• Nenhum resultado encontrado

CONIC-SEMESP

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "CONIC-SEMESP"

Copied!
11
0
0

Texto

(1)

ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE ÁREA:

SUBÁREA: ENFERMAGEM SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE FRANCA INSTITUIÇÃO:

AUTOR(ES): LAÍSA ANDRADE TAVEIRA CINTRA, THÁSSIA DA SILVA DIAS AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): GLÓRIA LÚCIA ALVES FIGUEIREDO ORIENTADOR(ES):

(2)

Introdução

O termo palliare tem origem no latim e significa proteger, amparar, cobrir, abrigar. O termo "paliativo", no senso comum e também no meio científico, adquiriu um significado pejorativo de abandono, desprezo, onde não há mais nada a ser feito (1,2).

A Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1990 conceituou cuidados paliativos como cuidados ativos totais aos pacientes portadores de doenças que não respondem aos tratamentos curativos. O controle da dor e de outros sintomas (psicológicos, sociais e espirituais) passa a ser prioridade e o objetivo principal é alcançar a melhor qualidade de vida para os pacientes e seus familiares (1).

Em 1995, a Associação Canadense de Cuidados Paliativos conceituou os cuidados paliativos como uma filosofia de cuidado que combina diferentes terapias ativas, visando oferecer conforto e suporte individual e familiar para quem está convivendo com uma doença potencialmente fatal ou que ameaça a vida. São prestados de forma multidimensional e sistemática por equipe multidisciplinar, cuja prática e método de tomada de decisões são baseados na ética clínica (1).

Independente da idade toda pessoa portadora de doenças com mau prognóstico poderão necessitar de cuidados paliativos. A taxa de prevalência estimada para crianças e jovens entre 0 e 19 anos de idade, que provavelmente necessitarão de cuidados paliativos é de 10 a 16 em 10.000 habitantes. Estima-se que cerca de 30% sejam em decorrência de uma doença oncológica, os restantes 70% incluem uma combinação de patologias degenerativas, metabólicas e genéticas (3).

Pesquisa realizada pela Association for Children With Life-Threatening of Terminal conditions and Their Families (ACT) e o Royal College of Paediatrics and Children Health, no Reino Unido estabeleceu que a taxa de mortalidade anual por doença incurável era de 1 em cada 10.000 crianças com idades entre 1 e 19 anos (4).

Com base em referências dos registros de base populacional, são estimados mais de 9000 casos novos de câncer infanto-juvenil, no Brasil, por ano. Representando, na faixa etária entre 1 a 19 anos de idade, a primeira causa de mortalidade proporcional não relacionada aos acidentes e à violência. Dessa forma, reveste-se de importância a atenção do setor de saúde, pois apesar dos avanços na

(3)

terapêutica, a prevenção ainda é um desafio e a ênfase atual deveria ser dada ao diagnóstico precoce e orientação terapêutica de qualidade (5).

Estima-se que em torno de 70% das crianças acometidas de câncer podem ser curadas, se diagnosticadas precocemente e tratadas em centros especializados (5).

O enfoque desse estudo foi a doença oncológica em crianças. Segundo a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança considera-se criança todo ser humano com menos de dezoito anos de idade, a não ser que, em conformidade com a lei aplicável à criança, a maioridade seja alcançada antes (6).

O câncer infantil corresponde a um grupo de várias doenças que têm em comum a proliferação descontrolada de células anormais e que pode ocorrer em qualquer local do organismo. Geralmente, afeta as células do sistema sanguíneo e os tecidos de sustentação. As neoplasias mais frequentes na infância são as leucemias (glóbulos brancos), tumores do sistema nervoso central e linfomas (sistema linfático). Também acometem crianças o neuroblastoma (tumor de células do sistema nervoso periférico, frequentemente de localização abdominal), tumor de Wilms (tumor renal), retinoblastoma (tumor da retina do olho), tumor germinativo (tumor das células que vão dar origem às gônadas), osteossarcoma (tumor ósseo) e sarcomas (tumores de partes moles) (5).

A leucemia é a doença maligna mais comum na infância, correspondendo aproximadamente a 30% dos casos de câncer da criança. Destes, 85% é leucemia linfócita aguda (LLA), 10% é leucemia mielóide aguda (LMA) e 5% é leucemia mielóide crônica (LMC) (7).

O linfoma de Hodgkin (LH) é o quinto tumor mais frequente em crianças com idade inferior a 15 anos. Nos Estados Unidos (EUA), a doença apresenta uma incidência alta. Em países em desenvolvimento, incide na primeira fase da adolescência. Estima-se sua incidência seja de 1 a 10 casos por 100.000 habitantes. Em crianças, a razão entre os sexos masculino e feminino é de 3:1 e está associado a doenças imunológicas, como lúpus eritematoso sistêmico, artrite reumatoide e ataxia-telangiectasia (7).

O objetivo deste trabalho foi conhecer a produção científica sobre os cuidados paliativos de Enfermagem com crianças vítimas de câncer. O estudo se justifica por buscar ampliar o conhecimento na prestação desse tipo de cuidado às crianças com

(4)

doenças de mau prognóstico e suas famílias, a fim de oferecer uma assistência organizada e sistemática frente a essa demanda de necessidades.

Material e Métodos

Trata-se de uma revisão de literatura de modo sistemático e não sistemático. O levantamento foi feito pela busca de artigos indexados nas bases Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Literatura Internacional em Ciências da Saúde (MEDLINE), a partir dos descritores cuidados paliativos, criança e enfermagem. Como critério de inclusão utilizaram-se os textos em formato de artigos científicos, com textos completos disponíveis, na língua portuguesa, e publicados entre 2009 a 2013. Na busca foram encontrados 19 artigos. Após leitura do material foram excluídos 08 artigos repetidos e 01 artigo por não atender ao objetivo do estudo. Assim, foram incluídos 10 artigos científicos.

Revisão de literatura

Considerando a alta letalidade em alguns tipos de câncer a consequente ocorrência de óbitos está no cotidiano do trabalho em Enfermagem. Atualmente, muitas dessas mortes acontecem nos hospitais, principalmente na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP). Assim, dignificar e humanizar a etapa final da vida e a morte tornou-se um desafio para os profissionais de saúde que ali atuam (8).

A morte sempre inspirou os homens comuns. Desde a antiguidade há inúmeros registros sobre a morte como ruptura, desintegração, degeneração, mas também, como fascínio, sedução, uma grande viagem, uma entrega, um descanso ou alívio. No caso das crianças, observa-se que elas também processam suas perdas, choram, se desesperam e podem até se conformar, mas a dor está presente acompanhando a morte e o processo de luto (9).

A maior parte dos sintomas causados pelo câncer geralmente resulta de doenças secundárias sem relação com o câncer. Observa-se, que a maioria dos cânceres é descoberta por causas desses sintomas ou porque a pessoa ou seu médico percebeu algo anormal. Uma pequena, porém crescente, parte dos cânceres é descoberta através de testes em pessoas aparentemente saudáveis que não notaram nada de anormal. A ausência do diagnóstico precoce impede o início e a efetividade do tratamento (10).

(5)

Acredita-se que o cuidado adequado às necessidades da criança fora de possibilidades terapêuticas de cura poderia ser alcançado quando os princípios dos cuidados paliativos fossem aplicados. Para tanto, seria necessário profissionais capacitados para esse tipo de cuidado, especialmente, no contexto da UTI pediátrica (8).

Em pediatria, o cuidado paliativo é um desafio para a enfermagem, exigindo equilíbrio emocional, pois o cuidado à criança e ao adolescente com câncer requer além da inclusão das terapias curativas, do manejo da dor e controle de outros sintomas, o apoio à família, uma vez que o diagnóstico do câncer poderá causar desespero dos pais por acreditarem que se trata de uma doença incurável relacionando-a com a morte (11).

Os cuidados paliativos pediátricos são um modelo integral de atenção à criança na fase de final de vida e sua família, contemplando as necessidades físicas, psicológicas, sociais e espirituais da criança e sua família, incluindo o tratamento dos sintomas físicos e cuidados durante o processo de morrer, com o propósito de aumentar a qualidade de vida da criança e apoiar a família. Requerem um planejamento multidisciplinar, tendo como fundamento a comunicação clara e tomada de decisão compartilhada (8).

Em vários países, inclusive no Brasil, os cuidados paliativos surgiram como uma condição básica para resgatar o respeito e a dignidade daquele que tem doença avançada. São inúmeros os desafios referentes à inserção de programas de cuidados paliativos especialmente em oncologia pediátrica (12).

Os cuidados paliativos deveriam ter início no momento do diagnóstico, uma vez que podem ser oferecidos concomitantemente à terapia direcionada à doença de base. Faz-se necessário que a equipe paliativista seja formada por profissionais de diversas áreas, para atingir todas as dimensões (11).

O estudo realizado por Mutti e colaboradores buscou conhecer o trabalho da equipe de enfermagem quanto ao cuidar de crianças com doença oncológica que não respondem mais aos tratamentos curativos. Eles destacaram a importância de uma equipe de saúde multiprofissional para o acompanhamento da saúde da criança, da aquisição de habilidades para avaliar as condições da criança, e desenvolver um plano individualizado de cuidados e de acompanhamento dos resultados do tratamento. Nesse processo deveriam integrar a objetividade

(6)

(técnicas) e a subjetividade (amparo e aconchego) na assistência tanto à criança quanto a sua família (12).

O foco principal dos cuidados paliativos é o cuidar. Para os profissionais que prestam esse tipo de cuidado alguns princípios básicos são muito importantes. Escutar o paciente, fazer um diagnóstico antes do tratamento, conhecer muito bem as drogas utilizadas. Devem-se utilizar drogas prescritas que tenham objetivo de alívio e concomitantemente tentar o alívio com diferentes alternativas, tal como aprender a reconhecer pequenas realizações e desfrutar delas. Há sempre alguma coisa que pode ser feita (1,2).

Nessa intenção de cuidar, no estudo de Monteiro e colaboradores surgiram aspectos importantes para o conforto e o alívio da dor nas crianças com câncer, através da palavra, restabelecendo condições de saúde e doação de amor, colocando-se no lugar do outro e compreendendo seu problema e seus sentimentos. A dor foi considerada um dos mais persistentes sintomas do câncer disseminado. Assim, o cuidado de Enfermagem centrado em procedimentos para minimizar a dor, o sofrimento e para a obtenção do conforto seria necessário um ambiente caloroso, atencioso, amoroso, que proporcionasse alívio, segurança, bem-estar e a presença de profissionais que transmitissem segurança e empatia (13,14,15).

Diante da problemática do câncer infantil, o cuidado de enfermagem esteve envolvido com o controle da dor e dos demais sinais e sintomas, da ansiedade e da depressão, além do compartilhar das decisões do cuidar com a criança e sua família. Os profissionais de enfermagem ressaltaram que a interação entre o profissional de enfermagem e a criança significou apego, aproximação, afinidade e a criação de vínculo de amizade, um novo modo de olhar para o cuidar (12).

Para esse novo olhar, seriam necessárias equipes compostas por profissionais sensíveis ao sofrimento humano, capazes de se envolverem de forma positiva com aqueles que sofrem e que estivessem dispostos ao diálogo e ao reconhecimento da dignidade do ser humano nas circunstâncias mais adversas, dando sentido à experiência da perda (16).

No estudo de Souza e colaboradores, a equipe de Enfermagem foi a categoria profissional que teve mais possibilidade de permanecer maior tempo em contato com as crianças e familiares. Ressaltaram que as ações desenvolvidas nesses contatos não se restringiram aos procedimentos meramente técnicos e sim, buscaram aliar e contemplar as diversas características concernentes ao humano

(7)

deste ser, privilegiando assim, os aspectos sócio-psico-espirituais utilizando-se da comunicação (16).

Outra necessidade direcionada à equipe de saúde, então, foi da comunicação. Seria necessário que os médicos e enfermeiros tivessem habilidades de comunicação a fim de melhorar a relação, inclusive as orientações entre as famílias e os pacientes em fase terminal. Entretanto, vários estudos evidenciaram o despreparo dos profissionais para esse momento tão difícil, tanto para a criança e familiares, assim como para o próprio profissional, pois os indivíduos durante a infância são vistos pela sociedade como portadores de alegria e vida, qualidades que se opõem à morte (10,13,14,15).

O trabalho da equipe multidisciplinar, diz respeito à importância do trabalho conjunto em equipe multidisciplinar, que incluiu: o médico, o enfermeiro, o assistente social, o psicólogo e o consultor espiritual, onde todos os membros da equipe participassem nas condutas e decisões relacionadas à criança fora de possibilidades terapêuticas de cura. Além disso, destaca-se a intervenção de profissionais de saúde mental para ajudar o paciente e a família, facilitando a comunicação. O cuidado paliativo prestado no domicílio, também favoreceu a retomada do vínculo familiar e rotinas da casa, além do maior conforto ao paciente e família (10,11).

Na equipe de enfermagem, caberia ao enfermeiro promover um cuidado centrado na criança em situação de viver/morrer, porém deve-se estabelecer a comunicação entre os pais e/ou cuidadores, pois entendemos a família como o componente essencial na promoção da saúde e no cuidado à criança, com assistência integral (14).

Os cuidados paliativos afirmam a vida e encaram a morte como um processo natural. Não adiam, nem prolongam a morte. Provém o alívio da dor e de outros sintomas, integrando os cuidados e oferecendo suporte para que os pacientes possam viver o mais ativamente possível. E ajudam a família no processo de luto (1).

Nesse processo, o profissional da equipe de Enfermagem deveria esclarecer e explicar os procedimentos e condutas a serem seguidas. Para que a morte digna ocorra, dever-se-ia proporcionar uma comunicação com a criança de modo a identificar o que elas querem dizer com suas falas, ou seu silêncio. O estar presente apareceu nas referências de humanização do cuidado e se tratou da demonstração de carinho, de respeito e de presteza em estar ao lado da criança

(8)

quando fossem de sua vontade, de oferecer-lhe uma palavra de conforto ou um colo para chorar (16).

Há a necessidade da comunicação honesta e sincera entre enfermagem-família-criança, visando diminuir a ansiedade e medo decorrentes do tratamento. Crianças precisam de informações honestas e precisas sobre sua doença, tratamento e evolução clínica, conhecimentos que precisam ser transmitidos em linguagem simples, de maneira verbal, não verbal ou de ambas as formas, mas de acordo com sua idade e nível de desenvolvimento cognitivo. Isso facilitou as respostas mais difíceis quando há prognóstico sombrio (10,11,17).

As crianças, também, sofrem tal como os adultos, com os aspectos clínicos, psicológicos, éticos e espirituais próprios da doença incurável e da morte (9).

No cotidiano da vida, existem várias possibilidades de ocultamento dessa dor, tanto culturais quanto psicológicas. Entre essas últimas podemos destacar os mecanismos de defesa: negação, repressão, intelectualização, deslocamento. As defesas ao mesmo tempo em que nos protegem do medo da morte, poderão nos restringir (9).

No estudo de Costa e Ceolim, os pais relataram que deveriam entender o real quadro clínico do filho. Para eles, os cuidados deveriam ser norteados de compaixão e atos de bondade (11).

Considera-se um grande desafio para a Enfermagem implementar a comunicação quando a criança está em fase terminal, bem como ajudá-la a morrer com dignidade respeitando sua subjetividade. Caberia aos profissionais estabelecerem uma relação de ajuda com paciente e família, por meio da comunicação efetiva, do controle dos sintomas, das medidas para alívio do sofrimento e do apoio aos familiares frente à morte (11).

No estudo de França e colaboradores com enfermeiros atuantes em oncologia pediátrica, verificou-se que a comunicação no campo da Enfermagem representou uma ferramenta importante para a prática dos cuidados paliativos com o paciente sem possibilidade terapêutica de cura, especialmente quando se trata de criança com câncer. Nesse contexto, quando uma criança adoece de câncer, ocorrem mudanças de hábitos, restrições, isolamento, afastamento das atividades de rotina, as internações recorrentes, que causam intenso sofrimento e por meio do diálogo foi possível reconhecer e acolher, empaticamente as necessidades das crianças, participar das escolhas e dos cuidados específicos relacionados à sua

(9)

doença, aludiu ao estabelecimento de vínculos e alcançando um tratamento mais digno (17).

Conclusão

Considera-se que o tratamento do câncer vai além da recuperação biológica e que só a equipe de Enfermagem não seria capaz de proporcionar. Crianças com doenças sem resposta ao tratamento terapêutico e com prognóstico de vida limitado são candidatas aos cuidados paliativos. Os familiares têm participação ativa nos cuidados, mas também precisarão de cuidados.

Considerando a alta letalidade em alguns tipos de câncer e a consequente ocorrência de óbitos no cotidiano do trabalho em Enfermagem, verificou-se na leitura dos artigos levantados sobre os cuidados paliativos com as crianças acometidas pelo câncer infantil, a preocupação dos autores em conhecer a atuação e o preparo profissional para o enfrentamento da morte na população infantil, assim como a comunicação entre a criança, família e equipe de profissionais de saúde.

A prestação de cuidados paliativos às crianças com doenças de mau prognóstico e suas famílias necessita de uma assistência organizada e sistemática frente a uma demanda de necessidades especiais, composta por sintomas de dor, depressão, desespero e perdas, exigindo além da competência técnica, equilíbrio emocional.

Conclui-se, que pelo cuidar e as longas horas de convivência, a equipe de Enfermagem capacitada apresenta possibilidades para promover os cuidados paliativos e a comunicação com a criança e seus familiares, a fim de melhorar a qualidade de vida destas crianças que não respondem mais aos tratamentos curativos.

Referências

(1) Pimenta CAM, Mota DDCF, Cruz DALM. Dor e cuidados paliativos:

enfermagem, medicina e psicologia. Barueri – SP: Manole, 2006. 17-18.

(2) Brandão, C. Câncer e cuidados paliativos: definições. Rev. Prática Hospitalar,

2005;42:54-56.

(3) Grupo de trabalho da EAPC para os Cuidados Paliativos Pediátricos Onlus.

(10)

(4) ACT. Association for Children with Life-threating or Terminal conditions and ther is Families, Royal College of Pediatrics and Child Health. A guide to the development of children´s palliative care services. Association for Children with Life-threating or Terminal conditions and ther is Families Council 1997.

(5) Brasil. Ministério da Saúde, Instituto Nacional de Câncer. Particularidades do

câncer infantil [Internet]. Rio de Janeiro; 2009. Disponível em:

<http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=343> Acesso em: 10 maio 2014.

(6) Machado CC, Lamenza F. Estatuto da criança e do adolescente: interpretado

artigo por artigo, parágrafo por parágrafo. Barueri-SP: Manole,2012. 2-3.

(7) Lopes A, Iyeyasu H, Lopes LF, Castro RMRPS, Almeida ES. Oncologia para

graduação. Ribeirão Prero-SP: Tecmedd, 2005. 44:477; 45:489; 46:499.

(8) Morte digna da criança: análise de conceito. Rev. esc. enferm. USP [online].

2009, 43:215-222. ISSN 0080-6234. Disponível em:

<http://dx.doi.org/10.1590/S0080-62342009000100028> Acesso em: 08 agosto 2014.

(9) Rothschild D, Morato HTP, Freitas LV, Kovács MJ, Calazans RA, Rosenber

RL, Cassorla RMS, Carvalho VA. Morte e desenvolvimento humano. São Paulo –SP: Casa do psicólogo, 2010. 1-3/48-49

(10) Ress GJG. Guia de Saúde Familiar: Câncer. Cajamar-SP: Editora Três Lagoas; 1999. 19.

(11) Costa, TF, Ceolim, MF. A enfermagem nos cuidados paliativos à criança e adolescente com câncer: revisão integrativa da literatura. Rev. Gaúcha Enferm.

[online]. 2010, 31:776-784. ISSN 1983-1447. Disponível em:

<http://dx.doi.org/10.1590/S1983-14472010000400023>. Acesso em: 10 agosto 2014.

(11)

(12) Mutti CF, Padoin SMM, Paula CC, Souza IEO, Terra MG, Quintana AM. Cuidado de enfermagem à criança que tem doença oncológica avançada: ser-com no cotidiano assistencial. Ciênc. cuid. saúde [periódico na Internet]. Mar 2012 ; 11:

113-120. Disponível em:

<http://www.revenf.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677-38612012000100015&lng=pt.> Acesso em: 16 out. 2014

(13) Monteiro ACM, Rodrigues BMRD, Pacheco STA. Esc. Anna Nery Rec. Enferm; 16(4): 741-746, out-dez. 2012 Rio de Janeiro. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/S1414-81452012000400014> Acesso em: 15 out. 2014

(14) Avanc BS, Carolindo FM, Góes FGB, Netto NPC. Cuidados paliativos à criança oncológica na situação do viver/morrer: a ótica do cuidar em enfermagem. Esc Anna Nery Rev Enferm 2009 13 : 708-716

(15) Cordeiro FR, Beuter M, Roso CC, Kruse MHL. Dor e processo de morrer: perspectivas a partir do método criativo e sensível. Online brazilian journal of nursin.

Disponível em:

<http://www.objnursing.uff.br/index.php/nursing/article/view/3989/html_2> Acesso

em: 11 out. 2014

(16) Souza, LF.Morte digna da criança: percepção de enfermeiros de uma unidade de oncologia. Rev. esc. enferm. USP [online]. 2013, 47 : 30-37. ISSN

0080-6234. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/S0080-62342013000100004>

Acesso em: 07 out. 2014

(17) França JRFS, Costa SFG, Lopes MEL, Nóbrega MML, França ISX. Importância da comunicação nos cuidados paliativos em oncologia pediátrica: enfoque na Teoria Humanística de Enfermagem. Rev. Latino-Am. Enfermagem [Internet]. 2013. 21(3):[07 telas]. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/S0104-11692013000300018> Acesso em: 12 out 2014

Referências

Documentos relacionados

Considerando que a criminalização do aborto voluntário no primeiro trimestre da gravidez é uma grave intervenção em diversos direitos fundamentais da mulher e que essa

Basicamente, pelo estudo da casuística, destacam-se os seguintes principais pontos: 1 a condenação dos Estados Unidos à revisão e reconsideração das sentenças de morte; haja vista

Considerando esses pressupostos, este artigo intenta analisar o modo de circulação e apropriação do Movimento da Matemática Moderna (MMM) no âmbito do ensino

Os principais objectivos definidos foram a observação e realização dos procedimentos nas diferentes vertentes de atividade do cirurgião, aplicação correta da terminologia cirúrgica,

O relatório encontra-se dividido em 4 secções: a introdução, onde são explicitados os objetivos gerais; o corpo de trabalho, que consiste numa descrição sumária das

psicológicos, sociais e ambientais. Assim podemos observar que é de extrema importância a QV e a PS andarem juntas, pois não adianta ter uma meta de promoção de saúde se

13 Assim, a primeira fase no momento da dispensa de um MSRM é a validação da receita, por isso, independentemente do modo de disponibilização da prescrição, a receita

No primeiro caso, significa que as normas são criadas na tentativa de elaboração de um sistema coerente de justiça e equidade; no segundo, impõe ao magistrado o dever de interpretar