêutica derivam de plantas medicinais (Simões et al., 1999). A magnitude desses valores está relacionada com o Brasil ser considerado o país com a maior biodiversidade de plantas do mundo. Estima-se que 20% do número total de espécies de plantas de interesse medicinal do planeta estejam no Brasil. Adicionalmente, a flora é considerada a mais diversificada do planeta com número superior a 55 mil espécies descritas. Estima-se que atualmente 48% dos medicamentos empregados na prática terapêutica são provenientes, diretamente ou indiretamente, de produtos naturais, em especial, plantas com fins medicinais (Carvalho et al., 2007). Diante do exposto torna-se essencial inventariar o potencial medicinal da flora do país para sua manutenção, preservação e uso sustentável, explicitando a indispensável importância de ações que busquem a conservação da espécie medicinal ameaçada (Guarrera&Marignoli, 2005). Por outro lado, apesar da importância da fitoterapia como alternativa de tratamento, nas áreas relacionadas com Medicina Veterinária existe certa escassez de pesquisas científicas sobre esse tema, tornando difícil entender os verdadeiros efeitos terapêuticos dessas plantas. Uma das questões centrais do presente trabalho é entender o efeito antimicrobiano dos fitoterápicos no controle de microrganismos patogênicos. Já que nos países em desenvolvimento as doenças estão relacionadas a vários fatores tais como falta de saneamento básico, desnutrição e dificuldade de acesso aos medicamentos (Kumate, 1997). Neste contexto considera-se relevante a Portaria n° 193 de 1998 que denota a importância

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do uso adequado dos agentes antimicrobianos em Medicina Veterinária, no tratamento e na prevenção de doenças, visando à segurança para a saúde pública (BRASIL, 1998).

3. Objetivos

A presente pesquisa tem como objetivo avaliar, in vitro, a Concentração mínima inibitória e a eficiência do extrato hidroalcoólico de plantas Maytenus ilicifolia (Extrato Fluído de Espinheira Santa), Cordia verbenaceae (Tintura de Erva Baleeira), Hamamelis virginiana (Tintura de Hamamélis), Valeriana Officinalis (Tintura Valeriana) e Hapagophytum procumbens (Tintura De Garra do Diabo) no controle de Escherichia coli (ATCC 25922), Salmonella typhimurium (ATCC 9027), Micrococcus luteus (ATCC 4698) e Pseudomonas aeruginosa (ATCC 14028) e Bacillus stearothermophilus (ATCC 7953).

4. Metodologia

A avaliação do perfil antimicrobiano de extrato de plantas será realizada a partir do método de exposição direta dos microorganismos em tubo de ensaio contendo as diferentes concentrações do fitoterápico. Também será realizada a técnica de difusão em Agar Mueller-Hinton pelo método descrito por Bauer et al 1966, para a verificação de halo de inibição. Os microrganismos a serem testados são cepas padrão de bactérias Escherichia coli (ATCC 25922), Pseudomonas aeruginosa (ATCC 9027), Micrococcus luteus (ATCC ATCC 4698) e Salmonella typhimurium (ATCC 14028), Bacillus stearothermophilus (ATCC 7953) liofilizadas derivadas do American Type Culture Collection (ATCC). Os extratos hidroalcoólicos de plantas Maytenus ilicifolia (Extrato Fluído de Espinheira Santa), Cordia verbenaceae (Tintura de Erva Baleeira), Hamamelis virginiana (Tintura de Hamamélis), Valeriana Officinalis (Tintura Valeriana) e Hapagophytum procumbens (Tintura De Garra do Diabo) serão comprados em uma farmácia de Homeopatia. Os extratos serão testados nas concentrações de 10% a 100%.

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5. Desenvolvimento

A avaliação do perfil antimicrobiano de extrato de plantas está sendo realizada nas dependências dos Laboratórios das Ciências da Saúde e Agrárias da Faculdade Anhanguera de Leme, São Paulo, Brasil, sob a supervisão do professor orientador Msc. Heros José Máximo

6. Resultados

As análises de susceptibilidade a extratos antimicrobianos de plantas nativas, realizados com Escherichia coli (ATCC 25922) revelou que os extratos testados são bactericidas e bacteriostáticos. Já as análises para Micrococcus luteus (ATCC) revelou que todos os extratos testados são eficientes bactericidas. Conforme dados plotados no gráfico 01.

Gráfico 01.

6.1 Cordia verbenácea

As análises realizadas revelaram que o de extrato de Cordia verbenacea (Erva Baleeira) é bactericida, uma vez que o controle de Escherichia coli (ATCC 25922)

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em todas as concentrações (10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%) foi eficaz. O número inicial de microrganismos testados foi de 1500UFC/mL, nas leituras de 24 horas e 48 horas pode se observar que não houve crescimento microbiano, já que não foi observado colônias. O controle de Micrococcus luteus (ATCC) em todas as concentrações (10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%) foi eficaz. O número inicial de microrganismos testados foi de 1500UFC/mL, nas leituras de 24 horas e 48 horas pode se observar que não houve crescimento microbiano, já que não foi observado colônias. O de extrato de Cordia verbenacea (Erva Baleeira) é bactericida, uma vez que o controle de Bacillus stearothermophilus (ATCC 7953) em todas as concentrações (10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%) foi eficaz. O número inicial de microrganismos testados foi de 1500UFC/mL, nas leituras de 24 horas e 48 horas pode se observar que não houve crescimento microbiano, já que não foi observado colônias. Com as análises realizadas, constatou-se que o de extrato de Cordia verbenacea (Erva Baleeira) é bactericida, uma vez que o controle de Pseudomonas aeruginosa (ATCC9027) em todas as concentrações (10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%) foi eficaz. O número inicial de microrganismos testados foi de 1500UFC/mL, nas leituras de 24 horas e 48 horas pode se observar que não houve crescimento microbiano, já que não foi observado colônias. O extrato de Cordia verbenacea (Erva Baleeira) é bactericida, uma vez que o controle de Streptococcus pyogenes (CCCD-5012) em todas as concentrações (10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%) foi eficaz. O número inicial de microrganismos testados foi de 1500UFC/mL, nas leituras de 24 horas e 48 horas pode se observar que não houve crescimento microbiano, já que não foi observado colônias.

6.2 Maytenus ilicifolia

Para as análises realizadas com o de extrato de Maytenus ilicifolia (Espinheira Santa) pode se verificar que o extrato apresentou um perfil bactericida a partir da concentração de 20% que foi 100% efetivo no controle da bactéria Escherichia coli (ATCC 25922). A concentração de 10% não foi 100% eficaz, pois em 24 horas pode-se verificar a prepode-sença de 70% das 1500 UFC/ml inicialmente submetidas a avaliação de susceptibilidade. A Maytenus ilicifolia (Espinheira Santa) é bactericida, uma vez que o controle de Micrococcus luteus (ATCC) em todas as concentrações

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(10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%) foi eficaz. O número inicial de microrganismos testados foi de 1500UFC/mL, nas leituras de 24 horas e 48 horas pode se observar que não houve crescimento microbiano, já que não foi observado colônias. O extrato apresentou um perfil bactericida a partir da concentração de 20% que foi 100% efetivo no controle da bactéria Bacillus stearothermophilus (ATCC 7953). A concentração de 10% não foi 100% eficaz, pois em 48 horas pode-se verificar a presença de 4% das 1500 UFC/ml inicialmente submetidas a avaliação de susceptibilidade. O de extrato de Maytenus ilicifolia (Espinheira Santa) é bactericida, uma vez que o controle de Pseudomonas aeruginosa (ATCC 9027) em todas as concentrações (10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%) foi eficaz. O número inicial de microrganismos testados foi de 1500UFC/mL, nas leituras de 24 horas e 48 horas pode se observar que não houve crescimento microbiano, já que não foi observado colônias. Para as análises realizadas foi constatado que o de extrato de Maytenus ilicifolia (Espinheira Santa) é bactericida, uma vez que o controle de Streptococcus pyogenes (ATCC CCCD-5012) em todas as concentrações (10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%) foi eficaz. O número inicial de microrganismos testados foi de 1500UFC/mL, nas leituras de 24 horas e 48 horas pode se observar que não houve crescimento microbiano, já que não foi observado colônias.

6.3 Harpagophytum procumbens

As análises realizadas revelaram que o extrato de Harpagophytum procumbens (Garra do Diabo) é bactericida, uma vez que o controle de Escherichia coli (ATCC 25922) em todas as concentrações (10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%) foi eficaz. O número inicial de microrganismos testados foi de 1500UFC/mL, nas leituras de 24 horas e 48 horas pode se observar que não houve crescimento microbiano, já que não foi observado colônias. Harpagophytum procumbens (Garra do Diabo) é bactericida, uma vez que o controle de Micrococcus luteus (ATCC) em todas as concentrações (10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%) foi eficaz. O número inicial de microrganismos testados foi de 1500UFC/mL, nas leituras de 24 horas e 48 horas pode se observar que não houve crescimento microbiano, já que não foi observado colônias. Pode se verificar que o extrato apresentou um perfil bactericida a partir da concentração de 20% que foi

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100% efetivo no controle da bactéria Bacillus stearothermophilus (ATCC 7953). A concentração de 10% não foi 100% eficaz, pois em 48 horas pode-se verificar a presença de 7,86% das 1500 UFC/ml inicialmente submetidas a avaliação de susceptibilidade. O extrato é bactericida, uma vez que o controle de Pseudomonas aeruginosa (ATCC 9027) em todas as concentrações (10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%) foi eficaz. O número inicial de microrganismos testados foi de 1500UFC/mL, nas leituras de 24 horas e 48 horas pode se observar que não houve crescimento microbiano, já que não foi observado colônias. As análises realizadas revelaram que o extrato de Harpagophytum procumbens (Garra do Diabo) é bactericida, uma vez que o controle de Streptococcus pyogenes (CCCD-5012) em todas as concentrações (10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%) foi eficaz. O número inicial de microrganismos testados foi de 1500UFC/mL, nas leituras de 24 horas e 48 horas pode se observar que não houve crescimento microbiano, já que não foi observado colônias.

6.4 Hamamelis virginiana

As análises realizadas revelaram que o extrato de Hamamelis virginiana (Hamamelis) é bactericida e bacteriostática, no controle da bactéria Escherichia coli (ATCC 25922) uma vez que na concentração do extrato em 10% verificou-se o aparecimento de colônias em 48 horas sugerindo desta forma uma ação bacteriostática em 24 horas. O extrato em 10% não foi 100% eficaz. O extrato em todas as outras concentrações (20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%) foi eficaz, o número inicial de microrganismos testados foi de 1500UFC/mL, nas leituras de 24 horas e 48 horas pode se observar que não houve crescimento microbiano, já que não foi observado colônias. As análises revelaram que o de extrato de Hamamelis virginiana (Hamamelis) é bactericida, uma vez que o controle de Micrococcus luteus (ATCC) em todas as concentrações (10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%) foi eficaz. O número inicial de microrganismos testados foi de 1500UFC/mL, nas leituras de 24 horas e 48 horas pode se observar que não houve crescimento microbiano, já que não foi observado colônias. O de extrato de Hamamelis virginiana (Hamamelis) é bactericida, uma vez que o controle de Bacillus stearothermophilus (ATCC 7953) em todas as concentrações (10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%) foi eficaz. O número inicial de

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microrganismos testados foi de 1500UFC/mL, nas leituras de 24 horas e 48 horas pode se observar que não houve crescimento microbiano, já que não foi observado colônias. As análises realizadas revelaram que o de extrato de Hamamelis virginiana (Hamamelis) é bactericida, uma vez que o controle de Pseudomonas aeruginosa (ATCC 9027) em todas as concentrações (10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%) foi eficaz. O número inicial de microrganismos testados foi de 1500UFC/mL, nas leituras de 24 horas e 48 horas pode se observar que não houve crescimento microbiano, já que não foi observado colônias. Extrato de Hamamelis virginiana (Hamamelis) é bactericida e bacteriostática, para o controle da bactéria Escherichia coli (ATCC 25922) uma vez que na concentração do extrato em 10% verificou-se o aparecimento de 1,53% das colônias testadas em 48 horas sugerindo desta forma uma ação bacteriostática em 24 horas. O extrato em 10% não foi 100% eficaz. O extrato em todas as outras concentrações (20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%) foi eficaz, o número inicial de microrganismos testados foi de 1500UFC/mL, nas leituras de 24 horas e 48 horas pode se observar que não houve crescimento microbiano, já que não foi observado colônias.

6.5 Valeriana officinalis L

As análises realizadas revelaram que o de extrato de Valeriana officinalis (Valeriana) é bactericida, uma vez que o controle de Escherichia coli (ATCC 25922) em todas as concentrações (10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%) foi eficaz. O número inicial de microrganismos testados foi de 1500UFC/mL, nas leituras de 24 horas e 48 horas pode se observar que não houve crescimento microbiano, já que não foi observado colônias. O de extrato de Valeriana officinalis (Valeriana) é bactericida, uma vez que o controle de Micrococcus luteus (ATCC) em todas as concentrações (10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%) foi eficaz. O número inicial de microrganismos testados foi de 1500UFC/mL, nas leituras de 24 horas e 48 horas pode se observar que não houve crescimento microbiano, já que não foi observado colônias. Extrato de Valeriana officinalis (Valeriana) é bactericida, uma vez que o controle de Bacillus stearothermophilus (ATCC 7953) em todas as concentrações (10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%) foi eficaz. O número inicial de microrganismos testados foi de 1500UFC/mL, nas leituras de 24 horas e 48 horas pode se observar que não houve crescimento microbiano, já que

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não foi observado colônias. As análises realizadas revelaram que o de extrato de Valeriana officinalis (Valeriana) é bactericida, uma vez que o controle de Pseudomonas aeruginosa (ATCC 9027) em todas as concentrações (10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80%, 90%, 100%) foi eficaz. O número inicial de microrganismos testados foi de 1500UFC/mL, nas leituras de 24 horas e 48 horas pode se observar que não houve crescimento microbiano, já que não foi observado colônias. Para as análises realizadas com o de extrato de Valeriana officinalis (Valeriana) pode se verificar que o extrato apresentou um perfil bactericida a partir da concentração de 20% que foi 100% efetivo no controle da bactéria Streptococcus pyogenes (CCCD-5012). A concentração de 10% não foi 100% eficaz, pois em 24 horas pode-se verificar a presença de 74,46% das 1500 UFC/ml inicialmente submetidas a avaliação de susceptibilidade.

7. Considerações Finais

Os extratos de plantas testados nesta pesquisa podem ser utilizados no contexto de controlar bactérias Gram positivo e Gram negativo de potencial patogênico e que estão descritas na literatura associadas a doença, pois apresentaram atividade bactericida e bacteriostática. Estes resultados abrem um leque para novas abordagens em controle antimicrobiano, já que é um método simples e eficiente. Podemos ainda considerar como fator positivo o baixo valor econômico na aplicação destes extratos antimicrobianos. Muitas destas plantas são nativas e exercem um papel forte na cultura da população brasileira. Estes resultados podem ajudar na manutenção da flora e preservação do meio ambiente já que a produção de tais extratos não implicam em processos industriais massivos.

8. Fontes Consultadas

BRASIL. Portaria n.º 193 de 12 de maio de 1998a.Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.Regulamento Técnico Para Licenciamento e Renovação de Licença de Antimicrobianos de Uso Veterinário.

CARVALHO, A.C.B.; NUNES, D.S.G.; BARATELLI, T.G.; SHUQAIR, N.S.M.S.A. Q.; NETTO, E.M. Aspectos da legislação no controle dos medicamentos fitoterápicos. T&C Amazônia, v.5, n.11, p.26-32, 2007.

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GUARRERA, P.M.; MARIGNOLI, G.F.S. Ethnobotanical and thnomedicinal uses of plants in the district of Acquapendente (Latium, Central Italy).Journal of Ethnopharmacology, v.96, p.429-44, 2005.

KUMATE, J. Infectious disease in the 21st century.Archives of medical research, v.28.p.155-161, 1997.

OLIVEIRA, G.F. Avaliação da atividade antimicrobiana, in vitro, do extrato hidroalcoólico bruto das folhas de Syzygium cumini (L.) Skeels (jalomão). 2005. 94f. Dissertação (Mestrado em Promoção de saúde). Universidade de Franca, Franca.

SIMÕES, C.M.; MENTZ, L.A.; SCHENKEL, E.P.; GOSMANN, G.; DE MELLO, J. C.P.E.; PETROVICK, P.R.Farmacognosia: da planta ao medicamento. PORTO ALEGRE: EDITORA DA UNIVERSIDADE/ UFRGS. 1999.

VOLPATO, A.M.M. Avaliação do potencial antibacteriano de Calendula officinalis(Asteraceae) para seu emprego como fitoterápico. 2005.133p. Tese (Doutorado em Ciências) - Setor de Química, Universidade Federal do Paraná, Curitiba.

ZHANG, X. Regulatory situation of herbal medicines: A worldwide review: World Health Organization, 1998, p.49.

Referências

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