• Nenhum resultado encontrado

Monografia_ambiental.doc

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Monografia_ambiental.doc"

Copied!
32
0
0

Texto

(1)

S e r v i ç o P ú b l i c o F e d e r a l - M i n i s t é r i o d a

S e r v i ç o P ú b l i c o F e d e r a l - M i n i s t é r i o d a E d u c a ç ã oE d u c a ç ã o

C E N T R O F E D E R  ! D E E D " C  # $ O T E C N O ! % & ' C  D E M ' N  S & E R  ' S C E N T R O F E D E R  ! D E E D " C  # $ O T E C N O ! % & ' C  D E M ' N  S & E R  ' S

DEPARTAMENTO DE DISCIPLINAS GERAIS DEPARTAMENTO DE DISCIPLINAS GERAIS

E n g e n h a r i a A m b i e n t a l   E n g e n h a r i a A m b i e n t a l  

ESTUDO SOBRE O TRATAMENTO DE EFLUENTES DA

ESTUDO SOBRE O TRATAMENTO DE EFLUENTES DA

FÁBRICA DA AMBEV / JUATUBA – MG

FÁBRICA DA AMBEV / JUATUBA – MG

Belo Horizonte, novembro de 2009.

Belo Horizonte, novembro de 2009.

(2)

Sumário

Sumário

1

1 IInnttrroodduuççããoo...3...3 2

2 EIEIA, A, RIRIMA MA e Ne Noormrma Ia I! 1! 1"0"00101...4...4 2

2..11 EEIIA A e e RRIIMMAA...4...4 2

2..11..11 ##ee$$iinniiçç%%ee&&...4...4 2

2..11..22 ''oonn&&ttrruuççããoo...4...4 2 2..11..(( !!bb&&eerrvvaaçç%%ee&&...5...5 2 2..22 NN!!RRMMA A II! ! 11""000000...6...6 2 2..22..11 ##ee$$iinniiççããoo...6...6 2 2..22..22 AA))llii**aaççããoo...7...7 2 2..22..(( !!bb&&eerrvvaaçç%%ee&&...10...10 (

( ii&t&temema da de +e +e&e&tãtão ao adotdotadado )o )elela Aa AMBMBEE...11...11 "

" E&tE&taçãação de o de --rratatameamento nto de Ede E$lu$luentente& Ie& Indundu&tr&triaiiai&&...17...17 " "..11 ''oonn**eeiittoo...17...17 " "..22 ''aarraa**tteerr&&ttii**aa...17...17 " "..(( !!bb//eettiivvoo...17...17 "

".."" EEttaa))aa& & ddo o rroo**ee&&&&oo...17...17 ".

".".".11 --rratatamamenento to ririmmririo e ro e r3t3traratatamementntoo...17...17 "

"..""..22 --rraattaammenentto eo e**uunnddrriioo...18...18 ".

".".".(.(. rrinin*i*i)a)ai& )i& )arar4m4metetro& a &ro& a &ererem *oem *ontntrolroladado&o&...24...24 5

5 uub b rroodduuttoo&&...29...29 5

5..11 ''oonn**eeiittoo...29...29 5

5..22 uubb))rroodduuttoo& a& attuuaaii&&...29...29 6

6 ''oonn**lluu&&ããoo...30...30 7

(3)

Sumário

Sumário

1

1 IInnttrroodduuççããoo...3...3 2

2 EIEIA, A, RIRIMA MA e Ne Noormrma Ia I! 1! 1"0"00101...4...4 2

2..11 EEIIA A e e RRIIMMAA...4...4 2

2..11..11 ##ee$$iinniiçç%%ee&&...4...4 2

2..11..22 ''oonn&&ttrruuççããoo...4...4 2 2..11..(( !!bb&&eerrvvaaçç%%ee&&...5...5 2 2..22 NN!!RRMMA A II! ! 11""000000...6...6 2 2..22..11 ##ee$$iinniiççããoo...6...6 2 2..22..22 AA))llii**aaççããoo...7...7 2 2..22..(( !!bb&&eerrvvaaçç%%ee&&...10...10 (

( ii&t&temema da de +e +e&e&tãtão ao adotdotadado )o )elela Aa AMBMBEE...11...11 "

" E&tE&taçãação de o de --rratatameamento nto de Ede E$lu$luentente& Ie& Indundu&tr&triaiiai&&...17...17 " "..11 ''oonn**eeiittoo...17...17 " "..22 ''aarraa**tteerr&&ttii**aa...17...17 " "..(( !!bb//eettiivvoo...17...17 "

".."" EEttaa))aa& & ddo o rroo**ee&&&&oo...17...17 ".

".".".11 --rratatamamenento to ririmmririo e ro e r3t3traratatamementntoo...17...17 "

"..""..22 --rraattaammenentto eo e**uunnddrriioo...18...18 ".

".".".(.(. rrinin*i*i)a)ai& )i& )arar4m4metetro& a &ro& a &ererem *oem *ontntrolroladado&o&...24...24 5

5 uub b rroodduuttoo&&...29...29 5

5..11 ''oonn**eeiittoo...29...29 5

5..22 uubb))rroodduuttoo& a& attuuaaii&&...29...29 6

6 ''oonn**lluu&&ããoo...30...30 7

(4)

1

1

I

I

n

n

t

t

r

r

o

o

d

d

u

u

ç

ç

ã

ã

o

o

#e

#evivido do 8& 8& mumudadançnça& a& dede*o*orrrrenentete& & da da +l+lobobalalizizaçação ão e e rerevovoluluçãçãoo te*nol+i*a, novo& *on*eito& &ur+iram, entre ele& o do de&envolvimento te*nol+i*a, novo& *on*eito& &ur+iram, entre ele& o do de&envolvimento &u&tentvel, :o/e in*or)orado )ela& +rande& em)re&a&. ! maior de&a$io, no &u&tentvel, :o/e in*or)orado )ela& +rande& em)re&a&. ! maior de&a$io, no $inal de&te &*ulo, )a&&ou a &er )ara a ind;&tria, *on*iliar *om)etitividade e $inal de&te &*ulo, )a&&ou a &er )ara a ind;&tria, *on*iliar *om)etitividade e +e&tão ambiental, ou, em outra& )alavra&, )roduzir *om re&)on&abilidade +e&tão ambiental, ou, em outra& )alavra&, )roduzir *om re&)on&abilidade &o*ial e e*ol+i*a.

&o*ial e e*ol+i*a.

! i&tema de <e&tão Ambiental $orne*e um )ro*e&&o e&truturado ! i&tema de <e&tão Ambiental $orne*e um )ro*e&&o e&truturado )ar

)ara a a a melmel:or:oria ia *on*ontntnua, ua, *on*on&ti&tituituindo ndo uma uma $er$erraramenmenta ta =ue =ue )er)ermitmite e 88 or+anização al*ançar, e &i&temati*amente *ontrolar, o nvel de de&em)en:o or+anização al*ançar, e &i&temati*amente *ontrolar, o nvel de de&em)en:o am

ambibienentatal l =u=ue e elela a meme&m&ma a e&e&tatabebelele*e. *e. ! ! *i*i*l*lo o de de atatuauaçãção o da da <e<e&t&tãoão Am

Ambibienentatal, l, )a)arra a =u=ue e e&e&&a &a &e&e/a /a e$e$i*i*azaz, , dedeve ve *o*obrbririr, , dede&d&de e a a $a$a&e &e dede *on*e)ção do )ro/eto at a eliminação e$etiva do& re&duo& +erado& )elo *on*e)ção do )ro/eto at a eliminação e$etiva do& re&duo& +erado& )elo em)reendimento de)oi& de im)lantado, durante toda a &ua vida ;til.

em)reendimento de)oi& de im)lantado, durante toda a &ua vida ;til.

A AMBE adotou um &i&tema de +e&tão ambiental )r)rio, vin*ulado A AMBE adotou um &i&tema de +e&tão ambiental )r)rio, vin*ulado 8& norma& ambientai& e&taduai&, $ederai& e interna*ionai&, a)o&tando no 8& norma& ambientai& e&taduai&, $ederai& e interna*ionai&, a)o&tando no mel:or +eren*iamento de do& re&duo& de

mel:or +eren*iamento de do& re&duo& de &eu )ro*e&&o )rodutivo.&eu )ro*e&&o )rodutivo.

Ne&te trabal:o &erão a)re&entado& a&)e*to& normativo& relativo& a Ne&te trabal:o &erão a)re&entado& a&)e*to& normativo& relativo& a I

I! ! 1"1"00001, 1, a&a&&i&im m *o*omo mo a& a& nonormrma& a& amambibienentatai& i& adadototadada& a& )e)ela la AMAMBEBE.. -a

-ambm &erão elu*idado& mbm &erão elu*idado& o& )ro*e&&o& de o& )ro*e&&o& de tratamento de re&duo& da )tratamento de re&duo& da )lantalanta da AMBE em >uatuba?M<.

(5)

2 EIA, RIMA e Norma ISO 14001

2.1 EIA e RIMA

! E&tudo de Im)a*to Ambiental e o Relatrio de Im)a*to Ambiental @EIA?RIMA &ão de etrema ne*e&&idade a em)reendimento& ou atividade& =ue e$etivamente ou )oten*ialmente *au&e de+radação &i+ni$i*ativa ao ambiente.

2.1.1 Definiçõe

 EIA  um e&tudo =uantitativo e t*ni*o de&envolvido )or diver&o&

e&)e*iali&ta& @+elo+o&, bilo+o&, en+en:eiro&, ar=uelo+o&, &o*ilo+o&, advo+ado&, entre outro&, ne&te *ontm in$ormaç%e& mai& *om)leta& abordando in*lu&ive tema& &i+ilo&o& avaliando toda& a& alteraç%e& =ue a in&talação )ode *au&ar 8 re+ião.

 RIMA  uma ver&ão reduzida e &im)li$i*ada do EIA, voltada ao );bli*o em

+eral, re&)eitando a matria =ue demon&tra &i+ilo indu&trial, vi&ando e)li*ar a& alteraç%e& e a& medida& atenuadora& e &ervindo tambm de ba&e )ara a Audiêni! "#$%i!& ne&te deve *onter ma)a&, =uadro&, +r$i*o& e tanta& outra& t*ni*a& =uanta& $orem ne*e&&ria& ao entendimento *laro da& *on&e=CDn*ia& ambientai& do )ro/eto.

2.1.2 !ontrução

! EIA?RIMA, *on$orme a Re&olução '!NAMA N 001?F6, deve &er de&envolvido )or uma e=ui)e *on&ultora inde)endente da em)re&a em)reendedora e&te  um in&trumento obri+atrio )ara e)edição da Gi*ença rvia @G.

! li*en*iamento ambiental a)re&enta uma &rie de )ro*edimento& e&)e*$i*o&, in*lu&ive realização de audiDn*ia );bli*a, =ue envolve diver&o& &e+mento& da )o)ulação intere&&ada ou a$etada )elo em)reendimento.

(6)

e&trat+i*a, *on&i&tente e abran+ente. Ao $inal do& e&tudo& &ão de$inido& a& *om)en&aç%e& e )ro+rama& ambientai& miti+adore& *om)atvei&, )ermitindo a im)lantação do em)reendimento no lo*al de&e/ado.

#e a*ordo *om o 'di+o E&tadual de Meio Ambiente, o li*en*iamento )ara a *on&trução, am)liação, alteração e o)eração de determinado em)reendimento ou atividade =ue utilize re*ur&o& ambientai& de *on&idervel im)a*to ambiental dever a)re&entar o E&tudo )rvio de Im)a*to Ambiental @EIA e o re&)e*tivo Relatrio de Im)a*to Ambiental @RIMA.

Ainda de a*ordo *om o 'di+o lore&tal E&tadual,  )roibido o *orte )ar*ial ou total da& mata& *iliare& e da& ve+etaç%e& de )re&ervação )ermanente de$inida em lei e re&erva $lore&tal do arti+o 9 de&ta Gei, e*eto =uando ne*e&&rio 8 ee*ução de obra&, )lano& ou )ro/eto& de utilidade );bli*a ou intere&&e &o*ial, mediante a a)re&entação )rvia do EIA?RIMA.

2.1." O#er$açõe

or &er um in&trumento demo*rti*o de )lane/amento =ue abre a )arti*i)ação da )o)ulação na& de*i&%e&, durante a anli&e do EIA?RIMA, alm de&ta )arti*i)ação direta da )o)ulação /unto ao r+ão Ambiental, )ode3&e realizar a& AudiDn*ia& ;bli*a&. E&&a& &i+ni$i*am o momento mai& im)ortante de )arti*i)ação e mani$e&tação da *omunidade envolvida e?ou da& or+anizaç%e& =ue a& re)re&entam, )oi&, ne&&a o*a&ião  a)re&entado o *onte;do do EIA?RIMA, *om o ob/etivo de e&*lare*er d;vida& e a*ol:er *rti*a& e &u+e&t%e& &obre o em)reendimento ou atividade =ue e&t )ara &e *on*retizar.

A realização da AudiDn*ia ;bli*a &e d &ob a re&)on&abilidade do r+ão Ambiental, e&ta  obri+atria =uando re=ui&itada )elo Mini&trio ;bli*o, )or entidade *ivil *om a&&ento no 'on&el:o E&tadual do Meio Ambiente ou )or &oli*itação a&&inada )or mai& de 50 *idadão&.

A)& realização de =uanta& AudiDn*ia& $orem &oli*itada&, *on*luda a vi&toria da rea a &er in&talado o em)reendimento, anli&e de toda a do*umentação )ertinente e reuni%e& t*ni*a& ee*utada& )elo r+ão Ambiental,  elaborado um )are*er $inal. E&&e )are*er )ode ei+ir *om)lementaç%e& )ara mel:or entendimento do e&tudo, )ode autorizar o li*en*iamento )rvio do )ro/eto, ou )ode inde$eri3lo.

(7)

2.2 NORMA ISO 1'(((

A em)re&a =ue de&e/ar obter a *erti$i*ação da I! 1"000 dever )o&&uir um i&tema de <eren*iamento Ambiental @<A, =ue &e+undo a norma  a )arte de um &i&tema +lobal de +e&tão u&ada )ara de&envolver e )ro+ramar a )olti*a ambiental da or+anização e +eren*iar &eu& a&)e*to& ambientai&.

A norma I! 1"000 =ue tem &ua Dn$a&e na <e&tão Ambiental, $oi ini*ialmente elaborada vi&ando o Jmane/o ambientalK, =ue &i+ni$i*a Jo =ue a or+anização $az )ara minimizar o& e$eito& no*ivo& ao ambiente *au&ado& )ela& &ua& atividade&K @I!, 2000.

A&&im &endo, e&&a& norma& in*entivam a )revenção de )ro*e&&o& de *ontaminaç%e& ambientai&, &endo =ue orientam a or+anização =uanto a &ua e&trutura, atividade de&em)en:ada e levantamento, armazenamento, re*u)eração e di&)onibilização de dado& e re&ultado& @&em)re atentando )ara a& ne*e&&idade& $utura& e imediata& de mer*ado e, *on&e=Centemente, a &ati&$ação do *liente, entre outra& orientaç%e&, in&erindo a or+anização no *onteto ambiental.

2.2.1 Definição

A I! 1"000  um *on/unto de norma& =ue de$inem )ar4metro& e diretrize& )ara a +e&tão ambiental )ara a& em)re&a& em +eral, e&ta& norma& $oram de$inida& )ela International !r+anization $or tandardization 3 I! @!r+anização Interna*ional )ara adronização. A norma I! 1"000 $oi *riada )ara diminuir o im)a*to )rovo*ado )ela& em)re&a& no meio ambiente.

Muita& em)re&a& utilizam re*ur&o& naturai&, +eram )oluição ou *au&am dano& ambientai& atrav& de &eu& )ro*e&&o& de )rodução, &e+uindo a& norma& do I! 1"000, e&ta& em)re&a& )odem reduzir &i+ni$i*ativamente e&te& dano& ao meio ambiente, )rote+endo o me&mo e reduzindo &eu& *u&to& de o)eração, )ode tambm eliminar ri&*o& de violação da / eten&a le+i&lação ambiental e ad=uirirem vanta+en& no mer*ado.

#e&de o &eu lançamento em &etembro de 1996, a I! 1"000 tem +an:ado *ada vez mai& im)ort4n*ia, )oi&, e&t &e tornando ra)idamente re*on:e*ida *omo um $undamento b&i*o )ara um i&tema de <eren*iamento Ambiental.

(8)

2.2.2 A%&i'ação

A Norma I! 1"000 )ode &er a)li*ada *omo um &i&tema inde)endente ou um &i&tema inte+rado a I! 9000. A *riação e de&envolvimento da I! 1"000 )ode &er dada na $orma de um &i&tema ;ni*o )ara a inte+ração do& i&tema& de <e&tão Ambiental *om outro& &i&tema& =ue a em)re&a ten:a im)lantado ou ven:a a im)lantar.

-odo o )ro*e&&o de elaboração da I! 1"000 $oi &emel:ante ao =ue a*onte*eu *om a I! 9000 L Norma& )ara o i&tema de <arantia da ualidade.

A I! 1"000, =ue trata do i&tema de <e&tão Ambiental, )o&&ui e&)e*i$i*aç%e& *om <uia )ara u&o, e&tabele*e re=ui&ito& )ara a& em)re&a& +eren*iarem &eu& )roduto& e )ro*e&&o& )ara =ue ele& não a+ridam o meio ambiente, =ue a *omunidade não &o$ra *om o& re&duo& +erado& e =ue a &o*iedade &e/a bene$i*iada num a&)e*to am)lo.

Então, )ara a em)re&a obter um *erti$i*ado I! 1"000, ou mel:or, *erti$i*ado I! 1"001,  ne*e&&rio =ue e&ta atenda a& &e+uinte& ei+Dn*ia&

 Política Ambiental 

A direção da em)re&a deve de&envolver uma olti*a Ambiental, na =ual re)re&ente &eu& )roduto& e &erviço&, e&ta deve &er divul+ada entre o& $un*ionrio& e *omunidade. A em)re&a deve &e mo&trar *om)rometida *om a )olti*a de&envolvida *um)rindo le+almente a me&ma e bu&*ando &em)re mel:orar o de&em)en:o ambiental da em)re&a.

  Aspectos Ambientais

O ne*e&&rio =ue a em)re&a )o&&ua )ro*edimento& =ue )ermitam identi$i*ar, *on:e*er, admini&trar e *ontrolar o& re&duo&, =ue e&ta +era durante &ua& atividade& emi&&%e& atmo&$ri*a&, e$luente& l=uido& e re&duo& &lido&.

 Exigências Legais

A em)re&a deve ter a*e&&o a toda& a& ei+Dn*ia& =ue &ão )ertinente& a &ua atividade. A& ei+Dn*ia& le+ai& devem &er de *on:e*imento de todo& o& membro& da em)re&a, )ara =ue e&te& &aibam toda a do*umentação ne*e&&ria a &eu *um)rimento.

(9)

 Objetivos e Metas

!& ob/etivo& e meta& de&envolvido& )ela em)re&a devem &er *oerente& *om a )olti*a ambiental de$inida )ela me&ma, e&te& devem mo&trar o& a&)e*to& ambientai&, o& re&duo& +erado& e &eu im)a*to no meio ambiente.

 Programa de Gestão Ambiental 

A entidade deve )o&&uir um )ro+rama *om re&)on&vei& )ela or+anização e im)lementação da )olti*a ambiental da em)re&a, )ara =ue &e/am *um)rida& a& ei+Dn*ia& le+ai&, alm do& ob/etivo& e meta& no =ue &e re$ere ao& )roduto& e )ro*e&&o& de&envolvido&.

 Estrutura Organizacional e esponsabilidade

A direção da em)re&a deve de$inir um ou mai& )ro$i&&ionai& )ara =ue &e/a o re)re&entante do& a&&unto& e&)e*$i*o& da <e&tão Ambiental.

A or+anização deve ter um or+ano+rama no =ual deve *on&tar =ue toda& a& inter3relaç%e& e&tão bem de$inida& e interli+ada& em toda e em)re&a.

 !onscientiza"ão e #reinamento

A )olti*a de +e&tão ambiental deve o$ere*er treinamento ao& $un*ionrio&, )ara =ue e&te& entendam a im)ort4n*ia do *um)rimento da )olti*a e ob/etivo& do meio ambiente, da& ei+Dn*ia& le+ai& e outra& de$inida& )ela em)re&a.

 !omunica"ão

A or+anização deve )o&&uir um meio de *omuni*ação )ara =ue $un*ionrio& e me&mo a )o)ulação e&te/am in$ormado& &obre a& =ue&t%e& ambientai&.

 $ocumenta"ão do %istema de Gestão Ambiental 

A em)re&a deve )o&&uir um Manual do i&tema de <eren*iamento Ambiental, =ue deve *onter toda& a& ei+Dn*ia& *om relação a =ue&t%e& ambientai&.

(10)

 !ontrole de $ocumentos

ro*edimento da em)re&a )ara =ue todo& o& do*umento& &e/am *ontrolado& e a&&inado& )elo& re&)on&vei&, e&te& do*umento& devem &er de $*il a*e&&o ao& intere&&ado& e deverão &er mantido& &em)re atualizado&, identi$i*ado&, le+vei& e armazenado& ade=uadamente.

 !ontrole Operacional 

A entidade deve ter )ro*edimento& )ara $azer in&)eç%e& e o *ontrole do& a&)e*to& ambientai&, in*luindo )ro*edimento& )ara a manutenção e *alibração do& e=ui)amento& =ue $azem e&&e& *ontrole&.

 %itua"&es de Emergência

A or+anização )re*i&a manter meio& de )revenir, inve&ti+ar e re&)onder a &ituaç%e& de emer+Dn*ia, )ara tal a =ue &e de&envolver )lano& e manter o& $un*ionrio& treinado& *a&o &e/a ne*e&&rio.

 Monitoramento e Avalia"ão

A em)re&a deve *riar um )ro+rama =ue )ermita medir o de&em)en:o ambiental atrav& da in&)eção da& *ara*ter&ti*a& de *ontrole ambiental e *alibração do& in&trumento& de medição, )ara =ue e&te& atendam a& ei+Dn*ia& ambientai&.

 'ão !on(ormidade) A"&es !orretivas e A"&es Preventivas

A entidade deve de$inir re&)on&vei& *om autoridade )ara inve&ti+ar a& *au&a& da& não3*on$ormidade& ambientai& e tomar a& devida& aç%e& *orretiva& e )reventiva&.

 egistros

A em)re&a deve )o&&uir um ar=uivo *om todo& o& re&ultado& de auditoria& e anli&e& *rti*a& relativa& 8& =ue&t%e& ambientai&. ! ob/etivo de ter e&&e& re+i&tro& &eria mo&trar =ue a or+anização )o&&ui um i&tema *on$orme =ue  ei+ido )ela norma.

(11)

A or+anização tem =ue manter um )ro+rama de auditoria ambiental )eridi*a e o& re&ultado& da& auditoria& devem &er do*umentado& e a)re&entado& 8 alta admini&tração da em)re&a.

  An*lise !rítica do %istema de Gestão Ambiental +%GA,

'om ba&e na auditoria do <A, deve &er $eita uma anli&e *riti*a da me&ma e a& devida& alteraç%e&, )ara =ue atenda a& ei+Dn*ia& do mer*ado, *liente&, $orne*edore& e a&)e*to& le+ai&, na bu&*a da mel:oria *ontnua.

2.2." O#er$açõe

uando uma em)re&a &e+ue a& norma& e im)lanta o& )ro*e&&o& indi*ado&, ela )ode obter o 'erti$i*ado I! 1"000. E&te *erti$i*ado  im)ortante, )oi& ate&ta =ue a or+anização )o&&ui re&)on&abilidade ambiental, o =ue valoriza de&&a $orma &eu& )roduto& e mar*a.

ara *on&e+uir e manter o *erti$i*ado I! 1"000, a em)re&a )re*i&a &e+uir a le+i&lação ambiental do )a&, treinar e =uali$i*ar o& $un*ionrio& )ara &e+uirem a& norma&, dia+no&ti*ar o& im)a*to& ambientai& =ue e&t *au&ando e a)li*ar )ro*edimento& =ue vi&em diminuir o& dano& ao meio ambiente.

(12)

" Sitema de (etão adotado %e&a AM)E* 

#i$erentemente da tendDn*ia atual, a AMBE o)tou )or um &i&tema de +e&tão ambiental autPnomo, de&envolvido )ela )r)ria em)re&a, ba&eado em todo& o& )ar4metro& le+ai& ei+vei& )elo& r+ão& de de$e&a do meio ambiente, *omo '!NAMA, '!AM, I<AM, IBAMA, 'on&tituição ederal do Bra&il, alm de normativa& interna*ionai&.

ara e&tabele*imento de&te &i&tema, a em)re&a bu&*ou identi$i*ar *ada norma vin*ulada a meio ambiente, tanto na e&$era lo*al =uanto mundial, )ro*urando e&tabele*er )adr%e& de rotina& de trabal:o, nvei& mimo& de emi&&ão de )oluente&, $orma de de&*arte de re&duo&, entre outro& tema& rela*ionado& ao im)a*to da atividade indu&trial no e*o&&i&tema.

Abaio e&tão elen*ada& a& norma& vin*ulada& ao e&*o)o de&te trabal:o, =ue dire*ionem ou determinem a&)e*to& vin*ulado& ao tratamento de e$luente& e re&duo& indu&triai&.

a( Re)*%u+,* CONAMA -/( Re0ii!d! e 21.(3.(

 #ema- Re&duo&? erviço de a;de

  Assunto- #i&)%e &obre o tratamento e a di&)o&ição $inal do& re&duo& do&

&erviço& de &a;de? Revo+a a Re&olução '!NAMA 2F(?01 b( Lei 1-.453/((

 #ema- eri+o&o&?Re&duo&

  Assunto- #i&)%e &obre o +eren*iamento de re&duo& )eri+o&o&

c( De%i$e6!+,* N*6!0i7! CO"AM 54/(3

 #ema- Re&duo&

  Assunto- E&tabele*e diretrize& )ara a di&)o&ição $inal ade=uada do&

re&duo& do& e&tabele*imento& do& &erviço& de &a;de. d( "*60!6i! IGAM 4/(

 #ema- Re*ur&o& Hdri*o&

  Assunto- #i&)%e &obre a )o&&ibilidade de obtenção de autorização )rvia

)ara intervenção em *or)o :dri*o, anteriormente 8 obtenção da outor+a na& &ituaç%e& emer+en*iai& =ue *au&em ri&*o& 8 &a;de, 8 &e+urança e ao bem3e&tar da )o)ulação

e( "*60!6i! C*n8un0! MMA/IBAMA/ICMBi* 2(/(

(13)

  Assunto- 'ria a '4mara ederal de 'om)en&ação Ambiental 3 ''A, de

*arter deliberativo, en*arre+ada de de*idir &obre *ritrio& de +radação de im)a*to& ambientai&

)( Lei 1(.13/((

 #ema- -aa de 'ontrole i&*alização Ambiental

  Assunto- Altera a Gei 6.9(F?F1, in&titui a -aa de 'ontrole e i&*alização

Ambiental3 -'A e o Relatrio Anual da& Atividade& #e&envolvida& no Ano Anterior

*( De6e0* 2'.3'-/-'

 #ema- Q+ua&

  Assunto- In&titui o 'di+o de Q+ua&

+( "*60!6i! MINTER -/45

 #ema- Re&duo& ? Gio ? olo

  Assunto- E&tabele*e norma& )ara di&)o&ição de re&duo &lido& ? robe a

utilização do &olo *omo de&tinação $inal de re&duo& i( "*60!6i! MINTER 12'/(

 #ema- Q+ua?Gi*en*iamento

  Assunto- Ei+e a li*ença ambiental e &i&tema de *ontenção )ara a&

atividade& )oluidora& &ituada& a meno& de 200 m do& *ur&o& d+ua  ,( Re)*%u+,* CIMGC ('/(3& !%0e6!d! 9e%! Re)*%u+,* CIMGC (4/(

 #ema- roto*olo de uioto

  Assunto- E&tabele*e )ro*edimento& )ara a)rovação, )ela 'omi&&ão

Intermini&terial de Mudança <lobal do 'lima, de )ro/eto& no 4mbito do Me*ani&mo de #e&envolvimento Gim)o do roto*olo de uioto.

( Re)*%u+,* CNR: /(3

 #ema- Q+ua ? Re*ur&o& Hdri*o&

  Assunto- A)rova o lano Na*ional de Re*ur&o& Hdri*o&

l( Re)*%u+,* CONAMA -1-/(2

 #ema- Re&duo&?

  Assunto- #i&)%e &obre o Inventrio Na*ional de Re&duo& e a)rova modelo

a &er a)re&entado ao r+ão e&tadual de Meio Ambiente? Rela*iona a& em)re&a& obri+ada& 8 a)re&entação do Inventrio de Re&duo&? Revo+a a Re&olução '!NAMA 06?FF

.( Re)*%u+,* CONAMA -13/(2& !%0e6!d! 9e%! Re)*%u+,* CONAMA -3/(3

 #ema- Re&duo&?-ratamento -rmi*o

  Assunto- #i&*i)lina o& )ro*e&&o& de tratamento trmi*o de re&duo&,

de$inido *omo =ual=uer )ro*e&&o *u/a o)eração &e/a realizada a*ima da tem)eratura mnima de F00 +rau& 'el&iu&, e*eto )ara re/eito& radioativo& e )ara *o3)ro*e&&amento em $orno& de *ln=uer?'on*ede )razo, at 20.02.0( )ara o& &i&tema& de tratamento não li*en*iado& $ormalizem o re=uerimento da Gi*ença Ambiental

(14)

n( Re)*%u+,* ANA 31/(& !%0e6!d! 9e%! Re)*%u+,* ANA 122/(3

 #ema- Re*ur&o& Hdri*o&

  Assunto- E&tabele*e )ro*edimento& )ara *ada&tramento de u&urio& e

re+ularização do& u&o& de re*ur&o& :dri*o& da Ba*ia Hidro+r$i*a do Rio ão ran*i&*o

o( Re)*%u+,* CONAMA -4/(& !%0e6!d! 9e%! Re)*%u+,* CONAMA -54/(

 #ema- Q+ua? E$luente& G=uido&

  Assunto- #i&)%e &obre a *la&&i$i*ação do& *or)o& de +ua e &obre o &eu

en=uadramento? E&tabele*e a& *ondiç%e& e )adr%e& de lançamento de e$luente& em *or)o& de +ua? Revo+a a Re&olução '!NAMA 20?F6

/( Re)*%u+,* CONAMA -41/(3

 #ema- Snidade& de 'on&ervação

  Assunto- E&tabele*e diretrize& )ara *l*ulo, *obrança, a)li*ação, a)rovação

e *ontrole de +a&to& de re*ur&o& advindo& de *om)en&ação ambiental

0( Re)*%u+,* CONAMA -4/(3& !%0e6!d! 9e%! Re)*%u+,* CONAMA -(/(3

 #ema- E$luente& G=uido&

  Assunto- #e$ine *ritrio& e )ro*edimento& )ara o u&o a+r*ola de lodo& de

e&+oto +erado& em e&taç%e& de tratamento de e&+oto &anitrio e &eu& )roduto& derivado&

r( In)06u+,* N*6!0i7! IBAMA 53/(3

 #ema- 'ada&tro -*ni*o ederal

  Assunto- #i&)%e &obre o re+i&tro no 'ada&tro -*ni*o ederal de

Atividade& oten*ialmente oluidora& ou Stilizadora& de Re*ur&o& Ambientai& e no 'ada&tro -*ni*o ederal de In&trumento& de #e$e&a Ambiental

s( Lei 4.442/(& !%0e6!d! 9e%! Lei 13.51/(4

 #ema- oluição ? Gi*en*iamento

  Assunto- #i&)%e &obre a )roteção, *on&ervação e mel:oria do Meio

Ambiente ? )robe a )oluição e obri+a o li*en*iamento t( Lei 1-.155/55& !%0e6!d! 9e%! Lei 14.424/(

 #ema- Q+ua ? Re*ur&o& Hdri*o&

  Assunto- #i&)%e &obre a olti*a E&tadual de Re*ur&o& Hdri*o& ?

'ondi*iona o u&o do& re*ur&o& :dri*o& 8 autorização do r+ão *om)etente u( Lei 1'.(/(2

 #ema- Gi*en*iamento Ambiental

  Assunto- #i&)%e &obre o li*en*iamento ambiental de e&tabele*imento&

&ituado& 8& mar+en& de rodovia

v( Lei 1'.5'(/(-& !%0e6!d! 9e%! Lei 14.3(/(

(15)

  Assunto- In&titui o 'ada&tro -*ni*o E&tadual de Atividade&

oten*ialmente oluidora& ou Stilizadora& de Re*ur&o& Ambientai& e a -aa de 'ontrole e i&*alização Ambiental do E&tado de Mina& <erai& L -AM< 1( Lei 1.(-1/(5

 #ema- Re&duo&

  Assunto- #i&)%e &obre a olti*a de Re&duo& lido& no E&tado de Mina&

<erai&?M<

2( De6e0* '1.4/(1& !%0e6!d* 9e%* De6e0* ''.5'/(

 #ema- Q+ua&?Re*ur&o& Hdri*o&

  Assunto- Re+ulamenta a Gei 1(.199?99, =ue di&)%e &obre a olti*a

E&tadual de Re*ur&o& :dri*o&. Revo+a o #e*reto "1.512?00 3( De6e0* ''.''/(

 #ema- oluição3Gi*en*iamento3Re*ur&o& Naturai&

  Assunto- #i&)%e &obre o li*en*iamento ambiental, ti)i$i*a e *la&&i$i*a a&

in$raç%e& 8& norma& de )roteção ao Meio Ambiente e ao& re*ur&o& :dri*o&, a)rova o )ro*edimento admini&trativo de $i&*alização e a)li*ação da& )enalidade&? Revo+a o #e*reto "".(09?06.

4( De%i$e6!+,* N*6!0i7! CO"AM 1-/5

 #ema- Gi*en*iamento

  Assunto- #i&)%e &obre a )ubli*ação do )edido, da *on*e&&ão e da

renovação de li*ença& ambientai&

aa(De%i$e6!+,* N*6!0i7! CO"AM 1'/5

 #ema- Q+ua

  Assunto- #i&)%e &obre o en=uadramento da& +ua& do rio arao)eba

bb( De%i$e6!+,* N*6!0i7! CO"AM 14/53& !%0e6!d! 9e%! DN 2-/54

 #ema- Gi*en*iamento

  Assunto- #i&)%e &obre o )razo de validade da& Gi*ença& Ambientai& e &ua

Revalidação ? razo de validade ", 6 ou F ano&, de a*ordo *om o )orte e o )oten*ial )oluidor da atividade.

cc(De%i$e6!+,* N*6!0i7! CO"AM 23/5& A%0e6!d! 9e%! De%i$e6!+,* N*6!0i7! CO"AM -/(

 #ema- Gi*en*iamento ? uniç%e&

  Assunto- #i&)%e &obre o *o3)ro*e&&amento de re&duo& em $orno& de

*ln=uer

dd( De%i$e6!+,* N*6!0i7! CO"AM 4'/('& !%0e6!d! 9e%! De%i$e6!+,* N*6!0i7! CO"AM 1-(/(5

 #ema- Gi*en*iamento

  Assunto- E&tabele*e *ritrio& )ara a *la&&i$i*ação, &e+undo o )orte e o

)oten*ial )oluidor, do& em)reendimento& e atividade& modi$i*adora& do Meio Ambiente #i&)%e &obre a indenização do& *u&to& de anli&e de )edido& de autorização e de li*en*iamento ambiental

(16)

ee(De%i$e6!+,* N*6!0i7! CO"AM 5/(

 #ema- Mediç%e& ambientai&

  Assunto- #i&)%e &obre o *ada&tramento de laboratrio& de medição

ambiental no i&tema E&tadual de Meio Ambiente 3 IEMA?#etermina =ue r+ão& ambientai& re*u&em relatrio& de en&aio ou laudo& de en&aio emitido& )or laboratrio& não *ada&trado& no I-EMA

5( De%i$e6!+,* N*6!0i7! CO"AM 5(/(

 #ema- Inventrio de Re&duo&? Mineração

  Assunto- #i&)%e &obre a elaboração e a)re&entação 8 EAM do Inventrio

E&tadual de Re&duo& lido& Indu&triai&

**( De%i$e6!+,* N*6!0i7! C*n8un0! CO"AM/CER:;MG (1/(

 #ema- Q+ua3E$luente& G=uido&

  Assunto- #i&)%e &obre a *la&&i$i*ação do& *or)o& de +ua e diretrize&

ambientai& )ara o &eu en=uadramento? robe o lançamento de e$luente& em de&a*ordo *om o& )adr%e& e&tabele*ido&? Revo+a e)re&&amente a #N '!AM 10?F6.

++( "*60!6i! DR: -(/5-. Red!+,* !%0e6!d! 9e%!) "*60!6i! IGAM (3/((

 #ema- Q+ua ? Re*ur&o& Hdri*o&

  Assunto- Re+ulamenta o )ro*e&&o de outor+a de +ua& );bli*a& e&taduai&

ii( "*60!6i! IGAM (1/((

 #ema- Re*ur&o& Hdri*o&

  Assunto- #i&)%e &obre a )ubli*idade do& )edido& de outor+a de direto de

u&o da +ua no E&tado de Mina& <erai& )ara $in& do eer**io do direito de im)u+nação

 ,,( "*60!6i! C*n8un0! IEF/FEAM/IGAM (1/(

 #ema- Gi*en*iamento

  Assunto- 'ondi*iona a e)edição de de*laraç%e&, *ertid%e& e do ormulrio

de !rientação B&i*a Inte+rado 3 !BI ao re*ol:imento de emolumento& )or )arte do intere&&ado

("*60!6i! FEAM/IEF (2/(& !%0e6!d! 9e%! "*60!6i! FEAM/IEF (-/(

 #ema- 'ada&tro -*ni*o E&tadual

  Assunto- E&tabele*e o& )ro*edimento& )ara in&*rição no 'ada&tro -*ni*o

E&tadual de Atividade& oten*ialmente oluidora& ou Stilizadora& de Re*ur&o& Ambientai&

ll( "*60!6i! IGAM -(/(4

 #ema- Q+ua ? Re*ur&o& Hdri*o&

  Assunto- In&titui a 'am)an:a de Re+ularização na <e&tão do& Re*ur&o&

Hdri*o& L Q+ua

..( Re)*%u+,* CO"AM (1/52

 #ema- Gi*en*iamento

  Assunto- #i&)%e &obre o i&tema E&tadual de Gi*en*iamento de onte&

(17)

nn( Re)*%u+,* SEMAD '12/(

 #ema- Gi*en*iamento

  Assunto- #i&*i)lina o& )ro*e&&o& de li*en*iamento ambiental

oo(NR;(5 ; "6*<6!! de "6e7en+,* de Ri)*) A$ien0!i)

 #ema- Ri&*o& Ambientai&

  Assunto- #i&)%e &obre a elaboração e im)lementação do ro+rama de

revenção de Ri&*o& Ambientai& //( NR;2 ; Re)=du*) Indu)06i!i)

 #ema- Re&duo&

  Assunto- #i&)%e &obre a eliminação de re&duo& no& lo*ai& de trabal:o

00( "*60!6i! MS 1/('

 #ema- Q+ua

  Assunto- E&tabele*e o& )ro*edimento& e re&)on&abilidade& relativo& ao

*ontrole e vi+il4n*ia da =ualidade da +ua )ara *on&umo :umano e &eu )adrão de )otabilidade

rr( "!d6,* C**69*6!0i7* de >Di6e06i?e) de Mei* A$ien0e>

 #ema- #iretrize& +erai& de +eren*iamento ambiental

  Assunto- -ratamento de e$luente&, utilização ade=uada de re*ur&o&

ambientai&, in$luDn*ia em *om)ortamento de )ar*eiro&,re*i*la+em ss(Te6* de A8u)0!en0* de C*ndu0! @Mini)06i* "#$%i*

 #ema- #ano Ambiental

  Assunto- Mel:oria& ambientai& diver&a&

tt( LO 3/(2. "6*e))* CO"AM (13/152/(1(/2((2

 #ema- Gi*en*iamento

  Assunto- Autoriza a o)eração da $bri*a de >uatuba

uu( N*6!) Tni!)

 #ema- #iver&o&

  Assunto- Norma& -*ni*a& men*ionada& em le+i&lação *on&iderada na

lanil:a 'AG *omo a)li*vel *om re=ui&ito& @TT no *am)o do& Re=ui&ito& vv(Re)*%u+,* CONAMA -2/(3

 #ema- Ar

  Assunto- E&tabele*e o& limite& mimo& de emi&&ão de )oluente&

(18)

4 Etação de +ratamento de Ef&uente Indutriai

'.1 C*nei0*

Qrea da $bri*a re&)on&vel )elo tratamento e di&)o&ição $inal do& e$luente& l=uido& re&ultante& do )ro*e&&o de $abri*ação da *erve/a.

'.2 C!6!0e6=)0i!

O *om)o&to )elo )ro*e&&o anaerbio @au&Dn*ia de oi+Dnio, =ue  biol+i*o *om F5U de e$i*iDn*ia de remoção de matria or+4ni*a e )elo )ro*e&&o aerbio @)re&ença de oi+Dnio, tambm biol+i*o, *om e$i*iDn*ia de no mnimo de 9FU de remoção de matria or+4ni*a.

'.- O$8e0i7*

! )rin*i)al ob/etivo do &i&tema de tratamento  remover a matria or+4ni*a do e$luente, e&tabilizando3o de tal maneira =ue minimize =ual=uer e$eito =ue &ua de&*ar+a )o&&a *au&ar ao meio ambiente.

'.' E0!9!) d* "6*e))*

4.4.1 +ratamento rimário e r-tratamento

Ne&ta eta)a o e$luente ad=uire a& *ara*ter&ti*a& ne*e&&ria& )ara o mel:or )ro*e&&amento no tratamento biol+i*o.

././0/0 Gradeamento

A $inalidade de&ta o)eração  remover &lido& +ro&&eiro& a $im de )rote+er o &i&tema de bombeamento, tubulaç%e&, a& unidade& de tratamento &ub&e=Cente& e tambm o *or)o re*e)tor.

! ideal  =ue &e/am tomado& *uidado& )ara não lançar materiai& +ro&&eiro& no e$luente e na& *analeta&, de $orma a minimizar a& o)eraç%e& de lim)eza e tornar a +rade um di&)o&itivo a)ena& de &e+urança.

(19)

A $inalidade de&ta eta)a  remover a areia, )or )rin*)io& de &edimentação, / =ue a me&ma )ode *au&ar abra&ão e ob&trução no& e=ui)amento& e tubulaç%e& e tende a $i*ar retida no& tan=ue& de metanização e aeração, a*umulando material inerte no lodo biol+i*o.

././0/2 Peneiramento

A )eneira remove do e$luente o& re&duo& &lido& de di$*il biode+radação *omo *a&*a de malte e arroz =ue não devem entrar no& reatore&, dando a e&te& uma de&tinação *orreta.

Mai& uma vez vale lembrar =ue =uanto mel:or $or o )ro*e&&o na $bri*a, mel:ore& &erão a& *ondiç%e& de trabal:o na E-EI. or eem)lo, a de&tinação *orreta )ara o ba+aço de malte  o &ilo de ba+aço, )ortanto, =uanto mel:or e&&a tran&$erDn*ia $or de&envolvida, menor a =uantidade de ba+aço enviado )ara a e&tação.

4.4.2 +ratamento Se'undário

O a eta)a re&)on&vel )ela eliminação da matria or+4ni*a do e$luente atrav& de a+ente& biol+i*o&.

 #e+radação da matria or+4ni*a

H +rande variedade de mi*roor+ani&mo& =ue intera+em *om o material )ara &intetizar nova& *lula&. A utilização do material or+4ni*o )elo& mi*roor+ani&mo& &e *:ama ME-AB!GIM!, &endo =ue o *on&umo do material or+4ni*o )ara obtenção de ener+ia  denominado 'A-AB!GIM!, en=uanto a &nte&e de material *elular a )artir do material or+4ni*o  *on:e*ida *omo ANAB!GIM!.

ara =ue &e de&*revam o& )ro*e&&o& metabli*o&  )re*i&o =ue &e *ara*terize =ualitativamente a *on*entração do material or+4ni*o, a&&im &e :ouver uma nova variedade de *om)o&to& or+4ni*o& no e$luente, a determinação de todo& e&&e& *om)o&to& &e torna )rati*amente im)o&&vel.

 Metaboli&mo mi*robiano

! me*ani&mo mai& im)ortante )ara remoção de material or+4ni*o em um &i&tema biol+i*o  o metaboli&mo. E&&a denominação &e re$ere 8

(20)

utilização do material or+4ni*o )ela& ba*tria&, &e/a *omo $onte de ener+ia ou $onte de matria )ara &nte&e de material *elular.

uando o material or+4ni*o  utilizado *omo $onte de ener+ia, ele  tran&$ormado em )roduto& e&tvei& num )ro*e&&o *:amado 'A-AB!GIM!, no =ual o material or+4ni*o &e tran&$orma e  in*or)orado 8 ma&&a *elular.   )o&&vel &e e&tiver )re&ente uma +rande =uantidade de ba*tria& viva&.

! ANAB!GIM!  um )ro*e&&o =ue *on&ome ener+ia e &omente  vivel &e o 'A-AB!GIM! e&t o*orrendo &imultaneamente e $orne*endo ener+ia ne*e&&ria )ara a &nte&e do material *elular. ! 'A-AB!GIM! E ANAB!GIM! &em)re o*orrem &imultaneamente.

! Metaboli&mo Ba*teriano &e divide em doi& )ro*e&&o&

 'A-AB!GIM! !VI#A-I!  uma reação onde e&&e oidante

normalmente não e&t )re&ente, )re*i&a &er introduzido arti$i*ialmente.

 'A-AB!GIM! ERMEN-A-I! &e *ara*teriza )elo $ato de

não :aver )re&ença de um oidante, o )ro*e&&o &e re&ulta num rearran/o do& eltron& na& mol*ula& $ermentvei& de tal modo =ue &e $ormam, no mnimo, doi& )roduto& Ql*ool e '!2.

A $ermentação mai& *on:e*ida )rovavelmente  a $ormação de l*ool. Ne&&e )ro*e&&o o& *arboidrato& &e tran&$ormam em l*ool etli*o e diido de *arbono.

A di+e&tão anaerbia  um )ro*e&&o $ermentativo. ! )ro*e&&o &e *ara*teriza )ela )rodução de metano, =ue  o *om)o&to or+4ni*o mai& reduzido e diido de *arbono.

./1/1/0 $igestão Anaer3bia

".2.2.1.1 Reator de A*idi$i*ação

Ne&ta eta)a a matria or+4ni*a, *om)o&ta )rin*i)almente de li)dio&, )rotena& e *arboidrato& &e a)re&enta na $orma de +rande& *adeia& *arbPni*a& devendo ini*ialmente &er =uebrada& )ara ad=uirirem taman:o &u$i*iente )ara *on&e+uir ultra)a&&ar a membrana da& ba*tria& @menor )e&o mole*ular. E&te )ro*e&&o

(21)

re=uer inter$erDn*ia da& *:amada& eo3enzima& =ue &ão e*retada& )ela& ba*tria& $ermentativa&, a& )rotena& &e de+radam atrav& de @)oli)e)tdi*a& )ara tran&$ormar em amino*ido&W o& *arboidrato& &e tran&$ormam em aç;*are& &ol;vei& e o& li)dio& &ão *onvertido& em *ido& +rao&.

Ei&tem doi& ti)o& )rin*i)ai& de ba*tria&

 A'I#!<XNEE, =ue &ão re&)on&vei& )ela )rodução do&

*ido&, )rin*i)almente *ido a*ti*o, =ue  a matria )rima )ara o metano.

 A'E-!<XNEE, =ue &ão re&)on&vei& )ela *onver&ão do&

)roduto& a*ido+Dne&e& em *om)o&to& =ue $ormam o& &ub&trato& )ara )rodução de metano a*etato, :idro+Dnio, '!2 @*atali&ar e&&a& &ub&t4n*ia&. Ne&&a eta)a, e&&a&

*adeia& =uebrada& entram )ara o metaboli&mo da& ba*tria&.

!& *om)o&to& di&&olvido&, +erado& no )ro*e&&o de :idrli&e &ão ab&orvido& na& *lula& da& ba*tria& $ermentativa& e a)& a a*ido+Dne&e e*retada& *omo &ub&t4n*ia& or+4ni*a& &im)le& *omo *ido& +rao& voltei&, l*ooi&, *ido& l*ti*o, *om)o&to& +a&o&o& *omo '!2 , H2, NH( , et*. A $ermentação a*ido+Dni*a  realizada )or

um +ru)o diver&i$i*ado de ba*tria& da& =uai& a maioria  anaerbia obri+atria.

".2.2.1.2 Reator de Metanização @Reator Anaerbio

A)& a $ormação do& *ido& no reator anterior, *omeça ne&ta eta)a a )rodução do metano, =ue  *oletado atrav& da ação de um &e)arador de $a&e =ue realiza a &e)aração do +&, l=uido @e$luente, e &lido @lodo. E&te +&  *analizado )ara um re&ervatrio onde  =ueimado realizando a&&im a retirada de matria or+4ni*a do e$luente.

A )rodução de +&  realizada )or um *on/unto de ba*tria metano+Dni*a& A'E-E-RI'A, a )artir da redução de *ido a*ti*o e HI#R!<EN!-RI'A, a )artir da redução de '!2.

(22)

A remoção do material or+4ni*o, ou mel:or, da ener+ia =umi*a a&&o*iada ao material or+4ni*o durante a $ermentação *ida &e limita 8 liberação de :idro+Dnio, ma& a $ormação de :idro+Dnio  limitada, &omente (0U do material or+4ni*o  *onvertido em metano )ela via :idro+enotr$i*a, então uma *ondição ne*e&&ria )ara uma remoção e$i*iente de material or+4ni*o em um &i&tema anaerbio  =ue a metano+Dne&e a*etotr$i*a &e de&envolve e$i*ientemente.

A $ermentação *ida tende a *au&ar um +rande abaiamento do valor do ):, devido 8 )rodução *ido& +rao& voltei& e outro& )roduto& intermedirio&.

Entretanto a metano+Dne&e não a*om)an:a a taa de )rodução do& me&mo&, )ode &ur+ir uma &ituação de in&tabilidadeW a )rodução l=uida de *ido re&ulta numa tendDn*ia de diminuição do valor do ):, o =ue )oder *au&ar uma redução adi*ional da atividade metano+Dni*a e um aumento de )rodução l=uida de *ido, na )rti*a e&te JazedamentoK do *onte;do de um reator anaerbio  a *au&a mai& *omum de J$al:a o)era*ionalK.

Fi<u6! 1 ; Re!0*6 de e0!ni?!+,*

! )eri+o de azedamento )ode &er evitado =uando  mantido um e=uilbrio entre a& $ermentaç%e& *ida e metano+Dni*a, atrav&

(23)

da manutenção de uma *a)a*idade metano+Dni*a alta e =uando &e tem uma boa e&tabilidade do valor do ): atrav& de uma alta *a)a*idade de tam)onamento, normalmente a *a)a*idade de tam)onamento  &u$i*ientemente +rande )ara a$a&tar o )eri+o de azedamento.

anta+en& do i&tema Anaerbio

 Baio *on&umo de ener+ia,  <era re&duo +a&o&o,

 Menor rea *on&truda.

#e&vanta+en& do i&tema Anaerbio

 Baia e$i*iDn*ia,

 i&tema muito &en&vel @alto *ontrole,  #i$*il a=ui&ição de lodo @alto *u&to,  <rande *on&umo de )roduto& =umi*o&.

".2.2.2 -an=ue de Aeração @Reator Aerbio

Ne&ta eta)a o*orre o )olimento do no&&o e$luente em termo& de #!, onde a matria or+4ni*a re&idual do tratamento anaerbio  e&tabilizada na )re&ença de oi+Dnio e *ondiç%e& ideai& do meio.

A& ba*tria& re&)on&vei& )or e&&a biode+radação *on/untamente *om outro& ti)o& de mi*roor+ani&mo& e )ela matria or+4ni*a em &u&)en&ão $ormam $lo*o&, =ue $a*ilitam a de)uração de&te material e )or al*ançarem maiore& dimen&%e& a*abam )or ad=uirir maior velo*idade de &edimentação.

Ne&ta eta)a a matria or+4ni*a  eliminada atrav& de &ua tran&$ormação em +& *arbPni*o @(0U, =ue  tran&$erido )ara a atmo&$era e &ua tran&$ormação em nova& ba*tria& @70U, +erando a&&im uma +rande =uantidade de lodo re&idual.

anta+en& do i&tema Aerbio

 Maior e$i*iDn*ia,  Meno& &en&vel,

 Baio *on&umo de )roduto& =umi*o&.

#e&vanta+en& do i&tema Aerbio

(24)

 Alto *on&umo de ener+ia,  <rande rea *on&truda.

".2.2.( #e*antador e*undrio

A ma&&a l=uida @&lido& em &u&)en&ão na $orma de $lo*o& de mi*roor+ani&mo& e +ua tratada biolo+i*amente no tan=ue de aeração  *onduzida )or +ravidade ao de*antador &e*undrio @=ue )o&&ui $orma de *one, onde o*orre a *lari$i*ação do l=uido *om a &e)aração do& &lido&.

! e$luente i&ento de &lido&  o e$luente tratado =ue verte )ara o *or)o re*e)tor @rio, )a&&ando ante& )or uma r)ida de&in$e*ção )ara +arantir o& ndi*e& relativo& a *oli$orme& totai& e $e*ai&.

!& &lido& &edimentado& no $undo do de*antador @lodo biol+i*o, &ão removido& *ontinuamente )or um me*ani&mo de ra&)a+em e *onduzido& )ara um )oço *entral de onde &ão removido& do tan=ue e en*amin:ado& ao &i&tema de retorno de lodo.

arte do& &lido&  bombeado de volta )ara o reator aerbio )ara +arantir uma =uantidade &u$i*iente de mi*roor+ani&mo& =ue )o&&am realizar o )ro*e&&o e$i*ientemente.

uando  *ara*terizado o e*e&&o de lodo, o material  tran&$erido )ara o aden&ador de lodo.

".2.2." Aden&ador de Godo

No aden&ador, o lodo de*anta novamente o*orrendo nova &e)aração do l=uido *om *on&e=Cente aumento na *on*entração de &lido&, =ue *:e+a a atin+ir um valor de 2,5U, &endo en*amin:ado )ara o &i&tema de )ren&a+em.

! l=uido *lari$i*ado do aden&ador  drenado )ara o tan=ue de e=ualização )ara &er re)ro*e&&ado.

".2.2.5 #e&idratação do Godo

A de&idratação do lodo  realizada *om a )ren&a de&a+uadora, onde o lodo a)& re*eber uma do&a+em de )olieletrlito )ara ad=uirir mel:or $lo*ulação,  )ren&ado &endo retirada a =uantidade mima )o&&vel de

(25)

+ua, =ue  retornada )ara o tan=ue de e=ualização )ara tambm &er re)ro*e&&ada.

! lodo de&idratado  utilizado *omo adubo or+4ni*o.

4.4.".rin'i%ai %ar/metro a erem 'ontro&ado

! monitoramento da e&tação &e+uindo a $aia de valore& do& )ar4metro& de&*rito& a &e+uir a*arretar num )ro*e&&o *om um alto nvel de e$i*iDn*ia, ma& tambm o $un*ionamento da me&ma $ora da $aia o*a&ionar dano& at me&mo irrever&vei& )ara o )ro*e&&o.

././2/0 #emperatura

A& atividade& metabli*a& da& ba*tria& &ão determinada&, ou &e/a, &ão a*elerada& ou retardada& de a*ordo *om o valor da tem)eratura em =ue e&tão o*orrendo. No *a&o e&)e*$i*o do& reatore& anaerbio& a tem)eratura ideal $i*a em torno de (6' en=uanto no aerbio ela não deve )a&&ar do& "0'.

".".(.2 )H

! )oten*ial :idro+eniPni*o, ou &e/a, o )H, no& d in$ormaç%e& &obre a =uantidade de on& de :idro+Dnio HY ei&tente& no e$luente ou &e/a &e o me&mo e&t a)re&entando *ara*ter&ti*a& b&i*a @)HZ 7, *ida @ )H [7 ou neutra @)H\7. alore& de )H lon+e da neutralidade tendem a a$etar a taa de *re&*imento de mi*roor+ani&mo&, )ortanto no no&&o *a&o *omo temo& ini*ialmente uma a*idi$i*ação, o no&&o )H *ai e devemo& $azer uma *orreção )ara =ue o e$luente )o&&a entrar )ara a metanização *om o valor ideal )ara a atividade de&&a& ba*tria& =ue $i*a entre 6,F a 7,2.

A)& o e$luente ir )ara o *arro&&el onde a $aia tima de trabal:o &itua3&e entre 6,5 a F,0, bem maior =ue a do anterior, *a&o o )H &aia de&ta $aia o*orrer a morte total do& mi*roor+ani&mo&.

././2/2 4azão

Atrav& da vazão, )ode3&e =uanti$i*ar o volume de e$luente tratado )ela e&tação, ou &e/a, )ode3&e *ontrolar a =uantidade de l=uido =ue entra na E-EI, a =ue vai )ara o reator anaerbio, a =ue vai )ara o reator aerbio

(26)

e a =ue  *analizada )ara o rio, )odendo a&&im a&&e+urar um volume *om)atvel *om a *a)a*idade de *ada reator e da e&tação. A vazão mima admitida na e&tação  de 190 m]?: *om )i*o& de at ( :ora& *om 250 m]?:.

././2/. Mat5ria Org6nica

A matria or+4ni*a )re&ente no no&&o e$luente  uma *ara*ter&ti*a de )rimordial im)ort4n*ia, &endo a )rin*i)al *au&adora do )roblema de )oluição da& +ua& o *on&umo do oi+Dnio di&&olvido )elo& mi*roor+ani&mo& no& &eu& )ro*e&&o& metabli*o& de utilização e e&tabilização da matria or+4ni*a.

uando uma +rande =uantidade de matria or+4ni*a atin+e um *or)o re*e)tor, e&&e& )ro*e&&o& &ão a*elerado& a*arretando a&&im no *on&umo de todo o oi+Dnio di&&olvido *au&ando a morte de todo& o& &ere& vivo& =ue :abitavam e&te meio, )rin*i)almente =uando e&&a de&*ar+a  *ontnua, o =ue não d ao *or)o re*e)tor a *:an*e de &e re*u)erar. or i&&o todo e*e&&o de matria or+4ni*a deve &er retirado do e$luente ante& dele *:e+ar ao rio, &enão toda a vida dele e&tar *om)rometida.

././2/7 $8O

O a =uantidade de oi+Dnio ne*e&&rio )ara e&tabilizar bio=uimi*amente a matria or+4ni*a, i&to  ela no& indi*a o +rau de )oluição =ue &e en*ontra o no&&o e$luente e o taman:o do dano =ue ele *au&aria &e *:e+a&&e ao *or)o re*e)tor. A #B! do no&&o e$luente deve e&tar )rimo de 1F00 m+?l.

././2/9 $:O

-ambm indi*a a =uantidade de oi+Dnio ne*e&&rio )ara e&tabilizar a matria or+4ni*a, & =ue )or via =umi*a. ! te&te da #! no& d um re&ultado muito mai& r)ido @2 :ora& do =ue o te&te da #B! @5 dia& )ortanto  muito mai& utilizada devido a& medida& =ue devem &er tomada& re=uererem tambm um *urto e&)aço de tem)o. ! valor da #! do no&&o e$luente deve e&tar )rimo de 2700 m+?l, =ual=uer valor muito di$erente de&te deve &er inve&ti+ado.

(27)

././2/; !arga Org6nica

O a taa de matria or+4ni*a a)li*ada ao reator )or dia, ou &e/a,  o volume de matria or+4ni*a e)re&&o em #! =ue deve &er tratado )or dia )ela e&tação. A *ar+a or+4ni*a mima da e&tação  de 12(12 ^+ #!?dia.

././2/< Oxigênio

A *on*entração de oi+Dnio  de $undamental im)ort4n*ia )ara o $un*ionamento da e&tação, )or )o&&umo& um &i&tema mi&to, num )rimeiro momento devemo& ter *ondiç%e& anaerbia& re&trita& )ara o reator de a*idi$i*ação e metanização, / =ue e&ta& ba*tria& não trabal:am na )re&ença de oi+Dnio, )o&teriormente na &e+unda eta)a do tratamento, uma *on*entração de !# entre 0,5 a 2,0 m+?l, +arantida atrav& de um &i&tema de aeração im)lantado no reator,  ne*e&&ria )ara +arantir a oidação da matria or+4ni*a e tambm o de&envolvimento do& mi*roor+ani&mo& mai& im)ortante& )ara o de&envolvimento de&te )ro*e&&o.

././2/= >cidos 4ol*teis

Indi*a &e a $ormação de *ido& no reator de a*idi$i*ação e&t dentro do e&)erado e &e a &ua *on*entração e&t &endo diminuda dentro do reator de metanização atrav& da tran&$ormação )ara o metano. O de $undamental im)ort4n*ia o a*om)an:amento de&te )ar4metro )oi& ele  o mel:or indi*ador do andamento do )ro*e&&o, &e a $ormação e remoção de *ido& e&tiverem boa, o &i&tema e&t trabal:ando bem, ma& &e o inver&o e&tiver a*onte*endo, deve3&e inve&ti+ar )ara veri$i*ar o =ue e&tar )re/udi*ando o )ro*e&&o.

././2/0?

Alcalinidade-Indi*a a *a)a*idade =ue o e$luente tem )ara evitar a =ueda do )H, &em =ue &e/a adi*ionado )roduto& =umi*o&, i&to , a *a)a*idade tam)ão do e$luente. A al*alinidade  muito im)ortante )oi& *omo num )rimeiro momento o e$luente deve &er a*idi$i*ado devido a $ormação do& *ido&, ela +arante um )H não muito baio, diminuindo a&&im a =uantidade de

(28)

)roduto =umi*o =ue deve &er do&ado )ara =ue e$luente atin/a a $aia ne*e&&ria )ara a metanização.

././2/00 ela"ão @M 

Indi*a &e a =uantidade de alimento, J$oodK, e&t &ati&$atria )ara a =uantidade de mi*roor+ani&mo&. E&ta $aia de valor deve variar entre 0,0F a 0,15, o =ue +arantir matria or+4ni*a &u$i*iente )ara a alimentação da& ba*tria&.

././2/01 Bndice 4olum5trico de Lodo

Indi*a a &a;de do lodo do reator aerbio ao &edimentar, i&to  &e o me&mo &e en*ontra volumo&o *ara*terizando a&&im uma +rande =uantidade de $ilamento&a&, =ue a*abam )or di$i*ultar a &edimentabilidade do me&mo a*arretando a&&im em tran&bordo& de lodo no de*antador. ! valor de IG ideal deve e&tar entre F0 e 125 m+?l, o =ue no& dar uma den&idade )rima de 1 =ue +arantir =ue o lodo de*antar &em nen:uma di$i*uldade.

././2/02 @3s(oro e 'itrogênio

A adição de&ta& &ub&t4n*ia& inor+4ni*a& &e $az ne*e&&rio em al+un& e&t+io& de o)eração da )lanta e &ervem )ara mel:orar o metaboli&mo da& ba*tria&, *a&o en*ontrem3&e *om baia *on*entração no e$luente bruto.

(29)

EQUALIZAÇÃ O RETORNO DE LODO GRADEAMENT O RECEBIMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS Cai2a de retenção de areia *radea.en to CAIXA DE AREIA PENEIRA Prensa PRENSAGEM ADENSADOR Rede de e6uentes da )7brica Cal+a Pars+all E6uente bruto 8 Peneiras est7ticas 8 E0uali4ado res Elevat9rias :; 8 e < E6uente tratado Canal

Rio densador de lodo DISPOSIÇÃO FINAL DO EFLUENTE TRATADO Elevat9ria de Es*oto =ruto < bo.bas centr>)u*as < bo.bas sub.ersas !odo /rensado 3 TQs de Aeraçã DECANTAD OR SECUND!RI O eração Decantad or < =o.bas /ara)us o " # !$%a de &ra's(rda)e'& "

#!$%a *ara + a,a$e) d a &e+a

Dosa*e. de uréia ;7cido )os )or>co;soda e 7cido clor>drico ?*ua !odo ativad o E6uente bruto E6uente e0uali4ad o E6uente t ratado Dosa*e. de /olieletr9 lito MEDIDOR DE -AZÃO DOSAGEM DE NUTRIENTES  Tan0ue de cidi@caç ão  Tan0ue de Metani4aç ão ACIDIFICAÇÃ O METANIZAÇÃO Flare QUEIMA DE BIOG!S =io Filtro FILTRO DE BIOG!S Dosa*e. de +i/oclorit o DOSAGEM DE PRODUTO QU.MICO DOSAGEM DE PRODUTO QU.MICO  Tan0ue de lodo ARMAZENAMENTO DE LODO ANAER/BIO Produto 0u>.ico =io*7s !odo anaer9bi o E6uente .etani4ad o E6uente acidi@cad o =3-Pass 2F

(30)

29

 Su# roduto

.1 C*nei0*

ub)roduto&  todo )roduto +erado na )rodução alm do )roduto )rin*i)al, a *erve/a e?ou re$ri+erante, e )ode &er tran&$ormado a $im de obter lu*ro e )oluir meno&, / =ue : a)roveitamento do& re&duo& +erado&.

.2 Su$96*du0*) !0u!i)

A $bri*a a)roveita atualmente 99,7U do& re&duo& +erado&.

 A& +arra$eira&1 vel:a& &ão triturada& e &eu )l&ti*o re*i*lado )ara a

obtenção de nova& +arra$eira&W

 A& +arra$a& =ue &e =uebram durante o )ro*e&&o de enva&e, )o&&uem

al+uma &u/eira im)o&&vel de remover ou &ão vel:a& demai& )ara &erem utilizada& novamente &ão re*i*lada& na $ilial )rodutora de

(31)

 Su# roduto

.1 C*nei0*

ub)roduto&  todo )roduto +erado na )rodução alm do )roduto )rin*i)al, a *erve/a e?ou re$ri+erante, e )ode &er tran&$ormado a $im de obter lu*ro e )oluir meno&, / =ue : a)roveitamento do& re&duo& +erado&.

.2 Su$96*du0*) !0u!i)

A $bri*a a)roveita atualmente 99,7U do& re&duo& +erado&.

 A& +arra$eira&1 vel:a& &ão triturada& e &eu )l&ti*o re*i*lado )ara a

obtenção de nova& +arra$eira&W

 A& +arra$a& =ue &e =uebram durante o )ro*e&&o de enva&e, )o&&uem

al+uma &u/eira im)o&&vel de remover ou &ão vel:a& demai& )ara &erem utilizada& novamente &ão re*i*lada& na $ilial )rodutora de +arra$a& e &e tran&$ormam em nova& +arra$a&W

 Gatin:a& ama&&ada& durante o )ro*e&&o de enva&e ou durante o

tran&)orte tambm &ão re*i*lada&W

 !& rtulo& etrado& durante a lava+em da& +arra$a& &ão )ren&ado&

e vendido& )ara ind;&tria& de )a)elW

 ! ba+aço de malte oriundo do )ro*e&&o de $abri*ação da *erve/a 

vendido )ara )rodução de ração animalW

 ! $ermento utilizado na $ermentação da *erve/a  reutilizado

a)roimadamente 5 veze&. uando e&+ota3&e e&&a =uota ou, )or al+um motivo, ele *ontamina3&e im)o&&ibilitando nova utilização, realiza3&e a &e*a+em no &e*ador de $ermento e  vendido *omo levedura de *erve/a. Sma )arte menor  mi&turada, ainda ;mida, ao ba+aço de malte )ara &er vendido *omo ração animal.

! =ue não )ode &er rea)roveitado tem o de&tino ade=uado *omo in*ineração ou aterro& indu&triai&, em a*ordo a& norma& ambientai& vi+ente&.

(32)

 !on'&uão

ode3&e notar =ue a AMBE )o&&ui um $orte &i&tema de +e&tão ambiental, bem $undamentado na& norma& ambientai& do& diver&o& r+ão& de meio ambiente do e&tado e do )a&.

! tratamento de re&duo& $oi minu*io&amente )lane/ado e  ri+idamente *ontrolado, tendo3&e em vi&ta, tambm, a re&)on&abilidade &o*ial e ambiental de uma em)re&a do )orte da AMBE, &em *ontar o& a&)e*to& le+ai& =ue )oderiam &er im)utado& no *a&o de não atendimento ao& )ar4metro& le+ai& de emi&&ão de e$luente& e re&duo& indu&triai&.

A&&im *omo o &i&tema de +e&tão &e+undo a I! 1"001, o &i&tema adotado )ela AMBE vi&a +eren*iar todo o )ro*e&&o )rodutivo, reduzindo e tratando o& re&duo& indu&triai& )ara ade=uação a ne*e&&idade +lobal de de&envolvimento &u&tentvel. A di$erença entre o& doi& &i&tema& )ode &er vin*ulada a)ena& ao ttulo do *erti$i*ado, uma vez =ue a AMBE )o&&ui *erti$i*ação )r)ria =ue atende a& ei+Dn*ia& interna*ionai& no =ue&ito ambiental.

Referências

Documentos relacionados

8- Bruno não percebeu (verbo perceber, no Pretérito Perfeito do Indicativo) o que ela queria (verbo querer, no Pretérito Imperfeito do Indicativo) dizer e, por isso, fez

A Sementinha dormia muito descansada com as suas filhas. Ela aguardava a sua longa viagem pelo mundo. Sempre quisera viajar como um bando de andorinhas. No

vassourar – varrer... Que género de texto acabaste de ler? Justifica a tua resposta. Transcreve alguns versos que ilustrem a azáfama da vassoura. A dona da casa está descontente com

2. Identifica as personagens do texto.. Indica o tempo da história. Indica o espaço da história. Classifica as palavras quanto ao número de sílabas. Copia do texto três

Fugiu – forma verbal do verbo “fugir”, no Pretérito Perfeito do Indicativo, na 3.ª pessoa do singular. Forma afirmativa: Eu

A Sementinha dormia muito descansada com as suas filhas. Ela aguardava a sua longa viagem pelo mundo. No entanto, sempre vivera junto ao pomar do António Seareiro e até

8- Indica duas utilizações do granito.. Indica duas utilizações

Em janeiro, o hemisfério sul recebe a radiação solar com menor inclinação e tem dias maiores que as noites, encontrando-se, assim, mais aquecido do que o hemisfério norte.. Em julho,