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Jesus CONSUMA A SUA OBRA

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Academic year: 2021

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Texto

(1)

Jesus CONSUMA A SUA OBRA

Texto base – Marcos 15. 16-20

Introdução

“O propósito máximo da encarnação de Cristo. O fim

máximo e último da encarnação, é a morte de Jesus

Cristo. Pela morte no Calvário, Jesus Cristo decretou a

derrota final e cabal do diabo”

Pr. Isaque N. Pinheiro

Mt 20.28 : Mas... dar a sua vida em resgate por muitos“

Hebreus 2.14: Por sua morte derrotou o diabo.

Billy Graham disse: “O maior trabalho de Cristo foi

realizado nas três horas sofridas que passou no Calvário,

ao morrer por nós”

Podemos chamar a obra de Jesus na Cruz

(2)

1. A morte de Jesus –

Marcos 15.21-41

Expiação: O perdão dos pecados daqueles que se

arrependem deles e os confessam, acompanhado de

reconciliação com Deus, através do SACRIFICIO de

uma vitima inocente

“A expiação é a obra que Cristo realizou em sua vida e morte para

obter nossa salvação.”

A prendemos algumas lições com a morte de Cristo

a) Um resgate ... Mt 20.28

b) Uma reconciliação ... II Co 5.18-19

c) Uma propiciação ...I João 2.2

(3)

O que ?

Significava a crucificação

A crucificação de Jesus é registrada por Marcos de

forma cronológica.

A cruz tem vários significados para os cristãos

1. Símbolo da redenção ... Cl 1.20

2. Símbolo do discipulado ... Lc 14.27

3. Símbolo da responsabilidade ... Mt 27.32

4. Símbolo da afronta ... Hb 12.2

5. Símbolo da morte para o mundo ... Gl 6.14

Quando?

Sexta feira. A narrativa é dividida em período:

Era a hora terceira

(9 horas da manhã)

quando o crucificaram (v25)

Ao Meio –dia (6ª Hora), A terra se escureceu: a hora nona(v33)

As 3 horas da tarde ou nona hora (v 37)

(4)

Onde ?

Aconteceu a crucificação

O local escolhido para a crucificação foi uma colina com formato

de uma caveira ou cabeça humana conhecida como Gólgota

(palavra aramaica que significa caveira ou cabeça).

O local ficava perto de uma das

portas da cidade por onde

passavam muitas pessoas, para que

pudessem presenciar aquela

execução pública e assim temessem

cada vez mais os seus romanos que

governavam o mundo na época.

Muita gente chama o Gólgota de Calvário porque Calvário é a

tradução latina de Caveira.

(5)

Como ?

Jesus foi morto...

“A crucificação é a morte mais terrível e cruel que o

homem já tramou para vingar-se do seu próximo.”

Joseph Klausner

Ele foi Blasfemado...

Escarnecido ...

Se sentiu desamparado ...

Era costume dar à pessoa que ia ser crucificada um narcótico

para aliviar a dor. Jesus recusou a mistura de vinho e fel.

Preferiu conservar a consciência até o fim e sofrer toda a dor

da crucificação por amor ao homem pecador. A bebida foi

provavelmente oferecida por amigos e simpatizantes ou pelas

mulheres de Jerusalém, que costumavam acompanhar os

(6)

O suor como gotas de sangue

O sofrimento físico de Jesus começou no Getsêmani. Em Lucas diz: "E,

estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor

se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra." (Lc 22:44) Todos os

truques têm sido usados por escolas modernas para explicarem esta fase,

aparentemente seguindo a impressão que isto não podia acontecer. No

entanto, consegue-se muito consultando a literatura médica. Apesar de

muito raro, o fenômeno de suor de sangue é bem documentado. Sujeito a

um stress emocional, finos capilares nas glândulas sudoríparas podem se

romper, misturando assim o sangue com o suor. Este processo poderia

causar fraqueza e choque. Atenção médica é necessária para prevenir

hipotermia.

Após a prisão no meio da noite, Jesus foi levado ao Sinédrio e Caifás o

sumo sacerdote, onde sofreu o primeiro traumatismo físico. Jesus foi

esbofeteado na face por um soldado, por manter-se em silêncio ao ser

interrogado por Caifás. Os soldados do palácio tamparam seus olhos e

zombaram dele, pedindo para que identificasse quem o estava batendo, e

esbofeteavam a Sua face.

(7)

Nós não temos ideia do HORROR da crucificação...

O açoite

O soldado romano dá um passo a frente com o flagrum (açoite) em

sua mão. Este é um chicote com várias tiras pesadas de couro com

duas pequenas bolas de chumbo amarradas nas pontas de cada tira. O

pesado chicote é batido com toda força contra os ombros, costas e

pernas de Jesus. Primeiramente as pesadas tiras de couro cortam

apenas a pele. Então, conforme as chicotadas continuam, elas cortam

os tecidos debaixo da pele, rompendo os capilares e veias da pele,

causando marcas de sangue, e finalmente, hemorragia arterial de vasos

da musculatura.

As pequenas bolas de chumbo primeiramente produzem grandes,

profundos hematomas, que se rompem com as subseqüentes

chicotadas. Finalmente, a pele das costas está pendurada em tiras e

toda a área está uma irreconhecível massa de tecido ensangüentado.

Quando é determinado, pelo centurião responsável, que o prisioneiro

está a beira da morte, então o espancamento é encerrado.

(8)

A cruz ...

Em respeito ao costume dos judeus, os romanos devolvem a roupa

de Jesus. A pesada barra horizontal da cruz á amarrada sobre seus

ombros, e a procissão do Cristo condenado, dois ladrões e o

destacamento dos soldados romanos para a execução, encabeçado

por um centurião, começa a vagarosa jornada até o Gólgota. Apesar

do esforço de andar ereto, o peso da madeira somado ao choque

produzido pela grande perda de sangue, é demais para ele. Ele

tropeça e cai. As lascas da madeira áspera rasgam a pele dilacerada e

os músculos de seus ombros. Ele tenta se levantar, mas os músculos

humanos já chegaram ao seu limite.

O centurião, ansioso para realizar a crucificação, escolhe um

observador norte-africano, Simão, um Cirineu, para carregar a cruz.

Jesus segue ainda sangrando, com o suor frio de choque. A jornada

de mais de 800 metros da fortaleza Antônia até Gólgota é então

completada. O prisioneiro é despido - exceto por um pedaço de

pano que era permitido aos judeus.

(9)

A crucificação...

Simão é ordenado a colocar a barra no chão e Jesus é rapidamente jogado de costas, com seus ombros contra a madeira. O legionário procura a depressão entre os osso de seu pulso. Ele bate um pesado cravo de ferro quadrado que traspassa o pulso de Jesus, entrando na madeira.

Rapidamente ele se move para o outro lado e repete a mesma ação, tomando o cuidado de não esticar os ombros demais, para possibilitar alguma flexão e movimento. A barra da cruz é então levantada e colocado em cima do poste, e sobre o topo é pregada a inscrição onde se lê: "Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus".

O pé esquerdo agora é empurrado para trás contra o pé direito, e com ambos os pés estendidos, dedos dos pés para baixo, um cravo é batido atraves deles, deixando os joelhos dobrados

moderadamente. A vítima agora é crucificada. Enquanto ele cai para baixo aos poucos, com mais peso nos cravos nos pulsos a dor insuportável corre pelos dedos e para cima dos braços para

explodir no cérebro – os cravos nos pulsos estão pondo pressão nos nervos medianos. Quando ele se empurra para cima para evitar este tormento de alongamento, ele coloca seu peso inteiro no cravo que passa pelos pés. Novamente há a agonia queimando do cravo que rasga pelos nervos entre os ossos dos pés.

Neste ponto, outro fenômeno ocorre. Enquanto os braços se cansam, grandes ondas de cãibras percorrem seus músculos, causando intensa dor. Com estas cãibras, vem a dificuldade de

empurrar-se para cima. Pendurado por seus braços, os músculos peitorais ficam paralisados, e o músculos intercostais incapazes de agir. O ar pode ser aspirado pelos pulmões, mas não pode ser expirado. Jesus luta para se levantar a fim de fazer uma respiração. Finalmente, dióxido de carbono é acumulado nos pulmões e no sangue, e as cãibras diminuem. Esporadicamente, ele é capaz de se levantar e expirar e inspirar o oxigênio vital. Sem dúvida, foi durante este período que Jesus consegui falar as sete frases registradas:

(10)

Por que ?

Jesus foi morto...

Três respostas:

1. Para cumprir as Escrituras (v28)

2. Para rasgar o véu, isto é, abrir um novo caminho (Hb

10.12-22)

3. Para garantir a rendenção do homem (Is 53.6-8 Lc

24.46 – At 17.3)

Marcos faz dois registros importantes:

1º - O testemunho do centurião ... V 39

2º - A permanência das mulheres junto à cruz ... Vv 44,41

(11)

A Ressurreição de Jesus?

Mc 16.1-18...

"Por que a ressurreição de Jesus Cristo é tão importante?"

A ressurreição de Jesus é um testemunho da ressurreição de seres

humanos, que é uma doutrina básica da fé Cristã.

Ao contrário de outras religiões, o Cristianismo possui um

fundador que transcende a morte e promete que os Seus

seguidores farão o mesmo.

Todas as outras (falsas) religiões foram fundadas por homens e

profetas cujo fim foi o túmulo. Como Cristãos, podemos nos

confortar com o fato de que Deus Se tornou homem, morreu

pelos nossos pecados, foi morto e ressuscitou no terceiro dia. O

túmulo não podia segurá-lO. Ele vive hoje e se senta à direita do

Pai no Céu. A igreja viva tem um Cabeça vivo!

(12)

Em 1 Coríntios 15Paulo explica em detalhe a importância da

ressurreição de Cristo. Alguns em Corinto não acreditavam na

ressurreição dos mortos, e nesse capítulo Paulo lista seis

consequências desastrosas se a ressurreição nunca tivesse

ocorrido:

1) pregar sobre Cristo seria em vão (v.14);

2) fé em Cristo seria em vão (v.14);

3) todas as testemunhas e pregadores da ressurreição seriam

mentirosos (v.15);

4) ninguém poderia ser redimido do pecado (v.17); 5) todos os

Cristãos que dormiam teriam perecido (v.18); e 6) Cristãos

seriam os mais infelizes de todos os homens (v.19).

Mas Cristo realmente ressuscitou dos mortos e é “as primícias dos

que dormem” (v.20), assegurando-nos de que vamos segui-lO na

ressurreição.

(13)

Flávio Josefo (37 dC -. C 100) foi um historiador

judeu nascido em Jerusalém quatro anos após a

crucificação de Jesus de Nazaré, na mesma cidade.

“Nesse mesmo tempo apareceu Jesus, que era um homem

sábio, se todavia devemos considera-lo simplesmente como

um homem, tanto suas obras eram admiráveis. Ele ensinava

os que tinham prazer em ser instruídos na verdade e foi

seguido não somente por muitos judeus, mas mesmo por

muitos gentios. Ele era o Cristo. Os mais ilustres da nossa

nação acusaram-no perante Pilatos e ele fê-lo crucificar. Os

que o haviam amado durante a vida não o abandonaram

depois da morte. Ele lhes apareceu ressuscitado e vivo no

terceiro dia, como os santos profetas o tinham predito e que

ele faria muitos outros milagres. É dele que os cristãos, que

vemos ainda hoje, tiraram seu nome”

Referências

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