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Academic year: 2022

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AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM PROCESSO

Caderno do Professor

4º ano do Ensino Fundamental Língua Portuguesa e Matemática

São Paulo 3º Bimestre de 2016

13ª edição

(2)

2 APRESENTAÇÃO

A Avaliação da Aprendizagem em Processo – AAP - se caracteriza como ação desenvolvida de modo colaborativo entre a Coordenadoria de Gestão da Educação Básica e a Coordenadoria de Informação, Monitoramento e Avaliação Educacional.

Iniciada em 2011, em apenas dois anos/séries, foi gradativamente sendo ex- pandida e desde 2015 está abrangendo todos os alunos do Ensino Fundamental e En- sino Médio além de, continuamente, aprimorar seus instrumentos.

A AAP, fundamentada no Currículo do Estado de São Paulo, propõe o acompa- nhamento da aprendizagem das turmas e alunos, de forma individualizada, tendo cará- ter diagnóstico. Tem como objetivo apoiar as unidades e os docentes na elaboração de estratégias adequadas, a partir da análise de seus resultados, que contribuam efetiva- mente para melhoria da aprendizagem e desempenho dos alunos, especialmente nas ações de recuperação contínua.

As habilidades selecionadas para a AAP, em Língua Portuguesa e Matemática, terão como referência, a partir de 2016, a Matriz de Avaliação Processual elaborada pela CGEB e já disponibilizada à rede no início deste ano. Além dessas, outras habilida- des, compondo cerca de 20% das provas, foram escolhidas na plataforma Foco Apren- dizagem e serão repetidas nos diferentes bimestres, articulando, dessa forma, a AAP com os aspectos mais significativos apontados pelo SARESP para o desenvolvimento das competências leitora, escritora e conhecimentos matemáticos.

Nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental permanece a articulação com as ex- pectativas de aprendizagem de Língua Portuguesa e Matemática e com os materiais do Programa Ler e Escrever e Educação Matemática nos Anos Iniciais – EMAI.

Além da formulação dos instrumentos de avaliação, na forma de cadernos de provas para os alunos, também foram elaborados os respectivos Cadernos do Profes- sor, com orientações específicas para os docentes, contendo instruções para a aplica- ção da prova ( Anos Iniciais ), quadro de habilidades de cada prova, exemplar da pro- va, gabarito, orientações para correção (Anos Iniciais), grade de correção e recomenda- ções pedagógicas gerais.

Estes subsídios, agregados aos registros que o professor já possui, além das in- formações sistematizadas no SARA – Sistema de Acompanhamento dos Resultados de Avaliações – e agora também com previsão de incorporação à Plataforma Foco Apren- dizagem, devem auxiliar no planejamento, replanejamento e acompanhamento das ações pedagógicas, mobilizando procedimentos, atitudes e conceitos necessários para as atividades de sala de aula, sobretudo aquelas relacionadas aos processos de recupe- ração das aprendizagens.

COORDENADORIA DE GESTÃO DA COORDENADORIA DE INFORMAÇÃO,

EDUCAÇÃO BÁSICA CGEB MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO EDUCACIONAL-CIMA

(3)

3

S

UMÁRIO

1. PARA COMEÇO DE CONVERSA... ... 4

2. INSTRUÇÕES PARA A APLICAÇÃO DA PROVA ... 6

3. EXEMPLARES DAS “PROVAS DO PROFESSOR” ... 8

4. REFERÊNCIAS ... 50

(4)

4

A

VALIAÇÃO DA

A

PRENDIZAGEM EM

P

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I

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4

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L

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P

ORTUGUESA E

M

ATEMÁTICA

1. P

ARA COMEÇO DE CONVERSA

...

A Avaliação da Aprendizagem em Processo – AAP para o 4º ano, de Lín- gua Portuguesa e Matemática, em sua 13ª edição apresentam:

 16 questões objetivas em Língua Portuguesa.

 16 questões objetivas em Matemática.

Os itens da prova de Língua Portuguesa têm foco na leitura, compreen- são de textos e produção textual (escrita de final de conto). Nesses campos, es- pera-se que os alunos tenham capacidade de:

Os itens da prova de Matemática têm como foco avaliar as expectativas concernentes aos 4 blocos de conteúdos: Números e Operações com Números Naturais e Racionais; Espaço e Forma; Grandezas e Medidas e Tratamento da Informação.

 MP20: Resolver problema, compreendendo o significado de multiplicação comparativa das operações do campo multiplicativo.

 MP21: Resolver problema, compreendendo o significado de configuração retangular das operações do campo multiplicativo.

 MP22: Calcular o resultado de multiplicações com números naturais, pelo

 MP16: Compreender, por meio de inferência, informação pressuposta ou subentendida em uma HQ, tendo como critério a análise dos recursos gráfi- co-visuais.

 MP17: Identificar as marcas de lugar, de tempo ou de época a partir da compreensão referencial e global de uma crônica.

 MP18: Identificar as características do gênero crônica, mobilizando conhe- cimentos sobre o gênero, tema ou assunto principal.

 MP21: Identificar a opinião e o posicionamento do autor em uma carta opinativa de leitor.

 MP22: Identificar a finalidade de uma carta de leitor a partir de sua com- preensão global.

 MP24: Reconhecer informação explícita de um fato noticiado, a partir da leitura do lead da notícia.

 MP25: Identificar o local e a data em que aconteceu o fato relatado em uma notícia.

 MP26: Identificar a posição/opinião de uma declaração de sujeitos, relacio- nado ao fato retratado em uma notícia.

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5 uso de técnicas operatórias convencionais.

 MP23: Calcular o resultado de divisões com números naturais, pelo uso de técnicas operatórias convencionais.

 MP24: Resolver problema envolvendo números racionais e o significado de parte-todo.

 MP25: Ler números racionais de uso frequente (meios e terças-partes) na representação fracionaria.

 MP26: Identificar figuras poligonais e circulares nas superfícies planas de figuras tridimensionais.

 MP27: Identificar semelhanças e diferenças entre polígonos, usando crité- rios como número de lados e número de ângulos.

 MP28: Resolver problema utilizando o sistema monetário brasileiro.

Para elaboração da prova foram considerados as matrizes de referência da Avaliação da Aprendizagem em Processo – AAP, os conteúdos e habilidades pautados no Currículo do Estado de São Paulo para Língua Portuguesa e Mate- mática (documentos “Expectativas de aprendizagem” e “Orientações Didáticas Fundamentais sobre as expectativas de aprendizagem de Língua Portuguesa”,

“Orientações Curriculares do Estado de São Paulo – Anos Iniciais do Ensino Fundamental” que contém as expectativas de aprendizagem para a disciplina de Matemática1) além das matrizes de Referência das Avaliações SARESP, Provinha Brasil, Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA), Prova Brasil – Saeb.

A fim de subsidiar os professores, esse documento é composto por:

 Instruções para a aplicação das provas;

 Exemplares das “Provas do Professor” com as Orientações para correção das provas e

 Referências bibliográficas.

1 Documentos disponíveis para download em http://lereescrever.fde.sp.gov.br e nas Bibliotecas da CGEB e CIMA na Intranet – Espaço do Servidor.

(6)

6

2. I

NSTRUÇÕES PARA A APLICAÇÃO DA PROVA

Antes da Prova O professor deve:

 Organizar a sala de forma que os alunos possam realizar a avaliação indi- vidualmente.

Preparação para a aplicação da prova

O professor deverá seguir os seguintes procedimentos:

 Informar aos alunos que a prova é de Língua Portuguesa ou Matemática, e que eles devem responder a ela com muito cuidado, não deixando questões em branco, procurando mostrar o que realmente sabem sobre o conteúdo avaliado. Esta ação é importante para que os alunos perce- bam que essa prova é um instrumento de avaliação que lhes trará bene- fícios, pois o professor poderá organizar atividades que os ajude a sanar suas possíveis dificuldades.

 Criar um clima agradável e tranquilo.

 Estimular os alunos para que respondam com cuidado e atenção a todas as questões.

Aplicação da prova O professor deverá:

 Distribuir os cadernos de prova.

 Seguir as orientações para a aplicação e exemplar do professor, discrimi- nadas neste documento, para cada uma das atividades. Explicar às crian- ças o que se espera que realizem, sem que isso signifique resolver por elas as questões propostas.

 Informar o tempo que será destinado para a realização da prova.

Atenção: aos alunos com necessidades educacionais especiais deverá ser ga- rantido o suporte pedagógico necessário para a realização das provas.

Durante a prova O professor deverá:

 Ficar atento a todos os fatos que ocorrerem.

(7)

7

 Circular pela sala de aula, dando orientações aos alunos que necessitem de encaminhamentos para a resolução dos exercícios propostos, lem- brando que a avaliação tem como objetivo diagnosticar seus saberes.

 Prestar atenção ao ritmo da realização da prova, para que a classe vá fa- zendo a prova mais ou menos ao mesmo tempo.

 Certificar-se de que todos os alunos responderam a todas as questões da prova.

Final da prova O professor deverá:

 Recolher todos os cadernos de prova para posterior correção.

Atenção:

Instruções gerais para a realização da avaliação com questões objetivas:

 Os alunos serão instruídos a ler, sozinhos, as questões;

 Responderem dentro do limite de tempo estabelecido pelo professor.

 Oriente-os que cada uma das questões possui apenas uma alternativa como resposta, portanto serão desconsideradas as questões, em que fo- ram assinaladas mais de uma alternativa.

 Pedir para que os alunos não se esqueçam de preencher os dados solici- tados na página de rosto da prova: nome, turma, escola e data.

Produção textual - AAP de Língua Portuguesa:

Parte B - Produção do final de uma história

 Essa atividade pressupõe que os alunos produzam o final de uma história a partir da leitura autônoma da parte inicial.

Cabe ao aplicador:

 solicitar aos alunos que leiam sozinhos o trecho da história impressa na prova;

 orientar os alunos a escreverem um final para a história, lembrando que o final inventado precisa combinar com a parte já escrita.

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8

3. E

XEMPLARES DAS

“P

ROVAS DO

P

ROFESSOR

EXEMPLAR DO PROFESSOR

Língua Portuguesa

4ºano do Ensino Fundamental Turma _________________

3º Bimestre de 2016 Data _____ / _____ / ___

Escola__________________________________________________

Aluno (a) _______________________________________________

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 4.

C

ADERNO

C

IDADES

14/07/2016,

DA REPORTAGEM LOCAL

Homem é detido ao tentar apagar a tocha em Joinville

Homem usou um extintor de incêndio e foi detido pela Polícia Militar

Um homem foi detido ao tentar apagar a tocha olímpica nesta quarta- feira, 13 de julho, em Joinville, cidade a 180 km da capital de Santa Catarina. O fato ocorreu na avenida Beira-rio, na região central da cidade, quando o trajeto já se aproximava do final.

A pessoa teria usado um extintor de incêndio. Antes do ocorrido, ele teria sido visto com um casaco em mãos. O nome do homem que tentou apa- gar a tocha ainda não foi divulgado. Ele foi encaminhado até a Central de Polí- cia. Segundo a PM, ele deve assinar um termo circunstanciado e ser liberado.

Uma moradora de Joinville, que caminhava ao lado da tocha, afirmou que só poderia se tratar de um louco para pegar um extintor e agir daquela

(9)

9 forma. A ação da polícia foi filmada pelo estudante de jornalismo Alex Sander Magdyel, que faz estágio no "A Notícia" e acompanhava o trajeto da tocha.

Esta é a segunda tentativa de apagar o símbolo olímpico, no mês junho, quando a tocha passava pelo município de Maracaju, a 160km de Campo Grande, um rapaz tentou apagá-la utilizando um balde de água.

Adaptado de: http://bit.ly/29WO6FO, Acesso em: 15 Jul. 2016.

QUESTÃO 1

MP24: Reconhecer informação explícita de um fato noticiado, a partir do lead da notícia.

O homem foi encaminhado à delegacia de polícia após tentar (A) apagar a tocha.

(B) pegar um extintor.

(C) utilizar um casaco.

(D) acompanhar a tocha.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) apagar a to-

cha. Correta - pois segundo o texto o homem foi encaminha- do à delegacia após tentar apagar a tocha olímpica.

(B) pegar um extin- tor.

Incorreta - apesar de utilizar um extintor para apagar a tocha, não foi pelo fato de estar com extintor em suas mãos que os policiais o detiveram. Os alunos podem op- tar por essa alternativa, pelo fato do extintor ficar bastan- te evidente, tanto no texto quanto sua fumaça na fotogra- fia.

(C) utilizar um ca- saco.

Incorreta - ele utilizava um casaco nas mãos supostamen- te para esconder o extintor, mas não foi por este fato que ele foi para a delegacia. Os alunos podem optar por essa alternativa, já que é uma informação que está explicitada na notícia.

(D) acompanhar a tocha.

Incorreta – o homem era uma das muitas pessoas que estavam acompanhando a passagem da tocha olímpica.

Os alunos poderão optar por esta alternativa caso não compreendam o que se pede na comanda, pois é uma informação do texto, além da fotografia também trazer o sujeito ao lado da tocha.

(10)

10

QUESTÃO 2

MP25: Identificar o local e a data em que aconteceu o fato relatado em uma notícia.

O fato relatado aconteceu (A) no município de Maracaju.

(B) na capital de Santa Catarina.

(C) na cidade de Campo Grande.

(D) no centro da cidade de Joinville.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) no município de Mara- caju.

Incorreta - O município de Maracaju é citado na reportagem por ter sido o município onde ocorreu a primeira tentativa de apagar a tocha, os alunos que optarem por essa alternativa podem apresen- tar dificuldade na busca de informações do texto.

(B) na capital de Santa Ca- tarina.

Incorreta - a capital de Santa Catarina é citada na reportagem com o objetivo de contextualizar o leitor em relação a distância entre a cidade de Joinville (onde aconteceu o fato) e a capital do estado.

(C) na cidade de Campo Grande.

Incorreta – esta alternativa segue o mesmo racio- cínio da alternativa (B), o autor da reportagem uti- liza as capitais do estado para referenciar o leitor do onde os fatos acontecem.

(D) no centro da cidade de Joinville.

Correta - a informação encontra-se explícita no texto, os alunos que optam por essa alternativa, possivelmente demonstram que leram e consegui- ram buscar a informação solicitada pelo item.

(11)

11

QUESTÃO 3

MP25 Identificar o local e a data em que aconteceu o fato relatado em uma no- tícia.

A tentativa de apagar a tocha em Maracaju ocorreu no (A) mês de maio.

(B) mês de junho.

(C) dia 13/07/2016.

(D) dia 14/07/2016.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) mês de maio.

Incorreta - a tentativa em Maracaju ocorreu no mês que ante- cedeu a de Joinville, os alunos que optaram por essa alterna- tiva, possivelmente, apresentam dificuldades em selecionar as informações relacionadas à data em que ocorreu o fato solici- tado na comanda.

(B) mês de ju-

nho. Correta - já que é explicitada no texto a informação de que o primeiro incidente ocorrido com a tocha olímpica aconteceu no mês de junho.

(C) dia 13/07/2016.

Incorreta - o fato ocorrido no dia 17 de julho foi o da cidade de Joinville, os alunos que optaram por essa alternativa, pos- sivelmente, demonstraram certa dificuldade em operar com todas as informações do texto.

(D) dia 14/07/2016.

Incorreta - essa é a data em que o jornal circulou, e os alunos que optaram por essa alternativa, possivelmente, demonstra- ram pouco conhecimento em relação ao texto jornalístico necessitando um trabalho mais pontual com a leitura desse tipo de portador de textos e a exploração de diferentes veícu- los de informação.

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12

QUESTÃO 4

MP 26 Identificar a posição/opinião de uma declaração de sujeitos, relacionado ao fato retratado em uma notícia.

A moradora alega que o rapaz (A) caminhava ao lado da tocha.

(B) será liberado pela polícia.

(C) filmou a ação da polícia.

(D) se tratava de um louco.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) caminhava ao lado da tocha.

Incorreta - essa não é uma declaração da moradora de Joinville, mas sim um relato do repórter do jornal em relação à moradora e o estudante de jornalismo que filmou a ação da polícia. Os alunos que optaram por essa alternativa, possivelmente, demonstraram dificul- dades em diferenciar o relato do jornalista com uma declaração / opinião de sujeitos de uma notícia jornalís- tica.

(B) será liberado pela polícia.

Incorreta - A declaração expressa nesta alternativa é da Polícia Militar, os alunos que optaram por essa alternati- va, possivelmente, demonstraram que conseguem dife- renciar o relato do jornalista com declaração de sujeitos, no entanto, tiveram dificuldades em diferenciar quais dos sujeitos realizaram a declaração solicitada no item.

(C) filmou a ação da polícia.

Incorreta - essa não é uma declaração da moradora de Joinville, mas sim um relato do repórter do jornal em relação ao estudante de jornalismo [e estagiário do veí- culo de informação que noticiou o fato] que filmou a ação da polícia. Os alunos que optaram por essa alter- nativa, possivelmente, demonstraram dificuldades em diferenciar o relato do jornalista com uma declaração / opinião de sujeitos de uma notícia.

(D) se tratava de um louco.

Correta - É uma declaração da moradora de Joinville que acompanhava a passagem da Tocha Olímpica pela cidade. Os alunos que optaram por essa alternativa não demonstraram dificuldades em diferenciar o relato do jornalista com uma declaração / opinião de sujeitos de uma notícia veiculada em jornal.

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13

Leia abaixo, a carta da leitora da Revista Piauí e responda à questão 5.

À revista Piauí Prezados,

Parabenizo Malu Gaspar e a equipe da revista pela matéria “O dela- tor”. Fiquei fascinada: a autora navega por datas, nomes e fatos da nossa histó- ria, e o leitor não naufraga. É jornalismo investigativo em sua melhor versão, e com um estilo inovador, próximo à linguagem cinematográfica. E ainda há quem diga que a profissão de jornalista acabou.

Atenciosamente, Daniela Cestarollo Sobradinho/DF

Adaptado de <http://piaui.folha.uol.com.br/materia/cartas_julho/> acesso em 15.jul.2016

QUESTÃO 5

MP22: Identificar a finalidade de uma carta de leitor, a partir de sua compreen- são global.

A finalidade da carta escrita pela leitora é (A) informar a valor do jornalismo investigativo.

(B) afirmar a importância da profissão de jornalista.

(C) cumprimentar a equipe pela reportagem publicada.

(D) reconhecer a necessidade de se retratar nossa história.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) informar a valor do jornalismo investigati- vo.

Incorreta - apesar da leitora defender a opinião em relação a reportagem lida, e afirmar que a mesma se trata de jornalismo investigativo em sua melhor ver- são, essa não foi a finalidade da carta produzida. Os alunos que optaram por essa alternativa, possivelmen- te, demonstraram não compreender a finalidade da carta de leitor.

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14 (B) afirmar a importân-

cia da profissão de jornalista.

Incorreta - apesar da leitora, para defender a opinião em relação à reportagem lida, discorre sobre a impor- tância do trabalho de jornalista, mas essa não foi a finalidade da carta produzida. Os alunos que optaram por essa alternativa, possivelmente, demonstraram não compreender a finalidade da carta de leitor.

(C) cumprimentar a equipe por reporta- gem publicada.

Correta - a finalidade da carta endereçada à revista foi de fato cumprimentar pela reportagem primorosa (se- gundo a leitora). Os alunos que optaram por essa al- ternativa demonstraram que compreendem a finalida- de da carta de leitor.

(D) reconhecer a ne- cessidade de se retra- tar nossa história.

Incorreta - a leitora fala da necessidade e importância de se retratar a história recente do país, mas não con- figura a finalidade da carta enviada a redação. Os alu- nos que optaram por essa alternativa, possivelmente, demonstraram não compreender a finalidade da carta de leitor.

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Leia abaixo, a carta da leitora da Revista Piauí e responda as questão 6 e 7.

AO CORREIO DA TARDE – RN

Prezado Editor,

Li a matéria publicada na edição de 6 de julho, sobre os acidentes en- volvendo motociclistas, e queria dizer que discordo de uma parte do que foi escrito nela, ou seja, sobre os causadores dos acidentes envolvendo carros e motos.

Em minha opinião, ao contrário do que foi escrito, creio firmemente que quem mais causa acidentes são os condutores de veículos de QUATRO rodas.

A moto é o meu transporte preferido, para driblar o lento trânsito mos- soroense, e digo que, conforme define o jornal no mesmo artigo, sou motoci- clista, respeito às leis do trânsito, mas vejo muitos carros cujos condutores não têm o devido respeito com a vida humana. Os maiores sustos que tomei foram proporcionados justamente por motoristas desatentos.

São muitas as situações que observamos no dia a dia que mostram o menosprezo de motoristas por motociclistas. Minha opinião, não é voz isolada;

já que nos encontros de motociclistas esse assunto sempre vem à tona.

Saudações,

Juarez Belém – Motociclista- Mossoró /RN

Adaptado de http://bit.ly/29PWCSd> acesso em 15 Jul.2016

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16

QUESTÃO 6

MP21 Identificar a opinião e o posicionamento do autor em uma carta opinati- va de leitor.

O principal argumento utilizado pelo autor da carta se refere à (A) falta de respeito com motoristas de carro.

(B) sua preferência por guiar motocicletas.

(C) imprudência dos motoristas de carro.

(D) dificuldade do trânsito mossoroense.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) falta de respeito com motoristas de carro.

Incorreta - em sua carta o autor afirma que a falta de respeito é dos motoristas de carro com os motociclis- tas e não o contrário, como a alternativa sugere. Os alunos que a escolheram apresentam dificuldades em reconhecer a opinião do autor e a defesa de uma posi- ção em seu texto.

(B) sua preferência por guiar motocicletas.

Incorreta - em sua carta o autor fala de sua preferência por guiar motocicletas, mas o que não é o seu princi- pal argumento. Os alunos que escolheram esta alter- nativa, possivelmente, apresentam dificuldade em di- ferenciar qual a principal defesa do autor em uma car- ta de leitor.

(C) imprudência dos motoristas de carro.

Correta - o maior argumento do leitor é que, segundo seu pensamento, o maior responsável pelos acidentes envolvendo motocicletas é o motorista de veículos de QUATRO rodas.

(D) dificuldade do trânsito mossoroense.

Incorreta - o autor da carta cita a dificuldade encon- trada no trânsito mossoroense e que a motocicleta é uma boa alternativa para driblar o trânsito lento, no entanto os alunos que optaram por essa alternativa, possivelmente, apresentam dificuldades em diferenciar qual a principal defesa do autor em uma carta de lei- tor.

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17

QUESTÃO 7

MP22: Identificar a finalidade de uma carta de leitor, a partir de sua compreen- são global.

A finalidade da carta, escrita pelo leitor do jornal é (A) mudar as leis de trânsito.

(B) agradecer aos motociclistas.

(C) explicar as regras de trânsito.

(D) criticar uma reportagem do jornal.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) mudar as leis de trânsito.

Incorreta - apesar do leitor mencionar que o maior causador, em sua opinião, de acidentes com motoci- clistas serem os motoristas de veículos com quatro rodas, ele não menciona a necessidade de mudanças nas leis de trânsito e sim de respeito à elas.

(B) agradecer aos mo-

tociclistas. Incorreta – o leitor, em sua carta, faz uma crítica à ma- téria publicada no jornal.

(C) explicar as regras

de trânsito. Incorreta - o leitor, em sua carta, faz uma crítica à ma- téria publicada no jornal.

(D) criticar uma re- portagem do jornal.

Correta - o leitor, firmemente, afirma em sua carta que discorda da matéria publicada no jornal, apresentando seus argumentos.

(18)

18

Leia a tirinha abaixo e responda à questão 8.

Turma do Mickey

Fonte: <http://bit.ly/29J2YDY> acesso em 15.jul.2016

QUESTÃO 8

MP16: Compreender, por meio de inferência, informação pressuposta ou su- bentendida em uma HQ, tendo como critério a análise dos recursos gráfico- visuais.

O terceiro quadrinho indica que o Mickey ficou

(A) irritado pelo Pateta ter contado o desfecho do livro.

(B) nervoso pelo fato do Pateta lhe emprestar o livro.

(C) bravo pelo fato do Pateta ter lhe dado às costas.

(D) ansioso para ler o livro que o Pateta emprestou.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) irritado pelo Pateta ter con- tado o desfecho do livro.

Correta - a irritação observada no rosto da personagem do Mickey pode ser associada ao fato do Pateta ter contado o desfecho do livro ao afirmar que era a mulher do mordomo a culpada na trama policial.

(B) nervoso pelo fato do pateta lhe emprestar o livro.

Incorreta - A raiva observada no rosto da personagem do Mickey não está no fato do Pateta ter lhe emprestado o li- vro, mas sim na informação dada após o empréstimo. Os alunos que optaram por essa alternativa, possivelmente, demonstraram dificuldade em inferir a informação pressu- posta no texto e o fato do empréstimo do livro ser uma in- formação explícita no texto. Além disso, os alunos não se ativeram ao rosto da personagem que não demonstra uma cara de preocupação, mas sim de raiva.

(C) bravo pelo

fato do Pateta ter Incorreta - A “braveza” observada no rosto da personagem

(19)

19 lhe dado às cos-

tas. do Mickey não está no fato do Pateta ter lhe dado às costas e ir embora. Os alunos que optaram por essa alternativa, possivelmente, demonstraram dificuldade em inferir a in- formação pressuposta no texto e o fato da imagem do Pate- ta que o mostra dando a informação sobre o desfecho da história já de costas para o Mickey.

(D) ansioso para ler o livro que o Pateta empres- tou.

Incorreta - A raiva observada no rosto da personagem do Mickey não está no fato de sua vontade em ler o livro que o Pateta lhe emprestou. Os alunos que optaram por essa al- ternativa, possivelmente, demonstraram dificuldade em in- ferir a informação pressuposta no texto e o fato do emprés- timo do livro ser uma informação explícita na HQ. Além dis- so, os alunos não se ativeram ao rosto do personagem que não demonstra uma cara de ansiedade, mas sim de raiva.

Leia o texto abaixo para responder às questões 9 a 11.

Recado ao senhor 903 Rubem Braga

Vizinho - Quem fala aqui é o homem do 1003. Recebi outro dia, a visita do zelador, que me mostrou a carta em que o senhor reclamava contra o baru- lho em meu apartamento. Recebi depois a sua própria visita pessoal - devia ser meia-noite - e a sua reclamação.

Devo dizer que estou desolado com isso, e lhe dou inteira razão. O regu- lamento do prédio é explícito. Quem trabalha o dia inteiro tem direito ao re- pouso noturno e é impossível repousar no 903 quando há vozes, passos e músi- cas no 1003. Ou melhor: é impossível ao 903 dormir quando o 1003 se agita;

pois como não sei o seu nome nem o senhor sabe o meu, ficamos reduzidos a ser dois números, dois números empilhados entre dezenas de outros.

Eu, 1003, me limito a Leste pelo 1005, a Oeste pelo 1001, ao Sul pelo Oceano Atlântico, ao Norte pelo 1004, ao alto pelo 1103 e embaixo pelo 903 - que é o senhor. Todos esses números são comportados e silenciosos; apenas eu funciono fora dos horários civis; pois me agito ao sabor da maré, dos ventos e da lua. Prometo sinceramente me acomodar depois das 22 horas, de hoje em diante. Prometo.

Quem vier à minha casa (perdão; ao meu número) será convidado a se retirar às 21:45, e explicarei: o 903 precisa repousar das 22 às 7, pois às 8:15 de- ve ir ao escritório onde ele trabalha na sala 305. Nossa vida, vizinho, está toda numerada; e reconheço que ela só pode ser tolerável quando um número não incomoda outro número. Peço-lhe desculpas - e prometo silêncio... Mas que me seja permitido sonhar com outra vida e outro mundo, em que um homem ba- tesse à porta do outro e dissesse: "Vizinho, são três horas da manhã e ouvi mú- sica em tua casa. Aqui estou". E o outro respondesse: "Entra, vizinho aqui esta- mos todos a bailar e cantar, pois descobrimos que a vida é curta e a lua é bela".

Adaptado de: Para Gostar de Ler, volume 01, Editora Ática, São Paulo, 1ª edição. 1977.

(20)

20

QUESTÃO 9

MP18: Identificar as características do gênero crônica, mobilizando conhecimen- tos sobre o gênero, tema ou assunto principal.

O texto lido trata principalmente da

(A) angústia do autor pela falta de interação entre as pessoas.

(B) confusão promovida pelo autor entre vários números.

(C) promessa do autor em não incomodar mais o vizinho.

(D) visita do vizinho para reclamar do barulho no apartamento.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) angústia do autor pela falta de interação entre as pesso- as.

Correta - todo o texto desenvolvido pelo autor mostra sua angústia em relação à falta de interação entre as pessoas, na verdade uma crítica à sociedade e sua impessoalidade pro- veniente dos tempos modernos.

(B) confusão promovida pelo autor entre vários números.

Incorreta - o autor utiliza os números para sustentar a ideia de impessoalidade dos tempos modernos. Os alunos que optaram por essa alternativa, possivelmente, devem ter se atentado aos números no texto todo, um recurso utilizado pelo autor para chamar a atenção ao fato das pessoas não interagirem, e sustentar a sua ideia de impessoalidade. Esse recurso utilizado pelo autor não tem a finalidade de con- fundir o leitor e sim de ordenar uma linha de pensamento.

(C) promessa do autor em não incomodar mais o vizinho.

Incorreta - toda a narrativa inicia-se com a confusão com o vizinho, no entanto, apesar de ser o disparador do conteúdo temático, o fato do autor prometer ao vizinho não incomo- dá-lo mais é apenas um dos acontecimentos narrados, mas não o tema principal da crônica. Os alunos que escolheram esta alternativa, possivelmente, se ativeram à confusão entre os vizinhos, mas não à ideia global passada pelo autor.

(D) visita do vizi- nho para recla- mar do barulho no apartamento.

Incorreta - a narrativa inicia-se com a confusão com o vizi- nho, no entanto, apesar de ser o disparador do conteúdo temático, o fato da visita do vizinho do 903 é apenas um dos acontecimentos narrados, mas não o tema principal da crônica. Os alunos que escolheram esta alternativa se ative- ram à confusão entre os vizinhos, mas não à ideia global passada pelo autor.

(21)

21

QUESTÃO 10

MP18: Identificar as características do gênero crônica, mobilizando conhecimen- tos sobre o gênero, tema ou assunto principal.

Podemos afirmar que este texto trata-se de (A) um artigo.

(B) um poema.

(C) uma notícia.

(D) uma crônica.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) um artigo.

Incorreta - o texto não se trata de um artigo, já que os propó- sitos desse tipo de texto (expor ideias sobre um determinado assunto) diferem-se da crônica, que agrega traços do relato e da narrativa. Os alunos que optaram por essa alternativa, pos- sivelmente, apresentam dificuldades em reconhecer minima- mente as características do gênero crônica.

(B) um poema.

Incorreta - pois a estrutura composicional do poema se dife- rencia da crônica. Os alunos que optaram por essa alternativa, possivelmente, apresentam dificuldades em reconhecer e dife- renciar o poema de outros gêneros textuais que apresentam estrutura composicional diferente. Cabe ressaltar que a estru- tura visual e fixa apresentada pela crônica e o poema são to- talmente diferentes.

(C) uma notí- cia.

Incorreta - apesar da notícia e a crônica fazerem parte do mesma esfera de circulação [a jornalística] e comporem cader- nos dos mais diferentes veículos de comunicação impressa e virtual (jornais, revistas) a notícia se diferencia da crônica pelo fato de relatar um acontecimento recente e nesse relato alia [ou não] apreciações e declarações de pessoas que presencia- ram o fato narrado. A crônica é de natureza episódica, um tex- to considerado híbrido, pois alia traços do relatar [no eixo do real] e do narrar [típicos dos textos literários, ficcionais].

(D) uma crô- nica

Correta - o texto se trata de uma crônica na qual o autor dis- cute a falta de interação entre as pessoas, na verdade uma crí- tica à sociedade e sua impessoalidade proveniente dos tempos modernos.

(22)

22

QUESTÃO 11

MP17: Identificar as marcas de lugar, de tempo ou de época a partir da compre- ensão referencial e global de uma crônica.

Os termos "Eu, 1003", "Leste pelo 1005", "Oeste pelo 1001", "Norte pelo 1004", são utilizados pelo autor para indicar

(A) que um número incomoda o outro.

(B) a localização de seu apartamento.

(C) a distância entre sua casa e o mar.

(D) que os números são comportados.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) que um número inco- moda o outro.

Incorreta - neste trecho do texto, a referência que o autor faz em relação aos termos citados na comanda diz respeito à loca- lização de seu apartamento em relação aos outros moradores, assim como, utiliza o Oceano Atlântico também como outra referência. Os alunos podem optar por essa alternativa, caso, levem em consideração a compreensão global do texto, dei- xando de lado a sua compreensão referencial por partes dele.

(B) a localiza- ção de seu apartamento.

Correta - nesse parágrafo o autor utiliza os números dos apar- tamentos de seus vizinhos como pontos de referência, como se fossem coordenadas geográficas, para situar o local onde se passa a história.

(C) a distância entre sua casa e o mar.

Incorreta - neste trecho a intenção do autor é contextualizar o leitor, de forma irônica sobre o local onde se passa a história.

Os alunos que optaram por essa alternativa, possivelmente pelo fato desta informação constar no texto.

(D) que os números são comportados.

Incorreta - neste trecho a intenção do autor é contextualizar o leitor, de forma irônica sobre o local onde se passa a história.

Os alunos que optaram por essa alternativa, possivelmente pelo fato desta informação constar no texto.

(23)

23

Leia o texto abaixo para responder a questão 12.

Fonte: http://bit.ly/1FySIEJ Acesso em 19 Jul.2016.

QUESTÃO 12

MP16: Compreender, por meio de inferência, informação pressuposta ou suben- tendida em uma HQ, tendo como critério a análise dos recursos gráfico-visuais.

No último quadrinho a expressão do personagem indica que está (A) irritado.

(B) cansado.

(C) satisfeito.

(D) indignado.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) irritado. Incorreta - no último quadrinho a expressão da perso- nagem Garfield indica a satisfação de matar sua sede e fome mencionadas no primeiro quadrinho.

(B) cansado.

Incorreta - no último quadrinho a expressão da perso- nagem Garfield indica a satisfação de matar sua sede e fome mencionadas no primeiro quadrinho. O aluno pode ter se confundido por um contexto no qual a per- sonagem está sempre inserida, ou seja, o fato de estar cansado todo o tempo.

(C) satisfeito.

Correta - a expressão do personagem indica a satisfa- ção em comer e beber, um problema resolvido, já que no primeiro quadrinho sua cara indica que está com fome e sede.

(D) indignado. Incorreta - a expressão da personagem não é de indig- nação. No último quadrinho a expressão da persona- gem Garfield indica a satisfação de matar sua sede e fome mencionadas no primeiro quadrinho.

(24)

24

Leia o texto abaixo para responder às questões 13 a 16.

Adaptado de: <http://bit.ly/29WhHhv>, acesso em 19 Jul.2016

(25)

25

QUESTÃO 13

MP16 Reconhecer informação explícita de um fato noticiado, a partir do lead da notícia.

Em relação às novas regras de inspeção, o sindicato da categoria alega que

(A) souberam pela imprensa.

(B) foram capacitados pela ANAC.

(C) sabiam desde meados de 2015.

(D) precisam de reunião com a ANAC.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) souberam pela

imprensa. Correta - o sindicato afirma, logo no lead da notícia que souberam das mudanças pela imprensa.

(B) foram capacita- dos pela ANAC.

Incorreta - segundo o texto, não houve essa capacitação, mas, e ainda apontam para a necessidade de uma orien- tação aos passageiros.

(C) sabiam desde

meados de 2015. Incorreta – essa é uma afirmação da ANAC.

(D) precisam de reu-

nião com a ANAC. Incorreta - o texto não menciona essa necessidade de reunião da ANAC com a categoria.

(26)

26

QUESTÃO 14

MP25: Identificar o local e a data em que aconteceu o fato relatado em uma notícia.

Ao ler o texto podemos afirmar que o problema vem acontecendo:

(A) nos portos brasileiros.

(B) no sindicato da categoria.

(C) nos aeroportos brasileiros.

(D) na reunião dos operadores.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) nos portos

brasileiros. Incorreta - o incidente ocorreu nos aeroportos brasileiros.

(B) no sindicato

da categoria. Incorreta - os sindicatos das categorias se pronunciaram diante do fato ocorrido nos aeroportos.

(C) nos aeropor-

tos brasileiros. Correta - o fato relatado na notícia diz respeito às mudan- ças nas regras de embarque promovidas pela ANAC.

(D) na reunião dos operadores.

Incorreta - a referida reunião da ANAC com os operadores do sistema ocorreu no dia 1º de julho, segundo a agência reguladora.

(27)

27

QUESTÃO 15

MP26: Identificar a posição/opinião de uma declaração de sujeitos, relacionado ao fato retratado em uma notícia.

O representante do sindicato dos aeroviários, afirma que é necessário rea- lizar uma:

(A) reunião com a ANAC.

(B) publicação no Diário Oficial.

(C) preparação dos funcionários.

(D) alteração nas regras de embarque.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) reunião com a ANAC.

Incorreta - o representante dos aeroviários não declara que é necessária uma reunião com a ANAC, e a agência reguladora afirma que já fez reunião com os operadores do sistema.

(B) publicação no

Diário Oficial. Incorreta – a alternativa trata de outra declaração da ANAC e não do representante dos aeroviários.

(C) preparação dos

funcionários. Correta – a alternativa traz a afirmação do representan- te do sindicato dos aeroviários Edenilson Valadão.

C) alteração nas re- gras de embarque.

Incorreta - a alteração já aconteceu e a briga entre sin- dicato e ANAC diz respeito à forma pela qual essas mu- danças aconteceram nos aeroportos.

(28)

28

QUESTÃO 16

MP26 Identificar a posição/opinião de uma declaração de sujeitos, relacionado ao fato retratado em uma notícia.

Em relação ao assunto a ANAC declara que

(A) houve tempo suficiente para a adequação dos aeroportos.

(B) testou os novos procedimentos em alguns aeroportos.

(C) implantou as novas regras em período de baixa demanda.

(D) atendeu as reivindicações dos sindicatos da categoria.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) houve tempo sufi- ciente para a adequa- ção dos aeroportos.

Correta – a ANAC declarou que as discussões sobre as regras têm sido feitas desde meados de 2015.

(B) testou os novos procedimentos em al- guns aeroportos.

Incorreta – não há menção no texto sobre testes ante- riores ao período de aplicação das regras de inspeção de passageiros.

(C) implantou as novas regras em período de baixa demanda.

Incorreta – as regras foram implantadas às vésperas do início das Olimpíadas e das férias escolares - perí- odo notadamente de grande fluxo nos aeroportos.

(D) atendeu as reivindi- cações dos sindicatos da categoria.

Incorreta – segundo o texto, os representantes dos sindicatos da categoria declararam que necessitavam de maior tempo para adaptações.

(29)

29 EXEMPLAR DO PROFESSOR

Língua Portuguesa

4°ano do Ensino Fundamental Turma _________

3º bimestre de 2016 Data _____ / _____ / _____

Escola __________________________________________________

Aluno (a)_______________________________________________

P

RODUÇÃO DE FINAL DE UMA HISTÓRIA

O trecho abaixo trata do início de um conto popular brasileiro. Escreva um final para a história "A MORTE E OS GÊMEOS". Lembre-se que o final que você inventar precisa combinar com a história já escrita.

_____________________________________________________________________________

A morte e os Gêmeos

Há muito tempo, quando os bichos falavam e o Sol e a Lua nasciam jun- tos, um casal teve gêmeos, Pedro e Paulo, exatamente à meia-noite. Uma velha adivinha, conhecida da família, disse que Pedro morreria aos vinte anos. Então os pais resolveram confundir a Morte: passaram a chamar Pedro de Paulo Pedro e Paulo, de Pedro Paulo.

Quando os gêmeos completaram vinte anos, Paulo Pedro se escondeu num armário, desde manhã cedinho. Disse para a mulher:

- Se me procurarem, diga que fui viajar.

A morte foi até a casa dele antes da meia-noite – como sempre, vestida de preto, a caveira escondida pelo capuz e a gadanha na mão direita. Quando a mulher de Paulo Pedro atendeu a porta, a Morte disse:

- Não se assuste. Não é com a senhora. É com o seu marido.

- Meu marido está viajando.

- Ele devia estar aqui.

- Mas está viajando.

- Ele não se chama Pedro?

- Não, ele se chama Paulo.

A Morte pensou um pouco e se foi para a casa de Pedro Paulo. Havia uma grande festa lá – muita bebida, muita dança. A Morte foi direto falar com o aniversariante.

- Você é o Pedro?

- Sim, sou o Pedro.

- Então venha comigo – a Morte disse.

(30)

30 - O quê?!

- Vamos.

- Quem é você?

A morte não disse nada. Só olhou para Pedro Paulo. Então ele viu que não era alguém fantasiado para a festa.

- Mas já?!

- Você sabe, pra morrer basta estar vivo.

- Não é justo! Eu mal fiz vinte anos!

- Isso mesmo. Minha missão, hoje, é levar um sujeito chamado Pedro, com vinte anos.

- Mas eu também me chamo Paulo.

- Como?

- Eu me chamo Pedro Paulo.

- A Morte ficou na dúvida. Resolveu então voltar à casa de Paulo Pedro.

Não encontrou ninguém.

- Estão querendo me fazer de boba – a Morte pensou.

Voltou à festa. Lá estavam os dois irmãos, muito alegres. Pensavam que a Morte tinha desistido.

A Morte olhou para eles. Mesma cara, mesmos cabelos, mesmas roupas.

Ela se aproximou.

- Quem é o Pedro?

- Eu – os dois disseram. – Pedro Paulo e Paulo Pedro.

A Morte não costumava se enganar. Nem pensava no assunto. Simples- mente sabia quem tinha de levar. Mas agora estava confusa.

Pedro Paulo se animou:

- Você não sabe qual de nós tem de levar. É melhor não levar ninguém, pra não cometer injustiça.

- Vou levar os dois – a Morte disse calmamente. – Assim terei a certeza de que não deixei o irmão certo.

- Mas como?! E o errado?!

- Acidente de trabalho.

- Você não pode fazer isso.

- Posso, sim. Vocês nasceram juntos, morrem juntos.

- Não nascemos juntos.

- Não?

- Eu sou dois minutos mais velho que ele – Paulo Pedro disse orgulhoso.

- Então é você o Pedro que eu quero – a Morte disse.

- Como?!

- Ouça.

O relógio da igreja bateu meia-noite.

- Está na hora e seu irmão ainda tem dezenove anos.

E o tocou com a gadanha antes que ele tivesse tempo de se arrepender de ter falado.

FONTE: SSO, Ernani. A morte e os Gêmeos IN: Contos de morte morrida: narra- tivas do folclore. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2007. Acervo literário Ler e Escrever (4ª série – caixa B).

(31)

31

Orientações para correção da produção do final de uma história

Esta é uma atividade que implica a produção de autoria de parte de um texto do qual o começo é conhecido. Os alunos deverão ler sozinhos e silencio- samente a parte do texto impressa na prova. A tarefa é, dessa forma, continuar o texto, de modo que a trama iniciada tenha continuidade e coerência.

Ao contrário do que se costuma dizer, não se trata de um mero exercício de criatividade. Para garantir a coerência do final do texto, é fundamental a compreensão dos eixos de significação já estabelecidos no texto.

Estes significados devem ser considerados – explicitamente ou não – pa- ra a elaboração de um final coerente.

Escrever um final coerente não significa, no entanto, não romper com expectativas criadas quando da leitura do início do texto. Ao contrário, é possí- vel romper com elas e, ainda assim, manter a coerência temática e textual.

A produção de um final de texto do qual se conhece apenas a parte inici- al é uma atividade de autoria, portanto é mais complexa do que a reescrita de um texto conhecido porque supõe que o aluno, à tarefa de textualização, articu- le outro trabalho: o de criar o conteúdo temático de uma parte do texto, sendo essa criação orientada pelas características linguísticas e pelos eixos de sentido do trecho que se conhece do texto.

Essa atividade se desdobra em quatro itens de análise:

1. Escrita/invenção do final de uma história do ponto de vista da coerência textual

Categorias de respostas:

A) Conseguiu articular os trechos do texto – entre si e em relação ao que veio antes – coerentemente, sem provocar problemas de compreensão.

B) Conseguiu articular os trechos do texto – entre si e em relação ao que veio antes – coerentemente, ainda que com algumas falhas que não che- gam a comprometer a coerência global do texto produzido.

(32)

32 C) Articulou parcialmente os trechos do texto – entre si e em relação ao que veio antes – com quebras da coerência resultando em alguns problemas de compreensão.

D) Não conseguiu articular as partes do texto com coerência, resultando em problemas de compreensão, dando a impressão de que não entendeu a história.

E) Presença de escrita, mas não a solicitada.

F) Ausência de escrita.

2. Escrita/invenção do final de uma história do ponto de vista da coesão textual

Categorias de respostas:

A) Utilizou adequadamente elementos característicos da narrativa escrita para articular os enunciados (por exemplo: “mas”, “porém”, ”então”, “en- quanto isso”, “no entanto”, “na manhã seguinte”, “muito tempo depois”, entre outros), sem fazer uso de recursos típicos da linguagem oral (daí, né, aí, por exemplo).

B) Utilizou adequadamente elementos característicos da narrativa escrita para articular os enunciados (por exemplo: “mas”, “porém”, ”então”, “en- quanto isso”, “no entanto”, “na manhã seguinte”, “muito tempo depois”, entre outros), mesmo que ainda faça raramente uso de recursos típicos da linguagem oral (daí, né, aí, por exemplo).

C) Não utilizou adequadamente elementos característicos da narrativa escri- ta para articular os enunciados e observa-se forte presença da conjunção

“e” unindo os enunciados, ou de recursos típicos da linguagem oral (daí, né, aí, por exemplo).

D) Presença de escrita, mas não a solicitada.

E) Ausência de escrita.

3. Escrita/invenção do final de uma história do ponto de vista da pontua- ção

Categorias de respostas:

A) Pontuou o texto adequadamente, empregou pontuação medial, interna às frases como vírgula, dois pontos etc e, caso tenha utilizado o discurso direto, empregou pontuação adequada (qualquer que tenha sido a esco- lha feita: parágrafo e travessão; aspas sem parágrafo, por exemplo).

B) Pontuou o texto adequadamente empregando pontuação medial, interna às frases, como vírgula, dois pontos etc (ainda que nem sempre) e, no caso de ter utilizado o discurso direto, empregou pontuação adequada

(33)

33 (qualquer que tenha sido a escolha feita: parágrafo e travessão; aspas sem parágrafo, por exemplo), mesmo que não em todas as ocasiões.

C) Redigiu o texto empregando pontuação inicial (maiúscula) e final, (qual- quer que tenha sido a escolha feita: ponto final, de interrogação, de ex- clamação, reticências etc.) – nas frases ou parágrafos, mesmo que não em todas as ocasiões e a pontuação medial interna (como vírgula, dois pontos etc.), quando aparece, não é de forma sistemática nem adequada.

D) Redigiu o texto, ainda que sem utilizar pontuação no final dos enuncia- dos nem a letra maiúscula no início de frase.

E) Presença de escrita, mas não a solicitada.

F) Ausência de escrita.

4. Escrita/invenção do final de uma história do ponto de vista da ortogra- fia

Categorias de respostas:

A) Escreveu com ortografia regular (com não mais que dois erros).

B) Escreveu com ortografia regular (com até cinco erros).

C) Escreveu de forma alfabética sem conseguir se concentrar nas questões ortográficas.

D) Presença de escrita, mas não a solicitada.

E) Ausência de escrita.

(34)

34 EXEMPLAR DA PROVA DO PROFESSOR

Matemática

4ºano do Ensino Fundamental Turma _________________

3º Bimestre de 2016 Data _____ / _____ / _____

Escola__________________________________________________

Aluno (a) _______________________________________________

QUESTÃO 1

MP20: Resolver problema, compreendendo o significado de multiplicação comparativa das operações do campo multiplicativo.

Isis tem 8 figurinhas e Estela tem 6 vezes mais. Estela tem quantas figurinhas?

a) 2 figurinhas.

b) 14 figurinhas.

c) 38 figurinhas.

d) 48 figurinhas.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) 2 figurinhas. Incorreta – o aluno pode ter realizado a subtração com os numerais presentes no enunciado (8-6).

(B) 14 figurinhas. Incorreta – o aluno pode ter realizado a adição com os numerais presentes no enunciado (8+6).

(C) 38 figurinhas. Incorreta – o aluno pode ter realizado a multiplicação por estimativa e errou por 10 a menos.

(D) 48 figurinhas.

Correta – o aluno chegou ao resultado correto, possivel- mente porque conseguiu compreender o pensamento comparativo entre as duas medidas presentes na situa- ção-problema.

(35)

35

QUESTÃO 2

MP21: Resolver problema, compreendendo o significado de configuração retangular das operações do campo multiplicativo.

Débora ladrilhou uma parede retangular com 72 ladrilhos. Ela usou 8 no com- primento. Quantos ladrilhos foram usados na altura?

a) 9.

b) 8.

c) 7.

d) 6.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) 9.

Correta - realizou corretamente a operação, possivelmen- te compreendendo que para calcular a quantidade de la- drilhos, tendo a quantidade dos mesmos no comprimento (8), poderia realizar a operação da divisão (72 / 8) e che- gar a quantidades de ladrilhos na altura. Ou ainda, ele pode ter contato ladrilho por ladrilho, completando o es- quema.

(B) 8. Incorreta – o aluno possivelmente realizou uma estimativa da quantidade de ladrilhos na altura da parede, mas errou por uma unidade.

(C) 7.

Incorreta – o aluno possivelmente realizou uma estimativa da quantidade de ladrilhos na altura da parede, mas errou por duas unidades.

(D) 6. Incorreta – o aluno possivelmente realizou uma estimativa da quantidade de ladrilhos na altura da parede, mas errou por três unidades.

(36)

36

QUESTÃO 3

MP22: Calcular o resultado de multiplicações com números naturais, pelo uso de técnicas operatórias convencionais.

O resultado da operação 12 x 15 é:

a) 72.

b) 62.

c) 170.

d) 180.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) 72.

Incorreta – este resultado indica que o aluno realizou a operação de multiplicação, mas cometeu alguns erros no processo do algoritmo, marcados em amarelo.

1

1 2 x 1 5 6 0 1 2 7 2

(B) 62.

Incorreta – este resultado indica que o aluno realizou a operação de multiplicação, mas cometeu alguns erros no processo do algoritmo, marcados em amarelo.

1

1 2 x 1 5 5 0 1 2 6 2

(C) 170.

Incorreta – este resultado indica que o aluno realizou a operação de multiplicação, mas cometeu alguns erros no processo do algoritmo, marcados em amarelo.

1

1 2 x 1 5 5 0 1 2 + 1 7 0

(D) 180. Correta – realizou corretamente a operação.

(37)

37

QUESTÃO 4

MP23: Calcular o resultado de divisões com números naturais, pelo uso de técnicas operatórias convencionais.

O resultado da operação 300 ÷ 12 é:

a) 312.

b) 20.

c) 25.

d) 288.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) 312. Incorreta – o aluno pode ter realizado a adição com os numerais presentes no enunciado (300+12).

(B) 20.

Incorreta – o aluno pode ter realizado a operação de divi- são, mas não completou o cálculo. Segue uma possibili- dade de cálculo, pelo método americano:

3 0 2 1 2

- 2 4 0 2 0

0 6 2 5 +

- 6 0 2 5

2

(C) 25. Correta – o aluno realizou corretamente a operação de divisão.

(D) 290. Incorreta – o aluno pode ter realizado a subtração com os numerais presentes no enunciado (300-12).

(38)

38

QUESTÃO 5

MP24: Resolver problema envolvendo números racionais e o significado de parte-todo.

Daniel vai dividir com seus três amigos uma pizza. Se a pizza está divida em 4 pedaços, qual é a escrita numérica que pode representar o pedaço que cada um vai receber?

a) 2 1..

b) 4 1. c) 6

1. d) 8

1.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) 2

1. Incorreta – o aluno possivelmente não compreendeu a relação parte-todo representada pela pizza inteira e a piz- za divida em pedaço (cada pedaço da pizza).

(B) 4 1.

Correta – o aluno possivelmente compreendeu que a piz- za inteira e a pizza dividida em 4 pedaços têm representa- ções numéricas diferentes e que, no caso de cada pedaço de pizza que são expressas pela fração 1/4.

É importante lembrar que a relação parte-todo indica a partição de um todo em N partes iguais, em que cada par- te pode ser representada como 1/N. Um procedimento de dupla contagem, das partes tomadas, no geral, é o sufici- ente para solucionar o problema.

(C) 6

1. Incorreta – o aluno possivelmente não compreendeu a relação parte-todo representada pela pizza inteira e a piz- za divida em pedaço (cada pedaço da pizza).

(D) 8

1. Incorreta – o aluno possivelmente não compreendeu a relação parte-todo representada pela pizza inteira e a piz- za divida em pedaço (cada pedaço da pizza).

(39)

39

QUESTÃO 6

MP25: Ler números racionais de uso frequente (meios e terças-partes) na re- presentação fracionaria.

Observe a figura e responda: à qual fração corresponde a parte pintada:

a) 2 1. b) 3

1. c) 4

1. d) 5

1.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) 2 1.

Correta - o aluno possivelmente compreendeu que a par- te do círculo pintada de cinza corresponde à metade da figura e que a metade pode ser representada pela fração

½.

É importante lembrar que a relação parte-todo indica a partição de um todo em N partes iguais, em que cada par- te pode ser representada como 1/N. Um procedimento de dupla contagem, das partes tomadas, no geral, é o sufici- ente para solucionar o problema.

(B) 3

1. Incorreta – o aluno possivelmente não compreendeu a representação que mostra uma figura (o inteiro) e metade da mesma pintada na cor cinza.

(C) 4

1. Incorreta – o aluno possivelmente não compreendeu a representação que mostra uma figura (o inteiro) e metade da mesma pintada na cor cinza.

(D) 5

1. Incorreta – o aluno possivelmente não compreendeu a representação que mostra uma figura (o inteiro) e metade da mesma pintada na cor cinza.

(40)

40

QUESTÃO 7

MP26: Identificar figuras poligonais e circulares nas superfícies planas de fi- guras tridimensionais.

A figura abaixo pode ser a face de um:

a) Cilindro.

b) Cubo.

c) Cone.

d) Tetraedro.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) Cilindro.

Incorreta – o aluno possivelmente não compreendeu a constituição do cilindro, cuja superfície é formada por dois círculos (as bases) e por um retângulo (a superfície lateral).

(B) Cubo. Correta – o aluno compreendeu que as faces do cu- bo são compostas por quadrados geometricamente iguais.

(C) Cone.

Incorreta – o aluno possivelmente não compreendeu a constituição do cone, cuja planificação revela que sua superfície é composta por um círculo (base) e por um setor circular (superfície lateral).

(D) Tetraedro.

Incorreta – o aluno possivelmente pode ter se con- fundido com o nome do polígono: “tetraedro” (tetra) e ligado diretamente ao fato de que a figura em questão tem quatro lados.

(41)

41

QUESTÃO 8

MP27: Identificar semelhanças e diferenças entre polígonos, usando critérios como número de lados e número de ângulos.

Qual é o número de lados e vértices, respectivamente, de um Hexágono?

a) 6 e 4.

b) 6 e 5.

c) 6 e 6.

d) 6 e 7.

G

RADE DE

C

ORREÇÃO

ALTERNATIVAS OBSERVAÇÕES

(A) 6 e 4. Incorreta – acertou o número de lados vértices e er- rou o número de vértices.

(B) 6 e 5. Incorreta – acertou o número de lados e errou o nú- mero de vértices.

(C) 6 e 6. Correta – o aluno possivelmente compreendeu que o número de lados é equivalente ao número de vérti- ces do polígono.

(D) 6 e 7. Incorreta – acertou o número de lados e errou o nú- mero de vértices.

Referências

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