• Nenhum resultado encontrado

CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO"

Copied!
13
0
0

Texto

(1)

CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS

NO 1º CICLO

Experimentar a Brincar

(Ano 6)

Realização de experiências no âmbito da Biologia

2014/2015

Escola Secundária Cacilhas-Tejo

Agrupamento de Escolas Emídio Navarro EB 2,3 D. António da Costa EB1 de Almada;

EB1 /JI Cataventos

EB1 n.º 3 Cova da Piedade EB1/JI da Cova da Piedade

(2)

2 INTRODUÇÃO

Neste ano letivo o projeto “Experimentar a Brincar” iniciará o seu sexto ano de execução.

Com a implementação do projeto pretendemos continuar a contribuir para a prossecução dos objetivos do Projeto Educativo da Escola Secundária Cacilhas-Tejo no domínio do Envolvimento da Comunidade.

METAS DO PROJETO “EXPERIMENTAR A BRINCAR”

Criação de bases digitais de dados científicos e pedagógicos (tarefas didáticas, instrumentos de avaliação, reflexões críticas, documentos vários) visando a capitalização e a partilha de boas práticas;

Explicação científica de fenómenos naturais organização e representação de dados das experiências realizadas;

Utilização da disciplina “projeto Experimentar a Brincar” da plataforma Moodle da Escola pelos professores envolvidos no projeto;

Utilização do quadro interativo em sala de aula;

(3)

3 PROJETO DE CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO

1. DESCRIÇÃO GERAL DO PROJETO

O projeto que nos propomos implementar comporta duas vertentes: uma científica que parte sempre de uma situação problema à volta da qual vamos desenvolver uma investigação recorrendo ao método científico, a qual será dinamizada com professores de Biologia e Geologia em interação com os professores do 1.º ciclo e as professoras bibliotecárias e outra transversal que será desenvolvida em articulação com as respetivas professoras titulares da turma e com as Bibliotecas Escolares das escolas envolvidas.

Na vertente científica, o aluno é colocado perante um trabalho prático investigativo com recurso a um protocolo onde terá de:

Identificar o problema que está a investigar;

Controlar a experiência através de variáveis independentes (o que vamos

mudar);

Controlar a variável dependente escolhida (o que vamos medir); Registar os dados (através de tabelas, quadros e gráficos);

Formular hipóteses (o que pensamos que vai acontecer e porquê); Conclusão (o que aconteceu e porquê).

No final da exploração de uma atividade/experiência os alunos elaborarão um relatório, o qual terá a finalidade de consolidar não só as aprendizagens adquiridas durante a atividade experimental como também o registo dos dados experimentais. Posteriormente, na sala de aula ou na biblioteca, realizarão outras atividade onde poderão aplicar ou ampliar as noções abordadas.

(4)

4

Durante as atividades laboratoriais os alunos realizarão atividades práticas e explorarão simulações de atividade experimentais interativas, bem como realizarão exercícios didáticos no quadro interativo.

As atividades experimentais (anexo I) desenvolvem-se no âmbito do ano internacional da luz e da cor.

Rochas, Minerais e Cristais Luz e Cor

Extração de Pigmentos e Fotossíntese

Serão realizadas na Escola Secundária Cacilhas -Tejo para todos os alunos da EB1 de Almada e um grupo da educação pré-escolar da EB1 /JI Cataventos da Paz; e na EB 2,3 D. António da Costa para os alunos do 4.º ano da EB1 n.º 3 da Cova da Piedade e da EB1/JI da Cova da Piedade. Este projeto pretende também fazer uma abordagem transversal do conhecimento, investindo em outras áreas disciplinares como a Língua Portuguesa, Matemática e Expressões. Este trabalho será promovido através das Bibliotecas Escolares das respetivas escolas.

O esquema interdisciplinar de cada atividade experimental está indicado nos quadros que se seguem:

(5)

Atividade 1

Rochas, Minerais e Cristais

Expressões

• Construir uma história ou banda desenhada sobre a formação de cristais, sobre minerais ou sobre rochas.

• Construir um texto sobre a importância dos minerais.

Matemática

• Registo de dados. • Interpretação de dados.

• Medir com uma proveta o solvente. • Pesar o soluto numa balança. • Utilização de várias medidas de

grandeza. (peso, volume)

Língua Portuguesa

• Elaborar e registar informação.

• Ler e conhecer textos/histórias alusivas ao tema.

• Ampliar o vocabulário.

Como se formam os Cristais?

Estudo do meio • Noção e Rocha • Noção de Mineral • Noção de Cristal • Noção de Evaporação • Noção de Soluto • Noção de Solvente • Noção de Corante Recursos TIC • Utilização do quadro interativo

• Utilização de uma disciplina da plataforma Moodle

(6)

6

Atividade 2 –

Luz e Cor

(Glícidos e Lípidos)

Expressões

• Representação de uma das etapas da atividade experimental.

Matemática

• Registo de dados. • Interpretação de dados.

• Registo de novas grandezas de medida (comprimento de onda)

Língua Portuguesa

• Elaborar e registar informação.

• Ler e conhecer textos/histórias alusivas ao tema. • Ampliar o vocabulário.

Como é composta a luz?

Porque é que as plantas são verdes?

Porque é que as plantas precisam de luz?

Estudo do meio • Decomposição da luz • Noção de radiação • Noção de Refração • Noção de Reflexão • Noção de Fotossíntese Recursos TIC • Utilização do quadro interativo

• Utilização de uma disciplina da plataforma Moodle

(7)

7

Atividade 3

Extração de Pigmentos e Fotossíntese

Matemática

• Registo de dados. • Interpretação de dados. • Medição de volumes.

Expressões

• Representação sequencial das diferentes etapas da atividade experimental com legendas.

Língua Portuguesa

• Elaborar e registar informação.

• Ler e conhecer textos/histórias alusivas ao tema. • Ampliar o vocabulário. Estudo do meio • Noção de Fotossíntese • Noção de Pigmento • Noção de Clorofila • Noção de Reflexão • Noção de Fotossíntese • Noção de Solvente • Noção de Soluto

Para que servem os pigmentos?

Onde estão os pigmentos?

Porque é que a clorofila é tão

importante?

Recursos TIC

• Utilização do quadro interativo

• Utilização de uma disciplina da plataforma Moodle

(8)

2. OBJETIVOS

Ao trabalharmos em projeto pretendemos fomentar o espírito de cooperação e interajuda.

Ao nível dos alunos o projeto tem como objetivos: Fomentar o gosto pelas Ciências Experimentais.

Desenvolver o espírito científico dos alunos e o gosto pela investigação. Desenvolver a literacia científica.

Desenvolver o trabalho colaborativo.

Utilizar as TIC como ferramenta ao serviço da Ciência.

Contribuir para que o ensino experimental se incorpore na rotina quotidiana. Contribuir para que os alunos cresçam como cidadãos participativos na

sociedade atual.

No que concerne aos docentes envolvidos, o projeto tem como objetivos: Desenvolver atitudes positivas perante a ciência.

Criar uma oportunidade de formação contínua informal para os professores adquirirem competências que os ajudem a promover a educação científica das crianças.

Possibilitar que os professores intervenientes utilizem as suas experiências passadas, crenças, conhecimento acumulado e valores pessoais como “tradutores” que lhes permitam percecionar e interpretar a nova informação e os novos conhecimentos. (Afonso, M.2008)

O “profissionalismo interativo” que tem incentivado o “ensino em equipa” (Formosinho e Machado. 2009).

(9)

9

Tornar o ensino um verdadeiro contributo para a construção do conhecimento científico e que passa pela transformação do ato de ensinar de ato privado (docente na sala de aula e seus alunos) a ato público. (Shulman citado por Alexandra Nunes).

3. INTERVENIENTES NO PROJETO

No projeto participarão dois grupos de trabalho:

A. EB1 de Almada, EB1/JI Cataventos e Escola Secundária Cacilhas-Tejo; B. EB1 n.º 3 da Cova da Piedade, EB1/JI da Cova da Piedade, EB1/JI

Cataventos da Paz e ES Emídio Navarro.

Grupo A

Escolas Professores Alunos

EB1 /JI

Cataventos 1Grupo Pré-Escolar

EB1 de Almada

Todos os professores titulares de

turma e a professora bibliotecária. Todas as turmas da escola

Escola Secundária Cacilhas-Tejo

Professora

(10)

10 Grupo B

4. CALENDARIZAÇÃO

Horário das atividade experimentais a definir no início do ano em função dos horários e da disponibilidade dos laboratórios.

Calendarização 2013/2014 - EB1 de Almada

(11)

11

Janeiro Fevereiro

Abril Maio Junho

(12)

12 5. RECURSOS

• Equipamento Informático e material de laboratório das Escolas Secundária Cacilhas-Tejo e Básica 2,3 D. António da Costa.

• Plataforma Moodle • Quadro Interativo • Ferramentas Web2

• Formulários dos relatórios das atividades experimentais

• Cópias, material de desgaste e materiais para a realização das experiências da EB1 de Almada, EB1 n.º 3 da Cova da Piedade e EB1/JI da Cova da Piedade.

6. AVALIAÇÃO DO PROJETO

O projeto será avaliado através da elaboração de um caderno laboratorial por turma e da divulgação das atividade experimentais realizadas pelos alunos.

(13)

13 BIBLIOGRAFIA

Afonso, M. (2011). A educação científica no 1ºciclo do Ensino Básico Das teorias

às práticas. Porto Editora

Cortesão, Luísa; Leite, Carlinda; Pacheco, José Augusto (2002). Trabalhar por projetos em Educação. Porto Editora

Costa, S. (2009).”Actividades Experimentais para o primeiro ciclo”. Areal Editores Formosinho, João; Machado, Joaquim (2009). Equipas Educativas Para uma nova organização da escola. Porto Editora.

Martins, Isabel P. e outros (2007). Educação em Ciências e Ensino Experimental. Ministério da Educação.

Miranda, Guilhermina Lobato (2009), Ensino Online e Aprendizagem Multimédia, Relógio d’ Água.

Sá, J. (2007). Das Ciências Experimentais à Literacia Uma proposta didáctica par o 1º ciclo. Porto Editora.

Sá, J. (2002). Renovar as Práticas no 1º Ciclo pela via das Ciências da Natureza. Porto Editora

Referências

Documentos relacionados

A figura 5.50 apresenta resumidamente as curvas de resistência à polarização obtidas para os aços distintos ensaiados em solução de caldo de cana comercial, pH

solteiro, carpinteiro, nascido em Oeiras - PI, aos 17/04/1973, residente em DIADEMA - SP, filho de ANTONIO VELOZO DA SILVA e de MARIA DE JESUS E SILVA; e a pretendente:

Esta pesquisa objetiva interpretar e discutir como futuros professores do curso de pedagogia que vão ensinar matemática na Educação Infantil e anos iniciais do

Objetivos Gerais da Disciplina O Curso de introdução ao cálculo tem como objetivo a familiarização com a linguagem matemática formal, treinamento do raciocínio lógico,

WITTGENSTEIN, Ludwig. Tractatus Logico-philosophicus, 4.023.. ciência e, por isso mesmo, só as proposições científicas são legítimas. Proposições lógicas, matemáticas

No que se refere aos estudos com mapas conceituais e sua utilização no ensino de Ciências e de Biologia, é possível adiantar que existem inúmeras investigações sobre a

ou ainda troncos linguísticos, como sinônimo de famílias de línguas, ou no sentido de grupamento de famílias de línguas, são metáforas que se baseiam na ideia de línguas

Segundo o babalaô Ifatokun, de Òyó, o Ser já tem “cabeça”, isto é, já tem orí antes de ir à casa de Àjàlá escolher um àse, que é colocado sobre sua cabeça (espiritual