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TECNOLOGIAS
DE REDES ÓPTICAS
WE‘RE WELL CONNECTED
Eduardo Meirelles
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DIAMOND WORLDWIDE
“Atividades de desenvolvimento, fabricação e
comercialização de componentes condutores de onda de
luz e elementos de micromecânica de alta precisão”
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DIAMOND WORLDWIDE
Líder mundial em fabricação de componentes ópticos de alta precisão
Fundada em 1958 na cidade de Losone, Suíça Inovadora na área de conectividade óptica Presente em mais de 50 países
Qualidade certificada
Soluções que excedem as especificações técnicas
DIAMOND WORLDWIDE
Matriz Subsidiárias
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Fundada em 1988
Instalação industrial com 3.500 m² no Rio de Janeiro
Centro de Vendas e Serviços em São Paulo e Minas Gerais Atuação em todo o território nacional
Produtos homologados pela Anatel
Parte da história da evolução das tecnologias ópticas no Brasil
DIAMOND BRASIL
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TELECOMUNICAÇÕES
Longas distâncias abrangidas Grandes capacidades de transmissão Altas densidades de conexões Imunidade à interferência
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INDÚSTRIA
Ambientes inóspitos Altas cargas eletromagnéticas
Evolução dos processos de automação industrial Segurança para as transmissões
DATA CENTERS
Perfil modular Altas taxas de transmissão Altas densidades de conexões Gerenciamento de dados
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AMBIENTES COMERCIAIS E RESIDENCIAIS
Progressivo aumento nos requisitos de performance Uso intenso de Triple Play (voz, dados, vídeo) Facilidade nas instalações Integridade física dos usuários
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APLICAÇÕES MILITARES E AEROESPACIAIS
Atendimento a normas rigorosas Vibrações, acelerações, pressões Oscilações de temperatura
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TECNOLOGIAS ÓPTICAS
Grandes capacidades de transmissão Baixas perdas, maiores distâncias nas transmissões Imunidade a interferências
Pequenos tamanho e peso das fibras Altas densidades nas instalações
Alto grau de segurança nas transmissões Permanência do investimento no cabeamento Custos em queda progressiva
FIBRAS ÓPTICAS - Fundamento
A fibra óptica é composta por um material dielétrico (não
conduz energia, como vidro ou plástico), capaz de confinar
a luz em seu interior, possibilitando que pulsos luminosos
possam ser codificados, estabelecendo assim uma
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FIBRAS ÓPTICAS - Estrutura
revestimento primário (250µm)
casca (125µm)
núcleo (9/50/62,5µm)
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FIBRAS ÓPTICAS - Física
Refração da luz
É a variação de velocidade sofrida pela radiação ao mudar de meio
plano luz incidente luz refletida α α β n2 n1 luz refratada perpen dicula r ao plano
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FIBRAS ÓPTICAS - Física
Reflexão total da luz
Quando o ângulo de incidência é muito grande, a luz é totalmente refletida
plano
luz incidente luz refletida
αc n2 n1 Perpe ndicula r ao plano αc ° = α2 90
FIBRAS ÓPTICAS – Tipos de modo
Fibras Multimodo
Desenvolvidas com um diâmetro de núcleo que permite vários modos de propagação simultâneos
Em função dessa característica, nessas fibras ocorre o
fenômeno da dispersão modal, colaborando para a atenuação do sinal óptico
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FIBRAS ÓPTICAS – Tipos de modo
Fibras Monomodo
Desenvolvidas com um diâmetro de núcleo que permite um único modo de propagação
Essa característica faz com que esse tipo de fibra seja insensível à dispersão modal
Diâmetros típicos iguais a 9µm
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CABOS ÓPTICOS
Características
Resistência à elasticidade
Prevenção a tensões (alongamento)
Resistência a raios de curvatura acentuados Resistência a pressões laterais
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CABOS ÓPTICOS
Estrutura genérica de um cabo monofibra
Revestimento primário Núcleo Casca 250 μm 125 μm 9/50/62,5 μm 900 μm (0,9 mm) 3000 μm (3 mm) Revestimento secundário Elemento de tração (Kevlar) Revestimento externo (PVC)
CABOS ÓPTICOS
Estrutura genérica de um cabo externo com múltiplas fibras
Revestimento primário Núcleo Casca 250 μm 125 μm 9/50/62,5 μm 3000 μm / 3 mm Revestimento
secundário (tubo loose) Elemento de
tração (Kevlar) Revestimento
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CABOS ÓPTICOS
Estrutura: cordões ópticos
Também chamado de jumper, patchcord óptico ou cordão de manobra
Tipo tight, com 01 ou 02 fibras
Utilizados para interconexão entre distribuidores ópticos e destes com ativos e outros componentes
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CONECTORES ÓPTICOS
Componentes passivos utilizados para conectar freqüente e facilmente fibras ópticas entre si e com interfaces ativas e passivas
em LANs e WANs
Requisitos
de
qualidade
Alinhamento preciso entre o núcleo da fibra e a estrutura do conector Alta estabilidade mecânica Atenuações menores possíveis
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CONECTORES ÓPTICOS – medições aplicáveis
Perda por Inserção (IL –
Insertion Loss
)
É medido em dB, comparando a potência antes e após a conexão. A diferença representa essa perda, segundo a seguinte fórmula:
IL = -10 x log(P
1/P
0) dB
Onde P0é a potência inicial medida e P1é a potência óptica medida depois que os conectores são acoplados
Normalmente, quanto menor, melhor!
CONECTORES ÓPTICOS – medições aplicáveis
Perda por Retorno (RL –
Return Loss
)
É medido em dB, comparando a potência incidente e a refletida. A diferença representa essa perda, segundo a seguinte fórmula:
RL = 10 x log(P
r/P
i) dB
Onde Pié a potência incidente e Pré a potência refletida Assim, a perda por retorno é a medida da atenuação óptica refletida, particularmente a potência que é transmitida, absorvida,
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CONECTORES ÓPTICOS
Polimentos na superfície de ferrolhos ópticos
Na superfície do ferrolho é realizado um polimento para que sejam minimizados problemas relacionados com perdas por retorno
Os polimentos podem ser realizados de 03 formas: 9 Polimento PC
9 Polimento APC
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CONECTORES ÓPTICOS
Polimento PC (
Phisical Contact
)
A superfície do ferrolho mantém um perfil convexo, minimizando a reflexão da luz e gerando melhores respostas às perdas por retorno e por inserção
IL baixa (bom)
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CONECTORES ÓPTICOS
Polimento APC (
Angular Phisical Contact
)
É realizado um polimento com geometria em ângulo de 8º na superfície do ferrolho
O polimento angular da face do conector elimina quase toda a reflexão, dissipando a luz através da casca da fibra
RL típico de 70dB
CONECTORES ÓPTICOS
Ferrolho óptico
A maioria dos conectores ópticos atuais baseia-se no uso de ferrolhos, através do qual a luz da fibra é transmitida
É a “alma do conector”, componente responsável pela conexão das fibras
A eficiência desse componente está ligada à precisão do alinhamento entre os núcleos da fibra e do ferrolho
No mercado atual de conectores ópticos, dois tipos de ferrolhos são utilizados:
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CONECTORES ÓPTICOS
Ferrolho óptico – aspectos de qualidade
Excentricidade do furo do ferrolho em relação ao diâmetro do ferrolho
Excentricidade entre a casca da fibra em relação ao diâmetro do furo ferrolho
Excentricidade do núcleo em relação ao diâmetro do furo do ferrolho
Desalinhamento entre os eixos longitudinais da fibra e do furo do ferrolho
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CONECTORES ÓPTICOS
Ferrolho óptico monobloco - alinhamento
furo do ferrolho chave de ajuste
área externa do ferrolho
Zircônia Área de contato da fibra
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CONECTORES ÓPTICOS
Ferrolho óptico com inserto metálico - alinhamento
Pressão Posição do núcleo antes da
operação de recunhagem Marca da 1ª cunhagem Eixo central do ferrolho Marca da recunhagem Posição do núcleo após a operação de recunhagem Ferrolho do conector Dispositivo de recunhagem Ponto de luz no monitor de vídeo Concentricidade ferrolho Monitor de vídeo Dispositivo de recunhagem Câmera CCD Lentes do microscópio Equipamento de alinhamento ativo
Diamond
Fonte de luz visível
Dispositivo
CONECTORES ÓPTICOS
Conectores mais utilizados
E-2000
SC
FC
Exemplo de Datasheet– Conector SC
ST
LC
F-3000
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CONECTORES ÓPTICOS
Inspeção e limpeza de conectores ópticos
“De que adianta investir em sofisticadas redes ópticas se não forem tomados cuidados com a inspeção e limpeza do sistema?”
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CONECTORES ÓPTICOS
Inspeção e limpeza de conectores ópticos
Fibra limpa Arranhões no núcleo Fibra contaminada
Fibra quebrada Fibra contaminada gel /
sujeira e umidade
Face do Ferrolho Vista Frontal
Contaminações geram altos valores de IL (Insertion Loss) e
péssimo desempenho de RL (Return Loss)
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CONECTORES ÓPTICOS
Inspeção e limpeza de conectores ópticos
Ações preventivas e corretivas:
9 Inspeção com microscópio específico 9 Repolimento da superfície do ferrolho óptico 9 Substituição do conector óptico
DISTRIBUIDORES ÓPTICOS
Utilização
P
ermitem a acomodação de fibras/emendas ópticas e a
distribuição das conexões em sistemas ópticos
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ESCON,FICON, FC Storage ESCON,FICON, FC Storage SDH STM -1/4 /16 PBX TELCO PBX TELCO SD H S TM -1/4 /16
?
Como conectar
A e B ?
F as t E th ern et, G bE IP/Data Fas t Eth ern et, G bE IP/Data A BTransmissões WAN
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utiliza uma fibra
dedicada
Complexidade Preços dos serviços Custos
Disponibilidade
© DIAMOND SA / 11-06 / 39 ESCON,FICON, FC Storage Fa s t Eth e rne t, Gb E IP/Data G.703, S 2M SDH STM -1/4 /16 PBX TELCO Voice PBX TELCO Voice Fas t Eth ern et, G bE G.703 , S2M ESCON,FICON, FC SD H S TM -1/4 /16 Storage IP/Data A B
Solução WDM
Convergência
em uma fibra
Cada tráfego utiliza uma largura de banda
Transmissões WAN
ESCON,FICON, FC Storage Fa s t Eth e rne t, G b E IP/Data G.7 03, S2M STM -1/4 /16 Voice Voice Fas t Eth ern et, G bE G.703 , S2M ESCON,FICON, FC SD H S TM -1/4 /16 Storage IP/Data A B
Possibilidades de
redundâncias
Transmissões WAN
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Tecnologia Ethernet
Evoluções
Redes Metro-Ethernet © DIAMOND SA / 11-06 / 42Tecnologia Ethernet
Evoluções
Redes Ethernet Industriais
Switch3 10.1.1.153 Slave Switch4 10.1.1.154 Switch5 10.1.1.155 Slave Switch1 10.1.1.151 Master Ring #01 Switch2 10.1.1.152 Slave
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Tecnologia Ethernet
Evoluções
Redes Ethernet Industriais
Tecnologia Ethernet
Evoluções
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Tecnologia Ethernet
Evoluções
Redes Ethernet Industriais
© DIAMOND SA / 11-06 / 46 MICROSENS Optical Budget Optical Budget Fundamentals Receiver Receiver Receiver Link Link Link Transmitter Transmitter
Transmitter SpliceSpliceSplice FiberFiberFiber SpliceSpliceSplice fiber attenuation dB/km fiber attenuation fiber attenuation dB/km dB/km transmit power dBm transmit transmit power power dBm dBm receiver dynamic range dBm receiver receiver dynamic dynamic range range dBm dBm noise noise noise distortion distortion distortion Optical Budget Optical Budget
© DIAMOND SA / 11-06 / 47 MICROSENS Optical budget Optical budget Fundamentals
high attenuation
high attenuation
Low power -> no link LowLowpowerpower --> no link> no link Receiver Receiver Receiver Link Link Link Transmitter Transmitter
Transmitter SpliceSpliceSplice FiberFiberFiber SpliceSpliceSplice transmit power dBm transmit transmit power power dBm dBm receiver dynamic range dBm receiver receiver dynamic dynamic range range dBm dBm noise noise noise distortion distortion distortion MICROSENS Optical Budget Optical Budget Fundamentals
Distortion
Distortion
High power -> distortion High power High power --> > distortiondistortion transmit power dBm transmit transmit power power dBm dBm receiver dynamic range dBm receiver receiver dynamic dynamic range range dBm dBm noise noise noise distortion distortion distortion© DIAMOND SA / 11-06 / 49
Fiber To The Home
Tecnologias em ambientes residenciais e comerciais
Evolução do uso da Tecnologia de Informação Altas velocidades na transmissão de dados Internet banda larga
Aplicações em Internet, telefonia, multimídia, áudio e vídeo conferências, segurança, entretenimento etc
Convergência (Dados, Voz, Imagem: Triple Play)
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Fiber To The Home
Tecnologias em ambientes residenciais e comerciais
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Fiber To The Home
Situações encontradas no dia-a-dia
Conduítes saturados
Cabos separados e dedicados para cada sistema de comunicação
Diversidade de meios físicos instalados: cabo multi Pares, cabos coaxiais, antenas parabólicas, Internet via rádio, sistemas ADSL Interferências eletromagnética/radiofreqüência
Dificuldade na evolução e extensão das redes
Fiber To The Home
Novas demandas para as tecnologias de redes
Alta confiabilidade da rede Banda larga efetiva e eficiente Serviços agregados
9 Telefonia IP
9 Vídeo sob demanda 9 Segurança
9 Internet banda larga 9 TV Interativa
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Fiber To The Home
Conceito
Tecnologia de interligação de ambientes residenciais e comerciais por meio de fibras ópticas
Fornecimento de serviços de comunicação de dados, TV digital, Radio Digital, acesso à
A fibra óptica é levada até os ambientes em substituição aos cabos de cobre ou cabos coaxiais (utilizados em televisão a cabo) Os ambientes são conectados a um ponto de presença da operadora de serviços de telecomunicações
A rede de acesso é capaz de prover velocidades de 100Mb/s, 1Gb/s, 10Gb/se até 40Gb/s
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Fiber To The Home
Tecnologia FTTH Passiva (PON -
Passive Optical Network
)
Serviços Central Office Rede de fibras Pontos de distribuição Pontos de distribuição Pontos de distribuição Residências Empresas Condomínios Fibra G-PON Splitters
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Fiber To The Home
Tecnologia FTTH Ativa (P2P)
Serviços Exchange/Centr al Office Fibra P2P Residencial P2P Comércio Pontos de distribuição Condomínios Empresas ResidênciasFiber To The Home
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Fiber To The Home
Novos desafios
Novas aplicações
9 Requerem maior largura de banda Novos equipamentos
9 Exigem maior largura de banda Novas utilizações
9 Requerem maior confiabilidade, melhor desempenho
Fatores Chave
Simplicidade
9 Melhor relação custo-benefício em instalações e operações Flexibilidade
9 Preparadas para mudanças e expansões
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