• Nenhum resultado encontrado

ESTeSL Ingresso 2014/15 1

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "ESTeSL Ingresso 2014/15 1"

Copied!
69
0
0

Texto

(1)
(2)

Presidência da ESTeSL

Presidente: João Lobato

Vice-Presidente: Paulo Guerreiro Vice-Presidente: Luís Lança

Gabinete de Assessoria Técnica Área de Planeamento

Patrícia Correia

dez. 2014

(3)

Í

NDICE

N

OTA

I

NTRODUTÓRIA

... 5

1.

º

C

ICLO

L

ICENCIATURA

... 7

Resultados do Contingente Geral – 2010/11 a 2014/15... 8 Vagas ... 8 Candidatos ... 10 Colocados ... 12 Matriculados ... 14 Resumo – ESTeSL 2014/15... 15 Caracterização Geral ... 16 Sexo ... 16 Idade... 16 Nacionalidade ... 17 Estado Civil ... 17 Região de residência ... 17 Caracterização Socioeconómica ... 18

Habilitações dos pais ... 18

Situação Profissional ... 19

Categorias Profissionais dos pais ... 20

Tipo de Residência dos estudantes ... 21

Deslocação para a ESTeSL ... 22

Rendimento do agregado familiar ... 23

Financiamento do curso ... 24

Percurso Académico ... 25

Percurso académico anterior ... 25

Aptidões adquiridas anteriormente ... 26

Opção, Motivação e Expectativas ... 27

Razão/Motivação mais importante na decisão de frequentar o Ensino Superior ... 27

Características que privilegia num estabelecimento de Ensino Superior ... 28

Conhecimento do Curso... 28

Escolha do curso ... 29

Motivos de escolha da ESTeSL ... 29

Opção colocação no curso ... 29

Expectativas futuras dos estudantes ... 30

Síntese ... 31 Estudante de Licenciatura ... 31

2.

º

C

ICLO

M

ESTRADO

... 33

Caracterização Geral ... 34 Sexo ... 34 Idade... 34 Nacionalidade ... 35 Estado Civil ... 35 Região de residência ... 35 Caracterização Socioeconómica ... 36

Habilitações dos pais e do cônjuge ... 36

Situação Profissional ... 37

Categorias Profissionais dos pais, do cônjuge e dos estudantes ... 38

Tipo de Residência dos estudantes ... 39

Deslocação para a ESTeSL ... 40

Rendimento do agregado familiar ... 41

Financiamento do curso ... 42

Percurso Académico ... 43

Percurso académico anterior ... 43

Aptidões adquiridas anteriormente ... 44

Opção, Motivação e Expectativas ... 45

Razão/Motivação mais importante na decisão de frequentar um curso de mestrado ... 45

Características que privilegia num estabelecimento de Ensino Superior ... 45

Conhecimento do Curso ... 46

Escolha do curso ... 46

Motivos de escolha da ESTeSL ... 46

Expectativas futuras dos estudantes ... 47

Síntese ... 48

Estudante de Mestrado ... 48

CET

-

C

URSO DE

E

SPECIALIZAÇÃO

T

ECNOLÓGICA

... 49

Caracterização Geral ... 50 Sexo ... 50 Idade ... 50 Nacionalidade... 51 Estado Civil ... 51 Região de residência ... 51 Caracterização Socioeconómica ... 52

Habilitações dos pais ... 52

Situação Profissional ... 53

Categorias Profissionais dos pais e dos formandos ... 54

Tipo de Residência dos formandos... 55

Deslocação para a ESTeSL ... 56

Rendimento do agregado familiar ... 57

Financiamento do curso ... 58

Percurso Académico ... 59

Percurso académico anterior ... 59

Aptidões adquiridas anteriormente ... 60

Opção, Motivação e Expectativas ... 61

Razão/Motivação mais importante na decisão de frequentar um curso de CET ... 61

Características que privilegia num estabelecimento de Ensino Superior ... 61

Conhecimento do Curso ... 62

Escolha do curso ... 62

Motivos de escolha da ESTeSL ... 62

Expectativas futuras dos formandos ... 63

Síntese ... 64

(4)
(5)

NOTA INTRODUTÓRIA

A caracterização do ingresso dos Estudantes na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) tem como principal objetivo dar a conhecer o perfil do estudante/formando que ingressa na ESTeSL, e assim proporcionar um instrumento de gestão que permita orientar a estratégia dos órgãos de gestão da escola. Deste modo, pretende-se neste relatório numa primeira parte dar conhecimento dos dados quantitativos do contingente geral de ingresso dos estudantes de 1.º ciclo (2010/11 a 2014/15). Numa segunda parte, pretende-se perceber o perfil de estudante que ingressa na Escola e

quais as suas opções, motivações e

expectativas, não só para a definição e melhoria das estratégias de captação de estudantes, como também para a adequação da oferta formativa da ESTeSL.

Neste sentido, e à semelhança de anos anteriores, procedeu-se à recolha de informação através de um questionário efetuado no ato da

matrícula na Escola junto dos estudantes de 1.º ciclo (efetuados aos 12 cursos de Licenciatura). Em 2014/15 realizou-se também pela segunda vez este questionário aos estudantes de 2.º ciclo (realizado a 3 cursos de Mestrado: Gestão e Avaliação de Tecnologias em Saúde, Radiações Aplicadas às Tecnologias da Saúde e Segurança e Higiene no Trabalho) e aos formandos de Curso de Especialização Tecnológica (realizado ao CET em Técnicas de Secretariado Clínico), através do correio eletrónico institucional de cada estudante/formando durante a 1.ª e 2.ª semana de aulas.

O questionário integra perguntas que permitem analisar o perfil de cada estudante/formando que ingressa pela 1.ª vez na ESTeSL. Este questionário apresenta-se dividido em 4 pontos fundamentais: carácter geral, caracter socioeconómico, percurso académico anterior e por fim as opções, motivações e expectativas dos estudantes.

(6)
(7)

1.º

C

I

C

L

O

L

I

C

E

N

C

I

A

T

U

R

1.

º

C

ICLO

L

ICENCIATURA

(8)

430 435 420 420 420 2014/15 2013/14 2012/13 2011/12 2010/11

Resultados

do

Contingente Geral – 2010/11 a 2014/15

Vagas

Vagas ESTeSL

O número de vagas é estabelecido “nos termos do artigo 64.º da Lei n.º 62/2007, de 10 de setembro (regime jurídico das instituições de ensino superior), o número máximo de novas admissões em cada ciclo de estudos é fixado, anualmente, pelas instituições de ensino superior, estando sujeito: a) Aos limites decorrentes dos critérios legais fixados para o funcionamento das instituições de ensino superior e para a acreditação dos seus ciclos de estudos, incluindo os eventuais limites que tenham sido fixados no ato de acreditação; b) No que se refere às instituições de ensino superior público, às orientações gerais estabelecidas pelo ministro da tutela, ouvidos os organismos representativos das instituições, tendo em consideração, designadamente, a racionalização da oferta formativa, a política nacional de formação de recursos humanos e os recursos disponíveis.” – Despacho de 6 de junho de 2014, do Senhor Secretário de Estado do Ensino Superior.

No ano letivo de 2013/14, alterou-se pela primeira vez nos últimos anos a oferta ao nível de vagas de acesso à 1.ª fase, com um acréscimo do número de vagas oriundas da disponibilidade de oferta de outras unidades orgânicas do IPL. Com as novas regras de atribuição de vagas em função dos critérios por

Gráfico n.º 1 – Número de Vagas ESTeSL

(9)

3.502 3.346 3.173 2.877 2.689 1.532 1.556 1.568 1.537 1.534 1.970 1.790 1.605 1.340 1.155 2010/11 2011/12 2012/13 2013/14 2014/15 Ensino Superior (Público + Privado) Ensino Superior Público Ensino Superior Privado Neste quadro pode verificar-se igualmente que

em 2013/14, pela primeira vez, as vagas não foram totalmente ocupadas na 3.ª fase, voltando-se a repetir este cenário novamente neste presente ano letivo. Esta situação ocorreu em 6 cursos, sendo que dois desses cursos (ORT e SA) apresentam um número elevado de vagas não ocupadas.

Quadro n.º 1 – Vagas ESTeSL por curso

Curso

1ª fase 2.ª fase 3.ª fase Vagas não ocupadas

2 0 1 4 /1 5 2 0 1 3 /1 4 2 0 1 2 /1 3 2 0 1 1 /1 2 2 0 1 0 /1 1 2 0 1 4 /1 5 2 0 1 3 /1 4 2 0 1 2 /1 3 2 0 1 1 /1 2 2 0 1 0 /1 1 2 0 1 4 /1 5 2 0 1 3 /1 4 2 0 1 2 /1 3 2 0 1 1 /1 2 2 0 1 0 /1 1 2 0 1 4 /1 5 2 0 1 3 /1 4 2 0 1 2 /1 3 2 0 1 1 /1 2 2 0 1 0 /1 1 Vagas iniciais Vagas colocadas a concurso + Vagas libertadas por recolocação

Vagas colocadas a concurso + Vagas libertadas por recolocação

Vagas não ocupadas na 3.ª fase ACSP 35 37 35 35 35 9 10 9 8 3 4 1 2 3 1 0 1 0 0 0 APCT 35 38 35 35 35 7 13 2 3 5 0 4 0 0 1 0 2 0 0 0 CPL 37 37 35 35 35 7 11 6 6 11 2 1 1 1 4 2 0 0 0 0 DTN 37 38 35 35 35 6 13 6 5 7 1 2 0 0 2 1 0 0 0 0 FM 39 40 35 35 35 13 19 7 5 5 4 9 1 0 3 0 7 0 0 0 FT 37 35 35 35 35 7 5 5 3 6 0 0 1 2 0 0 0 0 0 0 MN 35 35 35 35 35 12 19 7 5 7 4 11 2 1 0 0 11 0 0 0 ORP 33 33 35 35 35 15 15 7 7 4 3 3 1 0 3 1 2 0 0 0 ORT 37 37 35 35 35 32 17 6 6 8 21 10 3 0 0 19 9 0 0 0 RD 37 37 35 35 35 7 26 12 7 10 3 3 2 2 4 0 0 0 0 0 RT 35 35 35 35 35 18 14 10 2 4 4 2 0 1 1 1 0 0 0 0 SA 33 33 35 35 35 33 22 11 7 11 28 18 4 1 2 26 18 0 0 0 ESTeSL 430 435 420 420 420 166 184 88 64 81 74 64 17 11 21 50 50 0 0 0 DGES; ESTeSL, set. 2014

Vagas 1.ª fase (ESTeSL + Congéneres)

No gráfico n.º 2 mostra o número de vagas das Instituições Ensino Superior públicas e privadas, que incluem a oferta formativa dos 12 cursos da ESTeSL. Aqui verifica-se que o número total de vagas tem vindo a decrescer, devendo-se a descida à queda do número de vagas das instituições privadas (diminuíram 815 vagas nos últimos 5 anos). As instituições públicas, por seu lado, têm mantido um número vagas estável nestes últimos cinco anos

Gráfico n.º 2 – Número de Vagas 1.ª fase (ESTeSL +

Congéneres

(10)

Candidatos

Candidatos 1.ª fase ESTeSL

Em relação ao número de candidatos verifica-se uma queda acentuada do valor nos últimos dois anos (menos 1.201 candidatos, ou seja menos 38%). O quadro n.º 2 mostra os candidatos à ESTeSL por curso e por fase de ingresso nos últimos cinco anos, observando-se uma diferença negativa entre 2010/11 e 2014/15 em todos os cursos na 1.ª fase, sendo curso de RD o que apresenta maior perda de candidatos (menos 56,3% dos candidatos) e o curso de FT o que apresenta menor perda de candidatos (menos 10,2% dos candidatos). Não havendo estudos por parte da ESTeSL até ao momento para se perceber este fenómeno, há contudo dois factos que podem ser justificativos do mesmo: a conjuntura socioeconómica que o país atravessa nos últimos anos e a diminuição da população jovem nesta última década (“A percentagem de jovens recuou de 16% em 2001 para 15% em 2011” (Censos, 20111)).

Quadro n.º 2 – Candidatos ESTeSL por curso

Diferença entre 2010/11 2014/15

1.ª fase 2.ª fase 3.ªfase

Cursos 2 0 1 4 /1 5 2 0 1 3 /1 4 2 0 1 2 /1 3 2 0 1 1 /1 2 2 0 1 0 /1 1 2 0 1 4 /1 5 2 0 1 3 /1 4 2 0 1 2 /1 3 2 0 1 1 /1 2 2 0 1 0 /1 1 2 0 1 4 /1 5 2 0 1 3 /1 4 2 0 1 2 /1 3 2 0 1 1 /1 2 2 0 1 0 /1 1 ACSP -117 200 265 326 339 317 63 61 92 68 76 12 1 18 16 18 APCT -67 199 207 251 219 266 66 24 42 34 58 - 8 5 7 17 CPL -119 223 271 383 299 342 73 57 91 65 90 - 6 20 22 27 DTN -102 205 260 302 293 307 65 61 71 64 66 - 15 12 15 18 FM -88 225 202 253 318 313 92 76 41 61 64 13 7 8 15 22 FT -45 396 337 443 380 441 109 104 83 92 96 - 17 28 25 19 MN -95 175 207 298 236 270 51 30 50 30 44 9 3 11 8 7 ORP -66 61 93 158 127 127 28 47 62 64 55 3 1 13 8 9 ORT -101 46 118 167 154 147 37 41 71 57 60 9 5 16 7 11 RD -183 142 180 274 261 325 61 88 91 69 98 14 5 21 17 22 RT -106 99 156 206 227 205 59 50 52 58 51 11 3 8 7 11

Gráfico n.º 3 – Número de Candidatos 1.ª fase ESTeSL

ESTeSL, set. 2014 1.996 2.374 3.197 2.951 3.157 2014/15 2013/14 2012/13 2011/12 2010/11

(11)

9.706 8.721 10.895 11.502 12.005 2014/15 2013/14 2012/13 2011/12 2010/11

Candidatos 1.ª fase (ESTeSL + Congéneres)

No que se refere ao número de candidatos da 1.ª fase (ESTeSL + Congéneres2), verifica-se um aumento do número de candidatos, o que contraria o fenómeno de descida dos últimos anos. No entanto, e apesar de se verificar uma descida de candidatos na maioria dos cursos (quadro n.º 3), observa-se uma elevada subida dos candidatos ao curso de Fisioterapia (mais 1.048 candidatos do que ano anterior), o que fez justificar a subida global de candidatos verificada este ano.

Gráfico n.º 4 – Número de Candidatos 1.ª fase (ESTeSL +

Congéneres)

DGES; ESTeSL, set. 2014

Quadro n.º 3 – Candidatos 1.ª fase (ESTeSL + Congéneres)

Cursos Diferença entre 2014/15 2010/11 2 0 1 4 /1 5 2 0 1 3 /1 4 2 0 1 2 /1 3 2 0 1 1 /1 2 2 0 1 0 /1 1 ACSP -779 765 1.136 1.448 1.616 1.544 APCT -64 449 415 471 404 513 CBL 293 DTN -265 778 760 910 1.040 1.043 FM -228 1.251 1.050 1.359 1.743 1.479 SA -340 202 328 623 541 542 CPL -635 520 892 1.093 988 1.155 FC 355 MN -174 278 302 427 399 452 RD -1.013 801 1.005 1.187 1.421 1.814 RT -29 348 355 348 381 377 IMRT 242 FT 548 3.289 2.241 2.630 2.609 2.741 ORP -109 89 119 232 206 198 ORT -101 46 118 167 154 147 Total Candidatos (ensino público) -2.299 9.706 8.721 10.895 11.502 12.005

(12)

430 435 420 420 420 352 396 2014/15 2013/14 2012/13 2011/12 2010/11 Vagas Colocados

Colocados

Colocados - 1.ª fase ESTeSL

O gráfico n.º 5 mostra o número de colocados e o número de vagas iniciais nestes últimos cinco anos. Observa-se que até 2012/13 o número de vagas era totalmente preenchido (vagas = colocados), mas que esta situação não se verifica nos últimos dois anos (2013/14: 39 vagas por preencher e 2014/15: 78 vagas por preencher).

O quadro n.º 4 mostra o número total de colocados na 1.ª fase por curso e o número de colocados em 1.ª opção, onde se observa um máximo do número de colocados em 1.ª opção em 2013/14 (219 colocados em 1.ª opção, subida de 71,1% em relação a 2010/11). Em 2014/15 observa-se uma diminuição em relação a 2013/14, apesar de constituir o 2.º maio valor dos últimos 5 anos.

Gráfico n.º 5 – Número de vagas e número de colocados

ESTeSL (1.ª fase)

DGES; ESTeSL, set. 2014 Analisando o número total de colocados com o número de colocados de 1.ª opção dos respetivos cursos (quadro n.º 4), verifica-se em média nestes últimos cinco anos que os cursos de APCT, DTN e FT atingem um valor de colocados em 1.ª opção superior 50% (Ø: 55,8%, 63,6% e 53,5%, respetivamente), percentagens superiores à média do número de colocados de 1.ª opção da ESTeSL (Ø=37,9%).

Quadro n.º 4 – Colocados ESTeSL por curso

ESTeSL, set. 2014 2 0 1 4 /1 5 2 0 1 3 /1 4 2 0 1 2 /1 3 2 0 1 1 /1 2 2 0 1 0 /1 1

Cursos 1.ªopção 1.ªopção 1.ªopção 1.ªopção 1.ªopção

ACSP 35 8 37 22 35 7 35 9 35 12 APCT 35 26 38 30 35 15 35 15 35 14 CPL 37 15 37 24 35 12 35 14 35 11 DTN 37 32 38 26 35 19 35 24 35 14 FM 39 5 40 13 35 7 35 4 35 9 FT 37 25 35 28 35 14 35 14 35 14 MN 35 13 35 19 35 13 35 11 35 10 ORP 25 3 29 15 35 8 35 13 35 6 ORT 7 5 31 14 35 8 35 10 35 8 RD 37 9 25 7 35 9 35 5 35 14 RT 26 5 35 17 35 12 35 9 35 13 SA 2 0 16 4 35 5 35 4 35 3 ESTeSL 352 146 396 219 420 129 420 132 420 128

(13)

1.534 1.537 1.568 1.556 1.532 1.303 1.324 1.545 1.538 1.521 2014/15 2013/14 2012/13 2011/12 2010/11 Vagas Colocados

Colocados - 1.ª fase (ESTeSL + Congéneres)

Comparando o número de colocados da 1.ª fase (ESTeSL + Congéneres3) com número de vagas iniciais (ESTeSL + Congéneres) nestes últimos cinco anos, verifica-se à semelhança da ESTeSL que o número de vagas era quase totalmente preenchido até 2012/13, mas que a partir de 2013/14 essa ocupação desceu vertiginosamente (gráfico n.º 6), até um mínimo em 2014/15 (231 vagas por preencher).

O quadro n.º 5 mostra os colocados da 1.ª fase por curso, onde se observa que existe uma diminuição do número de colocados em todos os cursos com exceção dos cursos de APCT, FT e MN.

Gráfico n.º 6 – Número de vagas e número de colocados

(ESTeSL + Congéneres) – 1ª fase

DGES; ESTeSL, set. 2014

Quadro n.º 5 – Colocados por curso 1.ª fase (ESTeSL + Congéneres)

Cursos Diferença entre 2014/15 2010/11 2 0 1 4 /1 5 2 0 1 3 /1 4 2 0 1 2 /1 3 2 0 1 1 /1 2 2 0 1 0 /1 1 ACSP -76 111 140 189 190 187 APCT 0 65 68 66 65 65 CBL 30 DTN -14 146 142 157 162 160 FM -23 197 183 234 232 220 SA -56 67 85 114 121 123 CPL -58 64 118 127 123 122 FC 57 MN 0 55 55 55 55 55 RD -62 123 144 187 187 185 RT -9 46 55 56 55 55 IMRT 30 FT 22 276 271 267 260 254 ORP -31 29 32 58 53 60 ORT -28 7 31 35 35 35 Total Colocados (ensino público) -218 1.303 1.324 1.545 1.538 1.521

(14)

430 435 352 396 420 420 420 295 328 340 358 338 2014/15 2013/14 2012/13 2011/12 2010/11 Vagas Colocados Matriculados

Matriculados

Matriculados - 1.ª fase ESTeSL

No gráfico n.º 7 observa-se que o número de matriculados na 1.ª fase tem diminuído desde 2012/13, e no quadro n.º 6 verifica-se ainda que a percentagem de matrículas efetuadas é inferior a 80% nos últimos dois anos. Em

2014/15 a percentagem de matrículas

efetuadas não atingiu os 70% (68,6%), embora metade dos cursos da ESTeSL tenha atingido uma percentagem de matriculados acima dos 80%. Os restantes cursos apresentam valores acima dos 50%, com exceção dos cursos de ORT e SA (13,5% e 3% matriculas efetuadas, respetivamente) que neste último ano viram diminuir bruscamente o número de colocados e consequentemente o número de matrículas.

Gráfico n.º 7 – Número de vagas, de colocados e matriculados

(1.ª fase) ESTeSL

DGES; ESTeSL, set. 2014

Quadro n.º 6 – Matriculados por curso – 1.ª fase ESTeSL

Matriculados (1.ª fase) % Matriculas efetuadas (1.ª fase)

Cursos 2 0 1 4 /1 5 2 0 1 3 /1 4 2 0 1 2 /1 3 2 0 1 1 /1 2 2 0 1 0 /1 1 2 0 1 4 /1 5 2 0 1 3 /1 4 2 0 1 2 /1 3 2 0 1 1 /1 2 2 0 1 0 /1 1 ACSP 31 32 26 27 32 88,6% 86,5% 74,3% 77,1% 91,4% APCT 31 33 33 32 30 88,6% 86,5% 94,3% 91,4% 85,7% CPL 34 34 29 29 25 91,9% 91,9% 82,9% 82,9% 71,4% DTN 32 28 29 30 28 86,5% 73,7% 82,9% 85,7% 80,0% FM 30 28 28 30 30 76,9% 80,0% 80,0% 85,7% 85,7% FT 31 31 30 32 29 83,8% 93,9% 85,7% 91,4% 82,9% MN 27 27 29 31 28 77,1% 77,1% 82,9% 88,6% 80,0% ORP 21 24 29 27 29 63,6% 64,9% 82,9% 77,1% 82,9% ORT 5 26 29 30 27 13,5% 74,3% 82,9% 85,7% 77,1% RD 32 21 23 28 25 86,5% 56,8% 65,7% 80,0% 71,4% RT 20 30 28 33 31 57,1% 75,0% 80,0% 94,3% 88,6% SA 1 14 27 29 24 3,0% 42,4% 71,1% 82,9% 68,6% ESTeSL 295 328 340 358 338 68,6% 75,4% 81,0% 85,2% 80,5% ESTeSL, set. 2014

(15)

Resumo – ESTeSL 2014/15

1.ª fase – 2.ª fase – 3.ª fase

Os quadros n.º 7 e 8 apresentam um resumo de todas as fases do concurso Nacional – Contingente Geral – ESTeSL 2014/15.

Observa-se que nenhuma das fases

preencheu a totalidade das vagas disponíveis para cada fase e também que não foram efetuadas a totalidade das matrículas pelos colocados, gerando mais vagas disponíveis nas fases seguintes (2.ª e 3.ª fase). No final deste processo (após a 3.ª fase, quadro n.º 8), ficaram por preencher 57 vagas, o que perfez um total de 373 matrículas pelo contingente geral (86,7% de matrículas efetuadas).

Quadro n.º 7 – 1.ª fase / 2.ª fase - Concurso Nacional – Contingente Geral – ESTeSL 2014/15

Curso

1.ª fase 2.ª fase

Vagas

iniciais Colocados Matriculados

Não Matriculados Vagas colocadas a concurso (1) Vagas de recolocação (2) Vagas (1)+(2) Colocados Matriculados Não Matriculados ACSP 35 35 31 4 4 5 9 9 5 4 APCT 35 35 31 4 5 2 7 7 7 0 CPL 37 37 34 3 3 4 7 7 7 0 DTN 37 37 32 5 5 1 6 6 6 0 FM 39 39 30 9 9 4 13 13 10 3 FT 37 37 31 6 7 0 7 7 7 0 MN 35 35 27 8 8 4 12 12 10 2 ORP 33 25 21 4 12 3 15 15 12 3 ORT 37 7 5 2 32 0 32 15 13 2 RD 37 37 32 5 5 2 7 7 5 2 RT 35 26 20 6 15 3 18 18 15 3 SA 33 2 1 1 32 1 33 8 6 2 ESTeSL 430 352 295 57 137 29 166 124 103 21

DGES; ESTeSL, out. 2014

Quadro n.º 8 – 3.ª fase / Após a 3.ª fase - Concurso Nacional – Contingente Geral – ESTeSL 2014/15

Curso

3.ª fase após a 3.ª fase

Vagas colocadas a concurso (1) Vagas de recolocação (2) Vagas (1)+(2) Colocados Matriculados Não Matriculados Vagas por preencher Total matriculados ACSP 4 0 4 4 4 0 0 35 APCT 0 0 0 0 0 0 0 35 CPL 0 2 2 0 0 0 2 35 DTN 0 1 1 0 0 0 1 36 FM 3 1 4 4 2 2 2 37 FT 0 0 0 0 0 0 0 37 MN 2 2 4 4 2 2 2 33 ORP 3 0 3 2 2 0 1 32 ORT 19 2 21 2 1 1 20 17 RD 2 1 3 3 2 1 1 36 RT 3 1 4 3 3 0 1 34 SA 27 1 28 2 1 1 27 6

(16)

79,4%

20,6%

0,7% 60,8% 21,2% 7,0% 6,6% 1,8% 1,1% 0,4% 0,4% 17 18 19 20 21-25 26-30 31-35 36-40 >40

Caracterização Geral

Sexo

À semelhança de anos anteriores a predominância

do género feminino é uma tendência

observável na ESTeSL, e também no Ensino Superior em geral, sendo os valores de 2014/15 (20,6% masculino; 79,4% feminino), muito idênticos ao ano letivo anterior (22,7% masculino; 77,3% feminino).

Idade

Os estudantes de 1.º ciclo da ESTeSL têm na sua maioria entre 18 e 19 anos (60,8% e 21,2% respetivamente), idades semelhantes aos estudantes do ano anterior (63,7% e 19,9%), apesar de uma pequena diminuição dos estudantes de 18 anos relativamente aos estudantes de 19 anos.

Gráfico n.º 8 – Distribuição por sexo, dos estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014

Gráfico n.º 9 – Distribuição por escalões de idade, dos

estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

(17)

2% 3,7% 3,5%

90,8%

Outro país da União Europeia CPLP Outro país Portugal União de facto 0,9% Casado 1,3% Solteiro 97,8%

Nacionalidade

Os estudantes de 1.º ciclo da ESTeSL são na sua quase totalidade de nacionalidade Portuguesa (90,8%), valor idêntico a anos anteriores (2013/14: 93,6%).

Estado Civil

Os estudantes de 1.º ciclo

que ingressaram na

ESTeSL são na sua quase totalidade solteiros (97,8%), o que não difere de anos anteriores (2013/14: 98,8%) e também vai ao encontro dos valores globais da População para este grupo etário (de acordo com a Pordata, base de dados de Portugal Contemporâneo, a idade média para o primeiro casamento, por sexo, corresponde a 31,7 anos no sexo masculino e a 30,2 anos no sexo

feminino).

Região de residência

A proveniência geográfica dos estudantes de 1.º ciclo que ingressaram na ESTeSL em 2014/15 indica que a maioria reside na região de Lisboa (64,6%), seguindo-se a região Centro com 17,7% e a região do Alentejo com 9,4%. Estes valores são muito semelhantes a anos anteriores (2013/14: Lisboa, 60,8%; Centro, 19,3%; Alentejo, 8,4%), embora continuem a mostrar uma tendência de subida dos estudantes provenientes da Região de Lisboa (2012/13: 56,7%). A análise destes valores teve como base uma repartição por Nomenclatura Comum das Unidades Territoriais Estatísticas II (NUTS II).

Gráfico n.º 10 – Distribuição por nacionalidade, dos estudantes

que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014

Gráfico n.º 11 – Distribuição por estado civil, dos estudantes

que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014

Figura 1 – Mapa de Portugal com distribuição regional, dos estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

(18)

4,2% 0,4% 23,0% 21,0% 28,4% 2,2% 20,8% 2,4% 0,2% 16,0% 13,6% 34,4% 2,6% 30,9% DESCONHECIDA NÃO SABER LER NÃO CONCLUIU ENSINO BÁSICO ENSINO BÁSICO ENSINO SECUNDÁRIO ENSINO PÓS – SECUNDÁRIO ENSINO SUPERIOR mãe pai

Caracterização Socioeconómica

Habilitações dos pais

No que se refere às

habilitações literárias dos pais dos estudantes de 1.º ciclo que ingressaram na ESTeSL em 2014/15, a maioria possui o ensino secundário ou superior, sendo a percentagem mais elevada nas mães do que nos pais (67,8% e 51,4%,

respetivamente). Estes valores são

semelhantes em anos anteriores (2013/14: 65,9% e 54%). No entanto ainda existe uma percentagem significativa de pais (16% de mães e 23% nos pais) que não concluiu o ensino básico, tendo estes valores subido ligeiramente em relação ao ano anterior (15,5% de mães e 21,3% nos pais).

Gráfico n.º 12 – Habilitações literárias dos pais dos estudantes

que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

(19)

2,4% 8,1% 3,3% 64,4% 0,4% 10,5% 8,1% 2,4% 0,2% 4,3% 14,3% 7,9% 53,2% 0,2% 8,8% 7,5% 3,8% DESCONHECIDA/NÃO TEM

TRABALHA POR CONTA PRÓPRIA – (COMO

EMPREGADOR)

TRABALHA POR CONTA PRÓPRIA – INDEPENDENTE (SEM

EMPREGADOS)

TRABALHA POR CONTA DE OUTREM

TRABALHA PARA PESSOA DE FAMÍLIA SEM RECEBER

REMUNERAÇÃO DOMÉSTICA(O) DESEMPREGADO(A) REFORMADO(A) SERVIÇO MILITAR Mãe Pai

Situação Profissional

O gráfico n.º 13 mostra a situação profissional dos pais dos estudantes de 1.º ciclo que ingressaram na ESTeSL, observando-se que a maioria trabalha por conta de outrem (64,4% das mães e 53,2% dos pais). Em comparação com o ano anterior os valores são muito idênticos (2013/14: mães: 64%; pais: 53,8%). No que se refere aos pais que trabalham por conta própria tem-se verificado uma subida da percentagem de mães a trabalhar por conta própria (2014/15: 11,4%; 2013/14: 10,8%) e o inverso no caso dos pais (2014/15: 22,2%; 2013/14: 24%).

Também se identificam situações de

desemprego neste universo, situados nos 16,9% (2013/14: 17,3%), mas contrariando os anos anteriores, verifica-se que número de mães desempregadas (8,1%) é menor do que o número de pais desempregados (8,8%), em 2013/14: 10,4% nas mães e 6,9% nos pais. Estes valores são superiores aos 15,5% apresentados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) como taxa de desemprego para o 3.º trimestre de 2014 (2013: 15,6%).

Gráfico n.º 13 – Situação profissional dos pais dos estudantes

que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

(20)

4,6% 16,5% 11,5% 20,3% 20,0% 1,3% 2,2% 1,3% 5,7% 0,2% 0,2% 16,1% 9,5% 12,8% 8,8% 8,8% 11,9% 2,4% 15,9% 8,8% 1,5% 6,2% 13,4% QUADROS SUPERIORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, DIRIGENTES E QUADROS SUPERIORES DE EMPRESA ESPECIALISTAS DAS PROFISSÕES INTELECTUAIS E CIENTÍFICAS TÉCNICOS E PROFISSIONAIS DE NÍVEL INTERMÉDIO PESSOAL ADMINISTRATIVO E SIMILARES

PESSOAL DOS SERVIÇOS E VENDEDORES AGRICULTORES E TRABALHADORES QUALIFICADOS DA AGRICULTURA E PESCAS OPERÁRIOS, ARTÍFICES E TRABALHADORES SIMILARES OPERÁRIOS DE INSTALAÇÕES E MÁQUINAS E TRABALHADORES DA MONTAGEM TRABALHADORES NÃO QUALIFICADOS SERVIÇO MILITAR OUTRA SITUAÇÃO

DESCONHECIDA /NÃO TEM

Mãe Pai

Categorias Profissionais

dos pais

No que se refere à

classificação das categorias profissionais dos pais dos estudantes de 1.º ciclo que ingressaram na ESTeSL, as mais consideradas foram “pessoal administrativo e similares” (20,3%) nas mães e “operários, artífices e trabalhadores similares” (15,9%) nos pais. No ano anterior foram consideradas “Pessoal dos serviços e vendedores” (21,5%) nas mães e (15,1%) nos pais, categorias também muito apontadas este ano (20% e 11,9% respetivamente). No entanto, não se verificam grandes diferenças na distribuição pelas diversas categorias em relação ao ano anterior, continuando ainda a observar-se uma baixa expressão de profissões inseridas nos sectores primário (agricultura e pescas, nas mães: 1,3% e nos pais: 2,4%).

Gráfico n.º 14 – Categorias profissionais dos pais dos

estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

(21)

87,1% 10,3% 2,6% Casa própria Casa arrendada outro 63,1% 9,5% 7,5% 1,3% 14,9% 3,7% CASA PERMANENTE DO AGREGADO FAMILIAR CASA DE FAMILIARES CASA ARRENDADA CASA PRÓPRIA (2.ª HABITAÇÃO) QUARTO ARRENDADO RESIDÊNCIA DE ESTUDANTES

Tipo de Residência

dos estudantes

Os estudantes de 1.º ciclo que ingressaram na

ESTeSL têm casa própria (87,1%) como residência permanente do seu agregado familiar, valor um pouco inferior em relação 2013/14 (88,2%).

O gráfico n.º 9 refere-se ao tipo de residência em tempo de aulas, e mostra que a maioria pretende permanecer na residência familiar (63,1%), mantendo-se assim a tendência de subida observada nos anos anteriores, (2013/14: 58,4%, 2012/13: 52,1%). É de salientar que este aumento tem acompanhado a tendência de subida do número de estudantes oriundos da região de Lisboa.

Gráfico n.º 15 – Tipo de residência do agregado familiar, dos

estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014

Gráfico n.º 16 – Tipo de residência em tempo de aulas, dos

estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

(22)

87,5% 4,4% 0,9% 7,2% TRANSPORTE PÚBLICO VIATURA PRÓPRIA VIATURA DO AGREGADO FAMILIAR A PÉ 20,8% 42,7% 31,9% 4,6% MENOS DE 30 MINUTOS ENTRE 30 MINUTOS E 1 HORA ENTRE 1 E 2 HORAS MAIS DE 2 HORAS

Deslocação para a

ESTeSL

No gráfico n.º 10, referente à questão “Como pensa deslocar-se para a ESTeSL”, a maioria dos estudantes de 1.º ciclo que ingressaram na ESTeSL responderam que desloca-se através de transporte público (87,5%). Comparando com o ano anterior (85,7%), este valor subiu ligeiramente, refletindo-se na diminuição dos estudantes que pretendem vir a pé (7,2% contra 10,4%).

No que se refere ao tempo de deslocação, a maioria dos estudantes indica necessitar de um tempo inferior a 1 hora (63,5%) para chegar à ESTeSL, como mostra o gráfico n.º 11. Este valor desceu em relação ao ano anterior (68,3%), enquanto o intervalo entre 1 e 2 horas tem vindo a aumentar em relação aos anos anteriores, (2014/15: 31,9%;2013/14: 26,5%; 2012/13: 25,8%). É de notar que este aumento tem acompanhado o aumento da utilização de transportes públicos e a subida do número de estudantes que reside na região de Lisboa, provavelmente indicando um aumento dos estudantes a residir na periferia da cidade de Lisboa.

Gráfico n.º 17 – Tipo de transporte usado na deslocação para

ESTeSL pelos estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014

Gráfico n.º 18 – Tempo despendido na deslocação para a

ESTeSL dos estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

(23)

6,1% 29,5% 33,5% 17,9% 12,9% MENOS DE 485 EURO/MÊS (MENOS DE 1 SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL -SMN) DE 486 A 970 EURO/MÊS DE 971 A 1455 EURO/MÊS DE 1456 A 1940EURO/MÊS MAIS DE 1940 EURO/MÊS 35,9% 60,6% 2,6% 0,9% 1 PESSOA 2 PESSOAS 3 PESSOAS 4 PESSOAS OU MAIS 18,8% 58% 17,5% 3,1% 2,6% 0 IRMÃOS 1 IRMÃO 2 IRMÃOS 3 IRMÃOS >= 4 IRMÃOS

Rendimento do

agregado familiar

O gráfico n.º 19 refere-se ao rendimento mensal ilíquido do agregado familiar dos estudantes de 1.º ciclo que ingressaram na ESTeSL, observando-se que a maioria tem um rendimento ilíquido mensal acima de dois salários mínimos (64,3%), valor inferior ao ano anterior (65,5%). De acordo com o gráfico n.º 20, o rendimento familiar do agregado provém de 1 ou 2 pessoas (35,9% e 60,6%, respetivamente). Comparando com ano anterior aumenta a percentagem de uma única pessoa a contribui para o rendimento do agregado familiar (2013/14: 2 pessoas: 66,7%, 1 pessoa: 30,5%), o que vai ao encontro do aumento do desemprego de um dos membros de uma família parental e/ou do aumento das famílias monoparentais.

O gráfico n.º 21 mostra o número de irmãos dos estudantes de 1.º ciclo que ingressaram na ESTeSL, verificando-se que a maioria tem pelo menos um irmão (58%), um valor inferior em

relação ao ano anterior (62%). Em

contrapartida existe um aumento de estudantes com pelo menos dois irmãos (17,5% contra 12,9%), podendo afirmar-se que o agregado familiar dos estudantes é composto por 3 a 5 pessoas.

Gráfico n.º 19 – Rendimento mensal ilíquido do agregado

familiar, dos estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014

Gráfico n.º 20 – Titulares para rendimento do agregado

familiar, dos estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014

Gráfico n.º 21 – Número de irmãos dos estudantes que

(24)

0,4% 6,6% 10,1% 82,8% Empréstimo Bancário Próprio/Estudante Bolsa/Subsídio Agregado Familiar Sim 41,1% Não 58,9% 87,8% 4,8% 3,7% 3,7%

BOLSA DOS SERVIÇOS DE ACÇÃO SOCIAL (SAS) BOLSA DO PAÍS DE ORIGEM BOLSA DA FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA (FCT) OUTRO

Financiamento

do

curso

A maioria dos estudantes de 1.º ciclo que ingressaram na ESTeSL tem os estudos pagos pelo agregado familiar (82,8%), um valor ligeiramente inferior ao ano anterior (85,4%). Também comparando com o ano anterior existe um aumento de financiamento pelo próprio/estudante (6,6% contra 3,8%).

O gráfico n.º 23 mostra que os estudantes de 1.º ciclo que ingressaram na ESTeSL 2014/15 não pensam na sua maioria em candidatar-se a bolsas de estudo (58,9%), valor semelhante ao do ano anterior (59,6%)

Dos estudantes de 1.º ciclo que responderam sim, 87,8% pretendem candidatar-se à bolsa dos serviços (SAS), como se observa no gráfico n.º 24. Este valor desceu ligeiramente em relação ao ano anterior (92,1%).

Gráfico n.º 22 – Tipo de financiamento do curso, dos

estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014

Gráfico n.º 23 – Candidatura a Bolsa de estudos pelos estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014

Gráfico n.º 24 – Tipo de bolsa, dos estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

(25)

72,1% 17,4% 10,5% 56% 28,4% 15,6% 71,9% 19,1% 9% 56,1% 30,7% 13,2% < 15 [15;17[ ≥ 17 < 15 [15;17[ ≥ 17 < 15 [15;17[ ≥ 17 < 15 [15;17[ ≥ 17 MA TE MÁ TICA BI O LO G IA E G EO LO G IA FÍS ICA E Q UÍMICA PO R TUG UÊ S Valores •95,6% Ensino Secundário

Habilitações anteriores

•Público 91% •Privado 5,7% • Ambos 3,3%

Tipo Estabelecimento

(secundário)

•17,3 % entre 1 ano e 3 anos no secundário

Retenções

•84,9 % pela primeira vez

Candidaturas ao

Ensino Superior

Percurso Académico

Percurso académico

anterior

À semelhança com anos anteriores, os estudantes de 1.º ciclo que ingressaram na ESTeSL em 2014/15 provém na sua quase totalidade do Ensino Secundário Público (95,6%) e na sua maioria (84,9%) candidataram-se pela primeira vez ao Ensino Superior (quadro n.º 9).

No gráfico n.º 25 podem ver-se as

classificações obtidas no 12.º ano pelos estudantes de 1.º ciclo que ingressaram na ESTeSL nas unidades curriculares principais à candidatura ao Ensino Superior na área da Saúde. Em comparação com o ano anterior verificou-se um aumento do número de estudantes com notas inferiores a 15 valores, com exceção da unidade curricular de Português (Matemática 66,1% para 72,1%; Biologia e Geologia 52,2% para 56%; Física e Química 70,5% para 71,9%; e Português 57,2% para 56,1%). Esta descida das notas dos estudantes já se verificou de 2012/13 para 2013/14, dando continuidade a uma tendência observável nos estudantes da ESTeSL, mas também no Ensino Superior em geral.

Quadro n.º 9 – Percurso académico anterior, dos estudantes na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014

Gráfico n.º 25 – Classificações finais obtidas no ensino

secundário (12.ºano), pelos estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

(26)

Compreensão Comunicação Oral Escrita • 64,6% entre Suficiente e Bom • 74,6% entre Suficiente e Bom • 78,1% entre Suficiente e Bom • 90,8% Bom e Muito Bom Processador de texto • 73,1% Suficiente e Bom Folha de Cálculo • 84,7% Bom e Muito Bom Edição e apresentações • 65% Fraco e Suficiente Base de dados • 93,4% Bom e Muito Bom Internet 51,2% 41,8% 5,0% 2,0% DIARIAMENTE SEMANALMENTE MENSALMENTE SUPERIOR A UM MÊS CONS ULT A DO E M A IL ,

Aptidões

adquiridas

anteriormente

À ESTeSL procurou

também conhecer outras aptidões adquiridas anteriormente pelos estudantes, particularmente os conhecimentos de inglês e de ferramentas informáticas numa óptica de utilizador.

Neste ponto não se observam variações significativas nos níveis de aptidões adquiridas. A nível de conhecimentos de inglês a maioria dos estudantes do 1.º ciclo encontra-se entre “Suficiente e Bom”, enquanto no que se refere ao conhecimento de ferramentas de informática a maioria respondeu que possui “Bons” conhecimentos.

Também a ESTeSL procurou saber a

acessibilidade dos estudantes às tecnologias da informação e comunicação relativamente à utilização do email e à utilização de redes sociais. Constata-se que a maioria dos estudantes consulta o seu email diariamente (51,2%), apesar deste valor ter vindo a descer em relação aos anos anteriores (2013/14: 57,4%; 2012/13: 59,8%). Porém, 93,2% utilizam redes sociais, sendo o Facebook a mais utlizada (91,7%), pelo que se poderá constatar que o email estará a cair em desuso nos novos estudantes de 1.º ciclo da ESTeSL, que em contrapartida utilizarão as redes sociais para comunicar digitalmente, mantendo-se “ligados” às novas tecnologias da informação e comunicação.

Quadro n.º 10 – Conhecimentos de Inglês, dos estudantes que

ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014

Quadro n.º 11 – Conhecimentos de informática na óptica do utilizador, dos estudantes que ingressaram na ESTeSL

2014/15 (1.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014

Gráfico n.º 26 – Acessibilidades informáticas, dos estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

(27)

0,2% 0,9% 1,3% 3,7% 6,1% 10,7% 17,7% 18,4% 40,9% TER UM DIPLOMA BONS RESULTADOS ESCOLARES NO ENSINO SECUNDÁRIO

AUMENTAR O SEU NÍVEL CULTURAL ACEDER A UM NÍVEL SOCIAL SUPERIOR COMPLEMENTAR A ATIVIDADE E CONHECIMENTOS PROFISSIONAIS REALIZAÇÃO PESSOAL COMPLETAR A SUA FORMAÇÃO ESCOLAR ESPECIALIZAR-SE NUMA DETERMINADA ÁREA QUALIFICAÇÃO PARA EXERCER DETERMINADA PROFISSÃO

Opção, Motivação e Expectativas

Razão/Motivação mais

importante na decisão

de frequentar o Ensino

Superior

Os estudantes de 1.º ciclo da ESTeSL

consideram como razão/motivação mais

importante na sua decisão de frequentar o Ensino Superior, a “qualificação para exercer determinada profissão” (40,9%), à semelhança dos estudantes ingressados no ano letivo transato (48%). As três razões seguintes mais escolhidas também não diferem das do ano anterior: “especializar-se numa determinada área” (2014/15: 18,4%; 2013/14: 14,1%), “completar a sua formação escolar” (2014/15: 17,7%; 2013/14: 15,1%) e “realização pessoal” (2014/15: 10,7%; 2013/14: 11,6%).

Gráfico n.º27 – Razão/Motivação mais importante na decisão de frequentar o Ensino Superior, dos estudantes que

ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

(28)

3 ,9 % 8 ,1 % 12,3% 14,7% 14,0% 15,1% 19,5% 8 ,6 % 8 ,1 % 9 ,9 % 9 ,2 % 11,4% 14,9% 14,5% 7 ,0 % 10,3% 8 ,8 % 8 ,8 % 12,9% 12,7% 12,0% BOAS INFRA-ESTRUTURAS (SALAS DE AULA E APOIO

DIDÁCTICO) PRESTÍGIO DO ESTABELECIMENTO ELEVADO SUCESSO ESCOLAR NA INSTITUIÇÃO ATIVIDADE DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA BOA ORGANIZAÇÃO GERAL BONS PROFESSORES GARANTIA DE SAÍDAS PROFISSIONAIS

1.ª Razão 2.ª Razão 3ª Razão

1,5% 2,9% 4,4% 5,3% 6,6% 7,5% INFORMAÇÃO NA IMPRENSA DOCUMENTAÇÃO PRÓPRIA DESTE ESTABELECIMENTO

OUTRO SITE NA INTERNET

SERVIÇOS DE ORIENTAÇÃO ESCOLAR DA SUA ESCOLA SECUNDÁRIA

INFORMAÇÃO VEICULADA PELA ESTESL FUTURÁLIA - FEIRA DE EDUCAÇÃO, FORMAÇÃO E ORIENTAÇÃO EDUCATIVA SITE DESTE

Características que

privilegia num

estabelecimento de

Ensino Superior

Nesta questão foram apresentadas

19 características, das quais os estudantes de 1.º ciclo assinalaram como principais as “garantias de saídas profissionais” (46%), os “bons professores” (42,7%), a “boa organização em geral” (38,3%) e a “atividade de investigação científica” (32,6%). As “garantias de saídas profissionais” foi também a característica mais selecionada como 1.ª razão (19,5%).

Comparando com o ano anterior, também foram estas quatro características as mais indicadas pelos estudantes de 1.º ciclo, mas tendo sido privilegiada em 2013/14 a resposta “bons professores (46,6%).

Conhecimento

do

Curso

No gráfico n.º 29, que mostra as respostas à questão “Como tomou conhecimento deste curso”, a maioria indicou que teve conhecimento do curso “através do guia de acesso” (32,5%), “através de amigos ou familiares” (28,1%) e através do “site deste estabelecimento ou do IPL na Internet” (11,2%). Comparando com ao anterior, também estas opções foram as mais indicadas (34,2%, 27,4% e 10,4%, respetivamente). É de salientar

Gráfico n.º 28 – Razão/Motivação mais importante na decisão de frequentar o Ensino Superior, dos estudantes que

ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014

Gráfico n.º 29 – Conhecimento do curso, pelos estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

(29)

4,4% 7,7% 8,8% 9,6% 12,9% 18,4% 38,3% CUSTOS MAIS REDUZIDOS OUTRO MOTIVO A POSSIBILIDADE DE TRABALHAR E ESTUDAR O PRESTÍGIO QUALIDADE DE VIDA ACADÉMICA E CONVÍVIO BOA PERCENTAGEM DE COLOCADOS NO MERCADO PROFISSIONAL A LOCALIZAÇÃO 49,1% 27,8% 9 ,2 % 7 ,4 % 5 ,3 % 1 ,2 % 37,1% 27,6% 16,2% 1 2 ,4 % 4 ,8 % 1 ,9 % 35,7% 50% 7 ,1 % 7 ,1 % 1.ª OPÇÃO 2.ª OPÇÃO 3.ª OPÇÃO 4.ª OPÇÃO 5.ª OPÇÃO 6.ª OPÇÃO

1.ªfase 2.ªfase 3.ªfase

4% 9,5% 10,6% 18,3% 48,9% OPINIÃO DE AMIGOS OU FAMILIARES

O CURSO TEM UMA BOA COMPONENTE PRÁTICA

MÉDIAS DE ENTRADA ACESSÍVEIS

O CURSO TEM SAÍDAS PROFISSIONAIS

VOCAÇÃO, GOSTO PELAS MATÉRIAS

Escolha do curso

Das diversas opções colocadas aos estudantes de 1.º ciclo que ingressaram na ESTeSL para a questão “Principal razão/motivação na escolha do curso”, a maioria indicou a “vocação, gosto pelas matérias” (48,9%) e o “curso tem saídas profissionais” (18,3%), como mostra o gráfico n.º 30. Comparando com o ano anterior, também estas opções foram as

mais indicadas (51,7% e 20,3%,

respetivamente).

Motivos de escolha da

ESTeSL

A maioria dos estudantes em 2014/15 considerou a “localização” (38,3%) e a “boa percentagem de colocados no mercado profissional” (18,4%), como motivos de escolha da ESTeSL. Também no ano anterior foram mencionados com maior relevo estes dois motivos (40,8% e 18,5%, respetivamente).

Opção colocação no

curso

Nas respostas efetuadas pelos estudantes à questão “qual a opção de candidatura”, a 1.ª opção foi a resposta mais considerada em qualquer das três fases (49,1%, 37,1% e 35,7%).

Comparando com o ano anterior estes valores desceram relativamente à 1.ª opção (63,9%, 53,3% e 80%), tendo assim em 2014/15 a 2.ª opção (27,8, 27,6 e 50%) maior peso do que em 2013/14 (19,6%, 31,1% e 10%).

Gráfico n.º 30 – Principal razão/motivação na escolha do curso, dos estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15

(1.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014

Gráfico n.º 31 – Motivos de escolha da ESTeSL, dos

estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014

Gráfico n.º 32 - Opção de candidatura indicada pelos

(30)

96,7%

pretende conclui o curso no número

de anos previstos

79,2%

após conclusão da Licenciatura,

pretende prosseguir os seus estudos

87,6%

pretende realizar mestrado

Expectativas

futuras

dos estudantes

Neste ponto a ESTeSL pretendeu questionar os estudantes de 1.º ciclo que ingressaram em 2014/15 quanto às expectativas de mudança de estabelecimento de ensino e/ou de curso, sendo que 47% dos estudantes não pretendem mudar de curso nem de estabelecimento, verificando-se uma descida deste valor em relação ao ano anterior (52,6%). A este grupo podem associar-se os 12,7% que pretendem manter-se na Escola mesmo mudando de curso (2013/14: 11,2%), totalizando-se assim 59,7% de estudantes que pretendem estudar na ESTeSL, um valor inferior comparando com ano anterior (2013/14: 63,8%).

No gráfico n.º 33 mostra ainda que 11,8% dos estudantes manifestam a intenção de mudar de estabelecimento de ensino, dos quais 0,9% pretendem mudar de estabelecimento ensino mas não de curso e 10,9% mudar de estabelecimento de ensino e de curso (2013/14: 8,8%, 2,6% e 6,2%, respetivamente). Um outro grupo com algum relevo é o grupo de estudantes que ainda se encontram indecisos (28,4%), que comparado com o ano anterior aumenta ligeiramente (26,9%).

No que se refere às expectativas futuras, 96,7% dos estudantes pretendem concluir o curso nos anos previstos (2013/14: 97,6%), e após a conclusão do curso, 79,2% pretendem continuar os estudos, dos quais 87,6% consideram realizar um mestrado. O valor dos

Gráfico n.º 33 – Expectativas quanto à mudança de

estabelecimento de Ensino Superior ou de curso (1.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014

Quadro n.º 12 – Expectativas futuras dos estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (1.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014 0,9% 10,9% 12,7% 28,4% 47%

Mudar de estabelecimento de ensino mas não de curso

Mudar de curso e de estabelecimento de ensino Mudar de curso mas não de estabelecimento de ensino

Ainda não sei Não mudar

(31)

Síntese

Estudante de

Licenciatura

Predominantemente feminino 18 anos Português

Vive na região da Grande Lisboa

Agregado familiar de 3 a 4 pessoas, das quais duas são titulares de rendimentos, trabalhadores por conta de outrem e têm um rendimento ilíquido acima de 2 salários mínimos ( >951 euro/mês)

Os pais detém ensino secundário ou superior Vive em casa própria do agregado familiar

Financiamento do curso suportado pelo agregado familiar Pretende deslocar-se para ESTeSL de transporte público no qual despenderá menos de 1 hora no percurso

Origem académica, ensino secundário público Sem retenções no ensino secundário

Candidata-se pela 1.ª vez ao ensino superior

Classificações finais obtidas no 12.º ano, inferiores a 15 valores

Conhecimentos a nível bom em inglês e informática na óptica do utilizador

Possui email que consulta diariamente e utiliza o facebook como rede social

Razão que considera mais importante na decisão de frequentar o ensino superior é a qualificação para exercer determinada profissão

Considera como principal característica no ensino superior, as garantia de saídas profissionais e os bons professores Teve conhecimento do curso através do guia de acesso Escolheu o curso por vocação e gosto pelas matérias e pelas saídas profissionais

Escolheu a ESTeSL pela localização, pela boa

percentagem de colocados no mercado profissional e pela qualidade de vida académica e convívio

Escolheu o curso entre a 1.ª opção e a 2.ª opção

Não pretende mudar de estabelecimento de ensino nem de curso

(32)
(33)

2.

º

C

ICLO

M

ESTRADO

2.º

C

I

C

L

O

M

E

S

T

R

A

D

(34)

58,6%

41,4%

41,4% 20,7% 6,9% 17,2% 13,8% 21-25 26-30 31-35 36-40 >40

Caracterização Geral

Sexo

Nos estudantes de 2.º ciclo, a maioria dos estudantes é de sexo feminino (58,6%), inferior ao do ano anterior, ficando um valor mais equilibrado entre géneros do que em 2013/14 (feminino 83,3%; masculino 16,7%).

Idade

Os estudantes de 2.º ciclo da ESTeSL que ingressaram na ESTeSL em 2014/15 têm na sua maioria idades entre os 21 e os 30 anos (62,1%), em que o escalão 21-25 anos tem o maior peso (41,4%). Comparando com o ano anterior, a maioria também tinham idades compreendidas entre 21 e os 30 anos (54,1%), mas o escalão dos 21-25 anos apresentou um peso igual ao do escalão >40 anos (33,3%)

Gráfico n.º 34 – Distribuição por sexo, dos estudantes que

ingressaram na ESTeSL 2014/15 (2.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014

Gráfico n.º 35 – Distribuição por escalões de idade, dos

(35)

96,6% 3,4% Portugal Outro país 58,6% 27,6% 6,9% 6,9% Solteiro Casado União de facto Divorciado

Nacionalidade

Os estudantes de 2.º ciclo da ESTeSL são na sua quase totalidade de nacionalidade Portuguesa (96,6%), valor semelhante ao ano anterior (2013/14: 91,7%).

Estado Civil

Os estudantes de 2.º ciclo que ingressaram na ESTeSL são na sua maioria solteiros (58,6%), que não difere de anos anteriores (2013/14: 58,3%), o que se poderá dever-se ao facto da maioria dos estudantes terem idades compreendidas entre 21 e 30 anos, indo ao encontro dos valores globais da População para este grupo etário (de acordo com a Pordata, a idade média para o primeiro casamento, por sexo, corresponde a 31,7 anos no sexo masculino e a 30,2 anos no sexo feminino).

Região de residência

A proveniência

geográfica dos estudantes de 2.º ciclo que ingressaram na ESTeSL em 2014/15 indica que a maioria reside na região de Lisboa (69%), seguindo-se a região Centro com 13,8%. Estes valores são semelhantes em relação ao ano anterior no que diz respeito à região de Lisboa (54,2%), no entanto a região do Algarve em 2013/14 teve maior peso no ano anterior (25%). A análise destes valores teve como base uma repartição por NUTS II.

Gráfico n.º 36 – Distribuição por nacionalidade, dos

estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (2.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014

Gráfico n.º 37 – Distribuição por estado civil, dos

estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (2.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014

Figura 2 – Mapa de Portugal com distribuição regional, dos estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (2.º

ciclo)

(36)

51,7% 27,6% 6,9% 10,3% 3,4% 48,3% 24,1% 6,9% 6,9% 13,8% 30% 70%

NÃO CONCLUIU ENSINO BÁSICO ENSINO BÁSICO ENSINO SECUNDÁRIO ENSINO PÓS – SECUNDÁRIO ENSINO SUPERIOR cônjuge mãe pai

Caracterização Socioeconómica

Habilitações dos pais

e do cônjuge

O gráfico n.º 38 mostra as habilitações literárias dos pais e do cônjuge dos estudantes de 2.º ciclo que ingressaram na ESTeSL em 2014/15. A maioria dos pais dos estudantes possui habilitações até ensino básico, sendo maior a percentagem dos pais que não concluíram o ensino básico (mães: 48,3%; pais: 51,7%). Estes valores subiram em relação ao ano anterior. No que se refere às habilitações dos cônjuges, a maioria (70%) possui habilitações ao nível do ensino superior, valor superior ao do ano anterior (62,5%).

Gráfico n.º 38 – Habilitações literárias dos pais e do cônjuge

dos estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (2.º ciclo)

(37)

18,5% 29,6% 3,7% 44,4% 3,7% 3,6% 10,7% 3,6% 50% 14,3% 17,9% 70% 30% DESCONHECIDA/NÃO TEM TRABALHA POR CONTA PRÓPRIA – (COMO EMPREGADOR) TRABALHA POR CONTA PRÓPRIA – INDEPENDENTE (SEM EMPREGADOS) TRABALHA POR CONTA DE OUTREM DOMÉSTICA(O) DESEMPREGADO(A) REFORMADO(A) SERVIÇO MILITAR pai mãe cônjuge

Situação Profissional

O gráfico n.º 39 mostra a situação profissional dos pais e do cônjuge dos estudantes de 2.º ciclo que ingressaram na ESTeSL. A maioria das mães (50%) e a maioria dos cônjuges (70%) trabalham por conta de outrem, enquanto nos pais a maior parte encontra-se reformado (44,4%). Em comparação com o ano anterior, as mães e cônjuges dos estudantes também na maioria trabalhava por conta de outrem (mães: 61,9%; cônjuges: 50%), à semelhança do que acontecia com os pais dos estudantes (trabalha por conta de outrem: 47,1%). É de salientar a elevada taxa de desemprego dos cônjuges (30%).

Gráfico n.º 39 – Situação profissional dos pais e do cônjuge,

dos estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (2.º ciclo)

(38)

4,3% 8,7% 4,3% 8,7% 8,7% 17,4% 8,7% 8,7% 13,0% 4,3% 23,1% 11,5% 3,8% 19,2% 23,1% 7,7% 3,8% 7,7% 20% 20% 30% 10% 20% 26,9% 57,7% 3,8% 11,5% DESCONHECIDA /NÃO TEM QUADROS SUPERIORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, DIRIGENTES E QUADROS SUPERIORES DE EMPRESA ESPECIALISTAS DAS PROFISSÕES INTELECTUAIS E CIENTÍFICAS TÉCNICOS E PROFISSIONAIS DE NÍVEL INTERMÉDIO PESSOAL ADMINISTRATIVO E SIMILARES

PESSOAL DOS SERVIÇOS E VENDEDORES AGRICULTORES E TRABALHADORES QUALIFICADOS DA AGRICULTURA E PESCAS OPERÁRIOS, ARTÍFICES E TRABALHADORES SIMILARES OPERÁRIOS DE INSTALAÇÕES E MÁQUINAS E TRABALHADORES DA MONTAGEM TRABALHADORES NÃO QUALIFICADOS pai mãe

Categorias

Profissionais dos pais,

do cônjuge e dos

estudantes

O gráfico n.º 40 mostra as categorias profissionais dos pais, do cônjuge e dos estudantes que ingressaram no 2.º ciclo em 2014/15.

No que se refere aos pais dos estudantes, foi indicado em maior percentagem a situação profissional das mães e dos pais como “pessoal dos serviços e vendedores” (23,1% e 17,4%, respetivamente). Relativamente ao ano anterior, as mães encontravam-se em maior percentagem na categoria profissional “trabalhadores não qualificados” (29,2%) e os

pais, “desconhecido/não tem” (29,2%,

seguindo-se 20,8% “operários, artífices e trabalhadores similares”.

No caso dos estudantes trabalhadores (89,7%), a maioria (57,7%) indicou como categoria profissional “técnicos e profissionais de nível intermédio”. Comparando com o ano anterior a percentagem de estudantes trabalhadores (75%) subiu, sendo também a principal categoria profissional a de “técnicos e profissionais de nível intermédio” (55,6%). Quanto ao cônjuge dos estudantes a maioria encontra-se em situação profissional “técnicos e profissionais de nível intermédio (30%) e “especialistas das profissões intelectuais e científicas” (20%). Comparando com o ano anterior a maioria encontrava-se em situação

Gráfico n.º 40 – Categorias profissionais dos pais, do cônjuge e

(39)

72,4% 3,4% 10,3% 10,3% 3,4% CASA PERMANENTE DO AGREGADO FAMILIAR CASA DE FAMILIARES CASA ARRENDADA CASA PRÓPRIA (2.ª HABITAÇÃO) QUARTO ARRENDADO 3,6% 71,4% 25% Outro regime Casa própria Casa arrendada

Tipo de Residência

dos estudantes

Os estudantes de 2.º ciclo que ingressaram na

ESTeSL têm casa própria (71,4%) como residência permanente do seu agregado familiar, um valor inferior ao do ano anterior (2013/14: 83,3%).

O gráfico n.º 42 refere-se ao tipo de residência em tempo de aulas, e mostra que a maioria pretende permanecer na residência familiar (72,4%), um valor superior ao do ano anterior (58,3%).

Gráfico n.º 41 – Tipo de residência do agregado familiar, dos

estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (2.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014

Gráfico n.º 42 – Tipo de residência em tempo de aulas, dos

estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (2.º ciclo)

(40)

37,9% 48,3% 6,9% 6,9% TRANSPORTE PÚBLICO VIATURA PRÓPRIA VIATURA DO AGREGADO FAMILIAR A PÉ 24,1% 48,3% 6,9% 20,7% MENOS DE 30 MINUTOS ENTRE 30 MINUTOS E 1 HORA ENTRE 1 E 2 HORAS MAIS DE 2 HORAS

Deslocação para a

ESTeSL

No gráfico n.º 43, referente à questão “Como pensa deslocar-se para a ESTeSL”, a maioria dos estudantes de 2.º ciclo que ingressaram em 2014/15 deslocam-se para a ESTeSL através de viatura própria (48,3%) ou através de transporte público (37,9%), à semelhança do ano anterior (47,8% e 34,8%, respetivamente). O gráfico n.º 44 refere-se ao tempo de deslocação para a ESTeSL, onde a maioria dos estudantes indica necessitar de um tempo inferior a 1 hora (72,4%) para chegar à Escola. Este valor subiu em relação ao ano anterior (62,5%).

Gráfico n.º 43 – Tipo de transporte usado na deslocação para

ESTeSL pelos estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (2.º ciclo)

ESTeSL, nov. 2014

Gráfico n.º 44 – Tempo despendido na deslocação para a

ESTeSL dos estudantes que ingressaram na ESTeSL 2014/15 (2.º ciclo)

Referências

Documentos relacionados

um papel relevante do serviço públi- co em termos democráticos não pode deixar de significar a atribuição a este serviço de um lugar central no sistema geral dos media;

§  5º  A  inscrição  no  SIMPLES  veda,  para  a  microempresa  ou  empresa  de  pequeno  porte,  a 

A minha fala estará centrada na análise do lugar que ocupa (ou deveria ocupar) a Didática, enquanto ciência, na formação de professores tendo como referência a noção

Há também algumas coisas que devem ser guardadas dentro da Tradição porque para passá-las só verbalmente (ou por escrito) podem levar as pessoas a ter a impressão de que

Os Textos I e II apresentam recursos ex- pressivos que podem ser interpretados em função do contexto da enunciação. Desse pon- to de vista, observe as seguintes afirmações: I.

Em um caso julgado em 2017, por exemplo, destacaram as partes que os ativos estariam inoperantes, não representando acréscimo à capacidade produtiva; esse argumento foi

Além dos dados apresentados anteriormente, que mostram as diferenças dos horários de pico e fora de pico, as distribuições de VSP para estes horários no

A) das escolas públicas de tempo integral de ensino fundamental e médio. B) dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental. C) dos horários suplementares