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ATA 27ª REUNIÃO ORDINARIA DA 1ª SESSÃO LEGISLATIVA DA CÂMARA MUNICIPAL DE CARMO DO RIO CLARO (MG)

ATA Nº 35/2005

(Dia 12 de setembro, segunda feira, às 17 horas)

Aos 12 dias do mês setembro do ano dois mil e cinco (2005), às 17 horas, nesta cidade de Carmo do Rio Claro, Estado de Minas Gerais, realizou-se a 27ª Reunião Ordi-nária da 1ªSessão Legislativa da Câmara Municipal sob a Presidência do Vereador José Joaquim Silva. O Vereador João Paulo Menna Barreto Castro Ferreira, 1º Secretário da Câmara, constatou a presença dos seguintes Senhores Vereadores: 1) Benedito Francisco da Silva, 2) Gil Dan-tas, 3) Jerson Henrique Soares, 4)João Paulo Menna Bar-reto de Castro Ferreira, 05) José Joaquim Silva, 6) Lá-zaro Augusto dos Reis, 7) Liniere Antônio de Souza, 8)Maria Aparecida Vilela, 9) Marta Aparecida de Olivei-ra. Com a presença de nove (09) Vereadores, o Sr. Presi-dente declarou aberta a Sessão, rogando a Deus. Após, o edil Liniere Antônio de Souza disse, queria que os Vere-adores fizesse um minuto de silêncio pela morte do pai do edil Jerson Henrique Soares. Passa-se à hora destina-da ao I - EXPEDIENTE: 1) Pequeno Expediente - (20 minu-tos - art. 132 RI). Expedientes oriundos do Prefeito:

01) Ofício nº 225/2005 do Executivo enviando respostas

das indicações dos Vereadores. 02) Ofício nº 230 do Exe-cutivo encaminhando Anexo IV do Projeto de Lei nº 043/2004 que “Dispõe sobre o Plano Plurianual para o pe-ríodo de 2006/2009 do Município de Carmo do Rio Claro”, contendo os Demonstrativos das Ações e Metas por unida-des em 34 (trinta e quatro) páginas para Vossa delibera-ção e dos demais edis. 03) Projeto de Lei Complementar nº 008/2005 “Dispõe sobre alteração do quantitativo de vagas do cargo de professor P1 e professor P2”. 04) Pro-jeto de Lei Complementar nº 009/20005 “Dispõe sobre al-teração de exigências mínimas para o ingresso nos cargos de “Agente Administrativo, Auxiliar de Serviços Adminis-trativos e Auxiliar de Biblioteca”. 05) Projeto de Lei Complementar nº 010/2005 “Dispõe sobre alteração nas a-tribuições de no vencimento básico do cargo de médico e dá outras providências”. 06) Projeto de Lei nº 047/2005 “Dispõe sobre abertura de crédito suplementar a dotação que menciona e dá outras providências”. Após, o Sr. Pre-sidente distribuiu o Projeto de Lei Complementar de nº 008/2005 de autoria do Executivo, para as comissões

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com-petentes dar devido parecer. Em seguida, o Sr. Presiden-te distribuiu o Projeto de Lei Complementar nº 009/2005 de autoria do Executivo, para as comissões competentes para o devido parecer. Após, o Sr. Presidente distribuiu o Projeto de Lei Complementar de nº 010/2005 de autoria do Executivo, para as comissões competentes para o devi-do parecer. Em seguida, o Sr. Presidente suspendeu a re-união por dez minutos para que o edil Lázaro Augusto dos Reis tirasse algumas duvidas referente ao Projeto de Lei n.º 047/2005 de autoria do Executivo. Após, o Sr. Presi-dente retornou os trabalhos novamente. Na ocasião. O Sr. Presidente consultou o Plenário acerca de dispensa de parecer ao Projeto de Lei n.º 047/2005 de autoria do E-xecutivo, tendo os mesmos manifestados favoráveis pela dispensa de parecer, ressalvada abstenção da edil Maria Aparecida Vilela. B)Expedientes recebidos de Diversos:

01) Ofício recebido do Conselho Tutelar enviando

relató-rio estatístico referente às atividades deste Conselho Tutelar, nos meses de julho e agosto de 2005, conforme a Lei Municipal nº 1.389/95. 02) Requerimento do Sr. Adil-son Simeão, solicitando uso da tribuna na sessão ordiná-ria do dia 12 de setembro do corrente. 03) Ofício do Sindicato dos Produtores Rurais de Carmo do Rio Claro, informando que Sr. Antônio Carlos Pereira, Dalmo Antônio Lemos e Geraldo Majela Ferreira, foram indicados por. esta entidade para representar a Comissão que está tra-tando do tema “Parque de Exposições” juntamente com re-presentante desta Egrégia Casa de Lei, para deliberar sobre assuntos junto a Prefeitura. 04) Ofício nº 105/2005 da Policia Militar de Carmo do Rio Claro, con-firmando a presença do 2º Ten PM na reunião ordinária do dia 12 de setembro do corrente. 05) Convite do Promotor de Justiça o Sr. Cristiano Cassiolato, convidando para comparecer na Promotoria de Justiça no dia 16 de setem-bro de 2005, às 14 horas para tratar de assuntos refe-rentes ao PA nº 29/2005. 06) Ofício recebido do Sr. A-dilson Semião, comunicando que não é mais preciso sua vinda nesta Casa de Lei. Em seguida o Sr. Presidente disse, a respeito do oficio do Sindicato Rural, queria que a Assessoria enviasse um convite para que eles vies-sem na próxima reunião, hoje já tem várias pessoas para fazer uso da tribuna. C) Expediente apresentado pelos

vereadores: O Sr. Presidente esclareceu que o vereador

somente poderá falar no pequeno expediente para se refe-rir à ata. 01) Indicação nº 118/2005 de autoria da edil Maria Aparecida Vilela, propondo ao Executivo que seja

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enviado a esta Casa Legislativa projeto de lei que regu-lamenta as propagandas e divulgações sonoras em nosso Município. 02) Requerimento de autoria da edil Marta A-parecida Oliveira, solicitando informações acerca dos procedimentos licitatórios adotados para asfaltamento da Rua Joaquim Luis Marques, e da construção da quadra do bairro do Porto, enviando as respectivas cópias. 03) Re-querimento de autoria do edil Lázaro Augusto dos Reis, solicitando autorização para participar da Conferência Estadual de Assistência Social, nos dias 15, 16 e 17 de setembro de 2005, na cidade de Belo Horizonte. Estima-se com gasto R$ 300,00 (Trezentos reais) para custeio das despesas com hotel, transporte e alimentação. 04) Proje-to de Resolução nº 016/2005 “Dispõe sobre alteração da Resolução nº 014/2005 e dá outras providências”. Após, a edil Maria Aparecida Vilela em comentários a sua indica-ção de n.º 118/2005 disse, o Ministério Público chamou as pessoas que fazem as propagandas nas ruas, deu até o dia vinte para regularizar a Lei sobre divulgações sono-ras, depois do dia vinte de setembro eles não poderão mais fazer a propaganda, fiz a indicação e estou mandan-do junto o Projeto que foi baseamandan-do no de Passos, essa Lei precisa voltar para a Câmara Municipal para ser vo-tada antes do dia vinte de setembro, se não as propagan-das ambulantes vão parar. Em seguida, o Sr. Presidente disse, então que a Assessoria Jurídica mande em regime de urgência urgentíssima esta indicação para o Executi-vo. Após, o edil Gil Dantas disse, pedi para rever uma lei que é inconstitucional, sobre férias prêmio, mas até agora não fizeram nada. Em seguida, o Sr. Presidente disse, falei para o Sr. vir na Câmara Municipal ver com a Assessoria Jurídica, e o Sr. não veio. Após, o Sr. Presidente consultou o Plenário acerca de dispensa de parecer ao Projeto de Resolução n.º 016/2005 de autoria do Legislativo, tendo os mesmos manifestados favoráveis pela dispensa de parecer. 2) Grande Expediente - (30 mi-nutos - art. 133 RI): Leitura das preposições

protoloca-das – Não houve. Discussão e votação de requerimentos – 01) Requerimento de autoria da edil Marta Aparecida

Oli-veira, solicitando informações acerca dos procedimentos licitatórios adotados para asfaltamento da Rua Joaquim Luis Marques, e da construção da quadra do bairro do Porto, enviando as respectivas cópias. Após, a edil Mar-ta Aparecida Oliveira em comentário ao seu requerimento disse, tem o processo de licitação e somos os últimos, a saber, como aquele da quadra do bairro do Porto, o

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As-sessor Parlamentar do Ministro Hélio Costa Sinval Ladei-ra, falou para o Jerson, que se não fizer o projeto a verba vai voltar, então queria que a Prefeitura mandasse os editais de licitação, para que não sejamos os últi-mos, a saber. Em seguida, o Sr. Presidente disse, sobre o processo de licitação da quadra do bairro do Porto procurei saber e o prazo foi prorrogável até o final do ano. Após, o edil Jerson Henrique Soares disse, essa se-mana o Sinval me falou de novo que dia quinze termina o prazo. Após, o Sr. Presidente disse, o Prefeito Ângelo e o Sr. Evaldo me falaram que eles ligaram na Caixa Econô-mica Federal, e eles disseram que o prazo vai até o fi-nal do ano. Após, o edil Jerson Henrique Soares disse, o Assessor do Ministro Helio Costa, o Sr. Sinval não está sabendo disso. Em seguida, o Sr. Presidente disse, já expliquei para o Sr. Sinval o que está acontecendo. A-pós, o edil Jerson Henrique Soares disse, a documentação foi duas vezes errada para a Caixa Econômica Federal. Não havendo nenhum edil interessado em discutir o mesmo, o Sr. Presidente submeteu o referido requerimento à vo-tação em Plenário que se manifestou favorável a sua a-provação, por unanimidade. 02) Requerimento de autoria do edil Lázaro Augusto dos Reis, solicitando autorização para participar da Conferência Estadual de Assistência Social, nos dias 15, 16 e 17 de setembro de 2005, na ci-dade de Belo Horizonte. Estima-se com gasto R$ 300,00 (Trezentos reais) para custeio das despesas com hotel, transporte e alimentação. Após, o edil Lázaro Augusto dos Reis em comentários ao seu requerimento disse, todos estão conscientes sobre a realização da Conferência Mu-nicipal de Assistência Social, dessa Conferência foram tiradas metas, a nível Municipal, Estadual e Nacional, cada Município de acordo com os números de participan-tes, mandaria seus delegados para participar da Confe-rência Estadual, o Município do Carmo do Rio Claro tem direito a quatro delegados, foram escolhidos dois do po-der público e dois da sociedade civil, como fui escolhi-do para participar, estou pedinescolhi-do o apoio de vocês para poder representar o Município de Carmo do Rio Claro. Não havendo nenhum edil interessado em discutir o mesmo, o Sr. Presidente submeteu o referido requerimento à vota-ção em Plenário que se manifestou favorável a sua apro-vação, por unanimidade. Oradores inscritos para usar da

palavra para tratar da matéria da ordem do dia. Após, o

Sr. Presidente convidou o Sr. Tenente Marcelo Leandro Freitas para fazer uso da tribuna e agradeceu por ter

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atendido o convite dos Vereadores. Em seguida, o Sr. Te-nente Marcelo Leandro de Freitas disse, boa noite a to-dos os Vereadores e o público presente, a Polícia Mili-tar agradece a oportunidade de esMili-tar falando das atribu-ições da polícia no Município, recebemos o convite e fi-camos surpresos ao assunto, mas fifi-camos satisfeito pela oportunidade de esclarecer alguns aspectos relativos ao nosso trabalho, também fomos surpreendidos pela matéria que foi publicada no Jornal Expresso Carmelitano, que a Polícia Militar do Município, vem abusando do poder, considero abuso de poder, uma palavra grave, a policia militar atua no trânsito, em detrimento de incisos cons-titucionais, até o início do ano a polícia militar ficou acerciada de fazer fiscalização e autuação de transito no Município, em fase do vencimento do convênio entre o Estado e o Município, depois do carnaval é que o convê-nio foi renovado, há alguns meses estamos desencadeando vários trabalhos por ordem de comando superior, no sen-tido de minimizar os problemas de criminalidade, princi-palmente os fatos que ocorreram no início do ano, os as-saltos aos estabelecimentos comerciais, várias apreen-sões de veículos e autuações foram feitas por detectar infrações, tinha veículo que estava transitando com do-cumentação de noventa e nove, e pessoas não habilitadas ao volante, veículos que não tinha condições de trafe-gar, estas autuações e apreensões só não foram maior, porque os militares usaram do bom senso, a cidade é pe-quena e a gente conhece muitas pessoas, respeito à opi-nião das pessoas, principalmente da edil Maria Aparecida Vilela, mas a matéria que saiu no jornal, foi muito pe-sada no aspecto de abuso de poder, porque o que mais u-samos é o bom senso, quando cheguei aqui, fui na impren-sa e alertei a comunidade sobre fatos relacionados ao trânsitos, porque a polícia militar trabalha na parte educativa e preventiva, e na semana nacional de trânsito que será de dezoito a vinte e cinco de setembro, vamos reafirmar tudo isso, com campanhas educativas e preven-tivas, o nosso objetivo maior, não é multar o cidadão, o objetivo é que essas multas reduzam a zero, não temos intenção de rechear os cofres do Estado, as pessoas têm que ter consciência de seus deveres e de suas obriga-ções. Em seguida, a edil Maria Aparecida Vilela disse, o Jornal Expresso Carmelitano publicou vários trechos do que falamos aqui, não sou contra a Polícia Militar mul-tar quem está errado, o que eu quis dizer, foi que na hora da multa os policiais não estão sendo educados, o

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abuso de poder que me referi foi esse, o edil Jerson Henrique Soares e a professora Miriam Aschcar passaram por isso, e são pessoas idôneas na cidade, o edil Jerson Henrique Soares não sabia que os documentos do veículo não estavam em dia, à polícia militar deveria alertar o motorista, e depois se fosse parado de novo fizesse a multa. Após, o edil Jerson Henrique Soares disse, o que questionamos não foi à multa, os documentos de meu carro estavam tudo pago e não sabia que tinha uma multa, fiz uma indicação pedindo um pátio Municipal para guardar os carros, no dia que meu carro foi apreendido paguei cin-qüenta reais por uma noite de estacionamento, não estou falando por ser Vereador, mas muitas pessoas que tem o carro apreendido, quando vai pagar para tirá-lo o valor do estacionamento é maior do que o valor do carro, essas multas é só do Estado, ou tem uma porcentagem para o Mu-nicípio. Em seguida, o tenente Marcelo Leandro de Frei-tas disse, o Estado repassa para o Município. Após, o edil Jerson Henrique Soares disse, sempre falo que o Es-tado não faz nada pelos Municípios, as estradas estão um horror, outra coisa que a gente está cobrando do Execu-tivo, são as placas de trânsito mal colocadas em Carmo do Rio Claro, às vezes a pessoa é multada parada, mas é porque a placa está colocada errada, tinha que haver uma reunião entre Executivo, Judiciário, Legislativo e Polí-cia Militar para acertar tudo isso, no dia que meu carro foi apreendido, queria levá-lo para outro pátio, não te-ve como, porque o pátio não era credenciado, meu carro ficou na rua sem segurança e ainda paguei cinqüenta re-ais, a gente fica chateado com essas coisas, falaram que eu queria tirar a verba da polícia, isso não é verdade, a vontade que tenho, é de montar uma Guarda Municipal, ajudaria muito no trabalho da Polícia Militar, minha dú-vida é se pode ter um pátio municipal, porque muitas pessoas não tem como pagar o estacionamento para o Car-lão, quanto ao assunto abuso de poder, pode ser que o Jornal interpretou mau, fui multado pela Polícia Fede-ral, o policial foi tão educado comigo que até fiquei feliz, e fiquei amigo desse policial, a Polícia Militar de Carmo do Rio Claro, está de parabéns em vários aspec-tos, e outros aspectos tem que ser conversado entre o Município, Legislativo e Judiciário. Em seguida, a edil Maria Aparecida Vilela disse, o Governo manda alguma verba para o pagamento dos pátios. Após, o Sr. tenente Marcelo Leandro de Freitas disse, não sei te responder. Após, a edil Maria Aparecida Vilela disse, os donos de

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estacionamento, cobram cinqüenta reais pela diária, mui-tos carros estão nos pátios da Prefeitura, porque eles estão cobrando. Após, o Sr. Tenente Marcelo Leandro de Freitas disse, a gente prega total educação no tratamen-to com as pessoas, como o edil Jerson Henrique Soares falou, ele saiu insatisfeito pela situação que estava errada e pela forma que foi tratado, em toda ocorrência a gente prega isso, é a norma interna da Polícia Mili-tar, esses aspectos que a edil Maria Aparecida Vilela não chegou ao meu conhecimento, já teve realmente algum aspecto da pessoa sentir-se que não foi tratada da forma como achava, me procurou, colhi o termo dessa pessoa e instaura um procedimento apuratório, como é de direito de ambas as partes vai ser ouvido testemunhas que viram os fatos, para fazer uma apuração, a gente prega para que o cidadão seja tratado da melhor forma possível. Em seguida, a edil Maria Aparecida Vilela disse, quando a Policia Militar parar as pessoas, elas já se alteram, cabe ao profissional ser educado, e explicar ao condutor o que está acontecendo. Após, o edil Gil Dantas disse, os Policiais Militares do Município não ficam devendo a nenhum Policial Federal, só elogio os nossos militares. Apos, o Sr. tenente Marcelo Leandro de Freitas disse, a gente prega muito a educação e o tratamento com as pes-soas. Em seguida, o edil João Paulo Menna Barreto de Castro Ferreira disse, votei contra a convocação do Te-nente para vir nessa casa, por um único motivo, o edil Jerson Henrique Soares passou por uma situação desagra-dável, acontece com quase todas as pessoas de Carmo do Rio Claro, ele teve conhecimento de uma coisa que não tinha que era da suposta falta de educação dos policiais que foi levantado, a minha posição era que se formasse uma comissão e fossemos visitar o Sr. em torno disso, a imprensa exerce o papel dela, que é de publicar o que ouve aqui dentro, e nós aqui dentro temos que tomar mui-to cuidado com nossas palavras, porque às vezes não se expressa direito, cria um clima desagradável em torno de uma coisa que era simplesmente um convite, queria fazer algumas ponderações e depois vou fazer uma pergunta, co-mo o Sr. falou, deve haver um pouco mais de bom senso, às vezes as pessoas que são abordadas confundem o bom senso e a educação com o guarda, como ele deixar de cum-prir com as funções dele, nós que somos Vereadores, pas-samos por isso, às vezes as pessoas vem pedir alguma coisa, a gente responde com a maior educação, mas sim-plesmente eles não entendem, no início o Sr. fez algumas

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ponderações para reduzir a criminalidade, assaltos e pe-quenos furtos, já teve algum resultado. Em seguida, o Sr. tenente Marcelo Leandro de Freitas disse, responden-do primeiro a pergunta responden-do edil Jerson Henrique Soares, sobre o pátio, a Polícia Militar não tem nenhuma compe-tência para credenciar pátios para recolhimentos e rebo-ques dos veículos, isso é feito através de convênio com a Polícia Judiciária e o Detran, através da Delegacia de Polícia, o pátio que tem em Carmo do Rio Claro é creden-ciado junto a Delegacia de Polícia, compete a Polícia Militar fiscalizar e tomar as atitudes relativas às par-tes administrativas do Código de Trânsito, que vocês po-dem ver no art 23 e art 271 do Código de Trânsito Brasi-leiro, tendo o convênio com o reboque, a Polícia Militar aciona o reboque e a responsabilidade fica por conta do dono do reboque, tanto é que a polícia passa um termo de vistoria do veículo que é assinado pelo dono do reboque, com referências as operações, tivemos um total de seis roubos, inclusive um a mão armada, esse número caiu para um roubo que foi o da agência dos correios, o bandido não chega no Município e vai assaltando, primeiro ele faz um levantamento do movimento, ele vendo que se faz blitz, operações e que as viaturas param e abordam os veículos com placas de fora, eles mudam a tática de agir aqui e vão agir em outro Município, que não esteja em operações rotineiras, à gente pretende continuar com as operações inopinadas e programadas, para reduzir a cri-minalidade. Após, o Sr. Presidente disse, o que o Sr. acha da sinalização da cidade. Após, o Sr. Tenente Mar-celo Leandro de Freitas disse, quando cheguei percebi que a sinalização era precária, e fui conversar com o Chefe do Executivo Municipal, ele me prometeu que iria trazer uma pessoa especializada na área de trânsito para fazer um estudo da sinalização, para implantar no Muni-cípio, algumas vias são confusas e não são ideais. Após, o Sr. Presidente disse, antes do Sr. vir para o Municí-pio, fui multado porque estava sem o cinto de segurança, e enquanto estava sendo multado, passaram várias pessoas sem o cinto de segurança e o Policial Militar não mul-tou, ficamos indignados, porque muitos andam sem o cin-to, e só a gente leva a multa. Em seguida, o Sr. Tenente Marcelo Leandro de Freitas disse, é uma infração que o militar tem que parar o veículo para fazer a notificação com a presença do cidadão, ele tem que terminar de fazer a multa para depois iniciar outra, numa operação passam vários veículos irregulares. Após, o edil Jerson

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Henri-que Soares disse, quando a gente é multado a gente fica mesmo chateado, mas quando fiz essa indicação era real-mente para fazer um pátio municipal, eu não sabia para onde iam essas multas, porque a gente vê as estradas to-das ruins, e não sabe aonde vai o dinheiro, foi muito bom tirar as nossas dúvidas, e agora vamos saber onde cobrar. Após, o Sr. Tenente Marcelo Leandro de Freitas disse, o Estado maior da Polícia, pediu um estudo geral dos Municípios com ação de todos os guinchos, está tendo muita reclamação até por parte da própria instituição com relação aos guinchos, em vários locais a gente soli-cita um guincho e ele não vai, creio que em breve vai haver uma outra norma em relação aos guinchos. Em segui-da, o edil Jerson Henrique Soares disse, como o Sr. fa-lou que usa o bom senso, sou a favor de usar o bom sen-so, porque se forem parar as pessoas que andam sem o cinto de segurança, vão multar a cidade inteira, outra coisa, o Carlão é credenciado, se o Fernando quiser se credenciar, ele pode. Após, o Sr. Tenente Marcelo Lean-dro de Freitas disse, é só procurar a Delegacia, que e-les vão passar as normas para ele. Em seguida, o edil Lázaro Augusto dos Reis disse, com relação à taxa que é pago para o dono do guincho, essa taxa é só para ele ou tem uma porcentagem para o Estado. Após, o Sr. Tenente Marcelo Leandro de Freitas disse, pelo que tenho conhe-cimento, é só do dono do guincho, não sei se ele paga alguma taxa relacionada à Delegacia. Em seguida, o edil Lázaro Augusto dos Reis disse, semana passada foi feito um comentário, a respeito do estacionamento próximo ao matadouro, que é público, se é público porque tem que pagar uma taxa para o dono do guincho, esse foi o ques-tionamento que originou a matéria no Jornal. Em seguida, o Tenente Marcelo Leandro de Freitas disse, a parte de deposito é do Município e da Delegacia da Polícia Judi-ciária, a polícia militar não tem nenhuma interferência em relação a esses pátios, agora no convênio deve ter alguma regra que deve ser obedecida, isso pode ser veri-ficado junto a Delegacia e a empresa que foi firmado o credenciamento. Após, o edil Lázaro Augusto dos Reis disse, quando o carro é apreendido o proprietário pode levar o carro ou tem que ser o guincho. Após, o Sr. Te-nente Marcelo Leandro de Freitas disse, tem que ser re-movido pelo órgão credenciado com o Detran, quando há vários guinchos credenciados tem que ser chamado em se-qüência para não haver reclamações por partes dos ou-tros, os veículos deveria ficar em locais mais

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adequa-dos. Em seguida, o edil Lázaro Augusto dos Reis disse, sobre as multas de trânsito, a Polícia Militar tem algu-ma porcentagem para ela. Em seguida, o Sr. Tenente Mar-celo Leandro de Freitas disse, a polícia militar não tem porcentagem, a multa cai no cofre do Estado, e não sei qual o valor que é repassado para o Município. Após, o edil Lázaro Augusto dos Reis disse, para o orçamento de dois mil e cinco, estava disponível para o convênio com a Polícia Militar quarenta e dois mil reais, já para o ano que vem são sessenta mil reais, um aumento de qua-renta e dois vírgula oitenta e cinco por cento, quais são as maiores dificuldades que está sendo enfrentadas, quais as possíveis soluções, e o que os Vereadores podem auxiliar nas melhorias dos serviços. Após, o Sr. Tenente Marcelo Leandro de Freitas disse, a gente agradece a preocupação, quando cheguei no Município verifiquei que tinha um convênio em vigor de sessenta e cinco mil re-ais, quando fomos renovar o convênio passou para quaren-ta e dois mil reais, em termos de combustível, água, luz e telefone está com uma média de quatro mil e novecentos reais mensais, divide esses quarenta e dois mil por ano, dá uma média de três mil e quinhentos reais mensais, te-mos dez mil reais até o final do ano, que é insuficien-te, solicitei junto ao Prefeito um complemento para essa verba, nesse sentido de complementar essa verba, a gente solicita um apoio da Câmara Municipal junto ao Executi-vo. Em seguida, o edil Lázaro Augusto dos Reis disse, a gente sabe que a falta de recurso dificulta o trabalho da Polícia Militar, e a gente vê isso quando precisamos do trabalho dela e na falta do recurso ela demora a che-gar, e a gente quer melhorar o convênio, por isso nos colocamos a disposição. Em seguida, o edil Benedito Francisco da Silva disse, só queria ressaltar que duran-te meus vinduran-te e cinco anos de polícia na ativa, a genduran-te sabe como é problemático esse problema de trânsito, nin-guém quer ser abordado e notificado, hoje é grande o nú-mero de veículos sem condições de uso e irregulares na cidade, acho que a polícia de Carmo do Rio Claro tem u-sado muito o bom senso, sobre o problema das blitz, é um policiamento preventivo, o estacionamento é particular, e não sei se o proprietário repassa alguma coisa para a Delegacia, mas pelo meu ver é totalmente do dono do es-tacionamento, e os carros que estão estacionados nos terrenos da Prefeitura, esses carros não dão mais renda, são carros que são considerandos perdidos, o dono do es-tacionamento não tem onde colocar esses veículos, e como

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não faz leilão, colocaram nos terrenos da Prefeitura, quando ao problema de abuso de autoridade, acho que isso foi uma palavra pesada, é a primeira vez que vejo falar que a Polícia militar de Carmo do Rio Claro usou de abu-so de autoridade, o que tenho visto é elogio, queria que o tenente fizesse através da edil Maria Aparecida Vilela um oficio para que essas pessoas pudessem responder pela responsabilidade, fizessem uma apuração se realmente o policial exorbitou nos seus poderes. Após, a edil Marta Aparecida Oliveira disse, como o edil João Paulo Menna Barreto de Castro Ferreira disse eu também fui contra a sua vinda aqui, achei que não necessitava, conheço o trabalho da polícia militar em Carmo do Rio Claro, se eu for parada e estiver sem os documentos, eu posso ir em casa buscá-los. Após, o Sr. Tenente Marcelo Leandro de Freitas disse, o documento tem de estar com o condutor do veículo, assim como a habilitação. Em seguida, a edil Marta Aparecida Oliveira disse, domingo quando estava vindo da fazenda, tinha um senhor na minha frente diri-gindo totalmente bêbado, o que devemos fazer nessa situ-ação, e nos finais de semana fazer umas blitz no trevo das pessoas que vêm do aterro Santa Quitéria. Após, o Sr. Tenente Marcelo Leandro de Freitas disse, se a se-nhora acionasse a Polícia Militar e a viatura compare-cesse poderia efetuar a prisão do cidadão sem precisar de fazer nenhum teste, apenas por provas testemunhas. Após, a edil Marta Aparecida Oliveira disse, para a gen-te dizer alguma coisa, acho que gen-temos que gen-ter prova, va-mos colocar uma pedra em cima disso tudo, peço desculpas para o Sr. em nome da edil Maria Aparecida Vilela. Em seguida, a edil Maria Aparecida Vilela disse, em meu no-me não, se eu quiser eu peço desculpas. Após, o Sr. Te-nente Marcelo Leandro de Freitas disse, pelo que a edil Maria Aparecida Vilela me falou, não foi isso que ela quis dizer, a gente solicita a possibilidade de uma nova publicação, até se for o caso de uma retratação ou colo-car as coisa de forma correta, abuso de autoridade foi uma colocação muito forte, que a gente gostaria de pedir uma reedição dessa matéria. Após, o edil Jerson Henrique Soares disse, como a edil Marta Aparecida Oliveira e o edil João Paulo Menna Barreto de Castro Ferreira votou contra a sua vinda na Câmara Municipal, eu tenho o maior prazer em convidar você para vir aqui quantas vezes qui-ser, para mim foi muito importante esclarecer as dúvidas que nós tínhamos. Em seguida, a edil Maria Aparecida Vi-lela disse, o edil Jerson Henrique Soares chegou aqui

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chateado por ter sido multado, e inclusive ele não tinha sido tratado com educação, como já havia tido reclama-ções sobre isso, não sei se tomei as dores do colega, e não sei se falei abuso de poder, juridicamente é caso de penalidade, mas por eu ser leiga não sei se usei a pala-vra abuso de poder, estava sendo discutido sobre o pá-tio, não vou voltar atrás, mas parece que todos estão tirando o corpo fora e falando de chamar uma pessoa aqui para esclarecer, citar nomes, todo mundo sabe que quando vai debater ninguém quer assumir nada, não quis falar que a polícia militar estava usando a farda para coagir as pessoas, tem que ter blitz, viaturas nas ruas, hora nenhuma fui contra a polícia militar, só que na segunda-feira todos estava de acordo com sua vinda aqui, menos o edil João Paulo Menna Barreto de Castro Ferreira que fa-lou que não necessitava, gosto de ir direto a pessoa, o Sr. me desculpa, não sei se usei o termo abuso de poder, queria que o Sr. passasse para seu pelotão, porque há pessoas ali que admiro muito, o jornal falou apenas da-quele pedaço e não falou da nossa discussão que era so-bre o pátio municipal, não quis ofender ninguém e se eu usei mal a palavra abuso de poder, foi por falta de co-nhecimento. Em seguida, o Sr. Tenente Marcelo Leandro de Freitas disse, da forma que foi mal colocada, gostaria de reafirmar meu pedido, que fosse feito uma republica-ção e retratarepublica-ção nesse sentido. Após, a edil Maria Apa-recida Vilela disse, o José Milton ouviu meu pedido de desculpas, não pelo uso de poder, mas para eles ter um pouco mais de sensibilidade. Após, o Sr. Tenente Marcelo Leandro de Freitas disse, a gente tenta usar da melhor forma possível o bom senso, e, mas uma vez agradeço pelo convite. Em seguida, o edil Liniere Antônio de Souza disse, foi um prazer receber o Sr. aqui na Câmara Muni-cipal, porque aprendi muitas coisas, o trabalho da polí-cia militar está bom, e sobre a maneira que foi tratado não posso falar, fui favorável a sua vinda e quero agra-decer pelo Sr. ter acatado o convite. Em seguida, o Sr. Presidente disse, agradeço a sua presença tenho certeza que a edil Maria Aparecida Vilela não quis dizer aquilo, foi pelo calor da discussão. Após, o edil Gil Dantas disse, eu também fui contra a vinda o tenente aqui, por-que não por-questiono o pessoal por-que está cumprindo com o seu dever. Em seguida, o Sr. Presidente disse, ninguém está questionando nada, estou apenas agradecendo a presença do Sr. Tenente. Após, o edil Gil Dantas disse, os mili-tares agiram com correção, e infelizmente o código de

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trânsito manda recolher. Em seguida, o Sr. Presidente disse, se precisar da Câmara Municipal pode contar com nosso apoio, porque as portas desta Casa estão abertas para todos vocês. II) ORDEM DO DIA: - (60 minutos - Art. 134 RI): Discussão de proposições (art. 142). 01) Proje-to de Lei Complementar nº 007/2005 “Dispõe sobre a cria-ção de funcria-ção gratificada e dá outras providências”. Na ocasião, realizou-se a leitura do parecer jurídico e da Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final e da Co-missão de Finanças, Orçamento e Tomadas de Contas, acer-ca do presente projeto. Após, o edil Gil Dantas disse, acho que deveria ser encaminhado para a Câmara Municipal dez nomes, e os Vereadores escolheriam três, acho errado nomear uma pessoa para me fiscalizar, sou favorável ao Projeto. Em seguida, o Sr. Presidente disse, estou de acordo com o Sr, mas isso deveria ser comentado durante os pareceres, e o Sr. não estava aqui, estou de acordo com essa idéia que o Sr. deu de indicar dez nomes, com certeza colocaria uma emenda. Após, o edil Gil Dantas disse, a gente coloca emenda e é reprovada, seria um ne-gócio muito bom. Em seguida, o Sr. Presidente disse, sou muito democrático, vamos passar em Plenário a idéia do Sr. Após, o edil Lázaro Augusto dos Reis disse, parabéns pela emenda, é muito interessante, e pode modificar o art. 2.º onde fala que a designação será procedida por portaria, se o Sr. quiser falar como seria a redação da emenda à gente poderia votar agora. Após, o edil Gil Dantas disse, a fiscalização da Prefeitura é nossa, o Prefeito mandaria dez nomes de possível indicados e nós escolheríamos três, ou ele pode escolher um e nós esco-lheremos dois. Em seguida, a edil Maria Aparecida Vilela disse, está sendo cem por cento e cinqüenta por cento, e vai colocar a emenda que não vai ser por portaria. Após, o edil Lázaro Augusto dos Reis disse, o que está sendo questionado é o Executivo estar beneficiando alguns ser-vidores. Após, a edil Maria Aparecida Vilela disse, vai ser feita à emenda agora. Em seguida, o Sr. Presidente disse, a emenda à gente pode colocar na segunda votação. Após, a edil Maria Aparecida Vilela disse, falei com o Prefeito Ângelo e ele disse que a partir do momento que escolher uma pessoa para exercer uma função gratificada, a responsabilidade de qualquer cargo é a mesma, controle interno é uma coisa muito séria, como as outras funções também são sérias, em respeito aos outros funcionários que tem a gratificação, a gente tinha que igualar essa gratificação. Após, o Sr. Presidente disse, como o edil

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Gil Dantas falou, o Executivo escolhe um funcionário e a Câmara Municipal escolhe dois. Após, a edil Maria Apare-cida Vilela disse, liguei na Prefeitura, e a pessoa que for exercer a função de Controle Interno, já tem outro cargo, essa pessoa tem que continuar com sua obrigação, na Prefeitura me falaram que essa pessoa vai ficar espe-cificamente para exercer o Controle Interno, quero dei-xar claro que isso é função e não é cargo, teria que ter um cargo exclusivo para essa função. Após, o edil Lázaro Augusto dos Reis disse, o que vale é a Lei, se a Lei es-tá falando que tem que conciliar com a função dela é ou-tra coisa, então cabe a nós fiscalizarmos se está sendo cumprido ou não. Não havendo nenhum edil interessado em discutir o mesmo, o Sr. Presidente submeteu o referido projeto à votação em Plenário que se manifestou favorá-vel a sua aprovação em primeira votação, ressalvado o voto contra da edil Maria Aparecida Vilela. 02) Projeto de Lei nº 047/2005 “Dispõe sobre abertura de crédito su-plementar à dotação que menciona e dá outras providên-cias”. Após, o Sr. Presidente disse, esse Projeto é a-quele que o Executivo está pedindo para dotação de trin-ta mil reais para limpeza dos córregos. Em seguida, o edil Lázaro Augusto dos Reis disse, para o exercício de dois mil e cinco estava disponível oito mil reais nessa dotação, depois ouve uma suplementação de mais oito mil reais e outra de quarenta mil reais, um total de cin-qüenta e seis mil reais, agora está pedindo mais trinta mil reais, sabemos da necessidade, e por ter feito vá-rias indicações para as limpezas dos serviços públicos, peço para que votem favorável. Não havendo nenhum edil interessado em discutir o mesmo, o Sr. Presidente subme-teu o referido projeto à votação em Plenário que se ma-nifestou favorável a sua aprovação, por unanimidade. 03) Projeto de Resolução n.º 016/2005 “Dispõe sobre altera-ção da Resolualtera-ção n.º 014/2005 e dá outras providencias”. Não havendo nenhum edil interessado em discutir o mesmo, o Sr. Presidente submeteu o referido projeto à votação em Plenário que se manifestou favorável a sua aprovação, por unanimidade. CONSIDERAÇÕES FINAIS - (Art. 135 RI – 10 minutos): Pronunciamento dos vereadores inscritos até o final da ordem do dia, sobre assunto de interesse da Ban-cada, assuntos de interesses pessoais por dois minutos. Documentos comentados e mencionados, ficarão retidos. A-pós, o edil Jerson Henrique Soares disse, as pessoas que freqüentavam as reuniões da Câmara Municipal, estão recla-mando do horário, não sei se tem condições de revogar e

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mudar o horário, a gente nota que são poucas pessoas que estão freqüentando o Plenário na hora das reuniões, outra coisa, vou fazer uma indicação, para que o Prefeito faça um plano de saúde para os funcionários da Prefeitura, não sei se é possível, mas muitos funcionários me pediram para fazer essa indicação. Em seguida, o Sr. Presidente disse, que a Assessoria encaminhe a indicação do edil Jerson Hen-rique Soares ao Executivo. Após, o edil Lázaro Augusto dos Reis disse, só reafirmar minha satisfação com o horário das reuniões, a gente vê pelo rendimento do trabalho den-tro da Câmara Municipal, a presença dos Vereadores e até mesmo a presença do público que aumentou bastante, quero cobrar da comissão de Regimento Interno, para que esse trabalho seja agilizado. Em seguida, a edil Marta Apareci-da Oliveira disse, gostaria de pedir para que o horário Apareci-da comissão mudasse, sou funcionária pública e tenho que cum-prir com o horário até as quinze horas da tarde, então que a comissão se reúna depois das quinze horas. Após, o edil Benedito Francisco da Silva disse, estou de acordo com o pedido da edil Marta Aparecida Oliveira, não quero preju-dicar ninguém, fica estipulado nas quinta-feira às quinze horas da tarde, a respeito da grande conquista que o Pre-feito teve, conseguindo o antigo prédio que era da CGE, um local muito bom, é uma grande conquista para o Município conseguir um prédio daquele no centro da cidade. Após, a edil Maria Aparecida Vilela disse, é sobre a notícia que saiu no jornal da troca das lâmpadas da iluminação públi-ca, queria saber dos Vereadores se alguém de vocês foi procurado sobre essa troca, as pessoas que me procurou não estão de acordo com a troca, e estão pedindo para que a gente possa ver com o Prefeito para não trocar essas lâm-padas. Em seguida, o Sr. Presidente disse, uma pessoa me pediu para fazer uma indicação justamente para que colo-casse dessas lâmpadas, o custo e o gasto é muito pequeno, é bem melhor do que essa que tem na cidade. Após, a edil Maria Aparecida Vilela disse, então quero pedir para o Prefeito para divulgar melhor para a população, de como essas lâmpadas funcionam, outra coisa, sobre a Policlínica no bairro Jardim América, o no bairro Jardim América tem que ter um PSF e não uma policlínica, a policlínica tem que ficar perto do hospital. Após, o edil João Paulo Menna Barreto de Castro Ferreira disse, sobre a troca das lâmpa-das, é um programa da Eletrobrás que está sendo feito em todo o País, e reduz muito o custo da energia, a ilumina-ção é muito melhor do que a normal, vou a Belo Horizonte essa semana e quando voltar vou trazer para vocês uma có-pia desse programa. ENCERRAMENTO: Não havendo mais assun-tos para serem tratados, o Sr. Presidente agradeceu a

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pre-sença de todos, populares e imprensa, e declarou encerrada a presente Reunião. Lavrou-se, em seguida, a presente ata, que vai por mim assinada, ___________________________, Jo-ão Paulo Menna Barreto de Castro Ferreira, na qualidade de 1º Secretário da Câmara Municipal de Carmo do Rio Claro, bem como pelo Presidente e demais Vereadores, após a devi-da aprovação. Sala devi-das Sessões devi-da Câmara Municipal de Car-mo do Rio Claro, aos doze (12) dias de setembro do Ano 2005.

1. ________________________ José Joaquim Silva

Presidente da Câmara

2. __________________________ Lázaro Augusto dos Reis

Vice-Presidente

3. __________________________ João Paulo Menna Barreto de Castro Ferreira

1ª Secretária

4. __________________________ Marta Aparecida Oliveira

2ªSecretária

5. ___________________________ Benedito Francisco da Silva

6. ___________________________ Gil Dantas

7. ___________________________ Jerson Henrique Soares

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8. ___________________________ Liniere Antônio de Souza

9.____________________________ Maria Aparecida Vilela

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pal de Carmo do Rio Claro no winchester e cópia em disquete todas do mesmo teor, e,

colocada à disposição de todos os interessados. Sala das Sessões da Câmara

Munici-pal de Carmo do Rio Claro, aos 12 de setembro do ano 2005.

_____________________ ___________________

Marcilene Alves de Lima Adriano Lima Pereira

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