• Nenhum resultado encontrado

UNIDADE I

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "UNIDADE I"

Copied!
77
0
0

Texto

(1)

Centro Universitário Tiradentes – Unit

Avaliação de Formação

(2)

Índice

• Introdução

• Mud Logging, Testemunhos (coring) • Perfilagems de Poço Aberto

• Perfilagem de Poço Revestido

• Integração Sísmica de superfície com perfilagem.

(3)

Introdução

Proporcionalmente, o custo de perfilagem

de um poço é pequeno. Se o poço perfurado não puder ser avaliado perde-se todo o investimento.

(4)

Mud Logging

• Chama-se Mud Logging o serviço que mantém o registro contínuo de:

-Profundidade

-Taxa de Penetração

-Detecção de Gás na superfície e cromatografia. -Descrição litológica das amostras de calha (“shale shaker”)

-Fluorescência das amostras de calha. -Características do fluído de perfuração -Peso sobre a broca (“Weight on Bit”) -Torque sobre o BHA.

(5)

Mud Logging (cont.)

-Taxa de Bombeio. (Ás vezes usados strokes/min) -Temperatura de entrada da lama

-Temperatura de saída da lama - Nível do tanque de lama

(6)

Descrição litológica

O geólogo do turno é responsável por manter a descrição das amostras de calha para intervalos regulares de profundidade (ex:a cada 10m)

Estes dados fazem parte do Mud Log. O geólogo

descrevendo as amostras é

geralmente um funcionário da empresa petroleira. Contudo pode ser contratado como um elemento da equipe de Mud Logging.

(7)
(8)

Avaliação de formação (OH)

• A perfuração de um poço é dividida em fases. Cada fase é caracterizada por um “Bit size” e uma lama apropriada. Antes de passar para a fase seguinte o poço, ainda aberto, é perfilado para a avaliação das

formações perfuradas. Um dos produtos da perfilagem é o registro contínuo do diâmetro do poço (às vezes em 2 eixos ortogonais). Com estas informações calcula-se o volume do poço e o volume de cimento a ser usado na cimentação do revestimento.

(9)

Perfilagem (Logging)

• A perfilagem de um poço é o conjunto de aquisições de dados, obtidos de forma contínua ou estacionária utilizados para avaliar alguma

característica da formação ou da mecânica do poço.

• Os perfis são usados pelos geólogos, geofísicos, engenheiros de

reservatório, engenheiros de perfuração, engenheiros de completação, etc.

(10)

Porque perfilar?

• Perfis ajudam a definir características físicas das rochas como litologia, porosidade, geometria do poro e

permeabilidade.

• Dados de perfilagem são usados para identificar zonas produtoras, determinar a profundidade e espessura das zonas, distinguir entre óleo, gás ou água em um

reservatório, e para estimar a reserva de hidrocarbonetos.

• Ainda, mapas geológicos desenvolvidos a partir de interpretação de perfis ajudam na determinação do

relacionamento das facies e na determinação de novas locações para perfuração.

(11)

Algumas definições

• Os dois parâmetros primários determinados a partir dos dados de perfilagem são porosidade (f ) e a

fração do espaço poroso preenchido com água de formação (sw ).

• Para uma rocha sem folhelho Archie (em 1942)

estabeleceu uma relação entre a resistividade R de um volume unitário de rocha com a porosidade f,

saturação de água sw e resistividade de água Rw.

n w m w

s

.

R

.

a

R

Geralmente a=1,m=2 e n=2 m=fator de cimentação

(12)

Para obtermos a

resistividade

Perfis Elétricos,Indução e Lateralog

Para obtermos a

porosidade

Perfis Nucleares (Densidade,Neutrão) ou sônicos

Para obtermos

Rw

Perfil SP, Xplots R x f

Para obtermos

volume de

folhelho

SP,

Perfil de Raios Gamma, Neutron

(13)
(14)

Antes de uma perfilagem:

• Para lamas condutivas mede-se:

- Rm,T - Resistividade da lama perfuração e sua Temperatura,

-Rmf,T - Resistividade e Temperatura do filtrado da lama de perfuração, -Rmc,T - Resistividade e Temperatura da

crosta (mud-cake) formada no teste de filtrado.

(15)

SP – Potencial Espontâneo

O perfil de SP é o registro dos potenciais elétricos que ocorrem naturalmente em um poço em função da profundidade. Como

indicado no diagrama, registra-se a diferença de potencial entre um eletrodo na superfície e outro eletrodo situado dentro do poço.

Em = -59.2 log10(Rmf/Rw) at 77°F

Ej = -11.5 log10(Rmf/Rw) at 77°F SP=Potencial de Membrana (Em)+ Potencial de Junção (Ej)

(16)

Utilização do perfil de SP:

• Determinação de Rw.

• Cálculo do Volume de Folhelho. (Vsh) • Indicador qualitativo de permeabilidade

(17)

Utilização do perfil de SP:

Uma vez definidas as linhas base para o folhelho e para a matriz, O perfil de SP pode indicar a % de folhelho

(18)

Determinação de Rw com SP:

• Determinação da resistividade da água de Formação Rw usando SP

1-Corrige-se SP para Temperatura

SSP = -(60 + 0.133Tf) log (Rmf/Rweq)

Tp = Temperatura na profundidade p em °F .

Rmf= Resistividade do filtrado de Lama em ohm.m .

Rweq Resistividade da água de formação equivalente ohm.m. Rweq = Rmf ( (SSP)/(10(60 + 0.133Tp) ))

(19)

Utilização do perfil de SP:

1-Determine Tp

2-Corrija Rm and Rmf para Tp 3-Encontre SSP

4-Determine a razão Rmf/Rwe 5-Determine Rwe

6-Corrija Rwe to Rw

• Calculamos Rw necessário para a determinação da saturação Sw!

A partir de Rmf e SSP pode-se achar Rw utilizando cartas como as do Schlumberger Log Interpretation Charts sp-1, sp-2,sp-2m,sp-3,sp4

(20)
(21)

Perfil de Raios Gama (Gr)

• O perfil de Raios Gama é um dos principais perfis

utilizados em perfilagems pois funciona tanto em poço aberto como em poço revestido permitindo estabelecer um controle de profundidade quando o poço está

revestido através da correlação da curva registrada.

Além disso é utilizado na determinação do

(22)

Perfil de Raios Gama (Gr)

Os elementos Th, K e U fazem parte de minerais que participam em diferentes percentuais da

composição de rochas do tipo folhelho.

(23)
(24)
(25)

Calibração da ferramenta GR

(American Petroleum Institute)

(26)

Padrão Primário para a medida

GR (API)

(27)
(28)
(29)
(30)
(31)

Existe 2 tipos de ferramentas:

1-Mede Gr Total

(32)

Natural

Gamma Ray

Tool

(33)

Perfil de densidade

Brevíssima introdução aos tipos de decaimentos radioativos.

Alguns elementos da tabela períodica são instáveis e no

processo para alcançar estabilidade emitem radiações do tipo: • alfa

• beta • gama

(34)
(35)

Decaimento beta

Beta particles are electrons or positrons (electrons with positive electric charge, or antielectrons). Beta decay occurs when, in a nucleus with too many protons or too many neutrons, one of the protons or neutrons is transformed into the other.

In beta minus decay, a neutron

decays into a proton, an electron, and an antineutrino: n Æ p + e - +.

In beta plus decay, a proton decays into a neutron, a positron, and a neutrino: p Æ n + e+ +n.

(36)

Decaimento gama

In gamma decay, a nucleus changes from a higher energy state to a lower energy state through the emission of electromagnetic radiation (photons). The number of protons (and neutrons) in the nucleus does not change in this process, so the parent and daughter atoms are the same chemical element. In the gamma decay of a nucleus, the emitted photon and recoiling nucleus each have a well-defined energy after the decay. The characteristic energy is divided between only two particles.

(37)

Interação gama átomo

Energia ( eV )

511 kev

Patrick Blackett's the 1948

Nobel Prize in Physics.

Produção de par 1.022 Mev Energia de “repouso” do elétron Efeito Compton Efeito fotoelétrico

In nuclear physics, this occurs when a high-energy photon interacts in the vicinity of a nucleus, allowing the production of an electron and a positron pair without violating conservation of momentum.

Arthur Holly Compton in 1923 and further verified by his graduate student Y. H. Woo in the years following. Compton earned the 1927 Nobel Prize in Physics for the discovery.

(38)

Perfil de Densidade

•Uma fonte radioativa emite raios Gama com energia de 662 Kev e intensidade de ~1.3 Cu •2 Detetores do Tipo Scintilação (Xtal

NaI+TuboPM) medem a radiação chegando.

•O número de colisões com espalhamento

Compton esta relacionado diretamente com com o número de eletrons na

formação. Consequentemente, a resposta da ferramenta à densidade é governada essencialmente pela densidade de eletrons (ne) da formação.

(39)

Princípio de funcionamento do Perfil de

Densidade

• Definições

Z = Número atômico de um elemento que corresponde ao número de prótons encontrados no núcleo de seu átomo. Não existe dois elementos com o mesmo número atômico.

A= Número de massa.

A= No.de prótons(Z) + No. neutrons no núcleo do átomo.

O número de massa de um elemento químico é representado na parte superior do símbolo ou ao seu lado direito: 23Na ou Na-23

(40)

Princípio de funcionamento do Perfil de

Densidade

n

n

L

n

o c e

ln

1

O número de átomos por volume |N de formação (Átomos/cc ) é (N/A).r O número de elétrons por volume é ne = 2(Z/A)r então

2(Z/A)r=(1/cL) ln(no/n) e

r= 1/(cL(2Z/A))ln(no/n)

2Z/A é aproximadamente igual a 1 para a maioria das formações

r

= A – Bln(n)

Sandstone: (SiO2) Z/A = .499 Limestone: (CaCO3) Z/A = .500 Dolomite: (CaMg(CO3)2) Z/A = .499

(41)
(42)

Medidas efetuadas:

-Diâmetro do poço ( Caliper –in ) -Densidade (Rhob – g/cc) -Fator Fotoelétrico (Pef – barn/e)

-Correção utilizada na determinação da densidade (controle de qualidade) ( dRho –g/cc)

(43)
(44)
(45)

Perfil típico:

Rhob

Pef

dRho

Caliper

(46)

Perfil de Neutrons

•Uma fonte radioativa emite Neutrons com energia de 16Mev e intensidade de 16 Cu.

•2 Detetores de Neutrons do tipo detetor proporcional com He3 medem a quandidade de neutrons chegando.

• Tanto a água como hidrocarbonetos possuem o Hidrogênio em sua constituição.O hidrogênio, dentre a maioria dos elementos encontrados na rocha é aquele cuja massa do núcleo mais se assemelha à massa do neutron. Isto explica sua alta secção eficaz para espalhamento elástico de neutrons e também o máximo “decremento logarítimo” médio de energia por colisão.

(47)

Medidas efetuadas:

Assim a densidade de neutrons termais em um ponto no espaço entre fonte e detetor depende somente de:

• Distância da fonte (espalhamento geométrico)

• Densidade dos átomos que causam espalhamento elástico e

inelástico.(Os neutrons de alta energia viajam muito mais longe do que os neutrons termais.)

• Densidade dos átomos que capturam neutrons.

A razão das taxas de contagem dos dois detetores (N/F) é proporcional a porosidade da formação f.

Para um determinado espaçamento fixo dos dois detetores e uma fonte emissora de neutrons com uma determinada energia podemos dizer que para uma faixa de valores de f ;

(48)

A leitura da ferramenta de neutrão sofre

diversas correções ambientais:

Correção por

Tamanho do poço, Expessura do reboco, Salinidade da lama,

Peso da lama (densidade), Temperatura ,

Pressão e

(49)

O perfil de Neutrão é normalmente corrido

combinado com a ferramenta de Densidade.

A entrada com o par ( Rhob, Nphi) Define a litologia e a porosidade para regiões sem a influência de folhelho.

Veremos mais tarde como corrigir o

(50)

Ferramenta sônica:

DT=1/2((TT1-TT2)/2 + (TT3-TT4)/2) DT=(1-)DTm + DTf, onde

DTm=Tempo de trânsito da rocha matriz.

DTf= Tempo de trânsito do fluído da rocha e

(51)
(52)

Princípio da ferramenta

Lateralog

(53)

Houve enormes avanços na tecnologia de

focalizar a corrente de medida.

(54)
(55)
(56)

Imagem com perfil de

micro-resistividade

(57)

Resistividade com Ferramentas de

Indução-Princípio de Funcionamento

(58)

Resistividade com Ferramentas de

Indução-Princípio de Funcionamento

(59)

Resistividade com Ferramentas de

Indução-Princípio de Funcionamento

(60)

Resistividade com Ferramentas de

Indução-Fator Geométrico

(61)
(62)
(63)

Permeability logging

Ressonância magnética

(64)

Interpretação rápida

Exemplo perfil Indução/Densidade/Neutron/GR

(65)
(66)

Interpretação rápida

Exemplo perfil Indução/Densidade/Neutrão/GR

Dados:Cortesia da

(67)

Exemplo de

uma

Interpretação

de Perfis

(68)
(69)
(70)

Perfilagem em Poços Revestidos

Existem inúmeros perfis de poço revestido: -Perfis para análise da cimentação

-Perfis para análise da condição do revestimento -Perfis para determinação da saturação de água da formação.

-Perfis para determinação de porosidade,

-Perfis para análise da produção ( Production Logging Tools)

(71)
(72)

Avaliação da Cimentação

(73)

Determinação da trajetória do

poço

• A trajetória de um poço é o conjunto de dados profundidade medida, inclinação e azimute da inclinação.

• A trajetória de um poço pode ser obtida de 3 formas:

- Foto (Realizada antes de retirar o BHA para perfilar)

- Measure While Drilling (MWD)

- Perfilagem com ferramentas direcionais tipo SHDT, GCT, BGT,

(74)

• Como não se costuma realizar medir a direção da inclinação dentro do revestimento, a sapata do último revestimento, (“casing shoe”), é utilizada como o ponto onde se considera a profundiade vertical=profundidade medida. (“tie-in point”) • A partir do “tie-in point” o conhecimento da

profundidade medida, inclinação e direção da inclinação (“azimuth of hole deviation”) permite calcular a posição do ponto em 3D.

• Costuma-se corrigir a direção da inclinação com o valor da declinação magnética do local.

(75)
(76)

Alguns perfis

• Perfis de Resistividade

- Induction Log –Dual Induction Log- Dual Lateralog – Array Induction – Micro-Spherical Log – Azimuthal Lateralog

• Perfis de Porosidade

- Litho Density Log – Compensated Neutron Log -Borehole Sonic Compensated Log – Combinable Magnetic Resonance Log

• Perfis Lithológicos

-GR log, Natural Gamma-Ray Log, Fullbore Formation Microimager • Perfis para estudo de campo

-Vertical Seismic Profile, Stratigraphic Dipmeter Tool, Offset VSP, Dipole Sonic Imager,etc

• Perfis amostradores

- Chronological Sample Taker, Repeat Formation Tester, Modular

Formation Dynamics Tester, etc. • Perfis de Imagem

(77)

http://adamite.igs.indiana.edu/indgeol/problems/lessons/rockcycle/index.htm http://www1.slb.com/petr.dir/index.html http://pumpjack.tamu.edu/ http://www1.slb.com/petr.dir/index.html http://www.pe.utexas.edu/Dept/Reading/general.html http://www.pe.utexas.edu/Dept/Reading/petroleum.html http://www.aww.co.uk/oil/ http://www.spe.org/cda/2001_otc_front_door/1,1240,3325,00.html http://www.cicpro.com/Pages/cicpro.html

Referências

Documentos relacionados

1 Ana Carolina Torrente Pereira CE Paulo VI Preceptor Deferido classificado 2 Emilia Luenna Palhano Galvão Fundação Nice Lobão - CINTRA Preceptor Deferido classificado 3

análise e coleta de dados, sendo considerada a mais adequada para o objetivo da investigação, uma vez que possibilita ao pesquisador, segundo Creswell (2007), o desenvolvimento de

O primeiro motor de combustão interna, patenteado em 1861 pelo alemão Nikolaus August Otto (1832-1891), origem de todos os ciclos atuais de gasolina e a álcool,

Saramago, a análise das orientações da RBE para a instalação, organização e funcionamento das BE / CRE e ainda a análise dos itinerários dos conteúdos das várias

Resumo: Este artigo é resultado de uma pesquisa qualitativa realizada no município de Itapetinga (BA), cujo objetivo foi conhecer o panorama de dados sobre a

número total de vagas do curso, o processo seletivo, a critério do Centro Universitário de Goiás – Uni-ANHANGUERA, mediante prévia comunicação, poderá não ser

1 - O responsável pela autorização de introdução no mercado, o fabricante e o importador são responsáveis pela inclusão, no rótulo dos medicamentos, de informação

Pode-se concluir que a principal relação so- bre a atividade humana do solo nas sub-bacias inves- tigadas da bacia do rio Itapemirim no período de seca está associada com a o