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BOLETIM ECONÔMICO Dezembro/2015

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BOLETIM ECONÔMICO

Dezembro/2015

(2)

Grupos chineses querem construir usina de carvão

no Rio Grande do Sul.

A usina, batizada de Ouro Negro, que prevê gerar 600 megawatts (MW), seria construída entre os municípios do Rio Grande do Sul de Pedras Altas e Candiota, na fronteira com o Uruguai. Um projeto avaliado em R$ 4 bilhões está sendo costurado por duas estatais chinesas e empresários gaúchos.

(3)

$

(4)

3,90

Mercado projeta

dólar em R$ 3,90

no fim de 2015.

*Fonte: Boletim Focus

(-3,62)

2015

Mercado projeta

queda do PIB de

3,62% em 2015,

com projeções de

maior queda.

*Fonte: Boletim Focus

14,25

Projeção de juros

permanece estável

em 14,25% no fim

de 2015.

*Fonte: Boletim Focus

10,61

2015 Meta: 4,5% Teto: 6,5%

Projeção da

inflação para

10,61% em 2015.

*Fonte: Boletim Focus

Inflação

Dólar

Juros

PIB

(5)

Agência de risco Fitch rebaixa nota de crédito

do Brasil para grau especulativo.

Em seu comunicado, a Fitch também informou que a perspectiva para a economia brasileira é negativa, o que pode indicar um novo rebaixamento no futuro. Agora, a economia brasileira detém o selo de boa pagadora apenas pela Moody´s, que também já ameaça com um novo rebaixamento. O rebaixamento deve

reduzir investimento estrangeiro no país.

(6)
(7)

Intenção de consumo

das famílias caiu 36%

nos últimos 12 meses.

O volume de vendas do varejo

ampliado apurado

desde 2003 pelo IBGE acumulou

queda inédita de 6,0% nos últimos

12 meses encerrados em

setembro na comparação com o

mesmo período do ano anterior.

*Fonte: CNC, Dez/15

Dívidas protestadas

crescem mais de 50% em

12 meses.

As dívidas protestadas de empresas

representaram menos da metade do total

dos protestos no país (49,4%).

*Fonte: Boa Vista SCPC, Dez./15

Desemprego em

Novembro chega a 7,5%.

No ano passado, nesse mesmo período, a

desocupação havia atingido a taxa de

4,5%.

(8)
(9)

64 mil lojas são fechadas

no País.

Segundo a CNC, nos últimos 12

meses houve queda de 9,1% no

número de estabelecimentos

comerciais. O segmento de hiper e

supermercados, responsável por

32,6% das lojas em operação liderou

a queda. Em seguida, vieram os

segmentos de vestuário e o de

materiais de construção.

*Fonte: CNC, Dez/15

Confiança do comércio cai

28% nos últimos 12

meses.

Em novembro, o indicador que mede a

confiança do comércio atingiu o menor nível

da série histórica.

*Fonte: CNC, Dez./15

Indústria reduz pela metade

participação no PIB em uma

década.

Em apenas 10 anos, a participação da

indústria de transformação no PIB caiu de

20% para 10%, retornando aos níveis

pré-industrialização, na década de 1940.

“Nenhum país do mundo passou por essa

situação”, afirma Paulo Francini, diretor de

Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp.

(10)
(11)

Consumidor brasileiro

prepara um Natal

multicanal.

Estudo realizado pela varese retail

mostra que menos de 40% dos

clientes comprarão somente em lojas

físicas.

*Fonte: O negócio do Varejo, Dez/15

CNC projeta queda de

4,8% para as vendas de

Natal.

Comércio pode ter a menor contratação

temporária desde 2012, diz entidade.

*Fonte: CNC, Dez./15

E-commerce deve

movimentar R$ 6,7 bi neste

Natal.

A expectativa é que as vendas do setor

tenham um crescimento de 18% em

relação ao mesmo período do ano

passado.

(12)
(13)
(14)
(15)

-2,67%

Projeções vem caindo

*Fonte: Boletim Focus

Inflação

Dólar

Juros

PIB

2016

R$ 4,20

*Fonte: Boletim Focus

14,63%

(16)

BC vê horizonte menos pessimista em 2016.

O Banco Central vê excesso de pessimismo nas previsões do mercado financeiro para a economia em 2016. Os técnicos do Departamento de Pesquisas Econômicas do BC acreditam que o consumo das famílias e as exportações vão garantir um piso para o Produto Interno Bruto (PIB).

(17)

“A confiança das empresas e famílias ainda

em queda, as incertezas relacionadas ao

ambiente político e certa paralisação da

atividade em cadeias importantes da

economia nos levaram a revisar mais uma

vez nosso cenário macroeconômico, com

retomada da economia a partir de 2017.”

(18)

“Incerteza política e recessão em 2016, com

alta do dólar para R$ 4,50, do desemprego

para 10,6% e da Selic para 14,25%.”

(19)

“2016 será um ano desafiador para o Brasil.

Esperamos rebaixamento do Brasil no

primeiro semestre de 2016 e uma queda do

PIB de 3,5%. Além disso, projetamos um

contínuo déficit das contas públicas até 2017

e um aumento do desemprego para 11,2 em

2016 e 12,6% em 2017.”

(20)

“A perspectiva é que o brasileiro enfrente arrocho no

crédito, inflação alta, deterioração do mercado de

trabalho, aumento de tarifas públicas e de impostos, o

que tende a elevar o endividamento das famílias.

Paralelamente, a expectativa é de estabilidade no

preço internacional das (commodities)

matérias-primas e de fraca demanda externa, o que dificulta a

retomada da economia doméstica via aumento das

exportações e deve elevar o nível de estoques nas

empresas - em especial nas indústrias. Tudo isso

acompanhado do aumento da incerteza política e uma

generalizada

falta

de

confiança,

tanto

dos

consumidores para ir às compras, quanto dos

empresários em relação ao desempenho de seus

negócios.”

(21)

Fitch avalia que empresas brasileiras terão

crise de fluxo de caixa em 2016.

Em relatório, a agência avalia que as quedas nas receitas, combinadas com maiores custos financeiros e operacionais, levarão a um profundo encolhimento do fluxo de caixa de operações.

(22)

Investimentos continuarão desabando em 2016, prevê CNI.

CNI (Confederação Nacional da Indústria) projeta uma retração de 15,5% nos investimentos neste ano e queda de 12,3% em 2016. O motivo apontado é a crise política, que não tem prazo para acabar. Para a indústria, alternativa mais concreta para sair da crise serão as exportações.

(23)

“Entre as poucas certezas está a que 2016

será outro ano de recuo no Produto Interno

Bruto (PIB) — será a primeira vez que o país

registra dois anos seguidos de contração na

economia (a série histórica oficial, do

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

tem início em 1948). Mas não há como

garantir que seja o fundo do poço, apesar de

a maioria das projeções de analistas e

consultorias apontar o segundo semestre

de

2017

como

início

de

uma

recuperação.”

(24)

Analistas projetam quando Brasil será capaz de superar a crise.

*Fonte: ZH, Dez/15

Retomada a partir do segundo

semestre de 2016

Exportações sobem e consumo

interno estimula a indústria

local.

Inflação está mais baixa e

redução de juros a partir de

março.

Situação política resolvida e

ajuste fiscal impactando.

Construção

civil,

consumo

interno e agronegócio vão puxar

o crescimento.

Volta a crescer apenas em 2017

Aumento da taxa de juros e

inflação menor.

Ajuste fiscal forte em 2016 segura

economia.

Chegaremos no fundo no fundo

do poço do desemprego em

2016.

Prolongamento da crise política.

Volta a crescer após 2017

2016

e

2017

estariam

comprometidos pela crise política

e ajuste fiscal.

Retomada

da confiança

dos

investidores e empresários seria

lenta, com perda do grau de

investimento.

Demora

nos

ajustes

e

na

retomada da confiança, seguidas

de ações na área economia,

levaria a retomada para até 2020.

(25)

Projeção PIB

(26)

Brasil só volta a crescer em 2018, diz presidente da Renner.

Segundo ele, a economia brasileira só vai se estabilizar no segundo semestre de 2017. Já a retomada do crescimento, na sua avaliação, deverá começar em 2018. "Eu não vendo ilusões. Não adianta dizer que vai melhorar em 2016 porque não vai", afirmou em evento na sede da Federação das Associações

Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul (Federasul).

(27)

“Águas claras só em 2018″, afirma

presidente do Grupo Boticário.

O ano de 2016 será tão duro quanto 2015 e não enxerga melhorias no futuro próximo. “No passado, eu falava que teríamos águas claras só em 2017. Agora, no entanto, só em 2018. Está muito difícil fazer qualquer previsibilidade, inclusive para o Natal”.

(28)
(29)

Grupo Pão de Açucar

investirá em

minimercado e atacarejo.

O foco dos investimentos em 2016

estará na bandeira de atacarejo Assaí

(que deverá contar com 12 novas

lojas) e nos minimercados Extra.

*Fonte: O negócio do varejo, Dez./15

CVC chega a 1000 lojas

no Brasil e foca no

interior.

Segundo a CVC, suas vendas de viagens de

lazer continuam aquecidas no interior e

cidades com mais de 60 mil habitantes.

“Iniciamos nosso projeto de interiorização há

menos de seis meses e, desde então, temos

ampliado nosso mapa de expansão e

interiorização pelo Brasil.

*Fonte: O negócio do varejo, Dez./15

Chilli Beans investe na

expansão internacional.

Presente no Brasil, Portugal, Estados

Unidos, Colômbia, Kuwait, Peru,

Emirados Árabes Unidos e México, a

Chilli Beans estuda a entrada em

mercados como Espanha, Chile, Tailândia

e Austrália.

(30)
(31)

A liderança do "Made in China" está caindo aos pedaços.

E são México e Brasil os candidatos mais prováveis a roubar o trono do gigante, diz publicação americana. Isso porque os trabalhadores chineses custam cerca de cinco vezes mais do que há duas décadas — mais até do que os mexicanos. "A realidade aqui, porém, é que o cenário de fabricação simplesmente mudou

na China e em todo o mundo. Durante anos, a história de produção global era só sobre China: o trabalho era mais barato e consumo era maior", diz o Business Insider. "E esse simplesmente não é mais o caso."

(32)

Argentina anuncia fim de barreira à importação.

Dos cerca de 16.000 itens da pauta de importação argentina, 18.000 poderiam ter licenças automáticas de entrada, pois “têm a ver com a produção e o emprego e não foram paralisadas por questões comerciais e sim por falta de divisas. Isso não deveria ocorrer.”

(33)

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