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Uma proposta que valoriza o nosso folclore, reconstrór-valores e potencializa If.~ o desenvolvimento de competências e habilidades das nossas crianças!
leila Maria Grillo
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Tmnia QueirozI
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Para quem tem paixão pelo que faz-
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Autora e Coor(lenadora d~.Obra
-Tânia Dias Queiroz
P('tlB,ê,ni.a.prof(':;:;o",,) 11('hi:;fúria. pÚ:;-!ir-ullllul., ('11\Uil\;,fi('a 110111(;/'.11'. I)Ú~'Iir-'I""1IlIla ('11\l'2\ir(ulrolllll 1)('111I'tl(',SI'. ha \'ari"s Imo,:; IIt'dira-,:;(' ao cS(/IIlo dos I't~ c do,:; (('lI\as fransnrsais. f('ntlo \Mias publicações nB árl'a 1)(~lla,;I)~i('B. Ini..iou :ma Mrr(,i...,) ('omo profcssorB. f('ndo Bfmdo no ensino fun(lanwntal.!fit'dio c superior nB rede pÚblica e porfilmlor
. II~'~'~'~illo. ("'1\11r it 011 ('I~~'~.allor('s pl'fl' :'onl'l/rs~':; 1,,',I,li('os. Af l~l,llII('nf(' Í' I:11ifora tia. Editora i\laronf~, 1~(lII'sf~nh~ do .~ SlU,lSP,:\.fojsessorB pcda~o~;J(~ado Pla,y-CI~nf('r,Consultora do SlSI, (,(H1suItOI"')aSSlwmdada CopIBnnll\~-rJon~,all\enfo e
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('~nsuUoria. ('onSIl"or\1 (\(' in'lI\wrM; ('s('(,las p\1rfi('lIlar('s do [s(;1do d(' \;ão Paulo e coordenBdoro pedoti,Ú,~i('adl~vários (1lIfros °lhras IlOr ollf...,)s editofl\s ('01110I'(~d,\~og,iada :\t(~iria. l'edag,o~iI1 de Pr(~jctos Inlerdisciplinares de I' o 4' série e de 50 a 8\1st'rie. í'la~ia (1I1SVirflldes. Jo,lf,os e Urin(',1deiras d(' A a Z ef(., Comopalesfr,mte. participou dC"-{'\'(~nlos1'011\0
S:\JUJ12002. e, \em lI\inisl.l",)ndo ('!fi lodo l~l",)sil ('ursos sohre os I'(,~. os «'!fias tl'\lI1.'i"ersais, o ma(~iadas \'irfudes, difi('lIldades da aprendi'l.ag,em. enlr(' outros temas para edu<~adores e IJais. I~mes(.olas públicas e parfi('uIBr(~S, em
se('rctt,rins eSII}duais e Jlumi('ipBiS, ('11\fa('ulda(\('S I' unh'('rsidadl'S, [\l1borou alhidl1des pl~dai,Ú6i(~oSsobre a<. c
"'\ms\'('rsalidl1ll(' por.) 11r('\'i5f\1 h"II'I'~'110. 1111hlifo/'1' S('ê,JIH'nfo. (' ('OI\('(.b('1I It r('\'is'" I'CNI': -Profes~or ('riltfi,'o nal':s(~olo. j i,1
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Au tO"'.) da Ob } leila M~lrÍtlGriUo
P('dn,i.o,i.a e ,\rf('-edllrlulo/'11. rom bri,l' ('.\lwrii'l\('il' 1'011\0d(\C'('nf(' na "'r(~ode i\rf(',:;,
tif ('/'1,f 11/'11(' MIISi('n "'11110 (Ulr roS 1)II"'ir\,~'iH'S na Or('a 1)('dltg,Úg,ira.
Iniciou sua earreira (~omoprof(~ssora, tendo atuado no [nsino l'undamenbl,
'Mllio (' ('m ('ursos .1('fonnatllo rontilUl3lla, na rede p"'hIÍl';1(~pl'rli(.ubr .1('('nsino. ICe1,várins eursos de ('spcriolizatio 1'1\1Orii,al\1i(dobradur:,:; ~II'Ih1lwl)na Alianta CuUllral nl",)sil-Jopão,
Alual,"('nt(~ é pnh~:;trante do sn:u:sp - Sindi('11todoi; [stahelel'imentos de J:nsino do f:.:;fadode São Paulo, da AJIAI~,da \sstwiafão d(' Pais c',Amiti,nsdos EX('('p(.imh1i5c n,rÍl15ouf...,)senfidades ('m São Vaulo e no inferior. tolahorodol'l1 do
r('~;s~ol'ata'l'ádl: pa~icipou do ~rO,~)IIh}Nnte (',i\no.~c da re~e Hc('ord ~ CII~OIJ~rosprogramas da.ned(~Mulher. Colaboradoro c Ideall'l,adorado Prl~Jeto Saber lncr patrlwlIlndo pela IIldustn.1l1enkel (eola Prltt C~Tena'/J. \t rnll~llo 1'01\11' ronsuUo/'11 1H',I,',ê,Úi,il'" ('1\1nírÍl':I in~fjf lIitÚ('S rl'I,li/11 iUllm('rn2\ ('\'('nlo2\ ('1\1('~rolo~, 1'1'11\0 rc'~1I'~
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i~ediente
Editor Responsável JosédeAssumpçãoMarquesSupervisão Editorial,concepção e coordenação técnico-pedagógica
Tânia Dias Queiroz
ISBt:J85-87563-04-'
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (ClP) (Câmara Brasileira do Livro, Sp, Brasil)
Queiroz, Tânia Dias
Origami & Folclore / Tânia Dias Queiroz, Leila Maria Grillo; [ilustrações Marco Antônio Cortez, Ricardo Nogueira]. -- São Paulo: txito, 2003.
Assstente Pedagógica
Andrea G.Salgueiro Charanek Assistent~ Editorial
PaulaAdriana Ribeiro Inclui CD-áudio.
Oibllogr.jfIJ. Autoras I
T{jnia Dias Queiroz e Leila Maria Gril/o 1. Cultura - Brasil - Literatura infanto-juvenil"
2. Folclore - Brasil - Literatura infanto-jl"!enil
3. Origami - Literatura infanto-juvenill. Grillo, Leila Maria. 11.Cortez, Marco Antônio. 111.Nogueira, Ricardo.IV. Título.
Revisão
Deplan Revisão de Textos
,Edição de arte, capa e produção
Marco Antonio Cortez e Ricardo Nogueira
ProjetoGráficoe Ilustrações,
Marco Antonio Cortez e Ricardo Nogueira
www.studiocortez.com.br
03-7091 CDD-028.5
rndices para catálogo sistemático
1. Folcloree origami : Brasil: Literatura infanto-juvenil 028.5
2. Origami e folclore: Brasil: Literaturainfanto-juvenil 028.5
Computação Gráfica
Lourival Borges Junior
Assistentede Arte-Computação Gráfica
Matheus Frohlich Cortez
Copyright! 2004 - todos os direitos reservados à Editora Maranta Rua Pedroso Alvarenga, 1245 - 2° andar - conj. 21
Cep 04531-012 - São Paulo - SP e-mail: [email protected]
CD-AUDIO
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Direção geral
Joséde Assumpção Marques
I
Coordenação Geral, produção fonográfica, concepção, produção executiva e seleção de temas
Tânia Dias Queiroz
Letras das músicasetextos
Tânia Dias Queiroz e Paula Adriana Ribeiro
Coro de crianças
Pedro Ribeiro SoaresMuniz eAndréa Camila Queiroz da Rocha Pitta
Intérpretes das músicas!
.
CarlosAlberto SoaresMuniz Júnior e Carla Viviane Queiroz Manso,I
Produçãomusical,arrar-uJos,Instrumentação,gravaçãoe mlxagem
CarlosAlbertoSoaresMunizJúnior (;\
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Introdu~ão
'-O folclore pal'te do povQ
'Eparil de. voUa de novo.
Transmitido de g,era~',ãopara g,el'a~',ão,
J~xiste em qualqu(~r na~.ão.
Cada país tem sua arte
Que de seu povo faz parte.
]~mesmo dentro de uma mesma na~ão,
Essa arte varia conforme a re~ião.
,
.No Urnsil, O foldore é r(~sulhdo
De,e,uUuras (1eto(10Sos lados.
COI~1
o índio, o neyo e o portug,uês
J~que o nosso fole,lore se fe7,.
D(~poiSviernm os imiynntes
Que levaram a coisa adiante:
Ilnlinno, nr~ent,ino, frnncês,
Norf,e-ame.I'Í{',ano
e at,éjaponês.
])0 Jilpão vdo ill~o muito interessante.
Umaté(o,nicaimpr(~5sionante
))(~fil'IJ(~I'
papel virilr ill(~yia
J~
o mundo pura magia.
]~ssa técnica tem. um nome
- ,]~'esse nome é Origami.
C,()mde" vo(',ê tudo pode inventar,
,
Hast,a
o papel dobrar.
1':5f,(~lin'o (~d(~di('.l(lo .15 (',rinnfn5
l~ aos edtwa(lores
Que no peito {o,al'l'e,~am
esperan~as
De dar ao mundo uma nO\'n cor
1~i17,(',n(10se.fI tral)illho ('om muito amor.0)
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&'foleJore
Apresentação
\ I 11,"Se
a educação sozinha não transforma a soei4~dade,sem ela, tampoueo, a
sociedade muda."
, Pl\ulo l'rt'irf',
Todos os povos do mundo possuem sua ciência, sua arte, sua'1iteratura e sua religião. Assim, os homens, mesmo inconscientemente, possuem uma alma coletiva, na-qual misturam-se
superstições,
crendices,formaselementaresde
arte eciência. " \'Nesse conjunto de tradições, que constitui a alma popular, tudo recolhido pela tradição oral, é que: --I consiste o folclore.
No Brasil,as manifestações folclóricas vêm de três grupos étnicos que participaram de nossa formação populacional, que são: o branco, o índio e o negro.
Foio conjuntodas diferentescontribuiçõesculturaisde cadagrupo,comsuascaracterísticas,
t.costumes e necessidades de alimentação e trabalho em contato com o meio físico-geográfico que fez
J
com que cada região fosse adquirindo sua diversidade. ~
Cada região do Brasilguarda uma variedade enorme de histórias, lendas e mitos que permanecem'
vivosna imaginação popular. '
É muito importante colocar nossas crianças em contato com as nossas tradições."Os..mitos, lendas r: e contos fazem parte do inconsciente coletivo e continuam, nos dias de hoje, a estimular 6 imaginário de adultos e crianças".
Mitos, lendas, parlendas, trava-línguas, brinquedos são todos elementos do nosso folclore que têm! sido transmitidos de geração para geração, garantindo uma continuidade dessa maravilha que é a nossa cultura.
A sobrevivência dessas manifestações na época atual comprova a sua atualidade, a sua
importânciae, por que não dizer,a sua capacidade de conservar e perpetuar alguns dos valores e I
questionamentos que compõe a nossa identidade cultural. I Afinal,se a globalização abriu as portas da nossa sociedade para um universo de novas culturas,
cabea nós,educadorese integrantesda sociedadebrasileira,zelarparaque a essênciado nossopovo
Iseja pr1servada. "
O Mito
.
:1o mito é um símbolo, uma narrativa fabulosa que faz parte da tradição de um povo.
Pode déscrever tempos heróicos ou fabulósos; representar deuses, seres imaginários e sobrenaturais que simbolizam forças da natureza e aspectos da vida humana; ou ainda retratar fatos ou personagens reais de uma forma exagerada pela imaginação popular, pela tradição, etc.
Eleformula explicações da realidade e de fatos que muitas vezes são difíceis de serem aceitos ou explicados, como a origem da humanidade, determinados fenômenos naturais e até acontecimentos
cotidianos que estejam fora da normalidade. i
Ao mesmo tempo, transmite valores e ensinamentos que fazem parte da moral daquele povo. Existem mitos que são encontrados em diferentes sociedades e períodos históricos, embora I modificados e moldados de acordo com as características específicas de cada uma delas.
Éo ~aso do Saci,por exemplo, que tem origem indígena, mas pode ser identificado com os
duendes europeus, ten,dotambém recebido elementos culturaisafricanos. \
, Suagrande importância,porém, não está necessariamente em seu conteúdo ou em sua forma,
mas em sua estrutura que conserva, de acordo com o antropólogo Lévi-Strauss, processos mentais
universais. c ,,-'" I / I I / ..~ . (jJ I , i I "
Ot\~JlcJore
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As lendas
As lendas são narrativas tradicionais de acontecimentos do passado que foram deformados pela imaginação popular, possuindo freqüentemente componentes fantásticos ou religiosos.
Possuem também elementos míticos, corno a sua capacidade de oferecer explicações para a realidade e sua qualidade de transmitir os valores morais da sociedade.
Geralmente são divulgadas oralmente e muitas pessoas consideram que sua origem remonta a fatos verídicos ocorridos no passado, os quais sofreram transformações na medida em que foram
~endo retransmitidos. ,..,
De qualquer forma, podemos afirmar que a riqueza e variedade das lendas brasileiras retratam a influência dos diversos povos que compõe a nossa cultura e sociedade e seu estudo nos ajuda a compreender um pouquinho melhor o que é ser brasileiro.
Parlendas e Trova-línguas
As parlendas são rimas infantis de fácil assimilação, compostas por versos de cinco ou seis sílabas, que servem para divertir, entreter, ajudar a memorizar, a escolher, a marcar um ritmo, etc.
Rodem ser ou não acompanhadas de brincadeiras, como bater palmas, pular corda ou balançar a rede. Essas rimas costumam ser um dos primeiros contatos com a literatura oral da criança.
Já a trava-língua é uma espécie de modalidade de parlenda que se caracteriza pela ordenação de palavras de forma a dificultar ao máximo a sua pronúncia.
Podem ser pequenos relatos ou versos compostos por palavras de difícil articulação, cujo objetivo é c.presentá-Ia como um jogo que além de divertido auxilia no treinamento da dicção.
Os brinquedos folelórieos
Toda criança tem o direito de brincar, pois é assim que ela aprende a viver e a conviver em sociedade; e os brinquedos folclóricos nos lembram que não é preciso possuir riqueza ou alta
tecnologia para se ter uma infância feliz, basta apenas utilizar a imaginação e os materiais disponíveis para se deliciar com aqueles elementos que ôjudaram a formar diversas gerações e continuam a agradar as crianças de todas as idades, como o pião e o bilboquê.
O objetivo desta obra é abrir mais uma porta para o mundo do nosso folclore utilizando comoI
linguagem a técnica do Origami (dobraduras de papel) para ilustrar e recriar os personagens de alguma~ lendas e mitos e permitir que nossas crianças aprendam com eles.
O Origami é uma arte milenar japonesa que também faz parte do nosso folclore, pois não há quem não ten~a feito um barquinho ou balão de papel dobrado quando criança.
I Acreditamosque essa obra é uma possibilidadeauxiliarna valorizaçãodo nosso folcloree na
reconstrução de valores importantes da nossa sociedade, um ponto de partida para a transformação do processo ensino-aprendizagem, sendo potencializadora das inteligências das nossas crianças e do resgate da nossa cultura.
"Háescolas que são gaiolas. Há escolas que são asas",Escolasque são asas existem para dar aos
ipássaroscoragem para voar. Ensinaro vôo, isso elas não podem fazer,porque o vôojá nasce dentro dos pássaros. O vóo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado. (Rubem Alves)
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Tânia Qtleiroz e LeilaMaria Grillo
Asautoras
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Simbologia Gráfiea
Parafazerdobraduras(ORIGAMI),o papelmaisusadoé o papelespelho,colorido de um ladoe brancodo outro, porémé importanteter outrostipos de papelparaseremutilizadosnascolagensde detalhes.
O OriÇJômitmdicionôljôponê'\nãopermitccortcs com tc'\ourôOllutili7açãode cola,porématualmente,
em váriospalses,foramcriadosestilosdiferentesde acordocom a suacultura.
Hoje,no Brasil,a arte dasdobradurastem sido bastantedivulgada,nãosó como hobby,
mascomorecursopedagógicoe interdisciplinar.Favorece,também,a coordenaçãomotorafina,o equillbriodos dois hemisfériosdo cérebro,poisparaexecuçãodasdobrasno papel,devemosusar
asduasmãoscom a mesmaintensidade. \ \ I li~, j ! ,,\ '.' I ,
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I,. ~ -I ~A simbologiado ORIGAMIé universal:
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I Idobrarparafrente dobrar para trás cortar
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fazerumadobra sobrea outra dobrar e'desdobrar(apenasvincar)
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girar na di,eçãoda seta embutira dobradurapordentro
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O Boto
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11Alaraou a Mãed' água - 17
Saci-Pererê - 20 Mula-sem-cabeça - 24 Lobisomen - 28 Boitatá - 32 Mãe do Ouro - 35 Curupira - 39 ~ '!I., 111
.
(!J",...'
"
.:,1 " lendas .A lenda da origem das estrelas
-
43A lenda dos Diamantes
-
49 A lenda do filho do trovão - 54 A lenda da Vitória-Régia - 59A lenda da GralhaAzul
-
62' ",A lenda do Negrinho do Pastoreio
-
65Alendado Bumba-meu-boi- 71
A lenda do porquê os galos cantam de madrugada
-
76-ral'h~.ndn~ I A galinha do vi2;inho - 81 Piano - 82 . Bambalalão - 84 Uni,duni, te - 85 Hoje é domingo - 86 Travo-lín~UQS O Sapo - 88 O Rato - 89 O Tigre - 90
Hrhiquedos folelórieos
Cata-ventos - 92 Bilboquê'- 93 Peteca - 94 Pião - 96 ~:su~estões de Painéis
-
99 .L(~tJ'\~Sdas MõsieolS - 102,1 i , 00 O @,.>
.'
Deixando a moça apaixonada, Esperando um filho seu e
Sem saber direito o que ~conteceu. Dizem que o boto ele é.
De dia é peixe e mora no rio, De noite, com seu jeito-gentil,
Um homem é o que ele é.
Mas existe um segredo para seu amor conseguir, Basta carregar um amuleto por onde ir.
Muita sorte traz esse amuleto
Que de olho de boto seco é feito.
~
Deve ser preparado por um pajé
I \
,Que tenha muita fé.
Vejamvocês que história impressionante, Um homem bonito como um diamante
Não passa de um peixe insignificante. "-por isso é que eu digo:
Não é a aparência Que faz o amigo. "",.O"~.- -, - - ..; -;;;:;:;;...:::--'IIóe''''-- ~ 8~'~
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i
,'t
Hoje é dia de festa,Temmúsica, comida e dança. O coração se enche de esperança De encontrar um grande amor. As mulheres se enfeitam,
Os homens seus cabelos ajeitam, Carregando no peito uma flor. A noite está estrelada,
De longe se ouve a gargalhada. Éele que aparece,
Aquele de quem nenhuma mulher se esquece. É,um rapaz elegante e forte,
Usa um chapéu que nunca tira,
Para esconder o buraco na testa pelo qual respira.
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Todamoça quer ter a sorter
De seu amor eterno conqui~tar, M~sele só quer namorar
Sem nenhum compromisso, firmar Depois toma chá de sumiço,
Desaparece. sem dizêr nad~,\
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Ol~íetivoc; conceituc:~is;,éltitudínais;,proceditnentai<:::
conrecer váriasversõesdos mitos em diferentesregiõesem diversoscontextos,relacionaro mito com a própriarealidade,percebera funçãosocialdospersonagens,identificara moraldo mito, relacionarimagens
com a escrita,desenvolverhabilidadesmotoras,etc.
I
Rel~C\Onarascaracterísticasdo mitoe personagenscomaspróprias;observare'analisarasprópriasproduções
e a dos colegas;analisarum contexto de forma crítica; propor atitudesadequadas;manifestaropiniões; pesquisar.Consideraro mito como patrimôniocultural;respeitaras diferentesregiõesbrasileiras;valorizar
a própriaproduÇãOe a dos colegas;questionara realidaaeque o cerca;consideraro amor,afeto,respeito,
sinceridade,honestidade,honra, verdade, perdão,
"-I ... - . compreensão,compaixãocomo valores essenciais
'POIOUS8.8. ~lmuloçéJoc, 8. mc,ntlr8. no exercíciodacidadania,rumo à construçãode uma
p8f8. conquisJ8.ro~seus; objetivos: e.. vida de qualidade.
cons;(",guirnomOr8ros;moçd~.ÇeX8
Hoda de conver<::a:
que.(~certo utiliz8r es:s:etipo dc/ eEtr8t6gi8? Organizadosempequenosgruposos alunosdeverão,
O mito do 'Poto 6 muito,rico {'.noc;permite em primeiro lugar, confeccionar plaquinhas em
tl'éJbé)!h8rdivers:os:tan8S:c2;mo6tic8.,res:peito, papelcartãonasquaisescreverãoem letrade forma:
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~ . . ' . .. . . . . . ~ -I. I - ., t solidariedade,egoísmo,verdade,mentira, bondade,. Orle.l~il8.Ç8.0s:exu8., re 8.ç.oec:S:OCI8.!C:,en re.. .
~
I ." " amor, Interesse, compaixão, lealdade,exploração,
111uitos;outms:. sedução, amizade, desonestidade, diálogq, afeto,
'--- desamor, honra, sinceridade, carinho e fidelidade.
. Conversandoa respeitoda lenda,cadagrupo deveráescolherentreas plaquinhasaquelasque representam
,
a atitude do boto em relação às moças que çonquista;emseguida deverão escolher as plaquinhas que, naI . "
opiniãodeles,representamqualidadesquede~emexistirem um relacionamento..
"",
O professordeveráutilizardoiscartazes.No primeiroescrito:característicasdo boto; e no segundoescrito:I
o quefaltano boto.Cadagrupodeveráescolher,entreasplaquinhasquejá separaram,umaqueelesachem a maisimportanteparacolocarem cadaum dos cartazes.Ao prenderas plaquinhasnos cartazesdeverão justificar paraa turmaassuasescolhas.
AprChde.hdoa apre.hde.r:
~1
~
O boto é um tipo de peixequedespertao interessedaspessoaspor suabeleza.Vamosconhecê-Iomelhor?'I
I~
OSqlunospodemse organizarem duplasparapesquisarsobreessepei~e,onde costumarer encontrado,~" ,
quaissãoassuascaracterísticas,seé de águadoce ou salgada,etc. DepoIs,em umafolha de papeldeverãoI
de~n,~aro.boto e (!s~r~~era:uilo queconsiderammaisimportantedo que descobrirama seurespeito.Fdmllla
s:!m,te.lé:,VI~aOhaO: .Osalunosdeverãorecontara lendado botoparaosseusfamiliares,colocandoaquiloquefoi discutidoemsala :eaula.eperguntara opiniãodelesa respeitoda atitudedo personagem.
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Estoupara conhecer
Mulhermaisbonitaquea 'ara.
Vocêtem que ver paracrer Quebelezamaisrara. Os olhossãotãoverdes Quenelesse pode encontrar
Mil motivosparaamar.
Seuscabelosa Cordo ouro têm, Porissoé que ninguém
AtéhojecOnseguiu
Fugirda sereiado rio. Nasmãostem um espelho Queadoraapreciar,
Eseuslongoscabelospentear.
Masc/a temtambém Umoutro poder encantador Queprovocamuitador. As mãesde rapazesbonitos Ficamde coraçãopartido Ao ouvironomelara.
.
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"",.-1IIIIJjIIII8!IIr
~~1Iái!lJa
'
"\ ./ Essepoder é o cantar Quefazgualquerrapazseapaixonar. a seucantoé tão melodioso,Temum tom tao charmoso Que ninguémconsegueresistir
Emuito menos fugir .
00 desfechoquevem a seguir.
Adoce 'ara,
ComsuabeleIa rara, Usao seucanto
Paraum fim que causaespanto: Atraios moçosparaa beirado rio
Equandoestãoapaixonados
Sãoparao fundo do rio carregados
Enuncamaisencontrados. Agoravejamvocês a que podeacontecer Com quemconfiasemconhecer. Agir sempensar, Muitatristezapodecausar. '-
.~
ÀI
I , \.\
\Para fazer o rabo
de peixeda
lara, você vai
preci~arde:
Um quadradodE~18x18 em
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MeioAmbiente,formas de expressão,substantivos,ortografia. "'"
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"
!, (,li IS"r - J "-- ;;, o:~, :':-',\L " -' " conhecer vãriasversãeÇdosmitos em diferentes regiãesI
emdiversos'contextos;relacionaro mitocomaprópriarealidade;perceberafunçãosocialdospersonagens;identificaramoral
do mito;percebero processode aculturaçãodo mito atravésda história;compreendera influênciadasdiversasculturasna
construç"lOdo mito;compreenderainfluênciado meioambientenaformaçãoculturaldospovos.Relacionarascaracteristicas
do mitoepersonagenscom as,próprias;observare analisaras própriasproduçõese a dos colegas;manifestaropiniões;
I
--- - ~
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pesquisar.Consideraro mito como patrimôniocultural;respeitarI
---1-
as diferentesregiõesbrasileiras;valorizara própria produçãoeI
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I~ \~W. OUMàe, d'8§p~.te,1lI~u~ a dos colegas;questionara realidadeque ocerca;perceberos, mitoiÔ. \8ç80 ribÓrinha.que, valoresmoraisdasociedadepresentesnomitoeseupapelcomo
origylll e,ntre,~ popu d . e,d~r1ui\o transmissordessesvalores.
. I .d e,1lI tornO O nO "\, ,
or~9.n\z~ ~U~ VI ~ de,tílOS;trab~\h~r' 'f.1 I ' I
que,de, pode, ofe,re,ce,r.:~ . rtir de, Dividindoa turmaem equipes,o professordistribui.paraos
d' ~o~conte.údo~e,ó$clplln~~~ p~
.
alunos{) mapada regiãoondese possaidentificaros rios.Iva tÕe,S;fUlldame,lItais;qUe,e,~ç;e,IlIltO Emseguidamostraráaosalunosondeelesestãosituados
dua~ que,s; ~. . ~pre,~e,nt~\~r~ como naquelemapae quaissãoosriosqueestãopróximosdeles.
noÇprop;~~'A pnllle,lr~ .- da n~ture,z~ e, do Seráque existemrios ou foram canalizados?Seforam, os
~ Miàó
id
~gU9.,a gu~rdl~ \ que, alunospodemconversarcom pessoasquemoravamna.J.,W\~r1Ue,Oriore,pre,~e,nta,~que, ~ regiãoquandoo rio aindaexistiae perguntarcomo ele era
e,cO~~b\VI" "\ . Ofe,re.ce, . .
I 'da e,~ be,\e,~ que,Ono I antes.SeriaInteressantefazeremuma pequenaexcursão
re,pre,~e,nt~~ VI de,ç;trói ~que,\e,~que" atéo rio maispróximoonde cadaaluno poderáanotarem
m~~ ~O 1lIe,~IlIOte,llIpO ~e,nta ~ \~ra que situaçãoele se encontra. Estápoluído?Tempeixes?
9.buÇ;9.1lIdo rio.Já ~ i~e,gund~~pre.
~
o~ o que as pessoasda regiãopodemaproveitardesserio?mae,ç;pé.ci~ de, ~e,re,I~,que, e,n~1I
.
\ Aágua é utilizada? É possível nadar? De que forma a COl1l0 U \ a para o fundodaç; agU8s;~, presençahumanaprejudicoutal rio? O que elespodemhome,n~e,O~ e,V I '
~
" ., '
,
' fazer paraajuéJara preservaro rio?
, " ,,' .', '. I I,) ,)(1111(111I IlltI
, '
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'"
, { 11\'-- Agoraé horade reconstruiro mito.Cadaum dosgrupos
deveráimaginarcomo seriasea laravivessenaquelerio queestápróximoa eles. Oqueeladiria?Comoviveria?Estariaaindalinda?De que formatentariadefendera natureza?Comoseráque aspessoasda
,regiãoreagiriamseencontrassemcomela?Osalunospoderãorepresentarparaoscolegasashistóriasquecriaram. I
,~ 'J' -, . , I I
,';'00 (1 L:, ( ,tljcrna '
Apresentarparaias alunos o filme: nApequenaSereia"dos estúdios Dysney.Divida os alunos em grupo. I
Cadagrupo deve~áenum~rar qllôis são as semelhançasque existem entre as característicasda sereia do filme "1
e asdo mitoda lara,em seguidadeverãofazero mesmocom assuasdiferenças,Porfim,cadagrupodeverá exporsuasconclusõesparaoscolegas,oralmenteou atravésde cartazes.
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É
um molequenegrinho Ebem barrigudinho; iTemumapernasóEem crinade cavaloadoradar nó. Os seusolhos sãoda cor do fogo, Eleadorafazeros outros de bobo.
:
Suas orelhas são de morcegoII ' Ena mãofurada J Háapenastrês dedos. II Usaumacarapuçavermelhanaqual Estádepositadoseupoder sobrenatural. Ir Adoraumatravessura, i Fazmil diabruras. Espertoe engraçado. Nuncafica parado. EssemoleqJesabido Emuitodivertido Éo Saci-Pererê
Quefaztodo mundose mexer. Quandoestivers~inho Eavistarum redemôinho Fiqueatento, "- ._-Poisaqualquermomento.
Ele pode aparecer.--.
Na hora qúe a mulher está a preparar
um deliciosOjanwr.
I
faz questãO de apagar O fogo do fogãO,
provocando com issO uma baita contusãO. Coitada da vovó
Que hca desmanchando o nó Do novelo de lã que o danado
DeiXoUtodo embaraçado. .
-..,
O Saci é mesmo encapetado~. Só há um jeito de apanhá-Io,
Mas é preciso fazer direitinho:
I
Emcimado negrinhO
"
}ogue urna peneira emborcada,
Coloque-Odentro de uma garràla tapada.
Nessa desenhe urnacruz
.
. \lerme\ha corno o seu capuz.
Caso não consiga o Saci prenderj
1ire sua carapuça, I
li
Pois com ela tirará todo o seU poder.
"
!li ,
Para fazer o corpo do ~aci, voc~ vai preci~ar de:
I. Umquadradode 16 x 16 em preto ou marromescuro
,
.
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Paraf~ze.ro ro!:todo ~Ci. vou vaipre.cis:ar
de,:
. Umquadradode 8 x 8 cm preto ou marromescuro
Para fazer o~ braço~ do ç:aci,você vai preci~ar
de:
.
Umquadradode 8 x 8 cm preto ou marromescuroli
.
11
I
I II
Coma sobra do papel colarasorelhas pontudas dobrare colar11
.
Não esqueça dasorelhas, recortee cole.'-
~...-\ '
I ~ .,1 I l I \. J. I.""
A
.- -.., " ,... ~--'ijj.~..I~ ---- li ---~
'Parafazera carapuçado ~aci,voc:t.~
vaipreci~arde
:
. Umquadrado de f5 x f5 em na cor vermelha
, 11 .1", , , , , , , , , , ,, , , , , , , , , , , , , ....
Dobrar para trás e colar Colar a carapuça
na testa doSaci o cachimbodoSacl é o mesmo da parlenda "Hojeé domingo"...
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Atividade~
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Di~ciplina~:História, Geografia, Ciências, Português.
Conteúdo~ indi~do~: culturapopular,localizaçãogeográfica,diferenciaçãoentre o campoe a cidade,Corpo Humano,fenômenosnaturais,ventos, formasde expressão,substantivo\...ortografia.
Objetivo~
conceituai~, procedimentai~, éÜitudinai~: conhecervárias-versôesdos mitosemdiferentesregiõesem diversos contextos; relacionar o mitocom a própria realidade; p~rceber a função social dos personagens; identificara moral do mito; perceber o processo de aculturação do mitoatravés da história; compreender a influência das diversas culturas na construção do mito; relacionar as características do mito e personagens com as próprias; observar e analisar as próprias produçôes e a dos colegas; propor atitudes adequadas;
manifestaropiniOes;pesquisar,consideraro mito como
patrimônio' cultural; respeitar as d:ferentes regiões
brasileiras; valorizar a própria produção e a dos colegas; questionara realidade que o cerca; considerar o amor, afeto.
respeito.sinceridade,honestidade,honra,verdade,perdão"
compreensão, compreender que as pessoas são diferentes
entresi e aprendera respeitaressasdiferenças.
o Çaci6 umae-ntidade- trave-s;s;a,
que-s;urgiuno imaginário indíge-na como guardião da flore-cta e-ao~
PoUC()~:foi ~e-modificando, re-ce,b~ndo
a influê,nciados;africanos;e-wropws: .
que-che,garam ao
'Bras;il.Çe-me-Ihânte-aos;due-nde-s;wropWS;, gocta
de-pre.g,arpe,ças;e-atorme-ntar
as;pe-ç.s:oas;.A abordage-m
de-s;s;e-mito noS;pamite- tratar
divas;os;te-mas;,como hictõria, ttica, cidadania, ciê.ncias;
e-me-io-ambie-nte-.
'Roda
de conversa:
Durantea Idade Média as pessoas que viviam na Europa e
moravam no campo costumavam aCreditar em duendes, seres
que viviamnas florestase que gostavamde atormentaros humanos,fazendoo leiteazedar, escondendo objetos. etc. Quaissão as semelhanças que existementre os duendes e o saci?Os alunos podem realizaruma pesquisasobre os duendes,realizandoa comparaçãoa seguir.
a saci, e os duendes são mitos que se originarame se mantiveramprincipalmentena área rural.dificilmentesendo Ii'mbradosnas grandes cidades. Divididosem grupos os
alunos deverão escrever em um papel as principais travessuras que eles acham que o saci costuma fazer. Será que o saci poderia fazer essas travessuras na cidade? Por quê? Quais são (1Scaracterlsticas da vida na cidade que dificultam as possíveis
travessurasdo saci? .
Parafinalizarosalunosapresentarãoparaosoutrosgruposassuasconclusõese debaterãoasposslveisdivergências
deopiniões.O professorpodeaproveitaro momentoparaintroduzirasnoçõesa respeitodofenômenometeorológico
cham~dode saci,ventoque se apresenta de formacirculare que nas áreas descampadaspode chegar a arrastar
objetos. AI. ~ .',' I I
Cidadania
em aç20:
AStrávessurasdo saci,emborapossamser consideradasinocentes,causamdanosou incomodamas pessoas.Muitas
vezesas criançastambém se excedem ao aprontar suas travessuras, qual então será o limite entre a brincadeira
. e' o mau gosto? Para aprofundar a questão, que tal fazermos o julgamento do saci? O~ alunos podem ser
e o divididosemtrês grupos.O primeiro irá pensar em argumentos para defender o Sacio'apresentando o seu
O
ladobom;o segundo argumentarácontra o saci,falandosobre o porquê de suas atitudesserem ruins; por fimo terceirogrupodeveráouvir asduasdefesase decidir sobreaté queponto asbrincadeirasdosacisãoaceitáveise se ele mereceriaalgumtipo de puniçãopor aquiloque faz de danoso.
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~-i~--~-:;~
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"' ,,,.---I~Ou c~ntar paravocês
rpahIstóriade arr ' .
Por isso é bom se e~ar. Depois de toda a noite relinchar.
E () históriada mul
p parar. Aoouviro galocantar.
Q
a-sem-cab
ueaparecede qUinta eça Transforma-senumamülher
E~ue provocatrem d parasexta-feira Comooutraqualquer.
EIT)muitohomemvel eira Dizemque essamulher
Sóde ouvir o barul: e~te Recebeutamanhocastigo
Eum bicho malvadoo e seudente. Porter um amorproibido.
Queatacao viajan! d . Elaum padreamoU
Dacoicescomo n e I;scurdado. E a maldiçãoencontrou.
MuitosanimaisSãO
ava adas. A partirdessemomento,
D'l1emque quandobravmortosco10suaspatadas-Todamuiherque naoquer essesofnmento.-'
Soltafogo pelasnar" a Deveter umaboa conduta.
EcorreatrásdasmIn~s Fugirde amorproibido
Suacabeçaningué'enmas Paronao ganharsemelhantecasugo.
-
.
Só defalarjá sinto
~
m calafn9!nuncaviu. por isso aceiteesteconselho,Nãodeixea paixão Arruinarseucoração."
Parafazer
o ,corpo
daMula,vocêvaipreci~arde:
.Uni quadré}.~ode 18 x 18 em ,,!. / .. f11 141.P"" 11
~I
11 M I~ li ~llIIa-~ ~~ ." f .1 * I. i" ,I' t~' Irl ~," qJ~~',
~.,.~--..
...-LSI; jt ijf
~. " II " Dobra embutida c: ,;jiiiiii~Wi"'~~- -~"'''' "- --,.-::-"'IIIIU~f "--11
..1, Cortarpordentço\ "','>1 das pat!lspata ..~1. formaras4 e pararempéI I-
--~
+
't '!Jx
~:x
'Parafazero pe~coçodaMula,
você
vaipreci~arde:
.Umquadradode 8 x 8 em 111 .2 "
'Parafazera caudada
'-Mula,vod vaipreci~arQe:
. Umquadradode 4 x 4 em1,
2 .,
, 'f , 1 31 ,.P~H--a
fazer o fogo:
. Váriosquadradospequenos amarelos,vermelhose laranjas
'f'Q\
-
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Dis:dplinas::História, Geografia, Ciências, Português.
Cont~;dos: .Indicados;: cultura popular. trabalho, formas de expressão, substantivos, ortografia, educação
sexual, seres vivo!>
Obje.tivos: c;on()e,ituais;: relacionar o mito com a própria realidade; perceber afunção social dos personagens; identifICar
a moraldomito: Pf>.rcebér a influência do meio ambiente na formaçé1o cultural dos povos; biologia; animais; trabalho;
Oqje.ti\{OS:proGe.dime.ntais;:relacionar as características do mito e personagens com as próprias; manifestar
opiniões;pesquisar; trabalhar em equipe; aprender a sintetizar conteÚdos; noção de conjunto; organização.
OqJe.tivos:atitudinais;, trans;dis;ciplinare.s::considerar o mito como patrimônio cultural, respeitar
as diferflntes'reglOes brasileiras; valorizar a própria produção e a dos colegas; .questionar a realidade que
o
cerca, notar os diferentes valores presentes em nossa
t8. 8. 1118.ldiçào
\
sociedade e pf~rcebersuas transformações através do
"
\ond8.d8. IIIUI8.-Se,III-C8.be,ç,8COI\ . tempo; respeitar as diferenças."" v ue,se, re,I8.Clon8.COIII
qUe,tr8.ns:forlll8.8. lIIulhe,r q fi no lug8.r Apre.nde.n0° a apre.nder: ...
" 8.dre,e,1IIUIll8.lIIul8.,que, te.lII. ogo rt Paracomeçarosalunosdevempesquisaroqueé exatamente
um P Á lIIul8.Se,r8.111o 1IIe.IOde. tr8.nspO e. uma mulae para que era utilizada.Emseguida,organizea
,Ida c8.be.Ç8..c; . d colbni8.I,por Se,re.1II turmaemequipesdetrêspessoas.Cadaequipereceberá
cornunl dur8t1te.O pe.no O 10 uma lista com diversos animais (ex. mula, leé1o,cavalo,
.',
t I1Ue,UIII C8.V8. . .
t,o",-I-e.se. l118.isb8.r8 8.S "\ A boi,jacaré,elefante,vaca,girafa,hipopótamo,etc.)Em
re,S;\S;LA ,\ 6 6 áfico u8.S I .
t O O iSol8.lIIe.nto'(}e.°rJ uma folha ~e papel, ou no própno caderno. os alunos
Ao rne.<;lIIoe.lllp '. Id d s e,nfre.nt8.d8.<;n8. . o deverão agrupar os animais'formando conjuntos de
popLII8.ç.õe.Se. 8.Sdlflcu 8. e, <;0te,rritório, acordo com as seguintes caracterlsticas:conjunto dos
. C8.do de.<;br8.V8tY1e.ntodo nos. mamíferos, conjunto dos carnivoros, conjunto dos
e,p~ oS hOIlle.nsfoSSe,1IIobng8.doS herbívoros, conjunto dos répteis. dos animais que
f8.Z\8.COIIIque, . d longe. de. C8.S8, podem servir como transporte, dos animaisque são
8.p8.S;S8rlongoS pe.no os..., ~ criados pelos homens, dos que vivem em florestas,
dóX8ndo8.SlIIulhe,re.ssozinh8.SC~III , .. etc. Porfim,o professoriráchãmaras equip~spara
Esse. conte.xto nos pe,rlll\te. ' ~... res~onderos elemento~que col~ram no~conJ~ntos.
oS;fIlhos. ,o"'"s818 de. 8uI8... ~ Sairávencedoraa equipeque tivero maiornumero
A' ,o
r
sOSte.1II8SVii , 6..c T~tr8.b8.lh8r ulVv de acertos.
'Roda de.conver~.sl:
Divididosem grupos de três, os alunos deverão discutir as seguintes~uestões:Por que a mulher que se
apaixonassepor um p.adrese transformavaem mula-sem-cabeça?O padretambémera punido?E nosdiasde
hoje;seráque esse mito teria sentido?Por quê?Quaissão os tipos elerelacionamentonos diasde hoje mal vistospelasociedade?
.
"Que.m conta
umconto
aume.ntaumponto:
Apósrefletiremsobreasquestoes,cadagrupodeveráreescrevera históriada mula-sem-cabeça
no nossotempo histórico,o que poderia acontecer com ela e com o padre?
;iJ Os grupos deverão confeccionar cartazes onde escreverão a história
l'
, . " "", e colocarão uma , i "" I , u , stração.E ,S;;es cartazes serão expostos paraque
!I I ~" , toclososcolegaspossamler.~shist~ias.
~
.... , .-"...,,-111111~'" "':"":"~ü'- ~ 27-
---...
---"~-' "v.. .', ',..' ~ "e-- .. ,.,.. ~=~r"", ~ 'u...,.,.. i' 0..:. " .'- .. '" D:.--"- i2.::.'!'I,-i! '~ , ' " " '"", !!!'.!'.I!!!'.-""""-''''''''-, '' :.I!!...,. -""' , -,':i, '~' 11~~-'-lIPI'!1!ji'M i_-"'::::"""- .- .''''~!1A1ividad~~
comat4\u\a..sem..cabeç
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~I"...
it:-:::8_~, ,~
-~
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\J"
EXistealgum homem ~-Que não tem medo de lobisomen? Não existe ninguém
Que não comece a tremer
i' Ao ver na sexta-feira a lua encher.
POisé na lua cheia que ele aparece E Comseu uivo a cidade estremece. Temgente que acredita em maldição De pais ou padrinhos sem coração. Há quem diga que depois de seis filhas O sétimo filho será o lobisomen da famr1ia. Muitas coisas sobre ele são ditas.
Mas pOUcagente acredita Que dentro de um belo homem Pode se esconder um lobisomen. :Ao treze anos começam os mistérios: Visitasete cemitérios.
I Yai a sete encruzilhadas.
' Deitano chão da estrad~.
Roda da esquerda para a direita.
~eu corpo se desajeita,I I
Transforma-se num animal Que deseja fazer o mal. O corpo coberto de pêlos, Faz arrepiar os cabelos.
As orelhas crescem
E as feições de humano desaparecem.
Aunhatorna-segarra.
~
Temde um lobo a cara.
~
Existe urna superstição Que ensina como destruir Tamanha aberração:
Como bicho na mira I
Em sua cabeça atira.
Mas a bala tem que ser de prata. Pois outra bala não mata
Um bicho tão tinhoso. Tão feio e tão maldoso.
É preciso ter cuidado
Para com seu sangue não ficar manchado, Pois um simples homem
pode se tornar um terrívellobisomen. "
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Para fazer
o Lobi~omeh,
vocêvai
preci~ar de:
. Umquadrado de 20 x 20 cm colorido dos dois lados
.Umquadradode 10 x 10, vermelhoparaa boca e retalhosde outros papéispara os detalhes
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