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Redes de Computadores. Mauro Henrique Mulati

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Academic year: 2021

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(1)

Redes de

Computadores

(2)

Roteiro

 Sub-redes

 NAT

 CIDR

(3)

Sub-redes

 Todos os hosts de uma rede devem ter o

mesmo número de rede

 Ex.: Universidade pega endereço de classe B

 Depto. Ciência da Computação  Depto. Física

 Depto. Matemática  ...

 Regra Ethernet dos 4 repetidores alcançada  Difícil obter outro endereço IP (60.000)

(4)

Sub-redes

 Endereço classe A, B ou C se refere a uma

rede, e não conjunto de redes

 A solução

 Permitir que uma rede seja dividida em diversas

partes para uso interno

 Externamente continue a funcionar como uma

(5)
(6)

Sub-redes

 Roteamento

 Para qual sub-rede entregar o pacote?

 Tabela com todas as entradas (216 = 65.536)

 Muito extensa

 Parte dos bits do número de host são usados para criar um

número de sub-rede Classe B •2 bits classe •14 bits rede •16 bits host Classe B •2 bits classe •14 bits rede

•6 bits sub-rede: 62 sub-redes •10 bits host: 1022 hosts

(7)

Sub-redes

 Máscara de sub-rede  Classe B

 255.255.252.0  /22

(8)

Sub-redes

 Endereços  130.50.4.1130.50.8.1130.50.12.1  Em binário  10000010 00110010 000001|00 0000000110000010 00110010 000010|00 0000000110000010 00110010 000011|00 00000001  Máscara de sub-rede  11111111 11111111 111111|00 00000000

(9)

Sub-redes

 Roteador

 Lista

 (rede, 0): Como chegar a redes distantes

 (esta rede ou host): Como chegar aos host locais  Associadas com interfaces de rede para alcançar

(10)

Sub-redes

 Pacote IP recebido

 Endereço de destino é procurado na tabela de

roteamento

 Se for uma rede distante, pacote encaminhado para

próximo roteador da interface fornecida na tabela

 Se for um host local, (e.g. na LAN do roteador) o

pacote é enviado diretamente para lá

 Se a rede não estiver presente, o pacote será enviado

para um roteador pré-definido que tenha tabelas maiores

(11)

Sub-redes

 Sub-redes

 (rede, sub-rede, 0)

 (esta rede, esta sub-rede, host)

 AND booleano com a máscara de sub-rede

 Eliminar o número de host e pesquisa o endereço

resultante em suas tabelas

(12)

Sub-redes

 IP  130.50.15.610000010 00110010 00001111 00000110  Máscara  255.255.252.011111111 11111111 11111100 00000000  AND booleano  10000010 00110010 00001100 00000000130.50.12.0

(13)

Sub-redes

 130.50.12.0

 Usado para acessar tabelas de roteamento

para descobrir a entrada a usar para chegar ao roteador correspondente à sub-rede 3

 A divisão em sub-redes reduz o espaço na

tabela do roteador, criando uma hierarquia de 3 níveis

 Rede

 Sub-rede

(14)

Sub-redes

 A divisão em sub-redes não é visível fora da

rede

(15)

Sub-redes

 Exercício

 Dada uma rede classe B, crie 4 sub-redes

utilizáveis e mostre os endereços IP das sub-redes e do broadcast.

(16)

Sub-redes

 1.º: Criar máscara de sub-rede

 2.º: Quantos bits são necessários para ter-se

4 sub-redes?

 3.º: Definir número de rede com base na

máscara

 4.º: Endereço de rede, Endereço de Broadcast  5.º: Quantos host por sub-rede

(17)

NAT

 NAT: Network Adress Translation  Esgotar endereços IP

 IPv6: com lentidão

 Idéia:

 Atribuir a cada empresa um único endereço IP

 Ou no máximo um número pequeno

 Internamente, cada computador tem IP exclusivo

(18)

NAT

 Endereços privativos

 10.0.0.0 – 10.255.255.255 (16.777.216 hosts)  172.16.0.0 – 172.31.255.255 (1.042.576 hosts)  192.168.0.0 – 192.168.255.255 (65.536 hosts)

(19)

NAT

 Caixa NAT

 Pode ser com firewall  Com roteador

(20)

NAT

 Quando pacote sai é convertido pela caixa

NAT

 10.0.0.1 -> 192.60.42.12

 E quando volta?

 Endereçado para 192.60.42.12

 Como a caixa NAT saberá para qual computador

(21)

NAT

 TCP e UDP possuem portas

 16 bits = 65.536

 Indica onde a conexão TCP começa e termina

 Porta de origem  Porta de destino

 Primeiras 4096 reservadas  80: Servidor Web

 Mensagem TCP tem porta de origem e destino

 Essas portas servem para identificar os processos que

utilizam a conexão em ambas as extremidades

(22)

NAT

 Quando pacote sai:

 10.x.y.z é substituído pelo endereço IP verdadeiro

da empresa

 Porta de origem do TCP é substituído por um

índice p/ tabela de conversão de 65.536 entradas da caixa NAT

 Soma de verificação do cabeçalho IP e TCP são

recalculados

 Quando pacote entra:

(23)

NAT: Problemas

 Viola o modelo arquitetônico do IP

 Todo endereço IP identifica uma única máquina

em todo o mundo

 Internet muda característica de rede sem

conexões para uma espécie de rede orientada a conexões

 Viola regra fundamental da distribuição de

protocolos em camadas: camada k não pode fazer quaisquer suposições sobre o que a

(24)

NAT: Problemas

 Outros protocolos da camada de transporte

 Multimídia

 Endereços IP no corpo do texto

 FTP (File Transfer Protocol) padrão

 Protocolo de telefonia da Internet H.323

 Campo porta de origem de 16 bits: 65.536

 65536-4096 = 61440

 Permite que 61440 pares de aplicações se

comuniquem ao mesmo tempo

(25)

NAT: Lembretes

 Analisa camada 4  Lista de portas

 Qual poderia ser uma outra maneira de

implementar o NAT?

(26)

CIDR

 ClassLess InterDomain Routing  O IP está ficando sem endereços

 Se um site precisa de 2000 endereços

 Receberá um bloco de 2048 endereços

 A eliminação de classes torna o

(27)

CIDR

 Roteamento no antigo sistema de classes

 Pacote IP chegava ao roteador

 Uma cópia do endereço IP era deslocada 28 bits

para a direita afim de se descobrir a classe (A, B, C, D)

 O código para cada classe era então usado para

mascarar o número de rede de 8, 16 ou 24 bits e o alinhava a direita em uma palavra de 32 bits

 Em seguida, o número de rede era pesquisado na

tabela de A, B ou C

 Depois que a entrada era encontrada, a linha de

saída podia ser pesquisada e o pacote encaminhado

(28)

CIDR

 Cada entrada na tabela de roteamento é

estendida com uma máscara de 32 bits

 Agora existe uma única tabela de roteamento

para todas as redes, consistindo em um array de triplas (endereço IP, máscara de sub-rede, linha de saída)

(29)

CIDR

 Quando um pacote chega, seu endereço de

destino é extraído

 Depois (conceitualmente), a tabela de

roteamento é varrida entrada por entrada mascarando-se o endereço de destino e

comparando-se esse endereço com a entrada de tabela, em busca de uma correspondência.

(30)

CIDR

 É possível que várias entradas (com

diferentes comprimentos de máscaras de sub-redes) correspondam e, nesse caso, será

usada a máscara mais longa

 Portanto, se houver uma correspondência

para a máscara /20 e uma máscara /24, será usada a entrada /24

(31)

CIDR

 Exemplo no qual estão disponíveis milhões de endereços  Começando em 194.24.0.0

Suponha que a Universidade de Cambridge precise de

2048 endereços e receba os endereços de

 194.24.0.0 a 194.24.7.255 másc. 255.255.248.0  11000010.00011000.00000000.00000000

11000010.00011000.00000111.1111111111111111.11111111.11111000.00000000

(32)

CIDR

Suponha que a Universidade de Oxford precise de 4096  Como um bloco de 4096 endereços deve ficar em um

limite de 4096 bytes, não podem ser fornecidos

endereços que comecem em 194.24.8.0 (por causa do último 1)

11000010.00011000.00001000.00000000

 Em vez disso, são fornecidos endereços de

 194.24.16.0 a 194.24.31.255 másc. 255.255.240.0  11000010.00011000.00010000.0000000011000010.00011000.00011111.1111111111111111.11111111.11110000.00000000 212=4096 212=4096

(33)

CIDR

Agora, Universidade de Edinburgh solicita 1024

endereços e são atribuídos

 194.24.8.0 a 194.24.11.255 másc. 255.255.252.0

11000010.00011000.00001000.00000000

11000010.00011000.00001011.11111111

11111111.11111111.11111100.00000000

(34)
(35)

CIDR

 As tabelas de roteamento do mundo inteiro agora estão atualizadas com as

três entradas atribuídas. Cada entrada contém um endereço básico e uma máscara de sub-rede. Essas entradas em binário:

 Considere que chega o pacote 194.24.17.4

11000010.00011000.00010001.00000100

Esse valor corresponde ao endereço básico de Oxford. Senão for

encontrada nenhuma outra correspondência mais abaixo na tabela, será utilizada a entrada de Oxford, e o pacote será enviado pela linha

especificada.

Universid. Primeiro endereço

Cambrigde 11000010.00011000.00000000.00000000

Edinburgh 11000010.00011000.00001000.00000000

(Disp.) 11000010.00011000.00001100.00000000

(36)

CIDR

 Agora vamos observar essas três universidades do ponto de vista de um

roteador em Omaha, Nebraska, que tem apenas quatro linhas de saída: Minneapolis, Nova York, Dallas e Denver

 Ao receber as três novas entradas, o software do roteador verifica que pode

combinar todas as três entradas em uma única entrada agregada 194.24.0.0/19 com um endereço binário e a submáscara:

 194.24.0.0/19

11000010.00011000.00000000.0000000011111111.11111111.11100000.00000000

Essa entrada envia todos os pacotes destinados a quaiquer das três

universidades para Nova York. Agregando as três entradas, o roteador de Omaha reduziu seu tamanho de tabela em duas entradas

Se Nova York tem um única linha para Londres, relativa a todo o tráfego

do Reino Unido, pode usar uma entrada agregada. Porém se houverem linhas separadas p/ Londres e Edinburgh, serão necessárias três

entradas separadas.

A agregação é muito utilizada em toda a Internet para reduzir o tamanho

(37)

CIDR

 A entrada de rotas agregadas também envia

pacotes correspondentes aos endereços não- atribuídos para Nova York

 Desde que os endereços sejam de fato não

atribuídos, não há problema

 Mas se forem pra Califórnia, por ex., será

preciso uma entrada 194.24.12.0/22 para lidar com eles

(38)

Protocolos de controle da

Internet

 ICMP (Internet Control Message Protocol)

 Operação da Internet é monitorada rigorosamente

pelos roteadores

 Quando ocorre algo inesperado, o evento é reportado

pelo ICMP

 Também é usado para testar a Internet

 Cada tipo de mensagem ICMP é encapsulado em

(39)
(40)

ICMP

 Não foi possível entregar o pacote

 Ou DF não pode ser mantido

 O campo Time to live chegou a 0

 Loop

 Congestinamento

 Valores baixos para o timer

 Campo de cabeçalho inválido

 Bug software IP do transmissor  Software de um roteador

(41)

ICMP

 Pacote regulador

 Host deve desacelerar

 Controle de congestionamento feito na camada de

transporte

 Ensina geografia a um roteador

 Roteador percebe que pacote pode ter sido

roteado incorretamente

 Avida o host transmissor do provável erro

 Pergunta se uma máquina está ativa  Sim estou ativa

(42)

ICMP

 Igual a Echo, mas com timbre de hora

 Igual a Echo reply, mas com timbre de hora

 Usados para medir desempenho da rede

(43)

ARP

 ARP (Address Resolution Protocol)

 Cada placa Ethernet é equipada com um

endereço Ethernet de 48 bits

 Solicitam a uma autoridade central  Não entendem endereços IP

 De que forma os endereços IP são mapeados

nos endereços da camada de enlace de dados, como é o caso dos endereços

(44)

ARP

3

3 redes /24 interconectadas: 2 Ethernets e um anel FDDI

(45)

ARP

 E1 a E6  F1 a F3

 Host 1 -> host 2

 Sabe o nome, recebe o IP do DNS  Host 2: 192.31.65.5

 Host 1 constrói pacote:

 Destination address: 192.31.65.5

 Software IP vê que está na própria rede  Precisa pegar o endereço Ethernet

Poderia ser arquivo de configuração

(46)

ARP

 Envia pacote de difusão p/ Ethernet perguntando:

a quem pertence o endereço IP 192.31.65.5?

 A difusão chegará a cada máquina da Ethernet

192.31.65.0 e cada uma delas verificará seu endereço IP

 Somente o host 2 responderá com seu endereço

Ethernet E2

 Dessa forma, o host 1 descobrirá que o endereço

IP 192.31.65.5 está no host que tem o endereço Ethernet E2

 Vantagem sobre arquivos de configuração é a

(47)

ARP

 Nesse ponto, o software IP do host 1 constrói

um quadro Ethernet endereçado a E2, coloca o pacote IP (endereçado a 192.31.65.5) no

campo de carga útil e o envia à Ethernet

 A placa Ethernet do host 2 detecta esse

quadro, reconhece-o como uma quadro destinado a ela, recolhe-o e causa uma interrupção

 O driver Ethernet extrai o pacote IP da carga

útil e o repassa ao software IP, que verifica se ele está corretamente endereçado, e depois o processa

(48)

ARP

 Otimizações

 Depois que uma máquina executa o ARPela

armazena o resultado em uma cache, caso

precise entrar em contato com a mesma máquina depois

 Host 2 precisará enviar uma resposta, o que

também forcará a execução do ARP para

determinar o endereço Ethernet do transmissor

 Host 1 inclui seu mapeamento IP para Ethernet no

pacote ARP

 Quando a difusão do ARP chega ao host 2, o par

(192.31.65.7, E1) é inserido no cache ARP do host 2 para uso futuro

(49)

ARP

 Otimizações

 Máquina difundir o mapeamento IP, Ethernet ao

ser inicializada

 Feita em geral quando um ARP procura seu

próprio endereço IP

 Não deve haver resposta, mas um efeito colateral da

difusão é criar uma entrada no cache ARP de todas as máquinas

 Se chegar uma resposta (inesperada) isso significa que

o mesmo endereço IP foi atribuído a duas máquinas

 A nova máquina deve informar esse fato ao

administrador do sistema e não deverá ser reinicializada

 Entradas no cache ARP sofrem timeout após

(50)

ARP

 Host 1 -> Host 4

 ARP: problema porque host 4 não verá a difusão  1.ª solução:

 Roteador CC ser configurado para responder

solicitações ARP para a rede 192.31.63.0

 Neste caso, o host 1 criará a entrada (192.31.63.8, E3)

e enviará todo o tráfego do host 4 para o roteador local

(51)

ARP

 2.ª solução

 Fazer com que host 1 veja imediatamente que o

destino está em uma rede remota e envie todo o tráfego para um endereço Ethernet padrão que trata do tráfego remoto, nesse caso E3

 Não requer que o roteador CC saiba a que redes

(52)

ARP

 Host 1 coloca pacote IP no campo carga útil

de um quadro Ethernet endereçado a E3

 Quando obtém o quadro Ethernet, o roteador

CC remove o pacote IP do campo de carga útil e procura o endereço IP nas tabelas de roteamento

 Esse roteador descobre que os pacotes

destinados à rede 192.31.63.0 devem ir para o roteador 192.31.60.7

 Se ainda não souber o endereço FDDI de

192.31.60.7 o roteador transmitirá um pacote ARP para o anel e descobrirá que é F3

(53)

ARP

 Em seguida, ele incluirá o pacote no campo de carga útil de um quadro FDDI endereçado a F3 e o colocará no anel

 No roteador EE, o driver FDDI remove o pacote do campo de carga útil e o envia ao software IP, que constata a necessidade de enviar o pacote para 192.31.63.8

 Se esse endereço IP não estiver em seu cache ARP, o software transmitirá uma solicitação ARP através da rede Ethernet do EE e descobrirá que o endereço de destino é E6

 Em seguida, o software montará um quadro Ethernet endereçado a E6, colocará o pacote no campo de carga útil e fará sua transmissão na Ethernet

 Quando o quadro Ethernet chegar ao host 4, o pacote será extraído do quadro e repassado do software IP para processamento

(54)

ARP

 Ir do host 1 até uma rede distante passando

por uma WAN é um processo praticamente igual, exceto pelo fato de que, dessa vez, as tabelas do roteador CC o informam de que ele deve usar o roteador da WAN, cujo endereço FDDI é F2

(55)

RARP: Reverse Address Resolution Protocol

 Qual é o endereço IP correspondente a um

endereço Ethernet?

 Ocorre quando uma estação de trabalho sem

disco é inicializada

 Máquina obtém imagem binária de seu

sistema operacional a partir de um servidor de arquivos remoto

 RARP: Pacote: meu endereço Ethernet de 48

bits é 14.04.05.18.01.25. Alguém conhece meu IP?

 O servidor RARP vê essa solicitação, procura o

endereço Ethernet em seus arquivos de

configuração e envia de volta o endereço IP correspondente

(56)

RARP

 Melhor que a inclusão de um endereço IP na

imagem de memória

 Uma desvantagem do RARP é que utiliza

endereço de destino composto somente por valores 1 (difusão limitada) para chegar ao servidor RARP

 Não são encaminhadas pelos roteadores

(57)

BOOTP

 Utiliza UDP, que são encaminhados pelos

roteadores

 Fornece informações adicionais a uma

estação de trabalho sem disco, inclusive o endereço IP do servidor de arquivos com a imagem

 Endereço IP do roteador padrão e a máscara

de sub-rede a ser usada

 Exige configuração manual de tabelas que

(58)

BOOTP

 Problema quando um novo host é adicionado:

o administrador deve atribuir a ele um endereço IP

 Inserido manualmente o par (endereço

Ethernet, endereço IP) na tabelas de configuração do BOOTP

(59)

DHCP

 DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol)  Permite atribuição manual e a atribuição

automática de endereços IP

 Substitui o RARP e o BOOTP na maioria dos

sistemas

 Tendo em vista que o servidor DHCP pode

não estar disponível por difusão, um agente de retransmissão DHCP é necessário em cada LAN

(60)

DHCP

 Uma máquina recém-inicializada transmite por

difusão

 DHCP DISCOVER

 O agente de restransmissão em sua LAN

intercepcta todas as difusões do DHCP

 Ele envia em unidifusão ao servidor DHCP,

talvez em uma rede distante

(61)
(62)

DHCP

 Tempo IP

 Arrendamento (leasing)

 Pouco antes de expirar o prazo de

arrendamento, o host deve solicitar ao DHCP uma renovação

Referências

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