Redes de
Computadores
Roteiro
Sub-redes
NAT
CIDR
Sub-redes
Todos os hosts de uma rede devem ter o
mesmo número de rede
Ex.: Universidade pega endereço de classe B
Depto. Ciência da Computação Depto. Física
Depto. Matemática ...
Regra Ethernet dos 4 repetidores alcançada Difícil obter outro endereço IP (60.000)
Sub-redes
Endereço classe A, B ou C se refere a uma
rede, e não conjunto de redes
A solução
Permitir que uma rede seja dividida em diversas
partes para uso interno
Externamente continue a funcionar como uma
Sub-redes
Roteamento
Para qual sub-rede entregar o pacote?
Tabela com todas as entradas (216 = 65.536)
Muito extensa
Parte dos bits do número de host são usados para criar um
número de sub-rede Classe B •2 bits classe •14 bits rede •16 bits host Classe B •2 bits classe •14 bits rede
•6 bits sub-rede: 62 sub-redes •10 bits host: 1022 hosts
Sub-redes
Máscara de sub-rede Classe B
255.255.252.0 /22
Sub-redes
Endereços 130.50.4.1 130.50.8.1 130.50.12.1 Em binário 10000010 00110010 000001|00 00000001 10000010 00110010 000010|00 00000001 10000010 00110010 000011|00 00000001 Máscara de sub-rede 11111111 11111111 111111|00 00000000Sub-redes
Roteador
Lista
(rede, 0): Como chegar a redes distantes
(esta rede ou host): Como chegar aos host locais Associadas com interfaces de rede para alcançar
Sub-redes
Pacote IP recebido
Endereço de destino é procurado na tabela de
roteamento
Se for uma rede distante, pacote encaminhado para
próximo roteador da interface fornecida na tabela
Se for um host local, (e.g. na LAN do roteador) o
pacote é enviado diretamente para lá
Se a rede não estiver presente, o pacote será enviado
para um roteador pré-definido que tenha tabelas maiores
Sub-redes
Sub-redes
(rede, sub-rede, 0)
(esta rede, esta sub-rede, host)
AND booleano com a máscara de sub-rede
Eliminar o número de host e pesquisa o endereço
resultante em suas tabelas
Sub-redes
IP 130.50.15.6 10000010 00110010 00001111 00000110 Máscara 255.255.252.0 11111111 11111111 11111100 00000000 AND booleano 10000010 00110010 00001100 00000000 130.50.12.0Sub-redes
130.50.12.0
Usado para acessar tabelas de roteamento
para descobrir a entrada a usar para chegar ao roteador correspondente à sub-rede 3
A divisão em sub-redes reduz o espaço na
tabela do roteador, criando uma hierarquia de 3 níveis
Rede
Sub-rede
Sub-redes
A divisão em sub-redes não é visível fora da
rede
Sub-redes
Exercício
Dada uma rede classe B, crie 4 sub-redes
utilizáveis e mostre os endereços IP das sub-redes e do broadcast.
Sub-redes
1.º: Criar máscara de sub-rede
2.º: Quantos bits são necessários para ter-se
4 sub-redes?
3.º: Definir número de rede com base na
máscara
4.º: Endereço de rede, Endereço de Broadcast 5.º: Quantos host por sub-rede
NAT
NAT: Network Adress Translation Esgotar endereços IP
IPv6: com lentidão
Idéia:
Atribuir a cada empresa um único endereço IP
Ou no máximo um número pequeno
Internamente, cada computador tem IP exclusivo
NAT
Endereços privativos
10.0.0.0 – 10.255.255.255 (16.777.216 hosts) 172.16.0.0 – 172.31.255.255 (1.042.576 hosts) 192.168.0.0 – 192.168.255.255 (65.536 hosts)
NAT
Caixa NAT
Pode ser com firewall Com roteador
NAT
Quando pacote sai é convertido pela caixa
NAT
10.0.0.1 -> 192.60.42.12
E quando volta?
Endereçado para 192.60.42.12
Como a caixa NAT saberá para qual computador
NAT
TCP e UDP possuem portas
16 bits = 65.536
Indica onde a conexão TCP começa e termina
Porta de origem Porta de destino
Primeiras 4096 reservadas 80: Servidor Web
Mensagem TCP tem porta de origem e destino
Essas portas servem para identificar os processos que
utilizam a conexão em ambas as extremidades
NAT
Quando pacote sai:
10.x.y.z é substituído pelo endereço IP verdadeiro
da empresa
Porta de origem do TCP é substituído por um
índice p/ tabela de conversão de 65.536 entradas da caixa NAT
Soma de verificação do cabeçalho IP e TCP são
recalculados
Quando pacote entra:
NAT: Problemas
Viola o modelo arquitetônico do IP
Todo endereço IP identifica uma única máquina
em todo o mundo
Internet muda característica de rede sem
conexões para uma espécie de rede orientada a conexões
Viola regra fundamental da distribuição de
protocolos em camadas: camada k não pode fazer quaisquer suposições sobre o que a
NAT: Problemas
Outros protocolos da camada de transporte
Multimídia
Endereços IP no corpo do texto
FTP (File Transfer Protocol) padrão
Protocolo de telefonia da Internet H.323
Campo porta de origem de 16 bits: 65.536
65536-4096 = 61440
Permite que 61440 pares de aplicações se
comuniquem ao mesmo tempo
NAT: Lembretes
Analisa camada 4 Lista de portas
Qual poderia ser uma outra maneira de
implementar o NAT?
CIDR
ClassLess InterDomain Routing O IP está ficando sem endereços
Se um site precisa de 2000 endereços
Receberá um bloco de 2048 endereços
A eliminação de classes torna o
CIDR
Roteamento no antigo sistema de classes
Pacote IP chegava ao roteador
Uma cópia do endereço IP era deslocada 28 bits
para a direita afim de se descobrir a classe (A, B, C, D)
O código para cada classe era então usado para
mascarar o número de rede de 8, 16 ou 24 bits e o alinhava a direita em uma palavra de 32 bits
Em seguida, o número de rede era pesquisado na
tabela de A, B ou C
Depois que a entrada era encontrada, a linha de
saída podia ser pesquisada e o pacote encaminhado
CIDR
Cada entrada na tabela de roteamento é
estendida com uma máscara de 32 bits
Agora existe uma única tabela de roteamento
para todas as redes, consistindo em um array de triplas (endereço IP, máscara de sub-rede, linha de saída)
CIDR
Quando um pacote chega, seu endereço de
destino é extraído
Depois (conceitualmente), a tabela de
roteamento é varrida entrada por entrada mascarando-se o endereço de destino e
comparando-se esse endereço com a entrada de tabela, em busca de uma correspondência.
CIDR
É possível que várias entradas (com
diferentes comprimentos de máscaras de sub-redes) correspondam e, nesse caso, será
usada a máscara mais longa
Portanto, se houver uma correspondência
para a máscara /20 e uma máscara /24, será usada a entrada /24
CIDR
Exemplo no qual estão disponíveis milhões de endereços Começando em 194.24.0.0
Suponha que a Universidade de Cambridge precise de
2048 endereços e receba os endereços de
194.24.0.0 a 194.24.7.255 másc. 255.255.248.0 11000010.00011000.00000000.00000000
11000010.00011000.00000111.11111111 11111111.11111111.11111000.00000000
CIDR
Suponha que a Universidade de Oxford precise de 4096 Como um bloco de 4096 endereços deve ficar em um
limite de 4096 bytes, não podem ser fornecidos
endereços que comecem em 194.24.8.0 (por causa do último 1)
11000010.00011000.00001000.00000000
Em vez disso, são fornecidos endereços de
194.24.16.0 a 194.24.31.255 másc. 255.255.240.0 11000010.00011000.00010000.00000000 11000010.00011000.00011111.11111111 11111111.11111111.11110000.00000000 212=4096 212=4096
CIDR
Agora, Universidade de Edinburgh solicita 1024
endereços e são atribuídos
194.24.8.0 a 194.24.11.255 másc. 255.255.252.0
11000010.00011000.00001000.00000000
11000010.00011000.00001011.11111111
11111111.11111111.11111100.00000000
CIDR
As tabelas de roteamento do mundo inteiro agora estão atualizadas com as
três entradas atribuídas. Cada entrada contém um endereço básico e uma máscara de sub-rede. Essas entradas em binário:
Considere que chega o pacote 194.24.17.4
11000010.00011000.00010001.00000100
Esse valor corresponde ao endereço básico de Oxford. Senão for
encontrada nenhuma outra correspondência mais abaixo na tabela, será utilizada a entrada de Oxford, e o pacote será enviado pela linha
especificada.
Universid. Primeiro endereço
Cambrigde 11000010.00011000.00000000.00000000
Edinburgh 11000010.00011000.00001000.00000000
(Disp.) 11000010.00011000.00001100.00000000
CIDR
Agora vamos observar essas três universidades do ponto de vista de um
roteador em Omaha, Nebraska, que tem apenas quatro linhas de saída: Minneapolis, Nova York, Dallas e Denver
Ao receber as três novas entradas, o software do roteador verifica que pode
combinar todas as três entradas em uma única entrada agregada 194.24.0.0/19 com um endereço binário e a submáscara:
194.24.0.0/19
11000010.00011000.00000000.00000000 11111111.11111111.11100000.00000000
Essa entrada envia todos os pacotes destinados a quaiquer das três
universidades para Nova York. Agregando as três entradas, o roteador de Omaha reduziu seu tamanho de tabela em duas entradas
Se Nova York tem um única linha para Londres, relativa a todo o tráfego
do Reino Unido, pode usar uma entrada agregada. Porém se houverem linhas separadas p/ Londres e Edinburgh, serão necessárias três
entradas separadas.
A agregação é muito utilizada em toda a Internet para reduzir o tamanho
CIDR
A entrada de rotas agregadas também envia
pacotes correspondentes aos endereços não- atribuídos para Nova York
Desde que os endereços sejam de fato não
atribuídos, não há problema
Mas se forem pra Califórnia, por ex., será
preciso uma entrada 194.24.12.0/22 para lidar com eles
Protocolos de controle da
Internet
ICMP (Internet Control Message Protocol)
Operação da Internet é monitorada rigorosamente
pelos roteadores
Quando ocorre algo inesperado, o evento é reportado
pelo ICMP
Também é usado para testar a Internet
Cada tipo de mensagem ICMP é encapsulado em
ICMP
Não foi possível entregar o pacote
Ou DF não pode ser mantido
O campo Time to live chegou a 0
Loop
Congestinamento
Valores baixos para o timer
Campo de cabeçalho inválido
Bug software IP do transmissor Software de um roteador
ICMP
Pacote regulador
Host deve desacelerar
Controle de congestionamento feito na camada de
transporte
Ensina geografia a um roteador
Roteador percebe que pacote pode ter sido
roteado incorretamente
Avida o host transmissor do provável erro
Pergunta se uma máquina está ativa Sim estou ativa
ICMP
Igual a Echo, mas com timbre de hora
Igual a Echo reply, mas com timbre de hora
Usados para medir desempenho da rede
ARP
ARP (Address Resolution Protocol)
Cada placa Ethernet é equipada com um
endereço Ethernet de 48 bits
Solicitam a uma autoridade central Não entendem endereços IP
De que forma os endereços IP são mapeados
nos endereços da camada de enlace de dados, como é o caso dos endereços
ARP
3
3 redes /24 interconectadas: 2 Ethernets e um anel FDDI
ARP
E1 a E6 F1 a F3
Host 1 -> host 2
Sabe o nome, recebe o IP do DNS Host 2: 192.31.65.5
Host 1 constrói pacote:
Destination address: 192.31.65.5
Software IP vê que está na própria rede Precisa pegar o endereço Ethernet
Poderia ser arquivo de configuração
ARP
Envia pacote de difusão p/ Ethernet perguntando:
a quem pertence o endereço IP 192.31.65.5?
A difusão chegará a cada máquina da Ethernet
192.31.65.0 e cada uma delas verificará seu endereço IP
Somente o host 2 responderá com seu endereço
Ethernet E2
Dessa forma, o host 1 descobrirá que o endereço
IP 192.31.65.5 está no host que tem o endereço Ethernet E2
Vantagem sobre arquivos de configuração é a
ARP
Nesse ponto, o software IP do host 1 constrói
um quadro Ethernet endereçado a E2, coloca o pacote IP (endereçado a 192.31.65.5) no
campo de carga útil e o envia à Ethernet
A placa Ethernet do host 2 detecta esse
quadro, reconhece-o como uma quadro destinado a ela, recolhe-o e causa uma interrupção
O driver Ethernet extrai o pacote IP da carga
útil e o repassa ao software IP, que verifica se ele está corretamente endereçado, e depois o processa
ARP
Otimizações
Depois que uma máquina executa o ARPela
armazena o resultado em uma cache, caso
precise entrar em contato com a mesma máquina depois
Host 2 precisará enviar uma resposta, o que
também forcará a execução do ARP para
determinar o endereço Ethernet do transmissor
Host 1 inclui seu mapeamento IP para Ethernet no
pacote ARP
Quando a difusão do ARP chega ao host 2, o par
(192.31.65.7, E1) é inserido no cache ARP do host 2 para uso futuro
ARP
Otimizações
Máquina difundir o mapeamento IP, Ethernet ao
ser inicializada
Feita em geral quando um ARP procura seu
próprio endereço IP
Não deve haver resposta, mas um efeito colateral da
difusão é criar uma entrada no cache ARP de todas as máquinas
Se chegar uma resposta (inesperada) isso significa que
o mesmo endereço IP foi atribuído a duas máquinas
A nova máquina deve informar esse fato ao
administrador do sistema e não deverá ser reinicializada
Entradas no cache ARP sofrem timeout após
ARP
Host 1 -> Host 4
ARP: problema porque host 4 não verá a difusão 1.ª solução:
Roteador CC ser configurado para responder
solicitações ARP para a rede 192.31.63.0
Neste caso, o host 1 criará a entrada (192.31.63.8, E3)
e enviará todo o tráfego do host 4 para o roteador local
ARP
2.ª solução
Fazer com que host 1 veja imediatamente que o
destino está em uma rede remota e envie todo o tráfego para um endereço Ethernet padrão que trata do tráfego remoto, nesse caso E3
Não requer que o roteador CC saiba a que redes
ARP
Host 1 coloca pacote IP no campo carga útil
de um quadro Ethernet endereçado a E3
Quando obtém o quadro Ethernet, o roteador
CC remove o pacote IP do campo de carga útil e procura o endereço IP nas tabelas de roteamento
Esse roteador descobre que os pacotes
destinados à rede 192.31.63.0 devem ir para o roteador 192.31.60.7
Se ainda não souber o endereço FDDI de
192.31.60.7 o roteador transmitirá um pacote ARP para o anel e descobrirá que é F3
ARP
Em seguida, ele incluirá o pacote no campo de carga útil de um quadro FDDI endereçado a F3 e o colocará no anel
No roteador EE, o driver FDDI remove o pacote do campo de carga útil e o envia ao software IP, que constata a necessidade de enviar o pacote para 192.31.63.8
Se esse endereço IP não estiver em seu cache ARP, o software transmitirá uma solicitação ARP através da rede Ethernet do EE e descobrirá que o endereço de destino é E6
Em seguida, o software montará um quadro Ethernet endereçado a E6, colocará o pacote no campo de carga útil e fará sua transmissão na Ethernet
Quando o quadro Ethernet chegar ao host 4, o pacote será extraído do quadro e repassado do software IP para processamento
ARP
Ir do host 1 até uma rede distante passando
por uma WAN é um processo praticamente igual, exceto pelo fato de que, dessa vez, as tabelas do roteador CC o informam de que ele deve usar o roteador da WAN, cujo endereço FDDI é F2
RARP: Reverse Address Resolution Protocol
Qual é o endereço IP correspondente a um
endereço Ethernet?
Ocorre quando uma estação de trabalho sem
disco é inicializada
Máquina obtém imagem binária de seu
sistema operacional a partir de um servidor de arquivos remoto
RARP: Pacote: meu endereço Ethernet de 48
bits é 14.04.05.18.01.25. Alguém conhece meu IP?
O servidor RARP vê essa solicitação, procura o
endereço Ethernet em seus arquivos de
configuração e envia de volta o endereço IP correspondente
RARP
Melhor que a inclusão de um endereço IP na
imagem de memória
Uma desvantagem do RARP é que utiliza
endereço de destino composto somente por valores 1 (difusão limitada) para chegar ao servidor RARP
Não são encaminhadas pelos roteadores
BOOTP
Utiliza UDP, que são encaminhados pelos
roteadores
Fornece informações adicionais a uma
estação de trabalho sem disco, inclusive o endereço IP do servidor de arquivos com a imagem
Endereço IP do roteador padrão e a máscara
de sub-rede a ser usada
Exige configuração manual de tabelas que
BOOTP
Problema quando um novo host é adicionado:
o administrador deve atribuir a ele um endereço IP
Inserido manualmente o par (endereço
Ethernet, endereço IP) na tabelas de configuração do BOOTP
DHCP
DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol) Permite atribuição manual e a atribuição
automática de endereços IP
Substitui o RARP e o BOOTP na maioria dos
sistemas
Tendo em vista que o servidor DHCP pode
não estar disponível por difusão, um agente de retransmissão DHCP é necessário em cada LAN
DHCP
Uma máquina recém-inicializada transmite por
difusão
DHCP DISCOVER
O agente de restransmissão em sua LAN
intercepcta todas as difusões do DHCP
Ele envia em unidifusão ao servidor DHCP,
talvez em uma rede distante
DHCP
Tempo IP
Arrendamento (leasing)
Pouco antes de expirar o prazo de
arrendamento, o host deve solicitar ao DHCP uma renovação