UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC
CURSO DE FARMÁCIA CURSO DE FARMÁCIA
DIULLI DA ROSA PAULO DIULLI DA ROSA PAULO ELIANARA CARDOSO MOTTA ELIANARA CARDOSO MOTTA
SUÉLEN GOMES AGUIAR SUÉLEN GOMES AGUIAR SUELEN RAUPP DA ROSA SUELEN RAUPP DA ROSA
VINICIUS LIMA DIAS VINICIUS LIMA DIAS
VITOR SCREMIN VITOR SCREMIN
DETERMINAÇÃO DE FERRO NO BIOTÔNICO-
DETERMINAÇÃO DE FERRO NO BIOTÔNICO- MÉTODOMÉTODO ESPETROFOTOMÉTRICO. ESPETROFOTOMÉTRICO. CRICIÚMA CRICIÚMA 201 201
DIULLI DA ROSA PAULO ELIANARA CARDOSO MOTTA
SUÉLEN GOMES AGUIAR SUELEN RAUPP DA ROSA
VINICIUS LIMA DIAS VITOR SCREMIN
DETERMINAÇÃO DE FERRO NO BIOTÔNICO- MÉTODO ESPETROFOTOMÉTRICO.
Relatório apresentado à disciplina Química Analitica II do curso de Farmácia - Unesc Professora: MARILIA !"U#$ %&R'()
CRICIÚMA 201
SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO...! 2 OB"ETIVO...# ! REFERENCIAL TE$RICO... # MATERIAIS E MÉTODOS...% +)* M,#&&)))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))). RESULTADOS E DISCUSSÃO...& % CONCLUSÃO...10 REFER'NCIAS...11 /
1 INTRODUÇÃO
& ferro 0 um nutriente essencial para a 1ida e atua principalmente na síntese 2fa3rica45o6 das c0lulas 1ermel7as do san8ue e no transporte do o9i8nio para todas as c0lulas do corpo) A in8est5o deficiente de ferro 0 muito mais comum do ;ue se ima8ina< tanto ;ue no %rasil< e9istem pro8ramas 8o1ernamentais de com3ate à carncia de ferro= na alimenta45o da popula45o)
& ferro 8eralmente está presente nas á8uas 3rutas na forma de 3icar3onatos) & ferro tem a tendncia de formar depósitos so3re superfícies de troca de calor< como em tu3os de caldeira e resfriadores< podendo causar rupturas ou o 3lo;ueamento nesses tu3os) &s depósitos de ferro< sendo muito porosos< permitem a possi3ilidades de produtos altamente corrosi1os se concentrarem de3ai9o deles< promo1endo corros5o para os materiais)
(ntre os interferentes est5o os o9idantes fortes< como cianetos< nitritos e fosfatos 2polifosfatos s5o mais interferentes do ;ue os ortofosfatos6)
& cromo e o >inco s5o interferentes em concentra4?es acima de @< m8BL e o ní;uel em concentra45o acima de /< m8BL)
& 3ismuto< cádmio< mercCrio< moli3idato e prata precipitam com fenantrolina) A e3uli45o inicial com ácido transforma polifosfatos em ortofosfatos e remo1e nitrito e cianeto) A adi45o de um e9cesso de 7idro9ilamina pretende eliminar erros causados pela ele1ada concentra45o de a8entes o9idantes fortes)
Da presen4a de íons metálicos interferentes< um e9cesso de fenantrolina 0 re;uerido para recolocar a parte ;ue 0 consumida na comple9a45o dos interferentes) e a amostra 0 colorida ou tem presen4a de mat0ria or8Enica torna-se necessário e1aporar a amostra< calcinar o resíduo e retornar com o ácido)
2 OB"ETIVO
!on7ecer o m0todo de dosa8em de ferro pelo m0todo espectrofotom0trico)
! REFERENCIAL TE$RICO
A espectrofotometria pode ser definida como toda t0cnica analítica ;ue usa a lu> para medir as concentra4?es das solu4?es< atra10s da intera45o da lu> com a mat0ria) A principal limita45o dos fotGmetros 0 a resolu45o do fei9e de radia45o usada) Isto fa> com ;ue a lei de Lam3ert-%eer n5o seHa se8uida) (m 8eral< ;uanto mel7or a ;ualidade de um monocromador mais 1ersátil o espectrofotGmetro e mais caros s5o os instrumentos) As leis de Lam3ert-%eer s5o o fundamento da espectrofotometria) (las s5o tratadas simultaneamente< processo no ;ual a ;uantidade de lu> a3sor1ida ou transmitida por uma determinada solu45o depende da concentra45o do soluto e da espessura da solu45o 2 "arris<*6)
& ferro desempen7a muitas fun4?es no or8anismo 7umano) As principais fun4?es do ferro na 7emo8lo3ina s5o: atuar como 1etor de o9i8nio< formando com o o9i8nio uma com3ina45o facilmente dissociá1el< permitindo ;ue o o9i8nio transportado seHa cedido aos tecidos na medida das suas necessidades= ser1ir de catalisador da o9ida45o< nas c0lulas e nas mol0culas li1res de 7emina e atuar como constituinte das diástases o9idantes 2catalase< pero9idase< citocromos6< inter1indo em numerosas rea4?es de o9ida45o< por meio das ;uais se li3era ener8ia dos constituintes alimentares 2'UJ#&D e "ALL< *.6) A ati1idade de muitas en>imas en1ol1idas nestas rea4?es 3io;uímicas 0 diminuída se 7ou1er a deficincia de ferro nos tecidos 2%(AR et al)< *K6)
& ferro 0 o mineral mais estudado e descrito na 7istória) , encontrado em todas as c0lulas dos seres 1i1os< tanto 1e8etais como animais e está distri3uído por todos os alimentos) As principais fontes s5o as carnes e 1ísceras< mas está presente tam30m em muitos alimentos de ori8em 1e8etal como le8uminosas e no>es< 8r5os< cereais< 1a8ens e fol7as 2MA"AD e (!&##-#UMP< *6)
As fun4?es do ferro resultam de suas propriedades físicas e ;uímicas< principalmente de sua capacidade de participar das rea4?es de o9ida45o e redu45o< como 0 o caso das en>imas en1ol1idas no processo de respira45o celular 2MA"AD e (!&##-#UMP< *6)
A deficincia de ferro resulta em aumento nas ta9as de mortalidade e mor3idade< diminui a produti1idade no tra3al7o e preHudica o desen1ol1imento mental< ;ue redu> a capacidade da pessoa para 1i1er uma 1ida saudá1el e produti1a 2(L!" et al)< /6)
# MATERIAIS E MÉTODOS
Ncido clorídrico - com pipeta 1olum0trica de / mL Amostra - com pipeta 1olum0trica de @ mL
%al5o 1olum0trico de @ mL %ast5o de 1idro %0;ueres de /@ Ml !7apa de a;uecimento !u3eta de 1idro (spectrofotGmetro 2@* nm6 Funil pe;ueno Papel macio
Peneira para descarte Pera de suc45o
Perolas de 1idro
Pipeta 1olum0trica de @ mL
Pipetas e pipetadores de 1ários 1olumes - 1er ta3ela de cur1a padr5o de cali3ra45o do ferro
Pissete de á8ua deioni>ada
olu45o esto;ue de ferro - para prepara45o de * mL da solu45o padr5o
olu45o de fenantrolina *<* <*O - com pipeta 1olum0trica de / mL olu45o de cloreto de 7idro9ilamina *O - com pipeta 1olum0trica de * mL
olu45o padr5o de ferro
olu45o padr5o de perman8anato de potássio 2<* D - para preparo da solu45o esto;ue de ferro
olu45o tamp5o acetato de amGnio - com pipeta 1olum0trica de * mL
+)* M,#&&
Preparamos o 3ranco com /@ mL de á8ua deioni>ada< após com o au9ilio de uma pipeta adicionamos mais /@ ml de á8ua deioni>ada< e lo8o em se8uida * mL de 7idro9ilamina e / mL de ácido clorídrico< colocamos a amostra em uma c7apa de a;uecimento á *@! Hunto com al8umas 3olin7as de 1idro< e esperamos a e3uli45o at0 ;ue o 1olume redu>isse e ficasse em torno de *@ a / mL) (m se8uida dei9amos esfriando em temperatura am3iente e transferimos para o 3al5o 1olum0trico de @ mL la1ando 3em o 30;uer com á8ua deioni>ada transferindo para o 3al5o) Lo8o adicionamos * mL de solu45o tamp5o acetato e misturamos) epois disso adicionamos / mL de fenantrolina< completamos o 1olume com á8ua deioni>ada e dei9amos em repouso em por cerca de *@ a / min) Para desen1ol1er a colora45o má9ima) (m se8uida fi>emos a leitura em a3sor3Encia no espectrofotGmetro num comprimento de onda de @* nm< utili>ando esse 3ranco para cali3rar o e;uipamento)
& espectrofotGmetro foi aHustado o para um comprimento de onda de @* nm) Foi aHustado o O e *O de transmitEncia< empre8ando a solu45o da pro1a em 3ranco) (m se8uida foram feitas as leituras das amostras preparadas da mais diluída para a mais concentrada) (ntre uma leitura e outra as cu3etas foram la1adas com á8ua destilada e secas com papel a3sor1ente macio)
A Cnica diferen4a para a outra solu45o ;ue n5o era o 3ranco< 0 ;ue nessa solu45o adicionamos o ferro) <* mL <@ mL <. mL *< mL *<@ mL- /< mL- +< ml-@< mL K< mL- < mL- *< mL- */< mL *< mL *+< mL)
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Para o3ten45o dos dados era necessário tomar al8uns cuidados para e1itar impre1istos< estes foram:Acidificar a solu45o padr5o esto;ue at0 p" pró9imo de /< para e1itar a o9ida45o do ferro2II6 para ferro2III6< pois a ortofenantrolina comple9a com o ferro2II6 formando Fe2o-fen6S/) (nt5o ti1emos de 8arantir ;ue todo o ferro
presente na solu45o esto;ue esta1a na forma de ferro2II6< por ;ue caso contrário< todos os dados o3tidos iriam ser de ori8em du1idosa)
CONCENTRAÇÃO DE FERRO EM MG(ML ABSORB)NCI A </ <* <* <**/ <*+ <K </ <** < <*+ <+ <*. < </* * </. *</ </+ *<K </+ / <++
CÁLCULOS. Feo+)."/&T /. --- < m8BmL no 3iotGmico @@<+ --- 9 X * 0+1%, 1 X* 2+0 /(L 334 54 6748957:4. ;* 0+1%,, < 0+0&21 0+2&% = 0+0&21 * 0+1%,, 0+20!> * 0+1%,, 0+20!> --- * 0+1%,, X* 1+21 *
2+ /(L --- 100? 1+21 --- 2+ * 121 X* 121 ---2+ * #&+#? **
% CONCLUSÃO
Da em3ala8em do %iotGnico FontouraV 1em especificado ;ue 7á /</@m8B*@ mL e se8undo este e9perimento o 1alor da concentra45o de ferro no %iotGnico FontouraV foi de /<@ m8B*@ mL< um 1alor pouco ele1ado se comparado com o indicado no rótulo pelo fa3ricante)
&s testes reali>ados tam30m re1elaram um 1alor de +O de ferro presente no %iotGnico< sendo ;ue a ADWIA preconi>a um percentual por 1olta de O)
!om isso concluímos ;ue a metodolo8ia de1e ser aprimorada ou os aparel7os utili>ados nas analises su3stituídos para um mel7or desempen7o)
REFER'NCIAS
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