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Língua Portuguesa Prof. André Moraes

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Academic year: 2022

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Texto

(1)

Língua Portuguesa

(2)

COSEAC

(QUESTÕES)

(3)

UFF_PSICÓLOGO

(4)

1) Altera-se o sentido fundamental de: “Ora, não é óbvio que sempre haja divergências, justificando candidaturas opostas. Mas é o que acontece”

(§1) com a seguinte reescrita dos dois períodos num período único:

(A) Ora, apesar de não ser óbvio que sempre haja divergências, justificando candidaturas opostas, é o que acontece.

(B) Ora, visto não ser óbvio que sempre haja divergências, justificando candidaturas opostas, é o que acontece.

(C) Ora, sem ser óbvio que sempre haja divergências, justificando candidaturas opostas, é o que acontece.

(D) Ora, conquanto não seja óbvio que sempre haja divergências,

(5)

1) Altera-se o sentido fundamental de: “Ora, não é óbvio que sempre haja divergências, justificando candidaturas opostas. Mas é o que acontece”

(§1) com a seguinte reescrita dos dois períodos num período único:

(A) Ora, apesar de não ser óbvio que sempre haja divergências, justificando candidaturas opostas, é o que acontece.

(B) Ora, visto não ser óbvio que sempre haja divergências, justificando candidaturas opostas, é o que acontece.

(C) Ora, sem ser óbvio que sempre haja divergências, justificando candidaturas opostas, é o que acontece.

(D) Ora, conquanto não seja óbvio que sempre haja divergências, justificando candidaturas opostas, é o que acontece.

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2) A alternativa em que a conjunção “como” tem, fundamentalmente, o mesmo valor relacional que em: “assentado na ideia de que a sociedade se organiza COMO uma família” (§ 2) é:

(A) Como fazia calor, entreabriu as janelas.

(B) Como todos devem saber, gosto de literatura.

(C) Mostrava-se tão estudiosa como inteligente.

(D) Era, como sempre lhe disse, um bom aluno.

(E) Como ele obteve essa nota ninguém sabe.

(7)

2) A alternativa em que a conjunção “como” tem, fundamentalmente, o mesmo valor relacional que em: “assentado na ideia de que a sociedade se organiza COMO uma família” (§ 2) é:

(A) Como fazia calor, entreabriu as janelas.

(B) Como todos devem saber, gosto de literatura.

(C) Mostrava-se tão estudiosa como inteligente.

(D) Era, como sempre lhe disse, um bom aluno.

(E) Como ele obteve essa nota ninguém sabe.

(8)

3) Com a mudança de posição do termo em destaque, altera-se o sentido fundamental do enunciado em:

(A) “ENTÃO, a democracia não se limita a retratar divergências existentes na sociedade” / A democracia não se limita, ENTÃO, a retratar divergências existentes na sociedade.

(B) “Crítica parecida, POR SINAL, foi feita por sucessivos inimigos da

‘democracia dos partidos’” / POR SINAL, crítica parecida foi feita por sucessivos inimigos da “democracia dos partidos”.

(C) “Mas o regime democrático TAMBÉM cumpre um papel mais

(9)

(D) “PELO MENOS não se quer sua eliminação física, como na guerra, como com o inimigo” / Não se quer PELO MENOS sua eliminação física, como na guerra, como com o inimigo.

(E) “ASSIM, a democracia representativa de partidos gera necessariamente conflitos” / A democracia representativa de partidos gera, ASSIM, necessariamente conflitos.

(10)

3) Com a mudança de posição do termo em destaque, altera-se o sentido fundamental do enunciado em:

(A) “ENTÃO, a democracia não se limita a retratar divergências existentes na sociedade” / A democracia não se limita, ENTÃO, a retratar divergências existentes na sociedade.

(B) “Crítica parecida, POR SINAL, foi feita por sucessivos inimigos da

‘democracia dos partidos’” / POR SINAL, crítica parecida foi feita por sucessivos inimigos da “democracia dos partidos”.

(C) “Mas o regime democrático TAMBÉM cumpre um papel mais

(11)

4) Nos enunciados: “não é óbvio que sempre haja divergências” (§ 1) e “Haverá regras para dizer a discordância” (§ 3), pode-se substituir o verbo “haver”, sem infringir norma de concordância verbal, por, respectivamente:

(A) tenha havido / Hão de existir.

(B) tenham existido / Hão de haver.

(C) tenha existido / Há de haver.

(D) tenham havido / Há de existir.

(E) tenha existido / Hão de haver.

(12)

4) Nos enunciados: “não é óbvio que sempre haja divergências” (§ 1) e “Haverá regras para dizer a discordância” (§ 3), pode-se substituir o verbo “haver”, sem infringir norma de concordância verbal, por, respectivamente:

(A) tenha havido / Hão de existir.

(B) tenham existido / Hão de haver.

(C) tenha existido / Há de haver.

(D) tenham havido / Há de existir.

(E) tenha existido / Hão de haver.

(13)

5) Dentre as mudanças de colocação do pronome átono propostas a seguir, aquela que se mostra amparada por nossas gramáticas normativas encontra-se em:

(A) “a democracia não se limita a retratar divergências” (§ 1) / limita-se.

(B) “ela aprofunda algumas, acentua-as” (§ 1) / as acentua.

(C) “que é a menina dos olhos de quem o defende” (§ 2) / defende-o.

(D) “o significado deste termo se vê em ‘votos de felicidade’” (§ 4) / vê-se.

(E) “mas não os deixa transbordar para a forma bélica” (§ 5) / deixa-os.

(14)

5) Dentre as mudanças de colocação do pronome átono propostas a seguir, aquela que se mostra amparada por nossas gramáticas normativas encontra-se em:

(A) “a democracia não se limita a retratar divergências” (§ 1) / limita-se.

(B) “ela aprofunda algumas, acentua-as” (§ 1) / as acentua.

(C) “que é a menina dos olhos de quem o defende” (§ 2) / defende-o.

(D) “o significado deste termo se vê em ‘votos de felicidade’” (§ 4) / vê-se.

(E) “mas não os deixa transbordar para a forma bélica” (§ 5) / deixa-os.

(15)

6) Em: “o regime democrático também cumpre um papel mais reconhecido, mais alardeado, que é a menina dos olhos de quem o defende: ele aceita um teor de conflito na sociedade” (§ 2), o sinal de dois-pontos anuncia uma:

(A) explicação.

(B) consequência.

(C) síntese.

(D) citação.

(E) conclusão.

(16)

6) Em: “o regime democrático também cumpre um papel mais reconhecido, mais alardeado, que é a menina dos olhos de quem o defende: ele aceita um teor de conflito na sociedade” (§ 2), o sinal de dois-pontos anuncia uma:

(A) explicação.

(B) consequência.

(C) síntese.

(D) citação.

(E) conclusão.

(17)

7) O pronome em destaque faz referência, não a elemento do próprio texto, mas a algo que se encontra fora dele, em:

(A) “obedecendo-LHE em todas as coisas” (§ 3).

(B) “QUE também reduzem o teor dos confrontos” (§ 3).

(C) “e geralmente não O é” (§ 4).

(D) “não se quer SUA eliminação física” (§ 4).

(E) “Expressamos NOSSO desejo em palavras” (§ 4).

(18)

7) O pronome em destaque faz referência, não a elemento do próprio texto, mas a algo que se encontra fora dele, em:

(A) “obedecendo-LHE em todas as coisas” (§ 3).

(B) “QUE também reduzem o teor dos confrontos” (§ 3).

(C) “e geralmente não O é” (§ 4).

(D) “não se quer SUA eliminação física” (§ 4).

(E) “Expressamos NOSSO desejo em palavras” (§ 4).

(19)

UFF_MÉDICO

(20)

A IMAGEM NO ESPELHO

Aos 20 anos escreveu suas memórias. Daí por diante é que começou a viver. Justificava-se:

– Se eu deixar para escrever minhas memórias quando tiver 70 anos, vou esquecer muita coisa e mentir demais. Redigindo- as logo de saída, serão mais fiéis e terão a graça das coisas verdes.

O que viveu depois disto não foi propriamente o que constava

do livro, embora ele se esforçasse por viver o contado, não

recuando nem diante de coisas desabonadoras. Mas os fatos

(21)

Querendo ser honesto, pensou em retificar as memórias à proporção que a vida as contrariava. Mas isto seria falsificação do que honestamente pretendera (ou imaginara) devesse ser a sua vida. Ele não tinha fantasiado coisa alguma. Pusera no papel o que lhe parecia próprio de acontecer. Se não tinha acontecido, era certamente traição da vida, não dele.

Em paz com a consciência, ignorou a versão do real, oposta

ao real prefigurado. Seu livro foi adotado nos colégios, e todos

reconheceram que aquele era o único livro de memórias

totalmente verdadeiro. Os espelhos não mentem.

(22)

8) “Aos 20 anos escreveu suas memórias. Daí por diante é que começou a viver. Justificava-se:

– Se eu deixar para escrever minhas memórias quando tiver 70 anos, vou esquecer muita coisa e mentir demais. Redigindo-as logo de saída, serão mais fiéis e terão a graça das coisas verdes”.

A construção dos parágrafos acima configura uma estrutura predominantemente:

(A) descritiva, com predomínio de fatos.

(B) enumerativa, com apenas um narrador.

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8) “Aos 20 anos escreveu suas memórias. Daí por diante é que começou a viver. Justificava-se:

– Se eu deixar para escrever minhas memórias quando tiver 70 anos, vou esquecer muita coisa e mentir demais. Redigindo-as logo de saída, serão mais fiéis e terão a graça das coisas verdes”.

A construção dos parágrafos acima configura uma estrutura predominantemente:

(A) descritiva, com predomínio de fatos.

(B) enumerativa, com apenas um narrador.

(C) narrativa, com a presença de dois narradores.

(24)

9) “– Se eu deixar para escrever minhas memórias quando tiver 70 anos, vou esquecer muita coisa e mentir demais.”

O conectivo sublinhado no período composto acima estabelece uma relação de:

(A) condição.

(B) causalidade.

(C) companhia.

(D) consequência.

(25)

9) “– Se eu deixar para escrever minhas memórias quando tiver 70 anos, vou esquecer muita coisa e mentir demais.”

O conectivo sublinhado no período composto acima estabelece uma relação de:

(A) condição.

(B) causalidade.

(C) companhia.

(D) consequência.

(26)

10) A progressão do texto se dá por meio de uma expressão de sentido concessivo em:

(A) “Querendo ser honesto, pensou em retificar as memórias à proporção que a vida as contrariava”.

(B) “– Se eu deixar para escrever minhas memórias quando tiver 70 anos, vou esquecer muita coisa e mentir demais”.

(C) “O que viveu depois disto não foi propriamente o que constava do livro, embora ele se esforçasse por viver o contado, não recuando nem diante de coisas desabonadoras”.

(D) “Ele não tinha fantasiado coisa alguma. Pusera no papel o que lhe

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10) A progressão do texto se dá por meio de uma expressão de sentido concessivo em:

(A) “Querendo ser honesto, pensou em retificar as memórias à proporção que a vida as contrariava”.

(B) “– Se eu deixar para escrever minhas memórias quando tiver 70 anos, vou esquecer muita coisa e mentir demais”.

(C) “O que viveu depois disto não foi propriamente o que constava do livro, embora ele se esforçasse por viver o contado, não recuando nem diante de coisas desabonadoras”.

(D) “Ele não tinha fantasiado coisa alguma. Pusera no papel o que lhe acontecer”.

(28)

11) No trecho “Ele não tinha fantasiado coisa alguma”, a locução verbal sublinhada está no pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo.

O verbo sublinhado encontra-se nesse mesmo tempo e modo no fragmento:

(A) “Os espelhos não mentem”.

(B) “Aos vinte anos, escreveu suas memórias”.

(C) “Em paz com a consciência, ignorou a versão do real”.

(D) “e todos reconheceram que aquele era o único livro de

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11) No trecho “Ele não tinha fantasiado coisa alguma”, a locução verbal sublinhada está no pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo.

O verbo sublinhado encontra-se nesse mesmo tempo e modo no fragmento:

(A) “Os espelhos não mentem”.

(B) “Aos vinte anos, escreveu suas memórias”.

(C) “Em paz com a consciência, ignorou a versão do real”.

(D) “e todos reconheceram que aquele era o único livro de

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12) O fragmento sublinhado em “Redigindo-as logo de saída, serão mais fiéis e terão a graça das coisas verdes” é uma metáfora que, em linguagem denotativa, poderia ser substituída por:

(A) das novidades.

(B) da adolescência.

(C) das ondas do mar.

(D) das frutas não maduras.

(E) do seu próprio espelho.

(31)

12) O fragmento sublinhado em “Redigindo-as logo de saída, serão mais fiéis e terão a graça das coisas verdes” é uma metáfora que, em linguagem denotativa, poderia ser substituída por:

(A) das novidades.

(B) da adolescência.

(C) das ondas do mar.

(D) das frutas não maduras.

(E) do seu próprio espelho.

(32)

13) É possível reproduzir a frase “Ele não tinha fantasiado coisa alguma”, sem perda de sentido, de todos as maneiras a seguir, EXCETO em:

(A) Coisa alguma fantasiado ele tinha.

(B) Fantasiado coisa alguma ele tinha.

(C) Alguma coisa ele não tinha fantasiado.

(D) Não tinha ele fantasiado coisa alguma.

(E) Coisa alguma tinha ele fantasiado.

(33)

13) É possível reproduzir a frase “Ele não tinha fantasiado coisa alguma”, sem perda de sentido, de todos as maneiras a seguir, EXCETO em:

(A) Coisa alguma fantasiado ele tinha.

(B) Fantasiado coisa alguma ele tinha.

(C) Alguma coisa ele não tinha fantasiado.

(D) Não tinha ele fantasiado coisa alguma.

(E) Coisa alguma tinha ele fantasiado.

(34)

14) O trecho que apresenta uma ideia de tempo é:

(A) “Seu livro foi adotado nos colégios”.

(B) “Daí por diante é que começou a viver”.

(C) “Em paz com a consciência, ignorou a versão do real”.

(D) “Se não tinha acontecido, era certamente traição da vida, não dele”.

(E) “Mas isto seria falsificação do que honestamente pretendera”.

(35)

14) O trecho que apresenta uma ideia de tempo é:

(A) “Seu livro foi adotado nos colégios”.

(B) “Daí por diante é que começou a viver”.

(C) “Em paz com a consciência, ignorou a versão do real”.

(D) “Se não tinha acontecido, era certamente traição da vida, não dele”.

(E) “Mas isto seria falsificação do que honestamente pretendera”.

(36)

15) A primeira palavra do trecho “Se eu deixar para escrever minhas memórias quando tiver 70 anos, vou esquecer muita coisa e mentir demais” traz a ideia de:

(A) desejo.

(B) fantasia.

(C) certeza.

(D) hipótese.

(E) expectativa.

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15) A primeira palavra do trecho “Se eu deixar para escrever minhas memórias quando tiver 70 anos, vou esquecer muita coisa e mentir demais” traz a ideia de:

(A) desejo.

(B) fantasia.

(C) certeza.

(D) hipótese.

(E) expectativa.

(38)

Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Recursos

Hídricos e Sustentabilidade de Niterói_Biólogo

(39)

16) “A Humanidade se transformou em uma força da natureza tão grande QUE pode até ter uma época geológica própria: o Antropoceno.” (§ 1)

No período transcrito acima, o conectivo em destaque introduz oração subordinada com o sentido de:

(A) concessão.

(B) consequência.

(C) comparação.

(40)

16) “A Humanidade se transformou em uma força da natureza tão grande QUE pode até ter uma época geológica própria: o Antropoceno.” (§ 1)

No período transcrito acima, o conectivo em destaque introduz oração subordinada com o sentido de:

(A) concessão.

(B) consequência.

(C) comparação.

(41)

17) Nos trechos transcritos abaixo, o emprego da(s) vírgula(s) foi feito em conformidade com uma mesma norma de pontuação, EXCETO em:

(A) “...em uma reunião da União Internacional de Ciências Geológicas, órgão competente para decidir as idades da Terra.”. (§ 3)

(B) “Khan Zalasiewicz, um paleobiólogo da Universidade de Leicester, no Reino Unido...”. (§ 4)

(C) “...o início da era atômica, em meados de século XX, poderia ser a data de início do Antropoceno.”. (§ 4)

(D) “Para Tony Brown, um paleontólogo e geógrafo físico da Universidade de Southampton, Reino Unido...”. (§ 11)

(42)

18) “O problema É QUE ambas as datas não constituem fenômenos com impacto global nos sedimentos terrestres.” (§ 7)

Considerando-se o valor gramatical dos termos destacados no período transcrito acima, pode-se afirmar que também estão empregados com idêntico valor gramatical em:

(A) Para os cientistas, o fato é que as evidências de uma nova época geológica não podem ser desprezadas.

(B) Os cientistas é que estão preocupados com a nova época geológica.

(C) Os rios é que estão muito contaminados, preocupando a comunidade científica.

(D) As comissões científicas é que precisam definir se estamos ou não

(43)

VESTIBULAR_MEDICINA

(44)

19) O aposto é um recurso linguístico empregado para especificar ou explicar o termo anterior ao qual se refere, mas não deve ser confundido com o adjunto adnominal. Classifica-se como adjunto adnominal – e não aposto – o termo sublinhado em

(A) “Vejam o caso de Alexandre, o Grande...” (linha 12)

(B) “...e me caiu sob os olhos esse episódio da morte de Alexandre...”

(linhas 18 a 20)

(C) “O escritor francês Albert Camus escreveu...” (linha 25)

(D) “...como resposta poderemos citar três versos do poeta Vicente de Carvalho:” (linhas 38 a 40)

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19) O aposto é um recurso linguístico empregado para especificar ou explicar o termo anterior ao qual se refere, mas não deve ser confundido com o adjunto adnominal. Classifica-se como adjunto adnominal – e não aposto – o termo sublinhado em

(A) “Vejam o caso de Alexandre, o Grande...” (linha 12)

(B) “...e me caiu sob os olhos esse episódio da morte de Alexandre...”

(linhas 18 a 20)

(C) “O escritor francês Albert Camus escreveu...” (linha 25)

(D) “...como resposta poderemos citar três versos do poeta Vicente de Carvalho:” (linhas 38 a 40)

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Prefeitura Municipal de Niterói

Administrador

(47)

20) “acomodam-se esplêndidas à sombra da mangueira”. (5º §)

Das alterações feitas na redação do fragmento acima, está em DESACORDO com as normas de emprego do acento indicativo da crase a seguinte:

(A) acomodam-se esplêndidas àquela sombra da mangueira.

(B) acomodam-se esplêndidas às inúmeras sombras da mangueira.

(C) acomodam-se esplêndidas à essa sombra da mangueira.

(D) acomodam-se esplêndidas à minha sombra da mangueira.

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20) “acomodam-se esplêndidas à sombra da mangueira”. (5º §)

Das alterações feitas na redação do fragmento acima, está em DESACORDO com as normas de emprego do acento indicativo da crase a seguinte:

(A) acomodam-se esplêndidas àquela sombra da mangueira.

(B) acomodam-se esplêndidas às inúmeras sombras da mangueira.

(C) acomodam-se esplêndidas à essa sombra da mangueira.

(D) acomodam-se esplêndidas à minha sombra da mangueira.

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