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Covilhã 27/05/2015. Hugo Marques Sousa

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Academic year: 2021

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Texto

(1)

Hugo Marques Sousa

Covilhã

27/05/2015

(2)

2

 Contextualização

 Metodologia

 Oportunidades

 Delimitação

 Portfólio de Serviços

 Recomendações Finais

(3)

3

(4)

4

Setor

tradicional

Que resposta?

Posicionamento

+ qualidade

+ inovação

+ valor acrescentado

Eixos para o

“renascimento

industrial

Europeu”

(5)

5

Necessária a organização e representação do setor

Alavancagem pelos

fundos estruturais

Experiência acumulada pela ATP

mas...

Existem limitações à criação de valor  marca-país é fator de destaque

Países

tradicionalmente

fortes

países Europeus ainda atrasados

face a Portugal: menos organização,

menos qualidade

(6)

6

Em comum um brand Europeu  necessária a cooperação e organização

 Garantir um setor de qualidade a nível Europeu

 Aproveitar a experiência acumulada pela ATP

(7)

7

(8)

8

Países da União Europeia

Pré-seleção de países

Acessibilidade e organização Necessidade de apoio Disponibilidade orçamental Contexto Político e Social Importância do setor

Recomendação de país para projeto-piloto

Pré-seleção de países

(9)

9

(10)

10

Fundos

Europeus

Estruturais e de

Investimento

(FEEI)

Fundo de Coesão FEDER Iniciativa Emprego Jovem Desenv. Rural FEAMP

(11)

11

Distribuição FEEI por rubricas orçamentais

Distribuição dos FEEI por rubricas orçamentais em percentagem (2014 a 2020). Elaboração própria a partir dos dados da DG Regio da Comissão Europeia. Dados de setembro de 2014

(12)

12

Top 10 países c/ mais FEEI disponíveis para o período de 2014-2020. Valores em euros, preços correntes. Elaboração própria a partir dos dados da DG Regio da Comissão Europeia. Dados de setembro de 2014

Distribuição dos FEEI disponíveis para o período de 2014-2020 por países. Valores em euros, preços correntes. Elaboração própria a partir dos dados da DG Regio da Comissão Europeia. Dados de setembro de 2014

(13)

13

Fundos FEEI per capita

(14)

14

Taxa de execução FEEI

Menor execução:

• Croácia

• Roménia

• Bulgária

• Malta

• Eslováquia

Taxa de execução dos fundos atribuídos, por país (2007-2013). Elaboração própria a partir dos dados da DG Regio da Comissão Europeia. Dados de setembro de 2014.

(15)

15

2004

2007

2013

Chipre | Eslováquia | Eslovénia | Estónia | Hungria |

Letónia | Lituânia | Malta | Polónia | República Checa

Bulgária | Roménia

(16)

16

Foram identificadas 63 entidades congéneres à ATP no espaço da UE

(+1 entidade na Suíça)

Incluem associações, clusters, polos de inovação, federações...

Estas entidades encontram-se em 23 dos 28 Estados-Membros

(todos exceto Chipre, Finlândia, Luxemburgo, Malta e Portugal)

56% destas entidades pertencem a grupos internacionais

O país com mais entidades identificadas foi a Espanha (10)

(17)

17

(18)

18

• Alemanha

• Bulgária

• Croácia

• Eslováquia

• Eslovénia

• Espanha

• Estónia

• França

• Grécia

• Hungria

• Itália

• Letónia

• Lituânia

• Malta

• Polónia

• Reino Unido

• Rep. Checa

• Roménia

(19)

19

(20)

20

Evolução do Produto Interno Bruto per capita em paridades de poder de compra, entre 2009 e 2013. Valores em euros. Elaboração própria a partir do Eurostat

Evolução do Produto Interno Bruto calculado a preços constantes de 2010, em milhões de euros (2009-2013). Elaboração própria a partir do Eurostat

 Em termos absolutos a Polónia tem o maior produto

destacadamente

 Relativizando pela população e diferenciais de preços o

país mais produtivo é a República Checa

(21)

21

Percentagem da população empregada que trabalha na Industria Têxtil, Vestuário e Couro, em 2013. Valor da Roménia aproximado a partir do numero total em 2012. Elaboração própria a partir de dados da AICEP e do Eurostat.

Com exceção da Roménia

todos os países tiveram um

decréscimo da população

empregada no setor entre

2009 e 2013

*Nota: para efeitos estatísticos o Eurostat aglomera os dados dos setores do têxtil, vestuário e couro

(22)

22

Evolução dos custos unitários do trabalho, indexados a 2010. Elaboração própria a partir do Eurostat

 Custos unitários do trabalho aumentaram na Rep. Checa, Hungria e Polónia

 Decresceram na Croácia e Roménia

(23)

23

 Todos apresentam um valor acrescentado nas indústrias do têxtil e vestuário

inferior a Portugal

 A República Checa tem um peso substancialmente superior do têxtil e a

Roménia do vestuário

 Em qualquer um destes países o valor da produção e o valor acrescentado é

superior no caso do vestuário em relação ao têxtil

 Contudo apenas na indústria têxtil se verifica um crescimento em todos os

países, com exceção da Roménia onde o vestuário apresentou também um

acréscimo

(24)

24

Resumo de dados de comércio externo para o ano de 2013. Elaboração própria a partir dos dados compilados pela AICEP.

Polónia e República Checa

têm maior relevância no

comércio internacional

Hungria e República Checa

eram exportadores líquidos

em valor de vestuário para

Portugal em 2013

Croácia apresenta a relação

mais ténue com Portugal em

2013

(25)

25

Número de empresas portuguesas exportadoras para cada pais de destino, em 2012. Elaboração própria a partir dos dados do Instituto Nacional de Estatística.

(26)

26

Análise de perfis da Administração Pública. Elaboração própria a partir do documento de trabalho “Reindustrialising Europe Member States’ Competitiveness Report 2014” da Direção-Geral das Empresas e da Indústria da Comissão Europeia (setembro de 2014).

As duas áreas com pior

desempenho são:

-

tempo para exportação

-

pagamentos irregulares

Os custos de criação de uma

empresa e tempo médio de

pagamento pelas

autoridades são os pontos

fortes deste grupo

Polónia tem o melhor

desempenho geral

*Nota: 0 representa o país com pior desempenho e 1 o país com melhor desempenho dentro do universo dos Estados-Membros

(27)

27

Mapa europeu com a Croácia em destaque.

População:

-

4,247 milhões de habitantes (2014)

Língua oficial:

-

Croata

Moeda oficial:

-

Kuna croata (13 cêntimos – média em 2014)

Capital:

-

Zagreb

Religião predominante:

-

Católica Romana (86,3% em 2011)

Principais partidos:

-

Partido Social Democrata (centro esquerda)

-

União Democrática Croata (direita)

 Tornou-se independente da Jugoslávia em 1991, tendo vivido sob um regime comunista

(28)

28

Mapa europeu com a Hungria em destaque.

População:

-

9,877 milhões de habitantes (2014)

Língua oficial:

-

Húngaro

Moeda oficial:

-

Florim húngaro (0,32 cêntimos – média em 2014)

Capital:

-

Budapeste

Religião predominante:

-

Católica (39% em 2011)

Principais partidos:

-

Fidesz (conservador nacionalista)

-

KDNP (democrata cristão pelas pessoas)

 República desde 1946, teve várias ocupações por regimes comunistas até 1989 quando

(29)

29

Mapa europeu com a Polónia em destaque.

População:

-

38 milhões de habitantes (2014)

Língua oficial:

-

Polaco

Moeda oficial:

-

Zlóti (24 cêntimos – média em 2014)

Capital:

-

Varsóvia

Religião predominante:

-

Católica Romana (87,5% em 2011)

Principais partidos:

-

PO (centro liberal-conservador pró-Europeísta)

-

PiS (direita conservadora eurocética)

 Transição do comunismo para a democracia entre 1989 e 1991, minorias pouco

(30)

30

Mapa europeu com a República Checa em destaque.

População:

-

10,512 milhões de habitantes (2014)

Língua oficial:

-

Checo

Moeda oficial:

-

Coroa Checa (3,65 cêntimos – média em 2014)

Capital:

-

Praga

Religião predominante:

-

Irreligião (79,4% em 2011)

Principais partidos:

-

CSSD (centro esquerda)

-

ANO 2011 (centrista)

 Resultou da separação da Checoslováquia em duas repúblicas democratas em 1993

 A Checoslováquia teve domínio comunista até à Revolução de Veludo de 1989

(31)

31

Mapa europeu com a Roménia em destaque.

População:

-

19,947 milhões de habitantes (2014)

Língua oficial:

-

Romeno

Moeda oficial:

-

Leu romeno (22,5 cêntimos – média em 2014)

Capital:

-

Bucareste

Religião predominante:

-

Cristianismo Ortodoxo (81% em 2011)

Principais partidos:

-

PSD (direita a tender para nacionalismo)

-

PNL (direita liberal)

(32)

32

(33)

33

Tabela resumo do subcapítulo 5.1 do estudo, com distribuição das pontuações pelas rubricas definidas e suas ponderações.

Polónia em destaque maioritariamente pelo seu bom

desempenho nos indicadores utilizados e não apenas

pela sua vantagem em termos absolutos, decorrente da

sua dimensão

Indústria com mais peso relativo na Roménia, mas

melhor interligação com Portugal e ambiente de

negócios na Polónia

(34)

34

Tabela resumo dos dados avaliados no cap. 5.2 do estudo relativo ao contexto político e social

Polónia e Roménia são países com uma

maior

dimensão

geográfica

e

demográfica

Rep. Checa e Hungria semelhantes

neste aspeto a Portugal

Croácia de menor dimensão e com

menor historial industrial

Não é previsível que nenhum destes

países se junte à zona euro nos

próximos 3 anos

Roménia e sobretudo Hungria apresentam crescentes

movimentos nacionalistas que poderão constituir

(35)

35

Face ao conjunto de dados apresentados, é considerado que o país que

apresenta as melhores oportunidades e melhores condições para um

projeto piloto é a Polónia

Para além do potencial demonstrado, ao endereçar a Polónia poderão ser

também aproveitadas as sinergias, no que aos têxteis dizem respeito, das

suas regiões fronteiriças com a Alemanha e República Checa

(36)

36

(37)

37

A experiência reunida pela ATP permite a definição de várias áreas de capacitação

Apoio à

internacionalização

Formação destinada a

quadros de empresas

Estudos de mercado e

estratégias setoriais

Eventos de

dinamização

Impulso à

inovação

(38)

38

(39)

39

 Os restantes países identificados poderão vir a revelar-se interessantes ou

prioritários e não deverão ser “perdidos de vista”

 É sugerido um processo iterativo com uma abordagem piloto para melhor

compreender a exequibilidade e modelo a seguir para a rede em causa

 Aquando da implementação do projeto deverá ser sempre tido em conta o

atual estado do país e nomeadamente das entidades congéneres apresentadas

 O processo de capacitação

dependerá do estado de

maturidade do setor no país

em causa

(40)

40

 Promover o acompanhamento da iniciativa pelas principais instituições

europeias, nomeadamente pela Direção-Geral para o Crescimento da Comissão

Europeia

 Outros stakeholders relevantes incluem a Direção-Geral para a política Regional

e Urbana, o Parlamento Europeu e a Business Europe

 Perante o avanço do projeto não descurar a monitorização e o plano de

comunicação dos resultados obtidos

 Focalizar na internacionalização conjunta que esteja de acordo com os

principais objetivos europeus não descurando os interesses dos associados da

ATP

(41)

Covilhã

27/05/2015

OBRIGADO PELA VOSSA ATENÇÃO!

ENCONTRE-NOS EM:

www.magellan-association.org

PORTO/BRUXELAS/WASHINGTON

Hugo Marques Sousa

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