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AS COISAS CHAMAM-SE PELOS CÓDIGOS

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Academic year: 2022

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AS COISAS CHAMAM-SE PELOS

CÓDIGOS

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O QUE SÃO STANDARDS?

Os standards são acordos que estruturam qualquer activi- dade ou qualquer indústria. São regras ou orientações que todos podem aplicar, constituindo uma forma de medir, descrever ou classificar produtos ou serviços.

Uma das maneiras mais fáceis de entender a utilidade e a funcionalidade dos standards é pensar no que acontece no sector do calçado.

Tomemos por exemplo o tamanho dos sapatos: o número 7 de senhora em Nova York, corresponde ao 38, em Shangai, ao 4.5 em Londres, ao 37.5 em Paris, ao 23 em Tóquio e ao 5.5 em Sydney.

Para quem viaja e pretende comprar calçado para si ou para terceiros a proliferação de números é um factor que contribui, em larga escala, para a inibição da compra. Para empresas produtoras as implicações são superiores, mas também acabam por afectar os consumidores finais.

Pelo facto de não existirem standards globais para o tamanho dos sapatos, as empresas produtoras têm de marcar os mesmos sapatos de forma diferente consoante o país de destino; de especificar a referência do tamanho de cada um dos países em todas as notas de encomenda, facturas e guias de entrega.

Estas operações de registo de especificações de região consomem tempo e atenção, para além de aumentarem os custos que, impreterivelmente, serão reflectidos no preço ao consumidor.

Os sapatos são apenas um dos exemplos mais simples!

Pense na complexidade das transações não normalizadas entre empresas com negócios globais que produzem bens a partir de um grande número de bens provenientes de várias origens. Pensemos também como o aumento do preço da energia e o aumento das transacções internacio- nais geram ainda mais custos.

É por estas razões que se concentraram tantos esforços na procura de soluções que tornem a logística da cadeia de valor internacional mais eficiente. Esta é a razão pela qual os standards têm tanta importância na vida das empresas e dos consumidores: os standards são fundamentais para um processo de transações transparentes e compreensíveis, nomeadamente num cenário de crescente globalização da economia. Isto contribui seguramente para economizar custos em toda a cadeia de valor.

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A GS1 desenvolve e gere um Sistema Global

de Standards para todas as cadeias de valor

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SISTEMA GLOBAL DE STANDARDS

Nos últimos 30 anos, a GS1 tem-se dedicado ao desenvol- vimento e implementação de standards globais aplicáveis às cadeias de valor. Os standards GS1 proporcionam um enquadramento que permite que produtos, serviços e a res- pectiva informação circule de forma eficiente e segura, para benefício dos negócios e da qualidade de vida das pessoas, todos os dias e em toda a parte. Os nossos standards asse- guram trocas eficientes entre organizações e actuam como orientações básicas que facilitam a interoperacionalidade, fornecendo estruturas informativas a muitas indústrias.

Os standards GS1 convergem no conjunto de interesses de organizações que representam as diferentes etapas da cadeia de valor - produtores, distribuidores, retalhistas, hospi- tais, transportadores, organizações de clientes, especialis- tas no desenvolvimento de software, autoridades locais e internacionais e muitas outras entidades. Os standards GS1 são utilizados por multinacionais e por pequenas empresas;

pelas mais famosas marcas e por marcas individuais de pequenos produtores.

Estas empresas, que podem divergir em termos de objecti- vos de negócio, trabalham em conjunto sob a orientação

estratégica da GS1, de forma a chegar a um acordo sobre standards e tornar a cadeia de valor mais fluída, mais efi- ciente, menos complexa e menos onerosa.

Sem uma organização neutra, global e sem fins lucrativos como a GS1, estas empresas, provavelmente, nunca conse- guiriam chegar a um acordo sobre standards. Nós fazemos isso acontecer beneficiando consumidores e organizações.

A GS1 possui escritórios em 108 países e mais de 2.000 pessoas contribuem para atingir a nossa visão. As receitas da GS1 resultam das quotizações dos nossos membros associados e da promoção dos nossos serviços junto dos utilizadores do nosso sistema.

Originariamente, a GS1 foi criada por produtores e retalhis- tas como forma a promover a eficiência da distribuição de bens alimentares e de grande consumo, nos supermerca- dos. Hoje, os standards GS1 são utilizados por milhões de empresas, em dezenas de sectores como a saúde, trans- portes e logística, aeronáutica, defesa, indústria química, tecnologias de ponta e ainda, como não poderia deixar de ser, na cadeia de valor.

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Ajudar os negócios a operar

de forma mais eficiente

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Todos os dias são lidos, em todo o planeta, pelo menos 8 biliões, de códigos de barras

De Atlanta a Zagreb, de Auckland a Zurich, os scanners lêem códigos de barras que identificam todo o tipo de mercadorias produzidas por milhões de empresas de todas as dimensões. Esses códigos são transmitidos para milhares de computadores de todos os tipos, utilizan- do inúmeros programas de software, desenhados por empresas concorrentes, de forma a gerir a expedição, o transporte, a armazenagem, as notas de encomendas e as vendas, entre outros dados de interesse.

Os códigos de barras GS1 são, certamente, a parte mais conhecida e universalmente reconhecida dos standards do sistema GS1.

Desde que foram inventados, há 30 anos, a GS1 continuou a construir e gerir códigos de barras, standards de codifica- ção de dados, que possibilitam aos negócios e às or-

rganizações de todo o mundo, identificar de forma automáti- ca produtos, paletes e localizações.

Os códigos de barras GS1 permitem às empresas gerir a cadeia de valor de forma mais eficiente.

Numa economia global, uma cadeia de valor eficiente é fun- damental. Quanto mais globais são as estratégias de negócio, mais complexas se tornam as cadeias de valor e simultanea- mente mais críticas para o sucesso das organizações.

Dados insuficientes ou incorrectos circulando ao longo da cadeia de valor podem prejudicar as marcas no caso de algo correr mal. Melhorar a qualidade dos dados beneficia de forma imediata os resultados e a rentabilidade.

Os standards GS1, como por exemplo os códigos de barras, permitem às empresas responder aos desafios colocados pela globalização, aumentando a sua eficiência e maximizando a rentabilidade.

O CÓDIGO DE BARRAS:

UMA FERRAMENTA SIMPLES

E DISCRETA QUE MUDOU O MUNDO

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Nos últimos 30 anos os standards da GS1 foram usados para proporcionar uma melhor experiência aos consumi- dores, nas lojas e supermercados em todo o mundo. E não tencionamos parar tão cedo.

Algumas das próximas inovações no horizonte virão de um “novo” códigos de barras. Hoje, uma nova versão designada por GS1 DataBar prepara-se para substituir o tradicional e familiar código de barras GS1, o EAN-13.

O GS1 DataBar é mais pequeno que o seu predecessor e, mesmo assim, pode conter mais informação. Como tal, pode ser colocado em objectos de pequenas dimensões, por exemplo, peças de fruta. Pode incluir uma enorme quantidade de informação como sejam, datas e prazos de validade. E também pode ser utilizado em coupons de desconto, porque pode conter toda a informação necessária ao processamento dos mesmos nos pontos de venda.

Estas são algumas das capacidades que a anterior geração de códigos de barras não podia contemplar.

Assim, em breve, num supermercado próximo de si existirão novas funcionalidades e serviços à sua disposição. Novas funcionalidades que são possíveis graças aos standards GS1, à sua permanente evolução e à acrescida capacidade de informação contida nos novos GS1 DataBar.

Por exemplo, graças ao GS1 DataBar gastará menos tempo no checkout porque o empregado da loja não necessitará de verificar o código dos kiwis que está a comprar ou parar para ler a data de validade de um coupon que lhe entregue. Tam- bém graças ao GS1 DataBar vai poder estar seguro quanto à frescura dos alimentos que adquire.

Estas são apenas algumas das formas como os standards GS1 podem apoiar a criação de valor e novos serviços contribuin- do para uma nova experiência de conforto para os consumi- dores.

PROMOVER NOVOS SERVIÇOS

PARA OS CONSUMIDORES

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A tecnologia RFID, ou Radio Frequence Identification, é uma tecnologia que utiliza tags que podem ser utilizadas em passaportes, cartões de identificação ou até nos dispositi- vos de acesso às vias rápidas nas portagens de pontes ou auto-estradas com pagamento por débito directo.

Estas tags RFID são constituidas por chips de sílica e antenas com capacidade para transportar grandes quan- tidades de informação, que pode ser lida sem que seja necessária a incidência directa em “linha de vista” de um scanner ou leitor.

Este é um processo tecnologicamente mais exigente e complexo. A utilização da RFID significa uma gestão adequada de todos os elementos envolvidos: as tags e os seus pequenos componentes, os leitores portáteis, os leitores tipo portal, o software, as frequências precisas em que os equipamentos irão funcionar, assim como o tipo de papel e cola que são usados para produzir as etiquetas que transportam as tags RFID.

Em todo o mundo, as empresas começam a preparar-se para beneficiar das melhorias revolucionárias trazidas à cadeia de valor e aos consumidores pela utilização desta tecnologia.

A tecnologia RFID pode ajudar na gestão de expedições, inventários e activos, reduzir a contrafacção, combater o

roubo, entre inúmeras outras aplicações. Dado a tecnologia RFID ser tão complexa e multifacetada, os standards são de importância vital.

É aí que nós entramos. Os standards GS1 EPCglobal colocam a tecnologia RFID ao serviço das empresas e das pessoas.

Quando a informação normalizada codificada nas etiquetas desta tecnologia - RFID - é lida, os empregados do armazém e das lojas podem saber não só de que artigo se trata, mas tam- bém onde se encontra nesse momento e onde se encontrava antes. Isto resulta em processos mais fluidos e efectivos em diferentes sectores.

A GS1 EPCglobal está hoje integrada na organização GS1, encontrando-se vocacionada para liderar e apoiar o desen- volvimento da tecnologia RFID, definindo e apoiando os stan- dards que tornem a RFID operacional através das geografias, fronteiras e sectores.

Também desenvolve esforços no sentido de assegurar as melhores práticas no que respeita às políticas de privacidade, promovendo a adesão e o respeito às mesmas por parte dos membros aderentes, assegurando desta forma que os direitos dos consumidores são respeitados.

MELHOR VISIBILIDADE

AO LONGO DA CADEIA DE VALOR

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O sector médico é um ambiente extremamente complexo, no qual as pessoas, medicamentos, e dispositivos médicos necessitam ser permanentemente rastreados por forma a assegurar que o medicamento adequado é administrado ao paciente certo, no momento certo, na dose certa e pela via adequada.

Médicos e enfermeiros são pessoas e, infelizmente, isso significa que podem ser cometidos erros diarimente nos hospitais de todo o mundo. Cansados após muitas horas de trabalho ou obrigados a fazer mais do que seria suposto devido à falta de recursos humanos, por vezes a dose errada é administrada a um paciente. Ou o medicamen- to errado. Ou a dose certa do medicamento certo ... ao paciente errado.

Infelizmente, sabemos que ainda morrem muitas pessoas devido a erros de medicação. Erros que podem facilmente ser evitados e o sector da saúde está a trabalhar nesse sentido.

A GS1 está a a ajudar.

O grupo de trabalho da GS1 Healthcare conseguiu reunir hospitais, empresas farmacêuticas, fabricantes de disposi- tivos médicos, transportadores e outros operadores desta cadeia de valor. Estas companhias, muitas delas concor- rentes entre si, trabalham em conjunto sob a liderança da GS1, no sentido de desenvolver standards que aumentem a segurança e melhorem os cuidados prestados aos doentes, através da automação e controlo de processos e procedi- mentos, que conduzam à redução dos erros de medicação e aumento da rastreabilidade dos produtos.

MELHORAR OS CUIDADOS

E A SEGURANÇA DOS DOENTES

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A contrafacção de carteiras e relógios é um problema.

A utilização de medicamentos contrafeitos é um problema sério e grave.

Em centenas de lugares em todo o mundo, “laboratórios improvisados” usam açúcar, cera ou ainda pior para produ- zir comprimidos falsificados que se parecem exactamente com os verdadeiros. Em alguns casos, a contrafacção tornou-se tão sofisticada que até as empresas que produ- zem os produtos originais têm dificuldade em distingui-los sem a realização de sofisticados testes.

Apesar dos melhores esforços do sector médico e da saúde, estes comprimidos falsificados que põem em causa a saúde pública chegam ao mercado.

Felizmente, começou-se a trabalhar no sentido de se esta- belecer um sistema de alerta para os medicamentos

falsificados por forma a que estes não cheguem sequer perto das pessoas que necessitam de um tratamento com o medicamento seguro.

Os standards da GS1 desempenham, de facto, um papel muito importante na luta contra a contrafacção. O GS1 EPCglobal Electronic Pedigree Messaging Standard para a indústria farmacêutica é apenas um dos exemplos dos projectos que estão em curso neste âmbito.

E, é claro, o nosso trabalho na prevenção da contrafacção de produtos farmacêuticos coloca-nos numa excelente posição para aconselhar outras indústrias, cujos produtos são frequentemente falsificados, tais como a da cosmética, a electrónica e a de peças de automóveis.

COMBATE À CONTRAFACÇÃO

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De onde vêm os alimentos que comemos? Como chega- ram ao supermercado? Que percurso fizeram até chegarem aí? O rótulo diz orgânico mas será mesmo? Contém alguma substância à qual a sua filha seja alérgica? Cresceu e foi colhido no âmbito de num sistema amigo do ambiente e sustentável?

A capacidade de responder a estas questões reside nas aplicações e sistemas de rastreabilidade.

Os sistemas de rastreabilidade devem assegurar o conhe- cimento de tudo o que se passa em cada etapa e a cada passo da cadeia de valor, desde a quinta à sua cozinha. Mas com o crescimento, aumento de produção contratada, diversificação e globalização das cadeias de valor, controlar o processo de rastreabilidade de ponta a ponta é cada vez mais difícil.

Não interessa quantas empresas estão envolvidas ou quan- tas fronteiras foram cruzadas, uma vez que os produtos alimentares e os ingredientes destes viajam do primeiro elo da cadeia de valor até chegar ao consumidor final - os standards da GS1 tornam os sistemas de rastreabilidade possíveis a uma escala global.

A rastreabilidade é especialmente importante se alguma coisa corre mal e os produtos alimentares têm de ser retirados do mercado. Recentemente, a legislação europeia veio obrigar os produtores a informar as autoridades e os consumidores sobre quaisquer riscos potenciais dos seus produtos para os mercados. Muitos outros países estão a rever a sua própria legislação sobre esta matéria. Produtores e fabricantes fazem tudo para proteger as suas marcas dos danos causados por produtos contaminados ou processos de recall mal geridos. Neste sentido, desenvolvem as suas próprias políticas e metodologias de recall interno.

Os standards da GS1 podem desempenhar um papel vital no recall de produtos.

Porque são globais e abrangem todos as etapas da cadeia de valor, são veículos que asseguram acesso imediato à informação rigorosa sobre o produto, o que permite pro- cessos de recolha rápidos e eficientes.

Mas talvez ainda o mais importante é o facto dos nossos standards também facilitarem a garantia de qualidade e rigor no controlo de inventários. Isto é uma forma efectiva de contribuir para diminuir cada vez mais o recurso aos recalls.

GARANTIR A SEGURANÇA

ALIMENTAR

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Hoje os negócios são globais. Isto significa que as empre- sas, os fornecedores, as empresas de logística, os depar- tamentos administrativos e financeiros e todos os demais parceiros envolvidos necessitam de estar aptos para comunicar de forma eficiente com os clientes na China e também com os localizados em França, Brasil, Índia ou Coreia do Sul.

Independentemente da língua que falamos, todos ne- cessitamos de comunicar de uma forma rápida e fluida, partilhando informação ao longo de toda a cadeia de valor.

E, já agora, porque não fazê-lo sem pilhas e pilhas de papel!

Hoje os escritórios podem ser enterrados em papel. Notas de encomenda. Ordens de expedição. Manifestos de em- barque Guias de Entrega. Facturas. Recibos.Confirmações de pagamentos. Documentos para verificar. Documentos para inserir no sistema informático. Documentos para arquivar. E cada operação destas, uma perda de tempo, esforço, dinheiro e CO2.

Felizmente, a GS1 tem uma solução melhor.

Os standards da GS1 eCom fornecem orientações claras para transaccionar versões electrónicas de todos estes tipos de documentos. Os nossos standards permitem que os parceiros comerciais possam, de uma forma fluida, trocar informações por meio electrónico. Independentemente dos sistemas de hardware ou software de cada um. Ou da linguagem que falam internamente.

Com estes standards, os parceiros na cadeia de valor podem trabalhar em conjunto para rapidamente respon- der às necessidades dos consumidores. Menos erros, por má interpretação de caligrafia ou digitação incorrecta são cometidos. Não há tanto desperdício de papel e ninguém tem de saber dúzias de línguas para ter sucesso no merca- do internacional.

COMUNICAÇÃO GLOBAL RÁPIDA

E FLUIDA... SEM PILHAS DE PAPEL

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Todas as empresas, em todo o mundo, possuem bases de dados cheias de informação sobre os produtos que produzem, vendem ou compram. Estas bases de dados actuam como catálogos que os clientes usam para fazer encomendas e gerir a sua cadeia de abastecimento. As dificuldades começam quando uma empresa necessita de mudar alguma da informação nas suas bases de dados ou acrescentar-lhe um item. De repente, esse catálogo já não está actualizado. E a informação já não está correcta.

Isto tornou-se ainda mais importante nos anos mais recen- tes: os erros nas facturas e as ineficiências numa cadeia de valor globalizada reduzem a rentabilidade e a eficácia dos negócios.

A Rede Global de Sincronização de Dados da GS1 ou GDSN (Global Data Synchronisation Network), permite às empresas que fazem negócios e transações terem sempre a mesma informação nos seus sistemas.

Qualquer alteração produzida numa empresa fica auto- mática e imediatamente disponível para todas as outras empresas que fazem negócios connosco.

Informação rigorosa, fiável e actualizada ajuda, tanto os operadores como os consumidores. Os proprietários de marcas podem trazer novos produtos para o mercado de uma forma mais célere e sem erros. Os retalhista têm me- nos trabalho administrativo e reduzem-se drasticamente os erros nas ordens e expedições. Os responsáveis de compras no retalho estão, por sua vez, disponíveis para comprar os produtos que querem em vez de terem prateleiras vazias.

A GS1 GDSN permite que os parceiros na cadeia de valor sincronizem numa base continua, melhorando a eficácia das suas cadeias de valor, fornecendo um melhor serviço ao consumidor.

NOVAS FORMAS DE TRABALHAR

EM CONJUNTO

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Para que estes projectos tenham sucesso, tal como acabamos de descrever nestas páginas, centenas de pessoas em todo o mundo precisam de trabalhar em conjunto. É neste contexto que faz sentido existir uma organização como a GS1.

Na GS1, a nossa visão é um mundo onde as coisas e a informação se movimentam de forma eficiente e segura, para benefício dos negócios e para a melhoria da vida das pessoas, todos os dias, em todos os locais.

A nossa missão é sermos um parceiro neutro, permitindo que as comunidades se desenvolvam e implementem standards globais, fornecendo as ferramentas, confiança e segurança necessárias para atingir a nossa visão.

A GS1 oferece um portfólio de serviços e soluções, construídos com base no sistema de Normas GS1 System e nos Identificadores- -Chave.

As nossas áreas de actuação estratégica são:

A GS1 também oferece um leque variado de soluções que combinam a selecção dos standards GS1 num pacote que dá relevância de negócio a tópicos tais como a rastreabilidade.

Se a sua empresa necessita de um número para o código de barras ou deseja implementar um programa de rastreabilidade, ou precisa de informações sobre o potencial da RFID, ou deseja iniciar a facturação electrónica com outro parceiro, ou está interessada em qualquer outra solução ou serviço através de standards GS1, então só tem de contactar uma organização membro da GS1 no seu país.

Estamos presentes em 108 países espalhados pelo mundo. Em Portugal, contacte a GS1 Portugal (CODIPOR), a sua organização membro da GS1 no nosso país.

TRABALHAR COM A GS1

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Referências

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