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Motores de Combustão Interna MCI

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Academic year: 2021

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(1)

Motores de Combustão Interna

MCI

Aula 2 – Funcionamento

(2)

Classificação

• Quando ao movimento do pistão:

– Alternativo (Otto, Diesel)Alternativo (Otto, Diesel)

(3)
(4)
(5)
(6)

Motores Alternativos

• São Basicamente Divididos em dois Grupos:

– Motores de combustão interna a quatro temposMotores de combustão interna a quatro tempos – Motores de combustão interna de dois tempos

(7)

Motores Alternativos

• Nos dois processos que ocorrem nos Motores

de Combustão Interna Alternativos de dois e

quatro tempos, podemos ainda incluir uma

quatro tempos, podemos ainda incluir uma

subdivisão:

– Ciclo Otto; – Ciclo Diesel.

(8)

Ciclo Otto

• O

Ciclo

de

Otto

é

um

ciclo

termodinâmico,

que

idealiza

o

funcionamento

de

motores

de

combustão

interna

de

ignição

por

centelha. Foi definido por Beau de

centelha. Foi definido por Beau de

Rochas e implementado com sucesso

pelo engenheiro alemão Nikolaus Otto

em 1876, e posteriormente por Étienne

Lenoir

e

Rudolf

Diesel.

Motores

baseados neste ciclo equipam a maioria

dos automóveis de passeio atualmente.

(9)

Ciclo Diesel

• A designação motor a diesel é

homenagem

a

Rudolf

Diesel,

engenheiro alemão. Diesel construiu

seu primeiro motor em 1893. O

motor

explodiu e quase o matou,

motor

explodiu e quase o matou,

mas ele provou que o combustível

poderia ser inflamado sem uma

centelha.

Diesel

colocou

em

funcionamento o primeiro motor

bem - sucedido em 1897.

(10)

Motores 4 Tempos

• O ciclo se completa a cada quatro cursos do êmbolo, de onde vem a sua denominação;

• Um ciclo de trabalho estende-se por 2 rotações da árvore de manivelas, ou seja, 4 cursos do pistão;

• Durante os 4 tempos (2 rotações), transmitiu-se trabalho ao pistão só uma vez, os outros 3 tempos são passivos absorvem energia.

(11)

Alphonse Beau de Rochas

(1815-1893)

• Alphonse Beau de Rochas

(1815-1893) foi um engenheiro francês

que

criou

o

princípio

do

motor

de

combustão

interna de quatro tempos. Sua

abordagem

deu

ênfase

a

interna de quatro tempos. Sua

abordagem

deu

ênfase

a

importância da compressão da

mistura de combustível e ar antes

da ignição. Ele completou sua

pesquisa

aproximadamente

ao

mesmo tempo que o engenheiro

alemão Nicolaus Otto.

(12)

Motores 4 Tempos

• As principais partes

constituintes de um motor de quatro tempos são mostradas na Figura, sendo elas:

– válvula de admissão (A) – válvula de admissão (A) – válvula de descarga (B) – pistão (C) – biela(D) – Virabrequim (E) – Carter (F) – Vela (G).

(13)

4 Tempos:

1º Tempo

Curso de Admissão

2º Tempo

Curso de Compressão

Curso de Compressão

3º Tempo

Curso de Combustão e

Expansão

4º Tempo

Curso de Escape

(14)

1º Tempo - Admissão

• Estando o pistão no PMS, o mesmo começa a descer estando aberta a válvula de admissão e fechada a válvula de descarga. O êmbolo, ao descer gera um vácuo êmbolo, ao descer gera um vácuo no interior do cilindro, aspirando a mistura ar-combustível (Ciclo Otto) ou somente ar (Ciclo Diesel) até o PMI, quando a VA se fecha,

cumprindo-se meia volta do

(15)

2º Tempo - Compressão

• Estando válvula de admissão e válvula de descarga fechadas, a medida que o pistão desloca-se para o PMS, o mesmo comprime

o conteúdo do cilindro,

o conteúdo do cilindro,

aumentando a sua temperatura e pressão interna, figura 03. O virabrequim gira outros 180º,

completando o primeiro giro

(16)

3º Tempo - Expansão

• Nesta fase produz-se a energia que será transformada em trabalho mecânico. Pouco antes do pistão atingir o PMS com VA e VD fechadas, a mistura ar/combustível fechadas, a mistura ar/combustível é queimada. A energia liberada nesta combustão dá origem a uma força no êmbolo, deslocando-o do

PMS ao PMI. Esta força é

transmitida do êmbolo, através da biela, ao virabrequim girando-o

(17)

4º Tempo - Exaustão

• Com a VA fechada e a VD aberta, o êmbolo, ao deslocar-se do PMI para o PMS, onde VD se fecha,

expulsa os produtos da

combustão. O virabrequim executa combustão. O virabrequim executa

outra meia volta - 180º,

(18)

Ciclo Quatro Tempos, Ciclo Diesel

• O motor Diesel, trabalhando a quatro tempos,

possui basicamente duas grandes diferenças

de um motor a gasolina:

– O motor aspira e comprime apenas ar.O motor aspira e comprime apenas ar.

– Um sistema de injeção dosa, distribui e pulveriza o

combustível em direção dos cilindros. O

combustível inflama-se ao entrar em contato com o ar, fortemente aquecido pela compressão. Utiliza taxa de compressão de, aproximadamente 19:1.

(19)

Motores 2 Tempos

• Combinam em 2 cursos do êmbolo as funções dos motores de 4 tempos;

• Há um curso motor para cada volta do virabrequim; • Há um curso motor para cada volta do virabrequim; • Motores normalmente sem válvulas;

• Cárter tem dimensões reduzidas e recebe a mistura ar/combustível e o óleo de lubrificação.

(20)
(21)

Motores 2 Tempos

• As

principais

partes

constituintes dos motores a

dois tempos são:

– pistão (A) – eixo virabrequim (B) – eixo virabrequim (B) – vela de ignição (C) – biela (D) – cárter (E) – janelas de escapamento (F) – janela de admissão (G) – janela de transferência (H).

(22)

1º Tempo - Curso de Admissão e

Compressão

• O êmbolo dirige-se ao PMS, comprimindo a mistura ar-combustível. As janelas de escape e carga são fechadas, abrindo-se a janela de admissão. Com o movimento do admissão. Com o movimento do êmbolo, gera-se uma pressão baixa dentro do carter e assim, por diferença de pressão admite-se uma nova mistura ar-combustível-óleo lubrificante, que será utilizado no próximo ciclo. Pouco antes de atingir o PMS, dá-se a centelha, provocando a combustão da mistura, gerando uma força sobre o êmbolo.

(23)

1º Tempo - Curso de Admissão e

Compressão

• É o curso de trabalho. No PMS, dado início à combustão por meio de uma centelha (spark), o êmbolo é forçado até o PMI. Durante o curso, o êmbolo passa na janela de descarga dando vazão aos na janela de descarga dando vazão aos gases da combustão. Ao mesmo tempo o êmbolo abre a janela de carga permitindo que uma nova mistura ar-combustível entre no cilindro preparando-o para o novo ciclo e forçando os gases provenientes da combustão para fora (lavagem). O

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(25)

Ciclo Dois Tempos, Ciclo Diesel

• O motor Diesel a dois tempos não trabalha

com uma pré-compressão no carter. Ele tem

carregamento forçado por meio de um

compressor volumétrico (rotativo) ou de uma

compressor volumétrico (rotativo) ou de uma

ventoinha.

Possui também um sistema de

lubrificação

semelhante

aos

motores

de

quatro tempos, isto é, leva óleo no carter e

possui bomba de óleo, filtro, etc.

(26)
(27)
(28)

Motores 2 Tempos - Vantagens

• Os motores a dois tempos apresentam as

seguintes vantagens:

– É um motor de construção simples; – É um motor de construção simples; – É um motor leve;

– Possui baixo custo de aquisição e manutenção; – Produz maiores rotações.

(29)

Motores 2 Tempos - Desvantagens

• E tem como desvantagens:

– Pouco econômico, pois uma parte da mistura admitida no cilindro escapa junto com os gases queimados;

– Maior aquecimento, pois as combustões ocorrem com maior – Maior aquecimento, pois as combustões ocorrem com maior

freqüência;

– Lubrificação imperfeita, pois é preciso fazê-la através do óleo diluído no combustível;

– Motor a dois tempos perde eficiência quando há alteração nas condições de rotação, temperatura e altitude.

(30)

Motores Rotativos

• São Basicamente Divididos em dois Grupos:

– MOTOR WANKELMOTOR WANKEL

(31)

Motor Wankel

• O motor Wankel, consta apenas de cilindro, de

duas partes rotativas, árvore com respectivo

excêntrico, volantes, massas de compensação

e o pistão rotativo, que gira engrenado a um

e o pistão rotativo, que gira engrenado a um

pinhão fixo.

(32)

Motor Wankel - Funcionamento

Admissão Escape

Compressão

(33)
(34)

Vantagens

• Menos peças móveis: maior confiabilidade

• Rotação direta sobre o eixo

• Menor vibração:menos peças móveis (biela,

volante)

volante)

• Transmissão de potência mais suave

• Elevada rotação do eixo

(35)

Desvantagens

• Emissão de poluentes alta

• Alto consumo de combustível

• Problemas de estanqueidade

(36)

Exemplos de Aplicação

• Mazda RX-7

– CILINDRADA: 1.308 cm³ – POTÊNCIA: 255 cv a 6.500 rpm – POTÊNCIA ESPECÍFICA: 196,1 cv/l – POTÊNCIA ESPECÍFICA: 196,1 cv/l – TORQUE: 30 kgfm a 5.000 rpm

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Exemplos de Aplicação

• Mazda RX 2000

– CILINDRADA: 1.308 cm³ – POTÊNCIA: 280 cv a 9.000 rpm – POTÊNCIA ESPECÍFICA: 215,3 cv/l – POTÊNCIA ESPECÍFICA: 215,3 cv/l – TORQUE: 21,3 kgf.m a 8.000 rpm

(38)

Motor Quasiturbine

• Muita potência,

torque

uniforme,

baixa

vibração, pouco consumo, peso reduzido.

Parece plataforma eleitoral, mas são as

qualidades proclamadas pelos inventores do

qualidades proclamadas pelos inventores do

Quasiturbine,

um

motor

rotativo

com

características

inéditas

que

está

sendo

desenvolvido no Canadá.

(39)

Motor Quasiturbine

• Criado por um grupo encabeçado pelo físico

Gilles Saint-Hilaire, o Quasiturbine recebeu este

estranho

nome

por

funcionar

de

forma

semelhante a uma turbina. As turbinas geram

energia de forma contínua, sem interrupção. Em

cada rotação, ou seja, 360 graus, o QT gera

energia de forma contínua, sem interrupção. Em

cada rotação, ou seja, 360 graus, o QT gera

energia durante 328 graus. Para comparar, num

motor normal, de quatro tempos, cada pistão

gera energia apenas uma vez a cada duas

rotações e, assim mesmo, no máximo por 90

graus.

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