VIGÊNCIA: MAIO DE 2017 à MAIO DE 2018.
Empresa: PALMIRA DE FIGUEIREDO LOIO - EPP
Responsável Técnico:
REGINALDO BESERRA ALVES Engº Segurança no Trabalho CREA 5907-D/ PB
PALMIRA DE FIGUEIREDO LOIO - EPP
RUA HENRIQUE MARTINS,585 -ESQUINA C/ GETULIO VARGAS Bairro: CENTRO
Telefone: 3622-1021
Cidade: MANAUS UF: AM
Responsável legal pela empresa:
Nicelane Reis Lima
Período: 05/2017 Até 05/2018
Responsável Técnico
ENGº DE SEG. DO TRABALHO - REGINALDO BESERRA ALVES CREA: 5907-D / PB
Sumário
CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA ... 4
01.0-INTRODUÇÃO... 5
02.0-OBJETIVO ... 5
03.0-CONSTITUIÇÃO DA CIPA ... 5
04.0-CONSTITUIÇÃO DO SESMT ... 5
05.0-CONCEITOS BÁSICOS ... 6
06.0-ESTRUTURA DO PROGRAMA ... 7
06.1-Planejamento Anual ... 7
06.2-Estratégias e Metodologia de Ação ... 7
06.3-Registro e Informes Legais ... 7
07.0-DESENVOLVIMENTO DO PPRA ... 7
07.1-Antecipação dos Riscos – Avaliação Qualitativa ... 7
07.2-Reconhecimento dos Riscos Ambientais – Avaliação Qualitativa ... 7
07.3-Avaliação Quantitativa dos Riscos... 8
08.0-RECURSOS NECESSÁRIOS... 8
08.1-Recursos Humanos ... 8
08.2-Recursos Materiais ... 9
08.2.1-Níveis de Iluminação... 9
08.2.2-Níveis de Pressão Sonora ... 9
08.2.3-Níveis de Exposição ao Calor ... 10
08.3-Agentes Químicos ... 12
08.4-Agentes Biológicos ... 12
08.5-Físico - Umidade ... 12
08.6-Físico - Frio ... 12
08.7-Físico - Radiações Ionizantes ... 13
08.8-Físico - Radiações Não Ionizantes ... 13
08.9-Físico - Vibrações ... 13
09.0-DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES DO PPRA ... 13
09.1-ESTABELECIMENTO DE PRIORIDADES E METAS DA AVALIAÇÃO E CONTROLE ... 14
09.2-AVALIAÇÃO DOS RISCOS E DA EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES ... 14
09.2.1-Estrutura do PPRA ... 14
09.2.2-Número de Avaliações ... 14
10.0-MEDIDAS DE CONTROLE ... 14
10.1.1-Medidas de Proteção Coletiva ... 15
10.1.2-Utilização de EPI ... 15
11.0-MONITORAMENTO ... 16
12.0-REGISTRO E DIVULGAÇÃO DOS DADOS ... 16
13.0-ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES ... 16
13.1-São Responsabilidades da Direção da Empresa ... 16
13.2-São Responsabilidades dos Funcionários: ... 16
14.0-DISPOSIÇÕES FINAIS ... 17
ANEXO A - Relacionamento Setor x Função x Posto de Trabalho ... 19
ANEXO B – Reconhecimento de Risco ... 20
ANEXO C – Avaliações Quantitativas e Qualitativas de Riscos ... 21
ANEXO D – Tabela de Equipamento de Proteção Individual – EPI ... 22
ANEXO E – Tabela de Equipamentos de Proteção Coletiva – EPC ... 23
ANEXO F – Cronograma de Ações ... 24
ANEXO G – Certificados de Calibração ... 25
RESPONSABILIDADE TÉCNICA ... 28
CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA
IDENTIFICAÇÃO:
Empresa: PALMIRA DE FIGUEIREDO LOIO - EPP
CNPJ/CEI: 04.403.697/0001-00
Atividade Empresa: Lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares.
Grau Risco: 2
CNAE: 56.11-2
Endereço: RUA HENRIQUE MARTINS
Bairro: CENTRO
Cidade: MANAUS UF: AM
Telefone: (92) 3622-1021
Email / Site: [email protected]
Nº TOTAL DE FUNCIONÁRIOS Homens Maiores: 1
Homens Menores: 0 Mulheres Maiores: 3 Mulheres Menores: 0
TOTAL: 4
PERÍODOS DE TRABALHO 10:00h às 16:00h (1º Turno) 17:00h às 23:00h (2º Turno)
01.0-INTRODUÇÃO
O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da Empresa no campo de preservação da saúde e da integridade física dos trabalhadores, devendo estar articulado com as demais Normas de Segurança e Medicina do Trabalho, em particular com o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO.
Este programa foi elaborado de acordo com as diretrizes da Norma Regulamentadora - NR 09, Portaria - 3214 de 08/06/1978 do MTE.
02.0-OBJETIVO
Garantir um ambiente de trabalho saudável e seguro para seus colaboradores, fornecendo parâmetros legais e técnicos considerando a preservação da saúde e da integridade física dos trabalhadores através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho.
Promover a melhoria permanente dos ambientes de trabalho, visando criar condições favoráveis ao desempenho das atividades profissionais, pavimentando o caminho para atingir a excelência em qualidade e produtividade.
Difundir a mentalidade prevencionista entre todos os níveis hierárquicos da empresa, gerando o comprometimento das pessoas envolvidas, com a aplicação, manutenção e melhoria das medidas de controle dos agentes ambientais.
Em consonância, o PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – deverá estar baseado nas informações contidas no PPRA, ou seja, o reconhecimento e avaliação dos riscos que servirão de base para a reavaliação e implantação de novas ações no PCMSO.
03.0-CONSTITUIÇÃO DA CIPA
De acordo com o “Quadro I” da NR – 05, que vem tratar do dimensionamento da CIPA, feito de acordo com a quantidade de funcionários e CNAE, concluiu-se que, a empresa não tem a obrigatoriedade de constituir a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). Porém a empresa designará um responsável pelo cumprimento dos objetivos desta NR.
04.0-CONSTITUIÇÃO DO SESMT
De acordo com o “Quadro II” da NR – 04, que vem tratar do dimensionamento do SESMT,
feito de acordo com a quantidade de funcionários, e grau de risco, concluiu-se que, a empresa não tem a obrigatoriedade de constituir o SESMT (Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho).
05.0-CONCEITOS BÁSICOS
Para melhor compreensão do conteúdo do PPRA, estão definidos, a seguir, alguns conceitos básicos:
Agentes Físicos:
Diversas formas de energias a que possam estar expostos os trabalhadores, tais como:
ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações não ionizantes, radiações ionizantes, infrassom e ultrassom.
Agentes Químicos:
Substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeira, fumos, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão.
Agentes Biológicos:
Bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, entre outros.
Risco de Acidente:
É a situação imprevista indesejável, instantânea ou não relacionada no exercício do trabalho que provoca lesão pessoal ou de que decorre risco próximo ou remoto desta lesão.
Risco Ergonômico:
É o esforço físico, levantamento de peso, postura inadequada, controle rígido de produtividade, situação de estresse, trabalhos em período noturno, jornada de trabalho prolongada, monotonia e repetitividade, imposição de rotina intensa.
Risco Potencial:
Probabilidade de ocorrência de algum evento indesejado, no caso, dano à saúde.
Não há evidência concreta de que o problema esteja ocorrendo.
Risco Evidente:
Apesar de ainda não ter sido realizada avaliação quantitativa, há fortes indícios e evidências de que o dano esteja ocorrendo.
06.0-ESTRUTURA DO PROGRAMA
A Estrutura do PPRA é mostrada a seguir:
06.1-Planejamento Anual
O planejamento anual das atividades do PPRA será executado conforme planilha apresentada no Anexo F.
06.2-Estratégias e Metodologia de Ação
Para a implantação e desenvolvimento do PPRA serão adotadas as seguintes atividades:
· Conhecimento das atividades desenvolvidas e processos de trabalho.
· Definição de Estratégia de amostragem e metodologia a ser aplicada para avaliação de cada um dos agentes identificados.
· A implementação do PPRA deverá ser acompanhada de divulgação e disposição de informações.
06.3-Registro e Informes Legais
Avaliações, qualitativas e quantitativas, realizadas no período de vigência do PPRA serão devidamente registradas no anexo B e C respectivamente.
07.0-DESENVOLVIMENTO DO PPRA
07.1-Antecipação dos Riscos – Avaliação Qualitativa
Todos os projetos de novas instalações, métodos ou processos de trabalho, ou de modificações nos processos já existentes, deverão ser analisados conjuntamente pelas áreas envolvidas e pelo SESMT – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, visando identificar os riscos potenciais e introduzir medidas de proteção para a sua redução ou eliminação.
07.2-Reconhecimento dos Riscos Ambientais – Avaliação Qualitativa
Com a finalidade de identificar riscos potenciais a saúde, torna-se necessário seguir as seguintes etapas para o reconhecimento dos riscos ambientais:
a) Identificação dos riscos;
b) Determinação e localização das possíveis fontes geradoras;
c) Identificação das possíveis trajetórias e dos meios de propagação dos agentes no ambiente de trabalho;
d) Identificação das funções e determinação do número de trabalhadores expostos;
e) Caracterização das atividades e o tipo de exposição;
f) Obtenção de dados existentes na empresa, indicativos de possível comprometimento da saúde decorrente do trabalho;
g) Determinar os possíveis danos à saúde relacionados aos riscos identificados disponíveis na literatura técnica;
h) Descrição das medidas de controle existentes.
O Resultado da Antecipação e Reconhecimento dos Riscos - Avaliação Qualitativa estão apresentadas no Anexo B e C.
07.3-Avaliação Quantitativa dos Riscos
A avaliação quantitativa será realizada sempre que necessária para:
a) Comprovar o controle de exposição ou a inexistência dos riscos identificados na etapa de reconhecimento.
b) Dimensionar a exposição dos trabalhadores.
c) Subsidiar o equacionamento das medidas de controle.
O Resultado da Avaliação Quantitativa dos Riscos Ambientais está apresentado no Anexo C.
08.0-RECURSOS NECESSÁRIOS
08.1-Recursos Humanos
Recursos Humanos Atividades Previstas
· Definição de diretrizes que irão nortear o programa;
· Análise e aprovação preliminar do programa e suas consequentes necessidades de revisão e ajustes,
promovendo encaminhamento do mesmo para aprovação definitiva em nível da gerência;
Responsabilidade de Desenvolver as Atividades de Saúde
e Segurança do Trabalho
· Decisões de natureza especial que, por força da avaliação ou do desenvolvimento do programa, imponham decisão em caráter mais imediato;
· Coordenação das atividades;
· Verificação da aplicação correta das metodologias e estratégias de amostragem;
· Comunicação entre os diversos setores da empresa, contato com fornecedores de equipamentos e acessórios;
· Contato com consultores externos e laboratórios.
Consultoria Especializada
· Avaliações dos diversos agentes de risco;
· Orientações de caráter geral;
· Definição de metodologias, análise de casos, treinamentos e demais atividades em apoio ao programa.
08.2-Recursos Materiais
08.2.1-Níveis de Iluminação
As medições dos níveis de iluminância executadas no campo de trabalho onde se realiza a tarefa visual, conforme luminotécnica.
Os níveis de iluminância avaliados nos locais de trabalho durante suas atividades normais e habituais. Usando como critério de interpretação a comparação dos valores obtidos nos locais de trabalho, com os níveis mínimos exigidos de iluminância em lux recomendados por tipo de atividade realizada, de acordo com o item 17.5.3.3. da NR-17 -”ERGONOMIA”, onde os níveis são estabelecidos na NBR ISO/ CIE 8995-1:2013, norma brasileira registrada no INMETRO.
Na realização das avaliações dos níveis de Iluminamento utilizado o seguinte instrumento:
INSTRUMENTO MODELO/MARCA
LUXÍMETRO DIGITAL MLM 1020 / MINIPA
(*) - Instrumento calibrado com Padrão - Luxímetro Padrão EC 055 com certificado de número 01143-17, conforme Certificado de Calibração Anexo G.
08.2.2-Níveis de Pressão Sonora
Os níveis de ruído CONTÍNUO ou INTERMITENTE são medidos em decibéis - dB com o
instrumento de medição devidamente calibrado, operando no circuito de compensação “A” e circuito de resposta lenta (SLOW). As leituras foram efetuadas próximas ao ouvido do trabalhador.
Usado como critério de interpretação a comparação dos níveis de pressão sonora, obtidos nos locais de trabalho, com os níveis máximos estabelecidos pela Legislação Brasileira (anexo nº 1 da NR-15 da Portaria 3214/78 do MTB.), em função do tempo de exposição.
A Legislação Brasileira considera como prejudiciais à saúde as atividades que implicam em exposições a níveis de ruído acima dos Limites de Tolerância fixados nos anexos nº 1 e nº 2 da NR-15 da Portaria 3214/78 do MTB de 08.06.1978.
Na realização das avaliações de ruído foi utilizado o seguinte instrumento:
INSTRUMENTO MODELO/MARCA
DECIBELÍMETRO DIGITAL * DEC - 460 / INSTRUTHERM
(*) - Instrumento calibrado com Padrão – Calibrador de Nível Sonoro EC 031 com certificado de número 01127-17, conforme Certificado de Calibração Anexo G.
08.2.3-Níveis de Exposição ao Calor
A exposição ao calor deve ser avaliada através do "Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo" – IBUTG.
Os aparelhos a serem utilizados nesta avaliação são: termômetro de bulbo úmido natural, termômetro de globo e termômetro de mercúrio comum.
As medições devem ser efetuadas no local onde permanece o trabalhador, à altura da região do corpo mais atingida.
Na realização das avaliações de calor foi utilizado o seguinte instrumento
INSTRUMENTO MODELO/MARCA
TERMÔMETRO DE GLOBO DIGITAL* ITWTG – 2000 / INSTRUTEMP
(*) - Instrumento calibrado com Padrão – EC 047 com certificado de número 01112-17, conforme Certificado de Calibração Anexo G.
Limites de tolerância para exposição ao calor, em regime de trabalho intermitente com períodos de descanso no próprio local de prestação de serviço.
Em função do índice obtido, o regime de trabalho intermitente será definido no Anexo 03
Quadro n º 1, da NR – 15. Ver Quadro:
Regime de trabalho Intermitente com descanso no próprio local de trabalho
(por hora)
TIPO DE ATIVIDADE
LEVE MODERADA PESADA
Trabalho contínuo Até 30,0 C Até 26,7 C Até 25,0 C 45 minutos trabalho, 15 minutos
descanso 30,1 a 30,6 C 26,8 a 28,0 C 25,1 a 25,9 C 30 minutos trabalho, 30 minutos
descanso 30,7 a 31,4 C 28,1 a 29,4 C 26,0 a 27,9 C 15 minutos trabalho, 45 minutos
descanso 31,5 a 32,2 C 29,5 a 31,1 C 28,0 a 30,0 C Não é permitido o trabalho sem a
adoção de medidas adequadas de controle
Acima de 32,2
C Acima de 31,1 C Acima de 30,0 C
Os períodos de descanso serão considerados tempo de serviço para todos os efeitos legais.
A determinação do tipo de atividade (leve, moderada ou pesada) é feita consultando-se o Anexo 03, Quadro 03, da NR – 15. Ver Quadro
TIPO DE ATIVIDADE Kcal/h
SENTADO EM REPOUSO 100
TRABALHO LEVE
Sentado, movimentos moderados com braços e tronco (ex.:
datilografia). 125
Sentado, movimentos moderados com braços e pernas (ex.: dirigir). 150 De pé, trabalho leve, em máquina ou bancada, principalmente com os
braços. 150
TRABALHO MODERADO
Sentado, movimentos vigorosos com braços e pernas. 180 De pé, trabalho leve em máquina ou bancada, com alguma
movimentação. 175 De pé, trabalho moderado em máquina ou bancada, com alguma
movimentação. 220
Em movimento, trabalho moderado de levantar ou empurrar. 300 TRABALHO PESADO
Trabalho intermitente de levantar, empurrar ou arrastar pesos (ex.:
remoção com pá). 440
Trabalho fatigante 550
Limites de Tolerância para exposição ao calor, em regime de trabalho intermitente com período de descanso em outro local (local de descanso). Para os fins deste item, considera-se como local de descanso ambiente termicamente mais ameno, com o trabalhador em repouso ou exercendo atividade leve.
08.3-Agentes Químicos
Para efeito de esclarecimento, neste risco foram realizadas avaliações qualitativas.
Reconhecimento e inspeção realizada no local de trabalho de acordo com os parâmetros da NR-15 da Portaria 3214/78 do MTB.
08.4-Agentes Biológicos
Para efeito de esclarecimento, neste risco foram realizadas avaliações qualitativas.
Reconhecimento e inspeção realizados no local de trabalho (avaliação qualitativa) de acordo com o anexo 14 da NR-15 da Portaria 3214/78 do MTB, e conforme recomendações da ACGIH e o bom senso.
08.5-Físico - Umidade
Para efeito de esclarecimento, neste risco foram realizadas avaliações qualitativas.
Reconhecimento e inspeção realizados no local de trabalho de acordo com o anexo 10 da NR-15 da Portaria 3214/78 do MTB.
08.6-Físico - Frio
Reconhecimento e inspeção realizados no local de trabalho de acordo com o anexo 09 da NR-15 da Portaria 3214/78 do MTB.
08.7-Físico - Radiações Ionizantes
Para efeito de esclarecimento, neste risco foram realizadas avaliações qualitativas.
Reconhecimento e inspeção realizados no local de trabalho de acordo com as normas do CNEN 1988.
08.8-Físico - Radiações Não Ionizantes
Para efeito de esclarecimento, neste risco foram realizadas avaliações qualitativas.
Reconhecimento e inspeção realizados no local de trabalho de acordo com as recomendações da ACGIH.
08.9-Físico - Vibrações
Para efeito de esclarecimento, neste risco foram realizadas avaliações qualitativas.
Reconhecimento e inspeção realizados no local de trabalho de acordo com as recomendações da ACGIH.
09.0-DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES DO PPRA
O PPRA, após as etapas de antecipação e avaliação dos riscos, deverá ter inclusos os seguintes itens:
a) Implantação de medidas de controle e avaliação da sua eficácia.
b) Monitoramento da exposição aos riscos.
c) Registro e divulgação dos dados.
09.1-ESTABELECIMENTO DE PRIORIDADES E METAS DA AVALIAÇÃO E CONTROLE
As prioridades serão definidas com base nos efeitos tóxicos / danosos dos agentes de risco, na frequência de exposição e na quantidade de trabalhadores expostos, conforme quantitativos e qualitativos.
09.2-AVALIAÇÃO DOS RISCOS E DA EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES
Para a realização das avaliações quantitativas serão utilizadas metodologias de reconhecimento nacional e/ou internacional.
Para a avaliação dos agentes físicos serão usadas metodologias específicas definidas pela Fundacentro (NHO) e NR-15 da Portaria 3214/78. Para os agentes químicos, devido à inexistência de metodologias nacionais, serão usadas as do NIOSH – National Institute for Occupactional Safety and Health.
09.2.1-Estrutura do PPRA
a) Planejamento anual com estabelecimento de metas, prioridades e cronograma.
09.2.2-Número de Avaliações
As amostragens STEL serão realizadas para as atividades mais críticas. O número varia de acordo com a quantidade e atividades específicas para cada agente químico.
A quantidade de avaliações TWA será definida por grupos homogêneos.
10.0-MEDIDAS DE CONTROLE
As medidas de controle serão adotadas para minimizar ou controlar os riscos ambientais sempre que forem verificadas uma ou mais das seguintes situações:
a) Identificação, na fase de antecipação, de risco potencial à saúde ou ao meio ambiente;
b) Constatação, na fase de reconhecimento, de risco evidente à saúde;
c) Quando os resultados das avaliações quantitativas da exposição dos trabalhadores excederem os valores dos limites previstos na ACGIH – American Conference of Governmnetal Industrial Hygiene, ou aqueles que venham a ser estabelecidos em negociação coletiva de trabalho, desde que mais rígidos que os anteriormente citados;
d) Quando, através do controle médico da saúde, ficar caracterizado o nexo causal entre danos observados na saúde dos trabalhadores e a situação de trabalho a que eles ficam expostos.
10.1.1-Medidas de Proteção Coletiva
O estudo, desenvolvimento e implantação de medidas de proteção coletiva deverá obedecer a seguinte hierarquia:
a) medidas que eliminam ou reduzam a utilização ou a formação de agentes prejudiciais à saúde;
b) medidas que previnam a liberação ou disseminação desses agentes no ambiente de trabalho;
c) medidas que reduzam os níveis ou a concentração desses agentes no ambiente de trabalho.
A implantação de medidas de caráter coletivo deverá ser acompanhada de treinamento dos trabalhadores quanto os procedimentos que assegurem a sua eficiência e de informação sobre as eventuais limitações de proteção que ofereçam.
Quando comprovado a inviabilidade técnica da adoção de medidas de proteção coletiva e quando estas não forem suficientes ou se fizerem presentes na fase do estudo, planejamento ou implantação, ou ainda em caráter complementar e emergencial, deverão ser adotadas as medidas, obedecendo à seguinte hierarquia.
a) Medidas de caráter administrativo e de organização de trabalho.
b) Utilização de Equipamento de Proteção Individual – EPI.
10.1.2-Utilização de EPI
A utilização do EPI deve envolver, no mínimo:
a) Seleção do EPI adequado tecnicamente ao risco a que o trabalhador está exposto conforme a atividade exercida, considerando-se a eficiência necessária para o controle da exposição e o conforto segundo avaliação do trabalhador usuário.
b) Programa de treinamento dos trabalhadores quanto a sua correta utilização e orientação sobre as limitações de proteção que o EPI oferece.
c) Estabelecimento de normas ou procedimentos para promover o fornecimento, o uso, a guarda, a higienização, a conservação, a manutenção e a reposição do EPI, visando garantir as condições de proteção originalmente estabelecidas.
d) Caracterização das funções ou atividades dos trabalhadores, com a respectiva identificação
dos EPI´s utilizados para os riscos ambientais.
11.0-MONITORAMENTO
Para o monitoramento da exposição dos trabalhadores e das medidas de controle, devem ser realizadas avaliações sistemáticas e repetitivas da exposição a um dado risco, visando à introdução ou modificação das medidas de controle sempre que necessário.
12.0-REGISTRO E DIVULGAÇÃO DOS DADOS
Deverá ser mantido um registro de dados, impresso ou digital, estruturado de forma a constituir um arquivo técnico e administrativo do desenvolvimento do PPRA.
Os dados deverão ser mantidos por um período mínimo de 20 anos, a contar da emissão, que estará sempre disponível aos seus trabalhadores, representantes e autoridades competentes.
A divulgação dos dados poderá ser através de DDSs, cartazes, reuniões da CIPA, por ocasião da SIPAT e quadros de avisos.
13.0-ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES
13.1-São Responsabilidades da Direção da Empresa
· Assegurar o cumprimento do PPRA como atividade permanente.
· Desenvolvimento do PPRA.
· Garantir a elaboração e efetiva implementação do PPRA, bem como zelar pela sua eficiência.
· Custear, sem ônus para os funcionários, todos os procedimentos relacionados no programa – PPRA.
· Verificar, assinar e pôr em prática o PPRA elaborado.
13.2-São Responsabilidades dos Funcionários:
· Colaborar e participar na implementação e execução do PPRA.
· Seguir as normas de Segurança e Saúde no Trabalho, bem como as determinações sobre prevenção de acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais.
· Usar nos casos indicados no PPRA os Equipamentos de Proteção Individual – EPI’s, que
· Seguir as orientações recebidas nos treinamentos oferecidos dentro do PPRA.
· Informar ao seu superior hierárquico direto, ocorrências que a seu julgamento possam implicar em riscos à sua saúde e/ou integridade física.
· Colaborar com o empregador na aplicação das demais Normas Regulamentadoras – NR´s.
· Submeter-se às regras de disciplina da empresa.
14.0-DISPOSIÇÕES FINAIS
Declaramos que fica sob nossa responsabilidade somente a elaboração desse documento, sendo que a implantação e implementação das medidas contidas no cronograma de melhorias e planejamento anual (anexado a este) é de inteira responsabilidade do empregador.
Elaborado por:
______________________________________
Christiany da Silva Costa Téc. de Segurança do Trabalho
SRTE/AM 13.255
Reginaldo B. Alves Engº. de Segurança do Trabalho
CREA/PB 5907-D
no Cronograma de Melhorias, assim como implantar e programar ações necessárias para melhoria da qualidade de vida do trabalhador.
Nicelane Reis Lima
RESPONSÁVEL PELA EMPRESA
ANEXO A - Relação Setor x Função x Posto de Trabalho
SETOR: VENDAS
BALCONISTA LOJA OPERADOR (A) DE CAIXA
LOJA
ANEXO B - MONITORAMENTO DE RISCOS AMBIENTAIS
Setor: VENDAS Função: BALCONISTA
Posto de Trabalho Risco de
Acidente Risco Biológico Risco
Ergonômico Risco Físico Risco Químico
LOJA N/A VÍRUS, FUNGOS,
BACTÉRIAS E PROTOZOÁRIOS
MAPEAMENTO
ERGÔNOMICO N/A N/A
Setor: VENDAS Função: OPERADOR (A) DE CAIXA
Posto de Trabalho Risco de
Acidente Risco Biológico Risco
Ergonômico Risco Físico Risco Químico
LOJA N/A VÍRUS, FUNGOS,
BACTÉRIAS E PROTOZOÁRIOS
MAPEAMENTO
ERGÔNOMICO N/A N/A
ANEXO C - Avaliações Quantitativas e Qualitativas de Riscos
SETOR: VENDAS
Função: BALCONISTA (03 colaboradores)
Descrição Atividades:
Vendem mercadorias em estabelecimentos do comércio varejista ou atacadista, auxiliando os clientes na escolha.
Registram entrada e saída de mercadorias. Promovem a venda de mercadorias, demonstrando seu funcionamento, oferecendo-as para degustação ou distribuindo amostras das mesmas. Informam sobre suas qualidades e vantagens de aquisição. Expõem mercadorias de forma atrativa, em pontos estratégicos de vendas, com etiquetas de preço.
Prestam serviços aos clientes, tais como: troca de mercadorias; abastecimento de veículos; aplicação de injeção e outros serviços correlatos. Fazem inventário de mercadorias para reposição. Elaboram relatórios de vendas, de promoções, de demonstrações e de pesquisa de preços.
Posto de Trabalho: LOJA
RISCO: BIOLÓGICOS
Tipo de Risco: VÍRUS, FUNGOS, BACTÉRIAS E PROTOZOÁRIOS Efeito: HEPATITES, HERPES, MONONUCLEOSE INFECCIOSA Intensidade |
Concentração: QUALITATIVO Exposição: PERMANENTE Qtd: 0,00
Fonte Geradora: ÁGUA CONSUMIDA
Técnica Utilizada: AVALIAÇÃO QUALITATIVA
Função: OPERADOR (A) DE CAIXA (01 colaborador)
Descrição Atividades:
Recebem valores de vendas de produtos e serviços; controlam numerários e valores; atendem o público em agência postal na recepção e entregam objetos postais; recebem contas e tributos e processam remessa e pagamento de numerários por meio postal; vendem bilhetes e ingressos em locais de diversão; processam a arrecadação de prestação de serviço nas estradas de rodagem; vendem bilhetes no transporte urbano e interurbano; fazem reserva e emissão de passagens aéreas e terrestres; prestam informações ao público, tais como itinerários, horários, preços, locais, duração de espetáculos, viagens, promoções e eventos etc.. Preenchem formulários e relatórios administrativos.
Posto de Trabalho: LOJA
RISCO: BIOLÓGICOS
Tipo de Risco: VÍRUS, FUNGOS, BACTÉRIAS E PROTOZOÁRIOS Efeito: HEPATITES, HERPES, MONONUCLEOSE INFECCIOSA Intensidade |
Concentração: QUALITATIVO Exposição: PERMANENTE Qtd: 0,00
Fonte Geradora: ÁGUA CONSUMIDA
Técnica Utilizada: AVALIAÇÃO QUALITATIVA
ANEXO D - Tabela de Equipamentos de Proteção Individual - EPI
Não existe equipamento de proteção individual.
ANEXO E - TABELA DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC
SETOR: VENDAS EPC
CONDICIONADOR DE AR SITUAÇÃO: EXISTENTE É EFICAZ: SIM EXTINTOR DE INCÊNDIO SITUAÇÃO: EXISTENTE É EFICAZ: SIM
ANEXO F – CRONOGRAMA DE AÇÕES
METAS
MESES
2017 2018
MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR PRIORIDADES
Divulgação do PPRA.
X X X
ARenovação do PPRA
X
CTreinamento de Brigada
de Incêndio
X X X
BTreinar designados para compor a Comissão interna de Prevenção de Acidentes
X X
BPalestras sobre combate a incêndio e
procedimentos em caso de emergência
X X
BAnálise Global do PPRA
X
CCOMENTÁRIOS: Após a implementação das medidas de controle realizar avaliação para verificação da eficácia da tomada de ação. Apresentar uma pasta com todas as evidências (fotos, registro de treinamentos entre outros) que atendam a este cronograma para a realização da Análise Global do PPRA conforme estabelece a NR - 09 no sub-item (9.2.1.1).
PRIORIDADES:
A -Excedendo os limites de tolerância estabelecidos na NR-15 / Quantidade de acidentes elevada em um ano.
B- Dentro ou próximo ao nível de ação / Situações potenciais de acidentes.
C- Dentro dos limites estabelecidos / Risco de acidente controlado.
ELABORADO
REGINALDO BESERRA ALVES
POR: DATA: 30/05/2017
ANEXO G - Certificados de Calibração
Descrição do Certificado: CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO - DECIBELÍMETRO
ANEXO G - Certificados de Calibração
Descrição do Certificado: CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO - LUXÍMETRO
ANEXO G - Certificados de Calibração
Descrição do Certificado: CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO - TERMÔMETRO DE GLOBO
RESPONSABILIDADE TÉCNICA
ENGº DE SEG. DO TRABALHO - REGINALDO BESERRA ALVES CREA: 5907-D / PB
RESPONSÁVEL PELO PPRA