• Nenhum resultado encontrado

MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE"

Copied!
24
0
0

Texto

(1)

MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO

EXTERIOR CATARINENSE

(2)
(3)

Focos estratégicos

 Diversificação e agregação de valor: incentivar a diversificação de mercados e a agregação de valor à pauta exportadora catarinense e assim reduzir a volatilidade do comércio exterior à alterações no cenário internacional

 Inteligência comercial e competitiva: aprimorar o tratamento e o fluxo da informação sobre o mercado internacional e potencialidades da oferta, para melhor aproveitamento das oportunidades de negócios existentes  Fomento regional: ampliar e diversificar a base do comércio exterior

catarinense pela maior inserção das diversas regiões do Estado nos fluxos do comércio internacional, promovendo, assim, um clico de

(4)

Principais objetivos da análise regional

 Verificar a importância relativa de cada uma das regiões catarinenses

nas exportações, importações e no saldo da balança comercial do estado nos últimos anos;

 Analisar o desempenho de cada uma das regiões em termos de valores exportados e importados e número de empresas exportadoras e

importadoras;

 Identificar os principais municípios exportadores e importadores em cada região, assim como analisar a evolução no número de municípios exportadores e importadores ao longo dos últimos anos;

 Classificar o número de empresas exportadoras em cada região de acordo com as faixas de valores exportados;

 Apresentar os principais produtos exportados em cada uma das regiões, de forma a determinar se houve mudança no perfil exportador das

regiões no período analisado.

Dois enfoques complementares:

Regional e Setorial

(5)

Principais objetivos da análise setorial

 Analisar a evolução histórica das exportações e importações mundiais de doze setores industriais relevantes no comércio internacional catarinense

 Avaliar como tem sido o desempenho exportador destes segmentos industriais no cenário mundial

 Apresentar informações sobre países importadores e exportadores de pautas de produtos importados destes setores

 Identificar países em ascensão, estagnação e declínio nas exportações e importações mundiais e nas exportações de Santa Catarina

 Proporcionar subsídios às empresas exportadoras catarinenses dos setores

analisados para a tomada de decisões relativas à prospecção e promoção comercial em mercados importadores com maior potencial no cenário mundial, além de

informações que permitam o planejamento e execução de ações relativas ao

posicionamento destas empresas internacionalmente, principalmente no tocante à diversificação de produtos e mercados

Dois enfoques complementares:

Regional e Setorial

(6)

16 Regiões de Santa Catarina

analisadas

Oeste  56 municípios

Planalto Norte  7 municípios Norte-Nordeste  6 municípios Vale do Itajaí  11 municípios Serra  19 municípios

Sul  26 municípios

Extremo Oeste  20 municípios Centro-Oeste  20 municípios Alto Uruguai  16 municípios Centro Norte  24 municípios Alto Vale do Itajaí  25 municípios Vale do Itapocú  7 municípios Foz do Rio Itajaí  11 municípios Sudeste  17 municípios

Litoral Sul  17 municípios

(7)

1. Exportações

1.1 Exportações da região

1.1.1 Evolução das exportações da região 1.1.2 Participação das exportações da região nas exportações do estado

1.1.3 Taxa de crescimento médio anual das exportações da região

1.1.4 Predisposição a exportar da região 1.2 Municípios exportadores

1.2.1 Evolução das exportações

1.2.2 Taxa de crescimento médio das exportações

1.2.3 Predisposição a exportar dos municípios 1.3 Empresas exportadoras

1.3.1 Número de empresas exportadoras 1.3.2 Porte das empresas exportadoras 1.4 Produtos exportados

1.4.1 Evolução da pauta exportadora – concentração e dinamismo

1.4.2 Intensidade tecnológica da pauta exportadora

Estrutura das Análises Regionais

2. Importações

2.1 Importações da região

2.1.1 Evolução das importações

2.1.2 Participação das importações da região nas importações do estado

2.1.3 Taxa de crescimento médio das importações da região

2.1.4 Taxa de penetração das importações na região

2.2. Municípios importadores

2.2.1 Evolução das importações dos municípios 2.2.2 Participação dos municípios nas

importações da região 2.3 Empresas importadoras

3. Balança Comercial

3.1 Evolução da balança comercial 3.2 Abertura comercial

(8)

SH SETOR DESCRIÇÃO DO CAPÍTULO 2407 Fumo Tabaco não manufaturado; desperdícios de tabaco

84 Mecânico Reatores nucleares, caldeiras, máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos, e suas partes

85 Material elétrico Máquinas, aparelhos e materiais elétricos, e suas partes; aparelhos de gravação ou de reprodução de som, aparelhos de gravação ou de reprodução de imagens e de som em televisão, e suas partes e acessórios

9403 Móveis Outros móveis e suas partes

44 Madeira Madeira, carvão vegetal e obras de madeira

48 Papel Papel e cartão; obras de pasta de celulose, de papel ou de cartão

16 Alimentos Preparações de carnes

69 Cerâmico Produtos cerâmicos

63 Têxtil Outros artefatos têxteis confeccionados; sortidos; artefatos de matérias têxteis, calçados, chapéus e artefatos de uso semelhante, usados; trapos

35 Químico Matérias albuminóides; produtos à base de amidos ou de féculas modificados; colas; enzimas

73 Metalúrgico Obras de ferro fundido, ferro ou aço

90 Hi-tech Instrumentos e aparelhos de óptica, de fotografia, de cinematografia, de medida, de controle ou de precisão; instrumentos e aparelhos médico-cirúrgicos; suas partes e acessórios

(9)

Estrutura das Análises Setoriais

1. Introdução

2. Exportações Mundiais 3. Importações Mundiais

3.1 Mercados importadores no comércio mundial 3.2 Produtos importados no comércio mundial 4. Exportações de Santa Catarina

4.1 Mercados importadores de Santa Catarina 4.2 Produtos exportados por Santa Catarina 5. Principais conclusões

5.1 Exportações Mundiais 5.2 Importações Mundiais

5.3 Exportações de Santa Catarina 6. Anexos

(10)

0,0% 1,0% 2,0% 3,0% 4,0% 5,0% 6,0% 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 B ilhõe s

Exportações totais SC (US$) Taxa de participação (SC/BR)

Taxa de participação média de SC no total exportado pelo BR

Evolução das exportações

de Santa Catarina

(11)

17,0% 18,4% 16,0% 14,0% 13,7% 12,4% 9,9% 8,7% 56,3% 55,0% 50,8% 41,8% 38,3% 36,0% 29,1% 25,4% 0,0% 10,0% 20,0% 30,0% 40,0% 50,0% 60,0% 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Exportações/PIB Exportações industriais/PIB industrial

Predisposição a exportar

(Exportações/PIB)

(12)

0,0% 1,0% 2,0% 3,0% 4,0% 5,0% 6,0% 7,0% 0 2 4 6 8 10 12 14 16 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Bi lh ões

Importações totais SC (US$) Taxa de participação (SC/BR)

Taxa de participação média de SC no total importado pelo BR

Evolução das importações

de Santa Catarina

(13)

2,35 2,92 3,08 2,93 2,43 2,18 1,95 1,83 2,00 1,76 1,67 1,95 0,00 0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 3,50 -10.000 -5.000 0 5.000 10.000 15.000 20.000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 U S$ Milhõ es

Exportação Importação Saldo Taxa de câmbio (R$/US$) 2 por Média Móvel (Saldo)

Balança Comercial de

Santa Catarina

(14)

Abertura Comercial (fluxo de

comércio/PIB) de Santa Catarina,

Paraná, Rio Grande do Sul e países

selecionados - 2001 a 2010 (em %)

2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Região Sul*

Santa Catarina 18,8 21,4 21,6 24,1 22,2 22,1 23,0 24,2 21,1 22,6

Paraná 31,5 29,9 29,9 32,1 28,0 25,5 25,8 30,5 21,9 22,8

Rio Grande do Sul 26,5 27,4 30,2 32,2 29,0 27,4 27,8 30,3 22,9 20,0

Mundo 38,4 38,1 39,5 42,8 45,2 48,0 49,3 51,8 42,3 47,2 Países em Desenvolvimento 53,6 55,4 58,9 64,2 65,4 66,1 65,2 66,8 54,2 58,0 BRICS** Brasil 20,5 21,3 22,0 24,0 21,8 21,0 20,6 22,4 17,3 17,9 China 37,8 41,7 50,4 58,1 60,9 61,8 60,8 55,4 42,5 48,9 Índia 19,9 21,0 21,8 24,2 28,3 30,6 30,0 37,9 31,2 32,7 Rússia 50,8 48,8 49,3 47,5 48,3 47,3 44,5 46,0 40,3 43,9 África do Sul 48,0 52,9 44,0 44,2 45,7 52,0 55,2 64,5 46,8 46,1 Outros Taiwan 79,0 81,6 88,5 102,2 103,5 112,5 117,7 122,8 99,6 121,1 Coreia 57,3 54,4 58,3 66,6 64,7 67,4 70,7 92,8 81,4 87,0 Argentina 17,0 33,4 33,2 36,5 36,9 36,9 37,5 37,9 30,1 32,9 Chile 49,2 49,1 52,0 55,8 58,3 61,1 64,7 69,0 55,4 58,5

(15)

Produtos exportados por

Santa Catarina

(16)

Taxa de crescimento dos

produtos exportados

Descrição do SH2 2004-2006 2007-2009 2010-2012

Carnes e miudezas, comestíveis 12% 16% 12%

Reatores nucleares, caldeiras, máquinas, aparelhos 18% -3% 18%

Fumo (tabaco) e seus sucedâneos manufaturados 74% 20% 6%

Máquinas, aparelhos e materiais elétricos, e suas partes; 34% 4% 11%

Preparações de carne, de peixes ou de crustáceos 56% 20% 2%

Madeira, carvão vegetal e obras de madeira 17% -19% 5%

Sementes e frutos oleaginosos; grãos, sementes e frutos

diversos 68% 27% 46%

Móveis; mobiliário médico-cirúrgico, colchões, almofadas e

semelhantes 4% -12% -8%

Papel e cartão; obras de pasta de celulose, de papel ou de

cartão 13% -8% 6%

Ferro fundido, ferro e aço 64% 16% 41%

Produtos cerâmicos 13% -20% -2%

Gorduras e óleos animais ou vegetais -31% 18% 16%

Obras de ferro fundido, ferro ou aço 29% 2% 5%

Resíduos e desperdícios das indústrias alimentares -36% -29% 171%

(17)

2004-2006 2007-2009 2010-2012 US$ mil Part (%) US$ mil Part (%) US$ mil Part (%) INDUSTRIA DE ALTA TECNOLOGIA 45.898 1% 68.886 1% 78.976 1% INDUSTRIA DE BAIXA TECNOLOGIA 3.189.334 58% 3.784.885 51% 4.284.022 50% INDUSTRIA DE MEDIA-ALTA TECNOLOGIA 1.459.590 27% 2.056.268 28% 2.371.555 28% INDUSTRIA DE MEDIA-BAIXA TECNOLOGIA 409.606 7% 445.863 6% 482.850 6%

PRODUTOS NAO INDUSTRIAIS 375.224 7% 1.024.295 14% 1.300.510 15% TOTAL 5.479.653 100% 7.380.197 100% 8.517.914 100%

Intensidade Tecnológica dos

produtos exportados

(18)

Exportações de Santa Catarina classificadas

por intensidade tecnológica dos grupos de

produtos, por triênios - US$ mil

2004-2006 2007-2009 2010-2012

US$ mil Part (%) US$ mil Part (%) US$ mil Part (%)

INDUSTRIA DE ALTA TECNOLOGIA 45.898 1% 68.886 1% 78.976 1%

AERONAUTICA E AEROESPACIAL 69 0% 3 0% 5 0%

EQUIPAMENTOS DE RADIO, TV E COMUNICACAO 6.617 0% 8.986 0% 9.374 0%

FARMACEUTICA 1.324 0% 2.407 0% 4.201 0%

INSTRUMENTOS MEDICOS DE OTICA E PRECISAO 36.853 1% 55.106 1% 63.750 1%

MATERIAL DE ESCRITORIO E INFORMATICA 1.035 0% 2.385 0% 1.647 0%

INDUSTRIA DE BAIXA TECNOLOGIA 3.189.334 58% 3.784.885 51% 4.284.022 50%

ALIMENTOS, BEBIDAS E TABACO 1.586.887 29% 2.464.422 33% 3.197.462 38%

MADEIRA E SEUS PRODUTOS, PAPEL E CELULOSE 778.079 14% 683.865 9% 600.231 7%

PRODUTOS MANUFATURADOS N.E. E BENS RECICLADOS 433.173 8% 327.169 4% 225.431 3%

TEXTEIS, COURO E CALCADOS 391.195 7% 309.430 4% 260.898 3%

INDUSTRIA DE MEDIA-ALTA TECNOLOGIA 1.459.590 27% 2.056.268 28% 2.371.555 28%

EQUIPAMENTOS PARA FERROVIA E MATERIAL DE TRANSPORTE N. E. 6.199 0% 6.098 0% 2.369 0%

MAQUINAS E EQUIPAMENTOS ELETRICOS N. E. 391.119 7% 667.245 9% 750.164 9%

MAQUINAS E EQUIPAMENTOS MECÂNICOS N. E. 674.940 12% 902.609 12% 985.126 12%

PRODUTOS QUIMICOS, EXCL. FARMACEUTICOS 63.121 1% 102.247 1% 161.096 2%

VEICULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E SEMI-REBOQUES 324.211 6% 378.069 5% 472.800 6%

INDUSTRIA DE MEDIA-BAIXA TECNOLOGIA 409.606 7% 445.863 6% 482.850 6%

BORRACHA E PRODUTOS PLASTICOS 40.527 1% 62.215 1% 73.512 1%

CONSTRUCAO E REPARACAO NAVAL 3.336 0% 7.019 0% 1.614 0%

OUTROS PRODUTOS MINERAIS NAO-METALICOS 243.711 4% 194.819 3% 135.923 2%

PRODUTOS DE PETROLEO REFINADO E OUTROS COMBUSTIVEIS 511 0% 2.706 0% 8.341 0%

PRODUTOS METALICOS 121.522 2% 179.105 2% 263.459 3%

PRODUTOS NAO INDUSTRIAIS 375.224 7% 1.024.295 14% 1.300.510 15%

PRODUTOS NAO INDUSTRIAIS 375.224 7% 1.024.295 14% 1.300.510 15%

(19)

Alguns setores com aumento/estabilidade

no indicador de competitividade

(20)

Na maioria das regiões, a abertura ao comércio internacional diminuiu ao longo da década passada, apesar do crescimento das importações

O dinamismo do setor exportador não acompanhou o crescimento econômico, em um claro direcionamento da indústria para o mercado interno nos últimos anos Existe alto grau de concentração na exportação de produtos de baixo conteúdo tecnológico na maioria das regiões

Houve expressivo aumento da participação de produtos não industriais na pauta exportadora do Estado nos últimos dez anos

A maior parte dos setores analisados tem alcançado bom desempenho exportador, ainda que em diferentes níveis. Alguns segmentos analisados têm reduzido seu nível de competitividade no comércio mundial

(21)

Mesmo em setores com redução no nível geral de competitividade e com taxas de crescimento inferiores ao crescimento médio das importações mundiais, existem mercados que têm apresentado desempenho favorável

De forma geral, os setores que apresentaram menor concentração em termos de mercados importadores tiveram melhor desempenho. Se a concentração das exportações de determinado setor ocorreu em mercados com baixo dinamismo, regressão ou declínio, a tendência também foi de pior desempenho

De forma geral, os setores analisados apresentaram alta concentração em termos de produtos exportados. Favoravelmente, os principais produtos da pauta de exportação catarinense têm grau de dinamismo no mínimo intermediário nas importações mundiais.

Há oportunidades para ampliação na oferta de produtos destinados ao mercado externo em diversos setores

(22)

É necessário reduzir a concentração da pauta de produtos das exportações catarinenses e a concentração destas exportações em termos de países

importadores, diversificando mercados de acordo com o dinamismo do comércio internacional, e não somente em função da representatividade de determinado país nas importações mundiais

Ainda que alguns mercados sejam os principais consumidores de determinados produtos, estes países não têm apresentado dinamismo no mínimo razoável nas importações mundiais

Também é preciso fomentar a produção destinada a exportação daqueles produtos que têm apresentado maior dinamismo nas importações mundiais

É papel da FIESC auxiliar as empresas do Estado na redefinição de mercados e produtos prioritários, disseminando informações comerciais relevantes para cada setor industrial e incentivando ações de diversificação de produtos e fomento à exportação para mercados não tradicionalmente importadores

(23)

 Concentração das exportações catarinenses em termos de mercados importadores

 Número de mercados importadores atendidos por Santa Catarina, setorialmente e regionalmente, de forma contínua e representativa

 Número de produtos na pauta exportadora catarinense, setorialmente e regionalmente, de forma contínua e representativa

 Volume e valor das exportações catarinenses de bens manufaturados e

semimanufaturados, particularmente de produtos de alta e média intensidade tecnológica

 Grau de abertura comercial das diversas regiões catarinenses e do Estado de Santa Catarina

 Participação do Estado sobre o total das exportações brasileiras  Saldo da balança comercial catarinense

(24)

fiescnet.com.br | 0800 48 1212

Referências

Documentos relacionados

Conclui pela importância de se ter um sistema de avaliação de desempenho alicerçado com o uso dos indicadores através das quatro perspectivas do balanced scorecard, uma vez que

Como visto no capítulo III, a opção pelo regime jurídico tributário especial SIMPLES Nacional pode representar uma redução da carga tributária em alguns setores, como o setor

Como já mencionado no ínterim desse artigo, esse método de resolução, que é a mediação comunitária, traz inúmeros benefícios, seja para o Poder Judiciário, seja para toda

Com base nos estudos realizados e a percepção da necessidade de tratamento odontológico para gestantes com doença periodontal, o propósito do presente trabalho

Internet e mobile banking surgem como canais emergentes para transações bancárias, mas os bancos ainda têm desafios importantes, por exemplo, como integrá-los aos meios tradicionais

A Parte III, “Implementando estratégias de marketing”, enfoca a execução da estratégia de marketing, especifi camente na gestão e na execução de progra- mas de marketing por

Com base no exposto, este trabalho apresenta o desenvolvimento de um método de prevenção de ataques de side channel em ambientes de cloud computing do tipo infrastructure as a

Estudos sobre privação de sono sugerem que neurônios da área pré-óptica lateral e do núcleo pré-óptico lateral se- jam também responsáveis pelos mecanismos que regulam o