2/10/2014 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 1 2/10/2014 1 2/10/2014 1
REDES INDUSTRIAIS
REDES INDUSTRIAIS
SEMANA 8SEMANA 8 –– O PROTOCOLO TCP/IP e O PROTOCOLO TCP/IP e
CONFIGURAÇÕES (PARTE 2) CONFIGURAÇÕES (PARTE 2)
1 APLICAÇÕES NA INTERNET
Serviços padronizados tipo: cliente/servidor
Software pode ser desenvolvido por qualquer
fabricante, desde que respeitado os RFCs de comunicação
Esta prática permite comunicação entre:
Computadores de fabricantes diferentes
SOR diferentes
Computadores e SOR diferentes
Aplicações padronizadas: correio eletrônico,
transferência de arquivos, terminal remoto, notícias, etc.
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2. APLICAÇÕES CLIENTE SERVIDOR
Conceito: Aplicações constituídas de um
programa para o cliente e outro para o servidor.
Um programa servidor específico deve ser
mantido permanentemente ativo numa
máquina da rede para cada serviço de comunicação disponibilizado.
2. APLICAÇÕES CLIENTE SERVIDOR
Um serviço de correio eletrônico:
necessita de um "programa servidor de
correio eletrônico" numa máquina da rede.
Para sua utilização, os demais usuários da
rede precisam ter instalado em suas máquinas um "programa cliente de correio eletrônico".
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3. APLICAÇÃO CLIENTE SERVIDOR DE CORREIO ELETRÔNICO
C liente Servidor D ados arm azenados Programa cliente de correio eletrônico C liente Program a cliente de correio eletrônico Programa servid or de correio eletrônico Internet ou Intranet
A com unicação entre o cliente e o servid or é im plem entada através de um protocolo padronizado. A função básic a do program a clie nte é realizar a in terface com o usuário .
O program a servidor precis a ser executado perm anentem ente. S ua função é responder as requis ições recebidas pelos clientes, realizando qualquer operação de consulta, arm azenam ento ou processam ento de dados solicitado pelo usuário.
4. COMUNICAÇÃO ENTRE UM CLIENTE E UM SERVIDOR
Conceito: Para que um cliente possa
estabelecer uma comunicação com o servidor
ele precisa conhecer o seu endereço IP e a
porta TCP ou UDP no qual o serviço de comunicação desejado está disponível.
Na rede Internet, existem vários computadores
que funcionam como servidores.
Cada computador servidor pode disponibilizar
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5. ESTABELECENDO COMUNICAÇÃO COM O SERVIDOR
Por exemplo, um mesmo computador pode
disponibilizar serviços de transferência de arquivos e serviços de correio eletrônico para os cliente da rede.
Para que um cliente possa estabelecer uma
comunicação com o servidor ele precisa conhecer o endereço IP (ou o nome de domínio) correspondente a máquina do servidor e a porta (TCP ou UDP)
correspondente ao serviço de comunicação desejado.
6. TRANSAÇÃO CLIENTE SERVIDOR
P orta 2 5 C lie nte
S e rvid o r D ad osarm aze na do s
p ro gram a s ervid o r d e co rreio eletrô n ico
p ro g ram a serv ido r d e tran sferên c ia d e
a rq u ivo s
P o rta 2 1
p ro g ram a clie n te d e tran s ferê n cia
d e arq uivo s p ro g ram a c lien te d e c o rre io eletrô n ic o P o rta 2 1
S erv id o r D a dosarm a zen ad os
p ro g ram a se rvid o r d e tran s fe rê n cia d e arq u iv os IP 20 0.17 .9 8.21 7 IP 20 0.17 .9 8.21 5 U m m esm o servido r po de d isp onibiliz ar m ais d e um serviço d e c om unic aç ão .
A red e p o d e p o ssu ir m ais d e u m servid o r o ferecen d o o m esm o serviço . P ara selecio n ar u m h o st esp ecífico , o u su ário p recisa in fo rm ar ao p ro gra m a clien te o en d ere ço IP (o u o n o m e d e d o m ín io ) d o servid o r q u e d eseja
O pro gra m a servid or de tra nsfe rência d e a rquivo s "escuta" p erm a ne nte m e nt e as re quisiç õe s q ue che ga m na p orta 21 . O pro gra m a servid or de corre io eletrô nico "escuta" perm a ne nte m e n te as re quisiç õe s que che ga m na porta 25. requ isiçã o resposta
O clie nte e nvia a sua req uisiçã o d ire ta m e nte a po rta asso cia da a o se rviço d esejado .
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7. PORTAS
Portas
são
números
inteiros,
associados aos protocolos TCP ou
UDP.
Permitem a um mesmo computador
suportar
simultaneamente
múltiplas
sessões de comunicação com outros
computadores e programas na rede.
Como as portas são identificadas por
números de 16 bits, sua numeração
pode variar de 0 a 65535.
8. PORTAS BEM CONHECIDAS
Conceito: Conjunto de portas TCP e UDP
cuja função é padronizada pela IANA (The
Internet Assigned Numbers Authority).
A numeração das portas TCP e UDP pode
variar entre 0 a 65535.
As portas 0 a 1023 são denominadas "portas
bem conhecidas" (well known ports).
Pois sua função é padronizada pela IANA
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9. PORTAS BEM CONHECIDAS
As portas com numeração acima de 1023
não são controladas pela IANA, podendo ser utilizadas livremente para implementar
serviços não padronizados sobre a rede TCP/IP.
A utilização de portas bem conhecidas
simplifica a configuração dos serviços de comunicação na Internet, pois torna
desnecessário que o usuário informe qual a porta TCP ou UDP do serviço que deseja acessar.
10. ALGUMAS DAS PORTAS MAIS IMPORTANTES
Porta 21 Cliente FTP Dados armazenados programa servidor de terminal remoto Porta 23 Porta 25
Algumas das portas mais importantes padronizadas pela IANA
Porta 80
programa servidor de transferência de arquivos
programa servidor de correio eletrônico programa servidor de hipertexto e outros serviços
WWW programa servidor de notícias Porta 119 programa servidor de serviços chat Porta 194 TELNET SMTP HTTP NNTP IRC a comunicação entre o cliente e o servidor se dá através de protocolos de aplicação padronizados
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11.APLICAÇÕES
SMTP: Simple Mail Tranfer Protocol.
FTP: File Tranfer Protocol.
TELNET: Telecommunications Network (
Simple Remote Terminal Protocol).
HTTP: HiperText Tranfer Protocol.
NNTP: Network News Transfer Protocol .
Padroniza os serviços de notícias conhecido na Internet como "Usenet". A Usenet permite grupos de discussões públicos conhecidos como "newsgroups".
IRC: Internet Relay Chat Protocol. Padroniza
serviços de troca de mensagens de forma síncrona, isto é, em tempo real.
12. CORREIO ELETRÔNICO - DEFINIÇÕES
Conceito: mensagens eletrônicas
Modelo
do
Serviço
de
Correio
Eletrônico
Comunicação Assíncrona
Endereços de Correio Eletrônico
Correio Eletrônico na Internet
Protocolos Padronizados de Correio
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13. MENSAGENS ELETRÔNICAS
As mensagens eletrônicas enviadas
pela
Internet
correspondem
basicamente a arquivos do tipo texto.
Recentemente, extensões da tecnologia
de correio eletrônico permitiu incorporar
imagens e outros recursos multimídia
nas mensagens enviadas.
14. CORPO DA MENSAGEM
To: Cc: Subject:
Caro Claude,
As mensagens eletrônicas são constituídas basicamente de texto puro, isto é, sem recursos de formatação como negrito, itálico ou tipos diferentes de fontes de caracteres. Corpo da mensagem eletrônica Cabeçalho padronizado Endereço do destinatário principal. Endereço dos destinatários que receberão uma cópia da mensagem.
Decrição resumida do assunto da mensagem.
2/10/2014 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 17 15. MODELO DO SERVIÇO CORREIO ELETRÔNICO
O serviço de correio eletrônico é desenvolvido segundo o modelo cliente-servidor.
Nesse modelo, os usuários não trocam mensagens diretamente entre si, mas as enviam a servidores de correio eletrônico, que se encarregam de entregá-las ao destinatário final.
O serviço de correio eletrônico permite que usuários conectados a uma mesma rede física troquem mensagens (comunicação numa Intranet).
15. MODELO DO SERVIÇO CORREIO ELETRÔNICO
E permite também que usuários conectados
a redes físicas diferentes troquem mensagens através da Internet.
No primeiro caso, um único servidor basta
para realizar o encaminhamento das mensagens.
No segundo caso, pelo menos dois
servidores são necessários, um servidor para cada rede física.
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16. APLICAÇÃO DE CORREIO ELETRÔNICO
Servidor de correio eletrônico Cliente Internet Cliente Servidor de correio eletrônico Cliente Cliente
Comunicação na mesma rede física (Intranet)
Comunicação entre usuários conectados a redes físicas
diferentes.
Cada servidor de correio eletrônico presta serviços para um conjunto de usuários situados na mesma rede física.
rede física A
rede física B
17. COMUNICAÇÃO ASSÍNCRONA
Método de comunicação em que a
mensagem não é enviada diretamente pelo transmissor ao receptor, mas sim a um servidor que intermedia a comunicação.
A mensagem só é entregue ao receptor no
momento em que esse faz uma consulta ao servidor.
O modelo de comunicação por correio
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17. COMUNICAÇÃO ASSÍNCRONA
Nesse modelo, a entrega das mensagens
transmitidas não é feita diretamente do emissor ao receptor, mas intermediada por um servidor.
Quando uma mensagem é enviada, ela é
armazenada na caixa postal do destinatário, situada no servidor de correio eletrônico da rede em que o computador do destinatário está conectado.
17. COMUNICAÇÃO ASSÍNCRONA
A mensagem permanece armazenada no
servidor, e só é lida pelo destinatário quando este efetua uma consulta a sua caixa postal.
O modelo assíncrono foi escolhido para
Internet pois a comunicação síncrona precisaria que os programas de correio eletrônico estivessem permanentemente ativos nas máquinas dos usuários
2/10/2014 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 23 18. EXEMPLO DE COMUNICAÇÃO SÍNCRONA
programa de correio eletrônico programa de correio eletrônico USUÁRIO A USUÁRIO B Mensagem Programas ativos ao mesmo tempo.
19. EXEMPLO DE COMUNICAÇÃO ASSÍNCRONA
programa cliente de correio eletrônico programa servidor de correio eletrônico
1) O "usuário A" envia a mensagem para o Servidor. O servidor é um computador da rede com o serviço de correio eletrônico sempre ativo.
USUÁRIO A Servidor sempre ativo. ativado pelo usuário. USUÁRIO B sistema de arquivos do servidor. Mensagem destinada ao usuário B. A B C
caixas postais dos usuários.
2/10/2014 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 25 19. EXEMPLO DE COMUNICAÇÃO ASSÍNCRONA
programa servidor de
correio eletrônico
2) A mensagem enviada pelo usuário A fica armazenada na caixa postal correspondente ao "usuário B".
USUÁRIO A
Servidor Mensagem destinada ao usuário B
USUÁRIO B Caixa postal do usuário B.
A B C
19. EXEMPLO DE COMUNICAÇÃO ASSÍNCRONA
programa servidor de
correio eletrônico
3) Quando o "usuário B" ativa seu programa de correio eletrônico, uma requisição é enviada para o servidor solicitando o envio das mensagens armazenadas na caixa postal de B.
USUÁRIO A Servidor USUÁRIO B programa cliente de correio eletrônico mensagem destinada ao usuário B. solicitação de envio das mensagens. A B C
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20. CAIXA POSTAL
Área reservada, no sistema de arquivos do
servidor, ao armazenamento de mensagens de correio eletrônico.
Cada usuário da rede possui uma caixa
postal privativa, usada exclusivamente para armazenar suas mensagens recebidas.
Para que um usuário possa ler as
mensagens da sua caixa postal, ele precisa provar sua identidade ao servidor através da apresentação de uma senha de segurança.
A caixa postal é freqüentemente referida pelo
seu termo em inglês mailbox.
21. Endereços de Correio Eletrônico
Nomes padronizados
Identifica a caixa postal de um usuário
conectado a qualquer ponto da rede.
Formato: "usuário" @ "host.domínio".
O "host.domínio" é o nome registrado no DNS
da Internet
Identifica o servidor de correio eletrônico.
O "usuário" identifica a caixa postal específica
do usuário no servidor de correio eletrônico. Ex.: [email protected]: caixa postal
"claude”, servidor (host) "ccet”, domínio
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28. SERVIDOR DE CORREIO ELETRÔNICO usuário @ host.domínio
Identifica a caixa postal do usuário no servidor de correio eletrônico. Identifica o host que executa o programa servidor de correio eletrônico. Servidor ccet.pucpr.br claude programa servidor de correio eletrônico
claude @ ccet.pucpr.br To: Cc: Subject: Corpo da Mensagem.
29. CORREIO ELETRÔNICO NA INTERNET
Na Internet, as mensagens são enviadas
pelos clientes sempre a um servidor de correio eletrônico local, situado na mesma rede que o transmissor, que se encarrega de transportar as mensagens para qualquer outro ponto da rede.
A troca de mensagens entre usuários
conectados a redes físicas diferentes é intermediada pelos servidores de correio eletrônico do emissor e do destinatário.
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29. CORREIO ELETRÔNICO NA INTERNET
A mensagem é sempre enviada pelo
transmissor a um servidor de correio eletrônico situado na rede local.
O servidor local armazena a mensagem
temporariamente, até que consiga contatar o servidor de correio do destinatário.
A mensagem é então transferida ao servidor
remoto, onde é armazenada na caixa postal do destinatário.
29. CORREIO ELETRÔNICO NA INTERNET
Este processo de armazenamento temporário
de mensagens seguida da retransmissão é denominado "armazenamento e entrega" (store and forward).
Exemplo: um usuário do domínio
purdue.edu deseja enviar uma
mensagem a
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30. EXEMPLO DE CORREIO ELETRÔNICO (1)
Servidor de correio eletrônico Internet Servidor de correio eletrônico pucpr.br purdue.edu A B ccet claude C A mensagem endereçada a [email protected] é enviada ao servidor de correio eletrônico local.
30. EXEMPLO DE CORREIO ELETRÔNICO (2)
Internet pucpr.br purdue.edu A B ccet claude C
O servidor verifica que o endereço
[email protected] pertence a outro domínio.
Como a mensagem não pode ser armazenada numa caixa postal local, ela é armazenada temporariamente numa área destinada a mensagens que precisam ser retransmitidas.
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30. EXEMPLO DE CORREIO ELETRÔNICO (3)
Internet pucpr.br purdue.edu A B ccet claude C
Um processo do servidor verifica periodicamente, usualmente a cada 30 minutos, se existem mensagens a serem retransmitidas. Quando a mensagem destinada a
[email protected] é encontrada, ela é
enviada ao servidor externo ccet.pucpr.br
Internet pucpr.br purdue.edu A B ccet claude C
O servidor do domínio pucpr.br reconhece o destinatário da mensagem recebida. A mensagem é armazenada na caixa postal identificada por "claude".
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30. EXEMPLO DE CORREIO ELETRÔNICO (5)
Internet pucpr.br purdue.edu A B ccet claude C
Quando o usuário claude executa o programa cliente de correio eletrônico, a mensagem é finalmente enviada para sua máquina local.
31. PROTOCOLOS PADRONIZADOS DE CORREIO ELETRÔNICO
Conceito: Conjunto de regras que definem
como é feita a comunicação entre clientes e
servidores durante o processo de
transferência de mensagens eletrônicas.
A Internet padronizou diversos protocolos
para gerenciar a comunicação entre os programas clientes e servidores, que compõe o sistema de correio eletrônico.
2/10/2014 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 39
31. PROTOCOLOS PADRONIZADOS DE CORREIO ELETRÔNICO
O tipo de protocolo utilizado depende
do estágio da transferência da
mensagem, a saber:
Transmissão da mensagem pelo cliente,
Transferência da mensagem entre
servidores
Recebimento da mensagem pelo cliente.
31. PROTOCOLOS PADRONIZADOS
DE CORREIO ELETRÔNICO
Os principais protocolos relacionados
aos serviços de correio eletrônico
atualmente em uso são:
Simple Mail Tranfer Protocol (SMTP), Post Office Protocol (POP3),
Interactive Mail Access Protocol (IMAP4)
E o padrão de codificação de mensagens
Multipurpose Internet Mail Extension
2/10/2014 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 41 32. PROTOCOLOS E TRANSFERÊNCIA DA MENSAGEM Internet A servidor B servidor A) transmissão da mensagem pelo cliente: SMTP, POP3 ou IMAP4 B) transferência da mensagem entre servidores: SMTP. C) recebimento da mensagem pelo cliente: POP3 ou IMAP4 Relação dos protocolos com o estágio da transferência da mensagem
33. SIMPLE MAIL TRANFER PROTOCOL
Define como uma mensagem de correio
eletrônica
é
transmitida
entre
dois
computadores.
O SMTP é um protocolo baseado na
troca de mensagens de texto (ASCII)
padronizadas entre o transmissor e o
receptor.
2/10/2014 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 43
33. SIMPLE MAIL TRANFER PROTOCOL
A troca de mensagens é coordenada
pelo transmissor, o receptor
limitando-se a responder as requisições
recebidas.
As mensagens definidas no protocolo
permitem, entre outros,
informar o
emissor da mensagem (MAIL FROM),
o
destinatário (RCPT TO),
bem como
padronizar códigos que definem o
sucesso ou falha da comunicação.
33. SIMPLE MAIL TRANSFER PROTOCOL
As mensagens transmitidas em SMTP
não possuem uma limitação de
tamanho.
Entretanto, muitas implementações
antigas do protocolo assumem um
tamanho máximo da mensagem de
64Kbytes, o que causa problemas de
compatibilidade quando mensagens
muito grandes são transmitidas.
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33. SIMPLE MAIL TRANSFER PROTOCOL
O SMTP é normalmente utilizado na
comunicação entre servidores de
correio eletrônico, e eventualmente, na
transmissão de mensagens do cliente
para o servidor local.
O protocolo SMTP é definido pela RFC
821.
transmissor SMTP receptor SMTP Sistema de TransporteTCP/IP TCP/IP Porta 25
MAIL FROM:<[email protected]> 250 0K RCPT TO:<[email protected]>
250 0K DATA
354 Start mail input; end with <CRLF>.<CRLF>
Blah blah blah... ...etc. etc. etc. <CRLF>.<CRLF> 250 0K O transmissor SMTP pode 1) O cliente se identifica para o servidor, informando o seu endereço eletrônico.
2) O servidor pode ou não aceitar a origem da mensagem. Se ele aceitar, ele envia ao cliente o código 250.
mensagem
3) O cliente identifica o destinatário, informando seu endereço eletrônico.
Exemplo de uma comunicação bem sucedida entre o cliente e o servidor.
4) Se o servidor for capaz de entregar a mensagem para o destinatário, ele envia ao cliente o código 250. 5) O cliente envia a palavra
reservada DATA para indicar que está pronto para transmitir.
6) O servidor indica que o cliente pode iniciar a transmissão, e solicita que a mensagem seja encerrada com a sequência de caracteres <CRLF>.<CRLF> 7) O cliente transmite a
mensagem inteira, de uma só vez, acrescentando no final a sequência de caracteres solicitada.
8) O servidor conclui, informando o sucesso da transmissão.
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34. MIME: MULTIPORPOSE INTERNET MAIL EXTENSION
Padrão de formatação e codificação de
mensagens, que permite transmitir informações com conteúdo gráfico e multimídia, codificados como texto.
O protocolo SMTP suporta apenas a transmissão
de mensagens de texto puro (ASCII).
O padrão MIME foi desenvolvido para permitir
que informações não ASCII, como imagens ou texto formatado, trafeguem através das mensagens de correio eletrônico.
34. MIME: MULTIPORPOSE INTERNET MAIL EXTENSION
O MIME é um complemento ao SMTP e não
um substituto.
Ele especifica como dados arbitrários devem
ser codificados em ASCII para serem
transmitidos na forma de mensagens texto.
Basicamente, o padrão MIME define
mecanismos para que o receptor possa identificar o tipo de dado sendo transmitido (texto, imagem, áudio, vídeo, programas binários, etc) e o padrão de codificação utilizado (geralmente base64).
O padrão MIME é definido pelas RFC 2045 a
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35. EXEMPLO DE UMA MENSAGEM
MIME
From: [email protected] To: [email protected] MIME-Version: 1.0 Content-Type: image/gif Content-Transfer-Enconding: base64.... dados da imagem .... Padrão de codificaçãoutilizado para converter os dados da imagem em texto.
Exemplo de uma mensagem MIME.
O tipo de conteúdo é especificado através de palavras chave em inglês. As linhas adicionais do cabeçalho especificam o tipo de dado e o tipo de codificação utilizado.
36. POP3: POST OFFICE PROTOCOL
Conceito: Protocolo que define mecanismos
para o cliente manipular as mensagens depositadas na sua caixa postal no servidor através da rede.
O POP3 (Post Office Protocol versão 3) é
atualmente um dos protocolos mais utilizados
em sistemas de correio eletrônico
compatíveis com a Internet.
O POP3 define serviços complementares ao
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36. POP3: POST OFFICE PROTOCOL
O POP3 é destinado exclusivamente a
estabelecer mecanismos de comunicação entre o cliente e o servidor, não podendo ser utilizado para retransmissão de mensagens entre
servidores.
O POP3 define basicamente um conjunto de
comandos para o usuário ler e apagar
mensagens de sua caixa postal através da rede.
Uma vez lidas, as mensagens permanecem
armazenadas no sistema de arquivos da máquina do cliente.
36. POP3: POST OFFICE PROTOCOL
Cada usuário é capaz de manipular apenas
as mensagens de sua própria caixa postal.
Pois o servidor POP3 exige que o usuário se
autentique (através de uma senha secreta) assim que a conexão é estabelecida.
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36. POP3: POST OFFICE PROTOCOL
cliente servidor cliente POP3 servidor POP3 Sistema de Transporte TCP/IP Porta 110
O servidor POP3 é um programa permanentemente ativo, que escuta requisições na porta TCP 110. servidor SMTP Porta 25 Mensagens vindas de redes externas
O cliente manipula suas mensagens na caixa postal através de um servidor compatível com o protocolo POP3. As mensagens são copiadas para máquina local do cliente, onde permanecem armazenadas.
A comunicação entre o cliente e o servidor é estabelecida através de uma conexão TCP/IP bidirecional.
Mensagens enviadas para redes externas
37. IMAP: INTERACTIVE MAIL ACCESS PROTOCOL
Conceito: Protocolo que define mecanismos
mais sofisticados que o POP3 para o cliente manipular as mensagens depositadas na sua caixa postal no servidor através da rede.
O protocolo IMAP4 (Interactive Mail Access
Protocol versão 4) permite ao usuário manipular sua caixa postal remotamente de maneira mais sofisticada que o POP3.
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37. IMAP: INTERACTIVE MAIL ACCESS PROTOCOL
O IMAP4 foi projetado especialmente para
permitir aos usuários acessarem suas
mensagens de correio eletrônico a partir de múltiplos computadores: em casa, no trabalho ou através de um computador portátil.
Para isso, o IMAP4 permite ler as mensagens
sem copiá-las para máquina do cliente.
37. IMAP: INTERACTIVE MAIL ACCESS PROTOCOL
As mensagens permanecem armazenadas
no servidor, podendo ser acessadas pelo cliente através de outro computador, numa conexão futura.
Outra vantagem do IMAP4 é permitir a
consulta seletiva de mensagens, por
exemplo, ler apenas as mensagens de um remetente específico.
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37. IMAP: INTERACTIVE MAIL ACCESS PROTOCOL cliente servidor cliente IMAP4 servidor IMAP4 Sistema de Transporte TCP/IP Porta 143 O servidor IMAP4 é um programa permanentemente ativo, que escuta requisições na porta TCP 143. servidor SMTP Porta 25 Mensagens vindas de redes externas
O cliente manipula suas mensagens na caixa postal através de um cliente compatível com o protocolo IMAP4. Através desse protocolo, o cliente pode ler suas mensagens sem copiá-las para sua máquina local.
A comunicação entre o cliente e o servidor é estabelecida através de uma conexão TCP/IP bidirecional.
Mensagens enviadas para redes externas
38. WORLD WIDE WEB (WWW)
Ambiente de comunicação mais popular
atualmente em uso na Internet.
A WWW é formada por um conjunto de
tecnologias padronizadas através de RFCs, de maneira similar aos serviços clássicos da Internet, como FTP ou correio eletrônico.
As tecnologias WWW revolucionaram o uso
da Internet ao introduzir a possibilidade de
transferir informações na forma de
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38. WORLD WIDE WEB (WWW)
Esta característica permitiu a construção de
interfaces amigáveis, transformando a Internet num veículo de comunicação altamente popular.
Os primeiros protótipos do sistema WWW,
incorporando apenas suporte a hipertexto, datam do início dos anos 90.
Desde então, novas tecnologias vem sendo
continuamente agregadas ao ambiente, ampliando o seu potencial de utilização.
Atualmente, o ambiente WWW suporta, além da troca de informações, aplicações comerciais, como transações bancárias ou comércio eletrônico, através da Internet.
39. TEMAS EM DISCUSSÃO
Arquitetura WWW
Documentos em Hipertexto
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40. ARQUITETURA WWW
Conceito: A arquitetura WWW é desenvolvida
segundo o modelo cliente servidor.
Nesse modelo, diversos servidores
disponibilizam informações para clientes
conectados na rede.
Os servidores disponibilizam informações, na
forma de hipermídia, para os clientes
conectados a rede.
Os clientes se comunicam com os servidores
através de conexões TCP estabelecidas com a porta 80, utilizando o protocolo de aplicação HTTP.
40. ARQUITETURA WWW
No ambiente WWW, o programa cliente é
usualmente chamado de navegador ou "browser".
O programa servidor é comumente referido como
servidor HTTP, devido ao protocolo de aplicação utilizado.
O ambiente WWW pode ser construído tanto na
Internet quanto numa Intranet.
Na Internet, diversos hosts atuam como
servidores.
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41. AMBIENTE WWW
Cliente Servidor Dados armazenados Programa cliente WWW Cliente Programa servidor WWW Internet ou Intranet A comunicação entre o cliente e o servidor é implementada através do protocolo HTTP. O cliente do serviço WWW é geralmente denominado navegador ou browser.O programa servidor WWW escuta permanentemente requisições dos clientes na porta TCP 80. Dados armazenad os Porta 80 requisição resposta Servidor Programa servidor WWW Programa cliente WWW Porta 80 42. DOCUMENTOS EM HIPERTEXTO
As informações no ambiente WWW são
estruturadas na forma de documentos em hipertexto.
Um documento em hipertexto é constituído por
várias páginas independentes, relacionadas entre sí através de "hiperlinks".
Hiperlinks são referências ativas.
Cada página corresponde a um arquivo texto
armazenado no sistema de arquivos do
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42. DOCUMENTOS EM HIPERTEXTO
O cliente visualiza uma página por vez
através do seu navegador.
Um hiperlink é uma referência ativa a uma
outra seção do texto na mesma página ou a uma outra página.
Quando o usuário seleciona um hiperlink
(com o mouse ou outro apontador gráfico) o navegador do cliente solicita
automaticamente ao servidor a página referenciada para ser visualizada.
43. ACESSANDO DOCUMENTOS EM HIPERTEXTO
INTRODUÇÃO bláblábláblábláblá bláblábláblábláblá ... capítulo1 capítulo2 ... observação ... bláblábláblábláblá ... OBSERVAÇÃO bláblábláblábláblá página 1 página 2 página 3 página 4 CAPÍTULO 1 bláblábláblábláblá ... seção1 CAPÍTULO 2 bláblábláblábláblá ... SEÇÃO 1 bláblábláblábláblá ...
solicita página servidor hiperlink para mesma página hiperlink para outra página
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44. UNIFORM RESOURCE LOCATORS (URLs)
Denominação dada aos identificadores
baseados em nomes de domínio usados no
ambiente WWW para localizar qualquer
recurso acessível pela rede.
O ambiente WWW padronizou mecanismos
amigáveis para localizar recursos na Internet
denominados URL (Uniform Resource
Locators).
Os identificadores URL permitem localizar
qualquer recurso na rede Internet (ou numa Intranet) sem nenhuma ambigüidade.
44. UNIFORM RESOURCE LOCATORS (URLs)
Além de informar a localização dos recursos,
a URL indica também o tipo de protocolo que deve ser utilizado para contatar o servidor.
Por exemplo, uma página HTML é
identificada por uma URL da forma: http://host.domínio/arquivo.html.
Essa URL indica que o servidor deve ser
2/10/2014 REDES INDUSTRIAIS - RCBETINI 69 45. LOCALIZANDO RECURSOS NA INTERNET
servidor sistema de arquivos PORTA 80 teste.html http://www.pucpr.br/teste.html
Indica que o protocolo que deve ser usado para acessar o recursos é o http. Isso implica que uma conexão TCP deve ser feita na porta 80. Indica o nome do domínio ao qual o servidor pertence. Identifica o recurso desejado através de um nome reconhecido pelo sistema de arquivos do servidor.
recurso solicitado www.pucpr.br
Formato Geral da URL
Indica o nome do host que funciona como servidor HTTP. Na Internet, praticamente todos os servidores HTTP adotam o nome www.
protocolo://host.domínio/arquivo.html
Exemplo de URL
46. URL PARA OUTROS PROTOCOLOS
As URLs não são utilizadas apenas
com o protocolo http.
Recursos acessíveis através de outros
tipos de serviços na Internet podem ser
especificados.
Para isto basta substituir a sigla http
pela sigla correspondente ao serviço
desejado.
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47. EXEMPLOS DE UTILIZAÇÃO DE URLs PARA OUTROS SERVIÇOS
SIGLA SERVIÇO EXEMPLO http World Wide Web http://www.pucpr.br/teste.html
ftp FTP (transferência de arquivos remotos)
ftp://www.pucpr.br
File Referência a arquivos no computador local
File://C:/Netlog.txt
News Notícias News:comp.os.minix
Mailto Envio de correio mailto:[email protected]
telnet Login remoto telnet://epsilon.pucpr.br
48. PORTAS ALTERNATIVAS
Uma outra variante das URLs consiste em
especificar uma porta TCP ou UDP
alternativa a porta default do protocolo.
Em alguns casos, um servidor pode ser
configurado para escutar requisições numa porta alternativa a porta default.
Isso permite manter mais de um programa
servidor ativo no mesmo computador,
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48. PORTAS ALTERNATIVAS
Por exemplo, a porta default do
protocolo HTTP é a porta TCP 80.