CRISTALOGRAFIA
Prof. M.Sc. Antonio Fernando de Carvalho Mota
A cristalografia é a ciência experimental que tem como objeto de estudo a disposição dos átomos em sólidos
(CFC)
(HC)
NÚMERO DE COORDENAÇÃO DA ESTR. CS
NÚMERO DE COORDENAÇÃO DA ESTR. CS
Para a estrutura CS o número de coordenação é 6
4
NÚMERO DE COORDENAÇÃO DA ESTR. CCC
NÚMERO DE COORDENAÇÃO DA ESTR. CCC
Para a estrutura CCC o número de coordenação é 8
1/8 de átomo
5
NÚMERO DE COORDENAÇÃO DA ESTR.S CFC
NÚMERO DE COORDENAÇÃO DA ESTR.S CFC
Para a estr.s CFC o número de coordenação é 12. 6 no mesmo plano
+ 3 no plano de baixo + 3 no plano de cima
6
NÚMERO DE COORDENAÇÃO DA ESTR. HC
NÚMERO DE COORDENAÇÃO DA ESTR. HC
Para a estr.s HC o número de coordenação é 12
RESUMO:NÚMERO DE COORDENAÇÃO, NC
Representa o número de vizinhos mais próximos que um dado átomo tem
HC CFC
CCC
ESTRURA
CRISTALINA COORDENAÇÃONÚMERO DE
CCC 8
8
TABELA RESUMO PARA O SISTEMA CÚBICO
TABELA RESUMO PARA O SISTEMA CÚBICO
CFC
CS CCC
Átomos Número de Parâmetro Fator de
por célula coordenação de rede empacotamento CS 1 6 2R 0,52
CCC 2 8 4R/3 0,68
Ferro
Metais
Titânio
Ti Ti 883ºC Fe Fe 912ºCSiC (chega ter 20 modificações cristalinas)
Etc
Carbono (Diamante e Grafite)
Obs.: As transformações alotrópicas são acompanhadas de mudanças na densidade e mudanças de outras propriedades físicas
EXEMPLO DE MATERIAIS QUE EXIBEM POLIMORFISMO OU ALOTROPIAS
Alotropias do Ferro
“É preciso malhar o Ferro
enquanto ainda está quente”.
Avaliação: Na transformação CFC CCC, durante o resfriamento, o volume diminui ou aumenta?
1 5 0 0 1 4 0 0 9 1 0 o C F e r r o C C C F e r r o C C C F e r r o C F C F e r r o l í q u i d o
SOLIDIFICAÇÃO E ALOTROPIAS DO FERRO VCFC = (4R/2)3 VCCC = (4R/3)3 2VCCC VCFC 768°C Magnético Não magnético 4 átomos 2 átomos 2 átomos 912OC 768OC 1.394OC Ferro CFC CCC CCC
Instrumento: Dilatômetro
ALOTROPIAS DO FERRO (TRANSFORMAÇÕES DE FASE)
T em p er at u ra C Volume (mm3) CFC CCC Tc
Variação brusca de volume
O ferro passa de CCC para CFC a 910ºC. Nesta temperatura os raios atômicos são respectivamente , 1,258Å e 1,292Å. Qual a percentagem de variação de volume percentual
provocada pela mudança de estrutura?
EXERCÍCIO
Para o cálculo foi tomado como base 2 células unitárias CCC, por isso Vccc= 2a3 uma vez que na passagem do sistema
CCC (2 át.s) para CFC (4 át.s) há uma contração de volume
V
ccc = 2a3V
cfc = a3a
ccc = 4R/ 3a
cfc = 4R/ 2V
ccc = 49,1 Å3V
cfc = 48,7 Å3REVISÃO: Representação de uma direção (vetor)
DIREÇÕES ATÔMICAS
DIREÇÕES ATÔMICAS
ÍNDICES DE MILLER :
Direção hkl colchetes
Família de direções <hkl> aspas
Linha de átomos na direção y
010
+x +y
AVALIAÇÃO:
REPRESENTE COM OS ÍNDICES DE MILLER A DIREÇÃO INDICADA
x y z 0 Resposta: [111] Ou 111
-DIREÇÃO ATÔMICA
X y z ½ 1 0 2[1/2 1 0] [2/2 2 0] [ 1 2 0]DENSIDADE LINEAR
DL = número de átomos centrados no vetor direção comprimento do vetor direção
6nm
DL = 3 átomos 6nm
3.15- a) Qual é a densidade atômica linear ao longo da direção 112 do Ferro? B) e do Níquel?
26 Livro: Van Vlack
27
a) Cálculo da densidade atômica linear ao longo da direção 112 do Ferro
3.15- a) Qual é a densidade atômica linear ao
longo da direção 112 do Ferro? B) e do Níquel?
CCC
(Fe temp. amb.)
[112] x y z 0 accc = 4R/3
Densidade atômica linear
dl = 1 átomo/l 2a
l
28
3.15- a) Qual é a densidade atômica linear ao
longo da direção 112 do Ferro? B) e do Níquel?
CFC
(Ni )
acfc = 4R/2
Densidade atômica linear
dl = 2 átomo/l 2a
l
a2
b) Cálculo da densidade atômica linear ao longo da direção 112 do Níquel
[112]
x
y z
PLANOS CRISTALINOS
Um cristal contém planos de átomos e esses planos
influenciam as propriedades e o comportamento do cristal. É, portanto vantajoso identificar os vários planos atômicos que existem em um cristal.
Definição de Plano: X + Y + Z = 1 ou aX + bY + cZ = 1 e m n x y z e m n
PLANOS CRISTALOGRÁFICOS
PLANOS CRISTALOGRÁFICOS
ÍNDICES DE MILLER PLANAR:
Planos
hkl
parênteses
ROTEIRO PARA DETERMINAR OS ÍNDICES DE UM PLANO:
ROTEIRO PARA DETERMINAR OS ÍNDICES DE UM PLANO:
1. Determina-se as interseções do plano com os
três eixos;
2. Toma-se os inversos;
3. Multiplica-se por um fator para torná-los
números inteiros;
PLANOS CRISTALINOS
PLANOS CRISTALINOS
Plano paralelo aos eixos x e z, corta o eixo y em 1. 1/ , 1/1, 1/
Plano (010)
32 X Y Z 1 1 , 1 , 1 , 1 , (0 1 0)Família de planos
010
+z +x +y Plano (001)PLANOS CRISTALINOS
PLANOS CRISTALINOS
Plano paralelo ao eixo (z) e corta os eixos (x e y) em 1
1/ 1, 1/1, 1/
Plano (110)
33
FAMÍLIA {110}
É paralelo à um eixo
FAMÍLIA {110}
É paralelo à um eixo
PLANOS CRISTALINOS
PLANOS CRISTALINOS
X
Y Z
PLANOS CRISTALINOS
PLANOS CRISTALINOS
O Plano corta os 3 eixos cristalográficos em 1 1/ 1, 1/1, 1/ 1 = (111)
Plano (111)
36
37
FAMÍLIA {111}
AVALIAÇÃO: DETERMINE O PLANO ATÔMICO
Plano B (paralelo ao plano A) Corta o eixo x em -a;
Corta o eixo z em a/2;
Corta o eixo y em (paralelo).
Usando os procedimentos já descritos os índices são determinadas:
a=1 -1 ; ½ ; -1/1 ; 2 ; 1/
Plano (-120)
PLANOS CRISTALINOS
REPRESENTAÇÃO DE PLANOS NO SISTEMA CÚBICO
PLANO (100) E DIREÇÃO (100) NO SISTEMA CÚBICO SIMPLES
Obs.: Somente no Sistema Cúbico,
Plano e Normal têm os mesmos índices
Obs.: Somente no Sistema Cúbico,
Plano e Normal têm os mesmos índices
• A normal do plano (100) é a direção [100] • A normal do plano (110) é a direção [110]
• A normal do plano (111) é a direção [111] • e assim por diante
x (111 ) [111 ] (100) [100] (110) [110]
PLANOS ATÔMICOS
Parâmetros dos reticulados dos sistemas HC, CCC e CFC
(100) (110) 4r 4r c/a = 1,633 a a a a2
DIREÇÕES E PLANOS NO HEXAGONAL COMPACTO a1 = , a2 = , a3 = e c=1 (1/, 1/, 1/, 1/1) PLANOS BASAIS (0001) ÍNDICES DE MILLER (0001) a1 = 1, a2 = , a3 =-1 e c= (1/1, 1/, 1/-1, 1/) PLANO ABCD
PRODUTO ESCALAR
PRODUTO ESCALAR
Ex.: 110 e 110 pertencem ao plano (111) Porque: [-110].(111) = -1+1+0 = 0 [1-10].(111) = 1-1+0 = 0 u v Se = 90° u .v = 0 Ex.: 110.110 = -1+1+0=0 u.v = ux.vx + uy.vy + uz.vz
u.v = u . v cos
u = ux.vx + uy.vy + uz.vz
Cos = ux.vx + uy.vy + uz.vz ux2 + uy2 +uz2 . vx2 + vy2 + vz2
u
AVALIAÇÃO:
A direção [111] pertence ao plano (112)?
Ver pag.23 x y z 0 Estrutura CCC O sistema (112) [111] É possível?
Não, A direção [111] mão pertence ao plano (112) Porque [111] escalar [112] = 1+1+2 = 4 0
A direção [-1-11] sim, pertence ao plano (112)
Direção comum a dois planos
Direção comum a dois planos
Aplicação: calculo da direção comum aos planos (100) e (111) Solução: através do produto vetorial
i j k i j k
ux uy uz = 1 0 0 = 0i + 0j + 1k - 0i – 1j – 0k = 011 vx vy vz 1 1 1
Para calcular o determinante de
matrizes de terceira ordem, utilizamos a chamada regra de Sarrus:
(-) (+)
DP = número de átomos no plano
área do plano
3.16 – a) Quantos átomos por milímetro quadrado há no plano (100) do Cobre? b) no plano (110)? (c) e no plano (111)?
a) No plano (100); rCu = 1,278 A = 1,278x10-8cm;
aCFC = 4r 2
50 Livro: Van Vlack
Densidade atômica planar
dp = 2 átomos/a2 (100) x y z CFC Cu
Cont. questão 3.16 Van Vlack b) No plano (110) 51 x y z CFC Cu a a2 (110)
Densidade atômica planar
dp = 2 átomos a22
Cont. questão 3.16 Van Vlack (c) No plano (111) 52 x y z CFC Cu (111) l = 2R Área = l23 4
Densidade atômica planar
dp = 1/2 átomos l23
4
DP = número de átomos no plano área do plano
DENSIDADE PLANAR
DP = ½ = 1/2 = ½ átomo l23 (2R)2 3 ....nm2 4 4 l = 2R; área = l23 ; 4 nº de átomos = 3 x 1/6 = ½ R = raio atômico em nmDIREÇÕES PARA O SISTEMA CÚBICO
DIREÇÕES PARA O SISTEMA CÚBICO
A simetria desta estrutura permite que as direções
equivalentes sejam agrupadas para formar uma família de direções:
<100> para as arestas das faces <110> para as diagonais das faces <111> para a diagonal do cubo
55
<110>
<100>
<111>
111
(direção compacta)DIREÇÕES COMPACTAS DO SISTEMA CFC
No sistema CFC os átomos se tocam ao longo da diagonal da face, que corresponde a família de direções <110>.
Então, a direção <110> é a de maior empacotamento atômico para o sistema CFC.
56
PLANOS DE MAIOR DENSIDADE ATÔMICA NO SISTEMA CFC
PLANOS DE MAIOR DENSIDADE ATÔMICA NO SISTEMA CFC
A família de planos
{111} no sistema CFC é
o de maior densidade
atômica
57 Densidade Planar:DP = número de átomos no plano área do plano
TENSÃO EFETIVA DE CISALHAMENTO – LEI DE SCHMID TENSÃO EFETIVA DE CISALHAMENTO – LEI DE SCHMID
= FA0 = Tensão Axial
f = Fcos = Força de Cisalhamento
58 A
F
F
Plano de escoamento A0Adapted from Fig. 7.8, Callister 7e. Adapted from Fig. 7.9, Callister 7e.
Copyright © 2006 by Nelson, a division of Thomson Canada Limited
TENSÃO EFETIVA DE CISALHAMENTO – LEI DE SCHMID TENSÃO EFETIVA DE CISALHAMENTO – LEI DE SCHMID
= FA0 = Tensão Axial
f = Fcos = Força de Cisalhamento A0 = A.Cos = Seção Transversal
A = ACos
= f
A
= f = F . Cos = F . Cos . Cos
A A0 Cos A0
= . Cos . Cos
(Lei de Schmid) 61 n AF
F
Norm al a o pl ano de esco amen to Plano de escoamento Direç ão d e es co am ento A0 fTENSÃO EFETIVA DE CISALHAMENTO
A Tensão de Cisalhamento,
, varia de 0 a ½ da Tensão Axial,
Quando a Tensão de Cisalhamento é máxima, a Tensão Axial émínima.
máx. = 1/2
quando
=
= 45º Casos especiais:
= 0 quando
= 90° ou
= 90° resolvida = Fresolvida = F cos cos = cos cos A resolvida Ao
NÃO DESLIZA QUANDO cos . Cos = 0
TENSÃO DE CISALHAMENTO
Avaliação: Qual o maior valor da tensão de cisalhamento? Tensão de cisalhamento, = F/So Deformação de cisalhamento, = tan Módulo de cisalhamento, G = G So
= E
= G
Resp.: máx. = 1/2 quando = = 45º64
Critical Resolved Shear Stress
• Condition for dislocation motion: • Crystal orientation can make
it easy or hard to move dislocation
10-4 GPa to 10-2 GPa typically
maximum at = = 45º R = 0 =90°
R =
/2
=45° =45°
R = 0 =90°
CRSS
R R cos cos65
Ex: Deformation of single crystal
So the applied stress of 6500 psi will not cause the crystal to yield.
=35° =60°
crss = 3000 psi
a) Will the single crystal yield? b) If not, what stress is needed?
= 6500 psi Adapted from Fig. 7.7, Callister 7e.
cos cos
6500 psi
(6500 psi) (cos35
)(cos 60
)
(6500 psi) (0.41)
66
Ex: Deformation of single crystal
What stress is necessary (i.e., what is the
yield stress,
y)?
So for deformation to occur the applied stress must be greater than or equal to the yield stress
psi
7325
41
.
0
psi
3000
cos
cos
crss
y)
41
.
0
(
cos
cos
psi
3000
crss
y
y
psi
7325
yPLANOS E DIREÇÕES DE DESLIZAMENTO DA REDE CFC
CFC:
111 110
Planos Direções compactos compactas
Sistemas = 4x3 = 12
Sistemas = 4x3 = 12
6 DIREÇÕES COMPACTAS 110(DIAGONAIS DAS FACES) 4 PLANOS COMPACTOS 111
CFC
Planos 110 mais 112 compactos 123 Direções 111 compactas
Sistemas = 6x2 = 12
Sistemas = 6x2 = 12
CCC 110 111PLANOS E DIREÇÕES DE DESLIZAMENTO DA REDE CCC
4 direções compactas Nenhum plano compacto
x y z 0 (011) (101) (-101) (110) (-110) (01-1) Estrutura Cristalina CCC 6 x 2 = 12
Rede CFC
:
A Metalurgia da deformação – Sistemas de deslizamento (cisalhamento)
4 Planos {1 1 1} e 3 direções <1 1 0>
4 Planos {1 1 1} e 3 direções <1 1 0>
12 sistemas de deslizamento (fácil)
12 sistemas de deslizamento (fácil)
Rede CCC:
A Metalurgia da deformação – Sistemas de deslizamento (cisalhamento)
6 Planos {1 1 0} e 2 direções <1 1 1>
6 Planos {1 1 0} e 2 direções <1 1 1>
12 sistemas de deslizamento
RESUMO: PLANOS E DIREÇÕES DE ESCORREGAMENTOS NOS RETICULADOS CFC E CCC
Rede HC:
A Metalurgia da deformação – Sistemas de deslizamento (cisalhamento)
1 Plano {0 0 0 1} e 3 direções <1 1 -2 0>
1 Plano {0 0 0 1} e 3 direções <1 1 -2 0>
3 sistemas de deslizamento fácil.
3 sistemas de deslizamento fácil.
A B A
ESPAÇAMENTOS INTERPLANARES
No sistema cúbico, o espaçamento entre os planos é:
dhkl = a
(h
2+k
2+l
2)
1/21Å = 10-10m = 10-8cm
(angstrom) nano, n = 10-9m
ESPAÇAMENTOS INTERPLANARES
d111= a .= a . = a √3 (12+12+12)1/2 √3 3 d100= a .= a (12+02+02)1/2 d220= a .= a . = a √2 (22+22+02)1/2 √8 4 d110= a .= a . = a √2 (12+12+02)1/2 √2 2 d200= a .= a . = a . (22+02+02)1/2 √22 2DISTÂNCIA INTERPLANAR (d
hkl)
É uma função dos índices de Miller e do parâmetro
de rede
d
hk l= a
(h
2+k
2+l
2)
1/2ESPAÇAMENTOS INTERPLANARES
d110= a . = a . = a √2 (12+12+02)1/2 √2 2 d200= a . = a . = a . (22+02+02)1/2 √22 2 Obs.:Os índices de Miller são reduzidos aos menores números inteiros; Os espaçamentos interplanares não são.
DETERMINAÇÃO DA ESTRUTURA CRISTALINA POR DIFRAÇÃO DE RAIO X
Raíos-x tem comprimento de onda similar a
distância interplanar 0,1nm
DETERMINAÇÃO DA ESTRUTURA CRISTALINA POR DIFRAÇÃO DE RAIO X
81
Interferência Construtiva
82
INTERFERÊNCIA DESTRUTIVA
Experiência: Variação do ângulo de incidência até obter um pico de intensidade na reflexão
INTERFERÊNCIA CONSTRUTIVA
Plano cristalográfico em posição refletora Pico de intensidade
DIFRAÇÃO DE RAIOS “X”
Lei de Bragg:
dhkl.Senθ = nλ/2
Theory - Bragg’s Law
n
2d sin
n: integer - indicates the diffraction order
: wavelength of the X-ray that will be diffracted
d: interatomic spacing for the diffracting crystal
: angle at which diffraction is occurring
i.e. the angle between the crystal planes and the diffracted X-ray
Determines the angle required to
detect a characteristic
DIFRAÇÃO DE RAIOS X - LEI DE BRAGG (1913) 87
n
= 2 d
hkl.sen
n
= 2 d
hkl.sen
dhkl = a (h2+k2+l2)1/2 dhkl = a (h2+k2+l2)1/2 Válido para sistema cúbico É comprimento de onda n é um número inteiro de ondas d é a distância interplanar O ângulo de incidênciaDIFRAÇÃO
DE RAIOS “X”
d/n=λ/2senθ d(hkl) = a . √ h2+k2+l2 a(cfc) = 4R √2 a(ccc) = 4R √3LEI DE BRAGG
n
= 2 d
hkl.sen
Schematic diagram of an
x-ray diffractometer; T x-ray source, S specimen, C detector, and O
the axis around which the specimen and detector rotate.
DEVER DE CASA
CALLISTER, Jr.,William D. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. Rio de Janeiro, LTC, 2012. Oitava Edição.
Problema-exemplo 3.13 página 67 Problemas de Difração de Rais X:
DIFRATÔMETRO DE RAIOS - X O INSTRUMENTAL DO IPT
A difratometria de raios X
corresponde a uma das principais técnicas de caracterização
microestrutural de materiais cristalinos. O ângulo , no qual o cristal pode refletir o raio-X, depende
fundamentalmente da distancia interplanar dhkl do retículo.
92 Difratômetro de Raios X em julho de 1979
n
= 2 d
hkl.sen
DIFRATÔMETRO DE RAIOS X
93
Difratômetro de pó, Philips, modelo Pw 1880 (instalado no LCT – EPUSP)
EFEITO DA DEFORMAÇÃO NO ÂNGULO DE BRAGG
94
DIFRATOMETRO PORTÁTIL DE RAIOS X – LEI DE BRAGG
DIFRATOMETRO PORTÁTIL DE RAIOS X – LEI DE BRAGG
Dr. Joel Teodósio
MINIDIFRATÔMETRO DESENVOLVIDO NA INCUBADORA DA COPPE/UFRJ
97
A vista geral do minidifratômetro: 1-fonte de alta tensão; 2-blindagem com ampola de raios X; 3-Colimador; 4-porta de
amostra; 5-detector sensível à posição; 6- Unidade de controle do detector; 7-computador.
INOVAÇÕES TECNOLOGICAS DO MINIDIFRATOMETRO Neste trabalho, o controle de corrente de ânodo, foi feito através da potência aplicada ao filamento, e foi implementado por meio de um
circuito PWM (Pulse Width Modulation) em malha fechada, o que
permitiu uma grande estabilidade de corrente.
Todo circuito eletrônico descrito está contido em um gabinete de alumínio com dimensões de 320x280x80 mm.
O difratômetro desenvolvido não tem o goniômetro como uma
unidade separada. As funções do goniômetro são cumpridas por um
motor de passo controlado pelo computador.
Esta substituição, do goniômetro tradicional por motor de passo, simplifica a determinação da posição angular do detector e diminui significativamente o peso total do difratômetro.
O computador controla a rotação de detector e permite determinar aposição angular deste com precisão 0,05 graus.
APLICAÇÃO EM CONDIÇÕES DE CAMPO
99
Utilização do minidifratômetro em medidas de tensões em condições de campo.
Equipamentos
A microssonda EDX, disponível na Gerdau Aços Especiais Piratini desde 1996, é um equipamento complementar ao MEV capaz de realizar análises qualitativas e quantitativas (bem como mapeamentos) de elementos químicos, assim auxiliando na caracterização de inclusões não-metálicas presentes nos aços.
POR QUE OS PLANOS CRISTALINOS SÃO IMPORTANTES?
Para a determinação da estrutura cristalina; Para a deformação plástica;
Para as propriedades de transporte.
n
= 2 d
hkl.sen
n
= 2 d
hkl.sen
LEI DE BRAGG
dhkl = a (h2+k2+l2)1/2
Centro Tecnológico da GE no Rio - 02 de Novembro de 2014
Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) é um dos maiores pólos do tipo no mundo.
"A GE é uma das maiores multinacionais do mundo e terá no Rio de Janeiro uma equipe de 160 pesquisadores dedicados a desenvolver inovações em áreas como petróleo e gás, energia, aviação e turbinas"
PRÓXIMA AULA: PROJEÇÕES ESTEREOGRÁFICAS