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CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS REABILITADSOS

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Academic year: 2021

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(1)

CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA

DE EDIFÍCIOS REABILITADSOS

CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA

DE EDIFÍCIOS REABILITADSOS

Vasco Peixoto de Freitas

Vasco Peixoto de Freitas

(2)

ESTRUTURAÇÃO

. INTRODUÇÃO

. METODOLOGIA DE APLICAÇÃO DO RCCTE

. RCCTE vs REABILITAÇÃO

. IMPLICAÇÕES CONSTRUTIVAS

. CERTIFICAÇÃO

(3)

II

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO

(4)

A REABILITAÇÃO EXIGE UMA VISÃO GLOBAL…..

A REABILITAÇÃO EXIGE UMA VISÃO GLOBAL…..

REABILITAÇÃO

SUSTENTABILIDADE

CULTURAL

(5)
(6)

DIVERSIDADE…..

DIVERSIDADE…..

(7)

METODOLOGIA

PRÁTICA

CONHECIMENTO

(8)

EDIFÍCIOS “ANTIGOS”

EDIFÍCIOS DAS DÉCADAS DE 60, 70 E 80

PATRIMÓNIO MONUMENTAL

QUE TIPO DE EDIFÍCIOS É NECESSÁRIO

REABILITAR?

QUE TIPO DE EDIFÍCIOS É NECESSÁRIO

REABILITAR?

(9)

PATRIMONIO MONUMENTAL - RCCTE

PATRIMONIO MONUMENTAL - RCCTE

(10)

PATRIMONIO MONUMENTAL - RCCTE

PATRIMONIO MONUMENTAL - RCCTE

(11)

20%

30%

40%

50%

60%

70%

80%

90%

ESTADO DE CONSERVAÇÃO DOS FOGOS –

ÉPOCA DE CONSTRUÇÃO

ESTADO DE CONSERVAÇÃO DOS FOGOS –

ÉPOCA DE CONSTRUÇÃO

Sem necessidade de reparação

Pequenas reparações

Reparações médias

Grandes reparações

Muito degradado

EDIFÍCIOS ANTIGOS

EDIFÍCIOS DAS DÉCADAS

DE 60, 70 E 80

(12)

VALE A PENA REABILITAR?

VALE A PENA REABILITAR?

É POSSÍVEL SATISFAZER EXIGÊNCIAS DE

CONFORTO?

(13)

REABILITAR É FUNDAMENTAL

REABILITAR É FUNDAMENTAL

(14)

EDIFÍCIOS MAIS RECENTES….

EDIFÍCIOS MAIS RECENTES….

(15)

POTENCIALIDADES ECONÓMICAS

REABILITAÇÃO

POTENCIALIDADES ECONÓMICAS

REABILITAÇÃO

(16)

Portugal

Sem necessidade de reparação

3 091 013

Pequenas e médias reparações

1 602 909

Grandes reparações e muito degradado

325 503

Lisboa

Sem necessidade de reparação

137 984

Pequenas e médias reparações

121 365

Grandes reparações e muito degradado

29 132

Porto

Sem necessidade de reparação

58 770

Pequenas e médias reparações

50 236

ESTADO DE CONSERVAÇÃO DOS FOGOS

ESTADO DE CONSERVAÇÃO DOS FOGOS

(17)

IMPORTÂNCIA ECONÓMICA DA REABILITAÇÃO

IMPORTÂNCIA ECONÓMICA DA REABILITAÇÃO

SITUAÇÃO ACTUAL

MUITO PREOCUPANTE!

MUITOS

(18)

15.000 fogos por ano ?????

+100.000 até 2015 ???????

POTENCIAL DE INVESTIMENTO

POTENCIAL DE INVESTIMENTO

……… milhões

€ ?????

EDIFÍCIOS ESCOLARES 300 ESCOLAS

+

(19)
(20)

PROGRAMAS PÚBLICOS

RESOLUÇÃO Conselho Min.

1/2007

PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO

DO PARQUE ESCOLAR DESTINADO AO ENSINO

SECUNDÁRIO

1000 Milhões de Euros

POTENCIAL INVESTIMENTO - ESCOLAS

POTENCIAL INVESTIMENTO - ESCOLAS

(21)

CÂMARAS MUNICIPAIS

TRANSFERÊNCIA DE

COMPETÊNCIAS

MODERNIZAÇÃO

DO PARQUE ESCOLAR EB 2/3

POTENCIAL INVESTIMENTO - ESCOLAS

POTENCIAL INVESTIMENTO - ESCOLAS

(22)

O futuro da reabilitação é

PROMISSOR……

O futuro da reabilitação é

PROMISSOR……

(23)

2003

2003

2006

2006

2009

2009

2012

2012

2015

2015

A REABILITAÇÃO DO

PATRIMÓNIO EDIFICADO

EXIGE UMA ESTRATÉGIA DE

A REABILITAÇÃO DO

PATRIMÓNIO EDIFICADO

EXIGE UMA ESTRATÉGIA DE

A REABILITAÇÃO ……. EXIGE CONTINUIDADE

A REABILITAÇÃO ……. EXIGE CONTINUIDADE

(24)

II

II

METODOLOGIA DE APLICAÇÃO DO RCCTE

METODOLOGIA DE APLICAÇÃO DO RCCTE

(25)

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

O Contexto Europeu



Quioto



Segurança do Abastecimento



Em 2020 a EUROPA importaria 80% da sua

“energia”



Edifícios na Europa tinham um potencial

de poupança de mais de 30%



Em 2001, a Comissão Europeia avançou

(26)

ENQUADRAMENTO LEGISLATIVO

RCCTE

(DL80/2006)

RSECE

(DL79/2006)

SCE

(DL78/2006)

Regulamento dos

Sistemas Energéticos de

Regulamento das

Sistema Nacional de

Certificação Energética

e da Qualidade do Ar

Interior nos Edifícios

(27)

NOVO RCCTE – ASPECTOS GERAIS

NOVO RCCTE – ASPECTOS GERAIS

OBJECTO

(Art.º 1.º)

SATISFAZER AS EXIGÊNCIAS DE

CONFORTO TÉRMICO

(AQUECIMENTO OU

ARREFECIMENTO) E DE VENTILAÇÃO

PARA GARANTIA DA QUALIDADE DO

AR INTERIOR, BEM COMO AS

NECESSIDADES DE ÁGUA QUENTE

MINIMIZAR AS SITUAÇÕES

PATOLÓGICAS NOS ELEMENTOS DE

CONSTRUÇÃO PROVOCADAS PELA

OCORRÊNCIA DE CONDENSAÇÕES

SUPERFICIAIS OU INTERNAS, COM

POTENCIAL IMPACTE NEGATIVO NA

DURABILIDADE DOS ELEMENTOS DE

(28)

NOVO RCCTE – ASPECTOS GERAIS

NOVO RCCTE – ASPECTOS GERAIS

ÂMBITO DE APLICAÇÃO

(Art.º 2.º)

EDIFÍCIOS DE

HABITAÇÃO

E SERVIÇOS SEM

SISTEMAS DE

CLIMATIZAÇÃO

CENTRALIZADOS

REABILITAÇÃO

INTERVENÇÕES EM

EDIFÍCIOS

EXISTENTES COM

CUSTO SUPERIOR A

25% DO VALOR DO

EDIFÍCIO (C

)

(29)

NOVO RCCTE – ASPECTOS GERAIS

NOVO RCCTE – ASPECTOS GERAIS

ÁGUA QUENTE SANITÁRIA

(Art.º 7.º)

OBRIGATÓRIO O

RECURSO A SISTEMAS

DE COLECTORES

SOLARES TÉRMICOS

PARA AQUECIMENTO

1 m² - COLECTOR POR

OCUPANTE

CONVENCIONAL

PREVISTO

(30)

METODOLOGIA DE VERIFICAÇÃO

METODOLOGIA DE VERIFICAÇÃO

N

ic

< N

i INVERNO

N

vc

< N

v VERÃO

N

ac

< N

a AGUAS QUENTES

N

< N

(31)

IMPLEMENTAÇÃO

IMPLEMENTAÇÃO

RCCTE

LICENCIAMENT

O

UTILIZAÇÃO

(32)

III

III

RCCTE vs REABILITAÇÃO

RCCTE vs REABILITAÇÃO

(33)

DURABILIDADE – ENERGIA –

SUSTENTABILIDADE - CONFORTO

ENERGIA

FUTURO

FUTURO

DURABI-LIDADE

SUSTENTA-BILIDADE

(34)

Reabilitação

RCCTE é Obrigatório?

RCCTE – REABILITAÇÃO

RCCTE – REABILITAÇÃO

(35)

ÂMBITO DE APLICAÇÃO

(Art.º 2.º)

REABILITAÇÃO

INTERVENÇÕES EM

EDIFÍCIOS EXISTENTES

COM CUSTO SUPERIOR A

25% DO VALOR DO

RCCTE - REABILITAÇÃO

ÂMBITO DE APLICAÇÃO

RCCTE - REABILITAÇÃO

ÂMBITO DE APLICAÇÃO

(36)

RCCTE

E quando não é

obrigatório?

É desejável reabilitar

energeticamente?

RCCTE – REABILITAÇÃO

RCCTE – REABILITAÇÃO

(37)

IV

IV

IMPLICAÇÕES CONSTRUTIVAS

IMPLICAÇÕES CONSTRUTIVAS

(38)

NÍVEIS DE QUALIDADE vs U

NÍVEIS DE QUALIDADE vs U

Nível de

Qualidade

Limites de U

N1

U = U

ref

N2

U = 0,75·U

ref

N3

U = 0,6·U

ref

N4

U = 0,5·U

ref

Nível de

Qualidade

Zona Climática

I1

I2

I3

RA (I1)

e

[mm]

U*

[W/(m²·C)]

e

[mm]

U*

[W/(m²·C)]

e

[mm]

U*

[W/(m²·C)]

e

[mm]

U*

[W/(m²·C)]

N1

25

0,60

25

0,60

40

0,47

0

1,11

N2

30

0,55

40

0,47

60

0,37

0

1,11

(39)

PONTES TÉRMICAS PLANAS

I – PILAR INTERMÉDIO

“Ponte térmica plana” é a heterogeneidade inserida em zona

corrente da envolvente, como pode ser o caso de certos pilares

e talões de viga. (RCCTE, Anexo II, Definições)

(40)

I – PILAR INTERMÉDIO

“Ponte térmica plana” é a heterogeneidade inserida em zona

corrente da envolvente, como pode ser o caso de certos pilares

e talões de viga. (RCCTE, Anexo II, Definições)

(41)

II - TALÃO DE VIGA

U3

≤ 2 × U1

U3

≤ 2 × U2

U3

Umax

(42)

IMPLICAÇÕES CONSTRUTIVAS

Vãos Envidraçados – Admissão de ar

(43)

IMPLICAÇÕES CONSTRUTIVAS

Vãos Envidraçados – Admissão de ar

(44)

IMPLICAÇÕES CONSTRUTIVAS

Vãos Envidraçados – Admissão de ar

(45)

IMPLICAÇÕES CONSTRUTIVAS

Vãos Envidraçados – Admissão de ar

(46)

FACTOR SOLAR Máximo

(A VIDRO/A UTIL PAMIMENTO Compartimento + 5 %) S-W-E

FACTOR SOLAR Máximo

(A VIDRO/A UTIL PAMIMENTO Compartimento + 5 %) S-W-E

Valores

Máximos

Classe de inércia

térmica

Zona Climática

I1

I2

I3

Fraca

Média

Forte

0,15

0,56

0,56

0,15

0,56

0,56

0,10

0,50

0,50

(47)

COLECTORES SOLARES

Edifícios Multi-familiares

e de Serviços.

Desde que haja cobertura com exposição solar adequada:

COLECTORES OBRIGATÓRIOS

(48)

IMPLICAÇÕES CONSTRUTIVAS

(49)

SISTEMAS SOLARES

Sistemas ou equipamentos são certificados

de acordo com as normas e legislação em

vigor;

Instalados por instaladores acreditados pela

DGGE;

(50)

IMPLICAÇÕES CONSTRUTIVAS

(51)

CUSTO INICIAL / CUSTO DE EXPLORAÇÃOO

CUSTO INICIAL / CUSTO DE EXPLORAÇÃOO

(52)

REABILITAÇÃO ENERGÉTICA:

CUSTOS ASSOCIADOS

REABILITAÇÃO ENERGÉTICA:

CUSTOS ASSOCIADOS

CUSTOS INICIAIS, CUSTOS DE EXPLORAÇÃO E CUSTOS GLOBAIS

EM FUNÇÃO DO COEFICIENTE DE TRANSMISSÃO TÉRMICA (U)

(53)

CUSTOS

CUSTOS

Custo Inicial

(54)

REABILITAÇÃO ENERGÉTICA:

CUSTO DO kWh

REABILITAÇÃO ENERGÉTICA:

CUSTO DO kWh

(55)

ESTUDO COMPARATIVO

ESTUDO COMPARATIVO

(56)

V

V

CERTIFICAÇÃO

CERTIFICAÇÃO

(57)

N

ic

< N

i

N

vc

< N

v

N

ac

< N

a

METODOLOGIA ANÁLOGA AOS NOVOS

METODOLOGIA ANÁLOGA AOS NOVOS

(58)

CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA

• Classe de eficiência energética

• Edifícios novos ou Reab. A+

B-• Edifícios Existentes

…….

A+ G

t

tc

N

N

R =

(59)

CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA

E

di

fíci

o

no

vo

s

energética

Classe

R = Ntc/Nt

A+

R ≤ 0,25

A

0,25 < R ≤ 0,50

B

0,50 < R ≤ 0,75

B-

0,75 < R ≤ 1,00

C

1,00 < R ≤ 1,50

D

1,50 < R ≤ 2,00

E

2,00 < R ≤ 2,50

F

2,50 < R ≤ 3,00

E

di

fíci

os

ex

ist

en

te

s

(60)

CERTIFICAÇÃO

CERTIFICAÇÃO

MODELO DE

CERTIFICADO

(61)

Edifícios EXISTENTES

A. DETALHADO

B. SIMPLIFICDO

PROCEDIMENTO DE CÁLCULO

PROCEDIMENTO DE CÁLCULO

(62)

Proprietário Pode Optar

SIMPLIFICADO

apenas permite obter

as classes

C,D,E,F,G

Edifícios existentes

Edifícios existentes

(63)

ENVOLVENTE

vs

EQUIPAMENTOS

ENVOLVENTE

vs

EQUIPAMENTOS

(64)

ENVOLVENTE vs EQUIPAMENTOS

ENVOLVENTE:

Cobertura

Paredes

Pavimentos

Envidraçado

Ventilação

Ganhos solares

Protecções

Pontes

Térmicas

(65)

ENVOLVENTE vs EQUIPAMENTOS

(66)
(67)

ESTUDO DE SENSIBILIDADE

ESTUDO DE SENSIBILIDADE

(68)

APARTAMENTO FE1

E

solar

= 1000 kWh/ano

E

solar

= 1000 kWh/ano

N

t

c

/

N

t

m

á

x

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ta

r

(69)

MORADIA NF2

E

solar

= 1750 kWh/ano

E

solar

= 1750 kWh/ano

N

t

c

/

N

t

m

á

x

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ta

r

(70)

FÓRMULA DE CÁLCULO DE Ntc

Moradia NF2

Moradia NF2

Apartamento FE1

Apartamento FE1

S

e

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to

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(71)

FÓRMULA DE CÁLCULO DE Ntc

S

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m

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Apartamento FE1

Apartamento FE1

C

a

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(72)

FÓRMULA DE CÁLCULO DE Ntc

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Moradia NF2

Moradia NF2

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(73)

SERÁ EQUILIBRADO O PESO DA ENVOLVENTE E DOS

EQUIPAMENTOS NO ACTUAL MODELO DE CERTIFICAÇÃO

ENERGÉTICA ?

(74)

VI

VI

CONCLUSÕES

CONCLUSÕES

(75)

PROGRESSO EXIGE ….

PROPOSTAS SÓLIDAS

PROGRESSO EXIGE ….

PROPOSTAS SÓLIDAS

(76)

CONCLUSÃO

CONCLUSÃO

(77)

CONCLUSÃO

CONCLUSÃO

(78)

CONCLUSÃO

CONCLUSÃO

Referências

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