• Nenhum resultado encontrado

Ciênc. saúde coletiva vol.21 número7

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "Ciênc. saúde coletiva vol.21 número7"

Copied!
2
0
0

Texto

(1)

2317

RESENHAS B

O

OK RE

VIE

W

S

janeiro de 2014 e que deverá ser implementada até 2016. Mais ambiciosa e mais realista que o PNSSP, essa política está fundamentada nos princípios da integralidade e da transetorialidade. Sendo, esta última, objeto de uma análise aprofundada (capí-tulo 3), pois implica na cooperação dos diversos atores institucionais e se beneficiará da experiência adquirida nos 12 anos de PNSSP, primeira tentativa de organizar no Brasil a saúde penitenciária. Em particular, uma maior flexibilidade e uma melhor integração com as estruturas locais deverão facilitar a operacionalização da PNAISP. O autor insiste na importância, dada pela academia e pela a militância, de um estreito monitoramento (capítulo 4) para acompanhar, nos próprios locais de encarceramento, a implementação desta nova política. Esta é uma condição sine qua non para garantir sua sustentabili-dade e reduzir, de acordo com o autor, a “cisão entre as recomendações e a realização, entre os princípios e as diretrizes da gestão federal e as contingências, condições e conjunturas em meio às quais a política será implantada”. Este livro que traduz um excelente conhecimento da problemática, será de especial importância para todos profissionais que, no seu dia a dia, são confrontados ao desafio complexo de implementar a PNAISP.

Silva M. Saúde penitenciária no Brasil: plano e po-lítica. Brasília: Verbena Editora; 2015

Bernard Larouzé 2

2 Sorbonne Universités, UPMC Univ Paris 06,

IN-SERM, UMRS 1136, Paris, France.

Este livro trata do processo de reformulação, em 2014, das políticas públicas voltadas à saúde penitenciária. Na introdução (capítulo 1), o autor expõe o referencial teórico-metodológico de sua pesquisa e, no capítulo 2, a análise do Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário (PNSSP, 2002-2014) numa perspectiva intersetorial saúde/justiça/segurança, no contexto da implementação do Sistema Único de Saúde.

Esta pesquisa, essencialmente qualitativa, foi baseada na participação ativa, por ocasião de quatro reuniões de gestores, trabalhadores, pesquisadores e membros da sociedade civil organizada que atuam nas prisões. Derivadas dessas reuniões, 171 propostas foram selecionadas e figuram no anexo do livro.

Os principais elementos desta reflexão coletiva foram incorporados na Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP), promulgada em

(2)

Referências

Documentos relacionados

We characterized care during labor and birth according to the following variables: time between the start of labor and assistance in the prison unit (first 10 minutes, 10 to

Abstract The high tuberculosis (TB) rates ob- served in the Brazilian prison population high- lights the need for more efficient TB control mea- sures in this population,

The “PRIDE” research program was therefore defined, including i) an assessment of infectious risks in prison settings by way of an inventory of measures for infectious

Another study conducted with the prison population of the State of Santa Catarina showed that symptoms of depression were associated not with specific mental disorders, but

These individuals must perform the follow- ing functions: multi-purpose and integral stud- ies on the social and health conditions of people with mental disorders in conflict with

Perceived Physical Health, Psychological Dis- tress, and Social Support Among Prison Officers. Harding TW, De Arango V, Baltazar J, Climent CE, Ibrahim A, Ladrido-Ignacio L, Murthy

Insecticide re- sistance mechanisms associated with different environ- ments in the malaria vector Anopheles gambiae : a case study in Tanzania. Insecticide resistance status of

The implementation of Brazil’s National Emergency Care Policy can be divided into three main stages: 2000 to 2003 – initial regulation; 2004 to 2008 – expansion of the Mobile