Teol
Teologia
ogia moral
moral católic
católicaa
De acordo com aDe acordo com a Igreja Católica Igreja Católica, , aa teologia moral teologia moral é é aa parte da
parte da Teologia católica Teologia católica " "que se ocupa do estudo siste-que se ocupa do estudo siste-mático dos princípios éticos da doutrina sobrenatural mático dos princípios éticos da doutrina sobrenatural re-velada
velada", aplicando-os de seguida à vida quotidiana do", aplicando-os de seguida à vida quotidiana do católico
católico e e dada Igreja Igreja. Esta. Esta teologia teologia está, em parte, englo- está, em parte, englo-bada pela
bada pela teologia sistemática teologia sistemática. Mas, apesar disso, muitas. Mas, apesar disso, muitas vezes ela também está associada à
vezes ela também está associada à teologia prática teologia prática [1] [1].. O
O Evangelho Evangelho e as e as verdades e doutrinas reveladas verdades e doutrinas reveladas, estuda-, estuda-das pela
das pela teologia dogmática teologia dogmática, estão essencialmente ligadas, estão essencialmente ligadas a uma
a uma ética ética e conduta e conduta moral moral. . ""A doutrina revelada, a ri-A doutrina revelada, a ri- gor, é uma
gor, é uma ética, pois apresenta, no ética, pois apresenta, no seu conjunto, as nor-seu conjunto, as nor-mas exigidas para o relacionamento dos homens entre si mas exigidas para o relacionamento dos homens entre si ee para com
para com Deus Deus"" [1] [1]. Esta. Esta ética ética e e moral moral, que ", que " prepar preparam- am-no
noss paparara sesermrmosos oo titipopo dede pepessssoaoa ququee popodede viviveverr cocomm DeDeusus"" na
na vida eterna vida eterna, giram por isso à volta do ", giram por isso à volta do " desadesafio da fio da dá- dá-diva de si mesmo aos outros
diva de si mesmo aos outros " e a Deus" e a Deus [2] [2]. Por isso, estas. Por isso, estas normas devem ser praticadas no quotidiano "
normas devem ser praticadas no quotidiano "como ex-como ex- pressão
pressão da da plena plena aceitação aceitação da da mensagem mensagem evangélicaevangélica" " ee da vontade de Deus
da vontade de Deus pela humanidadepela humanidade [1] [1]. A prática desta. A prática desta moral católica, cuja parte fundamental e obrigatória são moral católica, cuja parte fundamental e obrigatória são os
os Dez Mandamentos Dez Mandamentos, serve para libertar o Homem da, serve para libertar o Homem da ""escravidão doescravidão do pecado pecado"" [3][3], que é um autêntico ", que é um autêntico "abusoabuso da
da liberdade liberdade"" [4] [4]. Isto porque ". Isto porque "só nos tornamos livres sesó nos tornamos livres se conseguirmos ser melhores
conseguirmos ser melhores" e ser "" e ser "atraídos para oatraídos para o bem bem e e oo belo belo"" [5][5], visto que a, visto que a bondade bondade e e asas bem-aventuranças bem-aventuranças ""definem o contexto para a vida moral cristã definem o contexto para a vida moral cristã "" [6] [6]..
Segundo a
Segundo a doutrina doutrina da Igreja Católicada Igreja Católica, ", "a questão moral a questão moral é o cerne da problemática
é o cerne da problemática soteriológica soteriológica , , pois pois aa salvação salvação depende da nossa
depende da nossa conduta conduta , , após após aa justificação justificação recebida recebida com a
com a graça graça do do batismo batismo". O objetivo da". O objetivo da teologia moral teologia moral " "é é levar as
levar as virtudes virtudes cristãs à excelência cristãs à excelência", até o fim das vidas", até o fim das vidas de cada católico
de cada católico [1] [1]..
1
1 Mo
Moral
ralid
idad
ade
e dos
dos ac
actos
tos
Segundo a
Segundo a doutrina da Igreja Católica doutrina da Igreja Católica, , ""aa moralidade moralidade dos actos humanos depende de três fontes: do objecto dos actos humanos depende de três fontes: do objecto es-colhido, ou seja, dum bem verdadeiro ou aparente; da colhido, ou seja, dum bem verdadeiro ou aparente; da intenção
intenção do sujeito que age, isto é, do fim que ele tem em do sujeito que age, isto é, do fim que ele tem em vista ao fazer a acção; das
vista ao fazer a acção; das circunstâncias circunstâncias da acção, onde da acção, onde se incluem as suas
se incluem as suas consequências consequências". ". Estas cEstas circunstânircunstânciascias podem anular, "
podem anular, "atenuar ou aumentar aatenuar ou aumentar a responsabilidade responsabilidade de quem age, mas não podem modificar a qualidade de quem age, mas não podem modificar a qualidade mo-ral dos próprios actos, não tornam nunca boa uma acção ral dos próprios actos, não tornam nunca boa uma acção que, em si, é má
que, em si, é má", visto que "", visto que "o fim não o fim não justifijustifica os meiosca os meios".". Por isso, a transgressão de uma
Por isso, a transgressão de uma regra moral implica a es-regra moral implica a es-colha do
colha do mal mal e por e por isso o cometimento deisso o cometimento de pecados pecados [7] [7]..
2
2 Mo
Mora
rali
lidad
dade
e das
das pa
paix
ixõe
õess
Segundo a concepção católica, as
Segundo a concepção católica, as paixões paixões são " são "os os afafectos,ectos, as emoções ou os movimentos da
as emoções ou os movimentos da sensibilidade sensibilidade – compo- – compo-nentes naturais da
nentes naturais da psicologia psicologia humana – que inclinam a humana – que inclinam a agir ou a não agir em vista do que se percebeu como bom agir ou a não agir em vista do que se percebeu como bom ou como mau. As principais são o
ou como mau. As principais são o amor amor e o e o ódio ódio , o , o desejo desejo e o
e o medo medo , a , a alegria alegria , a , a tristeza tristeza e a e a cólera cólera. A paixão funda-. A paixão funda-mental é o
mental é o amor amor , provocado pela atrac , provocado pela atracção do bem.ção do bem. "" [8] [8].. Ainda segundo a
Ainda segundo a doutrina católica doutrina católica, , ""as paixões não sãoas paixões não são nem boas nem más em si mesmas: são boas quando nem boas nem más em si mesmas: são boas quando con-tri
tribuebuemm parparaa umauma acçacçãoão boaboa; são; são másmás, no, no cascasoo concontrtráriário.o."" Logo, elas podem ser assumidas, guiadas e ordenadas Logo, elas podem ser assumidas, guiadas e ordenadas pe-las
las virtudes virtudes ou pervertidas e desorientadas pelos ou pervertidas e desorientadas pelos vícios vícios [9]
[9]..
3
3 Dig
Dignid
nidade
ade, li
, liber
berdade
dade e
e con
consci
sciên-
ên-cia moral
cia moral
Ver artigo principal:
Ver artigo principal: Dignidade Dignidade e e Direitos humanos Direitos humanos,, Liberdade
Liberdade,, Livre-arbítrio Livre-arbítrio e e Consciência (moral) Consciência (moral)
Como já foi tratado nas secções "
Como já foi tratado nas secções "Homem, a sua QuedaHomem, a sua Queda e o Pecado original
e o Pecado original ", ", ""Demónios e Mal Demónios e Mal " " e e ""Justificação,Justificação, Graça, Misericórdia, Mérito e
Graça, Misericórdia, Mérito e LiberdadeLiberdade, o Homem pos-, o Homem pos-sui
sui dignidade dignidade, que está radicada na sua ", que está radicada na sua "criação à ima-criação à ima- gem
gem e e semelhança semelhança dede Deus Deus", o que implica necessaria-", o que implica necessaria-mente que o Homem possui
mente que o Homem possui liberdade liberdade e e consciência mo- consciência mo-ral
ral. . A liberdaA liberdade é de é uma capacuma capacidadidade inseparáe inseparável e inali-vel e inali-enável do Homem
enável do Homem [10] [10], dado por Deus, "de agir e não, dado por Deus, "de agir e não agir
agir ", "", "de escolher entre o bem e o mal de escolher entre o bem e o mal ", "", " praticando as- praticando as-sim por si mesmo acções deliberadas
sim por si mesmo acções deliberadas". Este poder único,". Este poder único, que "
que "atinge aatinge a perfeição perfeição quando é ordenada para Deus quando é ordenada para Deus"" [11]
[11], ", "torna o homem responsável pelos seus actos, na me-torna o homem responsável pelos seus actos, na me-dida em que são voluntários, embora a
dida em que são voluntários, embora a imputabilidade imputabilidade e e aa responsabilidade responsabilidade de de um acto possam ser um acto possam ser dimindiminuídasuídas, , ee até anuladas, pela
até anuladas, pela ignorância ignorância , a , a inadvertêncinadvertência, a ia, a violên- violên-cia suportada, o
cia suportada, o medo medo , as , as afeições afeições desordenadas e os há- desordenadas e os há-bitos
bitos"" [12] [12]. . A A ""escolha do mal é um abuso da liberdade,escolha do mal é um abuso da liberdade, que conduz à escravatura do pecado
que conduz à escravatura do pecado ", porque o Homem", porque o Homem tem uma consciência moral
tem uma consciência moral [11] [11].. Quando escuta esta
Quando escuta esta consciência consciência, ", "o homem prudente podeo homem prudente pode ouvir a voz de Deus
ouvir a voz de Deus"" [13] [13], que o ordena a praticar o, que o ordena a praticar o bem bem e e a evitar o
a evitar o mal mal, em confo, em conformidadermidade e guiada pelae guiada pela razão razão, pela, pela doutrina e pela
doutrina e pela Lei de Deus, especialmente pelaLei de Deus, especialmente pela regra de regra de ouro
ouro e pelos e pelos mandamentos de amor mandamentos de amor [14] [14]. . ""Graças a ela,Graças a ela,
a pessoa humana percebe a qualidade moral dum acto a pessoa humana percebe a qualidade moral dum acto a realizar ou já realizado, permitindo-lhe assumir a a realizar ou já realizado, permitindo-lhe assumir a res- ponsabilidade.
ponsabilidade."" [13] [13]. O Homem, como possui dignidade,. O Homem, como possui dignidade, não deve ser impedido ou obrigado "
não deve ser impedido ou obrigado "a agir contra a suaa agir contra a sua consciência
consciência"" [14] [14], devendo por isso ", devendo por isso "obedecer sempre aoobedecer sempre ao juízo
juízo certocerto dada suasua consciência, maconsciência, mass estaesta tambémtambém podepode emi- emi-tir juízos erróneos
tir juízos erróneos"" [15] [15]. . PaPara que isra que isto não acoto não acontenteçaça, , éé preciso rectificá-la e torná-la perfeita, para ela estar em preciso rectificá-la e torná-la perfeita, para ela estar em sintonia com a vontade divina, através da educação, " sintonia com a vontade divina, através da educação, " dada assimilação da
assimilação da Palavra de Deus Palavra de Deus e do ensino da Igreja e do ensino da Igreja".". ""Além disso, ajudam muito na formação moral aAlém disso, ajudam muito na formação moral a oração oração e o
e o exame de consciência exame de consciência", bem como os dons do", bem como os dons do Espírito Espírito Santo
Santo e " e "os conselhos de pessoas sábiasos conselhos de pessoas sábias"" [16] [16]..
4
4 Le
Lei
i m
mo
orra
all
Ver artigo principal:
Ver artigo principal: Jesus explicando a Lei Jesus explicando a Lei A
A Lei moral Lei moral ou ou Lei de Deus Lei de Deus, sendo uma obra divina,, sendo uma obra divina,
Jesus
Jesus deu aos homens deu aos homens a Nova Lei, que é a a Nova Lei, que é a formforma perfa perfeita da Lei eita da Lei de Deus.
de Deus. Esta Nova Lei resume-se nos fEsta Nova Lei resume-se nos famososamosos mandamentos de mandamentos de
amor
amor [17] [18] [17] [18]..
"" prescre prescreve-nos caminhos e ve-nos caminhos e normas de conduta normas de conduta que levamque levam àà bem-aventurançabem-aventurança prometida, prometida, proibindo-nosproibindo-nos osos caminhoscaminhos que nos desviam de Deus
que nos desviam de Deus"" [19] [19]. A Lei moral é percebida. A Lei moral é percebida pe
pelolo HomHomemem dedevidvidoo àà suaconssuaconsciciênênciciaa mormoralal ee àà susuaa razãorazão.. Esta lei é constituída pela
Esta lei é constituída pela Lei natural Lei natural, que está ", que está "escritaescrita pelo
pelo Criador no Criador no coração de coração de cada ser cada ser humanohumano"" [20] [20]; pela; pela
Antiga Lei
Antiga Lei, revelada no, revelada no Antigo Testamento Antigo Testamento; e pela; e pela Nova Nova Lei
Lei, revelada no, revelada no Novo Testamento Novo Testamento por Jesus. por Jesus.
A Lei natural, sendo "
A Lei natural, sendo "universal e imutável universal e imutável ", "", "manifesta omanifesta o sentido moral originário que permite ao
sentido moral originário que permite ao homem discernir,homem discernir, pela razã
pela razão, o bem e o mal o, o bem e o mal ". ". Como todos os homens (fiéiComo todos os homens (fiéiss ou infiéis) a percebam, ela é de cumprimento ou infiéis) a percebam, ela é de cumprimento obrigató-rio
rio [20] [20], mas ela , mas ela nem sempre é totalmente compreendidnem sempre é totalmente compreendida,a, devido ao pecado. Por isso,
devido ao pecado. Por isso, Santo Santo AgostinhAgostinhoo afirma que afirma que ""Deus «escreveu nasDeus «escreveu nas tábuas da Lei tábuas da Lei o que os homens não o que os homens não conseguiam ler nos seus corações»
conseguiam ler nos seus corações»"" [21] [21], dando assim ori-, dando assim ori-gem à Antiga Lei, que "
gem à Antiga Lei, que "é o primeiro estádio da Lei re-é o primeiro estádio da Lei re-velada
velada". Resumida nos". Resumida nos Dez Mandamentos Dez Mandamentos, ela ", ela "exprimeexprime mui
muitastas ververdaddadeses queque sãosão natnatururalmalmententee aceacessíssíveiveiss àà rarazãzãoo",", coloca "
coloca "os alicerces da vocação do homem, proíbe o queos alicerces da vocação do homem, proíbe o que é contrário ao amor de Deus e do próximo e prescreve o é contrário ao amor de Deus e do próximo e prescreve o que lhe é essencial
que lhe é essencial "" [22] [22].. A
A AntiAntigaga Lei, Lei, sensendodo aindaindaa impeimperfrfeieita, "ta, " prepar preparaa e dispõe e dispõe àà conversão
conversão e ao acolhimento do Evangelho e ao acolhimento do Evangelho"" [23] [23]e da Novae da Nova Lei, que é a "
Lei, que é a " perf perfeição e cumprieição e cumprimentomento", mas não a ", mas não a substi- substi-tuição, da Lei natural e
tuição, da Lei natural e da Antiga Leida Antiga Lei [18] [18]. Esta Nova Lei. Esta Nova Lei ou Lei evangélica "
ou Lei evangélica "encontra-se em toda a vida e prega-encontra-se em toda a vida e prega-ção de Cristo e na
ção de Cristo e na catequese catequese moral dos moral dos Apóstolos Apóstolos", sendo", sendo oo Sermão da Montanha Sermão da Montanha " "a sua principal expressãoa sua principal expressão"" [17] [17].. Esta Lei já perfeita e plenamente revelada "
Esta Lei já perfeita e plenamente revelada "resume-se noresume-se no mandamento do amor
mandamento do amor a Deus e ao próximo", e é conside- a Deus e ao próximo", e é conside-rada por
rada por São Tomás de Aquino São Tomás de Aquino como como «a própria graça do «a própria graça do Espírito Santo, dada aos
Espírito Santo, dada aos crentes em Cristo»crentes em Cristo» [18] [18]..
4.1
4.1 DeDez z ManMandamdamenentostos Ver artigo principal:
Ver artigo principal: Doutrina católica sobre os Dez Doutrina católica sobre os Dez Mandamentos
Mandamentos Como os
Como os Dez Mandamentos Dez Mandamentos (ou (ou Decálogo Decálogo) é a síntese) é a síntese da Lei de Deus (e não só da
da Lei de Deus (e não só da Antiga Lei Antiga Lei ) e a base mínima) e a base mínima e fundamental da moral católica, a Igreja insiste aos seus e fundamental da moral católica, a Igreja insiste aos seus fiéis o
fiéis o cumprimecumprimento obrigatório destas regrasnto obrigatório destas regras [25] [25], que já, que já tinham sido reveladas no
tinham sido reveladas no Antigo Testamento Antigo Testamento. Aliás, se-. Aliás, se-gun
gundodo asas prprópópriariass palpalavavrasras dede JesusJesus,, éé necnecessessáriárioo obsobservervá- á-los para "
los para "entrar naentrar na vida eterna vida eterna" (" (Mt 19,16-21Mt 19,16-21)) [26] [26], além, além de ser necessário para o "
de ser necessário para o "o povo mostrar a sua pertença ao povo mostrar a sua pertença a Deus e responder com gratidão à sua iniciativa de
Deus e responder com gratidão à sua iniciativa de amor amor "" [27]
[27]. . EsteEstes mands mandamenamentos, que "tos, que "enuncia deveres funda-enuncia deveres funda-mentais do homem para com Deus
mentais do homem para com Deus e para com o próximoe para com o próximo "" [25]
[25], dão a conhecer também a vontade divina e, ao todo,, dão a conhecer também a vontade divina e, ao todo, são dez:
são dez:
•
• 1º - Amar a 1º - Amar a Deus Deus sobre todas as coisas. sobre todas as coisas. •
• 2º - Não invoca2º - Não invocar o Santo Nome de Deus em vão.r o Santo Nome de Deus em vão. •
• 3º - Guardar domingos e festas de guarda.3º - Guardar domingos e festas de guarda. •
• 4º - Honrar pai e mãe (e os outros le4º - Honrar pai e mãe (e os outros legítimos superio-gítimos
superio-res). res).
•
• 5º - Não matar (nem causar ou5º - Não matar (nem causar outro dano, no corpo outro dano, no corpo ou
na alma, a si mesmo ou ao próximo). na alma, a si mesmo ou ao próximo).
•
33
Moisés
Moisés , grande , grande profeta profeta do do Antigo Testamento Antigo Testamento , traz os , traz os Dez Man- Dez
Man-damentos
damentos ao Povo de Deus ao Povo de Deus [24] [24]..
•
• 7º - Não furtar (nem injustamente reter ou danifica7º - Não furtar (nem injustamente reter ou danificar r
os bens do próximo). os bens do próximo).
•
• 8º - Não levantar falso8º - Não levantar falsos testemunhos.s testemunhos. •
• 9º - Guardar castidade nos pensamentos e nos dese- 9º - Guardar castidade nos pensamentos e nos
dese- jos. jos.
•
• 10º- Não cobiçar as coisas alhei10º- Não cobiçar as coisas alheias.as.
Segundo a
Segundo a doutrina católica sobre os Dez Mandamen- doutrina católica sobre os Dez Mandamen-tos
tos, esses mandamentos podem ser resumidos em ape-, esses mandamentos podem ser resumidos em ape-nas dois, que são: "
nas dois, que são: "amar a Deus sobre todas as coisasamar a Deus sobre todas as coisas ";"; e
e ""amar ao próximo como a nós mesmosamar ao próximo como a nós mesmos ". A transgres-". A transgres-são de um
são de um mandamento infmandamento infrige todo o rige todo o Decálogo, porqueDecálogo, porque é um "
é um "conjunto orgânico e indissociável conjunto orgânico e indissociável "" [28] [28]..
5
5 V
Viirrttu
ud
dee
Ver artigo principal:
Ver artigo principal: Virtude Virtude,, Virtudes teologais Virtudes teologais ee Virtudes cardinais
Virtudes cardinais A
A virtude virtude, que se opõe ao pecado, é uma qualidade, que se opõe ao pecado, é uma qualidade moral
moral, , ""uma disposição habitual e firme para fazer ouma disposição habitual e firme para fazer o bem
bem", sendo "", sendo "o fim de uma vida virtuosa tornar-se seme-o fim de uma vida virtuosa tornar-se seme-lhante a
lhante a Deus Deus"" [29] [29]. Segundo a Igreja Católica, existe uma. Segundo a Igreja Católica, existe uma grande variedade de virtudes que derivam da
grande variedade de virtudes que derivam da razão razão e e dada fé
fé humanas. Estas, que se chamam humanas. Estas, que se chamam virtudes humanas virtudes humanas,, regulam os actos, as
regulam os actos, as paixões paixões e a e a conduta conduta moral humanas moral humanas [30]
[30], sendo as mais importantes as, sendo as mais importantes as virtudes cardinais virtudes cardinais,, que são quatro
que são quatro [31] [31]::
•
• aa Prudência Prudência, que ", que "dispõe adispõe a razão razão para discernir em para discernir em
todas
todas asas circircunstcunstânciaânciass oo ververdadeidadeiroro bembemee aa esescocolhlher er os justos meios para o atingir
os justos meios para o atingir "" [32] [32]..
•
• aa Justiça Justiça, que é uma ", que é uma "constante e firme vontade deconstante e firme vontade de
dar aos outros o que lhes é devido dar aos outros o que lhes é devido "" [33] [33]..
•
• aa Fortaleza Fortaleza que " que "assegura a firmeza nas dificuldadesassegura a firmeza nas dificuldades
e a constância na procura do
e a constância na procura do bem bem"" [34] [34]..
•
• aa Temperança Temperança que " que "modera a atracção dosmodera a atracção dos prazeres prazeres , ,
assegura o domínio da
assegura o domínio da vontade vontade sobre os sobre os instintos instintos e e proporc
proporciona iona oo equilíbrio equilíbrio no uso dos bens criados no uso dos bens criados "" [35]
[35]..
Mas, para que as virtudes humanas se atinjam a sua Mas, para que as virtudes humanas se atinjam a sua ple-nitude, elas têm que ser vivificadas e animadas pelas nitude, elas têm que ser vivificadas e animadas pelas virtudes teologais
virtudes teologais, que têm ", que têm "como origem, motivo e ob-como origem, motivo e
ob- jecto
jecto imediato imediato o o própriopróprio Deus Deus". ". Elas são inElas são infufundindidas nodas no homem
homem com a com a graça graça santificantesantificante e tornam os e tornam os homens ca-homens ca-pa
pazezess dede viviveverr emem rerelalaçãçãoo cocomm aa SantíssimaSantíssimaTrindadeTrindade[36][36].. As virtudes teologais são três:
As virtudes teologais são três:
•
• FéFé: por: por cacaususaa dedelala,, oo hohomememm acacrerediditata ee ""entrentregaega-se-se aa
Deus livremente.
Deus livremente. Por isso, o crente procura conhecer Por isso, o crente procura conhecer e faz
e fazer a vontade er a vontade de Deusde Deus"" [37] [37]..
•
• Esperança Esperança: por meio dela, os crentes esperam a: por meio dela, os crentes esperam a vida vida
eterna
eterna e o e o Reino de Deus Reino de Deus, colocando a sua, colocando a sua confiança confiança perseve
perseverante nas rante nas promessas depromessas de Cristo Cristo [38] [38]..
•
• Caridade Caridade (ou (ou Amor Amor): ): através deatravés dela, "la, "amamos a Deusamamos a Deus
sobre todas as coisas e ao próximo como a nós sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mes-mospor
mospor amamorordedeDeDeusus.. Jesus Jesus f fazaz deladela oo mandamentomandamento novo, a plenitude da Lei
novo, a plenitude da Lei ", sendo por isso «", sendo por isso «o vínculoo vínculo da
da perfeição perfeição» » ((Col 3,14Col 3,14)) [39] [39]. . O AmoO Amor é tamr é tambébémm visto como uma "
visto como uma "dádiva de si mesmodádiva de si mesmo" " e e ""o o opostopostoo de usar
de usar " (ver " (ver subsecçsubsecçãoão Amor, Sexualidade e Casti- Amor, Sexualidade e Casti-dade
dade)) [40] [40]..
6
6 P
Peecca
ad
do
o
Ver artigo principal:
Ver artigo principal: Pecado Pecado e e HamartiologiHamartiologiaa Segundo santo
Segundo santo Agostinho de Hipona Agostinho de Hipona, o, o pecado pecado "é « "é «umauma
palavr
palavra, um a, um acto ou acto ou um desejo contrários à Lei um desejo contrários à Lei eterna»eterna» ",", causando por isso ofensa a Deus e ao seu
causando por isso ofensa a Deus e ao seu amor amor. . LoLogogo,, este acto do mal fere a natureza e a
este acto do mal fere a natureza e a solidariedade solidariedade huma- huma-nas. "
nas. "CristoCristo , , na na sua sua morte morte na na cruz, cruz, revela plenamente revela plenamente aa gravi
gravidade dade do do pecado e pecado e vence-o vence-o com com a a suasua misericórdia misericórdia"" [41]
[41]. Há uma grande variedade de pecados, distinguindo-. Há uma grande variedade de pecados, distinguindo-lhes "
lhes "segundo o seu objecto, ou segundo assegundo o seu objecto, ou segundo as virtudes virtudes ou os ou os manda
mandamentomentos a s a que se opõem. que se opõem. PodPodem ser em ser dirdirectamectamenteente con
contrtraa DeuDeus,s, concontraotrao prpróxióximomo ee concontrtraa nósnós mesmesmosmos. Pod. Pode- e-mos ainda distinguir entre pecados por pensamentos, por mos ainda distinguir entre pecados por pensamentos, por palavr
Represen
Representação dotação doss sete pecados capitais sete pecados capitais por por Hieronymus Bosch Hieronymus Bosch..
A repetição de pecados gera
A repetição de pecados gera vícios vícios, que "'são hábitos, que "'são hábitos perversos que obscurecem a
perversos que obscurecem a consciência consciência e inclinam ao e inclinam ao mal
mal. . Os vícios podeOs vícios podem estar ligadm estar ligados aos chamados aos chamadosos sete sete pecados
pecados capitaicapitaiss, que são:, que são: soberba soberba,, avareza avareza,, inveja inveja,, ira ira,, luxúria
luxúria,, gula gula e e preguiça preguiça ou negligência ou negligência" " [43] [43]. A Igreja en-. A Igreja en-sin
sinaa tamtambémbém queque temtemosos reresposponsansabilbilidaidadede " " nosnos pecpecadadosos co- co-metidos por outros, quando culpavelmente neles metidos por outros, quando culpavelmente neles coope-ramos
ramos" " [44] [44]..
Quanto à sua gravidade, os pecados cometidos pela Quanto à sua gravidade, os pecados cometidos pela hu-manidade podem ser divididos em:
manidade podem ser divididos em:
•
• pecados mortais pecados mortais, que são cometidos quando ", que são cometidos quando "háhá
matéria grav
matéria grave [...] e [...] e deliberado consentimentoe deliberado consentimento". Ao". Ao afastarem o Homem da
afastarem o Homem da caridade caridade e da e da graça santifi- graça santifi-cante
cante, eles ", eles "conduz-nos à morte eterna doconduz-nos à morte eterna do Inferno Inferno , se , se deles não nos
deles não nos arrependermosarrependermos" sinceramente" sinceramente [45] [45];;
•
• pecados pecados veniveniaisais, que são cometidos ", que são cometidos "sem plenosem pleno
consentimento
consentimento" ou "" ou "se trata de matéria levese trata de matéria leve". Eles,". Eles, apesar de afectar o nosso caminho de
apesar de afectar o nosso caminho de santificação santificação,, merece apenas "
merece apenas " penas puri penas purificatórias temporaficatórias temporaisis", no-", no-meadamente no
meadamente no Purgatório Purgatório [46] [46]..
Todos estes pecados pessoais devem-se ao Todos estes pecados pessoais devem-se ao enfraqueci-me
mentonto dada nanaturturezezaa humhumanaana, , ququee paspassousou aa ficficarar ""submetidasubmetida àà ignorância ignorância , , aoao sofrimento sofrimento , , ao ao poder dapoder da morte morte , , e e incli- incli-nada ao
nada ao pecado pecado". ". Isto é caIsto é causada peusada pelolo pecado original pecado original
(veja a subsecção
(veja a subsecção Homem, a sua Queda e o Pecado ori- Homem, a sua Queda e o Pecado ori- ginal
ginal ), que é transmitido a todos os homens, sem culpa), que é transmitido a todos os homens, sem culpa própria, devido à sua unidade de origem, que é própria, devido à sua unidade de origem, que é Adão Adão e Eva
e Eva. . Eles deEles desobesobedecdeceram à Palaeram à Palavra de Deus no iní-vra de Deus no iní-cio do mundo, originando este pecado, que, felizmente, cio do mundo, originando este pecado, que, felizmente, pode ser actualmente perdoado (mas não eliminado) pelo pode ser actualmente perdoado (mas não eliminado) pelo Baptismo
Baptismo.. [47] [47]
6.1
6.1 PePerdão rdão e e indindulgulgêncênciasias Ve
Ver r artiartigo go prinprincipcipal:al: ConfiConfissão ssão (sacr(sacrameamento)nto) ee Indulgência
Indulgência Po
Porérém,m, comcomoo oo amamorordedeDeDeususéinfinitoecomoJesusjáseéinfinitoecomoJesusjáse
Um
Um confessionário confessionário..
sacrific
sacrificou na cruz, ou na cruz, todos os homens, católicos ou não, po-todos os homens, católicos ou não, po-dem ser perdoados por
dem ser perdoados por Deus Deus a qualquer momento, desde a qualquer momento, desde que eles se arrependam de um modo livre e sincero que eles se arrependam de um modo livre e sincero[48][48] e se comprometam em fazer os possíveis para perdoar e se comprometam em fazer os possíveis para perdoar os seus inimigos
os seus inimigos [49] [49]. . EsEstete perdão perdão tão necessário pode tão necessário pode ser concedido por Deus
ser concedido por Deus sacramentalmente sacramentalmente e por meio da e por meio da Igreja, pela primeira vez, através do
Igreja, pela primeira vez, através do Baptismo Baptismo e depois, e depois, ordinariam
ordinariamente, através ente, através dada Reconciliação Reconciliação [45] [45]..
Mas, Deus também pode conceder este perdão através de Mas, Deus também pode conceder este perdão através de muitas maneiras diferentes (ou até mesmo directamente), muitas maneiras diferentes (ou até mesmo directamente), para todos aqueles que se arrependeram (incluindo os para todos aqueles que se arrependeram (incluindo os não-católicos)
não-católicos) [50] [50]. Mas, o perdão divino não significa a. Mas, o perdão divino não significa a eliminaç
eliminação das ão das penas temporais, ou penas temporais, ou seseja, do ja, do mal causadomal causado como consequência dos pecados cuja culpa já está como consequência dos pecados cuja culpa já está per-doada.
doada. Neste caso, para as eliminNeste caso, para as eliminar, é necessário obterar, é necessário obter indulgências
indulgências e praticar e praticar boas obras boas obras durante a vida terrena durante a vida terrena ou ainda, depois de morrer, uma
ou ainda, depois de morrer, uma purificação purificação da alma no da alma no Purgatório
Purgatório, com a finalidade de entrar puro e santo no, com a finalidade de entrar puro e santo no Céu
Céu [51] [51]..
7
7 Amo
Amor,
r, sex
sexuali
ualidade
dade e
e cas
castid
tidade
ade
Ver artigo principal:
Ver artigo principal: Amor Amor e e Castidade Castidade Em
55
São
SãoJoJosé sé , o , o paipai adoptivoadoptivo dede Jesus, éJesus, éconsideradoconsiderado comocomo umum grandegrande modelo de castidade
modelo de castidade [52] [53] [52] [53]..
os seus fiéis a viverem na
os seus fiéis a viverem na castidade castidade, que é uma ", que é uma "virtudevirtude
moral e um dom de Deus
moral e um dom de Deus"" [54] [54] que permite a "que permite a "integraçãointegração positiva da
positiva da sexualidade na sexualidade na pessoapessoa"" [54] [54]. . Esta iEsta integrntegraçãoação tem por objectivo tornar possível "
tem por objectivo tornar possível "a unidade interior doa unidade interior do homem no seu ser corporal e espiritual
homem no seu ser corporal e espiritual "" [55] [55], supondo por, supondo por isso de "
isso de "uma aprendizagem do domínio de si, que é umauma aprendizagem do domínio de si, que é uma pedagogia da
pedagogia da liberdade liberdade huma humana. na. A alternatiA alternativa é clara: va é clara: ou o homem comanda as suas
ou o homem comanda as suas paixões paixões e alcança a paz, e alcança a paz, ou se deixa dominar por elas e torna-se infeliz
ou se deixa dominar por elas e torna-se infeliz "" [56] [56]. . ""AA virtude da castidade gira na órbita da
virtude da castidade gira na órbita da virtude cardinal virtude cardinal da da temperança
temperança"" [57] [57].. Logo, "
Logo, "todo o baptizado é chamado à todo o baptizado é chamado à castidadecastidade"" [58] [58] por- por-que a sexualidade só se "
que a sexualidade só se " torna pessoal torna pessoal e verdadeiramentee verdadeiramente humana quando integrada na relação de pessoa a humana quando integrada na relação de pessoa a pes-soa, no dom mútuo total e temporalmente ilimitado, do soa, no dom mútuo total e temporalmente ilimitado, do homem e da mulher
homem e da mulher "" [55] [55], ambos unidos pelo, ambos unidos pelo sacramento sacramento do
do Sagrado Matrimónio Sagrado Matrimónio (que é indissolúvel) (que é indissolúvel) [59] [59]. . PPoorr isso, os actos sexuais só podem "
isso, os actos sexuais só podem " ter lugar ter lugar exclusivexclusivamenteamente no
no Matrimónio Matrimónio; fora dele constituem sempre um pecado; fora dele constituem sempre um pecado grav
gravee"" [60] [60]. . PoPor estas rar estas razõeszões, o, o sexo pré-marital sexo pré-marital [61] [61], , ""oo adultério
adultério , a , a masturbação masturbação , a , a fornicação fornicação , a , a pornografia pornografia , a , a prostituição
prostituição , o , o estupro estupro" e os " e os actos sexuais entre homosse-actos sexuais entre homosse-xuais são condenados pela Igreja como sendo "
xuais são condenados pela Igreja como sendo "expressõesexpressões do
do vício vício da da luxúria luxúria"" [62] [62].. Para a Igreja, o
Para a Igreja, o Amor Amor é uma é uma virtude teologal virtude teologal [39] [39], uma, uma
""dádiva de si mesmodádiva de si mesmo" " e e ""é o oposto de usar é o oposto de usar "" [40] [40] e e dede afirmar-se a si mesmo
afirmar-se a si mesmo [63] [63]. . ApliAplicado nas relcado nas relaçõeações con-s con-jugais humanas, o Amor verdadeiramente vivido e jugais humanas, o Amor verdadeiramente vivido e ple-namente realizado é uma "
namente realizado é uma "comunhãocomunhão de entrega e recep- de entrega e recep-tividade
tividade"" [64] [64], de ", de "dádiva mútua do eu e [...] de afirma-dádiva mútua do eu e [...] de afirma-ção mútua da
ção mútua da dignidade dignidade de cada parceiro de cada parceiro". Esta comu-". Esta comu-nhão "
nhão "do homem e da mulher do homem e da mulher "" [64] [64] é é ""umum ícone ícone da vida da vida do próprio Deus
do próprio Deus"" [65] [65] e e ""leva não apenas à satisfação,leva não apenas à satisfação,
mas à
mas à santidade santidade"" [64] [64]. Este tipo de relação conjugal pro-. Este tipo de relação conjugal pro-pos
postoto pepelala IgrIgreejaja ""exigexigee permapermanêncinênciaa ee compcompromiromissosso", que", que só pode ser autenticamente vivido "
só pode ser autenticamente vivido "no seio dos laços dono seio dos laços do Matrimónio
Matrimónio"" [66] [66]..
Santa Maria Goretti
Santa Maria Goretti (1890-1902), uma (1890-1902), uma virgem virgem que, tal como que, tal como os inúmeros santos
os inúmeros santos, , vivviveu eu rigrigorosorosamenamente te e e à à sua maneira asua maneira a castidade
castidade cristã cristã [67] [67]..
Por esta razão, a
Por esta razão, a sexualidade sexualidade não exerce só a função de não exerce só a função de
procriar
procriar, , mas também um papel importamas também um papel importante na nte na vida ín-vida ín-tima
tima conjugalconjugal. Usa. Usandndoo asas palpalavavrasras dodo CateCateciscismomodadaIgreIgrejaja Católica
Católica, a sexualidade, que ", a sexualidade, que "é fonte de alegria e de pra-é fonte de alegria e de pra- zer
zer "" [68] [68], ", "ordena-se para o amor conjugal do homem e daordena-se para o amor conjugal do homem e da mulher
mulher "" [69] [69] e para "e para "a transmissão da vidaa transmissão da vida"" [70] [70]. A sexu-. A sexu-alidade (e o
alidade (e o sexo sexo) é também considerada como a grande) é também considerada como a grande expre
expressão ssão ""humana e totalmente humanizadahumana e totalmente humanizada" " dodo Amor Amor recíproco, que é assente na "
recíproco, que é assente na "dádiva de si mesmodádiva de si mesmo", ", ""nono encontro de duas
encontro de duas liberdades liberdades em entrega e receptividade em entrega e receptividade mútuas
mútuas", onde o homem e a mulher se unem e se com-", onde o homem e a mulher se unem e se com-plementam
plementam [71] [71]. . Este verdEste verdadeadeiro e íntegro amor coniro e íntegro amor conju- ju-gal, onde a
gal, onde a relação sexual relação sexual é é vivida honesta e dignamente,vivida honesta e dignamente, só é possível graças à castidade conjugal
só é possível graças à castidade conjugal [72] [72]. . EstEsta via vir- r-tude permite
tude permite uma vuma vivênivência conjcia conjugal perfeiugal perfeita ta assente "assente "nana fidelidade
fidelidade e na fecundidade e na fecundidade" " matrimoniaimatrimoniaiss [70] [70].. Para além da castidade
Para além da castidade conjugal conjugal (que não implica a absti- (que não implica a absti-nência sexual dos casados), existem ainda diversos nência sexual dos casados), existem ainda diversos regi-mes de castidade: a
mes de castidade: a virgindade virgindade ou o ou o celibato celibato consagrado consagrado (para, como por exemplo, os
(para, como por exemplo, os religiosos religiosos, , asas pessoas con- pessoas con-sagradas
sagradas e os e os clérigos clérigos), e "), e "a castidade na continênciaa castidade na continência" ou" ou abstinênc
7.1
7.1 PrePreservservatiativos vos e e DSTsDSTs Ver também:
Ver também: planejamento familiar natural planejamento familiar natural
Segundo a
Segundo a doutrina católica doutrina católica, o uso , o uso atual e indiscriminadoatual e indiscriminado de preservativos incentiva um estilo de vida sexual de preservativos incentiva um estilo de vida sexual imo-ral,
ral, promíscuo promíscuo, irresponsáve, irresponsável e l e banalizado, onde obanalizado, onde o corpo corpo é usado como um fim em si mesmo e o parceiro(a) é é usado como um fim em si mesmo e o parceiro(a) é reduzido(a) a um simples objeto de
reduzido(a) a um simples objeto de prazer prazer. . EsEsse se titipopo de vida sexual é fortemente condenado pela
de vida sexual é fortemente condenado pela Igreja Ca- Igreja Ca-tólica
tólica..[74][74] Em relação ao uso do preservativo como umEm relação ao uso do preservativo como um método
método contraceptivo contraceptivo, a Igreja Católica condena também, a Igreja Católica condena também expre
expressamente o ssamente o seu uso.seu uso.[75][75].. O
O Papa Bento XVI Papa Bento XVI reafirmou, durante a sua visita aos reafirmou, durante a sua visita aos Camarões
Camarões e e àà Angola Angola ( (17 de Março17 de Março a a 23 de Março 23 de Março de de 2009
2009), que somente a distribuição de preservativos não), que somente a distribuição de preservativos não aajuda a juda a controlar o controlar o probleproblema dama da SIDA SIDA, mas, pelo contá-, mas, pelo contá-rio, contribuiria para "
rio, contribuiria para " piorar a piorar a situaçãosituação". ". TaiTais decs declara- lara-ções desencadearam uma tempestade de críticas e ções desencadearam uma tempestade de críticas e con-denações por parte de governos e das
denações por parte de governos e das ONGs ONGs. O director. O director executivo do Fundo Mundial de Luta contra a SIDA, a executivo do Fundo Mundial de Luta contra a SIDA, a tuberculose e o paludismo, Michael Kazatchine, pediu a tuberculose e o paludismo, Michael Kazatchine, pediu a Bento XVI que retirasse as suas declarações "
Bento XVI que retirasse as suas declarações " inaceitá- inaceitá-veis
veis".". [76] [76] Contudo, em
Contudo, em 2010 2010, o Papa Bento XVI afirmou, de forma, o Papa Bento XVI afirmou, de forma coloquial e não-oficial, que o uso do preservativo pode coloquial e não-oficial, que o uso do preservativo pode ser justificáv
ser justificável em alguns casos el em alguns casos pontuais para diminuir opontuais para diminuir o risco de contágio às
risco de contágio às doenças sexualmente transmissíveisdoenças sexualmente transmissíveis (DSTs), "
(DSTs), "como por exemplo a utilização do preservativocomo por exemplo a utilização do preservativo por um(a)
por um(a) prostituto(a)prostituto(a)". Porém, o Papa defendeu que o". Porém, o Papa defendeu que o preservativo só deve ser entendido como uma alternativa preservativo só deve ser entendido como uma alternativa quando a
quando a abstinêncabstinência e ia e a fidelidade cona fidelidade conjugal não resulta-jugal não resulta-rem. Para o Papa, "
rem. Para o Papa, "a mera fixação no a mera fixação no preservatipreservativo signi-vo signi- fica
fica uma uma banalização da banalização da sexualidadesexualidade", por isso ele rea-", por isso ele rea-firma que o uso de
firma que o uso de preservpreservativos não é "ativos não é "a forma apropri-a forma apropri-ada para controlar o mal causado pela infecção por ada para controlar o mal causado pela infecção por HIV HIV "" e não é "
e não é "uma solução verdadeira e moral uma solução verdadeira e moral ". ". SegSegundundo ao a doutrina católica, a
doutrina católica, a fidelidade fidelidade no no casamento casamento, , oo amor amor re- re-cípr
cíproco,oco, aa castidadecastidadeee aa abstinênciaabstinênciasãosão osos memelholhoreress memeioioss de combater as DSTs.
de combater as DSTs.[74][77] [78][79][74][77] [78][79]
7.2
7.2 HomHomosseossexualixualidadedade Ver artigo principal:
Ver artigo principal: Homossexualidade e catolicismo Homossexualidade e catolicismo
Os actos sexuais entre
Os actos sexuais entre pessoas com tendências homosse-pessoas com tendências homosse-xuais são
xuais são consiconsiderados moralmente errados porque "derados moralmente errados porque "vio- vio-lam a
lam a iconografia iconografia de diferenciação e complementariedade de diferenciação e complementariedade sexuais [a união homem-mulher], que tornam o amor sexuais [a união homem-mulher], que tornam o amor se- xual
xual possível possível como como acto acto de de entrega entrega e e reciprreciprocidade ocidade mú- mú-tuas, e porque são, de natureza, incapazes de gerar tuas, e porque são, de natureza, incapazes de gerar vida vida"" [80]
[80]. . EntreEntretanto, para a tanto, para a IgreIgreja, ter ja, ter tendtendêncências homosias homosse- se-xuais não é considerado um
xuais não é considerado um pecado pecado, mas apenas uma, mas apenas uma "" provaç provaçãoão" proveniente de uma" proveniente de uma tendência tendência desordenada. desordenada. O pecado está em ceder a essas tendências e adoptá-las O pecado está em ceder a essas tendências e adoptá-las na prática
na prática [81] [81]. Na mesma linha de pensamento, a Igreja. Na mesma linha de pensamento, a Igreja
repudia qualquer reconhecimento legal das uniões entre repudia qualquer reconhecimento legal das uniões entre pessoas do mesmo sexo
pessoas do mesmo sexo [82] [82]..
Mas a Igreja Católica não discrimina injustamente os Mas a Igreja Católica não discrimina injustamente os ho-mossexuais. Na verdade, aconselha seus fiéis respeitarem mossexuais. Na verdade, aconselha seus fiéis respeitarem sempre as pessoas, e pretende ajudá-los antes de tudo a sempre as pessoas, e pretende ajudá-los antes de tudo a viver na
viver na castidade castidade e e ""na integridade dona integridade do amor amor na entrega na entrega de si mesmos e para evitarem actos sexuais que são, pela de si mesmos e para evitarem actos sexuais que são, pela natureza, moralmente desordenados, porque são actos de natureza, moralmente desordenados, porque são actos de aafirmação de si mesmo e nfirmação de si mesmo e não dádiva de si mesmoão dádiva de si mesmo "" [80] [80]. . AA Igr
Igreejaja ainaindada coconvnvididaa osos homhomossossexexuaiuaiss aa ""aproximarem-se,aproximarem-se, gradual e
gradual e resolutamente, daresolutamente, da perfeição perfeição cristã cristã ", através do", através do oferecimento das suas dificuldades e sofrimentos como oferecimento das suas dificuldades e sofrimentos como um
um sacrifício sacrifício para Deus, das " para Deus, das "virtudes do autodomíniovirtudes do autodomínio [...], do apoio duma amizade desinteressada, da oração [...], do apoio duma amizade desinteressada, da oração e da
e da graça graça sacramental sacramental "" [81] [81]..
8
8 Vi
Vida
da, , pl
plan
aneeja
jame
ment
nto
o ffam
amil
iliiar
ar ee
contracepção
contracepção
Papa Paulo VI
Papa Paulo VI , autor da encíclica , autor da encíclica Humanae Vitae Humanae Vitae (1968), que (1968), que trata de várias ques
trata de várias questões sobrtões sobre a e a trantransmissmissão da vida (ex: são da vida (ex: aa procriação
procriação e a e a regulação de natalidade regulação de natalidade)) [83] [83]..
A Igreja Católica considera a
A Igreja Católica considera a Vida Vida humana como " humana como "sa- sa- grada
grada" e como uma das maiores dádivas e criações di-" e como uma das maiores dádivas e criações di-vinas (logo, é um valor absoluto e inalienável)
vinas (logo, é um valor absoluto e inalienável) [84] [84], por, por isso condena, entre outras práticas, a
isso condena, entre outras práticas, a violência violência [85] [85], , oo homicídio
77
aa clonagem clonagem humana humana (se(seja ela ja ela reprodutireprodutiva ou va ou terapêuticterapêutica)a) [87]
[87]ee asas pespesququisaisass ouou prápráticticasas cicienentífitíficascasququee usausamm células- células-tronco
tronco extraídas do " extraídas do "embriãoembrião humano vivo humano vivo" (o que pro-" (o que pro-vocam a morte do embrião)
vocam a morte do embrião) [88] [88]. . Para a IgrPara a Igreeja, a Vidaja, a Vida humana deve ser gerada naturalmente pelo sexo
humana deve ser gerada naturalmente pelo sexo conjugal conjugal [89]
[89] e tem início nae tem início na fecundação fecundação (ou " (ou "concepçãoconcepção") e o seu") e o seu fim na morte natural
fim na morte natural [90 [90] ] [91][91]. . SegSegundundo esto esta lóga lógicica, aa, a reproduç
reproduçãoãomedicammedicamenteenteassistidaassistidaéé tambtambémém conconsidsideraderadaa im
imoraorall porporququee ""disdissocsociaia aa procria procriaçãoção"" dodo acactoto sesexuxualal cocon- n-jugal, "
jugal, "instaurando assim um domínio da técnica sobre ainstaurando assim um domínio da técnica sobre a origem e o destino da pessoa humana
origem e o destino da pessoa humana"" [92] [92]..
Quanto à regulação dos nascimentos, a Igreja Quanto à regulação dos nascimentos, a Igreja defende-a como umdefende-a expressão e "
a como uma expressão e "componente dacomponente da paternidade paternidade ee maternidade maternidade responsáveis responsáveis" à construção prudente de" à construção prudente de famílias
famílias, , dedesde que sde que não senão seja ja rerealializadzada a cocom m basbase e nono egoísmo
egoísmo ou em " ou em "imposições externasimposições externas"" [93] [93]. Mas, esta re-. Mas, esta re-gulação só pode ser feita através do
gulação só pode ser feita através do planeamento fami- planeamento fami-liar natural
liar natural, que utiliza, que utiliza métodos naturais métodos naturais como a conti- como a conti-nência periódica e o recurso aos períodos infecundos nência periódica e o recurso aos períodos infecundos [93] [93].. A
A pílula pílula, a esterilização directa, o, a esterilização directa, o preservativo preservativo e outros e outros métodos de
métodos de contracepção contracepção são expressamente condenados são expressamente condenados [94]
[94]..
A Igreja ensina inclusivamente que os métodos naturais A Igreja ensina inclusivamente que os métodos naturais são formas mais humanistas e responsáveis de viver a são formas mais humanistas e responsáveis de viver a responsabilidade
responsabilidade procriadora porque, quando usados cor- procriadora porque, quando usados cor-rectamente, aumentam e fortalecem a comunicação e o rectamente, aumentam e fortalecem a comunicação e o amor entre os
amor entre os cônjuges cônjuges; promovem o auto-conhecimento; promovem o auto-conhecimento do corpo; nunca tem efeitos colaterais no organismo; e do corpo; nunca tem efeitos colaterais no organismo; e promovem a ideia de que a fertilidade é uma riqueza e promovem a ideia de que a fertilidade é uma riqueza e dádiva divin
dádiva divina que pode a que pode e deve ser utilizada em e deve ser utilizada em momentomomento oportuno
oportuno [95] [95]..
9
9 V
Veer
r ta
tam
mbé
bém
m
•
• Teologia cristã Teologia cristã •
• Teologia moral Teologia moral •
• Doutrina da Igreja Católica Doutrina da Igreja Católica •
• Igreja Católica Igreja Católica •
• Críticas à Igreja Católica Críticas à Igreja Católica •
• Doutrina Social da IgreDoutrina Social da Igrejaja •
• Doutrina católica sobDoutrina católica sobre os Dez Mandamentosre os Dez Mandamentos
10
10 Re
Reffer
erên
ênci
cias
as
[1]
[1] Doutrina CatólicDoutrina Católica - a - TeoloTeologiasgias e e Doutrina Católica - Doutrina Católica - Teo-
Teo-logia Moral
logia Moral
[2]
[2] GEORGE GEORGE WEIGEL,WEIGEL, A Verdade do Catolicismo A Verdade do Catolicismo; cap. 5,; cap. 5, pág. 81
pág. 81 [3]
[3] Teologia Moral Teologia Moral , na , na “Doutrina Católica”“Doutrina Católica”
[4]
[4] Catecismo da Igreja Católica Catecismo da Igreja Católica (CIC), n. 387 (CIC), n. 387 [5]
[5] GEORGE GEORGE WEIGEL,WEIGEL, A Verdade do Catolicismo A Verdade do Catolicismo; cap. 5,; cap. 5, pág. 86
pág. 86 [6]
[6] GEORGE GEORGE WEIGEL,WEIGEL, A Verdade do Catolicismo A Verdade do Catolicismo; cap. 5,; cap. 5, pág. 80 e 83
pág. 80 e 83 [7]
[7] Compêndio do Catecismo da Igreja Católica Compêndio do Catecismo da Igreja Católica (CCIC), n. (CCIC), n. 367 e 368 367 e 368 [8] [8] Ibidem Ibidem, n. 370, n. 370 [9] [9] Ibidem Ibidem, n. 371, n. 371 [10] [10] Ibidem Ibidem, n. 365, n. 365 [11] [11] Ibidem Ibidem, n. 363, n. 363 [12] [12] Ibidem Ibidem, n. 364, n. 364 [13] [13] Ibidem Ibidem, n. 372, n. 372 [14] [14] Ibidem Ibidem, n. 373, n. 373 [15] [15] Ibidem Ibidem, n. 376, n. 376 [16] [16] Ibidem Ibidem; n. 374; n. 374 [17] [17] Ibidem Ibidem, n. 421, n. 421 [18] [18] Ibidem Ibidem, n. 420, n. 420 [19] [19] Ibidem Ibidem; n. 415; n. 415 [20] [20] Ibidem Ibidem, n. 416, n. 416 [21] [21] Ibidem Ibidem, n. 417, n. 417 [22] [22] Ibidem Ibidem, n. 418, n. 418 [23] [23] Ibidem Ibidem, n. 419, n. 419 [24]
[24] Verbetes " Verbetes "MoisésMoisés" " e e ""Mandamentos da Lei de DeusMandamentos da Lei de Deus"", , dada Enciclopédia Católica Popular
Enciclopédia Católica Popular [25] [25] CCIC CCIC ; n. 438 e 440; n. 438 e 440 [26] [26] Ibidem Ibidem, n. 434, n. 434 [27] [27] Ibidem Ibidem; n. 437; n. 437 [28] [28] Ibidem Ibidem, n. 439, n. 439 [29] [29] CCIC CCIC , n. 377, n. 377 [30] [30] Ibidem Ibidem, n. 378, n. 378 [31] [31] Ibidem Ibidem, n. 379, n. 379 [32] [32] Ibidem Ibidem, n. 380, n. 380 [33] [33] Ibidem Ibidem, n. 381, n. 381 [34] [34] Ibidem Ibidem, n. 382, n. 382 [35] [35] Ibidem Ibidem, n. 383, n. 383 [36] [36] Ibidem Ibidem, n. 384, n. 384 [37] [37] Ibidem Ibidem, n. 386, n. 386 [38] [38] CCIC CCIC , n. 387, n. 387
[39]
[39] Ibidem Ibidem; n. 388; n. 388 [40]
[40] GEORGE GEORGE WEIGEL,WEIGEL, A Verdade do Catolicismo A Verdade do Catolicismo,, Lisboa Lisboa:: Bertrand Editora (tradução de
Bertrand Editora (tradução de 2002 2002); cap. 6, pág. 101); cap. 6, pág. 101 [41] [41] Ibidem Ibidem, n. 392, n. 392 [42] [42] Ibidem Ibidem, n. 393, n. 393 [43] [43] Ibidem Ibidem, n. 398, n. 398 [44] [44] Ibidem Ibidem, n. 399, n. 399 [45] [45] Ibidem Ibidem, n. 395, n. 395 [46] [46] Ibidem Ibidem, n. 396, n. 396 [47] [47] Ibidem Ibidem, n. 76 e 77, n. 76 e 77 [48] [48] Ibidem Ibidem, n. 391, n. 391 [49] [49] CCIC CCIC , 595, 595 [50]
[50] Verbete " Verbete "PerdãoPerdão"" da da Enciclopédia Católica Popular Enciclopédia Católica Popular [51]
[51] CCIC CCIC , n. 312, n. 312 [52]
[52] ""São José - Esposo São José - Esposo da Virgem Mariada Virgem Maria"", do site, do site Página Ori- Página Ori-ente
ente [53]
[53] ""Teologia das Virtudes Ascéticas: A CastidadeTeologia das Virtudes Ascéticas: A Castidade" (secção" (secção O O
Modo Mais Perfeito de Viver a Castidade
Modo Mais Perfeito de Viver a Castidade)), do site, do site Socie- Socie-dade Católica dade Católica [54] [54] CCIC CCIC , n. 488, n. 488 [55] [55] CIC CIC , n. 2337, n. 2337 [56] [56] Ibidem Ibidem, n. 2339, n. 2339 [57] [57] Ibidem Ibidem, n. 2341, n. 2341 [58] [58] Ibidem Ibidem, n. 2348, n. 2348 [59] [59] CCIC CCIC , n. 346, n. 346 [60] [60] CIC CIC , n. 2390, n. 2390 [61] [61] CCIC CCIC , n. 502, n. 502 [62] [62] Ibidem Ibidem, n. 492, n. 492 [63]
[63] GEORGE GEORGE WEIGEL,WEIGEL, A Verdade do Catolicismo A Verdade do Catolicismo; cap. 6,; cap. 6, pág. 105
pág. 105 [64]
[64] GEORGE GEORGE WEIGEL,WEIGEL, A Verdade do Catolicismo A Verdade do Catolicismo; cap. 6,; cap. 6, pág. 106-107
pág. 106-107 [65]
[65] GEORGE GEORGE WEIGEL,WEIGEL, A Verdade do Catolicismo A Verdade do Catolicismo; cap. 6,; cap. 6, pág. 108
pág. 108 [66]
[66] GEORGE GEORGE WEIGEL,WEIGEL, A Verdade do Catolicismo A Verdade do Catolicismo; cap. 6,; cap. 6, pág. 102
pág. 102 [67]
[67] JAMES JAMES LIKOUDIS,LIKOUDIS, " "Patroness oPatroness of Purity - St. f Purity - St. Maria Go-Maria
Go-retti, Virgin and Martyr
retti, Virgin and Martyr ""
[68] [68] CIC CIC , n. 2362, n. 2362 [69] [69] Ibidem Ibidem, n. 2360, n. 2360 [70] [70] Ibidem Ibidem, n. 2363, n. 2363 [71]
[71] GEORGE GEORGE WEIGEl,WEIGEl, A Verdade do Catolicismo A Verdade do Catolicismo; cap. 6;; cap. 6; págs. 101, 104 e 105
págs. 101, 104 e 105 [72]
[72] GEORGE GEORGE WEIGEl,WEIGEl, A Verdade do Catolicismo A Verdade do Catolicismo; cap. 6,; cap. 6, pág. 102
pág. 102 [73]
[73] CIC CIC , n. 2349, n. 2349 [74]
[74] «Igreja, sexo e camisinhas» «Igreja, sexo e camisinhas». Diocese de Joinville. Con-. Diocese de Joinville. Con-sultado em 8 de Junho de 2009
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[75] Compêndio do Catecismo da IgreCompêndio do Catecismo da Igreja Católicaja Católica, n. 498, n. 498 [76]
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[80] GEORGE GEORGE WEIGEL,WEIGEL, A Verdade do Catolicismo A Verdade do Catolicismo; cap. 6,; cap. 6, pág. 114
pág. 114 [81]
[81] Catecismo da Igreja Católica Catecismo da Igreja Católica (CIC); n. 2357 - 2359. (CIC); n. 2357 - 2359. [82]
[82] C CONONGRGREGAEGAÇÃO ÇÃO PAPARA RA A A DOUDOUTRITRINA NA DA DA FÉFÉ,, "
"ConsideraçõeConsiderações sobre s sobre os projectos de os projectos de reconhecimenreconhecimento to legal legal
das uniões entre pessoas homossexuais
das uniões entre pessoas homossexuais""; n. 11 (; n. 11 (20032003)) [83]
[83] Verbete " Verbete "Humanae vitae (HV)Humanae vitae (HV)"", da, da Enciclopédia Católica Enciclopédia Católica Popular Popular [84] [84] CIC CIC , n. 2258, n. 2258 [85] [85] CCIC CCIC , n. 477, n. 477 [86] [86] Ibidem Ibidem, n. 470, n. 470 [87]
[87] CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ, Ins-, Ins-trução
trução " "Dignitas PersonaeDignitas Personae""; n. 28 a 30 (; n. 28 a 30 (20082008)) [88]
[88] Ibidem Ibidem, n. 32, n. 32 [89]
[89] CIC CIC , n. , n. 2366 e 23672366 e 2367 [90]
[90] CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ, Ins-, Ins-trução
trução " "Dignitas PersonaeDignitas Personae""; n. 16 (; n. 16 (20082008)) [91]
[91] CIC CIC , n. 2319, n. 2319 [92]
[92] Compêndio do Catecismo da IgreCompêndio do Catecismo da Igreja Católicaja Católica, n. 499, n. 499 [93]
[93] Ibidem Ibidem, n. 497, n. 497 [94]
[94] Ibidem Ibidem, n. 498, n. 498 [95]
[95] GEORGE GEORGE WEIGEL,WEIGEL, A Verdade do Catolicismo A Verdade do Catolicismo; cap. 6,; cap. 6, págs. 110-111
99
11
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