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TORNEARIA 2ª PARTE MOTA 14.1

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Academic year: 2021

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1

TORNO PARALELO

(2)

Variação da profundidade de corte

(Anel graduado)

• Divisões proporcionais ao passo do fuso.

• Isso significa que, quando se dá uma volta completa no anel graduado, o carro da máquina é deslocado a uma distância igual ao passo do fuso.

2

(3)

Cálculo da Aproximação do Anel graduado

ou o Deslocamento para cada divisão do anel

3

A = pf/ nºdiv.

Onde: A = aproximação do anel graduado

pf = passo do fuso

(4)

Aplicação

Calcule quantas divisões (x) devem ser avançadas em um anel graduado de 200 divisões para se tornear uma superfície cilíndrica de diâmetro 50 mm, para deixá-la com 43 mm, sabendo que o passo do fuso é de 5 mm.

Para calcular a penetração da ferramenta use pn = D - d 2 a) Cálculo da penetração: D = 50 d = 43 pn = D - d 2 pn = 50 – 43 = 3,5mm 2

b) Cálculo da aproxímação, A = pf/nº div. = 5mm/200div. = 0,025mm por divisão. c) Cálculo de x = 3,5mm/0,025mm por divisões = 140 divisões.

4  D p nd

(5)
(6)

a) Verificar paralelismo das faces planas de uma peça

(7)

b) Verificar a excentricidade interna e externa de peças presas na placa de um torno

(8)
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a) Inclinação da espera

Este é o método mais prático e usado. Através dele, torneiam-se

normalmente os cones curtos internos e externos com bastante inclinação. A inclinação é igual à metade da conicidade.

Este método só permite trabalhar com avanço manual, onde aplicamos as seguintes fórmulas para cálculo da tg â e â.

(10)

b) Desvio do cabeçote móvel

Através deste método são construídos troncos de cones longos e de pequena inclinação.(fig.2.18-B).

Este método se processa desviando o cabeçote móvel. Permite trabalhar com avanços automáticos e manuais

e (d no desenho) = (D-d) L

2c

(11)

Neste tipo de torneamento são necessárias as seguintes condições: I) A peça deverá ser trabalhada entre pontos.

II) Só poder-se -á fazer troncos de cones externos.

III) Os troncos de cones terão que ser de pouca inclinação ou pouca conicidade

OBSERVAÇÃO:

Não é possível usar este método para construção de troncos de cones de muita conicidade, pois o deslocamento lateral é limitado.

e = (D-d) L

2c

Quando L = C e = (D – d)/2

e = excentricidade e deslocamento do cabeçote móvel D = diâmetro maior

d = diâmetro menor

(12)

c) Copiador para cones

Este método é utilizado para confecção de cones e troncos de cones precisos, roscas e peças em série. (fig. 2.18-C)

OBSERVAÇÃO:

Este método constrói cones e troncos de cones precisos, externos e internos, elimina a necessidade de ajustar o contraponto e não

interfere no uso do torno para o torneamento paralelo. Fórmula prática:

(13)

Os copiadores para cones podem ser simples ou telescópicos

I) SIMPLES – Quando precisamos usá-lo é necessário desligar o avanço transversal, o que se consegue desapertando o parafuso que prende a porca do fuso do carro transversal.

II) TELESCÓPICO – Difere do simples por possuir o parafuso

telescópico transversal, que elimina a necessidade de desligar o avanço transversal.

(14)

TORNEAMENTO CÔNICO COM DESALINHAMENTO

DO CABEÇOTE MÒVEL

14 Marca do desalinhamento e Cabeçote móvel sem desalinhamento Cabeçote móvel com desalinhamento “e”

(15)

ALINHAMENTO DO CABEÇOTE MÒVEL

15 Obs.: Uso da placa de arraste

(16)

MEDIÇÃO DA CONICIDADE – CONTROLE DE QUALIDADE

(17)

MEDIÇÃO DA CONICIDADE – CONTROLE DE QUALIDADE

(18)

Régua de seno cuja distância entre cilindros é igual a 250 mm e a altura dos blocos padrão colocados sob um dos cilindros é de

10,500 mm, o ângulo formado entre a Régua de seno e a superfície plana de referência será de

RÉGUA SENO - APLICAÇÃO

Sen  = H/L sendo: H = 10,500mm e L = 250mm Sen  =10,500/250

(19)
(20)

CONE MORSE

Cone nº d D 1:K % 0 9,04 9,21 1:19,21 5,20 1 12,06 12,24 1:20,04 4,98 2 17,78 17,98 1:20,02 4,99 3 23,82 24,05 1:19,92 5,02 4 31,26 31,54 1:19,25 5,19 5 44,39 44,73 1:19,00 5,20 6 63,34 63,75 1:19,18 5,21 20 Conicidade Aplicação:

(21)
(22)

ABERTURA DE ROSCAS NO TORNO

• Tipos de roscas

• Cálculo do recambio

22

(23)

ROSCAS

23 • Rosca é uma saliência de perfil constante em forma helicoidal,

que se desenvolve externamente ou internamente, ao redor de uma superfície cilíndrica ou cônica

(24)

TIPOS DE ROSCAS E USOS (QUANTO AO PERFIL)

24 a) Triangular – Fixação

b) Trapezoidal – Movimento

c) Quadrada – Choques e grandes esforços (morsas)

d) Dente de Serra – Grande esforço num só sentido (macacos) e) Redonda – Parafusos de grandes diâmetros

(25)

INDICAÇÃO DE ROSCAS - DESENHO TÉCNICO

25 Rosca métrica externa

(26)

INDICAÇÃO DE ROSCAS - DESENHO TÉCNICO

26

Medidas que devem ajustar entre si: ● diâmetros maior, (uma das dificuldade da usinagem) ● menor e efetivo, ● passo

(27)

Rosca direita

27

Avaliação:

(28)

Rosca direita e rosca esquerda

28

Fig.2 - Rosca esquerda

(O filete é ascendente da esquerda para a direita) Aperto no sentido de giro anti-horário

Fig.1 - Rosca direita

(olhando de frente, o filete é ascendente da direita para a esquerda) Aperto no sentido de giro horário

(29)

Rosca esquerda e rosca direita

29 Mangueiras acetileno •-É na cor VERMELHA , com marcas entalhadas nas porcas

de conexão, rosca esquerda. Segurança para não ocorrer mudança de mangueira.

-

Mangueiras de combustível Oxy

• Mangueiras de oxigênio-são de cor verde, tem a mão direita tópicos sem marcações sobre as porcas de conexão, rosca direita.

Regulador Acetileno P/ Cilindro

Válvula Manômetro Válvula

Corta Fogo p/acetileno

(30)
(31)

Parafuso prisioneiro

• avaliação: O que é parafuso prisioneiro?

• Avaliação: Como se aperta o parafuso prisioneiro?

• As roscas podem ser diferentes?

(32)

Fixação da roda do Ford ka

32 Prisioneiros e porcas substituem com vantagem os parafusos

Os regulamentos técnicos da Federação Internacional do Automóvel (FIA) autorizam o piloto/concorrente a usar a fixação por prisioneiro e porca em vez de parafuso, que resulta bem mais fácil encaixar a roda no cubo e também poupa cubos e tambores de desgaste da rosca devido ao coloca e tira constante de rodas nos carros de corrida. A Volkswagen, tínha prisioneiros de dois comprimentos, 48,5 mm e 52,5 mm, e porcas R-12, para venda a pilotos e preparadores.

(33)

Parafuso prisioneiro

• São parafusos sem cabeça com rosca em ambas as extremidades, sendo recomendados nas situações que exigem montagens e

desmontagens freqüentes.

• As roscas dos parafusos prisioneiros podem ter passos diferentes ou sentidos opostos, isto é, um horário e o outro anti-horário.

• improvisa-se um apoio com duas porcas travadas numa das extremidades do prisioneiro.

• Após a fixação do prisioneiro pela outra extremidade, retiram-se as porcas.

• A segunda peça é apertada mediante uma porca e arruela, aplicadas à extremidade livre do prisioneiro.

• O parafuso prisioneiro permanece no lugar quando as peças são desmontadas.

(34)

Tipos de parafusos- com ou sem cabeça

34

Parafusos não passantes São parafusos que não utilizam porcas.

O papel de porca é desempenhado pelo furo roscado, feito numa das peças a ser unida.

Esses parafusos são fixados por meio de pressão. A pressão é exercida pelas pontas dos parafusos contra a peça a ser fixada.

(35)

Roscas Múltiplas

35

Quanto maior o número de filetes melhor o apoio na porca

(36)

ROSCA DA VELA DE IGNIÇÃO

36

Vela de ignição

Rosca postiça

(37)

ABERTURA DE ROSCAS NO TORNO (FILETAR

)

27/01/21 37

• Para filetar há necessidade de dois movimentos: • 1- Rotação da Obra

• 2- Translação da Ferramenta (avanço)

• Os avanços devem ser precisos e em cada passe deve-se

repetir rigorosamente o avanço anterior.

(38)

Abertura de rosca no torno

(39)
(40)

Variador de Roscas e Avanço – Chaveta deslizante

Caixa de roscas e avanços Avental Alavancas de

Roscas e avanços Recâmbio

Caixa de roscas e avanços

Vara ou Fuso Chaveta

deslizante

Eixos montados sobre rolamentos e engrenagens tratadas termicamente

(41)

Avanços automáticos e abertura de rosca no torno

A ferramenta possui a forma do próprio tipo de filete

41

(42)

Cálculo de roscas

Ex. 1º) Confeccionar peça com rosca, passo de 10mm, em torno sem caixa de rosca e avanço cujo fuso tem passo de ½”

Solução: i = P peça/P fuso

i = Pp/Pf =10mm/1/2” = 10mm/25,4mm/2 = 10/12.7 = 100/127 ou i = 2x50/127x1 = 60x50/127x30 = Z1/Z2 xZ3/Z4 42 Pp Pf Z1/Z2 Z3/Z4

(43)

Trem de engrenagens do recâmbio

27/01/21 43

Engrenagens em

Ferro fundido nodular (baixa rotação)

(44)

27/01/21 44

Solução: Pp = 2 1/4fios/pol.s =1”/nº de fios/pol.s =1”/2 1/4 = 1”/9/4 = 4/9” i = Ppeça/Pfuso= 4/9”/12mm = 25,4 x 4/9 mm/12mm = 25,4x10/2 9/4 x 12 x 10/2 i = 127/135 = 127x1/9x15 = 127/90 x 100/150 = 127/90 x 50/75

i = Z1/Z2 x Z3/Z4 onde Z1=127 dentes, Z2=90 dentes, Z3=50 dentes e Z4=75 dentes

Ex. 2º) Abrir uma rosca com 2¼fios/polegadas em um torno sem caixa de roscas e avanços cujo passo do fuso tem 12mm

Pp

Pf

Z1/Z2 Z3/Z4

(45)

27/01/21 45

Ex. 3º) Confeccionar uma rosca módulo de 2,5mm em um torno sem caixa de roscas e avanços

cujo fuso tem passo de 4mm Solução:

Rosca a executar: Módulo = 2,5mm Módulo da engrenagem, M = p/ Passo da peça = .M = 22/7 x 2,5mm Passo do fuso = 4mm i = P peça/ P fuso = 22/7 x 2,5mm/4mm = 55/28 = 5/4 x 11/7 = 50/40 x 110/70 i = Z1/Z2 x Z3/Z4 Pp Pf Z1/Z2 Z3/Z4 Z1 = 50 dentes Z2 = 40 dentes Z3 = 110 dentes Z4 = 70 dentes

(46)

Engrenagens comumente empregadas

27/01/21 46

(47)

OUTRA FORMAS DE ABRIR ROSCA NO TORNO

47

(48)

Verificadores de Roscas

(49)

Verificadores de Roscas

(50)

Calibradores fixos e ajustáveis

(51)

Controle de qualidade

(52)

LAMINADORES DE ROSCAS

• Neste processo a rosca é feita por compressão do material, sem formação de cavaco. São aplicados planos ou rodetes.

52 Laminador de roscas

(53)

Rosca Laminada x Rosca Usinada

A principal diferença entre a rosca laminada e usinada é a alta resistência mecânica nos filetes conformados pelo processo de laminação, o que é mostrado na orientação das fibras do material. A não geração de cavacos e a alta durabilidade da ferramenta também são vantagens do processo de laminação a serem

consideradas.

(54)

Se você desejar abrir uma rosca em segundos!

• Os rolos de laminação de roscas Fette podem ser usados em praticamente todas as maquinas de usinagem nas mais diversas posições.

(55)

Parafusos de qualidade

(56)

1ª lista de exercício de Máquinas Operatrizes

• 1º) Confeccione as peças do desenho anexo,

descrevendo o processo de fabricação, os

parâmetros de usinagem, a ferramenta de corte, a

potência de corte, tempo de corte e o controle de

qualidade.Considere o torno universal abaixo.

• 2º) através de esboços, explique os métodos para

confeccionar peças excêntricas no torno.

(57)
(58)

27/01/21 58

Capacidade do Torno Universal

Altura das pontas = 250mm

Distância entre pontas = 1000mm

Diâmetro admissível sobre o carro transversal = 285mm Curso do carro transversal = 360mm

Curso do carro porta-ferramentas = 170mm

Cabeçote

Gama de velocidades, RPM= 40– 70– 145- 235– 300- 385– 450– 785– 1000-1200

Caixa dialmatic

Avanços longitudinais (72) = 0,126 a 2,225mm/rot Avanços transversais (72) = 0,083 a 1,476mm/rot Roscas Whitworth (36) = 30 a 2 fpp

Roscas Métricas (36) = 1 a 15mm Roscas Módulo (36) = 0,5 a 7,5 Mod Passo do fuso de guia = 4 fpp

Potência Instalada

Motor principal 50/60 ciclos, 1400/1700 = 5cv

Acessórios standard

Luneta fixa, luneta móvel, flange de arraste, conj. de refrigeração

Engrenagens do recâmbio = 20 – 25 – 30 – 35 – 40 – 50 -60 – 75 – 100 e 127

Acessórios opcionais

(59)

TORNO PARALELO - CATÁLOGO

(60)

TORNO COPIADOR 2D

60

DEVER DE CASA:

COMO FUNCIONA

O COPIADOR 3D?

(61)

Nos Relógios comparadores com mecanismo simples de engrenagem e cremalheira, com curso total de 10 mm, mostrador dividido em 100 partes e

passo da cremalheira do fuso igual a 1mm, quando o apalpador se desloca de 1 mm, resulta:

- O pinhão R1 (de 15 dentes), avança 1 dente; a roda R2 (de 45 dentes), avança 3 dentes; o pinhão R3 (de 12 dentes), dá ¼ de volta; a roda R4 (de 40 dentes), avança 10 dentes; o pinhão R5 (de 10 dentes), dá uma volta completa e também o ponteiro que a ele está preso; a roda R6 (de 100 dentes), avança 1/10 de volta, fazendo com que o ponteiro do contador de voltas avance uma divisão, indicando assim, o deslocamento de 1 mm do apalpador.

- A mola espiral presa à roda R6, mantém todo o mecanismo sob tensão, fazendo com que os ponteiros e o apalpador voltem às suas posições primitivas, uma vez cessada a pressão sob a ponta do apalpador.

Vê-se que, se o apalpador se deslocar de 0,01 mm, o ponteiro só avançará uma divisão no mostrador.

Referências

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