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Academic year: 2021

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Resultados do 3T15 Rodobens (RDNI3 BZ) 11 de novembro de 2015 Operadora:

Bom dia. Sejam bem-vindos à teleconferência da Rodobens referente aos resultados do 3T15. Estão presentes os senhores Flávio Vidigal, Diretor Financeiro e de Relações com Investidores, e Fernanda Nogueira, Gerente de Relações com Investidores.

Informamos que este evento está sendo gravado e traduzido simultaneamente, e que durante a apresentação da Empresa todos os participantes estarão apenas ouvindo a teleconferência. Em seguida, iniciaremos a sessão de perguntas e respostas apenas para analistas e investidores, quando mais instruções serão fornecidas. Caso alguém necessite de assistência durante a teleconferência, por favor, solicite a ajuda de um operador, digitando *0.

O áudio e a apresentação estão sendo apresentados simultaneamente na Internet, no endereço www.rodobens.com.br/ri.

Gostaríamos de esclarecer também que eventuais declarações que possam ser feitas durante esta teleconferência, relativas às perspectivas de negócios da Rodobens, projeções e metas operacionais e financeiras, constituem-se em crenças e premissas da Diretoria da Companhia, bem como em informações atualmente disponíveis. Elas envolvem riscos, incertezas e premissas, pois se referem a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer. Investidores devem compreender que condições econômicas gerais, da indústria e outros fatores operacionais podem afetar o desempenho futuro da Rodobens e conduzir a resultados que diferem materialmente daqueles expressos em tais considerações futuras.

Agora, gostaríamos de passar a palavra ao Sr. Flávio Vidigal que iniciará a apresentação. Por favor, Sr. Flávio Vidigal, pode prosseguir.

Flávio Vidigal:

Bom dia a todos. Queria agradecer a todos pela participação em mais um call de resultados da Rodobens Negócios Imobiliários. Eu queria de falar um pouco do trimestre que tivemos.

Em linha com o que vimos olhando os outros trimestres, temos nos deparado com um cenário mais duro em relação a vendas e repasses, dada a maior rigidez dos bancos na concessão de crédito, em especial para a pessoa física. Mas mesmo nesse cenário, entendemos que tivemos um excelente trimestre, em que atingimos nossas metas.

Lembrando que sempre temos reforçado, desde o começo do ano, que o direcionamento da Companhia será sempre um direcionamento que leve a uma maior geração de caixa, em especial no momento em que vivemos.

O grande destaque dos nove meses continua sendo a venda no segmento de Urbanismo, em que vendemos aproximadamente R$78 milhões. Quando comparamos com o ano anterior, estamos falando de um volume 2,5x o volume comercializado no mesmo período do ano anterior.

Temos olhado bastante, analisado e reanalisado nosso estoque. Temos uma boa gestão de estoque, tendo não só um volume baixo de estoque em andamento, como também um volume baixo de estoque concluído, 10%, um dos menores estoques concluídos do setor.

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E em termos operacionais, de lançamentos, por mais um trimestre não lançamos nenhum produto, dado o ponto que comentei, que temos focado na venda do estoque e geração de caixa, mas sempre sem esquecer da originação de novos negócios, onde temos também privilegiado negócios que reduzam nossa exposição de caixa.

O que queremos demonstrar aqui é que temos buscado um negócio em que usemos menos caixa. Adquirimos três novas áreas usando permutas, o que reduz sensivelmente a exposição de caixa da Companhia em determinados projetos e tira, nesse caso, nossa pressão por lançar.

Como vocês sabem, se utilizarmos caixa agora, estaríamos incorrendo em um custo de capital, e isso, de alguma maneira, poderia criar uma pressão para lançar algum produto, e temos evitado esse tipo de situação.

E em termos financeiros, tem várias coisas boas que acontecerão para a Companhia neste trimestre. Geramos caixa no trimestre, R$13 milhões, foi um trimestre bom em termos de geração.

Com isso, reduzimos nossa dívida corporativa; na verdade, se olharmos somente dívida corporativa, excluindo plano empresário, ela já hoje é negativa, já estamos com -6 de dívida total/PL, o que nos coloca em uma posição muito confortável de endividamento, de pressão do caixa.

Recompusemos o caixa em uma operação que foi muito boa para a Companhia no seguimento de loteamento. Vínhamos andando com o capital próximo em loteamento, mas conseguimos captar financiamentos para dois lançamentos nossos: o loteamento de São José do Rio Preto e o de Feira de Santana, totalizando R$33 milhões, em uma operação que é pouco usual e mostra a fortaleza de crédito da Companhia, os bancos acreditando na Rodobens Negócios Imobiliários, aprovando crédito em uma operação que não é habitual no mercado.

E novamente, nossa posição de caixa, somada aos recebíveis performados e dívida, é bastante sólida, mais de 2x a dívida corporativa.

E em um momento mais reflexivo, dado que temos lançado, temos andado com menos obras, o nosso fechamento está em um patamar estável, começamos a trabalhar bastante as linhas intermediárias do balanço. Trabalhamos bastante a linha de gerais e administrativas, onde tivemos uma redução expressiva no G&A ao longo do ano, de 23%.

Quando comparamos o G&A com o mesmo período do ano passado, na média estamos falando de uma queda de quase R$5 milhões de G&A, o que entendemos ser bastante material.

Ou seja, temos preparado a Companhia para manter esse ritmo de geração de caixa, preparando os terrenos que temos dentro de casa para, no momento adequado, lançar os produtos. Temos coisas bastante avançada em loteamento e incorporação, mas neste momento optamos por não lançar.

Acho que essas são as considerações iniciais. Eu vou passar para a Fernanda, que entrará em mais detalhes operacionais e financeiros do trimestre, e depois podemos fazer um fechamento com as perguntas e respostas.

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Obrigada, Flávio. Bom dia a todos. Começando pelo slide número sete, onde temos nosso histórico de lançamentos, neste trimestre optamos por não ter nenhum lançamento. Apesar de termos alguns projetos aprovados no interior de São Paulo e Centro-Oeste, dada a condição de mercado, optamos por postergar isso para o ano que vem.

Continuamos trabalhando nosso land bank, desenvolvendo e aprovação de projetos, mas só iremos efetivamente lançar assim que nos sentimos mais confortáveis e virmos que o mercado melhorou.

Passando agora para o slide de número oito, apresentamos nossas vendas no trimestre. Neste trimestre, o volume de vendas totalizou R$52 milhões, e esse volume foi um pouco penalizado pelo volume de distratos do Minha Casa, Minha Vida que tivemos, mais ou menos R$50 milhões. Essas eram vendas antigas, de clientes que não conseguiram financiamento junto aos bancos. Optamos por fazer esse distrato unilateral, e fazer uma revenda das unidades, agora também já aprovada no SICAQ, o que mitigará o risco de distrato.

Quando passamos para Urbanismo, coincidentemente, no fim do trimestre, tivemos alguns distratos de clientes que estouraram nossa regra de cobrança, ou seja, ficaram inadimplentes além do que admitimos como razoável, e fizemos a opção também de um distrato unilateral.

Em loteamento, não nos preocupamos muito, até porque é um segmento que vem performando bem. Então, acreditamos que vamos revender essas unidades distratadas do final de setembro ao longo desse trimestre. O que corrobora esse ponto é quando olhamos o acumulado do ano, que é o que o Flávio já comentou, aumentamos o volume de venda 2,5x.

Essa carteira de Urbanismo, acho que vale mencionar, é um ativo extremamente importante para nós, até porque, em um cenário de juro alto, a carteira remunerada a IGPM+12% gera uma receita financeira significativa para nós.

Passando agora ao slide número nove, apresentamos nossos estoques, que é o que também o Flávio já antecipou um pouco. Estamos com um nível bem abaixo do mercado de estoque, tanto de andamento quando de acabado. O nosso produto acabado representa apenas 10% do volume total, e desses 10% de estoque acabado que temos, R$28 milhões são de Minha Casa, Minha Vida, que é o que pretendemos revender até o final do 1T16. Isso mostra que estamos em uma situação extremamente confortável nesse aspecto.

Passando agora ao slide número nove, apresentamos nosso land bank. Do 2T para o 3T, não tivemos nenhuma variação muito significativa. O que vale ressaltar são as três aquisições ou exercício de opções que fizemos no trimestre, que foram exatamente o que o Flávio falou, essas aquisições foram via permuta, ou seja, não tivemos desencaixe. Foi uma área no Estado de Minas Gerais, um em São Paulo e uma no Mato Grosso. E o land bank de loteamento não teve nenhuma alteração no trimestre.

Passando agora aos dados financeiros, começamos pela questão de caixa e dívida, no slide número dez. Reforçamos nossa posição de caixa. Como o Flávio antecipou, terminamos o trimestre com R$327 milhões, conseguimos concluir essa captação extremamente importante para nós, os loteamentos de Feira de Santana e São José do Rio Preto, a uma taxa de TR+11,5%, pelo prazo de cinco anos, uma captação que consideramos a um preço bastante atrativo.

Viemos em linha com nossa estratégia, e quando olhamos nossa dívida corporativa, ela vem sistematicamente se reduzindo desde o final do 4T14. Estamos conseguindo realmente quitar a dívida corporativa. A intenção, pelo menos neste momento, é seguir só com o financiamento e a construção.

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Quando olhamos o nosso cronograma de vencimento de dívida, vemos que temos uma dívida bastante diluída, bastante escalonada. Temos até um vencimento maior no ano de 2016, mas se pegarmos nossa posição de caixa, ela mais que cobre isso. Isso nos dá muito conforto em um momento mais desafiador, como a gente vem passando.

No próximo slide, número 13, apresentamos nossa posição de caixa. No trimestre, como o Flávio já disse, geramos R$13 milhões, também em linha com o que já vínhamos dizendo, que o 2S seria um trimestre de geração de caixa.

Temos monetizado bem nossa carteira de recebíveis, temos sido bastante diligentes junto aos bancos, para estar sempre pressionando, tentando reduzir ao máximo esse tempo entre o repasse e a efetiva entrada de caixa desse repasse.

Passando agora para o slide de número 14, temos os highlights dos nossos destaques financeiros, nosso DRE e dívida. O que vale ressaltar aqui? Aumentamos a receita de R$146 milhões para R$148 milhões quando comparamos o 2T com o 3T, muito impulsionado pelo maior volume de obras, e até de algumas obras de Stillo que estão bem vendidas, como o Reserva Cuiabá, que é um empreendimento nosso que está 100% vendido.

Outro ponto que queríamos destacar são as despesas gerais e administrativas. Vimos fazendo um trabalho forte, desde o início do ano readequamos a estrutura para ajustar nossa operação, e neste trimestre também optamos por abrir e separar o que era jurídico, que é uma conta que vem meio flat, do que o geral e administrativo efetivo, que temos efetiva gestão, para ficar mais claro ainda esse esforço de redução de G&A que temos feito.

Acho que esses são os principais pontos. Eu gostaria de voltar a palavra para o Flávio agora para as considerações finais.

Flávio Vidigal:

O que queríamos deixar de mensagem, olhando o 4T, sempre que vai chegando o final do ano é um bom momento para fazermos uma análise do que foi desenvolvido ao longo do ano, do cenário, do que prevíamos inicialmente versus o que nos deparamos.

O ano está sendo difícil, inclusive para uma Companhia como a nossa, se preparou para momentos mais rígidos em termos econômicos e políticos. Entramos no ano bastante preparados para isso, não vemos melhora nesse cenário em um curto espaço de tempo, então temos preparado ainda mais a Companhia, fortalecido nosso balanço patrimonial, tentado monetizar nossa carteira o mais rápido possível, diminuir o uso do caixa e nossas despesas.

Em paralelo ao cenário econômico com o qual nos deparamos, percebemos também o cenário mais rígido dos bancos na concessão de crédito para pessoa física, não somente a rigidez de política de crédito, mas também com o declínio na poupança, que é um fator bastante importante para viabilizar os financiamentos de pessoa física para os nossos clientes.

Ficamos bastante felizes que temos condições de superar esses momentos com um balanço fortalecido. Como a Fernanda comentou, nossos indicadores transmitem bastante credibilidade para nossos credores e para os nossos acionistas.

Não obstante o momento atual do mercado, temos aumentado, inclusive, o land bank, como falamos, e isso tem contribuído muito para a solidez do Grupo, para permitir que façamos negócio usando permuta, e em muitos casos até tenhamos que dar garantias, que em alguns

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com prazos maiores de lançamento, e estamos bastante confortáveis em relação à parte financeira da Companhia.

O foco da Companhia no 4T continuará sendo a venda de estoque e a monetização dos recebíveis que já temos em carteira. Tem havido um esforço muito forte das equipes comerciais de repasse financeiro para encaixar o mais rápido possível esses recursos, sempre trabalhando na adequação futura, impulsionando nosso negócio para uma baixa alavancagem financeira, e buscando sempre geração de caixa.

Queria só lembrá-los de um último ponto antes de entrarmos em perguntas e respostas, da Apimec que teremos no dia 1 de dezembro, às 9h30. Com isso, abro para nossas perguntas e respostas. Obrigado.

Daniel Malheiros, Banco Votorantim:

Bom dia. Na verdade, eu tenho uma dúvida com relação a outras receitas e despesas operacionais, que neste trimestre vieram positivas em R$2,3 milhões. Vocês comentaram que foi uma recuperação de despesas no período. Poderiam dar um pouco mais de detalhe sobre o que foi esse valor?

E também, outro ponto que eu gostaria de entender melhor, o resultado financeiro neste trimestre acabou prejudicando um pouco o bottom line, veio negativo por conta de cálculo do valor justo da carteira de Urbanismo, e também de redução de juros de clientes pós-chave. Se puderem dar um breakdown do que foi o efeito de cada um desses componentes, seria bem interessante. Obrigado.

Flávio Vidigal:

A questão dos R$2 milhões é que, basicamente, o efeito caixa de algumas dessas despesas, como até estávamos falando, não tinha baixado nos balancetes, então nós acertamos a parte contábil. Então baixamos essas despesas, sem efeito caixa, mas pelo menos acertamos a parte contábil, e isso gerou um resultado contábil de R$2 milhões.

Em relação à sua segunda pergunta, sobre resultado financeiro, temos até uma boa abertura no ITR, mas o principal item que contribuiu com o negativo, se você tem acompanhado, marcávamos a carteira de Urbanismo pela NTN-B isso deu o resultado de R$3 milhões negativos, visto que a NTN-B abriu bastante frente a outros períodos. Acho que esse foi o principal item que impactou o resultado. Na nota 26 do balanço isso está aberto item a item, fica até mais fácil de você ver.

Daniel Malheiros:

Está bom, Flávio. Obrigado.

Marcelo Motta, JPMorgan:

Bom dia. Duas perguntas. A primeira é sobre a questão das receitas. A Empresa continuou com um receitamento muito bom, você até comentou no release que teve, sim, um maior desenvolvimento de obras. Eu queria entender como vocês estão vendo o reconhecimento dessa receita daqui para frente, dado que o volume de lançamentos está um pouco mais baixo este ano e, em algum momento, isso vai impactar o pipeline de construção.

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E se vocês pudessem comentar um pouco também sobre as tendências da margem bruta, o que podemos esperar para os próximos trimestres e para o ano que vem.

Flávio Vidigal:

Motta, em termos de tamanho da Empresa, como você falou, dado que não temos feito novos lançamentos, pelo menos nos últimos trimestres, não esperamos nenhuma mudança significativa no patamar que temos acompanhado, tanto de margem, como de receita nos períodos mais curtos.

Logicamente, no momento em que tivermos novos lançamentos, e pelo menos no nosso cenário acreditamos que isso pode acontecer no 1T16, aí muda um pouco a figura, até porque temos bastante coisa de loteamento no nosso pipeline; temos aproximadamente R$200 milhões de lançamento em estágio bastante avançado de aprovação, e isso contribui bastante com a parte de DRE.

No momento em que lançarmos, se o volume de vendas for adequado isso contribuirá tanto com margem como com receitamento, porque o valor do terreno tem uma contribuição expressiva no loteamento.

Não dá para precisarmos em que momento isso acontecerá, porque dependerá do lançamento. Se não houver lançamento, veremos uma estabilidade, e tendo lançamento e tendo Urbanismo, a margem deve ter um pequeno incremento, pelo menos em margem bruta, por uma questão pontual das margens de lançamento serem melhores do que as de incorporação.

Marcelo Motta:

Perfeito. Obrigado, Flávio.

Operadora:

Obrigada. Não havendo mais perguntas, gostaria de passar a palavra para o Sr. Flávio Vidigal para as últimas considerações. Sr. Flávio Vidigal, prossiga com suas últimas considerações.

Flávio Vidigal:

Queria agradecer a todos pela participação no call, dizer que estamos à disposição, caso exista outra dúvida posteriormente ao call, e dizer que estamos bastante confortáveis; novamente, queria até reforçar a solidez financeira da Companhia.

Vemos um pouco de valorização da Companhia no mercado vis-à-vis o volume de ativos que temos na Companhia. Parece-me que o mercado, às vezes, não está olhando corretamente para os ativos líquidos que a Companhia tem vis-à-vis o valor do mercado.

Então, acreditamos que esse valor esteja na Companhia, como temos transmitido para os senhores. Estamos à disposição para explicar para todos a carteira da Companhia, o quanto temos de obras também. Isso tem transmitido confiança.

Em ponto importante que temos que passar para os investidores é que hoje, em termos de valorização, a Companhia tem um valor de mercado de aproximadamente R$200 milhões, e nos últimos dois anos, em termos de distribuição, fizemos aproximadamente R$155 milhões.

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conseguido entregar esse retorno através de retorno para o pagamento de dividendos. Estamos bastante tranquilos em relação à realização desses ativos, como temos mostrado para os senhores.

Continuaremos focando. Nós brincamos aqui dentro de casa que é as prioridades um, dois e três da Companhia são geração de caixa, geração de caixa e geração de caixa. Trabalharemos forte para continuarmos reduzindo nossas dívidas corporativas em um cenário de juros elevados.

Achamos que o que vai reduzir dívida corporativa é o ativo, porque até proporcionará uma redução nas nossas despesas financeiras e permitir uma contribuição positiva no resultado.

Acho que eram esses pontos. Qualquer dúvida que vocês tenham, estamos à disposição com a equipe de RI, comigo diretamente, e lembrando que esperamos vocês na Apimec no dia 11 de dezembro.

Obrigado, e bom dia a todos.

Operadora:

Obrigada. A teleconferência dos resultados do 3T15 da Rodobens está encerrada. Por favor, desconectem suas linhas agora.

"Este documento é uma transcrição produzida pela MZ. A MZ faz o possível para garantir a qualidade (atual, precisa e completa) da transcrição. Entretanto, a MZ não se responsabiliza por eventuais falhas, já que o texto depende da qualidade do áudio e da clareza discursiva dos palestrantes. Portanto, a MZ não se responsabiliza por eventuais danos ou prejuízos que possam surgir com o uso, acesso, segurança, manutenção, distribuição e/ou transmissão desta transcrição. Este documento é uma transcrição simples e não reflete nenhuma opinião de investimento da MZ. Todo o conteúdo deste documento é de responsabilidade total e exclusiva da empresa que realizou o evento transcrito pela MZ. Por favor, consulte o website de relações com investidor (e/ou institucional) da respectiva companhia para mais condições e termos importantes e específicos relacionados ao uso desta transcrição.”

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