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ÍNDICE - PARTE II Textos aprovados pelo Parlamento

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ÍNDICE - PARTE II Textos aprovados pelo Parlamento 1. Cooperação Norte/Sul e luta contra a droga **II

A4-0059/97

Decisão relativa à posição comum adoptada pelo Conselho tendo em vista a adopção de um regulamento do Conselho relativo à cooperação Norte-Sul em matéria de luta contra as drogas e a toxicomania (C4-0630/96 - 95/0167 (SYN)) . . . 1 2. Políticas demográficas nos PVD **II

A4-0057/97

Decisão relativa à posição comum adoptada pelo Conselho tendo em vista a adopção do regulamento do Conselho relativo à ajuda às políticas e programas demográficos dos países em desenvolvimento (C4-0631/96 - 95/0166(SYN)) . . . 10 3. Quarto Programa-Quadro de acções de investigação, desenvolvimento tecnológico

e demonstração (1994-1998) ***II A4-0084/97

Decisão referente à posição comum adoptada pelo Conselho tendo em vista a adopção da decisão do Parlamento Europeu e do Conselho que adapta pela segunda vez a Decisão 1110/94/CE relativa ao Quarto Programa-Quadro de acções da Comunidade Europeia em matéria de investigação, desenvolvimento tecnológico e demonstração (1994-1998) (C4-0041/97 - 96/0034(COD)) . . . 13 4. Competitividade industrial

a) A4-0052/97

Resolução sobre a comunicação da Comissão ao Conselho, ao Parlamento Europeu, ao Comité Económico e Social e ao Comité das Regiões "A indústria automóvel europeia 1996" (COM(96)0327 - C4-0493/96) . . . 20 b) A4-0040/97

Resolução sobre a Comunicação da Comissão relativa a uma política de competitividade industrial para a indústria química europeia: um exemplo (COM(96)0187 - C4-0273/96) . . . 24 c) A4-0036/97

Resolução sobre a Comunicação da Comissão ao Conselho, ao Parlamento Europeu, ao Comité Económico e Social e ao Comité das Regiões intitulada "Perspectivar o futuro marítimo da Europa - uma contribuição para a competitividade do sector marítimo (COM(96)0084 - C4-0211/96). . . 29 5. Sociedade da informação, cultura e educação

A4-0325/96

Resolução sobre a sociedade da informação, a cultura e a educação . . . 34 6. Regime de Trânsito Comunitário

A4-0054/97

Recomendação sobre o relatório da Comissão de Inquérito sobre o Regime de Trânsito Comunitário . . . 42 7. Albânia

B4-0189, 0208, 0234, 0238 e 0245/97

Resolução sobre a situação na Albânia . . . 43

(2)

8. Seguimento da Conferência de Barcelona A4-0027/97

Resolução sobre o relatório conjunto da Presidência do Conselho e da Comissão relativo à prossecução . . . 45 9. Conferência Intergovernamental

B4-0266/97

Resolução sobre a Conferência Intergovernamental . . . 52 10. Tibete - início das negociações

B4-0199, 0200, 0240, 0258 e 0261/97

Resolução sobre o Tibete . . . 57 11. Israel e a autorização de construções em Jerusalém

B4-0198, 0219, 0224, 0233, 0248 e 0264/97

Resolução sobre a política israelita de implantação de novos colonatos e o processo de paz no Médio Oriente . . . 58 12. Direitos do Homem

a) B4-0191, 0228 e 0263/97

Resolução sobre a situação no Kosovo . . . 59 b) B4-0190, 0247, 0250, 0260 e 0262/97

Resolução sobre a situação dos direitos do Homem e das minorias indígenas na Argentina . . . 61 c) B4-0201, 0249 e 0259/97

Resolução sobre a violação dos direitos da mulher . . . 63 d) B4-0235/97

Resolução sobre a detenção de dois franceses no Afeganistão . . . 65 e) B4-0252/97

Resolução sobre a libertação de Leyla Zana . . . 66 f) B4-0192 e 0230/97

B4-0192 e 0230/97

Resolução sobre os "boat people" . . . 67 g) B4-0194/97

Resolução sobre a extradição e julgamento de Alois Brunner . . . 69 13. Tratado de Não Proliferação

B4-0197, 0221, 0241 e 0253/97

Resolução sobre o Tratado de Não Proliferação . . . 70 14. Catástrofes naturais

a) B4-0200, 0243 e 0265/97

Resolução sobre o tremor de terra no Irão e a necessidade de ajuda humanitária72 b) B4-0203/97

Resolução sobre os temporais nos Açores . . . 73 c) B4-0205/97

Resolução sobre as inundações em Moçambique . . . 74

(3)

15. Orientações orçamentais para o exercício de 1998 a) A4-00080/97

Resolução sobre as orientações para o processo orçamental relativo a 1998 - Secção III - Comissão . . . 75 b) A4-0079/97

Resolução sobre as orientações relativas ao processo orçamental 1998, Secção I - Parlamento Europeu e Anexo Provedor de Justiça, Secção II - Conselho, Secção IV - Tribunal de Justiça, Secção V - Tribunal de Contas, Secção VI - Comité Económico e Social e Comité das Regiões . . . 82 16. Acordos com a Geórgia, Arménia, Azerbaijão e Cazaquistão ***/*

a) A4-0026/97

Decisão referente à proposta de decisão do Conselho e da Comissão relativa à conclusão do Acordo de Parceria e Cooperação entre as Comunidades Europeias e os seus Estados-membros, por um lado, e a Geórgia, por outro (COM(96)0135 - 5872/96 - C4-0320/96 - 96/0092(AVC)) . . . 87 b) A4-0081/97

Resolução sobre os aspectos económicos e comerciais do Acordo de Parceria e Cooperação entre as Comunidades Europeias e os seus Estados-membros, por um lado, e a Geórgia, por outro lado . . . 88 c) A4-0038/97

Resolução legislativa que contém o parecer do Parlamento Europeu sobre a proposta de decisão do Conselho relativa ao Acordo Provisório sobre Comércio e Matérias Conexas entre, por um lado, a Comunidade Europeia, a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço e a Comunidade Europeia da Energia Atómica e, por outro, a Geórgia (COM(96)0322 - 8890/96 - C4-0566/96 - 96/0180(CNS)) . . . . 91 d) A4-0024/97

Decisão sobre a proposta de decisão do Conselho e da Comissão relativa à conclusão do Acordo de Parceria e Cooperação entre as Comunidades Europeias e os seus Estados-membros, por um lado, e a República da Arménia, por outro (COM(96)0136 - 5871/96 - C4-0319/96 - 96/0093 (AVC)) . . . 92 e) A4-0031/97

Resolução sobre os aspectos económicos e comerciais do Acordo de Parceria e Cooperação entre as Comunidades Europeias e os seus Estados-membros, por um lado, e a República da Arménia, por outro lado, destinado a substituir o Acordo de Comércio e Cooperação com a URSS, no qual se baseiam actualmente as relações contratuais oficiais . . . 93

(4)

f) A4-0064/97

Resolução legislativa que contém o parecer do Parlamento Europeu sobre a proposta de decisão do Conselho relativa à conclusão pela Comunidade Europeia do Acordo Provisório sobre Comércio e Matérias Conexas entre, por um lado, a Comunidade Europeia, a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço e a Comunidade Europeia da Energia Atómica e, por outro, a República da Arménia (COM(96)0321 - 8891/96 - C4-0686/96 - 96/0179(CNS)) . . . 96 g) A4-0025/97

Decisão referente à proposta de decisão do Conselho e da Comissão relativa à conclusão do Acordo de Parceria e Cooperação entre as Comunidades Europeias e os seus Estados-membros, por um lado, e a República do Azerbaijão, por outro (COM(96)0137 - 5870/96 - C4-0318/96 - 96/0094(AVC . . . 97 h) A4-0082/97

Resolução sobre os aspectos económicos e comerciais do Acordo de Parceria e Cooperação entre as Comunidades Europeias e os seus Estados-membros, por um lado, e a República do Azerbaijão, por outro lado . . . 98 i) A4-0069/97

Decisão sobre a proposta de decisão do Conselho e da Comissão relativa à conclusão de um Acordo de Parceria e de Cooperação entre as Comunidades Europeias e os seus Estados-membros, por um lado, e a República do Cazaquistão, por outro (7804/95 - C4-0344/95 e C4-0360/95 - 94/0221(AVC)) . . . 102 j) A4-0099/94

Resolução sobre os aspectos económicos e comerciais do Acordo de Parceria entre a UE e o Cazaquistão . . . 103

(5)

( )1 JO C 6 de 9.1.1997, p. 1.

( )2 JO C 141 de 13.5.1996, p. 258.

( )3 JO C 242 de 19.9.1995, p. 8.

( )4 JO C 326 de 31.10.1996, p. 3.

1. Cooperação Norte/Sul e luta contra a droga **II A4-0059/97

Decisão relativa à posição comum adoptada pelo Conselho tendo em vista a adopção de um regulamento do Conselho relativo à cooperação Norte-Sul em matéria de luta contra a droga e a toxicomania (C4-0630/96 - 95/0167 (SYN))

(Processo de cooperação: segunda leitura) O Parlamento Europeu,

- Tendo em conta a posição comum do Conselho C4-0630/96 - 95/0167 (SYN) ( ),1

- Tendo em conta o parecer que emitiu em primeira leitura ( ) sobre a proposta da Comissão ao2 Conselho COM(95)0296 ( ),3

- Tendo em conta a proposta alterada da Comissão (COM(96)0427) ( )4

- Consultado pelo Conselho, nos termos dos artigos 189º-C e 130º-W do Tratado CE, - Tendo em conta o artigo 67º do seu Regimento,

- Tendo em conta a recomendação para segunda leitura da Comissão para o Desenvolvimento e a Cooperação (A4-0059/97),

1. Altera a posição comum como se segue;

2. Encarrega o seu Presidente de transmitir a presente decisão ao Conselho e à Comissão.

(6)

Posição comum do Conselho Alterações do Parlamento

(Alteração 1)

Segundo considerando bis (novo)

Considerando que uma das condições prévias mais importantes para a luta contra o problema da droga consiste na redução radical da pobreza no Sul e numa alternativa legal para as populações à produção de culturas ilegais;

(Alteração 2)

Décimo segundo considerando Considerando que foi incluído no presente Suprimido.

regulamento, para o período 1998-2000, um montante de referência financeira, na acepção do ponto 2 da Declaração do Parlamento Europeu, do Conselho e da Comissão, de 6 de Março de 1995 ( ), sem que isso prejudique as1 competências da autoridade orçamental definidas no Tratado,

(1) JO C 102 de 4.4.1996, p. 4.

(Alteração 3)

Artigo 3º, segundo parágrafo bis (novo)

A Comissão procurará utilizar a sua influência junto dos dadores e das instituições financeiras internacionais (FMI, Banco Mundial, etc.) a fim de evitar contradições entre as respectivas políticas e os objectivos das políticas nacionais de controlo da droga.

(Alteração 4)

Artigo 3º, terceiro parágrafo bis (novo)

Serão definidos critérios para avaliar o progresso de cada uma das iniciativas apoiadas pela Comunidade. Estes critérios, que deverão ser reciprocamente aceitáveis para a Comunidade e para os governos ou organizações contratantes, serão elaborados no âmbito de um processo de diálogo antes de

(7)

se dar início à assistência financeira da Comunidade.

(Alteração 5)

Artigo 4º, primeiro parágrafo, terceiro travessão

- promoção de projectos-piloto de - promoção de projectos-piloto de desenvolvimento alternativo concebido desenvolvimento alternativo, incluindo como um processo para combater e projectos que tenham em vista produções erradicar, a prazo, a produção de drogas alternativas que possam beneficiar de ilícitas através da aplicação simultânea preferências comerciais, nomeadamente em de medidas adequadas de benefício dos pequenos produtores desenvolvimento rural no contexto de um independentes de matérias-primas para crescimento económico nacional drogas ilícitas. Estes projectos-piloto de sustentável. Estes projectos deverão desenvolvimento alternativo ficarão sujeitos incluir medidas económicas e sociais que às mesmas exigências de outros projectos tenham em consideração os factores que comunitários de desenvolvimento (em contribuem para a produção ilícita, bem termos de estudos de viabilidade e de como medidas que permitam uma melhor participação das populações locais e de utilização das preferências comerciais; grupos-alvo na identificação, planeamento e execução das acções) e serão concebidos como um processo para combater e erradicar, a prazo, a produção de drogas ilícitas através da aplicação simultânea de medidas adequadas de desenvolvimento rural no contexto de um crescimento económico nacional sustentável. Neste contexto, verificar-se-á sistematicamente de que forma outros instrumentos financeiros da Comunidade (por exemplo, ALA) e o Fundo Europeu de Desenvolvimento poderão ser utilizados de modo reforçado para projectos de desenvolvimento alternativo;

(Alteração 6)

Artigo 4º, segundo parágrafo

Deverá ser dada especial atenção à Será concedida especial atenção:

participação das populações locais e dos

grupos-alvo na identificação, planeamento e - às acções de luta contra a produção e o execução das acções. comércio de heroína, de cocaína e de drogas

sintéticas perigosas;

- à participação das populações locais e dos grupos-alvo na identificação, planeamento e execução das acções; será especialmente tida em conta a posição-chave das mulheres, assim como as repercussões sociais e ambientais das acções;

- ao apoio às populações que tenham decidido

(8)

abandonar a produção de drogas e de precursores, ajudando-as a desenvolver actividades alternativas;

- à luta contra a reciclagem de capitais.

(Alteração 7)

Artigo 4º, segundo parágrafo bis (novo)

A Comunidade apenas apoiará projectos no âmbito dos quais seja garantido o respeito dos direitos do Homem.

(Alteração 8) Artigo 6º, nº 1

1. Os meios que podem ser mobilizados no 1. Os meios que podem ser mobilizados no âmbito das acções referidas nos artigos 3º e 4º âmbito das acções referidas nos artigos 3º e 4º incluem, designadamente, estudos, assistência incluem, designadamente, assistência técnica, técnica, acções de formação ou outros acções de formação ou outros serviços, serviços, fornecimentos e empreitadas, bem fornecimentos e empreitadas. Devem também como auditorias e missões de avaliação e incluir estudos preliminares e avaliações, bem

controlo. como auditorias, cujos custos não poderão

exceder 10% das dotações inscritas nesta rubrica pela autoridade orçamental em cada exercício.

No caso da avaliação exaustiva a efectuar ao fim de três anos, os custos poderão, a título excepcional, ascender a 20%.

(Alteração 9) Artigo 6º, nº 5

5. Poder-se-ão procurar possibilidades de 5. Procurar-se-ão possibilidades de co-financiamento com outros financiadores, co-financiamento, em especial com os em especial com os Estados-membros. Estados-membros, com países terceiros ou com organizações multilaterais, regionais ou outras.

(Alteração 10)

Artigo 6º, nº 7, frase introdutória

7. A fim de cumprir os objectivos de 7. A fim de cumprir os objectivos de coerência e complementaridade referidos no coerência e complementaridade referidos no Tratado, e no intuito de assegurar uma Tratado, e no intuito de assegurar uma eficácia máxima do conjunto dessas acções, a eficácia máxima do conjunto dessas acções, a Comissão pode tomar todas as medidas de Comissão tomará todas as medidas de coordenação necessárias, nomeadamente: coordenação necessárias tendo em conta a

(9)

importância do princípio de boa gestão e evitando despesas excessivas para fins administrativos, nomeadamente:

(Alteração 11)

Artigo 7º, parágrafo único bis (novo)

Serão envidados todos os esforços para assegurar uma adequada avaliação, controlo e justificação das ajudas.

(Alteração 12)

Artigo 8º, primeiro parágrafo O montante de referência financeira para a Suprimido.

execução do presente programa para o período de 1998-2000 é de 30 milhões de ecus.

(Alteração 13) Artigo 9º, nº 2

2. A avaliação dos projectos e programas Suprimido.

terá em conta os seguintes factores:

- a eficácia e viabilidade das acções, - os aspectos culturais, sociais e de

igualdade de oportunidades entre os sexos e o ambiente,

- o desenvolvimento institucional necessário à consecução dos objectivos da acção,

- a experiência adquirida com acções do mesmo género.

(Alteração 14)

Artigo 9º, nº 3, segundo parágrafo

A Comissão informará sucintamente o comité A Comissão informará sucintamente o referido no artigo 10º acerca das decisões de Comité referido no artigo 10º acerca das financiamento que tenciona tomar decisões de financiamento que tenciona tomar relativamente aos projectos e programas de relativamente aos projectos e programas de valor inferior a 2 milhões de ecus. Essa valor inferior a 2 milhões de ecus.

informação será prestada o mais tardar uma semana antes da tomada de decisão.

(10)

(Alteração 15) Artigo 9º, nº 7

7. A participação nos concursos e contratos 7. A participação nos concursos e contratos está aberta em igualdade de condições a todas será aberta em igualdade de condições a todas as pessoas singulares e colectivas dos as pessoas singulares e colectivas dos Estados-membros e do Estado beneficiário e Estados-membros, do Estado beneficiário e de pode ser alargada a outros países em outros países em desenvolvimento.

desenvolvimento.

(Alteração 16) Artigo 9º, nº 8

8. Os fornecimentos deverão ser originários 8. Os fornecimentos deverão ser originários dos Estados-membros, do Estado beneficiário dos Estados-membros, do Estado beneficiário ou de outros países em vias de ou de outros países em vias de desenvolvimento. Em casos excepcionais, desenvolvimento. Serão autorizadas devidamente justificados, os fornecimentos excepções, com o acordo prévio do serviço poderão ser originários de outros países. competente, nomeadamente em situações em que, de outra forma, os parceiros seriam obrigados a suportar custos adicionais ou excessivos.

(Alteração 17) Artigo 9º, nº 9

9. Será prestada especial atenção aos Suprimido.

seguintes aspectos:

- relação custo-eficácia e imposto sustentável na concepção dos projectos, - definição clara e controlo dos objectivos

e indicadores de realização para todos os projectos.

(11)

(Alteração 18) Artigo 10º, nº 1

1. A Comissão será assistida pelo comité 1. A Comissão será assistida por um Comité geograficamente competente em matéria de de natureza consultiva composto por

desenvolvimento. representantes dos Estados-membros e

presidido por um representante da Comissão, a saber, consoante o país ou a região que beneficia das medidas:

- No caso dos países ACP pelo Comité FED, instituído pelo artigo 21º do Acordo Interno nº 91/401/CEE relativo ao financiamento e à gestão das ajudas da Comunidade no âmbito da Quarta Convenção de Lomé, adoptado em 16 de Julho de 1990 pelos representantes dos Estados-membros reunidos em Conselho (1),

- No caso dos países do Mediterrâneo, pelo Comité MED, instituído pelo artigo 6º do Regulamento (CEE) nº 1762/92 do Conselho, sobre a implementação dos Protocolos sobre cooperação financeira e técnica celebrados pela Comunidade com Estados mediterrânicos não-membros (2), - No caso dos países da América Latina e da

Ásia, pelo comité ALA, instituído pelo artigo 15º do Regulamento (CEE) nº 443/92 do Conselho. sobre a ajuda financeira e técnica e a cooperação económica com os países em vias de desenvolvimento da Ásia e da América Latina (3).

(1) JO L 229 de 17.8.1991, p. 288.

(2) JO L 181 de 1.7.1992, p. 1.

(3) JO L 52 de 27.2.1992, p. 1.

(Alteração 19) Artigo 10º, nº 2

2. O representante da Comissão submeterá à 2. O representante da Comissão submeterá à apreciação do Comité um projecto das apreciação do Comité um projecto das medidas a tomar. O Comité emitirá o seu medidas a tomar. O Comité emitirá o seu parecer sobre esse projecto num prazo que o parecer sobre esse projecto em prazo a fixar presidente pode fixar em função da urgência pelo presidente em função da urgência da da questão. O parecer será emitido por questão, se necessário mediante votação.

maioria, nos termos previstos no nº 2 do artigo 148º do Tratado para a adopção das decisões que o Conselho é chamado a tomar

(12)

sob proposta da Comissão. Nas votações no O parecer será exarado em acta; além disso, Comité, os votos dos representantes dos cada Estado-membro tem o direito de solicitar Estados-membros estão sujeitos à ponderação que a sua posição conste da mesma.

definida no artigo atrás referido. O presidente

não participa na votação. A Comissão tomará na melhor conta o parecer emitido pelo Comité, e informá-lo-á do modo como o tiver feito.

A Comissão adoptará as medidas projectadas desde que seja conformes com o parecer do Comité.

Se as medidas projectadas não forem conformes com o parecer do Comité, ou na falta de parecer, a Comissão submeterá sem demora ao Conselho uma proposta relativa às medidas a tomar. O Conselho deliberará por maioria qualificada.

Se, no termo de um prazo de três meses a contar da data em que o assunto foi submetido à apreciação do Conselho, este não tiver deliberado, a Comissão adoptará as medidas propostas.

(Alteração 20) Artigo 10º, nº 3

3. Proceder-se-á anualmente a uma troca de 3. Proceder-se-á anualmente a uma troca de opiniões com base na apresentação, pelo opiniões com base na apresentação, pelo representante da Comissão, das orientações representante da Comissão, das orientações gerais para as acções a desenvolver no ano gerais para as acções a desenvolver no ano seguinte, no âmbito de uma reunião conjunta seguinte, no âmbito de uma reunião conjunta dos comités referidos no nº 1. dos comités referidos no nº 1. A reunião conjunta dos comités emitirá parecer sobre as orientações gerais.

(Alteração 21) Artigo 11º, nº 1

1. Após cada exercício orçamental, a 1. Até 1 de Setembro de cada exercício Comissão apresentará ao Parlamento Europeu orçamental, a Comissão apresentará ao e ao Conselho um relatório anual contendo o Parlamento Europeu e ao Conselho um resumo das acções financiadas no decurso do relatório anual contendo a lista dos parceiros exercício, bem como uma avaliação da das acções co-financiadas e a percentagem de execução do presente regulamento no decurso co-financiamento, o resumo das acções

do exercício. financiadas no decurso do exercício e uma

avaliação estatística da aplicação do presente regulamento no decurso do exercício.

(13)

O resumo conterá nomeadamente O relatório conterá nomeadamente informações respeitantes aos agentes com os informações respeitantes aos agentes com os quais foram celebrados contratos de quais tiverem sido celebrados contratos de

execução. execução.

(Alteração 22) Artigo 11º, nºs 2 e 3 2. A Comissão avaliará regularmente as Suprimido.

acções financiadas pela Comunidade, a fim de verificar se foram atingidos os objectivos dessas acções e de definir directrizes para melhorar a eficácia das acções futuras. A Comissão apresentará ao Comité referido no artigo 10º um resumo das avaliações realizadas, que poderão ser eventualmente analisadas por este último. Os relatórios de avaliação serão facultados aos Estados-membros que o solicitarem.

3. A Comissão informará os Suprimido.

Estados-membros, no prazo máximo de um mês após a sua decisão, das acções e projectos aprovados, com indicação dos respectivos montantes, natureza, país beneficiário e parceiros.

(Alteração 23) Artigo 12º, nº 2

2. Três anos após a entrada em vigor do 2. Três anos após a entrada em vigor do presente regulamento, a Comissão apresentará presente regulamento, a Comissão apresentará ao Parlamento Europeu e ao Conselho uma ao Parlamento Europeu e ao Conselho uma avaliação global das acções financiadas pela avaliação global das acções financiadas pela Comunidade no âmbito do presente Comunidade no âmbito do presente regulamento, acompanhada de sugestões regulamento, acompanhada de sugestões sobre o futuro do presente regulamento e, na sobre o futuro do presente regulamento e, na medida do necessário, propostas de alteração medida do necessário, propostas de alteração.

ou de revogação deste.

(14)

( )1 JO C 6 de 9.1.1997, p. 8.

( )2 JO C 166 de 10.6.1996, p. 245.

( )3 JO C 310 de 22.11.1996, p. 13.

( )4 JO C 323 de 29.10.1996, p. 7.

2. Políticas demográficas nos PVD **II A4-0057/97

Decisão relativa à posição comum adoptada pelo Conselho tendo em vista a adopção de um regulamento do Conselho relativo à ajuda às políticas e programas demográficos dos países em desenvolvimento (C4-0631/96 - 95/0166(SYN))

(Processo de cooperação: segunda leitura) O Parlamento Europeu,

- Tendo em conta a posição comum do Conselho (C4-0631/96 - 95/0166 (SYN)) ( ),1

- Tendo em conta o parecer que emitiu em primeira leitura ( ) sobre a proposta da Comissão ao2 Conselho COM(95)0295)( ),3

- Tendo em conta a proposta alterada da Comissão COM(96)0433 ( ), 4

- Consultado pelo Conselho, nos termos dos artigos 189º-C e 130º-W do Tratado CE, - Tendo em conta o artigo 67º do seu Regimento,

- Tendo em conta a recomendação para segunda leitura da Comissão para o Desenvolvimento e a Cooperação (A4-0057/97),

1. Altera a posição comum como se segue;

2. Encarrega o seu Presidente de transmitir a presente decisão ao Conselho e à Comissão.

(15)

Posição comum do Conselho Alterações do Parlamento (Alteração 1)

Considerando 8 bis (novo)

8 bis) Considerando que a Comunidade se comprometeu a dar seguimento à Conferência do Cairo, nomeadamente através do reforço do seu apoio financeiro aos programas demográficos nos países em desenvolvimento, aumentando-o para 300 milhões de ecus até ao ano 2000, (Alteração 5)

Artigo 4º, nº 2 bis (novo)

2 bis. Serão excluídos do apoio da Comunidade os países ou organizações que aprovem ou fomentem o aborto e a esterilização forçados, assim como o infanticídio, enquanto medidas para o controlo do crescimento demográfico;

(Alteração 2) Artigo 11º

1. A Comissão será assistida pelo comité 1. A Comissão assistida por um Comité de geograficamente competente em matéria de natureza consultiva composto por

desenvolvimento. representantes dos Estados-membros e

presidido por um representante da Comissão, a saber, consoante o país ou a região beneficiária das medidas:

2. O representante da Comissão submeterá à a) O Comité FED, instituído pelo artigo apreciação do Comité um projecto das 21º do Acordo Interno nº 91/401/CEE medidas a tomar. O Comité emitirá o seu relativo ao financiamento e à gestão parecer sobre esse projecto num prazo que o das ajudas da Comunidade no âmbito presidente pode fixar em função da urgência da Quarta Convenção de Lomé, da questão. O parecer será emitido por adoptado em 16 de Julho de 1990 maioria, nos termos previstos no nº 2 do pelos representantes dos Estados- artigo 148º do Tratado para a adopção das membros reunidos em Conselho, no decisões que o Conselho é chamado a tomar caso dos países da África, Caraíbas e sob a proposta da Comissão. Nas votações no Pacífico (1);

Comité, os votos dos representantes dos

Estados-membros estão sujeitos à ponderação b) O Comité MED, instituído pelo artigo definida no artigo atrás referido. O presidente 6º do Regulamento (CEE) nº 1762/92 não participa na votação. do Conselho, de 2 de Junho de 1992,

(16)

A comissão adoptará as medidas projectadas no caso dos países do Mediterrâneo desde que sejam conformes com o parecer do (2);

Comité.

Se as medidas projectadas não forem 15º do Regulamento (CEE) nº 443/92 conformes com o parecer do Comité, ou na do Conselho, de 25 de Fevereiro de falta de parecer, a Comissão submeterá sem 1992, no caso dos países da América demora ao Conselho uma proposta relativa às Latina e da Ásia (3).

medidas a tomar. O Conselho deliberará por

maioria qualificada. 2. O representante da Comissão submeterá à Se, no termo de um prazo de 3 meses a contar a tomar. O Comité emitirá o seu parecer sobre da data em que o assunto foi submetido à esse projecto em prazo a fixar pelo presidente apreciação do Conselho, este não tiver em função da urgência da questão em causa, deliberado, a Comissão adoptará as medidas se necessário procedendo a uma votação.

propostas.

3. Proceder-se-á anualmente a uma troca de cada Estado-membro tem o direito de solicitar opiniões com base na apresentação, pelo que a sua posição conste da mesma.

representante da Comissão, das orientações

gerais para as acções a desenvolver no ano A Comissão tomará na melhor conta o seguinte, no âmbito de uma reunião conjunta parecer emitido pelo Comité, e informá-lo-á dos comités referidos no nº 1. do modo como o tiver feito.

c) O Comité ALA, instituído pelo artigo

apreciação do Comité um projecto de medidas

O parecer será exarado em acta; além disso,

3. Anualmente, em reunião conjunta dos três comités referidos no nº 1, proceder-se-á a uma troca de pontos de vista com base na apresentação das orientações gerais para as acções a realizar no ano seguinte, a efectuar pelo Representante da Comissão.

(1) JO L 229 de 17.8.1991, p. 288.

(2) JO L 181 de 1.7.1992, p. 1.

(3) JO L 52 de 27.2.1992, p. 1.

(17)

( )1 JO C 198 de 8.7.1996, p. 27.

( )2 JO C 115 de 19.4.1996, p. 1.

( )3 JO C 320 de 28.10.1996, p. 3.

3. Quarto Programa-Quadro de acções de investigação, desenvolvimento tecnológico e demonstração (1994-1998) ***II

A4-0084/97

Decisão referente à posição comum adoptada pelo Conselho tendo em vista a adopção da decisão do Parlamento Europeu e do Conselho que adapta pela segunda vez a Decisão 1110/94/CE, relativa ao Quarto Programa-Quadro de acções da Comunidade Europeia em matéria de investigação, desenvolvimento tecnológico e demonstração (1994-1998) (C4- 0041/97 - 96/0034(COD))

(Processo de co-decisão: segunda leitura) O Parlamento Europeu,

- Tendo em conta a posição comum do Conselho (C4-0041/97 - 96/0034(COD)),

- Tendo em conta o parecer que emitiu em primeira leitura( ) sobre a proposta da Comissão ao1 Parlamento Europeu e ao Conselho COM(96)0012 ( ),2

- Tendo em conta a proposta alterada da Comissão COM(96)0453( ),3

- Tendo em conta a proposta novamente alterada da Comissão, transmitida por carta da Comissária Cresson em 13 de Novembro de 1996 e confirmada pela Comissão na reunião do Conselho de 5 de Dezembro de 1996,

- Tendo em conta o nº 2 do artigo 189º-B do Tratado CE, - Tendo em conta o artigo 72º do seu Regimento,

- Tendo em conta a recomendação para segunda leitura da Comissão da Investigação, do Desenvolvimento Tecnológico e da Energia (A4-0084/97),

1. Altera a posição comum como se segue;

2. Convida a Comissão a pronunciar-se favoravelmente sobre as alterações do Parlamento no parecer que emitirá em conformidade com o disposto na alínea d) do nº 2 do artigo 189º-B do Tratado CE;

3. Solicita ao Conselho que aprove todas as alterações do Parlamento, modifique a sua posição comum nesse sentido e adopte definitivamente o acto em causa;

4. Encarrega o seu Presidente de transmitir a presente decisão ao Conselho e à Comissão.

(18)

Posição comum do Conselho Alterações do Parlamento

(Alteração 1) Quarto considerando Considerando terem sido prestadas garantias Suprimido.

pela Comissão de que o complemento financeiro, conforme determinado, será sempre confinado ao limite máximo previsto para a rubrica 3 das perspectivas financeiras actuais, que constam do Acordo Interinstitucional, de 29 de Outubro de 1993, sobre a disciplina orçamental e a melhoria do processo orçamental(2), sem prejuízo das restantes prioridades dessa rubrica, como por exemplo as redes transeuropeias;

( ) J C 331 de 7.12.1993, p. 1.2

(Alteração 2) ARTIGO ÚNICO, nº 1

1. O montante global máximo da participação 1. O montante global máximo da participação financeira da Comunidade no quarto financeira da Comunidade no quarto programa-quadro é aumentado em 100 programa-quadro é aumentado em 200 milhões de ecus, a atribuir a determinados milhões de ecus, a atribuir a determinados programas específicos da primeira acção do programas específicos da primeira acção do quarto programa-quadro que constam do quarto programa-quadro que constam do

Anexo I. Anexo I.

(19)

(Alteração 3) ARTIGO ÚNICO, nº 2

Artigo 1º, nº 3, primeiro travessão, segundo parágrafo (Decisão 1110/94/CE)

O montante global máximo da O montante global máximo da participação participação financeira da Comunidade financeira da Comunidade no quarto no quarto programa-quadro é de 11.864 programa-quadro é de 11.964 milhões de milhões de ecus, dos quais 5.449 milhões ecus, dos quais 5.449 milhões se destinam se destinam ao período de 1994 a 1996 e ao período de 1994 a 1996 e 6.515 milhões 6.415 milhões ao período de 1997 a ao período de 1997 a 1998.

1998.

(20)

Posição comum do Conselho

(Alteração 4) ANEXO I

Repartição indicativa do complemento financeiro Montante em

por temas e assuntos de programas específicos da primeira acção milhões de ecus

A.1 Telemática (*)

a. Multimédia educativo: ensaio de serviços educativos inovadores, investigação e experimentação sobre serviços de formação de professores baseados na telemática; desenvolvimento e validação de serviços e materiais multimédia educativos avançados

b. Investigação para aumentar as operações e serviços de transporte intermodal: aplicações telemáticas para operações de rede intermodais e gestão do tráfego, incluindo informação e serviços de valor acrescentado

10

5 A.3 Tecnologias da informação (*)

a. Ensaio de processos e ferramentas de TI para apoiar técnicas de engenharia concorrente distribuída para aplicações aeronáuticas

b. Reforço dos centros de apoio multimédia para tratar do multimédia educativo; interoperabilidade dos sistemas e plataformas de fornecimento de aprendizagem

c. Desenvolvimento da fusão de dados multisensores, catálogos de impressões digitais e assinaturas e integração de sistemas para sistemas de detecção de minas terrestres

10 2 9 B.4 Tecnologias industriais e de materiais (*)

a. Tecnologias para os meios de transporte: ensaio de engenharia e processos concorrentes distribuídos destinados a reduzir os custos de desenvolvimento e fabrico de aeronaves

b. Sistemas de concepção, de engenharia e de produção e gestão de recursos humanos: ensaio do tratamento e reutilização de água no local em processos de grande consumo, incluindo tecnologias integradas em circuito fechado, que resultem em poupanças na utilização de água e em prevenção da poluição

10

5 C.6 Ambiente e clima (*)

Ambiente natural, qualidade ambiental e alterações globais: investigação estratégica sobre métodos de análise do impacto da utilização/poluição que dêem origem a modelos e ferramentas para a gestão sustentável da água

Dimensão humana das transformações ambientais: investigação no domínio da avaliação económica dos investimentos para o tratamento, reutilização e conservação no local da água

7

D.8 Biotecnologia

Encefalopatias espongiformes transmissíveis (EET) e encefalopatias espongiformes subagudas, dando especial atenção ao agente infeccioso, à detecção, ao diagnóstico e ao tratamento através de abordagens biotecnológicas;

vacinogenia de aplicação múltipla, imunidade das mucosas e sistemas de administração

7,5 D.9 Investigação biomédica e sanitária

EET e encefalopatias espongiformes subagudas, dando especial atenção à investigação sobre encefalopatias espongiformes humanas, incluindo investigação clínica e epidemiológica, avaliação do risco, prevenção, tratamento e diagnóstico, coordenação das actividades nacionais; investigação de vacinas contra doenças

infecciosas específicas 16

D.10 Agricultura e pescas

Encefalopatias espongiformes transmissíveis (EET) e encefalopatias espongiformes subagudas, dando especial atenção à investigação aplicada para animais, incluindo o uso de métodos e tecnologias biotecnológicas já

desenvolvidas 11,5

F.12 Transportes (*)

Demonstração de transportes de carga intermodais e de sistemas de distribuição inovadores, especialmente em aglomerações urbanas, e de sistemas integrados avançados para o fornecimento e a gestão de serviços de

transporte intermodal de passageiros 7

TOTAL 100

(*) Rubricas específicas dos programas nas quais serão incluídos elementos relativos à investigação automóvel.

(21)

Alterações do Parlamento (Alteração 4)

ANEXO I

Repartição indicativa do complemento financeiro Montante em

por temas e assuntos de programas específicos da primeira acção milhões de ecus

A.1 Telemática (*)

a. Multimédia educativo: ensaio de serviços educativos inovadores, investigação e experimentação sobre serviços de formação de professores baseados na telemática; desenvolvimento e validação de serviços e materiais multimédia educativos avançados

b. Investigação para aumentar as operações e serviços de transporte intermodal: aplicações telemáticas para operações de rede intermodais e gestão do tráfego, incluindo informação e serviços de valor acrescentado

20

10 A.3 Tecnologias da informação (*)

a. Ensaio de processos e instrumentos de TI para apoiar técnicas de engenharia concorrente distribuída para aplicações aeronáuticas

b. Reforço dos centros de apoio multimédia para tratar do multimédia educativo; interoperabilidade dos sistemas e plataformas de fornecimento de aprendizagem

c. Desenvolvimento da fusão de dados multisensores, catálogos de impressões digitais e assinaturas e integração de sistemas para sistemas de detecção de minas terrestres

20 4 20 B.4 Tecnologias industriais e de materiais (*)

a. Tecnologias para os meios de transporte: ensaio de engenharia e processos concorrentes distribuídos destinados a reduzir os custos de desenvolvimento e fabrico de aeronaves

b. Sistemas de concepção, de engenharia e de produção e gestão de recursos humanos: ensaio do tratamento no local e reutilização de água em processos de grande consumo, incluindo tecnologias integradas em circuito fechado, que resultem em poupanças na utilização de água e em prevenção da poluição

20

10 C.6 Ambiente e clima (*)

Ambiente natural, qualidade ambiental e alterações globais: investigação estratégica sobre métodos de análise do impacto da utilização/poluição que dêem origem a modelos e instrumentos para a gestão sustentável da água

Dimensão humana das transformações ambientais: investigação no domínio da avaliação económica dos investimentos para o tratamento no local, reutilização e conservação da água

14

D.8 Biotecnologia

Encefalopatias espongiformes transmissíveis (EET) e encefalopatias espongiformes subagudas, dando especial atenção ao agente infeccioso, à detecção, ao diagnóstico e ao tratamento através de abordagens biotecnológicas;

vacinogenia de aplicação múltipla, imunidade das mucosas e sistemas de administração

7,5 D.9 Investigação biomédica e sanitária

EET e encefalopatias espongiformes subagudas, dando especial atenção à investigação sobre encefalopatias espongiformes humanas, incluindo investigação clínica e epidemiológica, avaliação do risco, detecção, tratamento e diagnóstico, coordenação das actividades nacionais; investigação de vacinas contra doenças

infecciosas específicas 16

D.10 Agricultura e pescas

Encefalopatias espongiformes transmissíveis (EET) e encefalopatias espongiformes subagudas, dando especial atenção à investigação aplicada aos animais, incluindo o uso de tecnologias e métodos biotecnológicas já

desenvolvidas 11,5

F.12 Transportes (*)

Demonstração de transportes de carga intermodais e de sistemas de distribuição inovadores, especialmente em aglomerações urbanas, e de sistemas integrados avançados para o fornecimento e a gestão de serviços de

transporte intermodal de passageiros 14

E.11 Energia 33

Investigação e desenvolvimento no domínio das pilhas solares de camada fina (10 mecus), integração das energias renováveis e da gestão da água, demonstração no domínio das possibilidades de economia de energia no sector dos transportes

TOTAL 200

(*) Rubricas específicas dos programas nas quais serão incluídos elementos relativos à investigação automóvel.

(22)

(*) Dos quais, 639 milhões de ecus para o orçamento operacional do CCI.

(**) Dos quais, 96 milhões de ecus para acções programadas de apoio científico e técnico adequadas a uma abordagem competitiva.

(***) Para além do financiamento atribuído à terceira acção, cerca de 1% do orçamento global do quarto programa-quadro será atribuído à divulgação e optimização dos resultados no âmbito da primeira acção. Será garantida a coordenação das actividades de divulgação e de optimização efectuadas ao abrigo dos programas específicos da primeira acção com as actividades levadas a cabo ao abrigo da terceira acção.

(****) Dos quais, 40 milhões de ecus para apoio ad hoc científico e técnico a outras políticas comunitárias serão atribuídos numa base competitiva.

(*****) Serão levados a cabo projectos de investigação no domínio do ambiente no âmbito de outras rubricas da primeira acção, em especial no domínio das tecnologias industriais, da energia e dos transportes."

Posição comum do Conselho

(Alteração 5) ANEXO II

Anexo I, Quarto Programa-quadro (1994-1998) Totais e repartição

Milhões de ecus Primeira acção (programas de investigação, 10 145 ( ) ( ) de desenvolvimento tecnológico e de

demonstração)

* **

Segunda acção (cooperação com países 575 terceiros e organizações internacionais)

Terceira acção (divulgação e optimização 352 ( ) ( ) dos resultados)

*** ****

Quarta acção (estímulo à formação e à 792 mobilidade dos investigadores)

MONTANTE GLOBAL MÁXIMO 11 864

Repartição indicativa dos temas e tópicos da primeira acção Milhões de ecus (preços actuais)

A. Tecnologias da informação e da comunicação 3 662

1. Aplicações telemáticas 913

2. Tecnologias das comunicações 671

3. Tecnologias da informação 2 078

B. Tecnologias industriais 2 140

4. Tecnologias industriais e materiais 1 833

5. Medições e testes 307

C. Ambiente 1 157 (*****)

6. Ambiente e clima 914

7. Ciências e tecnologias marinhas 243

D. Ciências e tecnologias biológicas 1 709

8. Biotecnologia 595,5

9. Biomedicina e saúde 374

10. Agricultura e pescas (incluindo agro-indústrias, 739,5 tecnologias alimentares, silvicultura, aquicultura

e desenvolvimento rural) E.

11. Energia não-nuclear 1 067

F.

12. Transportes 263

G.

13. Investigação socio-económica 147

especificamente orientada

______

10 145

(23)

(*) Dos quais, 639 milhões de ecus para o orçamento operacional do CCI.

(**) Dos quais, 96 milhões de ecus para acções programadas de apoio científico e técnico adequadas a uma abordagem competitiva.

(***) Para além do financiamento atribuído à terceira acção, cerca de 1% do orçamento global do quarto programa-quadro será atribuído à divulgação e optimização dos resultados no âmbito da primeira acção. Será garantida a coordenação das actividades de divulgação e de optimização efectuadas ao abrigo dos programas específicos da primeira acção com as actividades levadas a cabo ao abrigo da terceira acção.

(****) Dos quais, 40 milhões de ecus para apoio ad hoc científico e técnico a outras políticas comunitárias serão atribuídos numa base competitiva.

(*****) Serão levados a cabo projectos de investigação no domínio do ambiente no âmbito de outras rubricas da primeira acção, em especial no domínio das tecnologias industriais, da energia e dos transportes."

Alterações do Parlamento (Alteração 5)

ANEXO II

Anexo I, Quarto Programa-quadro (1994-1998) Totais e repartição

Milhões de ecus Primeira acção (programas de investigação, 10 245 ( ) ( ) de desenvolvimento tecnológico e de

demonstração)

* **

Segunda acção (cooperação com países 575 terceiros e organizações internacionais)

Terceira acção (divulgação e optimização 352 ( ) ( ) dos resultados)

*** ****

Quarta acção (estímulo à formação e à 792 mobilidade dos investigadores)

MONTANTE GLOBAL MÁXIMO 11 964

Repartição indicativa dos temas e assuntos da primeira acção Milhões de ecus (preços correntes)

A. Tecnologias da informação e da comunicação 3 700

1. Aplicações telemáticas 928

2. Tecnologias das comunicações 671

3. Tecnologias da informação 2 101

B. Tecnologias industriais 2 155

4. Tecnologias industriais e dos materiais 1 848

5. Medições e ensaios 307

C. Ambiente 1 164 (*****)

6. Ambiente e clima 921

7. Ciências e tecnologias marinhas 243

D. Ciências e tecnologias biológicas 1 709

8. Biotecnologia 595,5

9. Biomedicina e saúde 374

10. Agricultura e pescas (incluindo agro-indústrias, 739,5 tecnologias alimentares, silvicultura, aquicultura

e desenvolvimento rural) E.

11. Energia não-nuclear 1 100

F.

12. Transportes 270

G.

13. Investigação socio-económica 147

especificamente orientada

______

10 245

(24)

( )1 JO C 269 de 16.10.1995, p. 149.

4. Competitividade industrial a) A4-0052/97

Resolução sobre a comunicação da Comissão ao Conselho, ao Parlamento Europeu, ao Comité Económico e Social e ao Comité das Regiões "A indústria automóvel europeia 1996"

(COM(96)0327 - C4-0493/96)

O Parlamento Europeu,

- Tendo em conta a comunicação da Comissão ao Conselho, ao Parlamento Europeu, ao Comité Económico e Social e ao Comité das Regiões "A indústria automóvel europeia 1996"

(COM(96)0327 - C4-0493/96,

- Tendo em conta a sua Resolução de 21 de Setembro de 1995 sobre a comunicação da Comissão ao Conselho e ao Parlamento Europeu sobre "A indústria automóvel - situação actual, desafios, estratégia para o futuro e propostas de acção" ( ),1

- Tendo em conta o relatório da Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários e da Política Industrial e o parecer da Comissão dos Transportes e do Turismo (A4-0052/97),

A. Considerando que uma indústria automóvel dinâmica e florescente presta um contributo vital para o crescimento e o emprego na Europa, pois representa quase 2% do PIB e 1,8 milhões de empregos na União Europeia e gera, directa ou indirectamente, receitas públicas num montante de 220 mil milhões de ecus, equivalente ao seu volume de negócios total (230 mil milhões de ecus),

B. Considerando que o crescimento de 6,5% de registos automóveis em 1996, embora mais elevado do que as previsões iniciais, é bastante inferior aos níveis observados nos finais dos anos 80 e no início dos anos 90,

C. Considerando que a indústria automóvel europeia ainda enfrenta o duplo desafio de desenvolver produtos de elevada qualidade - menos poluentes, mais seguros, mais eficientes e fiáveis do que no passado - e de garantir a permanente modernização da indústria de modo a aumentar os níveis de produtividade e a competitividade internacional,

D. Considerando que esta competitividade é, todavia, entravada pelos elevados custos de produção - nomeadamente em termos de transportes, energia e telecomunicações -, em comparação com outras regiões do mundo,

E. Considerando a importância da indústria automóvel nas deslocalizações intracomunitárias e os impactos regionais e socioeconómicos a elas inerentes, principalmente sobre o emprego;

F. Considerando que a indústria automóvel e a indústria dos componentes a ela ligada, em colaboração com a Comissão e os Estados-membros, têm de continuar a aumentar o investimento na investigação e no desenvolvimento tecnológico, bem como os esforços para desenvolver o "carro do futuro",

G. Considerando que o permanente declínio do emprego na indústria automóvel e nas indústrias conexas exige um vigoroso empenhamento no aumento do investimento na educação e formação profissional da mão-de-obra,

(25)

H. Preocupado com as missões limitadas do Grupo de Trabalho da Comissão "Automóvel do Futuro", face à diversidade dos investimentos necessários e aos desafios em matéria de I+D que a indústria automóvel enfrenta e ao papel crucial deste grupo de trabalho no sentido de manter a competitividade da indústria e de constituir uma plataforma de colaboração e de solidariedade no sector industrial,

1. Exorta a Comissão a definir uma estratégia específica para a indústria automóvel europeia, que comporte, nomeadamente, as seguintes medidas:

a) Alargamento do âmbito de acção do Grupo de Trabalho Automóvel do Futuro", que deve ultrapassar o seu actual papel subalterno de coordenação e assumir uma função estratégica de reflexão sobre soluções para os problemas da competitividade industrial e das tecnologias ecológicas e seguras;

b) Garantia de que o Grupo de Trabalho irá explorar integralmente todas as possibilidades oferecidas pelas tecnologias para a redução das emissões a curto e médio prazo, como os motores de combustão pobre, os motores a gasolina de injecção directa e os veículos híbridos, bem como as tecnologias de controlo de emissões, que oferecem um grande potencial de aumento da economia de combustíveis e de redução das emissões poluentes e também alternativas tecnológicas ao motor de combustão que sejam economicamente viáveis, de forma não só a combater os danos ambientais provocados pelo CO2, mas também como forma de diminuir a dependência energética europeia do petróleo;

c) Garantia do adequado financiamento do Grupo de Trabalho e, em particular, a sua inclusão nas "acções estratégicas" do Quinto Programa-Quadro de Investigação e Desenvolvimento;

d) Criação de um painel de alto nível, composto por destacados representantes da indústria automóvel e da indústria dos componentes, dos sindicatos e dos grupos de utilizadores, que poderão emitir pareceres sobre a estratégia global da Comissão para o sector automóvel e, em particular, colaborar na coordenação e no estabelecimento das prioridades das iniciativas legislativas relevantes, incluindo também a futura revisão da implementação e da eficácia da isenção por categoria aplicável aos acordos de distribuição e de manutenção;

2. Verifica que as melhores tecnologias são de pouca utilidade enquanto não se assistir à sua aplicação na sociedade em larga escala, exortando por conseguinte a Comissão a propor um quadro político claro e global destinado a promover a dinamização do mercado de veículos automóveis de combustão limpa;

3. Apela à Comissão para que baseie a sua acção nas sólidas perspectivas abertas pela Mesa Redonda UE-EUA sobre a indústria automóvel, que se realizou em Washington em Abril de 1996, encorajando novos esforços de harmonização das normas relativas ao ambiente e à segurança dos veículos a níveis compatíveis com o artigo 100º-A do Tratado CE, nomeadamente:

a) apoiando uma nova revisão do Acordo de 1958 da Comissão Económica para a Europa das Nações Unidas sobre as normas dos veículos a motor, no sentido de garantir que este acordo se torne um fórum global, no qual sejam adoptadas bases elevadas em matéria de segurança do consumidor e de protecção do ambiente;

b) garantindo que qualquer nova proposta de harmonização das normas internacionais para veículos a motor relativas à segurança e ao ambiente, em estudo pelo Grupo de Trabalho 29 da CEE-UN e respectivos grupos de peritos, seja levada ao conhecimento do Parlamento Europeu e que este seja consultado pela Comissão e pelo Conselho antes de ser tomada qualquer decisão pelos comités criados pelo Conselho nos termos do artigo 113º do Tratado CE e antes de qualquer dessas propostas ser apresentada como proposta de directiva ou alteração técnica no âmbito do processo de adaptação à evolução técnica;

(26)

4. Exorta a Comissão a promover a definição de uma política global para a indústria automóvel no âmbito da revisão do acordo da CEENU, que tenha em consideração o impacto na competitividade da indústria europeia nos mercados mundiais, recorrendo, se necessário, a análises de eficiência de custos;

5. Insta a Comissão a fomentar o investimento e uma elevada concorrência em todos os mercados internacionais do automóvel, nomeadamente:

a) continuando a aplicar integralmente o acordo de Junho de 1995 sobre o sector automóvel, assinado com o Japão, a fim de garantir condições comerciais equitativas e estáveis durante a transição para a progressiva abertura do mercado automóvel da União Europeia;

b) continuando a facilitar o acesso ao mercado e as oportunidades de investimento em mercados terceiros aos fabricantes de automóveis e de componentes, especialmente nos novos mercados do Sudeste asiático, da América Latina e, principalmente, da Coreia do Sul e do Japão;

c) continuando a apoiar a modernização e a reestruturação das indústrias dos países da Europa Central e Oriental e, durante a fase de pré-adesão, a rápida adaptação da legislação destes países aos requisitos impostos pelo mercado interno e, nomeadamente, aos requisitos técnicos do sistema europeu de recepção de veículos;

6. Mostra-se preocupado com o problema das deslocalizações, como podemos observar pelos casos da Renault; reafirma a importância de implantar mecanismos de controle das deslocalizações intracomunitárias;

7. Reafirma a importância dos Fundos Estruturais, particularmente na criação de infra-estruturas de base e no fomento da formação profissional, no sentido de uma maior produtividade e da redução dos custos de transporte ao nível comunitário;

8. Solicita à Comissão que aumente os incentivos ao investimento na educação e na formação profissional nas indústrias automóvel e de componentes e que utilize com maior frequência os recursos financeiros da Comunidade previstos nos programas de formação profissional Adapt, Sócrates e Leonardo Da Vinci, com a finalidade de apoiar projectos inovadores de formação profissional em grandes empresas e PME, designadamente através de uma maior participação dos parceiros sociais na concepção e execução dos programas de formação profissional financiados pela UE e do apoio à rede criada pelas associações da indústria automóvel ACEA e CLEPA;

9. Exorta os empregadores ao pleno respeito pelos direitos de consulta e de informação que assistem aos trabalhadores antes da adopção de toda e qualquer decisão definitiva que afecte o futuro da empresa ou partes da mesma, de molde a evitar despedimentos colectivos e a propiciar aos representantes dos trabalhadores a oportunidade de elaborarem propostas alternativas nos planos social e do emprego;

10. Está convicto de que toda e qualquer estratégia para a indústria automóvel deverá dar maior ênfase à questão do desenvolvimento na Europa de um sistema de transportes e de mobilidade sustentável do ponto de vista ambiental;

11. Está persuadido de que, a partir do momento em que a Comissão apoie projectos de investigação no âmbito do Quarto Programa-Quadro de Investigação e Desenvolvimento e do Grupo de Trabalho "Automóvel do Futuro", deve ser conferida prioridade aos seguintes aspectos:

- Novas tecnologias no domínio das emissões e do consumo de combustível, - Electrónica automóvel,

- Melhoria da segurança dos veículos, incluindo a melhoria da segurança dos ocupantes, dos peões e dos ciclistas,

- Veículos eléctricos e híbridos,

(27)

( )2 JO C 183 de 17.7.1995, p. 30.

( )3 JO L 145 de 29.6.1995, p. 25.

- Estruturas e materiais leves,

- Optimização das técnicas de fabrico, - Reciclagem de veículos usados,

- Telemática, devendo ter-se em conta a resolução do Parlamento Europeu de 29 de Junho de 1995 sobre a Comunicação da Comissão ao Conselho e ao Parlamento Europeu relativa às aplicações telemáticas para os transportes na Europa ( ) ;2

12. Exorta a Comissão a ter em consideração os elevados custos externos do tráfego rodoviário, referidos no Livro Verde da Comissão "Para uma formação correcta e eficiente dos preços dos transportes" -, bem como as repercussões daí derivadas a longo prazo para a estrutura e o sector tecnológico da indústria automóvel;

13. Exorta a Comissão a continuar a controlar a aplicação do Regulamento (CE) nº 1475, relativo à aplicação do nº 3 do artigo 85º do Tratado CE a certas categorias de acordos de distribuição e de serviço de venda e pós-venda de veículos automóveis ( ), referente à distribuição selectiva3 e exclusiva de veículos automóveis, em particular a aplicação e eficácia do seu artigo 6º, de forma a garantir que todas as partes interessadas tenham acesso a todas as informações sobre diagnóstico e reparação, incluindo, nomeadamente, a informação relativa aos códigos de avaria dos sistemas de diagnóstico a bordo, de modo a que a informação técnica não seja indevidamente retida em detrimento dos reparadores independentes, fabricantes de peças e consumidores; lamenta que o Regulamento CE nº 1475/95 ainda não tenha sido implementado e que a sua letra e o seu espírito tenham sido interpretados abusivamente por parte dos fabricantes e importadores de automóveis, em detrimento dos concessionários e dos consumidores; exorta a Comissão a pôr termo a tal prática;

14. Insta a Comissão a apoiar uma grande campanha de informação pública a nível europeu destinada a alertar os pais para os riscos de utilizarem sistemas de segurança para as crianças nos bancos dianteiros dos carros equipados com airbags laterais para o passageiro e solicita à Comissão que estude o desenvolvimento de airbags "inteligentes", capazes de ajustar os níveis de aceleração às necessidades de cada condutor;

15. Exorta a Comissão à apresentação de uma proposta de consolidação num único texto das actuais 56 directivas existentes em matéria de produção automóvel;

16. Encarrega o seu Presidente de transmitir o presente parecer ao Conselho e à Comissão.

(28)

( )1 JO C 166 de 10.6.1996, p. 2.

b) A4-0040/97

Resolução sobre a Comunicação da Comissão relativa a uma política de competitividade industrial para a indústria química europeia: um exemplo (COM(96)0187 - C4-0273/96)

O Parlamento Europeu,

- Tendo em conta o nº 1 do artigo 130º do Tratado CE que estabelece que a Comunidade e os Estados-membros zelarão por que sejam asseguradas as condições necessárias ao desenvolvimento da capacidade concorrencial da indústria da Comunidade,

- Tendo em conta o artigo 130º-F do Tratado CE que prevê o reforço das bases científicas e tecnológicas da indústria comunitária e o fomento da sua capacidade concorrencial internacional,

- Tendo em conta o artigo 130º-R do Tratado CE que prevê a preservação, a protecção e a melhoria da qualidade do ambiente, a utilização prudente e racional dos recursos naturais e a promoção, no plano internacional, de medidas destinadas a enfrentar os problemas regionais ou mundiais do ambiente,

- Tendo em conta o artigo 130º-U do Tratado CE que requer uma participação activa na luta contra a pobreza nos países em vias de desenvolvimento,

- Tendo em conta a comunicação da Comissão sobre "uma política de competitividade industrial para a indústria química europeia: um exemplo" (COM(96)0187 - C4-0273/96) ( ),1

- Tendo em conta as conclusões da audição realizada em 2 de Outubro de 1996 pela Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários e da Política Industrial,

- Tendo em conta o relatório da Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários e da Política Industrial e os pareceres da Comissão da Investigação, do Desenvolvimento Tecnológico e da Energia, assim como da Comissão do Meio Ambiente, da Saúde Pública e da Defesa do Consumidor (A4-0040/97),

A. Considerando que a indústria química europeia enfrenta transformações estruturais impostas pela globalização dos mercados,

B. Considerando que a indústria química da UE constitui um dos sectores dominantes da economia que regista a mais elevada participação nas exportações,

C. Considerando que a indústria química, enquanto indústria de base, contribui de forma substancial para o desenvolvimento económico a nível europeu e mundial,

D. Considerando que a indústria química e os sectores dela dependentes constituem importantes fornecedores de postos de trabalho na Europa de elevada qualificação,

E. Considerando que a indústria química pode prestar um contributo essencial para um desenvolvimento sustentável e respeitador do ambiente,

F. Considerando que a principal missão que incumbe aos Estados-membros e à União Europeia consiste em assegurar um quadro credível e em garantir uma concorrência leal, assim como em salvaguardar os níveis de emprego no sector em questão e a protecção do ambiente,

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G. Considerando que cabe antes de tudo à própria indústria química superar os problemas ligados à sua reestruturação e melhorar a sua competitividade,

H. Considerando que a indústria química, apesar de todos os desafios colocados pela globalização e pela deslocalização do mercado, continuará também no futuro a ser um dos principais sectores industriais na Europa,

I. Considerando que a indústria química representa não só o segundo maior ramo industrial da UE, mas também uma das indústrias que regista o desenvolvimento mais rápido, com lucros extraordinários, uma forte actividade exportadora e com um excedente comercial,

J. Considerando todavia que, apesar de uma taxa e crescimento anual de 3% registada neste sector na última década (1985-1994), as perdas de emprego registadas no mesmo período foram consideráveis (mais de 130.000 desempregados), prevendo-se que o emprego neste sector (actualmente com cerca de 1,6 milhões de postos de trabalho) continue a decair no futuro, K. Considerando que os produtos exportados até ao presente pela indústria química europeia estão

a ser substituídos, cada vez mais, pela produção local nos países compradores,

L. Considerando que o anterior avanço tecnológico da indústria química europeia baixou em relação a outras regiões,

M. Considerando que, para garantir a sua competitividade, a indústria química é forçada a continuar a aumentar a sua produtividade,

N. Considerando que uma moeda comum estável irá reduzir a dependência da indústria das flutuações do dólar,

O. Considerando que a indústria química, enquanto indústria de base, pode e deverá proporcionar um contributo de relevo para um desenvolvimento mundial sustentável e orientado para o futuro,

P. Considerando que uma concorrência intensiva no contexto da economia de mercado e animada por objectivos ecológicos proporciona melhores resultados para o Homem e para o ambiente do que o dirigismo e a economia planificada,

Q. Considerando que a indústria química e os sindicatos estão dispostos a colaborar de forma construtiva com a Comissão e o Parlamento,

1. Assinala que a Comissão, com a sua Comunicação relativa à indústria química, apresentou um quadro de acção útil para a implementação de um programa europeu de medidas tendentes a melhorar a competitividade;

2. Assinala todavia que o reforço da competitividade da indústria química não constitui um objectivo político em si, decorrendo a sua legitimidade apenas do seu potencial para alcançar uma maior qualidade de vida para a nossa geração e para as gerações vindouras;

3. Realça a necessidade de melhorar a coordenação entre a política industrial e outros instrumentos políticos, designadamente a política da concorrência, a política do mercado interno e a política comercial; insta a Comissão a apresentar ao Parlamento Europeu e ao Conselho um relatório anual sobre a coordenação destas áreas políticas;

4. Considera que a implementação das várias medidas propostas não só requer uma estreita concertação com a indústria, mas também com os representantes dos trabalhadores, com os consumidores e com as ONG que actuam no sector da protecção do ambiente;

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